<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<itemContainer xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/items?output=omeka-xml&amp;page=24&amp;sort_field=added" accessDate="2026-04-04T08:59:31+00:00">
  <miscellaneousContainer>
    <pagination>
      <pageNumber>24</pageNumber>
      <perPage>10</perPage>
      <totalResults>845</totalResults>
    </pagination>
  </miscellaneousContainer>
  <item itemId="296" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="527">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/19da6f2c7f12745eb588d060735cfa81.pdf</src>
        <authentication>39c1a07b7d3e2c7a8fa86b8776fc2b42</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3309">
                    <text>•

·FACLitf-A[) DE HUMANIDADf!S Y EIENCIAS

•

TEXTOS EJE
)

•

PEDRO

•

GUILLERMO

FILOSIJFIA

HISPANO - SILOGISMOS

DE

OCKHAM -

I

SOBRE

MEDIEVAL - II
SUPOSICIONES

LOS

UNIVERSALES

.

PROF.

JESUS CANO GUIRAL

189

e añ
v.2

UNIVERSIDAD DE LA REP.UBLICA
DIVISION PUBLICACIONES Y EDICIONES
M()N TEV1Qf0

•

��•

rt e &lt;lí e v ~ 1 - I I

Tex t os d e :E' i 1 o s o fí a

1. Pedr o Hi s p .":l no Tr ~ ct ~ tu s

Si l og i smos

( · Su mra ul ..::e Lo g ic :.. le s •' ,

I V, e d. La ti n s L . M. De Ri jk, pp . 43-54)

•

2. P edro Hi s pe no - Supo s ici o n e s
( Tr

I! et e

t

1J

s VI ' i b id • , p p • 7 9 - 8 R)

3. Guillermo d6 Ockh Jm - Sobr e l os
( 9 ' Sur.im ~

Logi c tl e' ' ~

PSl r S P rimie: ,

T r ~ d ucció n

Jes ú s

-

Un iv e r s ~ l es

ed . Boehne r , pp.

d ire ct ~

l ~ tí o

de l

43 - 52 )

por

Ciño - G u ir~ l

L ic en ci ~ co

en

F il osof í ~

.

•

- Ca tedr í t i c o de His t o r i ~ de l s Fi l oso fí &amp;
An t ig u a y Mediev a l en l ~ Fs cult a d d e Hu
m ~ ni &lt;l ~d e s

Rep úb lic e· .

------189 CA tex
Textos de filosofía medieval I
1111111111

11 11111111111, 11111

• FH (; E / 031 .. 89 •

y

Cíen c i~ s.

Un i ve r s i d~c

de

la

��T'\EDRO lf I SPA~JO
Sobr~

fi g ur s de Fed ro Hiap ~ no (1215?/1277) deben despej a r
se a Gn v a ri o s inc5 gnit as . Pn cu ~ n t o ~ l per&amp;on ~ je his t 6ri co q uiz ' la mis impott ~n t~ -- ~ 1 menos i nnedi~ t ~nente -- se t 1 ~ ~e s~ber si
el Pedro Hisp ~no Port 1i3¿ l ensis , fi l Saofo y ~gdi c o, es l a rn is n ~ per
son ~ que ocupó 1 ~ sece pontifici~ en 1 275 é 1 276 c on e l nomb r e deJua n XXI. Junto ~ es t a dud!$ dig anoe t a mbi~n ... ~ u e t cde ví a se eus~y~n
fech as divers~s p ~ r ~ fi j~ r s u n~ ci n i ~ nto 9 ee-v ru eb ~ n~ distintos lu
geres de ori qen, se discute Eu p e rtenenci ~ ~ ls orden doninic mn ~ y
s l g uno~

1~

~ i s.

det a lles

Su obr a , sin
•

e~b ~ rgo

no se

pre s t ~

~

1

cc~f u sícnes .

Qui enq ui e
quP. h ~ dej&amp;do -

--

r a que h ~ya sido, el Petru$ His p a nu s Po rtu g~ len s is
su huell u en l a brill~ntez es col fs tic a de l siglo XIII result ~ ser
autor --en..tre otr ! S obr -=.s -- de u n com ent a 1· io node l o b'. 1 .... De Anim!i.- _
!. ristotelico (''Expositi o Lib ri .... De AnÍPl 8 '"" '') ~ de un ~ obr~ propi ?:. so
br e el te ca en qu~ ateetigu~ s t 1 pro c ed~~ci ~ e interesee ~e m~ 1ico
( ''S cienti a libt·i
de a.n iri: rt ) y ' sob re t cdo
r.e l f~t!O S O Tr !i Ct o.. 1. tus
!}

--e r;t' u~nul ae Logic D le~ n COt'\O se denccin e rí :. p0Si t e rÍOTt:lente- - que
-· s e1e u n ""· r-=., es e r e 1,, d o ~ ~ n
h 1. z o ~ b l~ ~. r 1 c.1s o J. o F .., i~ e 1 e i. e 1 o p ~~ t... c.• o _ m~
1 ~ r e 1 e v .... n e i :. d e 1 c. 1 ó &lt;; i e ;:: r. e ;¡ i e. v . J • ' v s i
e r~ p 1 P. no f r ! . g o r ,1e 1 a
pe 1 é o i e ~ p ci i · i s in i.; T e~ i 3 t :¡ s '' e r s u E' ; .... v é. r r o í s t is s ' ' - - ll e ~ s e r i t o e :i o - tro oon~n~o ( !)- "L s s "" 3Dnmul Cl Lc.gic " le s"" de Pedro Hisp lino c 0menza
1

ron y a e l presti g i o s ~ c nmiro de 1~~ s ucASÍV l ~ re~~iciones (m~s de
150 h 4 st n pr inc ipios del siglo XVI) y ~1 c ~ nz i ron e l ~Otcible ~ xit o
e e u l'l é n i e o tl e s e 1: 11 t i. 1 i z ~ d r s p o r
1 o s n g i s t r í d e t o d . , s 1 a s t en de.:...
e i .:is in~ gin ~ b :!. es , de b en o e e en e 1 u ir q u e 1 ~ o b r ::t d e. P P {1 r o His p ij, no m~
r e e e s e r e o n s 5. el -E- r :~ &lt;l s e o 11 . e i f" r t o ¡: e s p ~ t o '' .

l ~:~ e i r¡ r. o v .. e i e~ o. r:l f~ i r.. t r o d u e i c1.: s p J r P Il P rt 1 -: l ó g i e .:;¿ p o - drí~n enuner ~ rs e ou t ~0 rí ~ ~e les ~cdos de
bstr ~ c cié~, su t eoríd
d t. 1 ;e. s i g n i f .!. e 3 e i é n y d e .i ¿¡ s u p e s i e :.i. 0 c. , : d e t11 ~ s c1. f! o t r as q tl e s e a - bren ~ persp e ctiv ·: s s e~ ~~t ic es y ~intl ct ic · ~ de l ~ l~gic3. Po r o -t r a p a r t ¿. , 1 ~ e o~ o e i d ¿ M n e mo t e en i ::. s e b 1· e s ~. 1 o gis t i e ...i ( ' · B w r b ~ r z. , C~
.
.
. ones si2
. ~~
.. , ~ res 1 e co 1 oc ~ n
l a rent.,. '' ) y otr ·s 1ntereo~c
t es ind
~g ~ ci
entre l o s cultor ee del Live l p~3gm ~t ico.
En t r e

e x e 1 u í m() e 1 ~·. o f., r e !'l é d i e ;i. p t o p ;_ r' r.i en t e &lt;l l.e h ~J , ? · e r í t i e r_ di
sient e eL cu an t o E 1 ~ ~ origin~lid~d~ d e t od~e ebt~s elu·~id~ ciones
de PH. ¿Fue Pedro His p ¿no reGl o€ nt e el primer cr e~ dor de es e s te o rí ms, o fue sólo un hon or e co n i n teli g~n c i a q ue &amp;upo p ropü ne rlas
oportun ~~~nt e en su t ie~ p o? El punt o no intere~ ~ en ex c es , en -primer lug w r~ mie n tr ss I \ C s~ en cu e~ tr en y ~nu est ren' feh~cic ~ t~ ~ ~n Si

�-2-

te obr&amp;s a nteriores E l a public~ci6n de l :.s de PH. En segundo lugar
ya s6beoos que sil• noción de ~origin a lid d~se endurece en demasi..
&amp;uele quebr a rse f ~ cilmente en 16s m ~n Gs del investigador de 1 &amp; hi~
tori ~ dél pens ~mient~. Atribuíble&amp; en su tot lid ~d ~ 1 &amp;utor de l a s
''Summul ~ e· ;

o e otr t1s fuentes. El ti echo escueto é B quP todos los -' t is b os 1 ó g i e o e d é P R s o b r e p t s e n e t'1 e 1 ,· r id ""~ e , e on e i s i 5 '' y s is r e o á t i
c :::i ped S!g ó g ic s. .; sus c or. ter p c r6 .n eos, .E_Er eso ee re~ (l it s ron y se estudi¿ ron. DEmss está decir que d ifícil~ente se h ~ ll ~ rt, desde lue-

go, otro que le i gu a le en au m~ce r s de propon~rl0s, s l menos h ~s ta
que unG
f igur ~ d e l e t a ll ~ ñ~ Gu ill er~c dt Ockh ~ rn co mpendi s se en
e 1 s • X I V o t r s. 11 S l:1 mr.1 t:.: ' 1 , n in r, ú o 15 g í e o me d i e v .9 1 p u ~ d e p a r ¿n g o n l1 r s e
eon Petrus Hisp ~n u s .
•
•

•
e

o

L c. tr .:: ducción c1ue. ofrezco reco 3e l as tr &amp;t ti dos I\7 ( '' De Sillog i s mis '' ) y V I ( ..' De S u p p ü 9 i t i o r.. i bu s · ) r'
1 ~ s ~ S u c1n1 u 1 ~ e L o g i e .=. 1 e s '' ,
de i: Cu~rdo con l t=· primer ::. €rJición l ~ tin ~ crític :_ hech ·n por L.M.De

=

de t0dos loe m ~ nuacri~os c~ nservsdos h ~ st ~ nue~
t ros d í . . s .•.
mu E:. s t r e e e p o" r t ~ pre e i !:. r · p 21 re í !'.'¡ 1oe12 t e en n u es
tr a leng~t --t c~b i~n por prioere ve~-- l &amp; s ínt esi&amp; de PH sobre
ls
oec~nic ~ silcgístíc c y l ~ te o rí ~ d e 1 = supcsición.
Rijk

(~:)

~

p ~ rtir
eo n e :J t ~

..

•

•

I

..

•

'
•

(:) C6Jt. Caf'io-'Jublo. t~ J, &gt; 1 '1i'7 . ;¡~~p!lí..).~~J...ea.t~v.lr'..arl u ab .6tJt.ac.c..lón.: a
p1top6.óJ...to rte. :o.6 mor; O&lt;\ rle. rtb.ó:tiLa. c. c.l..6n r~('. ?e¿Jto rf .l.6t~a.n.o '~
en E~
tu.rl..io~ r"e. F.l Zoho · ~a t·,tt.l urt y f.i~(t1-e.va.[ ~ f.A~vJ....6.l6n Pábl.lc.~eione~
tJ E.. ..(.C.A..On.~.6 :º e ta Un,i,vº .. e .. a. ~e.pu ~e.a ; Mon.:éc. v.lrfe.o .
J

(::)ne. R.lji~. ,

LºMºP 1'.'7 2. " Petcit 06 .~J·JO-~Yl. TJtac..tai"u.6 .,'f ;

-

na, Van GoAeun, ~ ~h2n 6

•

-

�\

.
•

•

'

'

•

l

Silo gismo (1)

/2/ El siJogis~o e~ un a or~ci6n en le cu ~ l, rJ L r} OS d e t e r OÍ n G
dos supuestos, es neces s rio que a lg o se der ive de ellos, Cono,
por ejeoplo,

-

. 15

es s ti s t L' n e l.• a ,
todo hot!lbre es ~I! io .l l ;

.... t

t ~ nto,

Por

5 n in~ 1

o :l o
1

;

todo hombre es sust &amp;nci 3 ?.

El eje~plo ~ntericr ~onstituye un ~ or ~ ción en l s cu a l d &amp;dos cíer
tos supuestos --es decir, l ~ s dos proposiciones pr~cedentes ó prenis ~ s~ -- neces 2 ~i ~ n~nte
~e sigu~ ~ lgo de ell á s, es to e s , u

20

n a conclusiórt .

..

9Ílo~isnc, pues, c ons t a rle tr as té r~ inos y oos proposicion~s. (2), De est ~a dQs se deno c in ~ ~proposici5n m a yor~ ~ l a
prioer ~ y · ~proposición nen o r~ ~ l a se g u ud2 . Con lo s tr es térmi
nos, empero, no pueden hacerse dos pr~µcric~ones / co n plet ~ s/ s

To1o

·-

25

no ser que uno d~
y entcnces, dich0

e e ~ec i r, se t ooe dds veces,
ter~i no repetido i ) o bien es sujeto en un s
proposici6n y pre¿ic ~ do en i ~ ot rs~ ii) o e s predic &amp;d o ec d m~ cs
i i i ) o e s s u j e t (; e '.:1 u n t~ y en 1 ~ o t r · • t.. tl n o a _! e s t o s t ~ rm in{.. s
s e 1 e ..s en o~- 1.:¡. e. . r: e ,,i•.,,.
~1 o
, ;,. o t r e, , ..- e x t r en l..d ,.. d -1 -! y o r ..- y s. 1 o t r o . e.!.
t l ~ tn i e l d me 11 o r "' •
?. 1 t é rm i \.~ ) me d i o ~ ::: ;_ . q-u e l q u e h eme· s d i eh o s e
incluye dos vece s ~ ~ te s d e 1 ~ c ~n clu e ién. L ~ extrenid ~ d m~yor es el t~r~i11 ~ ~ uA 3e to 1~ ~ ? n 1 ~ prop 0 s~ci~c n c yor c 0njuntdillente
con el térní11 - cadic . L'- extrerJ í ci..:.d o~r.. vr e e ~. l término que se
t om a en 1 m p ro p c. s i e i 0 n me n r e ~ l1 j u r~ t ,~.. r1 e l , t t . e en e 1 t ~ro in o o e d i o •
0

llos ae

repi. t~,

,A

l.A

5

'

!".

M~do

y Figu r l!. .

/ 3 / P n. r a q u e h y l . e i 1 o g i s t'1 o
tin ~ c ons iste ~~ 1 5 crden~ci5n

•

tl

e

d~

A.x

i

lo~

;-i; 2. 1"

1"1 o C! ( 1

tr e ~

y f i g u r ~ . E s t ~ úl

t~rMinos

Dntedichos
según ~ surn ~ n 1 -~ posi ci ón de s ujet o o d e pr~di c ld o . L ~ or den n ción
in d i e u d a e s t r i p J. t~ ~ e o T" o s e h ? v i s t o L- :n ?is ·- r r i b ~ • D e cil e u f'. r d o l ello se d ~ n tr es fi gur ~ s :
'
.
. .,

•

10

L '~ p r in e r E. , e u .. n ,., :¡
d i e :id o en 1 o s e g ti:.~ &lt;l ·~ •

•

s u .; et o en la

~l

-

pr1~Pr a

pr 0 posic1on es

pr~

•

""'todo

21 nim fj l

e .,

todo hombre e· ""c ·
\

'

'
I
I

,

1

•

�-415

L&amp; segona s figur~ se d ~ cu~ndo en un a
se predice lo misno :
'

y otrL proposici5n
•

•

.-tod o hot:lbre es ~nicE..l
niügun e piedr ~ es e nimsl

•

•

1 ~1
Q

•

te·c~r~
•
.._
- ·

y otre

.

cu r
~~o
... .. ¡,; ....

.
.,,.
pr~pos1c1on:
'

ln-

~i~mc
- • -

~
sume
-

el lug e r de sujeto en un e
1

~t

do honbre es ~ nímal
todo hoobre es c a p ~ z de reír~

20

Modo es el ordGn debido de l ¿ s dDe· proposiciones respecto
•
a cuslidad y c~ n tidad.

Rer,l s s univers e lee

•

· /4/ De lo expres~do hüst ~ ~ qui se d espren a" e que h \.y ciert~s regl~s univers é. les p...¡r!{ c :z. d .. ~ figur e:
,,#

25

•

RUl: No puede coustruír•e un silogis~c s5lo c o n
ni indeficidos 2 ni singul e res. (3)

p ~ rticul~res

•

•

De donde se sigue quA un m
univers a l.

d~

l as

do~

•
tiene
que ser

premisss

\

•

5

•

RU2 : No puede construirse un silogisno s61o con neg&amp;tivos
~n ninguca de l~s figur~s.

De donde se
•
mat1v
s.
•

~igue

que · un 8 de l ! s doe prernis Rs debe ser

· a fi~

I

RU3~

Si
~er

preniea ee p ~ rticul ~ r, l6 c o rclusi6n debe
•
~ .
,
p s rticuls r, y no vicevers

un ~

•

10

RU4: Si 6 lguns de l ~ a premis ~ s es negstiv s ,
debe ser r.es ~ tiv e , y ~ e vi~ever~c º

l a conclusión
\

un ~ de l e s · premis~s
&amp;erl~ 1~ conclusién.

15

RUS: Si

20

RU6: El

t~rnino

medie

nunc ~

es

p ~ rticul a r,

t ~ mbi~n

debe a pa recer en

Prit!ler s Figur e.

1~

deber~

conclusión.

..

/5/ La primer ~ figura tiene ~ modos ; lo~ cu ~ tro primer6s
concluyen direct ~uente y los otros cinco indirect a mente. Se en
tiende por .-covcluír direct ~m~nte~ qu~ se predique l ~ extremid a d m~yor como nenor e n 1 : : cor,clusi5n.
Cc~ ncluir .. indir~ctamen
teJ quiere decir q ue ~~ prejic ~ l a extrenid ~ d nenor como mayor
en 1~ ccnclusión.
1

1

1

\
•

•

�.. 5•

lle.y dos re g 1.:-.'s p
tos de 1-a u-: i• me l ... J';L

-

•

/Fl / F~ l

o
~

/Fl/R2

5

•••

1.v
,.. f....

,~ r ;r

e u .-.. t r o o e•t l "..,; ~ e e r. e 1 u y en t es d ir e e - L ¿"J.., r ~ g i :i 3 .::. e r . 1 ~ s s i g u i en t e e :

~~ ~.. s J g t •____
~ é1 e 1J.___
n Et I:l_
e .. ~ r
----

~l ~- d E'

, __...;.

N ._. d ~:.

~1 ~y e, 1·

,~ ~ '!" t 1

---~

e u 1 .~ r

-

...
~

l

~.e

--

.t

~

\

/6/ El pricer ~0&lt;l J d 2
~e~aales ~firm3 t i a2 ou a
"
ma tiv a . · Con c, p. e ~:

~ 1~ 1 r ~
'
e)
,. • ,...,~
-" ........

... t od) &amp; n .,•

10

~
. L-

••

I

por t a nto,

t~du

"l y. .......'I~.. u !:. . ~ u :a i v

t;

e r s ., 1

de

d~s

t o mb i

ée

•
u n1-

~f

ir

-

,

t '" r. e l. l)I
::a n ., n •' .,

E. (.~ ·

su

e;

....... ~ -

.;;· F,5

t

c0n~t a

•

..
.....
Gt -·

:1 ' Ch i

Lodc

F i f; t: r -. .

·t1_~ i tr e r G

,

•

honb í. -e

~b

8\lS

•

9

o

·c~í C 1 !3.

_,.

'

.....
neg
;.
.
¡
.. 1 v
~! n. i v ~ r s ~ 1

El segundo rlo&lt;lo e o r' s ~: e (í e u¡~ C:i
ve r ·s &amp; 1 e·f i rI!J -3 &amp;.. ·i. v s , e :::. n c. !... ~y €.u e~- o · ~ D i...J , s u

1. ..

¡¡

•

y un !t uni
.
..
un.1verE.6l,l. G. firm s tiv &amp;:

I

•

15

..

. , f' .
..' ·9\
.. -__• ,_...,._

,

~

r..• • , •

\,..

.l... -

-J!· ..:.?. J. lll •.. l

t :&gt; d J l~ 0 m :t -::: e-::ri ir¿ g ú 1.~ h . ~. rr- 'J ;: e.
1

•

~

!&gt;-)

•

l&gt;

,

•

un a. p E'~ rti­
af irm """ tiv a~

El
cu l a.r:·
•

...

20

•

tc dc.~

3vS t ,.. !- C1 .!:_ ,

a nina l ,

h Ctl b; n
}-_ 1,.fD b Y"~

•

p•
•

I

pie0ra

25

.... n ,!..... r.'\~ 1 !.
o . ... ::::;"" :. o e a p i e 1 ·.' ¡~ . _, º
i.: · ••• •

•

p.

'

E1 q a i

yen

t 2t

t "\ ,
"·'"'

t , '

o e o n s- t '

i~direct~ruent~

'""

• .e,

~1

que c o nclu

..

-.... t -.,:. e u

~ J...

~

-··

..,,!·, 1"'
,.,,

~

•

·:. J . r

m~J .: l. v .._' ..
•

• l s •"'I
,C \A
•. 1l:;.t

t u&lt;.1-c

-.

5

t'
•

~ ., e

._. ..&amp;.

~

r

lle . a· ·· ~

u ...- '!.:'\
. ., ...... . ~ "'ª

J',

••

..3 -

~~

"'&lt;-s....,. ...... , ,

-

n c1• r:&lt; ,,. .

8~ ui r1~ 1 l,
~

..,.

..L.
·
"'

_.,

:t

'"'

.\. J

',J~ m. b .•
' · P..... .• •

•

Y s e '?l·ueb_. p~} C e l p : i1ne.r 1""0L.,v r:_,.r1-:l u j-.,e!lte t l"!l. V E: 'I' SS l ~ firm~
i C l v e n p ·i !' t i C t! 1 ar , p U e S
t ivc df· :!_ R p r Í O f:. r a _; ~ g t 1 ~ ~ !I l.! O r . / .t. r ': i
'all este quinto m·Jd~ l ~ ~on c i·}~-i~n ~3 0:.1:~ iLuJ a r º
1

en ·

10
•

E 1. e ex t· o c:nst l de
.concluyendo a u. b _,., s un ~i

,1 ' 1-· , ,
- l.J

.J..

e ., .~~
'

'-' .....

y u i . i ve r s c. l ;: firm a ti v a ,
i r1 c1 i r ~ e t ~ m en t e :

1

,

•

•

•
\

•

�-6'
1

Y Ee reduce
conclusión.

~1

~eg~ ~ d ó

i ~ versión

o:dc p r

s imple de la
•

El s~ptino ~od ~ co ns t ~ de u n ivers ~ l ~ {irm ~ tiv a y p ~ rticul a r c firm ~ tiv ~ c~ ~ cluv e.ndc ~mb ~ s i~direct ~ me~ t~ un s a firmativs
p ~~ r t i e u 1 :ir ~

15

~todc a~ im s l ee sue.t a n ci a,
~ l;tin hcmb re ea en im n l,
'
~ lsun s s ust s nci a es hombre

•

~ ·

•
•

Y s e red u e e ,
..

20

cer

e e r .v f.. r s i ó ü

pe r

3'i mp 1 e ,

~

l~

cvnclusió n del ter

-

moac~

•

univers ~ l e f irmativ~ y univers a l neg a
in¿irect am~n te un e p ~ rticul a r neg~tiva;

-

El o ctavo conste de
tiv e cuncluye ~ d o ~obss
~

to d o &amp;~ 1~ ~ ~ es sust ~ nc1 ~ ,
n ingu n &amp; pied ra es ~ tt im ~l ~
o

s

25

.1-

gu a~ ..

,

•

sus t &amp; ne :i.. ~
o

t: e

~s

•

d

p1e r

::i:

~

•

conversi6n d~ l r m!lyor por a c
Y se reduce: ~ 1 c~ u rt c m~do p c r
cidente y pcr e rversio n s in p~ e y tr ~ ~spo~101on de 1a aenor. •

•

30

...

..

,

o

~

El nLve~c c c1s t s de un ! p~~ticul ~ r ~ f i r~~ tiv a y de un ~ un!
v e r s s.1 r. t g ~ t ~ v a Y. u e e e r r~ 1 u y e 11 ir. d í r e e t ·:i.t1 en t e un s p :?l r t i e u l • r n _!.
•
g l1 t1V 6:
'
.r
]
,,
•
1 e s sust ~ nc1. ~ ,
2 .g u n ~ n 1rn ~
nin ~ un {. pie ¿ r s rs a ~ia ~ l,
'
a l f u ~~ Pt1st 2 nci ~ no as p~edr ~ ~.

.

.
..c 1 on
,...

, egut!.

• . .;

/ 7/

~

e e ·- v e r s J. o n s 1.op 1 e y

Y se

~

d

~I

~

/F í. /F.1

t

r SLns pos i-

.. , °'•

•
!f'
i:
~ g. ulT ~

eo r t in u .J m ; ~ e o t :. l .:: s e g u ~ d :Ji

siguient es
5

o

f i gur

r2 •

De

e 11 e s e d a n 1 ~e

reg l ~ e ~

"o

N _d:

.
.
_p__:..r-:t:-1:-c_u_J.._i;,\_'_r__a_e_-~-1~g;...u_·...:;;e;__..;;;t.~.;...e~...;l;;..:;.tt;_m.:;:;...;:~::.:.."'-Y...:º:...::.r_.::e:..:n=-..:1::..=.
~·
~

-~~u~ci ..:.

f~·g ur ·

•

•

/F2 /F2

.,o

/"F2/R3

r¡

· f i. rrt :'.! t i v :.. s

•

10

- t• - ~___
J. _e_
-. _c_\.;_
1
• ó
.
.~- 1· f~_l..
..•_r_c_J..;_u_s...;:t;;;;..:.-=n;.::_......:e~s-=e;..;:1::..::e;_:tl:..Pc....:.r:...=..e

;

... e 5
.i. ,\

,-~ ~

}- . .

.:.. ""

.l.

V c...
"" •

•

•

~·

�-7,

?1 o d os d e 1 e.

15

il

/8/ L ~ s~guncl ~ figur .c tienecu a tr o nod os . El prinero const a
de univ~rs ~ l neg ~ iiv : y u n ivers ¿ l ~ f irn L t iv~ c on clu y e ndo s o-b~s

un ~

univer s~ l

neg ~ tiv !~

_.

p.t.
Y s e r e due e

20

S ¿ g un d 0. F i g u r

.
p1edr ~

.
ninguna

~ ~in 2 l,

es

toqo h onb re ~s 8~i n ~ l,
ningún hombre e s piedr ~ ~.

5

.r:. 1 s e g un d o modo d e 1 !l' p ): in -e r
l .~

ei6n simple de

~¡

f i

g u r f~ por e o n v e r -

m.:.1 yor •.

E 1 s e g u n ;1 e, r1 o el. 0 e o ns t :D d e u r1i v e r r. : 1 ,~ f i r m 2 t i v .~ y un i v e r s :1 l
?eg ~ tiv c . concluyend o Lmb a s un 5 univ e r s : l n~gs tiv a:
~

hombre es

~ t odD

.

,
ning un a
p.t., t1irgun e
Y se
sión

r ~d uc a

~1

sinpl~ y

s~~ und ~

moño

tr ~_r.. spDeición

~rin ~ l.

pi e dr ~

es

~ nim ¿ l ;

pi~dr ~

~s

hocbre .~

d~

l a primer g f i g ur a por c o nver-L. ·.:1 1 ~ mf-•nor y 1 ~ c an clu sió n.
•

El terc e r modc con s t e
firm ~ tiv a

c~nc1u y8~d~

un ~

a~

univer s ~ l

p ~ r ticul c. r

hombre

e~

de

r ~ duc e

1~

cu ~ rto

cl

modo de l m

p &amp; ~ticul ~ r

o

~ n1m L

-a

1,

~nim tl l ~
~s pit d r ~ ~.

p.t., a lgan h oob r e no
Y se

y

~~g~t iv u:

.... ning
.
u na pi.. e d r a as
~ lgún

ncg~tiv~

pr ime r ~

p r co n vPrsi 5n simple

m ~ yor.
l

El cu ar t e c ons t ~ ce u ni v e rs ~ l ~f irn a t i v ~ y p s rticul ~ r
.
1 ~ ! ncg a t1v ~~
tiv a c on cluy en d v ~ ~b ~e u n e p ~r ticu

5

~

"' t o el o h o rJ b r
~ l g u ne
p . t.~ 2 l g u n~

e e ': r_in ! .1 9
pi e dr ~ no es c nin ~ l ;
piedr z no es hombre~.
P

1

Y s t.: r e d u e !1 &amp;1 primer ~ c do de l ru primer 2 f ig ur ~ por re ~ ucción
ü l a bPurdo. ( 5) •

10

~ b s ur do

Re ducción s l
\

19/

L~

r~ducció~

~1

.

~b~ urd o

c onsis t e en inferir e l opuesto
d e un tt d ~ 1 .) s dos p r ~ r} i s _ s 9 ~ p ~1 r t i r d e ] . o t r ~ p r en i s ~ Y d e 1
opu e sto de l ~ c 0n clusió n . Por ejemplo : t ones a el o pu es t o d e -

15

lm

concluEi6t~

siguiente ~

con l a m ~ yor de
del pri~er ~odo

-

est~

¿~

cu ~ rto

modo, y

pr~mer a

ls

•

pi ad r ~

'to d2
f

i ~ ur ~

f

ee

h-nbre ~

...

co~ s tru yzse

de

est ~

c ~nj unt snent~

.
un si. 1 og1smo

m&amp;ne r ~:

•

�•

-8•

s nin ~ l,

. . . tcdo hor:.bre es
tod~
•

ee hotibre;

piedr ~

piedra
es !lnin:.1.
p.t.,to
da
•

20

Est&amp; conclusión s~ opone 2 . la menor del
esto se denoninP- nrobar por el ebsurdc.
•

Segui~os

s hor e con 1 -

modo. Y

~

-

~

Tercer&amp;· F igu r
ílO/

cu~rto

tercer~

f igur~.

f~gu

Ls tercera

rs es ~quell&amp; en l s cucl el sujeto as el mismo en émbss pramI
sas. Pera ~ st ~ figur~ d~remos lss siguient~s reglas:
1~

/F3/Rl : En

•

m~y o r ne ge,. t l.• v ~ •

,

•

25

µn~

tarcera figure ne1 e se sigue de

; L~ t~rcera fieur a sierr.pre concluye particularmente.

/F3/R2
,
•

t1odos de . le

/11/ L~ terc ~ r ~
de dos univ~rs e les
firmativ e :
•

figur ~

Te-rcer~

Figur~

tiene seis modcs. El

~ f irm ~ tiv ~ s

qu~

•

concluyen

prim~ro ~ consta

un ~

•

-

'
honbre es sustonci
B.
todo hombre es ~ nimsl ;

5

~to~o

\

p. t., fu lgGn

p~rticul~r ~

sni~al

su~t e ncie~.

es

•

Y se reduce ~ 1 t ~zcer modo de l a pricerc f i ~ ura por conversi5n
por a ccidente de l L ~~nor.
,
\

10

El segundo modo const ~ de univers n l neg&amp;tiv g y univers~l
firo .h, tiva cot!cluyendo amb o s en ut .. a p~~ rticular negativs:
~nin g ún

es • piedr ~ ,
t'O ñ o h oo b r e ~ s .e n in .:1 1 ,
p. t . , ~ lgitn .:2nin ~. 1 no e s piedrG

~

I

ho~bre

,¿#&gt;.

-

'

'

Y 98 reduce ~1 - cu 2 rto Medo de l g primer a f i g ur s por conversión

por accidente• de

l~

m~nor.

'

.

15

El tercer modo conats de p ~rticul :· r s firrn a tiva y univers&amp;l
afirnativa c oncluyend.o smb ~. s una ~. firm ~ tiv ::. perticul .r;~ r:
1

p. t .

~

e lg6n hom~re es su s t~nci &amp; ~
todo hombre es ~ nim n l ;
~
.
1 e ~ suet &amp; nc 1~
. ... .
s 1 gun
~ n1m ~
1

20

Y se reduc~ s l terc ~ r modo de 1 ~ pri~er a figure, convertidas
ln m~yor y la conclusión simplement~ y tr a n2nuestas
.
•
•

'

El· cuGrto modo const~ de universer ~firmativa y particulaL
afirmativ e concluyendo una ~ firm~tiv 2 p~~ticulsr :

,

�-925

_, to1o hombre ~e eus t ?nci c ,
~lgún honbre es s niD a ls
p •t • ,

~

,,,.
1 g un

. ..i r~ i. r1 u 1 es

su~

. ~ .-

t &amp; ne 1

..
•

Y se ·reduc e. :. 1 tt:rcer modo de 1.s prim er&amp; f:I.gur tJ) por conver.:.
sió~simple de. l e ~eno r.

El quinto c ons t ~ de p~rticul ~ r n~g 1 tiv ~ y' unive rs l l c firfl&amp;tiv 5 conclu y¿ud o 8 nb ~ s en u ne p ~ rt i cul s r ne3&amp; t iv s::
•

•

,,. ~ 1 gun
,,,.
h on b r e no ee r·1. e d r e ,

30

todo ho~br e ee ~n im ~ l~
p.t.? a lgan s~ i~ a l no ~s piedr a ~ .

•

•

se reduce e l primer nodo ae laprim er u pcr e l ~bs ur do . T5men
se pues
21 opuesto de 1 ~ conclusión c on cu á lquier ~ de l ~s doe
•
pr e ois cs ~ infi ér~se el opuesto d~ 1 ~ otr L~ como p. e.,

Y

5

'° todo ~n im a l es pie c! r ~ ,
todo hombr e es a-.nima l ;
teda hocb r e es pi• e d r e ,,,. .

p •t • '
I

Est~

conclu sión ~ eí obtenids c on el primer ~odo de
xs fi gur a co n tr ~ dice l a m ~yo r del quin t · modo.

1 ~ prim~

El sexto c onstz d ~ negatív ~ univ era~l y af irE&amp;tiv e pa rticu
l a r c on cluyendo amb~ s un e negativ~ p ~ rticul ~ r :
10
•

p.t.~

Y se reduce
sión siople

~1
~b

l

~ningún hombre es pi e dr b,
~ l g ún honbre e.s ~ ni~~ l ;
~ lgan ~nima l n0 es pibdr a ~.

c~ ~ rtc modo
s men~r.

de

1~

priter~ f igur ~

I

\

'

por c onve r--

,
•

Algun~ e

15

otr ~ s

regl ~ s

/generale s /

eiguiente r eg l a ae 6p lic ~
cluyen indir ¿ ct s nente u n~ p ~r ticul sr

/12/

L~

~

'

l os si lo gisno s que con

•
negt. t i v ~:

-

RGl : Ningún si l ogismo que cor.cluy L i ~di r ec t emér. te con un ~
~ticulsr ne&amp;ativa pu~de c oL cluírl ~ directam~nte 2 y
~ i qu -·~ c on cluye ~i rect sme.n t e no pu .~ de concluírl 6 in
dire.ct ~n€. nte.

20

Y

t ~abiÉ n

est~

otre :
•

· RG2 : Le 2rinera figura concluye to ~os l os géneros de propo
p o s i e i o Il e s , e s t o 'l_9 2 un i v é r s ~ 1 e. &amp; ;y p s r t i e u 1 a r es , a f ir
ms t i v ~ s
ne ge t i ' ... .:. . L 2 s e g un d m 2 s 1 o un i ver s '1 1 es Y

y

25

p ~ rticul s ree neg a tiv~s.

ticulares
s4les.

a firm ~ tiv ~s

o

La tercer ~ 2 en fin, sólo pa r
•
•
y neg : tivss,
pe~o nuncs univer

�•

-10\

..
•

/l .J~/

~
B~'i.RB

ARA CE L n' RE PT Dl..t. RII FER IO BARALIPTO N
CELANTES DABITIS FAPESMO FRISESOMORUM
. 'f -

•

0

CESARE CAf.i ESTRES FEST! t O E AROCIIO DARAPTI •

FELAP TO DIGA~ IS DATISI BOtARDO

.

FERISON.

(6) •

'

5

10

•

i) En est~ custro versos h3Y 19 dicciones (7) que sirven pera signif ic.~ r los 19 nod.cs de l ~ s. tre~ figur '.B, de m a n~:s que i a priGer ~ clicci5n repres~ut ~ el primer modo de 1~ pr1m~
rs figura y lE eegunde el segundo y as í del r~sto. ~e donde se sigue qu~ los . doe v e r sos primero s St deber un a plic a r ~~loa
modos d~ l a primer _ figur~, el tercer ~erso --con excepcxon·
e.el último v oc a blo - - sirve p :.. r~ ret E.n~r los modos de la se-gundn figur~, de naner ¿ q~e su primer o d icci6n significa 61 primer nodo de l a segur.d e figura, 1 &amp; se g und ~ el segu~do Y así
lss demf~. 'Ls últim s diccién del tercer v~7so conjuntanent~ con l ~s 1dicci o~ es del cu ~ rto verso a~ a plics n , por su orden,
e 1 os mo d os d ~= 1 ~ s t e r c e r ~ f i g u r .::i • .
e e ? ~ b E: r , s d em ti s , q u e: p o.r 1 !l s e u ~ t r o . .v o e !i b 1 es [u tiliz 3n~ V deb¿n ent ~r der8e lo ~ cu s tr e g ~n eros de proposiciones. Por ~A's l ~ proposición univ ~ re ~ l ~ firm ú tiv s; por ~E,, • \ l a univers g l ~e 3a ti v~ , pcr '!~, 1 ~ p ~r ticul ~ r ~ firm ~ tive, y i i )

15

por

20

eo n v i

~o,,

1·

p ~ rticul ~ r

negQtiv~.

iii) En c 6de dicc ión h~y tres síl~b~s y si e lgc quedgse no d~
ber~ teLerse en cuent a~ ~ no ser
que s~ ~ un e 'N- como luego
se ver ~ len p.53~ 5- 7). P or l a prin e r ~ de 1 ~s tres síl~b a s d~
ber ~ entenderse 1~ proposici6n m ~y~r dtl silogismo, por 1~ s~ .
gunda, 1 ~ m¿n o r, y por l ~ t~rc é r ~ , 1 ~ c on clusión. Por ejemplo
1 ~ primer ~ Jiccion -- EARE ARL-- ti ~ce tres s íl ~ b a s en c s d~
1u t i a d e 1 ~ s e u e: l a.s h ~ y un !: ""A ' s- y p e r e s t ~-:1 ~A ~ t r ~ s v e e e s r e p e
tid ~ se indic ~ q ue ~1 µrimer n~1u
de l ~ primer~ figur a consta de dos pr op0 sicior.es univers ~ les ~f irn ~ t i v cs quP. concluyen

-

25

UL ~

univere c l t ~mb i ~n s firm n tiv s . Y ~ sí h 2n de entenderse l&amp;s
rest sn tes dicciones segÚ~ l ~ e VOCGlA6 qu e COnteng ~ c
el or~
den que ~~et ~s gu~rd~nJ .

ry

•

•

30

iv) Deb~ s 6bers e. ~ ~ de~ás~ qu ~ las cu~ tr o prineras dicciones
del primer vere o . comienz ~n con ~stse c ~n son sn tes : B, e, D, F,
y lo ~ismo l ~s siguientes. ESt~ signific ~ qu e todos los modos
represent ¿Jos pcr dicciones que coai ~nz~n con un a ~B~ deben reducir~e ~ 1.priner medo de l s prim ~ r c figur~, y que todos los
modos s1g~1f1c ~~&lt;l cs por l &amp; dicci5n qu e conitn z s por ~e~ se red u e e t1. ~ 1 s e g un d e 11! e j o
t e 1!1 b i é n
d e 1. 5: p r i me r s f. ·i g u r ~) ' 1 ~ € que comienz ~n pcr ~ e~, ~1 tercerc, y l ss que l o h s ce,p. por ~F~
al cusrtc.
'

e

•

Dond~qui~T a qub S€ encuentre un ~ ~s~ ~n est a s dicciones
eignif ic ~ que l e prúpcsíción s eñ~ l ~&lt;l ~ pvr 1 ~ v o c~l iomedi a te~ente ~reced~nte dab ~ convertir se s implemente. y ~P~ signifi-

v)

...

5

c a que l r1 .propo sición cebe canvertirs t:~ pot· c:.: ccidente. cuando

�1

•

-11-

aparezcs ~ M; 0. Sta l e tr c signif ic ~ que debe ef ectusrse tr a ns p os i e i 6 n e :i 1 ~ s p r e mi s ,., =• l . : t r a f) s pos i e i é n es h s c e r un él meno r
d~ le m ~ ycr y vicever e 2 . Dende ~ p~rezc ~ # e~ se q uiere indic mr
que el modo sefi ~ l ~do p ~ r es ~ p~l L br ~ d ebe prcb ~ rs e por redu cción a l ll baurdoº
10

[i 4] Au r4q u ~ Ar :i.s t é t e 1 e !l ~1 u es t r 3l en 1 os P r i me r os An ::l l í t i e os
( I , 2 7 , '• 3 &amp; 2 O y s s . ) qu e 1 !l a ev o t, i ·,.. : e i o t:. es ~ n 1 ~ s e u e 1 es n o se
sigue conclu&amp; i5n de l j ~ premie Rs son inGt i le &amp;, pues se p¿rdería tiempo e~contraLdo términ os c on l o s cu ¿ les no h a y c ombin a
ción v é lid ~ , s in eob ~ r gJ es útil l s búsqu eci ~ ae t a l es ter~inos.
.

15

Así pues, cu cndo St h ~ g ¿ inútil l s ccmbin n ció n porque v s coütr &amp; l s s r~gl es de lo s silogismos ~~ t eriormen te i ~ dic 5 d as hebr'n ce hac e r ee ens~y os t oman do dos esp~cies c on un g éner o
como 'hombre ~ / ' 3 an o ,/ ~ 3 n im ~ l~, o dos especies c on un pr~
pio de a lguno d ~ e llos ~ como ,hom b r ~ ~ ¡ ~ a sno~/ 'c ~ p s z de r e ír'
o con un o aspecie c on su g ~ n ~rc e c or su pr opio, c omo 'hombre~
, ~ . En e s t os ens~yus se
,
anima 1'/ , c ~ p~z d e reir
e~ c o n tr ~ ~ ~ n 1 o e e j e mp 1 e s
(1e e u a d os . ? a r ~ 1n o s. t r a r ~ i 1 o g i s mos f et 1 e o ~7 .
i

•

e

5

Eccoutr a r ejeopl o s ~ onelste e n t c n.J r l Ls timr~inose:i l os
e u ~ 1 E: s 1 ~ e p r e mi 2 4~ s s e ~ n v e r d et. d e i · .!l s y l l e o n c 1 u e i ó n f .s 1 s !l , mentenjeüdo l 2 e prcpo a ici~n P~ c o n i ~ o ~ sn e c ~n ti &lt;l ~ d y cu s li-d s d • S u pon g t:. mo e 1 t. s i g u i e r.. t &lt;:- c om b in ~ e i ó n in ú t: i 1 :
'~ingún

10

~ing u n
p . t ~~ n ir g un 5

hombt ~
oiedr ~
pi e~ r~

•

e 5

: s n o,

~s

h0mbrt ;

es

~ en o ',

el

~ j~mp l ~

•

...
re .aisi :

~ decu ~ do

se

i n fi~

-

1 e,
n1ngun ~ sno e e h 0mJi
ni.. !1 g ú, ..:. e .si p . 71 z ll. e r E. í,,._ r e: g · •• · e r. '&gt;
p .t., n1ng u ~ c ~ p a z ae r e i~ es hombre ....
. ....

•

¿&gt;

.~t '

.,.ao;, ~,v

15

Aqu1, como S 8 ob3erv a r á , l ~ s prerais ~ s ~ou vP.rd a der ~ s y l a
conclusi ón f 2 ls &amp;, y se hsn -ma ntenido 1 - s p1emisas c on l a misms cantidad y cu ~ lid a d en · un o y ~ tr o s i lc g ism0 felso.
,
•

'

,

.
•

•

,

•

•

�•

•

•

•

\

•

r

..

•
•

•

'
.. •'
•

•

•

,
,
I

•

•

•

•

•

•
•

,
•

1

•

•

•

•

�...

'

I

•

. ..

.
•

7R P~TAD C1

•

VI - SYJl' 0S IC I 0!JE3
1

•

Lo en u i1 e i ~ de pu e d ~ s e r e o mp J_ e j e e, in e o n p 1 e j o , E j e m p 1 o
1
. de c0rn-pl e jo e·~ 1.:el.] hot71bre corre..P( 8) ~ ... honbr ~ bl :.i.t'co ... ; ejel!l-

L-1.)

5

plo d e incomplejo,

~ hoohr e; ,

~s

qu e

u ~1

t ~ rmin o

iricomplejo.

,..
lo~ t~rmi nos incomplej o ~ o a ig ~ ific 4 sust
~ ~ ntid J d, · o cu 3 lid ~ d o r e l ~ ci on 9 o ~ cció n, o

Csda uno d?

_n ci a

o signific ~
sión,
o cu~lquier a de l ~ s deQts [c ~ te g0rí ~ s] .
...

p ~ -­

1 o·

L2) Ls

•

15

signific ~ ción del térci~c~

t ~ l como se eü ti end~ ~ -­

qui, consist~ .e~ l G represent ~ ci 5~ de l s c es ~ por medio de un
v o e e. b 1 C'r [u t i 1 i z ;Q d oJ e o n v en e ion &amp;r 1 rn e n t e • P ú r 1 o e ;.is l r e o mo tod o
cos s o es univers a l o sing ul cr, convio~ que l 5 s dicciones qu~
no signific ~n ni u n ivers ~ l ni p ~ rticu1 G rm ea t ~ c ~ rezc ~ n de sig nificsdo. Y así no deber~n c Jn sider ~ r s~ c omo tér mino s en el . seLtid~ en que ~~ uí tom a mos 1 ~ p s l r ~ c ~ ~te r m ino~, e s to es, e~
rao.... signos univ e rs s l es y p ~ rticul ~ r es .
•

TT n ~ d e 1 t:. s

-

...

5

e ~i ~ ~ 1 e e o s ~ su s t s n
tiv~, emple~nccs c p Br s sig~ific ~ rl ~ u n .. noM bre s u s t ~ ntivo t a l
como ~hombre ... , otr e h a ce refere ~ ci ~ ~! l Q c oe a ~ djetiv ~ y se e~
plea en ese c aeo u n noBb re e djetivo e un v ~ rhc, com o ~bl en co~
o ~corre: Por eeo propi ~mént~ ne h u J ~ ignifice ció n e u s t &amp; nti~ e ,
o s djetiv a , si~o q ue se signific c a l g~ s u s t -ntiv ~ o ~ djetiv ~me~
te, puee l ~ eu s t ~n tiv a cíón o 1 ~ a djetiv ~ c i ó ~ eon modoe de l e s
cos~s que se s i gLifi c s n y n 9 d e J.~ ~ igvific ~ ci5 n . (9)

i gr.. ·S f i e ~ e i o t' e s h a e e r e f

¿ _1· ~ n

.C! l.C€
.

quP.
sil- emb ~r go ~ se
los a djetivos y lvs verbos se dice que ~so c c pu 1 5; •

Loe

nombr~s

6

su s t ~ ntivoe;

#O

~

'

Suposición y Cópul c
•

L-3.7

Ls euposición consiste en l ~ ~. c~pt t cí ón de l
L~

tuntivo por otro.
lo siguient~ ~

10
'

15

ls

suposici~r&gt;

y

1~

signific a ci ón s~ d e

t~rmino su!_

signifi c ~ ció n difi&gt;r~n en
8 tr ~ ves de 1 ~ imposición

del vocablo s 1~ cos s signific ~d~, 1 ~ supo si ción, en c a mbiop es 13 ~cepción del térnino ~ismo --ya sig n~ficente de Blgo-- por o t r o • · Por e j e mp 1 o ~ e u and o ~ e cl i e e . - ( e 1_7 hombre e o r r e .., , e 1
t~rmino ~hombre' supones Ju ~ n · o z Pl : t~n ; y l o miamo o curre
con otros, P0r ello~ l a signific f ció n es ~ nteri ~ r, ~ 1 ~ supos!
ci5n. Y no se ~ pl i c e~ ~ lo nisno, pt1e e ~ sigrific 1 r~ es propio de l a p a l ab ra misoc, mientr ~e q ue ~s u uone r~l o ae d~l t@rmi~o
esto es, de algo que es ya c ~s i un compu es to de p ~ l e bra Y sia
..

-

\

�-14-

nific a ción pc r t c nt o

..-

.
.
su pos1 c 1

~

n

..-

_,

Y

..

Sl.g

~ fic

ci6n~no

son lo

•
mism
o.
•

die~ q u e h s y cúpul ~ cu i~do se t o~~ 1 ~ d cepci5L de un término ad j e ti vo por otro .

se

Divisi6 n de l e s up ~s ic i~n (10)

[4]

20
....

Re y u n '""' s up o s i e i ó n e o mún y

d i ser et a . l E ..- supo s i 8e d~o - ~e u~ . termino -

ot

1· -

cion c omú n es ~q u e ll ~ q u e se h : c~ ro r
común c orn o e l c ~s de ..-hom bre . L~ sup o si~ion discret a es l s
~
. r d iscrato,
.
qué 8 ~' h e ce po r rn ¿ dio de un t er
oin
coro ~J u s n ~ o ..- e~ t ,e h e n b re.... •

..

•

5

•

En l a supo s ición c o~ún s e d e .un e n~ tur e l, Y otr ~ accident a l.
Le sup o sici ón n Qtur s l c on siste e n 1 ~ e cepción de téraino común
por toco s Equ e ll cr l lndividuosJ p e r s l o s cus lé 2 es lícito opl!
carlo, como ~h omb r e ~ que tom a d o ec =i ~sup o ne..-, por . ~ e tur &amp; lez &amp;
a tcdcs l os h ombr e s qu ~ fut:rc n s son Y s er ij n. L&amp; st1poeición a cciden t a l es l a a cepc i 5n d e l t ~ rminc c 3mG n por &amp;quellos que ex!
gen a l gún sg r 8~-dc . r o r e j e opl o ;h c mo ~ s ~ , pues este término -'hombr e ... sup o~1 e e. l o s e ctu !. le.s ~ p er o cu an d~ s e dica "'[el hom11

•

10

br e existi ó ~ s u pone L l os
del p~s~d o y cu ~i~ d ü s e die~ ~ /J:t7
hombre -:x i at i r .:::~· s up 0r.e s l ()S a u e i; x i 8t i r ~n .en el futuro. Y a
s! Ccl mi s mo t é r mi no) t~e ne diver s a s s u pos ici o nes, de a cuerdo
s. 1 a di v é r si ..1ad de . J.~,, p ~ 1 e b i· E-l s q u e s"' e 1 E. wñ a d ::l n .

L-5 .l

1 a s u pe s i e i é n a e e i d :; n t ~ l. s t: d s u r~ ~- d e t i p e&gt; s i mp 1 e
y o t r ~ pe r s on r.: 1 . L ~ s u p os i c i é ::2 s í mp 1 e e &lt;:n s i s t e en 1 ~ ai e e pe i ón
dél téTmi no c onú n p (. t· l ~ c o~ ..':! un ~ v ~rss l sie ni f ic ,1c1 ;:' por el pro
pío t e rmino , Ccr!v cu .! n rlo St3 dice _.. [ e 17 hot"lh re e s e.sp e c·ie ... o -~
.:
1 ~s g .,zr-ero .- , p u es ~ q ui,,,, e ~.. t érn1Lo
~· ~
~ n~ m ~
hc mb re ~ supone e 1 hombr e e n c oT"JÚ1. '·' . o ~ ~lg u n.J d e le ~ it~·f. cr io r r·s, (11) y e l té!.
. a 1 ,,,. s u p 01: €. a 1 ~r. l.l'i1
. 2 1 en e '" ' mu..- n y n.:; a J. 1 g u no de 1 o s
n i. ra o .- e.n im
infer~ o r ea~ Y l o s ~ i smo o cur r~ c o~ cu ~ l q ui e r ctro término común
c e mo &lt;"' ·· • p ~ z d e. r ~ í ·e e s p r ~ p i c. .- ~ .- r a e j o 1 ~ ~ 1 e s d i f e r e!! e i s ..- , .- b la.!l
En

....

w

.tP

15

eo

20.
'

25

30

.e s s e e id e 11 t e

L.-6)

En 1 ~ s

,¿J

..

•

s upo 3 icicnes

&amp; im pl ~ s

s~

~n n v~ rio 5

tipos, Uno - _
a a 1 ~ e upoeici 5n d e l t~r~ i cc c ocGn d , do 8 0 un sujeto, como ~~v
honbre es es p é ci e~, ctr ~ es 1 ~ del t ~ r~i ~o co rn ú~ d a do en un
prsdic
a
do
&amp; f i r m~ tivo, ceno ..-tod ~ hou b r ~ es an i ms l~ pue s este
t..
...
~
.
,
ermiu o
sn1 m ~ l
p1 s &lt;l1c ~ d o ti c r.P supo s iciór- . simpl e y ~ que ~nic e.t"J ~~- ~.- su Po t! e ~ e: ~! - t u r .:. 1 e z ::: d e 1 g t; :¡ e r 0 . o t r ~ , e r1 f i n , e s 1 e s ~
p~sicion d e ~ t ~ rni~ o c o~ ú n d ~ dL
a~ s pu é s de u ~a dicción exce~
tiv ~ ! c~mo
~ odo ~nim ~ l exc e pt o el h oBbr e ~ s irr ~ cional~ ; aquí
e~ t e r mi no · ·h cnb rc ~ i n cluido ~n el pr e dic ~ do ti.tne sup~sici5n
sim ple •. Y ~ e.e ll o no s e si g ue que ~todo an in ~ l axcepto el bom:
b~e es irr a c:i.o n. .· l , po r t ~r te , t ~ d\:&gt; .si nime l excepto e ste hombre
sino qu e h !:y c&amp; quí ur ~ f ·i g u,·::. de dicció'n qu t: procE!d e de lo si:ipl e e l o p e r~ on ~ l. rc l mi s nc modo, en e st e otro e jenplo: ~hombr e e s esp~ci es por t e r. t o ~ :.., l g ún h ·-· r."brc~~ (-~ s e S p e C l.• e , . ,~ ,..-_.. ~$-~
r

....,

....,

J

t.!.1

V

•

/

...

�l
1

\•
-15-

•
•

J

te otro : ~todo ho~bre e9 &amp;n in ~ l, por t a ~to~ todo h ombre es •
este aninsl~. En todos ~stos c asos ejenpli f i c a dos se procede
de suposición s~~pl~ a supcsicién nerson~l .
1

.
R~epecto

5

&amp; que ~ l t€rnico conú . in clu{d c en un predic~d0 Sf
considere sinple~~n t ~ se ver á cl a ro cu and o se dice : ~L a oisna
técnica es 0.plic ab le] ~todos l os contr ~ rio s ~, pu~s s no se r
que ~1 t6rmino ~tecnic~~tuvi ege auposició~ s imple, 1 ~ prop osi
ci5n entera aeri false, y e qu~ no existe t~~nica p ~ rticul ~ r a l
guna que sea da todos los contrari osº L ~ oedicin~ ne es de t o
dos los contr&amp;rioa sino solao e nt~ &lt;le l o s ~ n0 y lo enfe rno~ l a
· gran3tics, de lo congruent ~ y le inco~gruent~ únic ~cen t~, y

-

lo mismo en otros c &amp;s vs.
10

LI]

La s~po s ición p~rsondl co nsis te ~n l ~. a cepción del t~¡
mino común por t odos aus inferioree . Cono cu ~n do decimos ~[e~
hombre corre;, donde

~hombre~

supon e~

todos lo s

inferior~s.

l ~ s sup~sicicnes person ~ le &amp; ee 1~ un ~ suposición ~ ~
termin a da y otr a co u fus ~ . L ~ 3uposici6~ determin E d ~ ea dice~ue
ocurra cus ndo ~ 1 t~rnino c omdn est! t om ~ do i~~efinid~ment e 0

lB] En

15

20

25

con signo p a rticul a rj cono ~Cel] h cºb re corre~ ~ ~c lgún hon5r s
corre~. Y se die~ que un~
y otra de e~ t ~ s s uposicion ~s eg determinada pcrqu~, si ~ien en uns y otr ~ el t ~ rmin o ~ ho~hrt' su
poné; s todo 11.J~bre t en to s i corre ccoc s i no, sin embargo'socverdader~s amb~s a unque existier¿i u t .. so l c; ho~b r e qu~ corr \ese.
Porque hay que tener ~~ cuent ~ que u n e ces ~ &amp;e e uponer y ctr ~
distinta es qu e 1 ~ locución s~a v crd~der~ de un individuo q ~ do.
En los ejemplos an t ¿r iores, s~gGu s~ h 2 diL 10 y ~ , el t ~rm i\
~hombre~ supo~ ¿ a todo hombre t ~ nt0 &amp;i corr ~ c omo si no ; p\ro
ls locución se h ~ c ~ ver~ ~ d e r e p~ri ~ 1 que corr &amp;. Que 6nbasisean
deter~inad D s es obvio, puss cu ~ r.do se di c e ~Qn i m~ l .e s Ju~, ~
nim g l es Plat5n, ~nima l es Ciccr5n·· y 1 0 aism ~e otros, .... )or
tanto , s n. i me 1 E= s t o d o he mb r e. .... , s: e. t r s t .. .1 e u n~ f i g u r s d e i 'i i e e i ón d onde mu eh os d et e r min ar u rl ~ &amp;. u po s i e i ó -.1 7 . Y s· s í e. l t ~ ~rl i
no com~n tom ad o ind~finid nment ~ ti Pn ~ s upc Fi ci6n determin e ~a7
y ocurre lo mismo con e l signo p Lrticul n r.
w

L~] Le suposición c cr.f us $. conaist ~ err 1 ~ a cepción del t~rmi

no coeún por muchos mediant~ el sieno u ni v ¿ rssl. Cuando sa,di
ce ..,todo hombre t::S s nim ,!. l~, el termi no .... liow~re'"' se too ~ po ' muchos medi~nt~ e l signo univers = l pcrque s up one por todos.
En l.ms eupcsiciot.c9

5

cvnfus ~s

s~

d .:\rÍ e l s siguiente V5t riedad :
confusg - por nsc~si~ ad del si gno o modo y
tr ~ que . es c onf us~
por u~cesid a d ce 1~ cos s . Cono cu andv se dicQ ~tod 0 hombre es
animal~~ dond e ~ste término .... hombre~--p r n~c~sid ~ d d~l signo-a e e on fu n c1 e e o n s. o es d is t r i bu t i v o p ~ r a e u ~~ 1 q u i e r e d e 1 os [ -in dividuos.../ &amp; lo!: que supone y cot!lo c a d .... l1ombre ti ene su propi a
•
esencia, entonc~s est &amp; pQl ~ b r e ... es d¿ b e t~n ~ rse --por necesidad de . ls cos ~ -- por tant ss ,:senéi.:.~ cu :..n to s hombres supone ~hombre~y como c ~cl s hombre tiene su pr0pi~ tn imelided, entonces también deber~ tom~rse ~anim a l ; --por n~ c es id a d de l e co~

10·

•

..
•

I

�-

15

20

6-

·
sa-- por t ntos sn1mnles
cuantos eup one el t~r~ino
- ,
, ~hombre~P
.
por tantas eeenciss cu nt~s supone le palabra . es • or cons_!
~
· 0 'ho~bre~
se dice que supone confuesmente
gu i en t e, e 1 t eroin
~
.
de maner&amp; din!cic é (12) y distributiv · pero supone confusa y
distributivsocnte porque se tomé por todo hombre Y supope co~
f.use. Y.. dinámic oente porque es lícito descender hasta c~al~ui!.
r~ de los supuestos, como ~todo hombre ; ~or.t&amp;n~o,_Jua~ o ~~
do hombre por t nnto, Plat6n~. Pero el termino sn1m~l se dice
que es confuso estlticemente, porque~~n ~1 no es líc1t~ el de~
censo antedicho --cono saríe, p.e., todo hombre es sn1msl por
.tantq , todo hombre es este animsl 11'-- sino que Stl da un ~roe_!
90 ·dP. ·, 0 simple ::. lo personal, como .,. el hombro es uns ,,_ cr1etura
dígn ~ -~~a, por t nto, elgún ho~bre y ... ls :ose.~~ le mas herm~
ss d~ les flores · por tanto, elguns rosa • Difieren, por co~
siguiente, en esio: en 1.os ejemplos Gltimos se da suposici6n
simple por parte del suj~to; en el ej~nplo de ~snimal; por parte del predic~do.
...

•

Dudae

•

25

I

5

/ÍO] No debe er1.ten.t1erea au e h~y J oposición entre lo dicho acerca de que en l~ propos i~ión "tod,~ h.(')mbre es a.nim~~l '* el -término ~aniaEl (que es predicado) tengs suposición simple, por
un lado y lo ~ ue t obién hemos expres~do anteriormente ~cerca
d~ que teng a sup o sici5n confusa por otro ledo, pues allí el g~nero se predic a b a por e uss de ls especie, y por ello, el te~
oino ... eni~al ... se toma por .~ quello cotiúJ que e9 el géner&lt;?, y,
~n consecuenci ~ - tien e suposici6n simple pero, en cu~nto aquel.l a natur~li~Z!l comú1 . del ·.propio género se .t1ultiplics por los
supuestos de hombr e , entonces se dice que tiene suposici5n
confusa estétic ~ y no dínsmic~. La supo e ici~n dinámicamente confus&amp; no pue¿e d a rse simultgne&amp;rnent6 c o n l a s imple, ni respecto a los oismos supu~stos ni respecto e diversos, pero la
supoeici5n est , tic s mente confus a puede d ~ rse ~mult~neem&amp;nte
CO~ f a Suposici6n ~impl E no respecto ºa los mismO$, d~sde luego,
pero si respecto ~ tl iversos e~gGn se h s indic2do.
,
.

10

-

Conviene s o lucionn"T a sr l G dif icult ~:. d . &lt;JU e ~perecí ~ cuando
s~ sostenía q ue el término común pr~dic ~ do tenía ~uposición simple y se confundía ast&amp;tic ~me ~ te cun el signo universal af irmetivo del sujéto, como en ~1 c s 30 ~ todo honbre es aaimal' •
•

•

15

•

L11J Pero~c:eo iEp~s!b~~ que el t~roino conún predicado se
confund a cst&amp;t1ca ~ d1nsmrc~nente con el signo universal af ir
mativo ~e~ sujeto, co~o en ~todo honbrc es animal~y en otros-

casos s1m1l~res. Po:que, eegún señ~l n Porfirio (Isag., 7,4-),
todo lo _que se pr~dic s de otro, o ee n r yor 0 igual que aquello
d~ lo qué s e ~r~dic ~ y se refiere Porfirio s l~ predicación de la su:tan7:s pero ~n este caso ~todo hcrnbre es animsl' hay pre~1cac1on por e1 (13) y no se predica igu 3 1, por tanto,
se pred1ea oás, e s ~sí que no se predic ú ~ccidentalm~nte, por
.

'
•

•

•

�•

-1720

25

5

•

1

10

15

20

·

5

s~

predic ~

sust 5n ci ~ J

o esenci a lmente, por t an t o, se
predic~ del gén~ro o de l e di f erenci a y c omo no es de l o di fe
renci~, entonces se predic~ del g é nero . A esta [áificultgd] h~ y
que respo~d ~~ qu~ 1 ~ n~ tur ~ lez a del g2n ero mu ltiplic a da dináo i
c ~ o est $ tic ~raeu te no es géner~. Por t en to ~ cu t ndo s e di c e 9 to
do hcmbre es ani m a l~, c 0mo ah í s~ predic a ~el g ~nero, no es p~
sible multiplic ~r el términ o c o~ ún n i din ~~i c ~ ni e s t Ztic a men=
te porque significs l a n ~ tur s lez ~ cel g ánero, de o tr o medo y s
no sarí ~ género ~ sí como si s~ c onfu~&lt;liese 'ho~bre~din~mics o
est~tic
a m~nte y : no se rí ~ especie •
.
t&amp;nto,

o

.Esto se v e s den!s cl ~ r ~m e n te en ~ 1 tr a t s d o prinerc de lo s
Tópicos de Aris tótelee. Se dice ~ llí (top., I, 8, 1Q3b7 -17 ) qu~ es nec e s a ri~ que to do ·10 que se predique d e e l gc o pueda
predic a re ~ conv~r s~c~n te de ello o no. Si p u ede pr e di c a rse c o~
vers&amp;mente ent ch ce &amp; s~ tr ~ t a de d efifiición o propio ~ p~ ro si no pued e pr ed ic ~ rse convers Q~e nt ~ d~ 1 6 co~ ~ , o bien es l a de ºfinición de l a cos n o no l o ec . Si no lo ~ e, ~ n t ~n c ~ s &amp;e tr a t 2
del accidante y si es de f inici6n o e ~ e l s ~n 2 r o o PS l e dif e re~
cia. Y sP.ñ a l e ~ llí A ristétel ~ s q u e Ps t A ~s prr-~ic ~ ciór. dirt cta
y que
1 ~ especie es s ujeto ec si o m utiplic ~ d $ . Es ~ sí que en
el ejemplo ~todo hJrabre ee sn in a l~ s~ ' trQt c d e un a pre&lt;lic&amp;ci6n
direct ~ y l a ~specie es sujeto y no &amp;e p r P dic~ l o ig u ~ l o l o ~ ~
cident ~ l, por t -~toj o es géne r o o ~s difere L ci ~ . ~s ~ sí qu e no es dif~renci s , por t 3n t o es, g e n~rv . Y ~ eí vo l vem~s rle n uevo &amp; lo nisQo .que decí Emós ~ r1 t~riorn ~n t ~ . Po r ~ s o ro es posible que e l t ~rnino c om G ~ predi c ~d o pu e d _ c~ nf u ndir s ~ n i e stt ti
C 6 ni din ~mi c ~m~n t e .
~

El t odo u~iv ~rs a l --que es g~ner c -- y tl t odo cu ~ n t i t 3 tiv o
son opuestos. Ie ro el t odo cu ~ nti t ~ tivc e s &lt;l~bl t· . Pu e s h _y ¿ 1gún tod o c om¡,le t o ~n c . ttid~d c owo s ~ d~ ~ Í n Qpr e q u r s e c0nfu~
de ~1 t~rmino cc ~G~ din ~~ic &amp;ne~ t e y h a y otrL tod~ incocp l eto o
d isminuído, c~ mo siempre que ~e cónfu ~ d c el tér min c c omún e ~ tf
tic ~ mente. Por e ll~ ~ si se m ult~pl1 c :~ e l t ~1min o c cn Gn s1mple bente, t ambi¡n se h ~ ce simp l em€~ t e u n tc~o cu ~ ntit ~ t ivo, y si se h ~ ce ~ l g un B vez, e~ tc ~ C tS se h e ce. Pcr ccr s i g uielt ~ , si es
imposible que ~ l tc do cu ü n tit ~ti v o o e ~ E én ~ r v de es t e codo, t ~~
poco es p os ibl a que se le c onf u nd ~ CJ ~ e l tétmino C J ~ Ún predic a do cono decÍEn lí es que sos tien en 1 &amp; n pinión refut s d ~ an t es2 .
Aquella com p~ r ~ ci 6t. seg Gn l E cu s l l ~ e i nfe ricres e e reducen
~ su sup ~ rior, s a op on e ~ es t ~ c om p sr ~ c i61: segGn l ~ cu ~ l e l s~
. perior se reduc e . e~ lo s inferí res, p~rc , s e g ú n 1 ~ primera ,
se ~om a ~com Gn~ en r e z6~ de le comG~ --y así el propio c om ~ n cvntiene en si t r¿ o ~ los que l e eon inferio1es--- y ~n c ~ mbio,
segGn l a s~gl1nd ~ , se t o~a ~n ultipl ic~ndo'o ~ c onfuso~o se multiplic s el cumGL , ~ r ~ tod os o p ~ r P alg un os, por t an t o , si e l
g~néro es t a &lt;le
pcr s i en r B z~n de l o c~mún, no es posible que pued ~ multiplic ~ ree de este co~o .

Y todo esto l o

cc ü c P.de~os .

'
•

\

•
•

•

•

�-18-

Solución
10

15

[J. 2] L !.. r B z ó n que 1 0 s m,, v í E re s u 1 t ~ f ~ e i 1 d e r e s o 1 ver , Di e en
O.os opoeitotes _ 1 - t e s i ~7 q ue cu Lndo ~e en unci ~ ~todo h~mbre
es ~nim ~ l' -- y pu~stc qu~ s ced hoobre le e tr ~ sponde su ~
senci a y su ni~ · lid a ye q ue es impo s ible q ue a l go sea hocbre
sin que s 6- mnin~l- - el tér mino ~ nio_l' _supon~ por t sn t s ~ n!
ma 1 es e u s. 1.. t o s s u p o .. g ~ e 1 t J r n. in
" 1 o mb t ., ~ ~ • D e e 1 ro~ s , pu e s que
en este ! r g um ento no hcy f&amp;l~ eded, pues cu ~ndo d 1g
todo hombre
es blenco o ' t odo hombre es negro~ c om es imposible que slgo
•
•
sea hombre si n o u ~ sen ~nim~ l, es n~ces ~ r.~o q u e se entiendamt ~n tos ~ni m~ l¿ s ·o t~nt s ~n im 5 li da d~e en el sujeto cu an tos se ~ n
,,,,.
.
,,.
,
los hombres cue el t e rmlt!O s up one .
"'

20

Sin e mb c. r go ~s su perfluo de cir qu . 1 ~ multitud de tod 6 s es os ~r..im!:. lid ~dt:.s esté a llí p o r Ln ultiplici ds d de.l predicado,_ - '
cu ~ndo se predique ;b l ~ nco~o 'negro ~. Po r t en to, digo qua pr~
. a m en t ~ porque ..,. hcm b re ""' asts
" c ~ nst1tu1
.
~ 1
_. ~mente h a bl a~
cis
co -- 1 og 1c
.
1' y ~ r~c~on
.
1"" , por eso es por
do, no n tur ~ 1 mente-- por , anima
~
lo a ue 'h omb re ' ti ~ne d¿ por si ~~nim~l'. De done~ se sigue que cu ando se multiplica ~ hombre', el t~r m ino tiene en si la
multiplicidad ée esss 6n im ~ lid e.des . Pe ro cu ~n do di go 'todo horn
bre es bl~nco'o ""todo hombre 6S negro~ el preaicsdc de ningún modo incluye en s i esas ~~iot l.id ~des .
~

25
•

mti ne r o E- i.ni l ~ r e e u r r e ~ n 1 !! p r u p e s ~ e i ó n , t o d e h o mb re e e
nim s l,,,,., en 1 cual se predic ~ e l ggn fu r o . E~ elle e l sujeto es
'tiombre~, y en el se ~n ti ende 1 : mult i tud
.de es ~ s an im~lid n des
como y~ se hs 1icho. Y se pr~dic pst ~ g~ne~o ' ~ pin ci l,,,,. que de
D t.:

5

n 1• n eu-- n ne w:1 o .... 1.:: e o~ ~- u -r: 1..~,J f!:

10

- -

n 1•

"""*
•
1 n ~_n1 1• e . n 1• e s t I 'f~
t 1 e __ me n t e - -

.-t •
~~

s 1• no

que est~ ~hí r epr~sen t sndo l e e~encir mi9n 3 de l g ~nero coman
predic ~ bl~ de muchos. DP dc~rle se s i g u t que ' ~ nimsl' se pre•i
c a y s~ entie:~ de
e ~ e l sujeto de ent ~ m ~ nero : ~to e o a nim a l ~a
cione l ~o rt e l es ~ =i~ e l'.
•

-- e s

Y lo rnisno
~

.
n1

~s

~

2vs t ~ngc

.1 c "

t :.i. t
~nim ~ l

.
11 l.

re ~ p~ct o ~
...~ 1 n e i:' ~ e e men t e ,

.

.

tiese d~
en el hombre ~s t o
En tes de q ue se le h cg~ s uj eto ~n
e i ón ...~ et u - 1 o p o t e r, c i ~ 1 . ( 1 4 )

que no se c ~~ fun de el verbo
Pvrque lo que hubies e o exi~
t ení ~ Y~ s ujeto por si mismo
uu ~

propoeicíón cJn predicaJ

15
•

20

Y por est ~s r jzon~s ¿estruímos 1 ~ di vi s ión ~nteriorcente he
·~
,,'Tj:'
1
. .
C h ....
·-~
- s s up os iciones c onf us ~ s se.~ ñ~J. - r 1 ;~ 1 a s1gu1en
·
·
t e v~
~ r 1·L·
~
d sd: confus e por nec¿sid a d del si2no 0 modo, y otr ~ que es con·
· !us E P~~ n e~ esida d de l m ~os L '' . P ~ es de cimos a hor ~ que tod c ;onfus~o: Se da ~cr ~ecesid~~ ñel wodc . Corao por ejemplo en to~o ~n:tm &lt;J l r :. c1cn úl ncrtel ~e e nit:i c l ... ·1 onde e l término ..- o.ni
ma l , s~- tom a ' n~
vi·~t d ~ 1
.
~ ....
.. u e~ e s i g no ~ p o r t o d o 81 n i M ~ 1 q u t. s e s - hom
u r~. Y ..l~ o mismo
..3 .
h en! b re es a. , n1m..;;
· , ~ l'
d
d
.
, en este o tr o c e so.• ,.Jt--º1...''on e e 1 term~fio ~Grnbre ~ s~ tom ~ no so l o por to~o h0abre ii
no por : odo ~nim o l que se~ hombre. Y, por e so decimos en con
¡

('!1

sehcube nlc1 c ' que h a y e hí t an t ~ s ::n it!! ~ li 1~~1se; cu ~ nt~s 'hu~ ,~ nidades
-- ~ cn¿ o n ~ tur a lm~nte-·
·
, pues i ~- h um ~ ~id~&lt;l
es 1 ~ mism
a --en

�-1925

lógic~,

n ~ tur z lez ~ -- en cu ~ lqui e r h oob re individu ~ l
ic~ntico el h ombr e ~n c cmún. D¿ &amp;hí que e l qu~ se ~ ~est a ~o ~ ~ quell3~ ~ nin s li d ' d , e ~ o o cu r re ~n r 3 zÓn
la m ~ teri ~ . En ~ 1 n ivPl nEtur~l ~ni h um~nidtd ~ es po r si y
es distint ~ ~ ~tu hu~ , nid ad ~ ~ oe l nisno noco que ci ~ l m ~ , po r
1~ cu a l mi huo ~ ni cl~d est ~ ~n mi, e s dis t1 i1 t z &amp; tu ~ l ms que es

no en 1 :
le mismo que es

ne

erv ti d~ tu hu ~ ~ nid~~. Y púr el l o urque el si gn o o o~
do ccnfunde ~hombre~ no c on funde ~ ~ nic ~ 1 ·, pue s ~ __n i m ~ l~s e contrue a ~hoo b re- pvr sus diferer.ci a s .

c3us ~

D~

donje

necesid~d

conclu!n o~ ,

d~l

signe

0

pue s, que to d ! c c nfusi5n o curr e pcr
de l mo do .

•

\

•

•

I

\

\

•

•
•
•

�..

•

•
•

\

•

..

•

•

\

-

•

•

•

•

•

- -

•
1

•
•
•

•

•
•

..

,

-

•

�•

NOT!-tS

,

,

Sólc suprinc de éste Tr e t stlc IV e l n uner E l / 1 / c~rre s -­
ponJiente ~ l as 12 prim~r ~s lí~e a s de 1 ~ ed. DP. Rijk, por tr ~
t ~ rse de un ~ &amp;imp le r1 efinici6 ~ ¿p lo ~ u ~ ~s u n~ oroposici6n _( ;¡ or~c ión
C!Ue ~ f irm ~ e n ie g .a E. lgo ..::. e ere 2 i a ~ l go , o ~ p &amp;r t ir
9
de elgo : - or ~ tio ~ f firm ~ tiv t vel neg Qt i v ¡ 3 licuius de ~ liquo
v e 1 1 l i e u i u s ,. ~ b g 1 i c:u e )
s e g u í a!',; ñ e 1 ·~ 1 i v is ón u s u ti l en un i v e r
s rt 1 r:_·f i rm ~ t i v r::. q u e e s '' p r ¿ (1 i e - d g oe t o &lt;l i&gt; ~ ' o/ u n i v e r s -:. 1 n E. g a t i - va.

J. •

1

Obs€rvese que PH define el silc g is ~0 preacin d i~ndo ¿ e l a

2.

c~·clusien.

m~~
l~s

P~ r~

el l&amp;

c ~n alu si6n

es u n

~. rgumento~en

s i mis

osee, u~ ~ prcposici5n prob ~du p0r el sil og ism o (i.e., ~or
dos preoi3 ~ e). Cfrº Tr~ct~tus V, 55, 19.

-

T ~ rm in os

i t l d ~ f i rt i d os ( ir. d ~ f in i t i 1 . - F 1 t ~ r mirt o in d e f in id o
es un término común Gin signe (ter~1nue c~~munis sin~ signo);

33 •

nroporcion ~s t ~ se d e L~~in a pruposic1ón in
definid :~ ·~ (i.e., si11 cu ..J:n tific ~ r) , c ..~ mo 1·hor:ibre corre ' 9 donde -

cuand o

inte g r ~

u ú~

no h=y determ~. ~ ~ cien de si es ~todc~ , ~ l g un o~~
.,. -:: s t e ..- , ~ t e • ( ef r . _ T r .l e t r..: t u 9 I , L:. , :! 1 - 2 ?. )

~nin g u no~,

-

/Fl / ir..d1c. ,;. '• Fí g u1 :i 1 '' ~ ec 1 1$ 'R. e g l ~ s (RF. ) de 1 ~ s~gund ~ y
tercera figt1r~s utiliz ~ r~ /v~/, /F3/ r ~s p~ ctiv :a ente .

.4 •
•

Pcducci~; n

S.

~l

sba11r c1c, (Redi.1ctío pe¡- iUQossibile)...!.-":·
Se c o r10 c e t&amp;mbi¡n pc1 l oe nomhrEs de re~. pcr ~ l_ ~bs ur do , irl. por ~s ur
de, red. e le impcsible, pcr lo i~po s i b l B , e tc. Fs t a últim ~ (r~d. par imp0 z, eibil~) es l i2 p!'P f e:r itta
c c.11 únmerJte por l o s .:J_!!
torE&gt;s med iev . . •l €s , incluÍ rJc PE.

,

He _qu{,¡ ~ f en~~ ~ mnenotecni a q u ~ h ~ p, rdur ~ dG por s iglos e n
1 h 1 ó g i e ~ t --- ;.:. d i e i o n .s 1 • T ;~ n t ~ 1. 6i .::. t r i · u e _;_ ~~ !' d &amp; 1 e t r s ( r\ , E , I ,
O ) ~ 1 !' s p re p o R i e i ~ n P. s el e :i e u e r d u s: l
e n t id ~-' d y e u l.t 1 id e d e .2.
mo los d~m~E ae t ~ ll ea (conson a rte 8 B, S, ~9 F? p . r ~ iLdicer 1 ~ figur ~ ~ que e~ h a n de reducir 1 ~ ~ pi~p si ciones ,e tc.) son
d t! i X e 1 u s :i V ~ i l. V €: r: e i 5 r.!. r! e F R • - r u ~ rl ,_ ·~ u &lt;.l r s e ' s in e mb f. r g f1 ' - que no existiesen "G tr 2 s. mnemotecnia$ .:; "y u ñe s p : recid ..~ s p _r 2l
n

p61c ! Js

~ tribuci~n

= ~tr - 5

_ utGr es - ~t¿r1~
ras ~ PH no h_n Eido pr~1 b . . . ,.l ~ e h ..# st r. ~1 11 0Mento. ( Cfr. De Rijk,
o • e . ,e r in t r 0 &lt;l • , p • Xe I I I ' •
los

~stud -~ ~ nt~&amp;,

•

s

M!:! r~ t e r;. g e• 1 ~_¡ p _ 1 tt. b i.· ~ d. i e e i Ó1.l ( e i e t i 0 ) d e 1 v r i g in ~ 1 p o r e o n sarv ~ r e n ~u ~s trG idiom s 1 ~ mi&amp;m ~
c~pc~$n e~n~r ~ l , ~n que 1 ~

7•

•

I

•

•

•

�•

-22-

tom e PH. cubre dé e~te mod o t ~n to ~1 ~enrido de.~p a labre~o __
~vcc sblo~ (que ~ lgunos de l ~s 19 m e nc1~n ~ d a s, c1e~tamente lo
son ) como el de lo s que ne pueden c o n s i d ers rse c s1.

a

El 3 rtícul o clet ~ rmin a tiv c e n nu 8 stT ~ l en g ~ e _puede ~esult a r
· .. equívc:co a l tr ~ d ucir e~ sn':'~ci ~ d ~ lfhu 170. c:i~r1t '' qu e , precisamente, d enot ~ i n det~rm1n ~ c1 cn o ~ndef1 n Lc1on. Como en est ~ e 0
br ss d e 16 gic a tiene, se g6n se comprc b~ r ~ , especi a l importan=
•
ci ~ ma ntaner 1 ~ d~ncrnin a ~ió ~ indetermin d d;~ en éste y otros c a sos simíl ~ res he pr e ferido dej ¿ r el ~ rt1culo ·de est&amp; m$ner s

e e'l

9.

J.

.

L ~ ~ cl ~ r ~ ci6n cuastr e l e ex ~ ctitud
1 ~ b Ls e ~e 1 ~ teorí ~ d ~ l ~ suposición

ae

PF. Aqui se encuentrs
o de l LJ propied 5d de los
. o s ll a m ~ d m po r los me d 1.. ~ v &amp; 1 ~s ' ~ suppos1t10
• . '' • s e tr ~ t s de
t ~ r m 1n
un ir.icio d e se~ ~ ntic ~ lógic ~ en 1 ~ qu ~ l v s lógicos ~ e diev a les
del s . XIII veí nn los divers os modo s s ignific ~ tivos de un nom
bre , es decir, l ~ s v e ri s d ~ s funcio nes ie g ic 1s determin a d ~ s p;r
l a cu e ~tific a ci5n, el signific ~ d o , ~ te. y que -- a 6n c~re~iendo
de otrd vehicul ~ m ~ e t¡cnico que no fuestl el l · ngu ~ je n~tur a l
lleg ~ ron a ~ fin ~ r t ~ l c omo lo muestr ~ el tr ~ t e do de PH.
•
•
seguir
meJor
1 ~ teori ~ expu est a por PH
que, s e gún el, l s suposición pu 0 de se r :

téng~se

P ar ~

10.
t ·!

en

cu~n

-

,

1 nG tu r :.:1 1
\
~

e :Jmuu -

e n sujeto
sinpl t.: - -én predic s do
e11.

pr ~ dic a c·ión
•

SUP . /

·- e'XCLiptl.V E

- !' CCid i"n t e, 1

\ _ d:i s ct: e t a

p c'r son e l

•

p.. 1l r. q t 1 ~- p lJ
1
"'1
•
'"~ (11. v J..... e: p r 1 e e r ~te é n·t P l ..~ s u p _ e ~, n f u s ~. en
n é: e es s- :. !:: ~ t ~ s i gn :! v ::: 1 ru o e i ); y i: e o n fu s ~ n t: e e s s i t t: t e r

'' e o n f u s ~
e.i '' ) ( p o r
nE c e sic ~ d de l s i g~o o de l mv c v } pcr ne c es id 3 d de l a cos e ) en
9 p 4 - 5 1 ~\ ''e r ~ :i ~: " s q u ~ , t r ~ s d i s e u t i r l .:~ s' , r e eh !.. z ~ de p 1 ~ n o 1 a
s~ g u n d t! Y s '"="n ¿:_ l ¿ ~: ue t c d e su p oc i c ió n e v n f u s l. , 1 o es ''por
nec_!
eid ~d d 8 l Ei 5no e c e l modc H. El rech ~ zo d e 1 ~ suposición conf~
e ~ del pr i m ~ r ~ i p o lo v e r ! e l lect o r @ ~a ~ d e l ~nte (en 11-12).
:!

I

.:

11 •

I u : er] or e2 .- Ee decir ~ ~ l os i ndiv i due s q u~ e l sén e ro o l ~
~ sp e cie c o mpr ~ h ~nden . _

12.

1 m~n t "e I d in éroic ~men t e. - Tr ~ d u z e o ~ a í l os a dv erb ioé
E¿,
t
~
t
~c
::
1
1
n1:,! e b 1 ~ 1 t e r I mo b i 1 i t e r ~' p _ r ~ .::. d ¿ p t s r 1 e s l!l ,~ j o.r ~ un ti t e rm in.2.
1 o g 1 ._¡r tl"I
•0
e e. . r e ~,.,n ~-~ ~"'"' n o s '3 t r O S • -!!, ,~ S e T!. t l.º d L- (f e 1 ~ d 1nF.
•
•
• d
·- ":
tl.m1C1
!: d Y
, .

l e est ~ tic i d ~ d s s de apr ende c on

cl ~r id&amp; d del propio texto.

l3"

Est o es, p r ~ dic ~ c i5n d e l ~ eu s t ~ n c ~ ~ .

14.

I ~ fr . .:1 c. e i • ~ d.
"e
.:.. .:;
. .í*p r e 1c r_ c1 0 ~ ~ ctu !1 l o p o te n. ci .:... l\ 1 se refiere e top r o p- e ....e 1 e :¡_ \.,·
- ... ~ q u º
h ag .~. o ~ pu 1 ·• e r (';. h ~ e e r s e .- ~ 1 respecto • ~ e e:.
•.í*

d~

•

•

•

�-23-

Pere PH l e ~ &amp;riim ~ lid dd ~ dP.l hoobte ~~ dep~nde de q u e sea pred!
c n d ~ en un~ prc-pc~ición,

es un ~hech o~ vn tolé gi co, corre,pondiente ~ r~ es~ncif del hcn b re.
•

-

r

'

•

•

\

•

�•

•

•

•

•

•

•

..

'

,

•

,

•

•

'

•

•

I

/

,
•

•

\
•
•

�1

I

•

•

En lm f &amp;mos s pol¡mic ~ scb r ~ lc 2 u ni v ~~s ~ l es, u n ~ discusi6 n
que privo · del suéño --pod~mo s suponE-r qu~ liter _ lm~n t e -- ~ m::s de
un escolástico mediev a l, Guillérm o de Ockh cm (1 200 - 1349) repr ~ ­
sent~ a l culmin3ción de uno de los sector ~s en pugn ~ , ~ 1 nomin a lis
1

-

t~ .

Aunque ee cit ~n con . frecupnci e s u ~ opiniones ~ cb1e los univer
s~les y De r e piten · un ~ y otrs v pz s u ~ t
; ~~ t es forrnul~ciones ~ cer
c e d~l problema, s e debe decir que l e s ohr ~ s qu e e scribi5 no ha n
corrido l a mism c s uert e qu cl su doctri n ~ . Dif íciles de h~1 l ~ r y -qu e sep a mos ha a t o el nomento-- r- u n c ~ tr ~ ducid ~s en 1 nguds mode rn a s en su tot a lid ~dd , 1 06 tr o t ~dos y eecrit oE g~ne r ~ l ~ s s cuoula n
polvo sobre su s lírte. ~ resec o~ . LÍnf! !.lS e~c rit ..... s en u ..... 1 tí n c o r-t u. t! t e. y r e p et i t i v v ~ q u e i.:.. p en~ s pe r mi t ~ r 1 e:. i '¡i s in u ~ e 1 S-:-: d e e 1 g ú n :=.
jemplo concreto, quH no &lt;lE n pi~ s l ~ libr~ i: t e r pr e t e c ién por p ~~
te del lector º Ockh nm, -~ til i ter ~ rio por r o~vic c i5~ y por ele cc i6n
enc ~ den ~ su exp~ e ición er. un ~ c l~r : , conc ~s ~ , esc u ~ t e s€ cu enci : que termin ~ , inevit ~blemen te, c cn 1 ~ prue b~ ~ in f rm s ~--1 ~ ~ rgume~
tsci6n ~i logistic ~ c0ntund~nte qu~ l s costu r1 bre d e s u ~po c _ e xi ía.
0

L s pr~e cn t e v ~rr i6 ~ ,

tr ~ d uc id m

e 8peci _ l me1: t ~

df

l ~s

c a pitulo~

14, 15 y 1 6 del t ex t o l ~ ti nc de l e Su1nm. Logic:e bd i t · do por Boeh
ner (*), preten de~ ~ n prio ~ r t érmi~o, r eunir ~n un ~ so l ~ pub l i c =cióL 1 ~ cloctrin ~ f und ~nAnt &amp; l de G uill ~rmo de 0ckham sobre lo s uni
verssles (ce. 1 4 y 15) jun te c~ L los s r g ume t o8 esgrimidos c on tr ~
Escoto (c . 1 6 ). Coco
e u ~$ tr ~ d ~ l ~ f ~ ncs ~ c uehill~ de O ckh ~ m , es
.
t e 1 a r g ú p ~ s 8 j e de 1 .... " Su rn m ~.' · t ~ 1 v ~ z e r. n a t i t u y - un o d e 1 os · ri ~ j -2_
res p t:. r 3.&lt;l i grn;.s dé tcd ..... l e:\ obr a. . Y, en aegu: . ..lo lu g~r, qu eremos d . :,. r
n conocer · e l lect or ~ ctu ~ l un t ~po do pro~ ucci6n f ilo~Sfic ~ q u ¿ - ~ Gn que, sin du des l e p ~ r e c er~ e xc~siv _me _ t e ' rido y lej ano -- m~~
C é. un - et- . p ~ cumb1:e de 1 !1 severid ... d fc·rr:1a l , est rict !:!.mente forr!lS.l,
~ qu ~ llé gs r ~ 1~ ~2 co1 ~e tic ~ en l ~e últ imoe nomen to e de s u esp l e~
dor
(sigl o XIV)
•
•

-

•

( *)

'' .~u.mmo~ Logi c.a e., P(tlt.t, P1t.ima "; Lou.va,i.1'1, 19 51. En nu c.1.&gt;tlta. e.cf .i.c..l~n
.e o .6 ~t únJ e.1i o -6 a .e a. ,¿ z q u,( eJt da. ..t r:..(t ,1~c.a Jt p Jt C.6 J:J c. c.~ ..l v a.111 ente, t a pág -&lt;,
n.a de. la e.d. Roe.Jin.e.lt /p º fJ/ y el!_ nú.r;iQJto de, l .ll'ie.a -6e.9ú11 la mZ~

ma.

e.rf.ir~ -l6 n.

•

�•

•

•

•

•

..

•

\

\
\.
•
•

•

...

'

'

-

•

'

-

/

•

•
\

•

'

•
•

•

•

•
I

•

-

1

J

•

•

-

"

•

•

,

•

•

'
\

•

•
•

•
•

•

•

•

•

'
f

�•

•

..

•

-

•

•

I

L4~] Cumo

~ d &amp;uficient ~ p~r e el

l ~g1 c v

(1) un síntesis
general de lus t~rain~s cvcc l ! h~ch
(2) s i n0 que precis
e~
, nocerlcs o~s ~speci m l oP.ntt y y &amp; se hs tr a t ~ dc de 1 s divisivn~s g enérciles de 1 ~ s mí smoR -} p r~&amp; egu ~... r e.~J.úS ~.he. r ~ c on e 1 es tu-. 1v

dio d e alguno s de

~ llos,

cc r.tenid~s

i ~s

en

divi~ion e~

a~

ros.
5

intención
/~.447

Ec J rirn~r lug s r tr atsreoos d~ les

d~
p~r &amp; p s ss r
r e in~enciS~. (3) Y~ s e

po~terior~~nte ~
h~ dicho qu~ pcr

tér o i~ os de seg un
oe - ér~in ~ s de prioe
é r mínvs d~ seguna~ in

l
t
tenci5~ h &amp;u de e~t eG detEe t€r 1ircs t ~ le s c cmo
nerc f ~ 9 ~spec1• s i , ~t e. (4) .

s e d e ~) . · h a b 1 E. r u a.~ p e e o
los ci r c3 u n ivérc~l e9. P er o,

IA- e- 1 q u e

10

15

'Singul ~ r' St!
quiere cl~ cir

~

-

' u&amp; iverse.l ',

!i1 ...

P

s t
·ces

qué 11 o que ,

!igno

a~

e u en d ~

_

e.:1 t i end ~ de d "' s m ne r- .... 11 r

:!

~r

-

un 1 d o ,

•

.,

t ~ma

este n0mbre 'sing ul ~r' ~n e l sentido
e ~
s i e ~ J e: u ~l r: y no v _ r i o s ,
o s e e v ns t r u )Te p &amp; r B s e r -

v a r ios ni p&amp;r s ser pre d ic s do de
s e 11 sm ~ u :: i v ~ r se 1 t:

m~~ce

.:. 1 g o q u e

¡ _ e,

v~_ r10~. Por
es u ~ o e u s n t

-- a ce pci 6n qu E muc Hos tri buyer 2 ;uLiver
q u e 11 o e. , u t t i v e r ~ 8 J. , :_, r: o s e r q u P, q u i -~ r !:: s t. b u s a r

30

'g!

'sing u
l ar ¡
t odv ~quellv que es u~ ~ y nG múltiple . As í en t é n d id e ; e 1 u¡ i 'r e 1· ~ 1 c. s e í ~ ::- t
e u :: 1 i d .., ,3 m,:: n t 1 ( 5 ) o re d i e G. b 1-t:· d :::: mu eh e s , no p - r s ~ m i a o a s i ~ : c. n · I q u l . p t\ e~ rl e · p 1 i e r s ~ ~ muc~cs, C~ alq ui~r u ~i vers s l ~s en eet A primf ~ sen t i do , verd_d
ra )" re e lm~nte singu l _r , pue s g~ Í (;Omo ur. µ .... i~b=~ cu ~ lqui e r u
--en su ueo ccmun-- ca vcr a~L~ ar &amp; y r ) t~ ~en t ~ s1ngui ~ r y t u na ' numéric ~ m&lt;.:.rl t e p o ;.:que es un a y n o \' S ri E.. s, E sí t 1mbién 1 :5. c ons-trucción men t e l qu~ s í gn ific ,i ( p) v ~ r ias e s ~ ~ externss, P-S verd ~de r a y re a l~e nt~ si~g ul _ r y : u~ ~ numé rí cec~n t e y~ q ue --e unque pued_ a i gnific ~ r v a ri ~s cos a s es u na y no v ri s s . .

Asímisruo se
25

s J e.

-

min o e q u e c! .§.
0 x p~ icr r
no t ~ n
o ri me ~ ¿m ente ·
.9
s 1 g o e e e re :: d e f.... s t e w l.. s me t e.... r m l.. n C\ e v m 11
un 1• v e r s s. 1' q u e se pr~
dic s de t~do 11 r:ii...1 er e~ l, y de su cpu:a a t o el t é rmit1c ' síng ul s r ' .

,,,

20

teri -o

l o cu 1,
i t t i va- -

- 1 ~ --

scstengo
d ~ 1 v o e .:. b 1 e ,
e o mo e u en d o s e d i e e que t mu eh e 1u mb r e ' e 9 e~. u n i ver s ~ 1 po r q tl e. no
es t.t no a in o ml l e ) s . e 1 ~ r e es t ti que ser ~: a pu e ~ i 1 e"ª ten der 1 o t.! sí .
Por

y

t~n t o,

eola~ ~n t e

d~he

qt1 s e l u nivero&amp; l es a l gc sing ul r,
s u ,Jaignif i c ci 6n p~rq e es
en cu &amp;nto

~~ c irse

ur iv~re e l

-

�•
•

-28-

•

signo de va rios. y esto es lo que explica Avicens en el libro
V de l a Metefísicw:

'' •.. una. 6oJtma en la mente. que .6 e. Jt~la.c..lona e:on ta
''multitud tJ en e.6 .te .6 e.ntA..d o e..6 un~ v e.Jt.~ a..e. r:o1t que.
•· e..6 un e.o ncc.pto en ta. men.te, c.tty~ .aplA..c.ac.~ó n no v~
r: Jt.la, .6 e tome. del modo que .6 e q LL&lt;..ella. tomM •

35.

i

Y

continú ~:

,

''E.6ta. 601tma o e.6pec.ie, que e.6 . u.n~veJt..6a.l ~n ~e~~ac..l6n
''e.o n to.6 ind.l v.ld uo.6 a. que .6 e apf.A..c.a. ~ e..6 -&lt;..nd-&lt;.. v~d ua.l
'' .6in emba.Jtgo, en -1teta.c.i6n con ..r.a .lnte#l.lgenc..la t,.lngu
~laJL en la oue .6e .lmpJt.ln1e, pu.e..6 et.la. m..i..6tna. no e..6 t,'l
"no una en,o;_e la.6 irle.a.&amp; qu.e e..&amp;t~n en ..~a mente. '' {7T

40

/jJ. 45J Quiere cacir ccn elle quP e J. universal es una cona
trucción ment~l sir.gule r, form3da p 3 r ~ ser predicada de varios.
Por ·esta r6zón --insisto: porque puf~e preoic Erse de varios,
no por si misma, sino p~r esos v~rios Q los que pueda eplicara -- puede ser ll~m ~&lt;la universal. P~ro por la otra razón indic ada --porqu~ e a ··une 9 form ~ que existe re a lmente en la mente-puede llemsrse si~gul cl r. Así que s e predics. singul~r' de lo~
nivers3l en ~1 prim¿r sentida indic =do, p~ro no se predica en
el ségundo e en tiJc. Es lo mismo que cu3n1o, por ejemplo, deci- '
mos ': el sol es l s c !!us a universal '' y sin ~mbsrgo, sa tra.t l! aquí
de ~lgo ver1 ~1e r e mente singul &amp;r y p ~rticul a r y en consecuencia
de uns c~us~ singul a r y p Lrticul~r verd ade ram~nte. Se dice que
e 1 s o 1 t E r' e 6. u s s. un i ver s ;... l ~' pe r 1 u .;: es e ~u s "1 J e v s r i os , es to as ,
causa ae todas l ~s c os~ s inf~ricres gener r bles y corruptibles;
Y se dice t anbién que ts c ~ us e p~rticul~r porque es une sola
c ~us c. Y no v ~ ri ss C:.:k ue &amp;s. Así que se ll é ma '$universsl'w a la -construcción ~ent c l porque ~s un sigr-c pr~dicable de vario,, p~
ro se l e ll ern ~ singul~r en cu~nto e b un ~ so~ ~ coa s y no varias.
~

7

45

50

Sin ernb ütgo, h ~y dos cl ~e es de univers ~ lee. D~ un s parte,
t~nemos el univers ~ l n a tur ~ l, o ses, e l que neturalmente es un
signo predicabl~ &lt;la varios. P~r o poner ur- ~ compar a ei6n, 1iga-mos que lo es~ 1gl mismo me~ ~ que humo n2tur~lmente significa
fu e ge , ~ 1 g e1:1 i '~o ~ ,-: 1 en f ¿ rm o e e s i g no e! e :: o 1 o r y 1 s r is a de a1 e gr í~ interior. T ~ l tipo de u~:, e rs ~ l no eg más oue una construcci6n ment Gl ya que ninguna suhsta~cia y ~ni~gdn accidente
extr&amp;ment a l puede ser un univers ~ l ~e esta cl ~ se. Tret ~ ré de el
en los c a pítulo~ s~guientee.

55

60

tip~ de_ univers o! es el que s e establece pór con~nc~on ~ v~l~nt o ria: un: p ~ l~br a cu ~ lqui~r a , d unqu6 sea, en re~
l~!aJ ' un s . cu a_ntitativ~mente, es univers l\ l , sin embargo·, Pº!

v
•

~~ Gtro

q.
~s.u~ sign~ convencional ~st3blecido voluntariamente para
signific a r v a rice. Dé donde, as í como se ll~ma ~ común' a una -

65

pa labra.o nombre de este tipo, tambi~n se puede ll a mar com~n 8
este univers a l, per o subreyemos que est~ c a r a cter{stica no se

�'

... 2 9 •

h!se en l s

nsturalez~ de l
est sb lecid ~.

convención

u nivers~ l

'

•

-

•

..

-

•

•
•

•

•

•

mi smo, sino s ol sra ente en l e

�•

-

•

•

•

..

•
...
•

•

•

..

•

'

•

\

•

-

•

•

•

•
1

•

-

•

'
I

•
•

•

•

•

...

-

r

�.
•
•

•

II
•

EL l'i'l IVEf{S AL NO TI ENE
EY I S1'ENC I A EXTR.,.\t.1ENT. L
,

11 é r1 ~- s t . h :"\ b r f! x pu es t c. 1 e ~ !! t e r i e, r , s in e :1 !&gt; ~ r g o , He e e f ~ 1 t :. p rob :: r 1 e r e i ;:. n t~ 1 i:1 en t ~ . ( 8 ) f o x 1 v t e n t &lt; , ¿~ d u e ir i · ·· 1 8 u
n~s

por
5

10

r~zon b ~ Y l c s cvnfir La r~ e ~ le exp res ~do
v ~ ri ~s ~ ut~rid c d &lt;~s e n l ~ o ~ t eri a .

el res pecto --

L~.4~7
Qu~
nín
e
~n
univer
ac
l
se.
une subst Dnci r q ue ten g~
•
•
ex1stenc1~ extr ~ ~c~t : l ? UP1e p r 0b2r s e c ~ n tod a cl u rid ~ d.

1. Nic ~ Gn univers ~ l es u ~~ suhE t ~ cci ~ sin~ul e r . e indivi
du :. 1. · Si se dij ~ s ~ q ue lo es , se s 9 (~uirí n que 11 J u un'' es t s ob i é n e 1 eo u ~ i v e. r se 1 , . u e F. n ' h ~y r : . z ( r! .:. l r:; u r1:'! p _ r ~ q ue un ~
ni v e r s ~. 1 2 e C' 'J r. o. ~ u b e t . . r e i .. r~ in u 1 ~ . r , y ~ u e e t r :i. o 1 o s e e •
P er o :1 i t: ~ un ~ s u 0 s t ~ ne i ~ s i eu 1 !:. r e e u n i ve 1 s a 1 , pu e s t o &lt;l _ s u b s
t ~ r1. e i l!. l! s s i n -3 u 1 ~. r (&gt; i n ri i V id u ~ 1 .
N i p 3 u:! - s u ~ 9 t n e i u ~ s un i V e r s e 1 , p \... l." r u e t ~ r~ ~ 8 u b 8 t .. l n e i - ( )
e s u n a. e ~ 3 :_ y r¡ ~ V ..:: i: i a 8 ,
( b ) o es v e ri ~ s c ~e~s n 1 ~ v ~z, Si e
uc y n~ v _. ri ~ e, en t on
e e o t i ~ n ~ et u t se i· e u : n t i t :1 t i v .. m8 n t '= u. n , r \• es es t ; es 1 o que
tod cs Jl .- monc~ 'u ~~ • Y si - 1 , u ~ - ~ u bs t : nci n f ue se v-ri 9 s
c o s ue , (i) o ser!
v ~ ri J s cv s~s sir ~ ul ~ re~ (ii)
serí v ¿
ri~s coe~s u ~i ve 13 2 l es . Si fuese (i), de e ll v s e se guirí a -que : l ~ t1n ~ subet occi pvdrí~ 9 ~ r v~ri · e s u l s t ~ nci ~e sing ul ~ res y -~en c~n c~ cu en ci ~ y c cn el ~isn r ~ z o n ~ m ient · -- q ue ~lgun · subet cn ci 2 p~ dría ser. v ~ ri ~s h vrnbre s , y en t 8 1 e s ,
cunque el univEr so l ·fe di e t i n 3 ui ~ r ~ , ~ un p ~ rticul c r, n-s e d i s t in eu ir í ~. d e 1 '- ~ p ~ r t í e u 1 :- r ~ s . Y r- i ~ .. 1 r, un _ s u s t a n e i e
fuese (ii), p~rc!t ~s eo e t a ~ r un ~ de es ~ a es s p~ rticul ú res
y p r e g u r,, t e r s i s t= t r ~ t ( J d ~ , v ~ , r i ._. s e '- s o t ' o J ,~ · · ' un ::.. y n o v .... r i ~ s ' • S i s t! t r e t '°' r! e 1 v s e g un 1 ,_, s 8 s i g u ~ u e e s s i n g u 1 r. r
qÍ de l e priucr o , in ~is t c o es v s ri ~s c os ~ s s in ~ ul - r~ s 0 v~
ri ~ s univers ~ l ee ... Y ! si, 0 e ntinu M
º'ª dis ti n J ui end h nst o
~1 infinitv, o ~~s dc t~nem s, µ.~r que
nin g un !':s su Lst c nci c, es
un i v e r e ": 1 q u e ne! ú e .:. s in p u l .:1 r • D e 1 \J · u .. q u ~d o e r.. e 1 ~ r u r, u e
ni~ g un ~ subst~~ci ~ es univ~rs o l.
('t

-

'-'=

V

-

9

15

20

25

-

in d i v i r! u 1 , ~
xietnnte an l ~ s r u hs ta n ci ~: s ein 3 ul ~ re s ·
· s t i nt c de ~l l ~s ,
se se guiri c ~ u e pod rí a existir sin e ll e s p_ r · u~ t cd~ l e n o t~
r ~ lmente onteri r e
tr o =) u ¿de po r ~ 1 p d er "1 ivi ~1'°' ' exi s tir 2 •· S i

a. l t., ú n

u t. i v e r s a 1

f u e s E. u n ~ s u s t ~ ~ e i -

�-32•

ain ee e o tT o , p~ r o l s c~nsecuenci ~ ~ erí ~ 6bsurda. (9).
30

35

I

3. Si es = ~?inicn fueaP. verd ~ der ~ , ningún individuo podría ser ere n~~ , pues t o ~ ue : l ~ c preexisti,ía s l individuo,
y e que no pndr{~ deriv- r t b d ~ su exist~n c~ de la nsd a ~i el
univers:l qu~ a s t ~ en el estuvv :- nte s en ctr • Por el mismo
camino de ~ r e uoent Q ciór. se seguirí ~ Ci ue Dios no tendría poder p~r~ a nihil ~ r ~ un indivi du que ?~ rticip c se de es s sub~
t oncia , ~ n~ se r qu e destruytr~ ~ tcd os l oe dem5s individuos
c~p c rtici p~ntes. Porque si ~n iqul ~ r ~1 J ~ l e ún individuo, lo
destruirí ~ t otolm r. nte --~st c es ~e 1 · propi ~ esenci b ~e todo
'individu ~ l'-- y c ~ r.secuentenente, destruirÍJ el universal
que existe e~ el y ~n vtrt's, es décir, que los dem!s tampoco
perca necer!an, y e que n~ po~rí ~ subeietir sin su p~rte, que
depende de cquel univ~rsal.
, 4. Ta l univers c l ne

púcrí~

a ñ:! dir :. l e(· tot o lnente ex te!.
40 no ~ la esencia ~el individu~, sin, ~ u~ tendría que parten~
~er e 1~ esencic del indivi~u u . En c vn s~cuenci a , el individuo se conpon¿r{ ~ de univers 3 lee, y d e esté m,#~ o el indivi. duo no seríc n!.a c ingul e r que 'el univers...:.1 •
•

•

•

· 5 • S e s i g u e t ~ n b i é n q u~ ~ 1 g ·~ en 1 e ~ o \ar_e i e d e e r i e t "
se
ri n nieer ~b le y c~nde n:do , r ~rque 1 ~ nstur~lez~ cooGn (10) qu~ existe ~e~lo~nte ~n Cristo y ~ ~ el c ~ nde na d o est ~ rí~ con
den ~ d ~ , pues 1 : ~st L b~ en Jud - s. (11) y est'; es nbsu~do.

-

ouch ~~ r ~ zo~es pvJ rían ~~ ucirse, po r brevedsd, l ~ s
p&amp;~o p o r c lt0. P~ro v o y ~ h,r ~ ~ c 0n firn o r l ~3 ~~ism c c~nclusi5n
con el tegtim o ni ~ d ~ n ut v ri dL~es en l ~ m ~ teri ~ .

Otras

-

Arist~telPe, en ~ 1 libr 0 7 r1 ~ 1 -~ Me t _., f í s i e s , s 1 t ro t e r implícit Jnent~ aste punto
(si el univ ¿ r B~ l es o no es •
•
9 U b 9 t tl n C i a ) , '1 e: =t U t! S t r G Q. U~· D i 11 e~ Ún un1ver &amp;:1 l es:. substcanci e ,

1)

50

en .aste p ., se J• a

0

,
1

impo~~ ~te

ou~
f a ~uh~tanc.l.a .6ea.
•
un.lve.n.6ale.6 e.nume.Jta.·~o~" ( 72)

a.tg u.no de.

•

•

Y en el elibro 10

~e

l~

Met :f í e ic ~

dice:

"Si, pue..6, no e.-6 po.6,lb le que a.lgúr:. u.n.l.ve1t.6a.t
".6 ea .6 u.b-6ta.nc.~a, taR.. como .l.nd.l.c.a.rr:o.6 al tna•; i{:M de .ea. .6 ub.6 tanc..la y rl e.P.. .6 e.Jt, ..ta.111 p o e o pu.e
"d e .6eJt u.n"i -0ub.6tanc..la e.x,i.6te.nte. (,u.ella. de ¡_0-

'

''ml!.tt,tpte. ex,i.6tente." ( 1 3)

SS

de le que rtsult ~ tvidP.nt~ q u~, P.n
nin~ún univecs u l es sur.st ~n ci ~ .
2) Lo nisn ': , el Ct.aent ·.dc)r

opini~n

(14),

dP

Arietóteleu -

•

quien ci ce en su Cvmen

-

•

•

-

�•
•

-33torio 44 c.1 libr ..

7

d e 1 ~. Me t ":' f í

s; i

e~ :

60
En e 1

e :10

~n

t. ri

4s:

~.

"V .lg amo .6 , p u.e..6 ~ que. c_¿, .ln1 p o¿, ,¿b .C.. e que ritg un. o
"de. lo .6 u.11i v e.Jt .6 rtl Q..6 .6 ic.. ~ ub.6t.a11 c.ia .: c. 1.t tg u -

':na c.Ot, (I., ttunqu e , f.,()~ u.n.lvc.Jt.6alc.,~ dc.c.1_cJLe.n.
"lat&gt; .6 ub .6 :ta. nc..&lt;.c!.6 ti e e.a f&gt; c. o .~ ct.6 "
En el

C c rn e ~t c- ri ~

47 ~

65

'

En el

Y,

Con -·~ n
.. _t ..~ riº~~

.
;&gt;vr u""' 1 tin'"
,

2, ~- 1

11·b r V-~

0
0

s~ n-

0

~1

U

·

~•

•

•

~n

~1

C o n~~t ~. ri ~

6 = 1 libr o 1n

70
c! e: n t e s y ~ t: - ... t r :. s o u e h _ a p u e &lt;l a
coleg irse (}Ue ~in .3 Ú t: u ~ iv e r s1 1 e s s ubs t .. r· ci .2 b2J. o nine? ú n es
pe: et u o u e s ~- e .. ns i ,., e re . Dt? d . . n de , 1 r. e e r! s ). de i· :::t e i ó n i n te 1 e e tu e: l n o h :· ce ue. e:. l g- se~ subst c nci i: :l t :.J l e se ... _, ~j un q u ¿ l o
s i g n i f i .:: e i '-· n 1 ~1 t ~ r n in h · r, ~~ ,., u ~ e \-! \:; 1 ·; · r ·, n li p r e 1- D ~ 1 'J s :.. u t · r i :1 #! d e ::

~ r.:

t

~e

V

75

s~

prediqut~
p Gr ,e j en~' 1 . .

~s t e

, S i.

El

n o~ ~re ¡s u ~ st ~n ci ~~ e n ~ s ~ n redi ~ ue.
e 1 t r~ Í n
'' C- n " e C t2 S t ~ \) L' ~ l, 9 Í Ci ... t?

-

c-o o ,

P

c ~n

ee (un)

o nio ~ l

/

H ~ ce

~ u n cnin~ l q u ~ l c dr~, ~~ vP.r ~
un J c on stel c ci ~n, PS f ~ l e . Per~ n t
1 ~ I J i s t1 . e '- a t. s ~ ...: s u a t e r. e :=. e e ne 1 &lt;.

refer~nci

si se refier e e
d e s u s t en e: r q u e
bido a un u otr ~

~ o nsider c ci 5n ,

Y por lo t : nto h y Ci Ua c vn ceñer si o ~ l ~ aen te q ue nin gún ~
nivere ~ l es substu~ci o , de cu-l quier n ~ ner : ~ ue s~ c v neid~re.
El
univers
c
l
2E
u~ ccnc~ p t ~ qud, se g ~n JJin iSn p r ~b-b le, n
•
difiere del ~ ct 0 int~l e ctu ~ l. Pu r ~ ll o d ic e n que l J int ~ l e~
cién, o s¿ ~ , 2 1 a ct pJ r e l que c ~ nozcv u n h oo r ~ es el s i gno
n ~ tur o l de 1 09 se re s huo ~ n o s, t e ~ n~tur ~ l c~o u el g eoid 0 es 85 · signo de l e ~nf2.rm~d~&lt;l 0 de . triatez o e d l u r, y un si gno o
80

•

er : , pe r ~
se puas e :! , d~

•

•

�•

...

señal ce este tip o puede sub9tituir ~ 1 ~9 ser~s hun a nos en
lae prepo siciones nentoles, de 1 ~ nien ~ ncner~ que un ~ psl~
br a puede subctituir = l ~ s c, s~s e~ l ee enunciados or a les.

•

Qu . .:: el univers a l es un c once p t o l o t.~ xplic ~ suf icienteoc.n_
te Avicen ~ en el libr o 5 de l ~ Met~físico, clvnde dice:

90

''A ábt mamo~, pue.~, q u.e. el u.n.l ve.Jt..6 a.E ha de ente.nd e'!
".6e. de. :tJr.e.~ mo"lo.6. Se. d.lee. 'u.n.~VQ.Jt~al' .6 e.gún aqu~
''.e.to qu e. .6 e. t:JJLe.c{.lea . de mu.c.ho'6 e.n e.P_ ea.1~ o e.amo - " ' ho mbit~' .6 e if..ama u.n...{. v e.Jt..6 al ai c. o ne e,p.t o que. .6 e. " apl.l ea ~ rn u.c.h o .6

-

Y o i 3 ue : .

•

'
"AR.. e.o n.c.e.pto .6 e. te llitma. u.n~ v e.Jt,~ a.e
"a.unq u.e. n.o .6 e. plt e,rl,,i,q u.e rf ~ muc.h o .6 '' ( 16 )

95

y ce ~ tr ns ~ ut 0 ri ~ J des result n evi~ente que el
univtrs
~l es un e c onstrucción intel ~ ctu L l form ada per~ ser
.
p r e d i e ~ d n &lt;l e ,..¡u-:! h o e • L 0 q u t! p u e d e e un f ir o e: r s e r (Je ion ~1 lo en t e ,
puesto que tou ~ ur.ivers n l, ~a ~ cuerdo e t o~us los ~ utores, se p~edicc d~ noches, perv sol o es univ e rs c l l ~~ nstrucción
oentnl y r. 0 un o subst~nci n o el sign a V \~ lunt e ri onP.~te institu!~ 0 . Y t~n ~ce~ en cu ~n t ~ q ue :~ h 0 r ~ ne us o 'universal' en el sontidv de si~nc inetituíd,J v 0 lunt .J ri t}mente sino en el -sentid o del~ qu ~ . n 2 tur ~. lnent e sir;nificc. univers 1l. Que la subst nn ci c n 0 ea ~ ~p t 2 p ~ r ~ s e r oredic~1~ PS cb vi c , porque
si l o fuese, se FeEuiríc q ue un ~ proposici5n se c unp o ndrí c
d e su~ s t ~; n e i :-. s ? r t i e u 1 :1 r es , y ~ n e v n n e e u 2 ne i ).:i , e 1 su j et o por1 2 e~t ~r dn Rvnc y el ?~ed ic u dv ~n In g l ~ terr a , lu ~ual D~

•

100

••• ''

eet ~ s

u.

105

~

es

~bs urd u .

•
\

Ad e m1 s u r! ~

110

r e: p \) s i e i ó n es o ta·n t ~L 1 , , r ::1 1 o e s e r i t a • Por t ~ n
t o , s u s ·~ .:.. r t es ~ v t . n ¿ n t !: 1 e s , e· r. ~ 1 es o 1~ s e r i t ~ s , ~ s í q,u e no pueden ser subst 2ncios 9~rticul~res. Qu8t! ~ c~nfirc~do, pues
que n.in g un a p r ( p o s 1 e i 0 il s ~ e v n p ""n ¿ :~ e su h s t J n e i ~"' s . S e e oo p o
.
.
ne• de univer s~l~ s. Y l os univers ~ le s nv s on s ubst ~n ci e s de ·
·l)

•

ningun ~

•

m!1ner2.

•

#11#

-

1

•
•

•

•

•

...
•

1

,

�•

•

•

•

III

-

Aunqu~ nuch ua ~r tier ~ e n cl ~ r ~ Dtn t ~ q u ~ ~ 1 u n iv Qr s- 1 n ~
es un l subst ~n ci ~ ex tr tn~n t ~ l c;u · t one: dXis t en ci ~ e n 1 09 in
d i v id tl v s , t: t ::.. 1 e ~e t ~ el i s t in t ¿_ d e ¿ 11 \.) s , h :. y : 1 º u n '-- s , s in e n - b o r gc , ~ q uj.t:n e E. :1- r ~ c e q u e , d e :.: l g ur~:. n.~ r.e r 2 , el univ e r s :i l
•

~xtr 2:~ ec t .J lo ~nte

iv i1 u s, c e sd~ lu e go sin
distin ~ uir se de e ll v~ r c ~ loen t e , ?~ r L
ei f or o .loen te. (17)
De. donde c ""n clu y~11 q ue;. e r_ 'J u .:. n ' ' , ¿cr ejGop l '"' , h . . . y u n..:J n ._ tu
r :.. lez c. hu m. . . n~ q u t:?. s ~ ... j ust n !! f' Ju su '' p, t cir E
un ..! d i fe r enci .:.
in&lt;livi d u ~ l -- q u ~ i-~ e. e d i 2t in ·u e r e ~1 ~in c fcr~ ~ l nen t e de G
q_ u e 11 .:.. n s tu r :.: 1 ~ z ~ , : (- ~ 11 í e~ u w ~ .. s- e:. r.. e~ .. s e v s S! , pu e e u ~ s ~. o

. existe
5

ES

-f v r fil ~ l m~nte.

1~

er

1 ~- ~

Íi!

~trJ .

1 f)
1 : s e t i u t u r . s j ~ o : !' r u e d en
d~ rss ':lis ti n ci ~n ¿r e x t r .:..t f"'~n t n le(!'s :l nu ~er : u e e e -!O c vs::s d i s t in t : s . S i , p u e s , en t r ;~ P e r.
n .: t u i· :: 1 ~ z :::: y ¿ s t ~ d i f e r ¿ n e i ~
d e 1 . e_ u e h :~ ·!.) 1 e:.
l s 'J r. v s s e d :L ,~ F e ~ 1 r:- ú n t i ·? e ~ e i' i s t in e i ' n ,
Er; p r i e e r

l )

»

1 u g ... r ,

,., o r' e u e

P. t1

.:

erto n ce s l ~ n ~ tu r- le z~. y 1 ~ d ifer~- C ~ - serí ~ ' c ~s~s' r e~ l ne~
t e r! i 6 t i ~. t , f! • P r u e~
1 - ~ E" u r! e i :! n e n f - rn r. s i 1 e \; í s t i e :
•

*

15

Es t ~

n n tu r- l ez ~

A

~e

se

. i sti~ 3 u e

1

G e~t~

n

tu r ~ l ¿z w

&lt;life r e n c i .. i ndivi du =l C _e d is t in '. U ~ fc r Q ~ l rnen te de
2s t · r'if.e~er: c i 1.. in d ivi d u a l e
ast ~ n ~ tur ~ l ¿ z ~ B, p~r t _n t ) ,
n G ea e s t n n ~ tu~ ~l~z u A.
B,

ee t ~

A e:t:'l.::s ,

2)

**

A

~

•

L ~ o i e o e e s _ ri o .." u ~ j ~ s e t· e . . :'1 u r! y ? t "" ? 1 .: , I' e r u - s e f: un
1 o s n i s ne 1 q u e d e f i '== • ~e r; e s t
o pin i Cn -· 1 _ ::1 i f e r ~n e i 8 in d i v i - ~ u u l es pr opi _ y e l u n iv ~ r e ~ l c ~n G n l'~ r t ~ ntc) n i n g ~ n u n iv e~

20

sol

y n i ns un~ &lt;li f e r cn ci ~ i n~i vidu _ l p u ~ d~n ser l ~ o i soo .
3) Asími srno,

** *

L o·r: oou c=s t us r.:: c : n v iene. ! 1 '1 r.. i sr1n e . s J cr e o c 2 , e!l a s í r: u e 1 e e o ú n v 1 ... n r e p i (· : o tt. ..1 ~~ u ¡.; ~ t ,,, ~ , l) ~ r e , &gt;n s 1 g u 1 e n t e
n .~. ·.) u '"·~t:~
..l u
, r ~ i w e 1 ~ v ez , y
l a mienc
c~s ~ cr ~3di~
~ E. t r e ~e ú n y n
est o o curr i· r i,,. o ~· 1 e n_, t ~t . l t:! z c'" r1 ú n y l e difei.en c i :i i nd ivi
1

I

•

•

•

�•

•

-36•

•

31 fuesen lo oisDo.
4) Por

25

'tr&lt;j p . !rte,
.

**Si 1~ nc turalez ü c · nún fuese lo raisno ~u~ 1 ~ diferenci u
individu ~ l, se sie 1a que re~lnent~ existir1 20 tant~s n ~ tur_
lezüs cor1unes cu .:.nt
.
c s d iferenci ~ e indivi '.\u~, les h~b1ese y, por
cvnsigui~nte, r- ~c ~ cornún e~ d ~ ríc entre ell~s, sino qu~ habría cierto propiCi de 1 ~ c ife~encic q u~ es, en l ~ re ~ l1d~d,
1e

a·i:

.

m1sm~

.

1L~renc1~.
•

5 ) D e o t r e n '") e~ e :

30

•

***

Cuo l c os e sa distingue de o tr~ 0 bien por si oiem ~ e bien
por clgo intríns~co ~ si míe~~.: una ea l n hun~nid~~ d~ Juan
y ot r ~
1 n e' cl. P 1 ~ té n ? ~' r e o n s i 8 u i ~ 1:1 t e , 1 !1 • un:: ~ e ~ 1 e t in 8 µe
de l e otrc ? Or si mis~ ~ y n o 1or cl1ferenc1es an=d1d~s.
.
Aris~ótelee,

6) Según
35

'

'

,

***

Los qut: c!if !eren en especie se dif L? tencian en núme.ru, l~ n~turolez~ del hambre y 1 ~ n L tur ~ lez n del asno se distinguen ~specífic n ~ente une . &lt;le ctr ~ , lue30, se distin guen uno
d e O t r ~ n U tl ( r i C '!.m~ n t e , 1 U e P, O , C _. C E. Un :. e! ~ e S U9 n !!L t U r a. l e Z~ S
.
.- . es, por si oien ~ , numer1c Gnence, un o .

.

1

•

7) f1.dem.~s,
\

4Q

****

'

qu~ b ~ jo cin~an n soact o puerle pertenecer a va rios,
b ..:.. j O n Í n 8 Ún !l O p e C t ") p U~ de T? r e d Í C .J r S e d e V ~ r Í. O e e B fl 8 Í q U
s i t a 1 n.::. tu r o. 1 e z o f u e s e r e .~ 1 sen t e u -:. u s o 1 ~! e v s el e o n 1 ci d i f ·e

Lo

e,

1
,
.
.
1
.,,
•
renc1 ~ 1n ~ 1v1 c u ~ , o~ ]~ nin gun r s p~ ct c&gt; , P~-~r1~ c ·1nv-~1~ ~
.. .; p v r ·u ¿ ·'! ~ ~ :t. _\ ... ' u ;-1 \l !! ": ~P. r . _ , v c.' r 1.- b '")e r t ~ne e e r t=t et ro · 1. n ·
v:: r::..""
. .iividu~, lue n o, b~ jv ? ing ún e~ pecto, eer.íc predic~ble de v~
rioe y en coneecuenci o , 1)c jo nin oGn ss pecto serí c universcl.
•

•

J •

•

1

...

~

,

,

j

.....

I

45

•

50

8) Ad~o!!·s, tcoenos es e diferenci~ ir1&lt;lividual y es~ ntit~
rnleza , ~ l~: qur p~rtenece. , e ind ep; ueooc lo siguiente: *****
O se d ~ entr~ € ll ~ e uno d idtin~ión n n yor ~ u ~ entre dos indiv id u o s , e s ~ d '.:! un C:. (1 i s t in e i 6 n. .tl e rl o r . ( 1 8 ~: ~1 o pu e d e d ar s e un s
distinción n : ].or, puesto qué no se cif¿renci nn re !! lnente, y
los individuos 02 0iferenci3n reolnente, . t c npoco ?Uede d a rs; un~ diatinci6n menor, pues entcnc e s la distinción depend~
9 doa ··
ri ~ ce l e nente que ~istir..guP.. (19) Y esto ne, es 8 .sí
in~ividuos' d~pende de 1 ~ mente qu8 d istin ry ue pero 'en le '
'
rea 1 1.d 3t~..t , si• une es cu ~n titativ~n e nt~ vuno', por
si mismo
tam
·~
'
bien
e 1 otro eer a~ 9 uno V cuantitstiv ~ n2nte por si solo.

9) Fin a lm~nt~, pre g unto lo si Rui e cte:
O 1 . . naturv.lPz :,

sostiene que lo es,

t

1~ &lt;liferencic individu J l o no.
argunent~r~ silrgistic~m~nte así:

es

•

1

•

•

Si se Est~ -

1

...
I

•

�-37diferenci ~

55
I

individual e s prG?i~ y n~ c ~n ún ; es os í q ue est e
di fer a e i n in ".:1ividu :!1 as un ~ t\ ...- tu r s 1 e z _; : r t ü n t 0 , 1 ~ n ~. tu r~lez ~ e e p r ~?i ~ y n0 c on Gn, q u e P~ l ~ q ue se p reten dí a de • 4

coetr o r.

t ...~ D b l.· 8~ ..

~

n f .. l:n u s !.. 1 u' ; 1 s t 1. e : :
~

# Est &amp; d ifere n ci o iédivi1u_l r ~ s~ dis ti n n u e f o r oc l o e n te
de este difer6cci ~ i~1ivi d u a l ; ee ~s í q u e est a ( p . 51) d i fe -

renci 2 indivi du 2l ~6 uns n ~ tur _ lez :; pc r t ~ n t ~· , l J n _ tur s lez n n e se distin gue f(ro e loent ~ ~~ 1 ~ diferen ci ~ i ndiv i du a l.
s~ c curr ~ qu e eat ~ d ifer ~n ci w in&lt;l ividu ¿ l n v es 1 ~
O u tur ~ lez : , ~ ~ t on c ~s se prueb e l v q u~ q u ¿ rÍ ~ n ~ s nemcs tr a r,
pues s r. s i 3 u ~ q u e 1 .: d i f e r en e i ~ in J i v i u 1 r" o e e 1 _ n t u r ~ 1 e

Pe r o

6O

e

za Y qu e, p - r t &lt;l nt~, l n ~ i fe r ~n ci - i~~ivi d u c l n ~ es r ea loent~ l z_ n ~ tur c l ez~ , p~ r q ut d~ l o ~posi ci ~n ¿¿ 1 s c ons&amp; cu en t es
se sigu¿ l s opvs ici ~n ce l vs ~ n t e c edér.te o~ se 2 ún este ~ r g u­
o¿nt'-:
1

¿_.:!e i e in d i vid u .:. 1 e s r e .:: 1 n e ú t f= 1 :- , n :, t u r u 1 e z .:. ;
por l o t - ~t 0 , l a d ifer 2~ ci ~ indivi d u ~ l es 1 ~ r.~tur ~ l e ­
zn .

11 Le &lt;l i f e r

L~

65

c o nsecu en ci ~

q u t ~ h c y c ~nse cu e~ ci ~ ~e
. _. 'h l e ,.. u ~ s e : e u o '" e "" n ~, et e ro 1. n ~ e 1" n es ,
v o~i·...i
1 ~ de t
._
....' ¿ t e r D in
sia~ p r e qt1e ~o~s
. eternin a ci ~ne s ni ~ u ~en t ~n ni dinnin uy ~ n ~ 1 d e t a rn i n .:' L 1 ~ t ( r1 _ d ~1 en s u t o t ~ 1 id '-:e! ~ • ( 2 n ) E 1 e: d v e r b i e '' re ,3 1 n en t ~ '' r.. e es e q u í
n i un 2 d e t .3 r nin =::. e i ~ n \- u o en t ~ t i v ~ n i
u n o d e t e rfl in ~. e :;. ('; n d i s e in u y en t e : p o r 1 o t n t ~· , p r e e d e e"' 1 n cluir q u e 1 ~ i if e renci ~ in&lt;livi ~ u ~ l ea r~~ln~n t e 1 - n = tur ' lez a y ll e~5 r ~ 2c t 3 v ~ li d c c cn~e cu enci _ fin c l: l u d iferenci n

1 ~ vi ~

0

r ¿ cu ~rdesr

u

(..!

individu ~ l

7 fJ

e~

/\.e í

~a

1~

n~ tur ~ l ez:. .

q u ~ h -:. y

q u ~ d e e ir q u e , e u t .. tl e\ o ~ ~ t r _ t ~ ñ e e r i !' tu r os ,
n 0 se A !:. t c_ l dístinción f o rm nl. Lo ci u f; es c ~ ia tint c en l vs se
r e s e r &lt;; ~ e r. , e;; e· r ~ a 1o en t e d is t in t v y ~ ~ un :_ e o s .. c1 i a t in t &lt;- d t:
o tr ~ , si cmb ~s c ~, sus ~on v e r ~_de r ~ s .
.De d 0ndP se si a ue q u e,
~ eí c cnv r ~ sp~ct r a l , os seres cre ~~~s~ n uú ca
se debe n ne g~ r
l o s si g ui en t er oc~~@ d e ~ r g u o ~ n t J:
.

Es t o es A,
est o ee B;
pvr t ~ nt ~, B

~s

A,

t s np u c o l os si g ui a nt ee:

75

Esto no ~ s A,
c 2 t o es B,
;i C.· r t a n t o , B " ~ · e s .r.\. s
deben r~ch c z 2 r~ e cu Dnd( a e tr v t ~ &lt;le 9ere s c re3d0s . Estv es, ser ~n cos_e d ieti ú t ~ s, o n o ser q ue h _y _ c on tr -d ictoriuA en ~ 1gunus c a c os , e ~ u e un 9 de t ern i n ~ ci 6 n u 0 tr u t~roin d sincwt~
goreo5tico qu e ne se debe incluir en 1 ~ r o~ ue s t , se u 1 ~ e ~~
•

•

��"

•

- '

'

•

•

•

•

-

-

•

l

N O T ¡\ S

-

\
..."

1. O~kh~n define . l .: lé g ic.:.. c o o c •lu~ a rt e '¡ : o-:!: :¡ Ún, '' como el 0 5 8
a: · instrua¿nt- entre l~s ~~tes, pues sin él n~ puede c o no.
. 2 ~ 1 eun o '' (Bo~h~er, I, 7, -7). El 1~ ~ ic o e d quiri
c~rse c1e~c7
ra 1~ ~e~1c1~ nec~sari ~ , en l e pr~ctic ~ , ''del oisn o oúdc q ue
''el necs.n1cc, c;. ue no cunoce ''t0t::.lner..t t.~ eu herr c ri.ient .::. ' a dquie
re, us:lr.dola, ur: ccnociait:.nt c5s nt::.rf
e ct o ce ell --· ''
(I b í c
1
;i 10-11 )
w
•
, '

2. En los cops. 1 a 13; e~. B0ehner, ~ r. 8 u 43.

3. Un térflino &lt;l~ ?ric~rú iutenci0 n (iAe ~s , c é nce p t e en p riner
grado d e 3b str 2 cci Gn, segGn 0 tr s t e rnín 0 l 0 0 í ~ eec ~'stic - )

es ''estrict nn~nt~;·, sP : úrJ O., ''el i1' n b re ri .... nt ~ l que sí ~ nifi­
':'ca ~lgc ~' (I, 13, 5 -57); ''el ei ~ n e~. 1 .... c e s"""', d el q ue se c u t!l
" p o n e 1 e ? r p " s i e i ó n n en t e 1 ( • • ~ • ) &gt; t r1b i ~ n 11 a m.:. &lt;l o ... in t en e i 5 n ' ,
''concepto. posiGn, im e.g ~n d~. l e. c o s e '' (I, 12, 13-1).

4. El t~rrnin o de : eQ und ! interci ~ n, de 1 -s qu e c quí se reiter~ ~
vnrios ejenpl c s, h ~. sido estu1 iaa p r o. e n el c ~n . 12 de l~
n S u o T!l s '' , y -~ e f in i d o a 11 í
e 0n ~· 11 s i g n "' d r:. l _ n ~, r i o e r ü s in t en e i
ne s '' ( I , 1 2 s 5 C- 5 9) ; es de e ir , t 0 d =- p .... 1 a 1, r .... ( v o x) Que se re-fiere el c o nc ~ p t 0 ~ t~roi~ ne nt ~ l cle p ri n er~ intecci ~ n (Cfr.
Coño - Gu ir ~ 1 , . . J • , ''Un ~ e 1 u e í e e i !. r1 _e tu .1 d e '' e f in i e í ó n '' en
X ! \T ( Gu i 11 \;;ro
C. e Oe l&lt; h , a ) , ir e 1 • r. ti. ~ s t u d i o s d e F ;_1 e e e f i __ ~ t i 3 u .:.. )7 ~1 ~ rl i e v ~ 1 , D e p t • ' e
u .) 1 i e e i e- r e e y E d i e i ~
~ J.

s i g10

;1.

-

nes ~e 1 ~ Uoiv. Ae 1 ~ RP p ~ &gt; lic , M n te v i de~ , 1977). Lo s t'rminos de ee ~ uL~ 1 intenci ~ , p~ r 0 t -~ p : rt e, c c n n tituyen el
ú n i e o o b j e t o f? r &lt;&gt;p i · . (~ ¿ 1 ~ 1: . .; i e ::i • E e t e p o e i e i ~ n r e O • res u e.!.
v e , en r :_. Í z , r~1 u e h e: e ,~~ e 1 _ :; d i f i e u 1 t ... ~ J - s e 0 n q u~ e e eT1e · n t r .: r un
otros ló e ic r- ned i ~ v - les, e ntr e e ll o s e l oi~n o P edr o Hisp a n ~
al tr:;tsr 'le 1 ::.. su¡&gt;r sicit'n y ~n c• tr'-: e 1 o en t o s. C -o
señ ¿i lO
en el tr~b c j o nenci o n ~ ~~
ntet 9 ry ~ r O. 1 - 1 6g ic s n n nej ~ ~sig
ne s _. n o d "'J m é. D ; d e~ l. h í &lt;; u ~ '' e u . 1·1 rl v ( ' 1 u n i v e r s e 1 p ~ s . . . &lt;...: o e r .P r e '' d i e d w en u r! :-~ p r · p e i e í ~ n ( r1 en t :.J 1 , v r _ 1 , e s e r i t ~ ) . Y:;,. e a un 1
' t é r rn i ri ""
r. e s as u n d o i 11 t e n e i C~ • e,. r, f u t? d í r 1 o e \,.; n 1 e s d e P r i rn e r r.i.
'' in t en e i é n- s e. r í a ·~o 1 g e o · . r e 1 ~o i t e ~ B 1 o 1 ó g i e C" ( en e 1 q u e
1 os un i v ere =.:. 1 8 s 9 e mt' ~ v e -, ) ) e 0 n e 1 p 1 · n o o!\ t e 1 ó g i e v ' ' ( " • e • , P •
¡os) •

Cu ~ J.id ~( nert_l. Ea tv eB, i &lt;l e ~ , e~ . c~ p tL, s ign u (en 1( nente)
-o--t-é_r_m_·_i_n_o__d~e-.-~r-i n · r n in t e n e i ~ n , e ru 11 ' r.: \.· o d i eh L.· en l ....i no t 8 onteiicr. V~ 1 ee ~ l,.. r- .s p- tctc ~1 c ~ ¡J . 55 d e 1 2 ''S umm a" (''De prse
_
d ic am ~n to ·q u ~ 1 i t r¡ ti. s '' , I , 1 , 3 et s s . ) •
•
•

•

�•

•

'
1
,1
f
·
6. Que significE.?:.
Signi 1cans • • • ' En o. el verbo ,, ''significa.
,,
re'' equivale en todos los c oso s en qu~ lo us o ~ s1gnum esse
(:.:e.ar signo) d~ . . i l g o. El p~scj e •fsj.güi~iccns plur!s res ex~ra''
-. duci· rse como ''que
~s o 1g~o. de var1 e s cos!ls •
pu e d e , pu t~ s , tr ._
_

''Al-ND.ch~t''

7. Avicer.. .:. :

s.

(L~ Cur:::ción),

358-361.

El eaquem~ seguido por Ockh~~ es el típico de lu escolóstico

mediev c.1 :
1 - a cl ~ r ~ ci6n de lo s t~rminos, y ~xposici5n de 1 ~ tesis;
•
2 - formulcción
y
prueba
de
l
ü
~ian~: ·
..
~

- prueb= f ormsl

b e \

3 -

d e ~utoridedes
re~uo~n de prueb ~ s;

_ pru~b c

tesis eustentodn.
Un~ vez hech !.! l !:. ') ~~ rtinente 2 cl !&gt; r n ción de los térninos e emP 1 ~ ~ r ( e n p 1 tu 1 o --.~ t e r i o r ) , Oe k h ~o s e d -~ d i e ::.t ~ n é s t e n f o r mu lar 1 ~ tesis c~ntr c l: que ningGn univere c l puede tener exi!t en e i t=! ex t r .~ men t c. 1 ( 1 s • 4 - 5 ) , y a p r o b ,- r 1 Q , i11 i s m~ •
respu ~ s t ~

~

obj~cionen

contr ~.

1~

1

.~ -

f o r n ~1 1 rJ en t

ad i o d e v .::: r i o s ~.. r g un en t o s
b - ~ tr ~v~s d e ~ utoridades (ls. 46-95), y
e - ofrf:::ci~rido el resut!len fin .... 1 (ls. 96-112)

e , por

r.l

( 1s • 6- 4 5) •
·

\

· 9 • Es é s t u u i~ '' ~ r g u tJ !: t u m f1 id e í. ;' u s ~ d J por o.t 1· os , en e 1 q u e Oc kharn no qui~re det ene rse. AunquP c on c e d a que l ~ o~nipotencia
d i V 5. n S p O d r Í L 11 e V Q. r L C :.\ b O e 3 t e ' t1 i 1 -: 8 r O 9 , t' 9 e r Í ~ :... b S U r d O 11 tl
i;;

su ~~ nt end er que los hic i 0s e c on t in u · ~nen te, cono exp li e :l?' Íllti los defensores de e~e posi c i6n que conb ~ te •
•

•

· 1 O • · E e de e ir ', 1 ~ ''n o tu r n 1 ~ z ~ hu n !..). n J. ' 1 d ~ 1 e que, segun
-- l n teo 1 og1a
..
c r i.s t i ~. n l . , er i s t o p ~- r t i e i p . .1 ' en e u ~ r. t e honbre 9 •

. 11. La te oicií:! cri ~ t i 1n o ~n 1 8 Ed Gd M ~ di~ ~ogtení ~ , un§nioeoente, que l s n~tur ~ l ~zc hunon ~ de Jud n s y ~ e~t~bl 9 vici~d~ 9 • Se
. ~ r si1 í ~ ~ q tt ~ .n.1 n (~ r: t") ~ d e un o 1 m::i ( d 4'l 1 : d ~ J u e ~ . s ) s e p o d í s t e ne r segur id..). d ~ ~ q u ~. e s t Lb.:.. a u f r i en d o t u r me n t o et e r no • Es t o

ll~v ~bc , n n tur 2 lo ~ n te, ~ 1 prcbl~c ~ ~- 1 ~ pr~destin a ci6n y l ~
pr~~encin divin ~ ; y, en 1 ~ c on tr cd icci0n ~r- que se envolví~n,
lvs te~l c,g(~~ d&lt;:! l _ épc.,c ;: ·h a bÍ C: ti enCv\"~ tr .:. c1c un ~ COOúd C distinC i J n que in t re~ u e í 2 l "· s '' c1 ~si g ni u s i t , e x pu 8r.. ~b 1 es d e D i 0 s '' ( in
c oopr¿nsiblez, !'0 r supu~sto, p~ r ~ l ~e huo~ncs) rpgid o s pur eI
~· p r in e i ~) i v d e 1 o." p r e d i 1 t! e e i ó n d i v in r_"' 7 ' , i E u .: 1 n en t e in e u I:l p r en s i
b ~a • ~e L- ~€· Dict:!.0n~a~re de Théolügie C :. th 0 li.9u ¿ , ~r te. ''préde!:
t l. n t! t 1 0 n
( R G · r r l. (j 0 u - Le;. , p, r t g ~ ) y ' 1 l? :i.· é 0 e s t in c. t i o n i e t:l e '' ( E •
A~n cn ), tco c xxr : 2R03-3022.
·
0

1

12. 103 8h 10-11.
13. 1053 b 16-2 4 .
1 4 • E1
I

e r.; o en t n c.1 e 1·

-

Av e r r "" e s • E11 1 ~ E r, :.,?;. e~ ~ i ~e i .. ,

e1

e 0 n en t ~ d 0 r

(o

�-411

''Cooentarist~) fue el fil( eof0 c o rdcbé~ Averrces (AbÜ 9 l-Wn lid
Mu h o 0 f.l t:. d
t ·n Ah t1 ~ d t n Mu h...::. n r.i ... ¿ H ~ f I el b n R "x a , 1 1 2 6 - 1 1 9 8 ) e u y o s
e oo en t a~ i v s ·.. ~- 2 i i ¿ t : f í ~ i e :1 :1 ... 1 ... s :) r in e i p ~ 1 e s e b r ~ s ¿ e 1 e o r
P~•
ar1st~tcl1cun s1rv1~ron de b~re e n ucho ~ filós~fvs cris=
ti~n0~.
•

pricer~ g r ~ n 8d ición (en tr ~ ~ ucci~ ~ l ~ tin y)
de l ~ e 0b r c s
de Ave~rvee ~··~ hiz~ er.. 1472. Ockh ~r:. ce '~ _q uÍ nanej o r el t ex t\.1 latino de ~ l s: un c tle l Cl s mu ch e e '" :--1 i ~. s p::: rci ~ les del ''T~f sir

15. Ln,
•

m

ma ba1lar al-tabicat (Gran Comentario a la .Metafísics); se tr ,_. t . . l b J de
e e p i u s d e ~ x .: e t i tu d el u d s J.. , q u e r e e u r r i e r e n E u t v p 1 d u r :. n t e ccsi tres si s l~s, h _ st _ 1 ~ edición nenci o n ~ d 2 de 1472. Sin ec
b o rgc, con ~ e l texto c~o p l~t ~ del 1iT :! fcir" s~ h ~ c-ntenido i-:n,dito h~et~ el si g l0 XX (Edici~ n Bc uy p es, en 4 v ~ ls., 19381948) ee &lt;lifícil ~recis ~ r si l e a cit _s '1 t. Ockh~o ~n 1 ~ ·' Summ!.!''
es t 2n t 0 n e d n s d e .:! 1 g un .~ e v p i ~ p 2. r e i _ 1 c.1 ~ 1 p r \,, p i o '' Gr &amp; n e o o en t o r i ~ '' , o d e e t r '"' e ~ x t r · e t .., e 11 ~ n e\) ~ t = e L n € n t ~ r i J M e d i ..:. n v " y
''~oapendio e P~ r ;_:-f r ~c is d 8 Met ü f íeic .:.'i q u~ fuer0n b~ st a nte P.Q.
pul~res en l ~s Escu6l n s i e u : lne~te. L ~ s p r es~n te E cit ~ s de Oc
k~ho ccinci~ en , en l e eser_ci 1, c ~n l os p . s : jes c!el ''Cc.·npen-1
' C ~o
d i v de Me t ~ f Í s i C - ' ' , e eÍ t CeO
- r Qui r CE • (V é :1 e e Av e r r es ,
pe n d i ' . C e f-1 t t r_: f Í S Í C ~ '
t e X t ú ~ r G b ~ C J n t r . CU C C Í f" n y Q c., t !'. S d e
C~rl~s Quir~D R~dr!g u~z, Re : l A c ~ demi c .. e Ciec ci _s ~1 ~ r ~ l es y
Políticce, M ~_ ri v , 1919).
_1

1

,

-

16. ' 1-Al-S i f

17 •

L~

-

~'

1

(

L ~ S .:: 1 v '3 e i ... n) ,

11 , 4 8 3 •

d0ctrin ~

Ae Ju: n Duns Es c o t ~ (1266-1308 ) s b re 1 ~ d istinci5n es, en síntesie, l ~ s i guientd : St ~ ~n cos ti P s de d is-

t in e i ( n : c. ) 1 :"L q u f:: t i en 8 su v r i 5 ~ ~ ·~ n 1 :· r:.:. tu r ..! 1 e z e d e 1 o b j e t o m i so (. y 1 . ) 1 :: in t e 1 e e t u _1: • L ~ ~ ) ) u ~ &lt;2 e s e,) r : i ) r e .'1 1 s i mp 1 e t:l en t e ,
i i ) r ~ e~ 1 e 0 n d i e i ' '!' • 1 ; ~., i v i (1 i ~ rl e s e e s t :. ú l .t i mr , a s u
vez, en r e~ l COL'licion a l ~de cu _d_ y r e: l c ~ ndici n 1 l fcrm o l.
L :. b) pu~ d ~ e ~ r : i ) · e p e n" i en t r. cl e 1 n e ~ t E¡ r :) z v n i. n te ( e et e
es, sin q ue t ¿ ~ g~ nin s ún fu d ~men t v ~n e l (l · ·et ~ l e distinc i ó. ) ~ o i i ) v i r t u ~ 1 ( 1 u t i en e f u ... (_ r1 e 1- t v e r. e 1 b j t: t 1..1 ) • Es e t "'
e f in G 1 : &lt;l i s t i r1 e i ~ n r e .. 1 e ... n :1i e i e, r..:. 1 f ... r o ..: 1 ( v , s i o P 1 e nen t e t 1 !:. ''c. i s t i n e i (: r. f r r.1 1 " ) e o o .) . u t !:: d is t in c i é n q u e ! ti e npendÍ€rtd O Ce 1 '-1 13 \l tUr ~ lcZ -l del vbj~ t ...1 ,
&lt;l g en tre v 2 r7 1..S. ''fo rm ti 1 id ~(}es ( ? s t v 2 s , en t r e o ~ t e r i j u n i vers a 1 y o - ter 1 .: 1 n ''dividue!l
(;ntr ¿ f o ro .) univ~rs ~ l ~ i: ivi ~ u ::.. 1, etc) re ~ lmente
''i¿entifi~ =daa , u~ ~ de l ~ S cu a les e xirt e SÍ~ 1 ~ v~r3.Cun n nt~
r i Gr i &lt;~ ~ j n 1 n r "' e es o in t e 1 e c t i v
q u e 1 :l c 0 ne 1 b ~ , s 1 b 1 en t · n Po~
'' f o rm '1! 1 i d a d e~ :l i s t i ~ , u id s n (; p u~ een ex i s t i r s ~ P - r ~ d a me~ t ~ . n ~
'' i q u i e r ~ ;; e r e 1 ? \.; d e r d i v i n o ;' • L "' s e \_; 1:1 fJ 1 i e ~- d v
e! ~ : s t
&lt;: e 1 n .!..
8
e iÓn ~n ¡ _ q ue g ,.~ p~ g _:
e 1 p 1 ~ n ú 1 ·2 t~ i C '- .... 1 \. n t O 1 . e 1C O S 1 n P :.._!!
r
,, 1 ºun G
.., ~ · . . bu
en s u su t i 1 s~~
i v s !? u rt t 0 s 0 s e u r v s ( e 1
S ..... •.....\ 0
- '
'- · - 3 ._..
'
U..
L~
b
d
1
d e 1 1;;:. ' in e i v i ,~ u .. 1 i . ,. e' ~ , r o r
. ~ 1' 'J. '~~ /;\ - n. ·l s e t ~ el t ._ .. ~ ~ _
d o e t r in ::. .·. E: l 1.. s: u o i v e r a e 1 e~ -:- t ~· -r~s ).,~. .~. ·u &lt;: 11 e~
e 1 a r t:: P 1 ~
e '=· d e Oe k h ~o • s.: tJr e e 1 pre, . Ei¡~J . . . , \,.':': t"..;1 se \S. '' e w ski , O • F • M • , • M wu • ee J
.
'i
T h ª f ,, r n ~ 1 d i e t i ¿t i e r. "" f D u;:
e
(;
t u 9 , A S t u c1y 1 n r-1 - - - • •
· ,.._
"'
•
...... ..., O 'P'i,T1;M"~lO
t..&gt; • -...
, ..
"
' ~ e-_
"' • e_,
-

e

: e:.

#

1

.,,.~

.

~

~

_,&gt;.

·:_;

c.,.,,.

&lt;,,.

=-¡

~
,.~
t,¡C lt.•N '&lt; ~
·~ _, t
Ot

~"'

~ .~· ,!f.1·. rA~\'.'..:1-.:~ '/
- ......,./

'"

2

1

�.

..

-42'I

~

Met aphysics, Th ~ C8 th o lic Univ e rsity c f Americ e Press, Wc ehina
t on, D. e. , 194 4)
•
•

18. Con e.xcepci~n de l os eec o tist c. s (vé ,., s~ n o t ~ ~ nteri o r), l !:! di,!
t in e i ó n a d o i t i (1 .~ e !:! e i p o r t o C. !l s 1 a s es e u e 1 ~ s er e 1 ~ (! e r i v e eo
de les e ecrit 0s ce Tcn 1e de Aquin o (1225-1274), est~ es, l a
distinción forn -J l. y 1 .r' distinci ó n rec l. L n fc·rm n l (o &lt;le . r o z~n) d €u ende de i Q 7 nente r ~ z vna nte' ; 1 ~ re e l se b a s 5 en l os
ob jat c s . cisoo s, c on t 0 t ~ l inde p endenci ~ d e l ¿: consider nci5n
intelectu a l qu~ d isti~ g u ~ (es d~cir, q ue l o d istinguidc est4
sep ~ r Q c o en el u bje~ o ) : L ~ disti~c~6n r e~ l ? Uede ~er meyor .
(cu ~ n d o se dn s epcr ~b ili dc d Lísic n entre l es rlistin~uidos) ~

n cnor (cu D nd ~ l e s o p a r e bili d~ d es net c fíeic o , e st o es, entre
principiop. no p crc¿ ptibles ; c vm~ 9 p. e ., ~ ntre 1~ esenci a y
1 ~ existenci ~ en e l hon bre). L ~ te o rí ~ d e 1 ~ distinción tuv o
enoroe imp ~ rt =nci ~ en 1 ·\ Esc ~ 1 :s tic Q de b i~ 0 E qu e ~e ella depandí ~ n ciert ·,:) S pun tos d. elic ~~a s d.a te (' l c -.1 í n (Trinid a d, tr a nsubst ~ nci o ci~ n, etc) en l os que h ch í 2 qu e eo p le a r distincio-·
,,.
, .
n
. e s 1 ~g 1c u s. .
_
.
•

19. Est o es, seri ~ u n~ distinc iC n que de p~~ derí ~ d~ l e mente r ozo
n e nte dei suj,at J j c on nin gGn fund on 6n t c en l ~ c o sa (distinci6n
f orno l ~d e r ~ z ~" ). Ockh am llege c ~ c este s r g uoent o ~ ln ne30
ci5n im p licit o ~e t Gd u posi b ilid a d c nt c le e ic o (y 16gic a ) pari
e 1 u s e d e 1 :l '' c1i a t in e i ~ n f e·r n e 1 '' e s e o t is t !1 en ~ s t u s e !l s \J s , y

se t.:i dh i ere
rior).
,

·~ 1 :~ c.C.o pt ~ d .::!.

(Vé ~ se

tr !&gt;dici c n ·1 ln ;;;! nt E. .

n o t e ente- /

.

•

...

20. Afcriso ~ 1eg ic c esc vl1stic o . De ~ cuer d ~ ~ sus fines (ver i a
n o t ~ 1), Ockh ( n inetruy~ Dl lect o r en l e p r ~ ctic ~ del instfti
~Pnt 2 l &lt;l~ 1 ~~ + é E ic ~ ~ su d is po sici ún ~p r o v e ch ~ n d u les fi guras
Y m od ~s d el silGg isn o ele 5 i ~~ s p~ r 2 su a r 3 ucent ~1 ci G n c Gncret a
en est~ ccp ítul J .
1

•

2 1 • Oe k h !.!O h .~ u s e eo -i1 r. r í . .:. e v e e es ( e r 8 s • 2 , 3 , 1 • • • ~ ) e 1 t i p o d e
1
sil ~s ism o A~ B ~ e= B; e~ A, c c rr e s ~Jnd ~ente o 1 ~ se g und ~ _
f i Ru r ~:- e 1.:! s i e CJ. :
....

p

s

s ..

M
~1

\

p

•

•

•

•

•

Y defien d~. Cl quí l n f uerz ~ que tie ne el. n u a(; · ''Cp,s ~~ rP. ~t

(EAE) en

es s fi· -~ ur :~- p~... r "-·~ ,;nl t•i pc d e -~ r g t1ne n t ~.. e i o... n q. ue us u . De c h1 su
·
P !2. r""en t e 8 is
e 1 ~' l...
-0 ,.~ i· e e '' 1J \'~ r 2 s u b r ~ y n r 1 e C' u ~ e e t e t i p o d e s i 1 o g isn o es t o n c ~ nclueivo como el ''Cel &amp;. re~t 9 1 (EAE)
·1 a primero.
fi gur a , p:eferido_p~r sus contcropor ~ n 8 os quienes, en los posi
·· ble, se c1rcun ~cr1b1 an ~ lo s modos v ~ lidos de 1 ~ p rimer a fig~ .
r 3 pues l ~ crei c n ''m ~s conclusiv .:\ ' 1 qu e l :: s otr :S s •
..
J

de

t

..
•

------...-----..,~
I

•

I

/
/

•
•

•

�•

\

•

I ND I C E
Pedro

Hiep ~ nc

. .. . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
~

p.

1

p.

3

• • • • • • • • • • • • • • • • • •

p.

13

• • • • • • • • • • • • • • • • • • •• •• • • • • • • • • •• • • • • • • •• • • •

p.

21

1 • Tr c t _ d~ IV - Silogienc~

2 . Tr :: t 2.do VI
Not s

-

S u posi ci 0nes • •

Guillermo de Ockl1 r m

-

Sobr~

el

• • • • • • • • • • • •• • • • •• • • • •

• •• •• •• • • •• • • •• • • • • • • •• • •

p • 25

• • • • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

o• . 27

• • • • • • •

Univ ~ rs o l

t

•
1. f.; n Q

•

exietenci ~

• • • •

p.

31

• • • • • ••• • • •

p.

35

. . . . . . . . . . . ... .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .

p.

39

..

. . n de Dunc
Contr n 1 . ::. ~~1r!l.
Ea coto
Eobre ~1 u ~ivers .... 1 • • • • • • • • • • • • •
•
Not es

ext r ~ ment ~ l

•

• • • • •

...- .... -------.-•
•

•

�•

•

•

•

•
•

...

I
/
'

•
•

•

-

I

•

•

•

•

·,

'

'

•
•

•

\

•

•

•

•

•

•
•

•

�•

•

•

•

Impreso poi 1&amp; Civisión
Publicaciones y Ediciones de la
Universidad de la República
Depós r to Le ~a 1 r 'o. 132. 690/78

•

•

,

�•

•

•

•.. ,1
.,.(;

.

•

•

\:

•

. .•
••

~

•

• •'llt

..

•

•

•
lt

•

#

•

•

•

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3299">
                <text>Textos de filosofía medieval - vol 2</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3300">
                <text>Filosofía</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3301">
                <text>CAÑO GUIRAL, Jesús</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3302">
                <text>Caño Guiral, Jesús &#13;
Textos de filosofía medieval / Jesús Caño Guiral.--Montevideo : FHC/DPE, 1978.; 42 p.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3303">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3304">
                <text>1978</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="37">
            <name>Contributor</name>
            <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3305">
                <text>Bach. Gonzalo Marín</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3306">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3307">
                <text>Libro</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3308">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="19">
        <name>CRITICA</name>
      </tag>
      <tag tagId="207">
        <name>Filosofía Medieval</name>
      </tag>
      <tag tagId="419">
        <name>HISPANO  PEDRO</name>
      </tag>
      <tag tagId="418">
        <name>OCKHAM GUILLERMO DE</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="297" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="528">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/f59615eacea20ea259bb32135d7805af.pdf</src>
        <authentication>8d0a11eb56b8ec440eb808838eeb92a6</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3320">
                    <text>•

1

J

l ;r\ l (.PNSTITl ('I()~ ~)!~! , &lt;:A,V iPO
JllS' f.()RIOGR.1\s·1c(~ ~··: N l lRl i(il J.J \\,..
l Jl\I ¡:.~()(~~S(l 1)1~ /\Cl).\1 l Jl .AC3ÓN
'

.

Departa111entcJ de Histor1olog1a - agosto de 2007

J
•

,

UNIVERSIDAD DE LA REPUBLICA

90 .2
Z UB
con

FACULTAD DE HUMANIDADES
Y CIENCIAS DE LA EDUCACIÓN

�•

•

..
•

�•
•

•

•

Oep&lt;1rtr.u11en1cJ cie H1stor1ología - agosto de 2007

•

�,

�CARLOS ZUBILLAGA

LA CONSTITUCION DEL CAMPO HISTORIOGRAFICO
EN URUGlTAY.
UN PROCESO DE ACUMULACION
(1911-1973)

DEPARTAMENTO DE HISTORIOLOGIA
•

2007

��qué concepc ión "i&lt;&gt;brc el ineludible
carácter colectivt&gt; de c\a C&lt;&gt;íl\lrucción?

INTROOUCCION

rc')puestas
posib les a
L,as
interrogante · de este tipo contribuirían a
comprender de mej or manera los
1necanis111os de alian1a1niento de la
disciplina históri ca en l Jru guay y el
nivel
alcan1ado
en
c;; u
cu ltivo,
co1nple111cntand&lt;&gt;
VJ\IC&gt;l1t;5
má~
preocupadas p&lt;&gt;r el aná li \is de la&lt;;
ternáticas
i1npl icadas
&lt;.)
por
la
evaluación del apego (;a inllexible. ;a
laxo) a teor1as ) cc)n vice ion e no
. iempre científica~.

l ~a

producc ión hi~l&lt;) ri ográfica
\ Up&lt;&gt;ne. en cuanto re ultado de una
indagac ión c ientífica. un proceso de
acu 1nulación: es sic1nprc el frute) de una
revi si()n (respeto y críti ca. a la vc.1) de
la\ elabt)racic)nes precedente&lt;., . l lay un
e\pe\C)r en el campo di ~ci plin a ri o. que
dcnc&gt;ta l e)~ aportes (s iernpre parciale())
de quienes abordaron con anteri oridad
un tern a o entaron la base5 de una
línea de investi gac ión. A partir de la
certidumbre de que todo conocirn iento
aci111ite ser 111ejorad o, se irnpone el
reconocimiento (en cuanto implica
revalori/ación) d e lo que ha antecedido.
.J U&lt;;l iprccia r eso a porte , encuadrarl os
en el esl l1d&lt;&gt; ele la l'lt&lt;!.\li(J11 al 111omento
tic \ U elaborac ión. e&lt;; no ~t) I C) un
ejercicio de re peto (el reconocirniento
ele la deuda intelectual c1 uc \ Íernpre ~e
ti ene co n quiene culti va rc&gt;n el ca n1po
c1ue lahc&gt;rarn os). &lt;:, ino el inicie&gt; de una
actitud críti ca. que para ser efic iente
debe co1ncn;;ar por er autocrítica. ¿, l~ n
c.¡ué 111edida
om os tributari o
del
e~ ruer 1 0 de lo.. precur ores? ¿ C"' uánto
del terren o e tá preparadt) por pacientes
trabaj os de desbro7an1ientC) r&gt;revio?
¿C 'uál e~ el rit1no de aceleración c1ue
pc)de1n oc; alcan1ar en nue tra labor.
gra c ia ~ a los au:\iliare de inve ligación
(b ibli og rafía~. cronologías. diccionarioc;
biográfico ,
oca bulari o()
técn ico5,
documentalc . guía\ de
cdi cic)nC\
archivo. in tru1ncnto de dc~c ripc i ó n.
cte.)? ¿Cuánto de le) que pc)r estar
libradc) a la con ulta rápida. que de peja
duela" )' rn ini111 i1a lu aplicación tic
11llC ~ trC) tÍ CtllpO a Ja uctcr111inac i(&gt;n ()C
a&lt;.,pcc[OS &lt;.,CCundarios. C&lt;., Ucbido a la
cc&gt;(&gt;11cración de autorc que ded ica rc&gt; n
parte fundamental de u tarea a la
~ i ~ te1nati1aci ó n
de
inforrnacione5
varia\? ¿Qué di sposición de ánimo e
po~ i ble dcscu bri r en esos con tructo rc~
del ca111po di ciplinario y - 111á. aún-

La
di ciplina
hi tóri ca
en
U ruguay fue adquiriendo. a lo largo del
iglo XX. lo. rasgos de un ca 111po
definido y una prác tica intelectual
e pee í fica. en tan to la&lt;., c..'&lt;&gt;11111r1iclc1cles
1
/1i.\·f_Q!_·iogr (íftc(1s
fucrc)n capace. de
contribuir a C\e proce\O rncdiante
ace ione.. C() l1Crctas. i fll p lcnicntadas a
partir de una labt)r ct&gt;lec tiva )
reconocida C&lt;) tno legitin1ante. de u
propia ex istencia. l~ n C\tC \c ntido e~
preci o adverti r (1Ue, pc&gt;r le) general. no
se trató de la 111era ~ u111a de labores
individ uale
en
un
co ntexto
in titu cional. \ inc) de tarea~ propue .. tas o
c111p rendidas nccesari arn cn te por un
CO lect i O, en fu ne ión de cri tcrios
debatidos en ~ u seno ) de pri oridade
fijada en relac ión con lo cur o de
indagatoria a~ um idoc; c~pcc í ri camente.
Por otra parle. en el cas&lt;&gt; de algunas
l'&lt;&gt;t11z1ni&lt;Íl1&lt;le ,. l11sl&lt;&gt;r1&lt;&gt;J!.r&lt;ífll·&lt;1.\ este fue.
quiLá • el aporte runda111cntal en cierto
trarn os de actividad. en el ~entido de
que la 111 isrna re~ u l t() 111cnc) relevante
en el plan o de la c. tri cta producc ión de
CC)llt)c in1ientc) y n1á~ ~ig niíi cativa en el
de la creac i{)n de hcrra1n icnta.. o
1

l lcmos unali/tu.Jo el concepto de co11111111(/a&lt;I
/11slor1 or.rc~ficc1 en nuc'llro 1ihro l /1s1or1a e
l11slor1aclore\ en el l r11g11a l ele/ \1glo \ \ f ntre
/(1 proje.\1Ó11 J' 1&lt;1 1111/11c1nc:ll1
ton te\ iuco.
1 1brcría de la l·acultaJ Je l lun1anidadcs \
(.'icncin\ de l,1 1 ducac1on. 2002. pp 21 12.
~

1

�condiciones para que aquél la
produjera de forma más vigorc.lsa.

se

l~ I

1~ 11 e iert&lt;.l 111c&gt;tl&lt;.&gt;~ las estrategias
desplegadas para asegurar la labc&gt;r
investigativa en el ca111p&lt;.&gt; disciplinari&lt;&gt;
irnplicarcln construir para el futurc&gt;.
ap&lt;lstar a la C&lt;&gt;11tinuidad del csfucr1cl
intelectual en l&lt;&gt;rnc&gt; u una c&lt;.&gt;n1prcnsic'&gt;n
111ús rigurclsa del pasadcl. [&gt;clr su
intcrn1cdic&gt; se c\presc) - a veces de
fc&gt;r111a
i11111lícitauna
c&lt;Jncicncia
rrofcsiclnal.
tlcnc&gt;landc&gt;
avance-.,
cncc&gt;n1iahlcs en el grado de rnadurc1
U lcan1aO&lt;.)
pc&gt;r l&lt;.&gt;S t: U l lllíCS de la
di ciplina. a pesar de un cc&gt;nlcxtcl &lt;)ficial
de gcncrali1ada incuria. J)c allí c1uc las
tareas cumplicfas fueran n1uchac; vece.
el resultatlc&gt; del csf ucrt&lt;&gt; gcncr&lt;&gt;S() 11()
rctril1uíc.Jc&gt;
ni
rct:&lt;&gt;ll&lt;lcitf&lt;l&lt;.le
hist&lt; &gt;riad&lt; &gt;re~ ~&lt; &gt;n fuerlc \ &lt;H::1ci&lt;'&gt;n &lt;.le
ser\ 1c 10.

l)c c ta 111 ancra se de La &lt;1
•

ace tf&gt;nar

de

t

presente élp&lt;&gt;rlc cc.&gt;111plcrncnta
el análisis de f(&gt;ndc&gt; que. sobre el
cjcrcicic&gt; de 1,1 prc&gt; fcsic'&gt; n de histc&gt;riador)
las prácticas a c1uc die&gt; lugar en el
cc&gt;nlc\l(&gt; de ca111hicJs t&gt;pcradc&gt;~ en la
scH.:icdad uruguay'a del siglcl p¿1sadl&gt;.
hcn1cls vc&gt;lcad&lt;&gt; en lil1rc&gt;s ..\' artít:ulc&gt;s.
puhl icad(&gt;S entre 1&lt;)8::! ) 2íJ04 2 .
1

1

•

2

tres
('f &gt;1111111ic lr1&lt;.le.,
1as
on Ji .._
l!U rada
i.:: n

rlos Zl l\11 1 l\l1 . //1\tor1t1~r&lt;ifit1} c:t1111h1n
\oc1r1/ l· I ct1fo 111 "K"ª' n. en ·· u, demos del
., /\ 1 1r·.
o
- •
le nlc\ ideo. oclubrcuicicn1brc 1&lt;JX_: I a Segu11tln I poc I ( /(.' lr1
'll&lt;'''l'ilft //1 1ti11 ti (/9./1-19 '-J.
1 ntc\idco.
J 41..:ull,ad de l lum~nid1.1dc ~
icncias. 1&lt;&gt; 7: I o

/1 i.\'/c '"'''J!.rc í/ict
. 1.\.
t&lt;1rn&lt;l a: el Instituto llistóri
)
'eográfi C(&gt; del lJrugua). t:I Must:&lt;
l f istélrÍC&lt;) acional. ) In r:, ultad efe
1fun1anicta&lt;.fcs )' icncias. l· ue a partir
de 1as i n ieiat i va s ~ e ur &lt;&gt; dl' at ei • n
dcsplcga(fc&gt;s tJcsdc la 111 isn1as a J)csar
tic la n¡,ituralcza parcia l&lt; &gt;(fi s ntínua efe
alguno· crnprcndirn icnt l - ¡ue avanz
la d.i ~tiplina ha ia h riz ntt s que
pc.::r1111t1crt)íl su plena pr ll:si naliza ¡ n.

f1g111/1ct1c1&lt;í11

&lt;l \f111 ol/,, tle lr1 l11\tt1110¡.:1tifi&lt;1 '""~f!llfl}lJ. en:
1 cmandcl rJI \ &lt;J 1&lt;l lc&lt;lrtlp. l. / &lt;1 h1r11111ng1t1Jia
c11"Ke111111r1 e11 el \IKlr&gt; \ \ (//)
llucnos irc .
cntr 1 ditor e \n1cr1cu 1 tina. I'' 4:
llenO\"(ICIÓll l1t'ifOl'IO 'l'(I IC(J ~11 el l 111g11a\ de lr1
c/1, lt1d111 1 ) &lt;IC' In 1~111\l1t11t 1&lt;111c1/1:r1 1ó11
1le111oc1,111ca (19-3-199 .. )
en ·'f{c, i 1 de
India·· \ol 1\11. urn. -1&lt;1. J drid. \ta\Og Sln 19 7. Í 1111 í! COllll (ll'CI flfl\ COll\ .,,,;O~
I r1 111 \/0110~1 tifir1 11111¡.:.ur.1 1 t/111 t1111e lr1 'i1.'g1111rln
1

1 () t:Xtre111os ron ,, gi
cJcl
prt sc ntc trabajo . e &lt; rrt: pt ndt:n. en su
inicio. . on c.:: 1 prc ) t: to fe lt:\
l)rc

1945-1956 en·
ra
P (, \
~1 ..1rth .. f{ 1 J{I rl 1 7 f c&lt;1n1p. l. /,ÁJ
l/1\to11og1r1fit1 ll1n¡Jlt1111e\c c!n l 1 f'n" uerrn.
11ucno~ \tr(~. 1 d1l&lt;&gt;r1al 1 1 olrl1cn,1. _001:
111 ln11r1 l /11 Jt111r1clo1 t.•f en el l 111g11r1\ &lt;le/ rt}!.lo
\ \
l 1111 e: /11 ¡11 &lt;1fcf\1n11 \ lt1 1111/11r111c1r1.
1unlc\ iuco. 1 1hrcr1
de I, 1 a u1t~1d de
l lurnun1dudcs ~ l 1cn i,1~ de t1 1 duca ion. 2&lt; 02:
flO'!•Kt1e11 ti

Ín\'t:stigación hi tóri d en 1 s '". r hi' .
de 1.-spaíla. elnhorn f p r .lose 1 nric.iue
l{&lt;Jd&lt;) ) e lt:: vad&lt; a lct
,· 111ar, d
f{ t::~rc.:: c1~t an1cs el 2.- clt 111 arz&lt; ft: 1 11
(pr1n1t:r intcnt por efe linir una J) líti et
{Je l st~~dl en la 1r1atcri:1 • ) • en u final.
t&lt; n la 111tcr\cnc ión de la l Jni\ er icfa{f lt·
la J{ c~t'1l1I~ a (el _7 dl'.
tubre fe 1 7 ).
q~·~ . 1111pltló 1~1 l:1u ur~i fel esp ~ i
Í

ul1l1 Cl&gt; efe rcn )\ a~Íl 11 hist ri l''r'lf-1
l

.lorJ l 111r llt&gt;111e1 o en el

rl.

1111111tl1r1/

/) •/ t1111n 111c1/1\1

1

/11

co1ifc,1ó11

&lt;. n1110 1111/11r111 1r1

cn111, \l 11111t1.

1)1 \ l r l

l

r ,1

P\ ,\

l /1\to11og1 &lt;1/ir1 r1''' le1111 ti '
""'''''"'&lt;.~ c11 f / 11.•1111110 1

r

d.

\ir ·s. 1 d1tnr1ul 1i1bh '· 200·1

2

'11

1011n

en: 1 cn1 nd 1

fcd J.

/ &lt;1

//1 1nr1t&gt;~rnfia
111~11n1 1 ucnoC\

/ /
(

lt1

�ln&lt;;titul&lt;.) l li ~lc.) ri co ) (1cogrúficl&gt; del
l Jru guay
la
t1 uc
C&lt;.)nccntr&lt;)
la&lt;;,
inquictude tendient e~ a re.\/1/111r a Ja

ESTRA'l'E(;IAS t&gt;A l{A LA
11: l\'11~ I{ ( ; l1:N (, 1A
l&gt; E NUEVO O N O C' I M JI~:Nl'()

ac itH1 l o~ c lc111c nt&lt;.&gt;\ U&lt;&gt;t:u111cntalcs en

que rc~ ultaran co n ~ign a d o los puscJs de
la
conmoc ic.1nada
i n~tituc Í&lt;.)na1id ad
dcc irne)n&lt;.)n ica. contri bu\ cndo de C\C
1nodo a tran s fc.&gt;rmar la produce ión de
CC)íl&lt;.)C i 1n ienlo h i tóricc.). de prácl ica
fa1niliar
en
ejerci ic)
intclectudl
auté)tle)n1&lt;.). l)c rn ancra i1npl íc ila le)
rccone&gt;c ía en 1924 el rn icn1bro tic
número del ln ~ titut&lt;.), Juli&lt;.) l crena
Juanicó. al dt)nar al A rchive) ) Musco
l~i tórico
acional un i111portantc
conjunto docun1enta l: "/.. . / ll&lt;&gt; &lt;&gt;lrt1 co,&lt;1
r que ~c rvi r a l e)~ i ntcrc~c s nac j() lla 1es l
~

1.

1~:s tratcgia s

hcu rísticas.

l a creciente &lt;.,Í...,lcn1ati1aci()n de
la

1nctodología
hi5lóri ca
y
la
ine\cu abilidad
(en
el
ea111pt&gt;
d ic;c i pi inario) de la producción de
conociJniento a partir de fuente s.
condujo a conferir a la etapa heurística
un particular significado. Sin entrar a
C&lt;&gt;ll\ iderar ac.1 u í en qué 1ncd ida alguna\
de Jac; e\pcriencia\ hi&lt;., t&lt;.&gt;ri c)gráfica\
na u fragarc)n en e~a e lapa. cv iticnc ia ndc)
llll ()l1~C\Í\() apcgl) é.l la"i fucnlC"i l(llC
(()rric') parcj&lt;&gt; a la incapacitlau rara
intcrr&lt;)garla&lt;., } potenciar su&lt;., aporte~ en
un ~ól ido proccc;c) her1ncnéut iCl). le.)
e icrte) e&lt;; que re id ió en la~ e&lt;&gt;1111111icl&lt;1&lt;le \
/1i.\f&lt;Jri&lt;&gt;J~r&lt;í/lc·&lt;1s upl ir la ca rene ia de
r&lt;) 1ít ica pública cons istcnle&lt;., para la
rccupcraci&lt;)n ) prc ~cr\ acil)n de ft1entcc;
hi\t() rica &lt;., .. )a 1ncdianlc el acicale a ll)\
pl)dere\ 11ú b 1ico\, ) a n1cd ianlc la
t:rCtlCil.Hl c.h.: rtp()"Í l&lt;&gt;ri&lt;&gt;" altcrn&lt;1liv(&gt;"i.

¡1er,·1g&lt;J lll ¡&gt;&lt;J11er l&gt;llf&lt;J 1&lt;1 l' lt\ l&lt;&gt;&lt;l1t1 tic/

rI

~.\/(/(/&lt;),

/&gt;ll/&gt;l'I&lt;!\ l/lll' ('()/]( 11rr1rtlll {/

.\tri is/t1ce r l&lt;Js ¡11sl&lt;&gt;s re&lt;¡ ue r11111c11/&lt;J.\ &lt;le
I&lt;&gt;' e' t11cl i&lt;&gt;''''

,¡&lt;' ,,,,.,,,

&lt;I&lt;' 111 &lt;'' '&lt;&gt;r e' 1111 &lt;!tu l. 11111( /u' '
e11 ¡&gt;&lt;Jc/er ele ¡&gt;er.\&lt;J11c1.,

' e 111&lt;'¡&lt;1111e '
tle ell&lt;JS\'lll1Ílf&lt;J.\ll\'

I &lt;1 r&lt;'l&lt;' 11c 1&lt;&gt;11

('

/Jl&lt;l&lt;Jl'lll\,

&lt;J . IJ/CJ'l/11/ l' Jl/('

cli.\¡J/1ce11/e\, &lt;&gt;. I&lt;&gt; &lt;¡11e "' ¡&gt;e&lt;&gt;r l&lt;&gt;clc1l 'Í&lt;1.
111&lt;.1!1g11t1s. l leter111111t1. ¡J&lt;&gt;r /cJ C&lt;J11lr&lt;1r1&lt;&gt;.
.~rll\ 'e &lt;ll111c&gt; /&gt;llrll el ¡&gt;&lt;IÍ\
1&lt;1 l'\/(;r1/
&lt;J.\/&lt;!Jl/t1c·1(J11 l

lc1 111c11r1c1 e11 l&lt;J\

tic&gt;\
•

¡ Jr 1111e r&lt;J.\ c·t1s&lt;&gt; ' . .\ ''·' l r&lt;re 11. 111&lt;&gt; 111e 111&lt;111e &lt;1
&lt;&gt; clefl111/1 \'t1111e1 1/e . &lt;l&lt;'I 11&lt;&gt;/1/e &lt;"&lt;&gt;111erct&lt;&gt;
&lt;I&lt;'

¡,,,

fJlÍgillfl.\

\'C' rclct&lt;ler&lt;J\
(/

\'('('('.\

llJ \'e' \llJ!.&lt;lcl&lt;&gt;r&lt;''.

C'.\ ('J/Clllf&lt;!\

fJflr&lt;I f&lt; I

erége\J\ ele/ ¡&gt;c1\&lt;J&lt;I&lt;&gt; . e11 el 1í/11111&lt;&gt;. el/&lt;1

1. 1.

Salvaguarclét
d&lt;&gt;cu n1 en tales.

de

fu entes

( &lt;J11tr1/&gt;11i e

¡&gt;er111rf)ll&lt;l&lt;&gt;r&lt;1

t1!1111e11/&lt;1r

lc1

111e1111rt1

,. &lt;le., cc&gt;11l·erlt111le

.r

c1

f&lt;&gt;111e11/trr r e11c&lt;&gt;l'l'\ c¡11e I&lt;&gt;' '111&lt;le.\et1!1 /e\ ·
&lt;le
¡&gt;&lt;J/Í/1('&lt;1 e:r¡Jlc&gt;l&lt;11«í11 eg&lt;&gt;Í\lc1 )'

¡,,

de nu1nero~o~
docurnenlo públic&lt;.&gt; \ durante la lucha ~
p&lt;&gt;r la 1ndcpendcncia. a\Í co1no la
práctica C\.tend ida a lo largo de 1 \ igl()
X 1X de rete ner le&gt;', hc.&gt;111 brc ~ t:&lt;H1
actuac ión pública docun1cntacit) n de
naturalc1a oficial (con un criterio
"patri 1nonial" del cjcrcicie) de las
funci o ne~ de [:c;tado)~ cc.1ndujc.1 a la
dic;pcrsión de nurnero ac; fuente~ en
arch ivos pa rt icu lare suc;tra ído a la
con&lt;;u Ita de los h i toriadorc&lt;-i . J\ nte&lt;; que
la dcfinici()n de p&lt;.)l íticas c.1ficiales ~()b rc
e Le part icular. fue la accié)n del

F'I a1aros&lt;&gt;

&lt;I

trán ~ ito

..

111(1/\'(ll/llll/C'Jl/e " '.

Má

n ít id a rn en t ~

i n ~ t i l u ion u 1

ali n.
llegó a ~cr
la l)pü~ ic i(&gt;n
rna ni fc')tada en di\&gt; cr~&lt;)&lt;., ll1 &lt;) 1l1Cnt o~ a1
C\purgo ) dc~trucci&lt;)n de fuente~
h i~té) rica s p&lt;.)t· parte de &lt;.)rgan isn10'&gt;
3

J{JI f(1l '. J'orno XI\'. iVfontc\ ideo. 1938. p.
490 (C'ro111ca... cle!l l11s1111110
\011c:10 .fiuhre el
&lt;JJ l /11,·o cle la I &lt;1J111/1a .J11c1111' o f tc\.lo Je IJ \.Jrtu
Je .Julio 1 crcn~t .luun1co al J)11cctor tlcl \r cht \O
} 1usco l l1~túr1co acion&lt;1l. 1clmo tv1.1naconJ,1.
fcchnd.t en ivlonlc\ H..lco. 1 1-1 :!- 194 1 IJ.

3

�cxped icntcs
de
carácter
histórico
&lt;&gt;branlcs en lc)S archivc)S judicialc':&gt; que
serían eventualmente rcm itidos al
Archive&gt; en caso de aprc&gt;harse la ley. f: I
estudio que esta comisión realiLó en
di ver os legaj c)s e índices. llevó a la
n1isrna a ~ u ge rir la conveniencia de &lt;1ue
se rcrnitieran al Archiv(&gt; l &lt;&gt;&lt;I&lt;&gt;.\ los
e'\ped icntc~ arch ivad(JS en I (&gt;~ j u1gad o~.
a partir de una fecha que se es tim aba
p&lt;ldía ser 18()(). f· I dirccl&lt;lr del A rchi\'O
(Jcncral de la acic)n. Angel f l . Vida!.
h i1c&gt; suyc&gt; el cri tcri c&gt;. e prcsandc&gt; en su
inf&lt;&gt;rrnc los elcrnenlos de juicio técnicos
(). rn ás a(1n. teórico-rnctodc&gt;l&lt;'&gt;g icos) que
para
C&lt;)íl idcrar
concurr1an
incon\cnicntc la init:iativa del Poder
Judicial: .. (.l1llc1 é¡&gt;&lt;Jc&lt;t 1ic 11c 1111 c·ritc 1·1&lt;J

público"&gt;.
en
particular,
los
¡1crlenccientcs al f&gt;(&gt;dcr Judicial. C,c)n un
cri tcrio rn uy 1imitad&lt;.) de la noción de
.. íuentc hi t(&gt;rica··. la Suprc111a Corte de
Justicia elaboró en agosto de 1935 un
proycct(&gt; de ley {1uc rernitió a ~ u"'
efecto\ al l'oder f·:jecutivc&gt;, por el t1uc se
d ispc&gt;n ía ··¡(, i11c·i11er&lt;J('i&lt;)11 l&lt;Jfl1l clc l&lt;JS
1

e\¡Jetlic•11/e\
lrt1111il&lt;1&lt;I&lt;&gt;
.111cli&lt;·1t1lc

1

\'

\,

c·111l'&lt;&gt;

&lt;¡11e
&lt;111/l'

&lt;/lll' /

\ &lt;'

l&lt;J\

/ /111/1ierl111 J

111aKÍ.\'/rc1&lt;l&lt;J.\

111,·1erc111/ 111cí ' ele lrei11/&lt;1

t11i&lt;J\

tic

l1rc·/1t\ 't1&lt;l&lt;J\ ".

C\ccptuand(l de la n1ctl ida I&lt;)\ re fcridcl"
a cicrt()5 a\unlo en n1alcria palrirn onial
)' le&gt;~ tic ~·;11/erév /1i.\'f&lt;)ric·rJ &lt;J j11rí&lt;lic&lt;J ' 4 .
1ndc fin idc) ce; te cri teric) q uc se dcjat&gt;a
librad&lt;) a la dctcrn1inaci&lt;)n casuíst ica de
un c&gt;rgani \ 1no &lt;l&lt;I
de alguna
111anern se ccntrarc)n en e l '-iCña la111icnt(l
de le) inviable de ~u i111plc111entac ic')f1 .. lus
&lt;lp&lt;&gt;s ic i&lt;&gt;ne \ que e1 11r&lt;&gt;) ce le&gt; en írcnl(&gt; 5 .
( lHlsul tadcJ el /\rchivt&gt; (Jcncral de la
aci&lt;'&gt;n. fue dc\ignada una t:&lt;)rnis ic)n c.¡uc
integraron Juan ('arle&gt;\ (1(&gt;111c1 l lacdc) ..\
Juan 1=. J&gt;ivcl Ocv&lt;)lt&gt;. con el C()tn etitl&lt;l
de
tlctcr1n inar
cu a lc"i
eran
le&gt;"

¡,,,e·-.

4

1

¡&gt;&lt;&gt;r l&lt;J Ke11erc1/ 1111l1 /11c 11/e tlc le1·111111&lt;1clc1
1

tle ( {)/1\lllltl.
c·c1!1/1c·&lt;1r

1

1
j11.,·1,1111c
111e
.

clc1\e ele cl&lt;JC 11111c1 11/&lt;J\

llllllie JJl/('lle

l/lf('

tic•

11111/ilc&gt;.\

\'

~

(lcJ\ ·¡111&lt; t&lt;J\

&lt;le

&lt;«1rt1cl&lt;1 r Kc&gt;11erc1/. /r,, &lt;le/ f11er&lt;J l·r1111 i11c1l
c&lt;Jl11&lt;J ·'" ¡1re1c·11&lt;lc) '''' C\ft1r '&lt;'g11r&lt;&gt; &lt;le
&lt;/lt&lt;' tlc&gt;11/r&lt;J tic• t 1/,Sf.1111&lt;J.\' &lt;Jll&lt;&gt;\ tJ/rtJ\
/1rJ111hre\ l'&lt;Jll &lt;J/J«&gt;

eri1c.11·i&lt;J

.,,\

e11('llrl1J1&lt;l&lt;J

¡,,, C&lt;J\cl\' &lt;le &lt;Jlr&lt;1 111c111ert1 111J J'('('/c1111e11
c&lt;JIJI&lt;) /11c•11/e ele 111/&lt;Jr111c1c i&lt;}11 ¡Jrc•feritlll
pt1rc1 \lt\ l'\flt&lt;l1&lt;J\ ltJ\ fJ&lt;1¡Je/c

\e

&lt;¡111c1 re 11

tl&lt;1 \lr11ir

1

/J&lt;Jr

\

(/lll' r1l1&lt;Jrr1

1·e¡J11/t1r/1J\

/ ... J l'&lt;J&lt;lr1c111 ('ilc1r.\c' t~jc•111¡J/&lt;J\

1111í11/e,

1111111ert&gt;\&lt;J.\' ele \C' ries cl&lt;Jl' ltlllc'IJ/t1/e, t/11(''
¡J1Jr c'.\fJt1c·irJ cle &lt;:ie11 c11lr1' 11t1clie la., /1(1
l &lt;JJ1\ltflt1&lt;l&lt;J \ ' &lt;/ltl' 11/1i111c1111e111e. e11 t·i1·111cl
&lt;l e

&lt;leter111111c1c/c1

C' \ l tll ll&lt;J \

i. Q11e
,¡,,¡

/JtJr

¡,,,,.

l1&lt;1l&gt;ríc1 &lt;J('11rri&lt;ltJ

\&lt;JI l

cle

1,,,,.

\t Jf l c i /ti&lt; /c1 \

111\ ·e.,·11,~l1&lt;.l&lt;Jrc,

,,.¡

lc1 Dirc'CCl&lt;Jll

1lrcl1iv&lt;J c11 1111 111&lt;J111e11/&lt;J &lt;ll1cfc, \ ti

I ÍI 11/&lt;J

,'.\fJ&lt;'tlie111e.\ &lt;/lit! ,,e

&lt;1ric'JJ/&lt;1&lt;·1r&gt;11

/11 \ I &lt;JI' IC'&lt;J,\'

,/1t11·1t1111e111e

&lt;fe•

&lt;/lle'

11c1c/1c

111111(.(I

¡ Jct¡Jc'IC'.\'

l&lt;Jll\11llt1tl&lt;J

C!\tJ\.

r ec/11c 1&lt;l&lt;1

1111¡1&lt;&gt;rlc111c i(1.

Cll..&lt;JJl\C'/&lt;t&lt;l&lt;J

I r1l t Ji t!:&lt;1. 111\i}!.11i/icc1111e
en &lt;1¡Jt11·1f!11cit1, t!.\ '"'&lt;.'e¡&gt;t1hle tle re\'c.&gt;,,,;,.
fl&lt;ll'lt111/t! 1111&lt;11111¡&gt;nrtt111cia 111\o\fJl'C'1&lt;1&lt;lc1 " . por lo
e 11c 11e111rr111 (1rc hil't1t/o,

ne .v11er/c

1

&lt;&lt;Jl1&lt;lc•11t1r &lt;ti /Ít&lt;'~&lt;J c1 1111c1 tlc&gt;/e1·111111c1tl&lt;1

nurn1a propuc"t.1 l':\&lt;:L'pluaha de la n1cdiJa
de in~:incn1L·iún lo!\ c:-...pL·dil·ntc~ que \L· rclir1e1.1n
.il don1inio. dcrl'L'hos n:alcs. SLI"\ 1dumhrLs.
sucesione~. particiont·" } deslindes de bienes
ill01UL'hlt:s (e~ &lt;ll'Llf. todos :.t4UCllO!\ que
a li:l:tdr.111 el Jcrel ho de propil'dud ). ) lo!' que
··por su interés hisll·&gt;rico o jurídico·· L':\'.isticra
cnn\ cnicncia en conscl\ ar. Paru dctl'm1inar
L'stos t..'Xlren1os. ~l: plantc~tha l:rcr1r unH con1isinn
honor.1ri a. in legrada por dos j ucccs (uno del
lucro ci\ il ~ Dtro del fuero crin1inal). un li sc~1l.
L'I uircclor dt·I 1\rchi' () ( Jl'ncral de la .1c1on. el
dircclt&gt;r !si · ! del ln!\tilutn llis1'1riLo. ' t..•I
director del ~1u sco l listúrit·o.
.
5
1 1 l·isc:tl del lacicnda de 2n 1urno. I;.. llnrdoni
l'Pssc. en un L'Xlcnso dit..·tún1cn. se opu so ul
~ritl'riu de la orle. ~ugiricndo como alternuti\ a
para el dcscongcstion:.unicnto de los archi\ os
judici~1Je~. la crcacil&gt;n dcl 1\n.·hi'o &lt;icnL·r.tl de la
.lusth.ia. 1\J,ini&lt;&gt; que .. \,1tlc1. / . /
es

¡,,,

1

JJ&lt;1rt1 e11/&lt;Jl't11· l&lt;J\ l'\llt&lt;ll&lt;J\ /11,l&lt;Ír1&lt; &lt;&gt;' \

1a

t1h,,o/111a111t?111e il11í1il &lt;'11

1

/1&lt;;hít1

JJ&lt;Jr

,\' ll

l111hie1·l1

''' t!c•,1r11c·c·ir}11 _,, e.\·t c1

\e&gt;

on nuc\ 0
dictán1cn fi,&lt;.al ncgati\1( (el claborad&lt;.1
PL)r el 1 i\Lttl de ((&gt;rte. \.1clit()n
f{o111l!r() ). la ~ur1re111a 'c)rtc ac.()rdó.
l111/11ese llc' \'&lt;ttl&lt;&gt; &lt;J c·t1l1r )! ".

"'ª'

L'-..:prcso su rccha1n u la ini\.·iati\a :-;t•r1ulandn
qtu.: L'I ··i11co11l·e11h·111&lt;· c11¡1i1ar· qut: Ju 1nisrna
prl'scnu1ba. rcsiJía ··,· , c 11cu1/111e111e. t'll ' "
I l'f"&lt;'/Ul/'(/hi I iclt ur·.
ljUl'

4

�lina ln1cntc. en junit&gt; de 1940. de i'&gt;tir
de 1 pro} cct() de ley".

Cicncra 1 de la
ac i()n para 111C()r(1t)ra r
l o~ archivoc; •judi c iales. in&lt;;int1aha la
P &lt;)~ibi lidact tic llllC la r acuitad de
l lu1nanidadc~ recibiera en dep()~ito.
bajo la &lt;.lirección del lnc;tituto de
lnvestigacionc
t li~tór ica .
Ja
i 1n portante pape !cría, in ic i andt) en
acuerdo con el Archivo u fichado ;
7
habilitando &lt;-.u consul ta al público .

l ·n 1948. y f)Or iniciativa del
actuario del J u1gado de f)ri1ncra
de Colonia. volvió a
I nstanc ia
p lantearse e l terna de la destrucción de
exped icn tc j ud icia les, pro1noviéndosc
una serie de con()ultas ; dictá1ncne5
fisca l e~.
que en
la oportunidad
in \ olucraron
al
In titulo
de
l l i tórica
de
la
Investigaciones
í-'acultad de l lu1nanidadc y Ciencia
( rcc icntcn1cnte creado).
·u di rector,
E111ilio Ravignani , confió a l ~ dmundo
arancio la elaboración del infor1nc
corre~pond icntc,
qu icn
apeló
a
argun1cnto vi ncu ladc)S a la práctica
hi~l&lt;&gt;rÍ&lt;&gt;grúfica 111ú~ reciente y ¡1 la"
expectati a generada por el plan de
trahaj&lt;)~ del
ln~titul() :
&lt;¡111e11
ill\'C!\liglt e111111e.\lr&lt;&gt;\ &lt;1rt·l11\'&lt;&gt;.\ l'&lt;&gt;11 &lt;Jlr&lt;l\'
\'i\ltt\ &lt;/Lle !t1\ &lt;l1rig1&lt;ll1\ ti ll1 l1i\'f&lt;&gt;r1lt
¡&gt;&lt;&gt;ÍÍlicc1 J' e11c·l111::lt \ll &lt;tle11c·i&lt;)11 &lt;t le&gt;
\r&gt;c1c1I. l1l1lll11«Í e11 ,,,, h1Í.\lftte&lt;llt\ 1111
&lt;1111¡Jli&lt;&gt; l'Ct111¡J&lt;&gt; lle /et1ó111e11&lt;J\': 111e11&lt;J.\'
&lt;le\l11111l&gt;r&lt;1111e' ¡J&lt;&gt;\il&gt;le111e11/e &lt;¡11e le&gt;.\
¡Jr&lt;Jl'C!\(J.\ J&gt;&lt;Jlíticus . .\111 el l&gt;rillu lle lc1s
.v;rc111cle \ l1&lt;1::l11ic1.\. c&lt;1l I&lt;.tele&gt;\ ) · lt11c)11i111e&gt; '"
¡Jer&lt;&gt; e11 Í&lt;&gt;.\ &lt;Jite' ¡&gt;t1!¡&gt;1f&lt;1 el tlrt1n1t1.
,·e11c·ilf&lt;J
\'
IJl&lt;&gt;lle\f&lt;&gt;.
¡&gt;ere&gt;
e11tr&lt;111l1IJ/e111e11te
/111111t111&lt;J
tle
I&lt;&gt;\
/111111 il&lt;le' ... Rc\pccto a 1 dc't i no fina 1 de
lo~ C\.pcdicntcs juciiciale&lt;:&gt;.
arancit) &lt;-.e
inclinaba por ~u rc1ni ié) n al J\rchi\O
General de la Nación. de acuerdo a un
criterio que enunciaba apodíctican1cntc
() en e 1 que no 11od ía dcj ar de "' leer~c"
una crítica a Pivel Devoto ..\
u
iniciativas de incluir en el acervo del
\i-1 u~co 11 i tórÍC() ac ion a l. C(&gt;lccc i o nc ~
d&lt;)Clltncn ta le
y bi h 1iográ fica ~): "/&lt;JS
&lt;&gt;11je I &lt;&gt; \ lle he 11 c· 11\ t o&lt;li&lt;1rse e11 l&lt;J.\
11111\·ei&gt;s. Ir&gt;\· ¡&gt;&lt;1¡Je/e\ en Í&lt;&gt;S c1rc·/1ivcJ\ .v
I&lt;&gt;\ lilJr&lt;&gt;\ e11 lc1\ /Jil&gt;l1e&gt;tec ·c1\ ". De toda
rorn1as, y con~idcrando la&lt;-. di ficu ltadc ~
locativas que podía enfrentar el Archi\O

1.2.

Recuperación de f ucn tes
documenta le .. .

En 1916 el hi~toriador Jo é
. algado. que C)cupaba una banca
parlan1cntaria.
prcsent&lt;)
el
pri111cr
proyccl() de le) t¡ ue &lt;;e cont)C ió en e 1
¡1a í"' ~&lt;lhrc prtllccc it&gt;n ) C&lt;lll\er\ ac H·H1 de
n1 on u 1ncnto~ h i~tóricos nac ic1na le : al
rcqucrir&lt;-.c pc&gt;r la C' tlrni~i&lt;)n de r=-c)tncnt()
del Senado la t)pinión del ln~titul()
11 i &lt;;lórico )
Cicográ lico
~obre
la
iniciat iva. éste cnct)1t1cnú() a Juan
/orrilla de .. an Martín ..\ a Gu'-ltavo
Gallina! la claboraci()n del dictá1nen
()Olicitado.
Má
allá
de
la"
C&lt;&gt;nsidcracione c.1ue obre el fond() de la
¡1ropue ta lcgi lativa C()nluvt) el le,to
llí&gt;1'&lt;1badt) plH. el ln"ililUlCl. aJt¡uiri()
in1portancia la noción de documento
hi tórict) C&lt;)tno bien 1nucl1lc &lt;.,usccptib lc
de 1 a1n paro de la le). ~ i ~e C&lt;)ll~ id era e 1
trú fi co privado que c~tc tipo de fuentes
había ten id c) trad ic ion al 111entc )' \Cgu ía
tcnicnd&lt;&gt;. y el co ncepto gcncrali1ad o en
torno a la leg itin1idad de &lt;\U apropiación
priva da )'' Ctln'&gt;ecuente Cl)ln ercia 1i1ac ión
(que hacía que el L . ~tado agradeciera
viva111ente a lo dt)nante cuando e ·to
decidían dc~prendersc de papelería
hi&lt;.,tórica, ccc.iiéndola al Archive) ;
Mu seo 11 i tórico ac ion a 1). e 1 planteo
del ln~tituto adquiri() rasgt1&lt;; audacc :
"/ .J \l'g1í11 el ¡Jr&lt;&gt;rec·f&lt;&gt; ele /e,· llel lle&gt;clcJr

··1 /

7

1\1('1 I 1·1111. ( 'orres¡1011de11c1n con /-(rcultacl v

l 111\'l'l'\Ulací f&lt;J./..,-195] l11lorn1c del .lclc &lt;le
In\ C!&gt;l1gac1onc\ ucl ln\lllulo uc ln\C\ligactoncs
l li c..;lóri ca'). 1 dn1unuo 1. .1ra11c10. sin lecha
1pero cnrrc~ponu1cnlc t1I 6-R-1951 I ).

6

~ohrc cslc rrocc~o. el 1 : H.11 IC il ' · 1on10 X v l.
rvtontcviuco.
194 1-42.
pr.
11 1-122

(Jiu 111ero' 1011 tic' I \fJL'&lt;hc 11/e\ ./1u/1c1&lt;1/e\)
1

5

�.)t1lr,&lt;t&lt;I&lt;&gt;.

l&lt;&gt;s

l&gt;ie11es

11111eh/es

apropiación pública de los fondos
documentales.
la
impos i bilidad de
procesar técnicamente volúmenes muy
considerables de papelería de disírnil
naturalc1.a y características formales.
hi/O que el
principal
repositorio
documental del país se convirtiera para
importante
de
la
una
parte
docurnentación en mer&lt;) ''dcpósi lo··. Por
los
h istoriadore~
vieron
década e;.
frustradas c;uc; e:-..rcctativa de trabajar
e os fondos. carc.:ilcs en ab oluto de
instrumentos
de
de cripción
que
permitieran
pen, trar
las
cantera
docurnentalcs.

&lt;le

¡&gt;r&lt;&gt;¡&gt;ietlc1c/ &lt;le/ E.\'/&lt;J&lt;I&lt;&gt; pzte&lt;le.~ ser
&lt;'le1s[/i&lt;·l1lllJS ¡Jc&gt;r .\i111ple res&lt;&gt;llll'l&lt;Jn lle/
Ali11isteri&lt;J de lnslr11l·ció11 PzílJ/il·a. l l nc1
ve.:
l'l&lt;1sifil·c1cl&lt;&gt;s.
.\·e
c&lt;&gt;nsilleran
i111¡&gt;re.\'l'r1jJtil&gt;les e it1&lt;1lien&lt;1h/es: se
&lt;lec·larc111
la111hié11
nulas
lllS
c1&lt;l&lt;¡11isil·i&lt;&gt;nes l1el·l1&lt;1s e11 vi&lt;&gt;lttl'i&lt;)11 lle
es/&lt;1 tlisp&lt;J.\'i&lt;·i(Jn, &lt;IJ!,rl'J!,llnd&lt;&gt; l/lte lc1
c1c·l·i&lt;)11 reivindic·/&lt;&gt;ri&lt;1 ¡J11e&lt;le ser ejerl·iclc1
e11l'ltt1!c¡11ier111&lt;&gt;111enl&lt;&gt; JJ&lt;JI el Afi11isteri&lt;&gt;
&lt;1&lt;!
/11s/r11l'l'itín
J&gt;1íh/il·c1.
sc1lv&lt;J
i11ele111nizc1l·ión
&lt;J
l&lt;1 \'
lerl·er&lt;J.\
a&lt;lc¡z1ire11/es de l&gt;L1e11a .fe. ~&lt;)e ¡Jrol1ihe
c1den1&lt;Ís lc1 e..rportc1ci&lt;ín /z1era ele lci
Re¡J1íhlic·t1 de l&lt;Js &lt;&gt;hj, 1os 11111ehle.\
clc1s[/ic·c1dos. A l1orl1 hien ·
en/re l&lt;J.\
/1ienes 11111ehle.\· ele ¡Jr&lt;Jpiec '·1cl efe/ Estc1cl&lt;&gt;
&lt;/ti&lt;! el ¡Jr&lt;&gt;.vec·f&lt;&gt; [ ... J e,. n¡J&lt;rra. c·c1h&lt;!
l'&lt;J111¡&gt;re11tler
¡&gt;er/ec·tc1111c' te
&lt;1
I&lt;&gt;.\
tl&lt;&gt;&lt;·11111e11/t&gt;\
¡&gt;1í/1/ic'&lt;&gt;\.
'le
i11/eré'
l1i\·/t)r1c'&lt;&gt; 1~·,, re&lt;1l1&lt;l&lt;t&lt;I e \'ll \·erÍ&lt;t /11
111&lt;~\ '&lt;&gt;r
i111¡J&lt;&gt;rlc111c·ic1
ele.
¡&gt;r&lt;&gt;)'l'l'I&lt;&gt;
&lt;le/e11cler el c·&lt;111clc1/ ' '&gt;c·11111e11/c1ri&lt;&gt;
11&lt;1c·it&gt;1t&lt;1I _i·c1 &lt;¡11e le1 ri&lt;¡11e:1 1 arf Í.\'/ic&lt;1 es
&lt;le 11111v
i11feri&lt;&gt;r
vt1/íc1. 11&lt;1.\tc1ríc1 e11
.
.
l "&lt;&gt;11\ec·11e11c·ie1. c1y,rey,c1r lll ll 1ic·1-1!&lt;1&lt;I&lt;&gt; ele/
¡&gt;r&lt;&gt;l'ec·/&lt;&gt; e11 e\·/11&lt;li&lt;&gt; \l &gt;re hiet1e.\
11111el&gt;/e\ lt1 &lt;lel·lt1r&lt;1l·1&lt;)11 'e l/tle I&lt;&gt;\
&lt;l&lt;&gt;c·11111et1/&lt;&gt;.\ ¡&gt;1íhl il'&lt;J.\' .\e C'&lt;J11si&lt;lere111 &lt;le
¡&gt;1«J¡&gt;ietll1&lt;I e.'Cc·/11.\ivt1 &lt;le/ Esf&lt;tll&lt;&gt; )'
s11.\c·e¡&gt;tihles ¡J&lt;&gt;r l'&lt;J11.\i}!,11i&lt; 11/e &lt;le \'&lt;!r
cle1\·ifil·c1&lt;l&lt;&gt;'i c·&lt;Jlll&lt;&gt; &lt;le 1111er1 \ 11&lt;1&lt;-·i&lt;&gt;J1&lt;1I
l lecl1&lt;&gt; e.\I&lt;&gt;. &lt;¡11eeluríe111 1J/e11&lt;1111e111e
¡&gt;r&lt;&gt;l&lt;!}!,lll&lt;&gt;\ ) ,. .\erÍ&lt;t 11111ec:e.\&lt;1r1c1 ler
\&lt;111&lt;·/,)11 &lt;le 1111e1 le1 · l'\fJl c·it1! · ·.

,r...]

1.3.

Preservac 1)n de documento
originales.

de prclducir'&gt;c la
rerundacÍ Óll del f11~lilUl(l l li\tÓrÍC() )
Gc()gráfico del l ·ugua1 ( 1915). ')U
111ic1nbro de n(11 ero )' ·legislador
o ficiali ta. Pablo f~lanco /\ccvcd o.
prcc;cntc) - junlo e.e 1 el representante
/\ rn bro&lt;:&gt; ic) f_,. Ra1na' ')()- un pro) ccto de
le) por e 1 que e d 1~ponía la ··l'&lt;J¡Jit1 i 1
&lt;&gt;rclet1&lt;1c 1&lt;)r1 ele ltt\ c1ctc1\ &lt;le/ ( 'c1/1il&lt;I&lt;&gt; ele
\ f&lt;&gt;11tc ,.,,¡&lt;'&lt;J..
aún
no
pub 1icada~.
ordcná ndosc
u
divulgación
en
volúmene&lt;:&gt; de frecuencia ~e1ne tral. ) al
mi sn1 0 ticrnpo e preceptuaba que la
o fi c inac; pública\.
cc)n
u propio
pcr\onal. sacaran copia .. &lt;ll l&lt;1clc1 1111&lt;J lle
/\ 1

1110111cn l

1

1

t

1

/&lt;,, &lt;l&lt;&gt;c·11111&lt; 11t&lt;&gt;J c'.r1.\te11tc
en ''''
re¡&gt;arl ic·1&lt;&gt;11e.\ lf 11e 11/ Íl' ie r/ c111 refe re 11c·1t1
&lt;t ll.\1111/&lt;J.\ cll, i11fl'l"l;\ 11&lt;1c·i&lt;J11c1/ l'&lt;&gt;ll
&lt;1111er1&lt;&gt;r1cl&lt;1&lt;I &lt;t / (~J(J. et ji11 clc \er
t/e,li11t1clt1\ ¡&gt;e1re1 el \l'J"l'il'Í&lt;&gt; cll ¡J1íh/1c&lt;i'.
Aun(1uc lo..., autorc~ de la iniciati a
con()idcraban que la i1nrlcrncntación de
111 i"in1a
no
rept)rlaría
ga lo~
la
C'\traord i nari o..., de i 111 pt)rtanc ia. p()r
~e
c1nplearía
al
per onal
cuanto
C\ i \len le
para rea 1i/¿1r la..., copia .....
ninguna di po icion preveía el problen1a
no dec;deñablc de dclerm i nar Jo...,
criterioc; paleográfico..., a ...,cgu ir: a~pecto
fundan1cnta 1, a la 1U/ de la c'\pcricnc ia
1

I .&lt;)'&gt; critcric)\ de ce&gt; 1ccntracic'&gt;n
dc)cu1ncntal que década~ 1ná~ tarde
rigieron en el paíc;, vaciaron tl umero\C)~
rcp&lt;)'&gt; i lorio\ - no
~ic111 pre
con
la
at1uicc;ccncia de lt)&lt;\ organi~mt)&lt;; ()
in...,tilul:ic&gt;nes a lo..., que pertenecían-,
producicndo
la
n1acrt)CC fal ia
de 1
Archivo General de la Nación. Aunque
en apariencia se prclccd1a a fortalecer la
8

IN~ 1 rrt 11() ~11~ f(&gt;f{I(..' ( ) '

(1) .()(.,){AI )(. ().

ele

lo\ \ fo1111111e11/o\·

1
/

rotec:c1011 l co11\e11•c1c. 1011

111 \lor1e: o .\

n t1c1011c1/e.\

l11/ó1111e.

1

.\

1

1/

Monte\ 1c..lco.

191(). pp. 14-1 '\.

6

�de l) ipulado
de la que fon11aba parte
cc.&gt;111 0 rcpre entanlc por 1cu1levideo-.
un proyecte de le) r1or el que el J&gt;ocJer
1 Jcc ut iv&lt;&gt; con1isio11aría ' ' "·1r11&lt;1 ¡Jer\r111&lt;1
i&lt;ltí11et1 e11 es111cl itJ\ /1i\ltíric 1&gt;\ . • para que
vc ri íicasc · e11 l&lt;Js &lt;1rc·J1iv&lt;&gt;.\ t!e E s ¡&gt;&lt;I ÍÍ(l

hasta entr&gt;nCC p&lt;Jr la 4 J{cV isla
&lt;.ll;I ArchiV() &lt;1c11cral Atl1nini strativt&gt; .• al
dar a lu/. parciall11cnlc. las actas del
&lt;'al)ildc&gt; 11u&gt;11tcvi&lt;.h;a11(&gt;. l ,a intenci(&gt;11 &lt;.le
I&lt; &gt;S autc res del pr&lt;&gt;) cctc&gt;. aunc¡uc
cnco111 iahle ('' /~ / t!t1c11111e11/1) /1i.\l1íri&lt;·tJ, '
Clllll p 1Ítln

,,,/,re l11t!tJ,

e·/

1l1&gt;c11111e11/1J

1111&lt;1 tl11rtu·ití11

el

i11&lt;·11rit1,

rc·lt1livt1.

1'11&gt;

' "'

1/c' \'('111111('Í1111e11/1&gt;

llllfJIJJ'/lll/C 'Ítl,
c:11c'&lt;.tr}!.tl&lt;lt1s
&lt;'flll\fl

e,,.,.,,,, 1ie11&lt;'

1/1
cle

f11C'll

/ti\

1

·"'''

t i&lt;' i 111e r é.\ &lt;/ ll&lt;' ~&lt;'

' ''

ti&lt;'

C:/JfJL'tl.\

¡,,,,.

ctl'l'/11\ tJ\

f&gt;tl.\ll&lt;l&lt;IS,

,\11/IJ

,,,¡,,,, }'

r e.\ 11/1111/1J lt1 i 111 C'\ /Ígc1c i1;11 t¡11e ¡Jr&lt;J/J&lt;&gt;JIC'

ft i

¡J1í/1/ic•tJ.\',

111 i ¡ Jrt&gt;J'l'&lt;'f &lt;&gt; &lt;le

9

e
C&lt;H"l«.;SJ)&lt;&gt;ndía ctH1 el c ~ tac.J()
la
hu r&lt; &gt;crac ia estala l, ni ccJ n la capa eida&lt;.J
1ie111¡&gt;11 " ) ,

11&lt;)
tic

"''·'''' ele
&lt;tl&gt;c1rt¡11c'

rclc~·amicnto

}

el

C',\ /lrt l 1&lt;J,\ 1/e l'\'C' 1Jrtle11. c¡11e

¡,,,, t1rc·/1i1 ''·'

l &lt;J.\

tle

l cr.,

e.\¡Jec ·i t1!111e 111e

,/e

1J/rt1.\ 1 1t1c ·it111e~

r e¡J1Í /J/ic •c1\
! t1\

t 1111c·ric ·c111&lt;1' .

li111 i t1 «&gt;/&lt;'.,

tle

!t1

1111c's /rc1. cl r111tl e. t1cle111cÍ.\ &lt;le¡,,, c le¡Jr).~it1Js
¡&gt;1Í/J/ic1&gt;.\', CtJ11 \ / t1 &lt;/lte eri., 1e11: e11 f ''''le r
t le ¡ 1t1rtic·11!t1re . c'1J/ec·ci&lt;J l 1e,· ¡&gt;r ec·i11.' '' ·'
e 11 Ir&gt; r e lc1/1\'&lt;J t 1 1111c ., lr&lt;1 111/eré,, 11t1&lt;·i1&gt;11t1!

1{ouu
,I ,
'
1a1i a en 1a cxpos1•CHlll
• • d e n1ot 1\
• ns
sena
que .1 ·01npaiiú su pro~ celo. l.1 génc is de su
lQ

p1cocup~1~1&lt;111 sobre el lc1n :i: ··1.11111J\1e111h1 c' tle

J'Jfl6.

el re¡u·e\t•1110111e &lt;li¡1lo111(1/1co &lt;le la
/~e¡111hl1c o c·11
l/e11u1111a. &lt;loctor ,¡(},, l 111 'i
( 1t11·ohel/1, ,'\(' clir1gío ¡Jo1· 110 /&lt;1 &lt;11 \l111i'\fc r1 0 tle
l?elacio11e.\ l:..rleriores. 111(111ife ,1&lt;111&lt;fo que 1111
re¡n1lt1tlo hi.\toritr&lt;lor &lt;1le111á11. tle regre'o {/e
/ ,.,paila hahit1le encarecitlo 1&lt;1 conl·eniencra que
'1ohrío 1J&lt;1ra el l r 11,r:,1u1.'' en tle.,ignar ,,,, tle111nr&lt;1
11110 per,n11a e111e11&lt;lirla en \ 11 /11,1or1a 11ac1011al
'' /in ,/e ¡Jroce&lt;ler en /o., arc h1''º ' e'fJttñoles a !t1
&lt; o¡Jia tic• rloc11111e1110' tle c111 a {Jroft1,1 á11 e
1111portt111c1a hahín 1e11ido OC04iiÚ11 tle f or111111·
1tler1. til 11n•e... 1ignr . con olrn ohiel o, &lt;1q11e//o,
arch i \'O.\ "
(.losé 1 nriquc f{f&gt;I )( &gt;. ()hr11r;
( ' rJ/11p/eJt1\ ~1 adriJ. 1\ guilar. JCJ-7. p. 1091

ele

fuentes cloct1n1cntales.
[ ~ 11

111J tlebercí

e 11r11¡Je11s c'&lt;J1111&gt; l c1 /11xlc1te r r&lt;1 \ 1 ! 't1r111gt1! ,

1

Iicgistro y

lev ufi rn1{&gt;-.

\e r s i11&lt;J e l ¡&gt;r i 111c1 r ¡1(1sr1 l le 1111 ¡&gt;lt111 111cÍ.\

rcqui..:rida
a lc&gt;s jerarcas de la
a&lt;.in1 in islrnci(H1 púhl ica ( l&lt;&gt;s c.¡uc sc) lc&gt; en
111í11i1t1a parte hul)icran JJ&lt;&gt;&lt;.li&lt;.h&gt; &lt;.lisccrnir
en sus archivos ad1ni11islrativcJs la
d&lt;)cu111c11taci(n1 pasihle &lt;.fe cc&gt;pia). l "'c&gt;s
anlcccdcntcs e. ·tranjcrc&gt;s que en la
C\(J&lt;1sicic._) 11 ele n1 c._)t1vc&gt;s adu cían los
aul&lt;&gt;res del pr&lt;))'CCl&lt;&gt;. rcrcrían en S ll
n1a)'&lt;)r
parte
a
c111prcndi111icnl&lt;)S
ctir11¡1lidc)s
p&lt;)f
L)rga11i s111c)s
univi..:rsit&lt;Hi&lt;&gt;\ cspccial11adc&gt;s. I&lt;&gt; que si
lJicn cv u.lene ial)a la (&lt;H11u11 i&lt;.lau tic
inlcrc"c\ &lt;.lc111c&gt;slra&lt;.l&lt;t en la prcservaci(&gt;11
de l'ui..:ntcs. n1arcabu una tli\tancia
insal\ able de rccursc&gt;s técnicos a la h&lt;&gt;ra
de la eventual i1nplcn1c11lac ié)11 de la
iniciativa.

1.4.

c t111 /(1

( 'IJll.\fJÍ l"&lt;I

c·11 vt1

..

clC'I

re/tic itJ11/ &lt;1rt1/11

/1i.\ /1Jr it1 11c1c·i1J11t1!·· .

C'&lt;Jllll'&lt;I .\/1 &lt; \"Í,\/('J/C:Íll /(¡ &lt;ll'CÍtJJI &lt;fe ftJ,\'
1

ll

c1 11

ti

t/(' /J&lt;' llllJ,\'

1/11&lt;'

f'llC 'tlllllll&lt;l &lt;Í &lt;I

1\ l fundarncntar u
i niciativa 'º. J{ odó incursio nó en un
carnpc.1 que en su \ a lcdad- habría dl:
aguardar ca si cual rc) décadas para
11
C&lt; H11c111ctr a i1t1 pl cn1enlarsc : .. f)&lt;111c/cJ

fJl' J'\(JJ/&lt;.IS

t!C'.\tl/&gt;t1ric ·1rj11 &lt;IC'/111itivc1 &lt;le 111illt1re,\ cle
/&gt;Íc' .,,,

Í ll\ C'S / Í}!,t l ( ' ÍtÍll

rc •¡1r&lt;Jt/11cir 1J c'.t lrt1&lt;'/t1r /11s t l 11&lt;·11111e11tt1\

vc1 lt1
1/e

c 11.\/1&gt;tlit1,

1/11/1JJ'fJ,\tl,

111/l l

IHJJSl) &lt;.]UC r11cdÍl) entre J o~

, .. , &gt;bra póslurna. 12: 1&gt;iscursos Parlamentarios.
1crccra 1 cgi~lnturJ { 1911-191 4 r· ¡).
11
. · .1· ·
1&gt;e hecho.
el planteo de l{o(l o' co1nc1u10
(descartadas Ju limitacionc emergente de la
cspcci lici&lt;lad del ohjcti \o hcurístico) con las
acciones de la (~oniisibn a ional del 1\rchi\ o
\ rtigas. iniciadas en la década de 1940. .\ de
ton11a nia~ general con el plan de trahajo que en
194 7 clal orara f{ a\ ignani para el 1nstituto de
f n\ cstigacioncs 1listóricas de la 1 acuitad de
l lun1anidad 'S \ ( icncias.

intcnl&lt;)\ fru strúncos e.le rcin talación e.le!
lnstillilc_) l li~tc)ric&lt;&gt; ) ( rcográfico del
l lruuua\. ..' su dcfinitÍ\é.l rcfundaci()n
{19()_~-1&lt;&gt;15). Jc)~é r~ nri&lt;1uc f~&lt;)d(&gt;, que
¡)arlrcqJara
de
a111l1a
instan ia ~ .
prc~cnl&lt;J en 111arzo tic 191 1 a la Cá111ara
'-

-

9 f)'-t( f{. lnnl'' ( ( '\.111. pp. - 4-"\7 (sesión del

7-7- ll)l"l

-

7

�.l' c· 1~\ 'lt t1clc¡ 11 is Íl' i&lt;)11 se J1l1r Ílt, tlllÍS &lt;le 11nt1

c'lJJI
1
&lt;li.,·¡Je11&lt;li&lt;&gt; " ~.
l'c&gt;.:.

rell1li1'llllll 11/c
1

1

de las misma . Ese 1nis1no año el
1nstitult) habia re~paldado por otra parte.
la propuesta del Archiv&lt;.&gt; } Museo
~I i tórico Nacional de enco111endar a u
funcionario Bias C. Martínez. una
1nisión de exhu1nación y recolección de
objetos y documento~ h istóric&lt;)S en lo
departamentos del Interior del país 16• a
fin de evitar la ·~t1c·tivc1 e;r¡J&lt;J1·tl1c·ión·· que
se venía practicando de los 1nismo .
E:.sta
gestión
fue
finalmente
enC()ITiendada
J1&lt;)r
íC~ &lt;&gt; l UC j()fl
de 1
Cc)nsejo Nacional de Adn1 in istrae ión de
30 de junio de 1927. habiendo
practicado
el
delegado
o tic ial
relevam ientos e investigaciones en
Maldonado, Colonia. Mina . Carn1clo y
otras poblaciones.

esc·c1s&lt;J

l .a iniciativa de R&lt;&gt;dó
conte1nplaba, asimismo, para futuras
instancias. la in ti lución de becas de
c&lt;.;tudio en diplomática, archivística y
bibl iotecología, a real i/.ar en centros
europeos. para generar ·"11n&lt;1 a¡J1il1-l&lt;I

¡Jr&lt;~/esi&lt;J11c1/

d{./eret1cic1&lt;l&lt;1".

Las

c&lt;.;lrategia~

heurísticas esbo/adas eran
vi&lt;.;tas corno parte de la inexcusable
t&gt;bligaci(&gt;n del E~tado en el apoy&lt;&gt; a la
··cultura científica··: "'/ ... } es 11el·e.\c1ric&gt;

&lt;/lle! et lc1 i11il·icilivl1 inclivill11t1! se 11nl1.
JJt1rc1 ltt ¡&gt;r&lt;J.\ec11c·it)r1 ele e.\'(I o/1rt1, !ti
l'&lt;J&lt;JfJ&lt; rc1c·i(J11 &lt;Íec·icliclt1 &lt;le/ Esl&lt;tllo. 1ínic·t1
r¡11e ¡J11ecle
let1&lt;ler e/ic·a.:111e11te et
c1c·1111111/t1r
I&lt;&gt;s
ele 111e nl&lt;Js
lle
i11vesligc1l·ió11 ) ' tle eslz1clios l'lt)'ll
clef¡c·ienc·ilt
es
el
111lÍS JJ&lt;J&lt;lerO.\'&lt;J
&lt;&gt;l&gt;sllÍl'llf&lt;J l'&lt;&gt;ll &lt;¡11e l1c111 /11c·l1c1&lt;I&lt;&gt; l1itSl&lt;1
c1/1c&gt;r&lt;1 !t&gt;.\ c¡11e J1a11 c¡zteritl&lt;&gt; cleclil'ltr s11.\
&lt;t/&lt;111e.\
&lt;t
e.\cri/Jir
&lt;le
J1isl&lt;Jric1
.
, .. , J
11(/('/()/1(/
.
1

Ya en funcione el 1nst ituto de
1n vest i gac iones
11 i!-&gt;tóricas
de
la
Facultad de Hu1nanidadcs y Ciencias. u
director dispuso la rcaliLaci()n de un
releva1niento
de
l&lt;.)5 · distintos
reposi torio docu1nentalcs. al tiempo
que gestionó ante la ' uprc1na Corte de
Justicia la autori/ación e pccial para
que us investi gadc)re realizaran la
compulsa i te1nática de los archivo ..
judiciales, en condicionec:, . i1nilares a la
que en
u mo1nento se habían
dispensad&lt;)
al
Muse&lt;)
I~ i tóri co
Nacional.
l.,a
Corte
acordó
favorablemente. en el entendido de que

Si bien la iniciativa de Rodó no
tuV&lt;) c;anción parla1nentaria. el te1na
J)Crmaneció corno inquietud SU&lt;)tantiva
14
en los círculos i ntelectua le . en
particular, en el Instituto 1li tóri co )'
("Jeográfico del Uruguay, en cuyc&gt; sen&lt;)
Juan ('arios Gó1ncz l-lacdo plantearía en
dicietnbre de 1926 la for111ación de un
reKt', ,.,, /1e 11rÍ.\I ic·&lt;&gt;. donde constaran la
c\ic:,tcncia ) ubicación de docu1ncntoc;
. 1are&lt;&gt; 1" . co111&lt;) ,.orina
reten1.d &lt;&gt;&lt;.; p&lt;)r part1cu
de ir éllTI pi iando el e pcctro de rucntec; a
t¡uc pudieran apelar l&lt;)~ invc~tigadorc •
"iin ¡1la11tcar el pr&lt;)blc111a &lt;le la J)r(&gt;pic&lt;la&lt;l
12
13
14

"/c1revisi&lt;&gt;11111&lt;Í.\ &lt;&gt; 111e11&lt;JS ge11erc1/ &lt;Íe f&lt;J.\
leK&lt;tj&lt;&gt;.\
l'&lt;Jrre.\f&gt;&lt;&gt;11c/1e111e.\
c1
&lt;leter111i11l 1&lt;l&lt;JS ¡JerÍ&lt;Jc/cJ\ /11\l&lt;;r1c·cJ.\ ·· ~e
1· I propio l\1~1rlinc1 lon11ulo t.:"ilt.: pl.tnlco al
l on~cjo acional &lt;le A&lt;ln1in1stracion a tra\ és &lt;le
un41 c'posicion suscripl.l el ~8 &lt;le '-1&lt;.:llemhrc &lt;le
1922. en la que señalo: ··¡ / c11111 q11eclr1 crlK&lt;&gt;
c¡ue e:r¡J/orar c:o11 prohc1h1/1cl&lt;ule\ ele ohtener
re\u/1aclos
\[ac:1or10.\ , rec11rru.?11&lt;lo a /o,
&lt;rrc:hivo'i ¡J11hl1c:o\ l ¡ ){1r11c11/c11 &lt;.'\. a la tr&lt;ul1cio11.
c1 /o,, elatos e 1111presio11c.'\ tle lo.\ &lt;111c1a110,\
\ohre1·i,·iente' que fueron actore., o te\ 11.~o' en
hecho\ c 11/111111a111e\, -' ' a l&lt;r oclq111.\1c1on &lt;l e
of&gt;¡e/Ofi &lt;JIU! &lt;.111 la/ \C'lllic/o c/e/er/11111&lt;!n O
rc.·11re, c111e11 1111 \•a/or a¡111•c. 1c1hle \' t1111e1111c. o"
(cfr.: lllas C.. \ttA\R 111'.I /. /11\'C' \ltKac1onefi
/11,1or1ca' ~1 onlC\ iJco. l tpogral1a 1allcrcc:; üon
llosco. 1927.pp 1-9).
16

lb1Jc1n. p. 1092.
fh1Jcn1. p. 1091 .

1 n realiJu&lt;l. "-C concreto en 1928. ~11
cncnn1cn&lt;lar el tv1ini"&gt;tcrio &lt;le lnslrucciún Pública
JI do&lt;.:toi· iv1ar10 1 &lt;llcao l c:; paltcr l.1 111ision Je
nbtcncr en los urchi' CJ') c-..pañolc-.. t:op1as tic la
tlocun1cntacion rcluti\ a al lJrugua}. La n1i \iÓn
&lt;.Juro &lt;los año" } dio como rc"u ltado un &lt;.:uutlJI
1n1pnrtantc Je lucntc1.i en copia que 1.ic incorporo
al

\rLhl\O

(1cncral Je l ..t

·'ª''

N,1L1011 .

f{Jll(il ,. lomo\'. ~º 2. i\ttontC\itlco. 1926.p
774 l sc\ion tic la C.on1Í &lt;;Íon l)ircc..li\J del 19- 1215

1&lt;) 2() 1

8

�h,1r1,1 .... '''

&gt;fi ' 1/
l ll 111

'

I

1r 1

...

&lt;&gt;

I&lt; r

11

te rtc1

ti/&lt;.

'

111&lt;1

lc

int r\~n ·i(n
r"llll il'llt

ini ·i ..1ti\n
) el
t • ni
le
l,1s
,,,,,,,,,,,¡,,,¡, \
,,,,,.,,,~,. 1fi &lt;'"·
l n
, ,,rt1 "ttl,1r lel lnslilul{l 1li-..t lri • l ~
L?.r..1ti · lcl l rugu 1~.
l
icn11 re el
1e l ra n 1e rt' n · i(l ,l I l s la i i e
e t
J " u Ii i rt bie ne s nl u ~ l 1e s J u
lu iir l 1s di li('ultn tes ~111, nadas le l,1
• tr ·n1a
en 1L ili i ..1d
• n lllll" 1 s
te nanlc
'ende t 1r
1r ....d 1an. "n
' irt u t 1e 1n na l \ 1ra h.' / a ll ll l' ,1 tri l u1'1 n n
u ge te) d · ... :IL·s1 r 'n lin11cntc .. (,1un en
.. fULll
a
en 1uc r"stlltar,1 difi·il
pr lar l.. legal i111 idcid de la 1 es i n dt·
tn11ent
e ,1r.. ter li i,11. ·u,• a
n tural ~u t d ia lcbi
l1al cr 1d
1cn11 re un, íi "in 1 ubli ',1). l 1 as de
l..
n.. 1 11 d 1 , r hi' d" O n1ing
1 .. 111, rl' ult • .. •st
·f l ll • 111U)
1e.11 i li ali' · ·n a!!&lt; t
ll l _ l u is
1 . ,, 1 ,1111 IS h111 l1L· 1 n111ngl ~ UIL'l(
ll(
n re 1 ,1111,1 ). re 1 1'nlc 'll 13u ·n
\in.· . ~ d1r1g1l1 r .. rla ..11 &lt;lirc 'l r del
\r'-=h'' '•
lu .. f li l )íl' ·
nl l.
lcln1
111,n1tc t .. nd
u
•
•
de a r d p r
111t1111 • ..1 1011 que

llt\l\lllllt'lll

1 n riel ~n~1,1 ,, lu ·11tc g fi ·" ..
1,1
rt 11 n n tri,
.. [ t tu.I i
\ rq u
..
11 i l r1 •
d
1 ntc\ id .. 1u.. pr,. i 11
11 r 1 1(
rr'd nd . 11r111ul ·n it1li l d,. ll&gt;:: un
pr . · l
ra el rcl ~, .. 1111cr1t • r "!.!.t tr
l , ~llll' ·tl•rn , nttelh 1. I, ciuda l.
n 1 l ·11l.. "n
l 'rn li,1r ··1c1 l 1, lc1
ltlll
\
/¡ 1 lfl ft / / &lt;1111 1/
l ll\

/11

I~ Jlll/

/et

/¡

/i I

'1111 111

1

t ,,,

1111 \ ,,,,,,. l"l / l't.

/( ,. 111 /

Ji
11

lt1/I

1. J 1

1111 I

111 Jlllllfl

c/1 11 lt1

\

&lt;

1

11

t

/
11

I

111c11

t

I J 1111 I
1ld,1d p r el

..

11

..

,,,,o

•

r1l

•

u 1111r 1-111 ·nt ..1

1 1 1r

.:ir l

1.:.

\dq11i i i n
el un1cnt:1I

ele
•

rclc', 1111cnt

r

1

hcur1 t 1

n

u r1

rtun1d d' . 1

1 tud
e
rt

1 11c

ll 1

lll

nun1

ll

1

d

.. u111cnt

e

en 111 n

e

t n1

\

C\ \.:

1d

1
1

n

•

ti

¡,,

n 1 que el

1 u b11 , •

1, 1

1 I, 11

en l,1 .. fi,.111 / &lt;l

111 1 t1,

In ¡ c1¡ I ' / ara t. I
c11111r1
IC'/ 111 11\Clf&lt;

f e e 10

lc1\

1

1&lt;111 /&lt;¡11e/

111e11&lt;&gt;'

lt ',.!.lll111n' 11111/&lt;1~ d {
•

&lt;1l&lt;1/l&gt;&lt;1/

11/ ' ' 11nr

RI' 111111&lt;1

l

11111c11t&lt;1

ere

I' 1(/re &lt;11
&lt;le

crr 1r

1(

1

d

nl

que

r"lu
'u.Je

e rrc
d1cnu:
( m1 1 n 11

1

1

( (J11 (!

n n mcr

,,,,

ll 111 lÍ\

1

,

lrJ\

f undc nl ·
de 1 p n i n que e t rgar1 a u
'1udl.
n lu1a u n1isi\a
n una
t1 lin11,1 1 n rct r1 ,1 · .. / / 11/ c&lt;111&lt;1 c·r ¡,,
j!( \/lf111 d&gt;/ .f!.r1/ 1 '1º110 /'lf)I' ( \0\ /10/ l fl'\
I&lt;' /11(( JJl'(!\('111&lt;!. ,. llC'l'll l.1111 111&lt;!. &lt;/llC'
ra11 \ll~r rdn\ I' 1rn 11rJ\f)fr&lt;&gt;
\ r¡11e "11
111 cl1&lt;J
&lt;l
1111 '\Ira
¡1c1/1rc=&lt;1.
11&lt;1
c1&lt;l1111t1c1111&lt;&gt;\ 'l((lllerc1 lc1 1&lt;lec1 &lt;le /11 ,.,,,.

uni

011111 1011 1/t '··.

1 ll flll

•

1111

l

1rc111\tJ

h

l 1n1 tr de

¡ ,.,,, r1111c'11 lr1 lc1 ¡ e 11\1r111 c1 / 11 / \C'll&lt;Jr 1
1110 /,.( ... 1 nll:nd1l l ui 1 cli
1 n1a que
l .. l l itur, in1pl1 aba ··11111 ¡ er11111tc1 1111&lt;1

I,

n t

r

111

&lt;:11\ ICJ

d

r1

1

r1111 &lt; 1110 1 i

r

UI

rcl1 ''

d

\

•

re

h

Id

1

c..~t

n
d
de

11(}

\ ,

......
r /

\P

21

,ua 16

\ f1K11cl I 01 te1 o/o

rJf 1 1

C&lt;

9

pin ohrc el pn-icc

L

lrch1''º r;l lengll1rln
rpct,1
1&lt;lncurncntos en

de dond

lt\n

del

.ir

h1\ o

�con figuraron el ronde) de ese nc1mhre en
el Archi'vo General de Ja Nación.
priori1ándose en sus gestiones al efecto
el interé~ heurístico~ aunque sin advertir
en nurner&lt;&gt;sos casos la posibilidad de
que
el
f: tado
reivindicara
doctJrnentación que sólo de manera
irregular había sido apartada de us
repositorio
o retenida en manos
particulare~. y por la que -en le&gt;&lt;;, ca~&lt;&gt;\
de
adquisición
por
el
1nodo
,
.
cornpraventa- venta a pagar un precro
ilegítimo.

L,a i nlervenc j()n del 1n~li tu to
11 istc)rico } Geográficc.&gt; fue asimismo
gravitante en el prc.&gt;ccso de adquisicit&gt;n
.
. 1ares 22 . t]UC
part1cu
de C)tros are h 1vc&gt;s
21

AclaraJos por el Mini\tro Hlanco /\cc\cdo
los términos de su gec;t iún. l ,uic; télix l ,amas le
cc.,crihió una \emana más tarde con firmando que
en rcconocin1icnlo tic la pensión a \U niaJrc 4uc
el gohicrno c;c proponía concederle en niérito a
101., \Cí\ icio\ de \U padre. lu fam i 1ia hahía
rc \ uclto &lt;lonar el archi\o hi\túrico que
conscí\ aba. Pero un mes después. ) ante el
requerimiento Jcl Ministro Hlanco /\ce\ edo
para que se procediera al i nmcdiato en' ío del
urch i vo a Montevideo. Luis J·él i x l ,amas
ad' irtió
que
consideraba
tal
pretensión
.. e\le111porfínea .. 1c;ic ]. a menos que hubiera "11nc1
\eguri&lt;lad c1h.\o/11t&lt;1 de c¡tu! la.\ ('cí1nc1ras
cotncidirían en 1111 todo con los propósitos .. de
otorgar la pcn\iún a c..u 1na&lt;.Jrc. Para no dejar
UUOU\ rc\pCt:l&lt;&gt; a que. clcclÍ\ amente. \C trataba
Je una tran\acciún (aunque \U pudor p&lt;llricio no
le permitiera reconocerlo) agregaba: ··¡ /
clesgraci&lt;1datnenle la situación ele n11 .\eñora
111c1clre e'i 11111.v d~ficil. ) ' no j11=gt1ríc1 1110/ e'ie
recelo lc1n lóg1c:o que le e.r:¡Jrevo. lralándo\·e.
'""110 se trata. &lt;le una re\o/11c1ón (/epen&lt;hente de
1111 ('uerpo f,egi\lc1livn / / ... 1.1 14 de octubre Je
192.1. una nuc'a misi'a de 1 ui s l·éli\ 1 an1a~ al
\1ini ~tro
l~lan cn
/\ ce\ c&lt;.Jo.
rcafir111ú
la
llJturalc/a del JLUCrdo. pon1cn&lt;.Jo de rclÍ C\ C por
lllrJ pJrte- el L~1rJ\..tcr Je lo\ '1nculo\ '-.OL1ale\
que nperahJn con10 tra\lonJo Je la \Íluacion:
·· \le " '" J!J'&lt;Jlo 111t111~/c• \·tarle en re.\¡J11es1a a la
ele /echc1 I O t¡ue he1110\ r e.\ 11e/10. en
c1/e11l 1án '' '" 111\t\lencll1 l co1110 { Jr11eha ele la
alta co11\iclercu. 1011 .l' a¡n ec10 que n o \ 111erece.
¡uJ11er de l c1clo 1111e.\lro.\ 1u1111rc1/e'\ r ecelo\· J.
con10 cle.\ ec1 l el t11111cip&lt;1r la entrega ele/ archit·n
.l cle1n&lt;Í\· ohjelo\ que f &gt;&lt;!n\a1nos clonar c1/
( 1ohu!rno en r eco11oc:11111e1110 el e la pen\1011 o 1111
\c.'Íiora 111a&lt;lr e. confiando ¡un entero c1! t11111go ele
la (&lt;11nilil1 /)r l'ahlo /J/anco , lce l'edo. el
c:11111¡J/i1nienlo 111111edio10 ¡1or ¡Jc1r1e ele/ ( ioh1c:1110
ele lo que ex¡Jre ,t1hc1 \11 ct1rtt1 tlel 6 ele \ c.'l1c:111hre
~'{'&lt;lo ·· ( ih1&lt;.Jcm ).
('fr.: Rfll(1l ' . J'omo v Nº 2. Monle\1Jco.
1926 .• pp. 71&lt;&gt;-710 (/1~fo111e\ \ohre tulq111.\1c1á11
ele/ .-1rch1\•o ele I ecler1co ( 'o\ l f1): 1orno VI. Nº 2.
'vlonlc\i&lt;lco. 1929. p. 747 lactJ Je la ( 'on1Í\Íon
f &gt;i rcLti' J dL' lecha 14-9- 1&lt;J28. en la que \C
&lt;.:nn,1gna haber &lt;lirigi&lt;lo nota al Parlan1cnto
"ºI i&lt;:itan&lt;lo \C Jc1.,tinara ..,,, 4it1111a lle clie: 1111/
¡&gt;e\o\ ¡1c1ra la t1clq111\Íl 1á11 tle c1rclií"o \ , entre lo'
c¡ue c/eh/&lt;!11/&lt;111 c.on\1clerc11 "ie lll\
oferta \
c.:fel llllldafi ¡JoJ lo.\ \e11ore\ ( ·o, la. /)f(J: I he/la .r
, f /l llre: l le1 r e1c1. ) ' f.!11 el ent&lt;!11clulo lle que el/a,

1.6.

Innovación en el concepto de
fuente histórica .

L,o&lt;; cambios operados a lo largo
del siglo en el campo tcóricornetodológico, al 111odificar la noción de
hecho histórico y arnpliar los campo de
indagación del pasado en perspectiva
hasta entonces de deñada : acarrearon
inmediata
el
como
consecuencia
incremento de los tipos de fuentes en las
que
abrevar el
conocimiento )
co111prensión de aquéllos, habilitando
tran sforrnacione en la actitud de loe:;
h i ~toriadorcc:;
en
cuanto
a
la
1noda 1idadec:; de regí ~l ro de le.) i nd ic io()
() restos a to1nar en con idcración. De
hecho, la noción de archivo como
conjunto orgánico de documento
escritos (en su niaterial id ad original o
en copia). prcfcrente1ncnte referidos a
los '~negocio público ~; · (e decir. a la
vic i itudc
de
la
poi ítica.
Ja
administraci ón
)
las
relacione
internacionales).
dio
pa o
a
la
conformación de repositorio!&gt; de ma) or
complcj idad en su integración. en los
que los matcriale que conforrn aron uc:;
fondo
provenían de e pacio
de
actuac i{)n que habían ido de~atcnd idos
por la h istoriogra f1a trad ic iona1 o. mác:;
aún.
re~ultaban
el
fruto
de

'""ª

\e haríc111 fJOJ 1111e1111eclio ele/ \ f ini \ferio ele
fn\lr11cc1011 !'11h/1ca con c/e,·11110 al 11 l h1\·o de la
\ llCÍÚ11·· 1.

10

�•

d ·I

e J 11 "ita

ant "'"' "" ion'

lllCtllC ll&lt;J \C' r&lt;· ''~ltl.

l,t

10\ " l ll!-.ld lf

¡1r&lt;J\ c.'c·l1t1

4l1C \( ,,,.,, /11c I I • ·~.)n . (( s
·lcrn "nt l .. ·l h1 l rii1d r l'
n\ irtil 1·
algl1na 111 n "rn t"'n un a~t r en el prl
d..
n ir11 icr1l . di tint dl'I uc hl1t td
idl · 11 id rad
111 lcli"
1 &gt;r el
po 1l i" i m : n1 n
i n id n t ~ • 111
pr" "llpad
r ··e lrnt·r·· d 'I pa ad ·11
·n i nl: .. del pa ad
ir1rt1edi--1t
clcmcnt
d ir1t nlld .. ¡ n p rtincnl •
aunqu " n
pre\ i ibl~ .
, pa1 de
rcg1 trnr n ft: r1 111cn
d "I 1re ntc
• •
rn tro upen'" 1cnt..
11

lc1

&lt;&gt;11

1c t1\·1tlac/e, 1
&lt;/lit.' I '11,1!,&lt;.I

fi '\[!1* I ICl

l ll ..

pr1n 1p1
e e "lt
n retar 11

.. ,

n.. 111 I'"
d ¡u1r1 'r n

~ r1t111u1d

1r1d1bl'

lt.t

lll\ 1cr n

&lt;'fic ('\,

1 ''

¡,,'

&lt;1&lt;&gt;1 ,,

'llCC'

l/llC'

&lt;&gt;11tcc 11111e11/&lt;1'

1/

\ll,\

'º \,

f , f

fil'

e11

''

1c·11

111\ ''· \ c·c&gt;ll\IR11&lt;' /cJ\

,¡,,/ ''11er

•r

&lt;'11

c111é

&lt;"''''' • l
el

''''

11

tle 111e

•1111 ''

I" t/c&gt;l"I ().

&lt;11'/C'

lc1&lt;l&lt;1'

111

le ¡ ('r111111cr&lt;1

1u1

\

\111

d

lll

\

/¡ 1\ tc1

1
r

111

, un
r1tr1bu • cr 11 a 111 dili ar l,1 a
la OUC'W a •cncra 1 n d l1i l
Lar n r1tc ·I rrnn pu
•
ra 1
au
di rcnl
•
IC
ha l r1 d 1
1r11plcn1cr1t,

1 11

•

e l

c¡11c

•

ar~•

el

111 111t111

e pre mente

n

la

te tirn ni

re 1cntc.

e n
1gn1fi a i n: .. f...11 1111
ln 1111cre'e' tli I ¡1t1t\
111 11111c 1n11

&lt;li' la fi.
1

/1 I\

le

e (1111f11'tJh

'1

11erc1

l l&lt;Jllt \

\llct\ ..... ' •

te In dé nda de
t ere ira I~ d r1 .....,guc1 di fu nd i '.
• •
fi i, 1 de
ra del cr\ ICI
l~adi
le tri a ( l I~ l •
•

gral'l'"

1

ncs

e

Ul

COll\ ar D

1n(nrn1t1 1n11'

de

t1¡1l1lt1 1t111e"

q111era
cflll

/11 1011ca

'1011101

I

c1

f /

en'Odo

\ lo~ 1111c10'\ t 011 que

e tt1

tle

111'\t1111c1n11

ac11e1tlo

~eran

con

la

d •1cr1111111 1011 que I 111c1111fic. \I&lt;! la 5&lt;!0 ¡1ora
darln~ ele 111111 cltato a lof /ccto1c'S que t1C11{/an a
/ti 111'it1t11c1011 'a \l!fl ¡11110 ¡111hl1ca1 lo 1111prt!'f&lt;&gt;r
1

( 11

1

c1/gu11c1

, 011'ic.!1-¡-c11

q11e re¡1r&lt;,\t 11/r.1

la

r&lt;111t1/of!.tc1.

~U4'\ e ITC ron~alc en In
ldl"C"J d
rcmcn1c rn ion ~ re lllC\lrr• \ugcrid~• .
{Jn~ od\crt1a el \,1nad
(T&lt;lCcJnn1cntl que
podrt, \ uu-sc on lo~ te l&lt; ~ el
rnd s: ··¡ a'S

del
p ado
in é it - ~ la

en

lc1

•

r1

Poro '"

r d

finalidad

cñ lt

¡,,,

e t

apcland
i n de u
ntcn1p rnnc
actua i n publi a de
iena

ra

e
&lt;&gt;

llllCll/()S

1 r la•
1 i ftl 1 n

cn1prendirn1cnt . el dirc
el
\ r h 1\
1u e 1i i t r•
n 1.
•
1 u1
anc. inter1t
nfi urar un
de

11111cl

&lt;llt~t1r 111 111&lt;1!&lt;

1

1 4 "J

n 1cn 1

·,c·r1/1c1 \''' ·r&lt;'&lt; 11&lt;'r

Olll{Jlll\ l\ &lt;l

\

\

t r11prann

lc

111t1tl11r&lt;1

h1&lt;J,f!.l't1/i1 \

11&lt;:. 11tll!r c1

111

11&lt;' t \(11'1&lt;1

par 1, l.
lttud de
r1 d re
li
un

¡,,

r1

er

&lt;1111&lt;1 /1Cl\t'll ti /ti J111t111ll,

l&lt;J \

f' 1ra la &lt; x

e

xi

/111

\ll

r111

ln1·e, . 1

/11,t&lt;1r11

cli 1 /1erc111

111t11ic111t1

1c/n, '' lc1
111111111 1l lc
ele

e
I,

1

&lt;Jite

&lt;1/1·&lt;

""'- ... 1111 :'.&gt; 11 t

1rcular
de tinatari

&lt;&gt;

/(J\

l1tJ111J l't.'\

•

( lll id

e '''

¡ ,,

1

'11 ' ' ' '

l

le.,

I ()/' \ &lt;'I' lt1tl( 1't1\ ,

1111\1110\ l

Cl/ '11

'lit).' &lt;711e

tlC'llltll*
''''

/11c•1·&lt;11·1&lt;' • ' ' e'\ r¡11c

de 1

d,

l

1)

1

la

11c1rrc.

\l' "111 lc1.

J't1 lt&lt;'rt1

·ir&gt;.,

e· 1r 1 ·teri= 1 /,~

l&lt;JC'lÍ

1

l1c1hC'r/cJ

¡111 'lt '

i

¡111

,,_,¡

l ..

pre en ar

/

'º·' \ '''·

7r 1 ·e 1 lr1 fi.\cJ11cJ111Í&lt;1

l1r1111J re'

&lt;JlllC11C'\

/l&lt;ll\,

c~1111

'&lt;Jl1 'l

''

e11

/ rr1fi111 li=c1r &lt;'11 &lt;1lg1111 J e l '''· ' '
l&lt;J
&lt; I"&lt; \ &lt;)l"t ·c&gt;ll\ e111 '111&lt;,. &lt;11 lc1 1 111 1 ,,;,, ele

·11

regr tr

ele/

''&gt;c ·1c1/e.,,

l&lt;&gt;s

111orc:1/ tfC'

"'nt
•

u

¡ irte

tc111tl&lt;1

¡111/ /1 • ''

\c1brt le&gt; l1&lt;J111/1r
e 11¡1c1 tr&lt;1lc1r. / .• /

111

eren

r11

f1111c·it&gt;11 .,

r(•111i11i' ·e11c·1c1'

ti\, t..
u
rnt "I" llJ 1 . 1) l-. 1 r11nn "r .. e\;'• lid ..
lJnrd lt:
d"
.. l 'r.
11111

11 111

&lt;'' ·r1h1 '\&lt;'11 "''' rec·11crcl&lt;J., ¡ &lt;&gt;líti

l

r11 i 1id de

'&lt;' ,,/ 1e11 lri 1 '1 I . r c1tr&lt;1'

&lt;·r,111¡1 /l't&lt;Jf ' ' &lt;/11&lt;'

10\)

mprcn 1 n

t¡11 '

"tc1grt1dn 1

o¡ 0111111/c:lll&lt;I
/11 1 r1

lnfi '

&lt;&gt;

/ 1ra

\e/lncla\

\~e: 1'C!lo ht1"ilO 1&lt;1

t'll

t/ ue

\C

tlc¡1n,110

r¡ue ' fye
e\t11d10Jto~ o

fecha

1 1rt1 qut \t!&lt;Jn ct¡111c~lo'i c1 /o\
tliulo ti lt1 ¡n1h/1c1&lt;l1rf' ( \(1
P. aj, IR4.
f rc/11, o &lt;le/ lgr1111c11~01 l 1t111c1Jtca .1 /~o~.

n ta

remitida
di' cr
-.. 111e lit e c111' c11c 1clo cll I

C nrpctn ).

11

�Destino frustránco. en cambio,
tuvo p(&gt;r lc)s rn isn1&lt;)S añc)s la labor
cncc)mendada p&lt;1r el Ministcri(&gt; de
Relaciones
l~xtcriore~
a
su
Departamento
de
Tratados
1nternacionales. consistente en ~~rez1nir.

reali/adas en España durante los años
1&lt;)JO )' ) ())) p&lt;)r el ( 'cntr() de f ~ studic)S
11 istt)ricc)s. con participación de figuras
re levantes
de
la
i nte lcctual id ad
peninsular (Juan
Rarnón Jirnéne/.
/\?orín. Pío Aaroja, Ramón Mcnénde7
flidal, Santiago Ra1nón y Caja!, M igucl
de Unamuno. Niccto Alcalá Za1nora,
Manuel B. Cossio. Seraf1n y Jc)aquín
¡\ 1vare/ Qui nterc). r~arnón de 1 Va lle
1nclán. Jc)!'&gt;é ()rtega y (lassct, Margarita
X irgú,
Vicente
Medina,
Jacint&lt;)
24
13cnavcnte, 1,ernando de los Ríos) . l~ I
interés que despertaron esas emi siones
del Archivo de la Palabra madrileño.
1novi ó a Pereira Rodríguel a plantear al
SODR E y al Consej o Nacional de
i--: n cñanza Secundaria (a cuya jerarquía
estaba somct ido en virtud de su cargo
tic
ln~pecto r
de
l_J iteratura)
Ja
cc) nSl i lución de la 1·011c)tcca N ac ion a L
~c)bre la ba&lt;;e de una ''/\ nto lc)gía ()ral
&lt;.l cl l Jruguay ", de la que participaran lc)s
.
.
1es-is .
n1a' &lt;; destacad o~ escritores
nac1ona
1 a inic iativa derivó año má tarde en el
Arc hivo de la Palabra. cread o en 1959.
incorporaron reg istroc;
a 1 q uc ~e
auto fón ico
de las má
vari a da~
pc r~o nal idades
(entre
otros,
los
correspondientes a Pabl o Neruda,
Alfonsina Storni, Gabriela Mistral,
!\ lbcrto Zu1n Felde. Carlos Va1.. 17 crrcira
( ' len1cnte Estable, Fran c isco l~ pín o la.
1 sther de Cácerc&lt;&gt;. José Bergam ín.
Juana de lbarbourou. l: milio r: ru goni .
Juan /,&lt;)rrilla de San Martín ) Rafael
26
/\lbcrti) .

c·ll1siflcar )' &lt;Jrtle11t1r l&lt;Js 111l1teriales
necesarios
parc1
f &lt;1
Historia
Di¡.J/0111ática lle 1&lt;1 Re¡Júblic·a y darles
&lt;Jrgc111izc1ci&lt;)n ) ' .f&lt;&gt;rt11c1 literltria'·. Para
ell o dispuso en julio de J943 que se
todos los
pusieran a di~pos ici (&gt;n
materiales -de diver~a naturalezaobrantes en las ecci ones Archivo.
Biblioteca, Mapoteca y l.Jímites de Ja
Canc i 1lería, y se gestionara el concurso
de otras instituci ones públicas. con el
fin de reunir el rnayor volurnen pos ible
27
de fuentes docu111enta les y gráficas • El
carácter honorari o con el que la labor
28
fue
cncc&gt;n1cndada
bl oqueó.
pre u1nible1ncnle, su in1plementación, a
pesar de la uti 1idad que la 1n is1na habría
tenid o para la ge ti ón internacional, en
período -co n10 los que , e acerca banen los que el paí hubo de actuar en ese
plan o no iernpre con c lara percepc ión
de la leg i tim id ad de sus preten ion e .

4

4

Desde po icionc
académicas
diversas (la ccc ión de Musico logía del
Museo l listórico Nac ional. el Instituto
, upcriorc ,
;
el
de
Estudi os
f)epartarnento de Investi gac ión Musical
y
de la r: acultad de 1~um a nidad e
C' ienc ia&lt;i ), l .auro A)e\tarán cu1nplió por
1ná
de treinta a ñ o~ ( ha ta
u
fa llec i1nicnto acaec ido en 1966). una
excepc ional
labor
de regí tro
)
si tcmatiLaci ón
de
tod o~
lo
antecedente relativo a la evo luc ió n de
las prác ti cas n1u ~ i ca l c
en el país.
un
in1portante
archi vo
( ' onforrn ó

24

\ e trJlo tic una iniciati\a tic H.arnon
\ l cncn&lt;lc/ Pida!. que prctcn&lt;lía co l c~L 1 nn ,1r &lt;.le
1nanl'ra \t\lcn1atic..a rcgi,l ro\ que &lt;locu 111cnl&lt;t1an
la lcngu,1 C\pañola literaria. en \ll U\O on.Ji ndrio
.\ cn \U\. n1 ..1nif c\l aciont'\ arlÍ'il ica\. a~ 1 con10 lo\
i&lt;lion1a\ ~ J ialcclo\ hablado\ en la pcn 111\ula )
l'll lo\ dCl11d\ raÍ\C&lt;; &lt;Je Lra&lt;Jiciún C\pañola .
25 ~() hre C\t c proCC'&gt;O. cf r .... J&gt;'\C\ •l\l U NdCIOna
.
1··.
~Cl.!.Undo
( ic lo. l\ño 1X. Nº 22 1. Monte\ ideo .
....
.lulin-'ieticn1hrc 1964. rr. 465-467 ( trc/11 \'() lle
l &lt;1 f&gt;t1lahr&lt;1 \ /)oh/e l 1110/og1a ()rt1f ).
26
1:11
1t)85 el rcpo\itorio can1h1ú &lt;le
Jeno1ninacion. aJortJnJo l,1 Je 1u\co Je la
PJl,1hra. l :.n 1999 el JLCí\O all1 CU\t0Ji,1Jo luc

JcclaraJo .. rnonun1 ~nl o hi\l órit:o.. por la
( om i1:¡ión del Palri 1nonio l ' ulturul Je la ación.
27
( ' f'r.: " Re\ i~t a &amp;.H.:ional... \ño \ ' l. "!&lt;' 67.
tvl ontc\ ideo. Julio &lt;.Je 1943. p. 157 (f.o //1\to11a
I &gt;1¡J/on1a l 1ct1 tlel l rllJ!,11(1} ).
28
•
1 ,1
e encargo c~tJ t~1rcJ a utrct:lor del
f)erartan1cnto J~ 1r~1tados 1nten1,1c1onalc'&gt;.
"-Jcl,on (1arc1a ~crrJlo.

12

•

�uiroga.. ntro lro . La

•

n

1

n

un •1n trum nt
particular • on:ho•
• -19 6 ( l tms nacional~ l n
rrlthto PMllln» Ri n'Cldo
por F.m1r
gua.
) .. archa
nt 1d " 2"" lftOllOPOllo ,.nona/ ( rta del

·~

1

1SCOI

I&gt;: (( n ln.t1111110

ac1onc1/ (l

w F.m1r Rodrfguc1
ll"'-'8ª' ).
ont ideo
- -19 6 (De/ Sr
rto lbdlff
propdsltn t#I
Rodó).
MOn\ ,
.. 1 + 19
( D re"'° ,
/11*dofa
Emir Rodrigue onegal)
amanu6 cnton
que la adscr1pc1ón
lb6ftcu al Partido
1al1 la.
u
públ1 a la
oluc1ón cubana. en
tud crftl
la
llti
1ntema 1onal
al
por el a 1emo d 1 Partido
en 1 ongcn de la
aial
1 ~ la act11ud
1 pnn 1pal dcnunaanl de la
1 frenl del ln.~ltuto 1
limir Rodrlgua. oncpl. en
lntcrn ion 1 d la hora.

Pri• 11.lo)

'!"''.,&gt;

una nota

1cmbrc de
tftul In,., liga
tlgtl IMJOI' .. al
1
mted
•
octlltll iparor.16tt del
•
Olro t:ankttr [que 1
l\anc
1 1 1di
separado
1 IOl«l ,_ ~ por ~I
la ma
lln de rcf1 16n.

''"'°

1

11.Ó

1

�J 960

(procedente del Ministeri o de
1nstrucc ió n Pública y Prev isi&lt;)n Social y

descripc ió n. del que carecía el 1nstitut&lt;)
para la consulta pública de sus archivos.
po n iend&lt;) de 1nan i tiesto e 1 criterio q uc
i1npul sa ra en el Musco l listó ri co
N ac io nal )' durante su pasaje posteri&lt;.1r
po r la direcc ió n interina del A rchi vo
General de la Nación, en el sentido de
do tar a los investigado res de auxiliares
indi spensabl es para su tarea. al tie1npo
que c v idcnc iand&lt;&gt; la inc uria de su
pred ecesor.

o ri g inada en 191 2 co1no parte d e la
O fi c in a de [ ~x pos ic i oncs de l Ministeri o
1nten denc 1.a
de
1ndustri as) 36 .
l.Ja
Munic ipal de M o ntevideo. po r su parte.
conservó registros fo tográ fi cos desd e
19 15, constituye ndo un acervo de va lo r
no só lo para el estudio d e la evo lu c ió n
urban ística y edilic ia, sin o tambi én para
la
doc um entac ió n
de
num erosos
a~ pec l&lt;)~ e.fe la v ida C&lt;.)t id iana y d e l o~
ca1nbios ope rados en la m o da y en las
costumbres. Empero, la ausenc ia d e
o rdenami ento
y
c las ificac ió n
del

L,a recuperac ió n de m ateri ales
perecederos (hoj as
ue ltas, vo lante •
pro paganda electo ra l, gra ffiti. etc.) fu e
descuidada po r los o rganism os público
pertin entes
(archi vos,
bi b li otecas)
d urante to do el lapso que com prende
este estudio. Pi ve l Devoto encaró
pri vad a1nente una labo r de rescate de
alg unos de estos tipos de fuentes.
constituye ndo una co lccc i(&gt;n de vari&lt;&gt;&lt;&gt;
rn i 1lares de pi eza : ''11111c·l1l tS l c1s rec·&lt;&gt;gí
\'&lt;J 1111 \·111&lt;J et1 lc1 l·&lt;1lle. 11111l ·l1&lt;1s 111e 1&lt;1.\
l1c111 reg&lt;1ll1l l&lt;&gt; !&lt;&gt;.\' a111 ig&lt;JS c¡11e c&lt;&gt;nocen
13
111i 111&lt;111í&lt;1", confesa r ía en 196 1 .

rnateri a l durante el lapso que c u bre este
estud io, obstó a un uso m á f rec uente de
e tos tes ti mon ios por pa rte de lo
histori adores.

r: 1 pri111er 1lam ad o de atenc ió n
~ob re la irnportanc ia de p re~e rva r lo

docu rnen to de emp resa eco nómica
provi no. en 1966. de l pres idente del
Inst itu to l li tó rico y C.ieográfi co del
l Jr uguay, Arios t&lt;) D. G&lt;)n1á lc1, qt1 ien en
un artícu lc) publicado en la ·'Revista
aciona r·. alertó obre la&lt;, po~i bi 1idades
que ofrecía a las nuevas per&lt;,pcctivas de
la indagación hi tó r ica e e tipo de
fue ntes. ig norado por lo general en la
gestión de lo arc hi vo púb lico . En una
enunc iac ión parcial. aunque uficiente
para dar cuenta de la inquietud
heurística que pro tTIO\ ía. Gon7á le1

l Ja con ervac ión de fuentes
grá ficas ) su puesta en va l&lt;&gt;r con íi nes
hi storiográ fi cos, tu vo se ndos cauces de
C\pre ió n en el SOD R E ) en la
adrnini ~ tración co1n una l de Montev ideo.
r~ n
el
pri m ero.
con íl uyero n
el
Departa1nento de C i ne A r te. creado en
1943 para H&lt;l&lt;Jc·11111e11tl1r V· esl11ll il1r el

11&lt;1c·11111et1I&lt;&gt;. ¡&gt;rogr e.\&lt;&gt; .l' &lt;! l'&lt;&gt;l 11c·i&lt;)t1 &lt;le/
34
ltrle c·i11e111t1l&lt;&gt;gráfil'&lt;&gt;" , ) la División
35
r:o toe i nem atografía , incorpo rad a en
33

.. Marcha.. Monte" ideo.

/1ih/1otecc1 el&lt;!

1111

escribió entonce&lt;;: .. !~ti c'&lt;&gt;rrl' 'f &gt;&lt;&gt;IJlÍ&lt;! ne 1c1
C&lt;&gt;111erc·i&lt;1! e11 .\11 rell1c·i&lt;Í11 l'&lt;&gt;n l&lt;J\'
11e¡;o(.:ios 111i.\·111os. per&lt;&gt; espc c·it1!111en1e
c·&lt;&gt;11
I u.\
vic·is it z1des
ec'&lt;&gt;11ón1 ica.~ •
/inc111cierc1s J' JJ&lt;&gt;lít icas. l'&lt;&gt;11 d(1/os .~obre
lt1s
ri&lt;¡1,e=l1\
¡&gt;ri\'llllll\'
,,
.s 11\
l'inc·11ll1c·i&lt;&gt;11e.\
c'&lt;&gt;n
pt«&gt;l'ee&lt;l&lt;Jre.'&gt;
l'
c·liente.\ , lll ig11a/ c¡11e el l'&lt;&gt;l11111e11 tle l&lt;;s.
11egc&gt;c·ic&gt;.\,
lle
lc1s
i11 ,·ersi&lt;&gt;11c.\
lc1 l l/J/ic·l1l'i&lt;)11 l le I&lt;&gt;.,
e:rl rl111jer&lt;1\',
1

21-3-1961. p. 23 ( I a

lli.-,1or1a&lt;l&lt;u

lpor) l\ .(ngel l

R.ramaj).
C)rgani/a&lt;lor de los 1 C&lt;;li\alc" lnlcrnacionalcc.,
de ( ' ~ne l )ocu 1ncntal )' 1 \peri mental ( 1954196 7 ). reunió colecciones parti culares (la Jcl
poeta 1 crnanc.fo Pereda contenía copias &lt;le
alguna\ &lt;.Je la\ primeras peliLUIJ&lt;; &lt;.Je 1 urnicre).
adquirí&lt;'&gt;. ohtu\ o en c.fonacion ) canjeó rcgi"ilroc.,
filmicoc., &lt;.Je in1p&lt;&gt;rtancia (inclu1JJ la m cl)Or parle
Je la cincmatograíia nacional).
34

35

•
hic.,torico) antropnlúg1co. cu: ..1" rcpr0Jucc1onc
cn~1a.n a rrcc10&lt;:, mu} hajos.

ji \

l 1ego, a poc..ccr un accr\ o uc
.1
'
de 2)000
1nas

l .a 1u~1on de :~toe., do~ !:len ic10\ Llio lugar. en
1985. a la ercac1on del Archi\ o ..1cional de la
Imagen
... .

placac., fotográfica&lt;; repre..,cntando personaje~.
1ugarct.&gt;. hechoc., ) &lt;lcmác., í.l\Untoc., de \ alor

14

�fe I

ftl&lt;

/º(

I

~ 111 111 I I

tl/111 1/1 I I\

h

111

1r1

,¡,,

ele
l I

¡,,'

\

I,

/"\ lfl/1

lt

.,,,,~,. I ,,,,,

I

'c1/1 l 1

lc1

1 l 111\

l

1l 11 1

¡,,,

1rt1

1/1 \ICI

\ 1 ,trl1r dl" l,1s ,1 • 1 ne
·n1prt:ndidn 1 r 1 ,1, ign. n1 ,11 Ir· .. nt~ icl
In litul h.: ln\csl1g.n i{ nts lli tri n.
e rt.:nli1
unn 'dli a lal r
e
in d u111 nlnl en ,, hi,cs
an1 r1 , n . l ll'nicnd
un
' lun1c n
le:
J i,i
1111 r liln1
\
•
. l , 1, l r fue un1pl1d l. l r
d r e di l , ñ
ne en t d s 1 s
" ~ n11, 1 en11 n 111 ) J r 1
g,
el In t1tut
en
.. , 111
.....
13rg,1rel
1 1111 Iinn J • n 1 ndrc
1 ran l•r1 • •'en 1 ,r1 ¡, nn~ 1 erren .
,1 1
e 111
p r
111\ e lll!ad res
1 'rt 11 "l l~ntc ,11 In t1lt1t
1nt 're ,1d
t'n u
. en 1 t,1cf
l n1d
lula
1 rtcll . en 1 'I a11~1 • lt~11t 1 Ju,tn
r1t n 1
ne . en 1 1 de J, nc1r
\ 111 "l tc:
lt: lt·ndc1 . en IJuc n
\ 1rc •
t:n 1 r1
r l 11, 1 ancll1 1lasta 1
r1cnt, d 1 de 1 n11,1
t~
tare ..
nlc un ..1
d1rc l~ p
n
1
ílttid,
r1l1
clcg.. d

\(
11111111 ltJ

1

lt1ht1r 1 l 1 t '''' t / t 111¡ 111 111&lt;
/i l l1r1111hr &lt;l 11 '-!&lt; ICI Jll
1111 li 1 1111 c1111h1c 111 • 1111cl.. ltJ c1I

r
trn

l

e 1
:1

I,

n
r t1 t \

/i

tll I 111 I lflll

/11 /(11 I I
111/ I
11

¡

/i

ll 1

li 111 1r

¡ r &lt;

(/

ti/

111

11

1

cli 1

11

li Ir 11 l

I

J
1

Í

1

J

t

11111 11tr

1 1

ti

1r'' 11 111 1/

11

c/t

tl

\CI/\ (11

/ti

111 •c1111; 1 11111

111111111t11r

1 111 11111 1 1

1rl

¡1 11 ,,

el

I

/11\ I

11 /ti\ Cll

( l ltl 1111/ 11 / 1111

I

/1 111

1 711

I

e

11 " I 1(111 \

111\

111 11111

/11111

tf 11

/e

1 l1

t '\/lllllll 11

trc1hc1¡

I

1 1/1=c1
&lt;/11

11

l

1

la /

1111

1111/1cl 1 I

ll

l

111

1

r

1

, o p ia~.

•

1

Jlll

11

1/ lrlllll 1111 1 \ I ll'lll 1·

/

\IC

t)ll' l ' \ ' 1()1\\.' '

111irrt , filn1~' f ( ,(( Jl' tl Jll.I' .

1¡ 1tc1/c '

1cl&lt; 11tl&lt; '

'ti ,.,,,,.

1•- •

' 1/c11

1&lt;1 ••

e hu n1 ,1

1

n •'

J un1ent
1l
1 e l i ne 1 ter 1 re de
e 1111
.. rg . durante un la1
.. íl . d 1
l
d .. I,
en 1 ndre
fr, n
l
11 l ra e tcrl u1, •
prn1 .rep ti' n1entc): en tant que
1
re 111 i i n
p r
' l 11
de 1,
1 1( de e 1
cur p
d nde 1, t, r ""ª t
11 .
l

()

1/

n

R

l

lO

1
ult r

I

1n
I
l I

I, n1ucrte de I~ '1gn, ni.
•
ran i
lucg 1clit 1ur1 l
pr1111cr
e pre upar n de ntinu r e
, unquc )
de
r111 n1cn
rcgul r.
lcb1d , difi ultl.dc fin, n 1cras de 1,
1 a u lta
'
a 1 rct ir
e1 , p _
•
n1ini leri, 1 . (JíC\ icnd e 1n luso l. .
r ubli i n de la eric d ur11cnt, le
\

l1

\'

pu i

" I
n1n1

I

I

e

1111111

rtol

,,,

I

'r,,,. 1hª"1Ji)

11

1

I

t

111

1n1p1

o

d

'1111

1n /1hl

1

"
11

I
&lt;1n1¡

l / n11t r1ol
íahd m p JI)

¡ r1111 11 in~

e

15

164613..

�sin embargo~ la escasa densidad del
respaldo documental que presentaba la
producción hist()ri&lt;&gt;gráfi ca sobre el
período colonial, y la necesidad de
revertir una situación que comprometía
la
capacidad
e~pl icati va
de
los

de los archivos londinenses relacionadas
c&lt;&gt;n la Historia del Uruguay entre 1807
y 1818 J9 . l ,a 1nayor parle del caudal de
fuentes copiadas estuvo referido al
período colonial y al de las guerras de
1ndepcndencia, con excepción del
relevado por Oddone. centrado en la
segunda mitad del siglo XIX e inic ios
40
del siglo XX .

1.8.

historiado res.
L,a elaboración de instrumentos
de descripci ón constituyó una de las
más severas carencias para la labor
heurísti ca. sc)brc t&lt;)d&lt;) en referencia a los
fondos del Archive.) General de la
Nación. buena parte de lo c uales fue
objeto de catalogac ió n édita sólo mu)
tardíamente. En abrí 1 de 1963 el Poder
Ejecutivo di pu so la reali zac ió n y
edición de catál ogo correspo ndientes a
42
los fondos d oc umental e~ del Archivo •
tarea que se i nc re1ncnt() en el lapso
1970- 1973, durante el cual Pivel Devoto
43
ejerció
la
dirección
intcrina .
l&gt;rec i ~ amentc al suscribir la Advertencia
al catál ogo de Arl·l1i\ c&gt;s Purtil'11ll1res.
Pivel Devoto rea lizó alguna refleAio nes
ign i ficati vas
sobre
lo
criterios
archivológicos
e
hi ·toriográfi co
subyacente a la con fccc ió n de estos
instru1nentos
de
de cri pc ió n:
. .Al
l'Iasificl1r
/cJs
&lt;.1rl·l1i1 1os
/1e 111os
pres(:inditl&lt;J e11 a/J.\t&gt;/111&lt;&gt; &lt;le/ &lt;Jrt.len et1
lJ lle es/&lt;1l1l 111 &lt;Iis¡J 11e.\ I &lt;J.\' I&lt;&gt;s 111a1111sc· rifo.\
c1/ i11c·&lt;&gt;r¡J(&gt;r&lt;1rse &lt;11 1lrc·/1ivc&gt; [General de
la
Nac ión] .
5,~¡
l&lt;J.\
111c1t1z1sc·rito.\
relc1l'it&gt;n&lt;1d&lt;J.\
c·&lt;&gt;11
1111
¡ Jerso11qje.
c1dq11irid&lt;J.\ &lt;&gt; tl&lt;Jl7l lcl&lt;J.\ en s11cesivl1s
etapas .. /(J r111 c1h&lt;111 l 'i11c'&lt;&gt; &lt;&gt; \·eis l egajos
t.li ~ I i1110.s. ¡Jr&lt;&gt;c·e&lt;i1111&lt;JS &lt;1 ref 1111clirl&lt;J.\ ¡Jara
recon.\·tr11ir 1&lt;1 11111&lt;Í&lt;1d &lt;JriKIJ'1&lt;.1ri&lt;1 &lt;.¡11e 1111

F.lahc&gt;raci&lt;'&gt;n cJc instrumentc&gt;s
de descripción.

En
1917
Dardo
Estrada
pronunció una conferencia en el
Instituto Histórico y Geográfico del
l Jru guay, sobre '' F-, uentcs docun1enta les
para la 1Ji storia Colonial", dando a
C()n&lt;&gt;cer una rclaci é&gt;n de lo~ doc utnentos
4ue había exhu1nado en el Archivo de la
[«-.cribanía de G&lt;)hiernc1 y l lac ienda, en
el cntenttido de t1ue ec:.;a lab&lt;&gt;r tenía
ca rácter
pri oritari &lt;),
dada
la
ine&gt;-.plorac ión
siste1nática
de
los
repositori os. '' l-foJ'. qzii=lís pt.1rl1 l &lt;Js l/Zte
it1vesliKa111(JS e11 el ¡Jc1sc1t/(J c·ol&lt;Jr1il1Í afirmó entonces-, la 111ás z1rge111e l c1hor
sea /(1 de ac1111111ll1r l&lt;&gt;s el e111e11tos
nec·est1rios c·t&gt;n lo.\· t¡11e tles¡Jztés ser á
e.\·&lt;.:ril&lt;.1 si1 /1istoria p&lt;&gt;r 11&lt;&gt;s&lt;&gt;lr&lt;JS 111i.\·111t&gt;.\'
.,
,
&lt;&gt;
fJ&lt;&gt;r
1111l1
ge11erl1c1&lt;J11
111t1s
J .,41
E·,,sta ex pres.ton
'
de
&lt;11I &lt;)rf 1111t1t1t1
.
hu1nildad de Estrada apuntaba a señalar,

1

39

f{a\ ignani llegó a escrihir en no\ icmhre &lt;le
1952 la~ palabras &lt;le pre~cntacion &lt;lcl 'o lumen
corre spondiente. que no pudo cdilar\e por
carencia tic fond o~. r n 1962 Pctil ivtuño1
rcali1ú gc\tione~ para U\cgurar la cJicinn.
aunque \Ín é&gt;.ito. quedando el mt.ltcr1al
cncua&lt;lcrna&lt;lo
a
Ji~po\iciún
Je
lo\
1n\ c~tigadorcC\ en la c;edc Jcl l n\tituto.
40
( ' I r.: 1rc:hi''º ele/ /n\1111110 &lt;le ('1e11c1a.\
l lislÓr!c:as
('a1álogo
ele
In.\
/011c/o.\
n1a1eri&lt;1les
hih/1OKr&lt;Í/ico.\ ) ·
cloc u111e111ale 'i,
11u11er1ales especia/e.\ Monte\ ideo. l l R/ I 11 ( · 1~ .
200]. pp. 18-29.
41
ll&gt;ardo l .Sl f~ /\f)/\ I l ·uenlefl cloc11nl(! nla/e.\

42

----

1 n 1&lt;.)65
· el rrin1cr \ olumcn del
- aparcc10

lnven1ar10 ele /o, /· onc/o\ / Joc11n1entales &lt;le/
1rchivo ( ieneral (/e la \ac1011 : ( '&lt;1talogo &lt;le
I ihros
&lt;le/
/·.,t..·
·· lrch1\•o
(;enero/
td111i111s1rati,·o ··• ) ni año \iguicntc el \cgundo:
('attí!ogo &lt;.l e/ /_r lrchivo '' \/uJeo //istórico
\ 'ac:io11al. amho\ bajo la rc'ipon'inhilidad c.Jel
Jirec.:lor del /\rc.:hi\o (1cncral &lt;le lcl Jción Juan
('cirio\ (1ómc1 Al1ola

f'&lt;""' la l /istor1a ( o/onit1/

( 011/c:renc.:ia leítla el
c/10 18 de J 11/10 de 191.., ¡Jor /)011 /
/ con 1111
clt \Cllr\·o pre/1mi11ar &lt;le/ I)oc l or ( i 11\/(1vo

43

.

L n 1971 \C coito el c·a1a/ogo de I 1hrO \
l/1storia ele la lthn1111\lr&lt;1c1á11., en 1973 el
correspondiente J . lrch1''º·' l't11l1c11/are~

Nl ontcvidto. fn \l ttulo l l t\lori~o )
&lt;1cogralico del l ru gua). 1918. p. 14.

&lt;/a//1110/

~

16

�tl1c1 111\'lJ

¡,,

eI

e &lt;)1y1111t&lt;'' 11~1t•1«1gc11
lf)!.1111 I t'l//r

l"l'f&lt;I lllll

lt1

&lt;Jr

ti 1111clc1

,. • ( ,.,,.')
/11

clr1

I

11111c1 11/&lt;J

l

1

t1¡c1

c/tJ

1111\( ,, Íll 1 (1\

ft111c/1J

/r'í

/11,tc1r1 ''

¡ ,,

e; ,.,,,,,.

f &lt;I \

I ,

JU) /( 111 111

l~rllJJ

¡

&lt;JI"

CJll

1/ •

&lt;J

I ,.

1

\

-· 1.

llllll \

le
ini 1ar
lJ
1 lnstilut
llist ri
•
del l rt1gu,.
¡ te el
u n1 i .. 111 l r
it" nt1n1t"r .
l l r, l • 1, ra J ul 1i ·,1 r un u 11
"" u111 .. n t
r l .. re nt ' , I, nl i i · n
&lt;liJ 1 111,lli ·,t dl" J e 1 ll,1uri lurantc.: 'l
1 ri 1 ini ial d"
1u ·rr, 1r"t1n e~
\

le

e lc1' 1 1 c1 1c111
lt1 l •,c• 1/ I
''
/e ,f! Y'''

11111( 111 1/(

..
-·

t

111

1¡

l&lt;,111 ' '

1111 111

tc1

11

C/llC

'l.

e/.•

1111

ll

lc&gt;r1 ''

I

l ¡

'''

I tlll/I 111/"lt)

Ct(/t/1111"/(/(I\

¡

l 1/ c¡11 , ¡1ro &lt; cl1

irc 1111 r1

lt

C1111t1 &lt;'I'

t,'/

cl&lt;· !' 1rlic 11/c1~e'. &lt; l 1clcc1/ c c¡11 · &lt; I

111\ &lt;!\li~&lt;ttl&lt;Jr

l'11·11l11/r

ril rio c1rgc1111 o

obr

&lt;¡11 ' 11· 11 111

1 río lo o

1111

¡ .,,.,

lc1

rt 11111 ~ ' '

1

lit 111(

1111 ll 111
011

y di

l·
&lt;J11 r

I

c111

e di

&lt;J11\ 11/11

·to

r111111 1

1

· · ·

u n1 n l, 1
ne
de

n

cric 1 e htu11
re 1 \ ntc I,
e

1111
....

1
1

upa
1 i el
[ ' t
r r u ir
t
ti
, ll i1i a r
i n i p n , 1e d 1 t, r
in' c.:: st igador. e e pres en t le
, r11 bi l
d u ge t i n pub 1i , . \ 1 e
r11,1n1fc l de n1ancr,1 [ltl1ncr~1 r .. ~I e ·te
d" 1
1 in
r11,r1u
el
'u.
i n, 1 • •'
rre li\
re
1
pre edenl
r
d t1111ental del In titul
a i
e
In' tiga i n ) r h¡,.,..,. ..- 1 itcr ri
•
1a

\ n re
\ nt n'
, la

'

•

cr
~•

l,t
qu •
in1i1 re

le

,. 1

••

untaron

n e itad
-' 1 O. .'
\

•

'

•

lt letra uruglh) a
nlit!urar un ~ ( ne s1gniii
"""

. J "ra

I I

ur tada
pre

cd1

l 1 d\: un

1 11 ur1

d

lU

1

ll\

l

d

~t

'
tor

1 tt3da

r

191

l I l I {) l 11 ,,
I 01 10
111 /1
I 111n' I cr1to'
1 nlC\ 1d • 1 3. 111 /1 f I 1n1tt\
11tc
nl 111 1 nlc\ ideo. 19 ...
f
/) IJ I fll IU~(
~1110111
/ 11
1llc\1dc.19 ....... 1 111
11
ntc,1dc
1( m 111 ' nlc,1d .
1 2
1ti1 p 11 t I ll tnntc 1
Ion te\ 1d
1
1/ 1 po1t 11
I 11 I 1/ 11tnlng1 1 '
1 nt '1dc 19 n
11111
di In
11 ; ntor I 10 "' ti 1r 1/
n,,..,,,, 11 lll
O 1 na/
f om
1 I ... 5
1 fllC\ ldc.: l.
' 1dc . 1q 7. 1( nt 11 I

4

en re

l'.0

pu
Íi

en
nta

re

,1

-

un

n

de

19

nrt &gt; 1'.l1 el lo
\fu n 111 ll r1 n \a 1t 110/ 1111'(; I
¡ 9- ··Re 1 tu 111 t r1 ...
1 m
1 nlc~ 1d . 1 --. p
- ., f
1 1nalmcntc. en
l'.I ult1m 1 añ l de ge 1 n 1 lrcntc del tu c .
P1' el l) \ ll puhln: l el cJl h &lt; t 11111 rilo\
11 orp r ld
ti/ \/11~ o 111 1011 o \a 101111
111re I o a ii
¡ 9- ' 19 .. { •RC\ 1 l 1h l r1 ••
f m 1 J\ 1 ntc\ 1dc . 1
1J- 0)
45
(11110 p 11a la
tli' lo fnntln"t
\{01111

111

111

llz

1 nlC\ 1d
()11e11tc1/

1

11n1c1111/e,
11g 1 1011 "t

I r11g1t&lt;l)

t

l I
•

ntC\ 1de&lt;

111'&gt;1111110

fri "'' n

1 10110/

/ 1tcr. 111n~

• IJ

111

• 19 -·
(

111 /011

t111

(10

f.o I

'''Lila tle/

e tt1 il

In I

I .. 6--...

1~01 OR11c1 o 111 i pt.11c/1c11t&lt;.

"'

ro1111 1n

1ontc\ ideo.

i

n ~'

1111 1011

nlc\ldet.19 o
51
(
l1gn d la l '"'ti 1&lt;l 1 I \fc1• 1 de 1
R '/ 11h/1 n ()11 ntal dt I l 111~1tn\ ni 111d itlo
p11h/1c1r pn1 el l ... 1110 (1nh1e111n I 49
lonlc' 1dC&lt;1. 1 2(
52
11 / 1011111ro (J11e111al o 11111 nal f,1
'ltc. 1 clt
In
Re¡111h/1 n
l 111¡:11nl n
1re
lon10
lontc,1dcx. 19-6-19-7

1

º"""''º

l
/1n

outh

f'"

le
1. I

. 1

17

�54

rigor palcográfico • las contribuciones
fundamenta les
en
este
rubro
corrcspond icrc)n al Musco 1-1 istórico
Nacional a travé~ e.Je la ··Revi~ta
55
Histórica" •
y
al
Instituto
de
Investigaciones
11 istó ricas
de
la
Facultad de ~lumanidadcs y Ciencias
(cumplidas de acuerde) con el plan
clrigi nal
de
J~avi gnan i) .
l ,a serie
·• [)ocurncntos para la 11 istoria de la
56
República Oriental del l Jruguay'' y la
serie ''Bibli&lt;&gt;tcca e.Je l1nprc~c) S Raro ..

r11anejo c.ic fuentes éditas p(1r parte de
lc)S in vest igadc)rcs. sc)bre lcldC) e.Je 1 trarnc)
h ist(lricc1 que se clausur(l con la Guerra
(irandc.
Aunque el diputado Fcrnandc)
(:Jutiérre/ Mendo/a presentó en junio de
1919 un prt)yccto de ley pc)r el que se
&lt;)lorgaban rccurs&lt;)~ al ln slilutc) l li ~ l(&gt; rict)
y &lt;icográ fico de 1 l Jruguay C()rl la
finalidad de que ce.Jitara las cc&gt;leccic)ncs
e.Je cJ(&gt;CLunentos e.Je la épc&gt;ca C(&gt;lc&gt;n ial
ft)rtnadas
por
Oardo
r~s trada
(trágicamente desaparecido ese mi smo
año).
la
iniciativa
no
prosperó,
frustrándose un aporte documental de
ingular valor. A requerimiento de la
('c1111 isión de Instrucci ón Pública de la
('ámara de Representantes, el doctor
C1u~tavo Gallinal elaboró un inforrne a
nc)r11brc del Instituto. referido a la
pertinencia de la edición de fuentes
planteada,
formulando
en
la
oportunidad consideraciones de carácter
general sobre la estrategia de difu ión
heurística
y su impacto en la
producción de conoci miento hi stóri co:
., !~a
pt1hlicació11
de
c·o/ecciones
&lt;l&lt;Jl't1n1entales fortnadas l'On 111éto&lt;lo
l'ien1(flc&lt;J. con10 ¡Jc.Jrlr que puedan ser
fi1enles .fidediRna.\ ¡Jarll el est11&lt;lio de
1111e.\fr&lt;J JJ&lt;ISll&lt;I&lt;&gt;. es f &lt;1rec1 &lt;le i111¡&gt;&lt;&gt;rl&lt;111l·ic1
¡&gt;ri111c.1ri&lt;1. f ... / f fc~v 11n interés ¡&gt;zíhlic'(J &lt;le
¡Jri111er &lt;Jr&lt;le11 vinl·11l&lt;1cl&lt;J c1 esa Í&lt;1l&gt;&lt;Jr. &lt;1
l&lt;1h&lt;&gt;res &lt;Íe es&lt;1 l'l&lt;1.\e, &lt;¡11e &lt;le/1e11
e111¡Jre11cle rse e11 adela11te e11 gra11 esc&lt;1l&lt;1
l'&lt;Jn &lt;l&lt;Jl'11n1entos &lt;Íe I&lt;&gt; () vc1rios arc·J1ivos
&lt;le/ pt1ís .v del extrc1njer&lt;&gt;. N&lt;&gt; p11ede
c&lt;J11cehir.\e 111anera 111&lt;Ís ¡Jrál·f ic·c1 ) '
e/ic&lt;i= (/(' afic1n=ar el ¡Jr&lt;&gt;c·es&lt;&gt; &lt;le
rec·11/il'lll'i&lt;)11 )' re11&lt;JVOl'i&lt;)n l1i.\l&lt;)r1&lt;·&lt;1 / .. /
&lt;JLle entre n&lt;Jsolr&lt;JS &lt;lehe realizarse

54

El /\rch ¡,o C1cncral de la Nación encaró una

labor editorial di scontinua. c;in sujeción a
criterios paleográficos uni f&lt;)rmcs: sín índices
tcmáli coc;.
&lt;le
lugares
geográficos
)
onomástico&lt;;: ~in rcf crcnciac; rrccic;as en cada
documento al repositorio que lo contenía. l ,n
1934 arnrcció f)itll'ÍO &lt;le Of'&lt;!l'(ICÍOl1eS de la
esc11adrt1 rep11hlicant1. c&lt;11npt11il1 del Brasil
( I «?26-l 82H). llel'a&lt;lo ¡Jor , t'''&lt;11'(} tle . l /:0Kart1) ':
entre 1935 y 1946. en cinco \Olúmencc;. ,1rchivo
&lt;le/ (leneral ./11&lt;1n I f,&lt;1''&lt;1llejt1: en J 939
( 'orrespondenc1t1 del ( ienerr1/ /· r1ic111oso l?i\'ert1
) 1 de su espo'ia Bernard1na f rago50 de R1\•era
(1825-185 1): en 1940 ('orre5pondencia del
(}eneral José lrtiga'i &lt;JI ( 't1hilclo de \fonte,·ideo
( 18/./- 1816): en 1941 Regt'ifro Ri,·era (18381839): } en t 944 l cta'i de lt1 co1ni'iión re,·isorn
del pro.veclo ele ( ..o&lt;Ít¡?.O tle l'roced1n11en10 ( ·¡,.,¡
,1877)
5

Si bien durante

\U

111

éf)&lt;lCa (

1907- 1924 ) la

.. Rc" ista J l istórica.. cumplió unu labor de
exhumación &lt;..locurnental (di\conlínua " sin
. .,
. .
...,u1cc1on a cn tcr1&lt;l\ palcogrdfico\ un11'orme\).
11
f uc en ~u 2 cpocJ (bajo la gc"itión Je Pi' el
f)c, oto: 194 1-1982) que ~e lran \ lorn1ó en el
canal de puhlicacion de lucntc'-1 ma'-1 importante
de
la
histor1ogral 1a
urugua}a.
La'&gt;
contr1h11cio11e.\ tl oc:11111e111ale\ &lt;l1cron cuenta de
correspondencia.
au tohi ogra li as.
di arios.
apuntes hi\tórico~. crónicas Je
\ iajeros.
intorn1c~
t11rlomat1coc.,
~
tonsularec:;.
dc\cripcionc\ gcográlica&lt;;. rcg1\tro\ Je act 1" idad
i n st~ lucional. pro&lt;.Juccionc\ hcmcrograficas. etc ..
rcal11ada"' a partir &lt;.Je ri gu ro\o~ criterio . .
~alcográficos .
~

f ... /,.51.

6

1orno 1: ( 'u/111ro 111e11te.\ pr11·a la l1istori&lt;1 ele
la . l 1nt\'er.\1&lt;la&lt;I
l c:/&lt;1\
efe/
('on.\ e)O
l 11n·er .\1tar10. 18./9-1 &lt;~~() Monte\ ideo. 1949:
1orno 11: l?el&lt;ito' &lt;le I 1a¡e \ . \ fe1nori&lt;l'i v
I 111oh1op.1·c.1fia\ 1 ttye\ ele l11ll1&lt;1rn 7oller a /~
IJan&lt;ln (Jr1e111a/ i· 1?10 &lt;le la /'lt1/n en l ""15

Caractcrilada
la
labor
del
Archivo General e.Je la Nación por la
auc.,cncia de un plan preciso y el cc;ca5&lt;1
53

lllf l(tl J. 'lomo 1 (2) \1ontC\1Jeo. 1921 . pp
f)OX-(l09 ( l'11hltc&lt;1c1on &lt;le /a,
&lt;. olecc 1n11e'\
1111u.' 11/ale' &lt;le/ \c.'Íiur /)111·tlo I \/11111&lt;1).

~1ontc\ ideo. 1955. 101no 111 I )011111u1c 1ón /11'10hrn'l1lei;a. I &lt;1 re\ ol11c 1011 011ental &lt;le /!&gt;'] ]-/l'?]J
\ilontC\ ideo. 1966

''º'

18

�ri nn ·· . lll r n ll
·, lldl •
lcgi 1 1nrn d ilt1n lir fu "nt , "dild \.."
in 'd1t ' · t, 111hit.:n ~ 11 ent ra t,
ie d
'I 1 unt -.l u · '1 \, 1 l r\lll l&gt;I l!.!I
.... l - 'n ·I
tmn1 11i t r i
.. rrnd
n l,t
\111

·n 1 ~ ,1rr,1l , le •' e t l1111urtl
·iu i,1d. ' cnt.1
l
l i 11 '
in111t1el le
ltund
·n lns t 1crra i .. ,
1 11 lll • J • lll 1 1 l( ll) 1' l.1 ·1u l.1 L
arr "nd 11111cnt
le bit•n 's inn1ut· I ·
urt .in ") en .. tran1ur l • h11 t t" d
len 'n
le l.

Jrürld •

\ un ~1uc: ('lr 1111 '1 j,
1 lr
1
1rni lcr1
le l lac ic:n lt1. dtu11nt.. l t
gt· ti n Jcl r Ju \n 1 du,1r 1 \ 1:1ini. 1
IUI · 1a l 1\ ,l
C 1 i\ CI l "\ l
d • (U 11 , r
trn,
1e
.. f ·u 1 l nt
p ra I,
11 1 l r1
) tin n 1·n
.. ,
r111 1pi t.:: re, li1 i n
n 1
'I pr1n1cr' lur11l:n.
1r un r1pt
l
1 1 ' lun1~n
111
ltJI 11111
111 "cl 1, nt ..
.. tr,
. d un1 nl
rclcr1d
..
n1crl: 'de de ...:h r,1
•
Ie l 1 rr,1 n..· 1I ·n •,,
p r
llcn une 1,1 cl •
11cr
lcr1_ • re 'u l, 1/ 1 n
de
rural.
1't l
r t 1c:mi •
'r1t
d .. ch1.
\
•
•
.. nlrc
en 1

..

.. r1t

\ r )fl l 'l(lll

1 ..1r..i l.l
1&gt; ·111 g.n1li,1hi l ri ,ttl"still(.l'ntrl· ll
) 1 . • 1, l' l r 1e n l • 1..1df( n... i e1

1 nlC\ 1dc
\ I ¡, ndr
tran

un e
u cr

l\J ·r1tc
el(

11&lt;1/l I ' ' •

rnr1, 111 ·ntc ,11
1

r ti

11

re 1mcn m

~1,1r1e

)
m r nt
ha en
11 1 Tf RI r f
¡ 1r.1
111 ' 111

n11n

• nllu

.

t

'

t(

)

en

.

1uri d 1

l&gt;

usu,1lc~

~ htl

d·

1 e 1 /11c 1 c11111
qu
l re ll(

In lttul

l l1~t r1

1

'

•

el l rt1gu... en partt ul .. r ..1
u 111 1en1 l r
qu h
r I, t 1I l 1 fi l 1 • 1 ru l d
e 11 ra 1
lue el trlln1
• IJ1hl1&lt;1}!..1 c1/ia ele \'I l/&lt;!I"&lt;
e1 1 111
11 de
u
h t( d

de
\ 1 ..\
i 1
brc u

I\
I l I
hr I
l

en
•

a ne n
d una edi ión de
una l.. t r ~ íC\ 1 de
(ñ
lllc
t rde

de
r1

en

~

e n1t:n: 1 "·
pre ll n &lt; nc&lt;la
Junt ~ dt:

1ndu tr1

•'

l,1
dl·

n rl1brc e J
rrc 1 nd1

&lt;le
1n r 1c1 ~r1
__ ... , ion ~

1 .1

'

1111 111&lt;
umcnl

1 re

u

I I

I

11

.

f ri1111g.l'n 1..1
le
n1 lUl ., 1d ·..111,1. l ·1
,11 ll I l •• 1( ••

l

1 m

\ 1 lnnt
de p. 1dr ne .

r JUdll

,n t
• 1 ~n111t1 1 r 1 r1111 'r, 't:/ en In
h1 l ri ""'1!rn fi,1 uru 'U .'a l.. 1 cnt 1li ·"
~ I,
t1 .. nt1fi .. 1 n d· l,1 1 bl ion

1d
111 \

n

1

l. n:,1lit'n J, 1

n1 ntc

dl'.
1 nt ' 1dc .
n • n1cr e .. de
t

1 111,

de

re • 1 l "r

rren

ri(

ll l,lllll \ ..l

60

n nA .r un

•
pr1111era

\lc1tnHJ"1
1 \ l. f'nd1011 r
o/, 1l1,Jn~ tl \l1111tt' 1cl •n tl I 1glo \ f /// 1 ~ 11
Ion le\ 1det:1. 1Q l6. 111 11 \ 111
1 nlC\ 1d
1 (l, 1 pan1t del • l"\c lcttn l llstor1c ··
104
1O .
1 1- I 07.
1O -1 1 1 )
1 12-1 1 1
1
llnrn 10 \l{RI 1 ) l)C) ( ,,1f1=11 1011 !ti
l r11g11n1 f on1t 11 /l1h/1ografia de ,·1o¡c1 n
( 011111h11 1011 ¡!rnfi a
lt ntc' ideo. lnslltut&lt;
1hst( n &lt;l ~ 1ct rñli o d "l l n1glhl). 194\ 1

Jd

11
11 1
l1 111~1 rt 1 I 111 1111 1 l
l 1 R p11h/1 o &lt;Jr1 111t1l l I
f ti 111 I I I 1,
n 1 ( tí\: c1c n de Juan
111 11 ' '
Publ udJ
f p ,,~ ( \ l, l , m Pr1 mcr l f 1 1 rt1 1 - ./1 1 1
I /(1 1 ntc 1

19

Ju1n

\rrc 1 nd
f{ol .. rld

�2.2.

"clecci(&gt;n de este tipo de fuente.
inclu\:endo textos glosados de nueve
6
' 'i&lt;rjer&lt;&gt;.\' de los siglos X V 1 y X V 11 "".
~

l .. u
itlca
de
publicar
una
colección de autores nacionales que
diera cuenta de la evolución del
pensamiento naciona 1 en
diversos
campos del quehacer colectivo. tuvo su
primer esbo1.o en un proyecto de ley
tJUC el diputad&lt;) Juan /\nl&lt;)nio ílucro
presentara
a
la
c~ámara
de
f{eprcscntantcs en julio de
1915.
A unquc somera1ncntc pcrfi lada. la
iniciativa apuntó a resca tar textos
o
ign orad o
de
los
o lvidados
persona,jes l1isl&lt;)ric·l&gt;.~·'· de 1 país. para
que sirvieran al conocimiento del
pasado. sin que a ello o bstara el hecho
de que aquél los hubieran actuado
'"d&lt;&gt;t11inl1&lt;ios p&lt;Jr l&lt;&gt;s ¡&gt;re_j11ic·ios &lt;Íe
·
·seno
- ma,
e¡&gt;&lt;&gt;l'{ts
f /(¡·r.1&lt;·1·1&lt;'s •. (l(l . eon un d 1
11 ít ido.
el d C)Cl()í
usta vo Gallina 1
presentó en abri 1 de 1918 al 1nstituto
H i tóri co )' Geográfico del Uruguay un
proyecto para la publicaci ón de una
'"Biblioteca de Libros Nacionales ·• de
ca rácter pop u lar )' con la final id ad de
··dar difi1sió11 a lihr&lt;Js z1rz1gz1ayos de
valor hisl órico. literario o l 'ient[fico··.
Preci sando
su
inic iativa.
Gal 1in al
agregaba que la colección debía
formarse por ··rJ/Jras inéclitas, f.JJ!Oladas.
l 'ltrioSl1S f ... J. r e11 ~enerc1/. l&lt;Jfl c1s
&lt;1q 11elll1s &lt;l e 1&lt;1 ¡&gt;r&lt;J&lt;l1tl'l'i&lt;)11 11c1cio11c1/ q 11e

Aunque
sin
reali7ar
cstricta1nente edición de tc~tos . la labor
desplegada por Carlos Real de A7úa en
tt)rno a esta categoría de fuente.
contribuyó de 1nanera significativa a su
val{&gt;ri1aci()n. Vari&lt;) cn~ay&lt;)S críticc)S
publicados
en
·~Marcha ··&lt;&gt;3 sc&gt;bre
vi&lt;{jer&lt;&gt;s (Real de Azúa se preguntó.
incluso. si no ería más pertinente
hablar de testirt1onil&gt;S extranjeros).
dieron cauce a una más 1nadura
rcílexi ón sobre el género. contenida en
~u análisi de la obra de L.. Bo utcher
64
l lalloran • y a un repertori o c;e lectivo
de &lt;&gt;l1servc1ll&lt;&gt;res e:rlrl1njer&lt;&gt;s entre 1889

y 1964

clá.~icos

11ruguay&lt;J!i.

~

65

ele

Ediciones

4

'

.

e;

62

J loracio A RRl -.. DON l)(). 1iajero&lt;:; v1\·11anl es

fi el l rug uaJ'. Montevideo. 1958 1separata de la
··J{e\ i\ta de la Sociedad Amigos de la
Arqueología" !. La contribución de Laguarda
1rías correspondió a la c\humaciún de los
l&lt;:'i.los de Pero 1 ópc" &lt;le ~nusa ) de A scarclc &lt;lu
ll rsca~: en lanto que los &lt;le l l lrich ~chrnidcl.
rv1art1n uel Jlarco ( 'cntencra. l lenurich ()ltscn.
Anton io Vas4uc/ de Lspinosa. Jorge Macgra vc.
1 ranc1sco ( 'nreal )' Antonio ~epp, lucron
anota&lt;lo\) comentados por Arredondo.
63
l .11Ílt11110 fle lo.\ ,·iajeros ingle\'e'i ("Marcha".
Monte\ ideo. 20-4-1 956. pp. 20-23 ): Sohre
l /i11c hliff v el \'alor de lo\ ,.¡&lt;~jero\ ( ..Marcha".
(\ lontc\ iJco. 4-5- 1956. pp 20-2J ): /'arfl1h V
\fa, Á1n11011 f.o \ lúcidos h111an1co\ (.. f\11arc.:h.1'·.
'11onlc\i&lt;leo. 11-7-1958. pp. 22-23).
64

l n te\l1go inglé.\ ele la ( 'is¡Jlr1ti11a

66

1 . . . . d .
.a 1n1c1at1\a ciaba la \clcccion e.le lo() te\.to

a publicarse. bato la dcnon1inación ..Biblioteca
l\;acional del l Jrugua) ... )
en ediciones
,
.

cconom1cas (para que puuicran "c1rc:ular en las
ei;¡cuela~) e\tftll'lel'&lt;111/ al alean&lt;. e efe/ pue hlo").
al dictán1cn de una 1unt~1 compuc&lt;\LJ por IJ
( ' omi sion de lnc;truccion Puhlrca de la Cámara
&lt;le l)iputauos. el Rector &lt;.Je la l Jni\ crsidad. el
In spector &lt;le Instrucci ón Prin1aria. el Presidente
del A tcneo. ) el Pre&lt;,idcntc &lt;le la Sociedad de
Arnigos de la l .ducación Popular (l)S(' R. 1orno
CCX L.11. pp. 409-410, \e~ión del 15-7- 19 15).
Resultaba
~igni ficatt\ a
la
ausenc ia
de
hi storiado.res en el organic;mo a&lt;I hoc encargado
los
te\lOC\.
má.\ime
cuando
de , elegir
coctancam en tc ~e c&lt;;tahu rcfundando el Instituto
lli ~Lórico } &lt;1cográli co del l Jrugua\ . hajo el
. . -.
.,
.
patroc1n10 ol1c1al.

I

/Jo111cher
. 11 l/allorf1n. en "Rc\i~ta l l istórica''. Año
1 VI. 2 epoca. l omo XXX III. Nº 97-99 .
tv1ont&lt;.:\ ideo. diciembre de 1962. pp. 54-7 1.
65
1.1 trabajo que lo contuvo se compuso de un
tc\to con abundantes citas de este tipo de
fuente. y una relaci ón bihl iográri ca de 56
,¡ajero\ (cfr.: Carloc; Rl .A I
1)1 · A/l A.

I 1a¡ero.\ oh \ ervadore\ e.'&lt;l r&lt;111¡ero\ tlel l rllJ!.ll&lt;~l'
./111c10\ e 1111pre.\1one\ ( l l~89- l 96./) . Monte\ 1Jco.
1 acu l tac.l &lt;le 11 umanidadc~ ) C icncia~. 1965 ).

20

�I

11=~ z

l11,t11111c1

&lt;lt

t

l

111 ,,

,.

1 n l d, U
t1111 ·n i n 1, ir1i ·inti' 1 t1,1t r1,1 d e 1 ·rar
n1,1
de lr •
d " ·au . 1
p,a ,1 , ·~e
gra
le~ del 1 1 , gll l l d
.. d 11 n1cr1, i .
rt• ,1
11 el
·ente n,1r1 de
. in t i tu'• 1d
( ·r,/c e e 11111 l
{ r1t.1!.lt 11 &lt;J ~
11li, nd
u re 111.1,1 ·i 11 ,1 ur1d • n1i i in
•nl "grada
r "I ~l1ni ln d .. In lrt1 .. ll&gt;n
lubl1,. 1
ire"l re l . l,1 I i 11 tc·,1

( t/l/tl ftl \

() 1"( 1111/ l"c. \ I ••

n 11. el
r hi\

•

•

l

111

1

•je

uJ 4u •

1

•

1 11.

d • , 11 i nnl.

t

1 1' "I 1 e' otc
l' intcliu
e:- 'nl ' •

·ut r

un

iu11 1 111 'nl .. ¡ n s" ini i en 1 : .~ "l n 1i:1
1ulli',"i ndc lr11g1' I' irl sl\ tnr1n
({, n11re1: /· er111 •111 ,,.,,,, I '' ¡1rc&gt;l I 111 '
o 1c1/
) EI ¡ 1 &lt;JI le111 1 ele l 1 t1crr 1. d"
, rl
\ , z 1crrt'i111: •\ JI 1c•1·1·111i&lt;J •'
J&gt;r11111/1\ ''· ll'.
rl
1 C\• le . dt l icnd
rtc, r "luun
n1c1 u1nc
pl,111le
)
""'
b1c i rll' • t1uc n 1 1rnr n 1n1 lrar la
nt1nu1::I de l1cn1pr· ...

1
1

nal

I· h· h1

t1,1lu1l

1 1 ( rl )

n~ ntr~ 11

11

n

11 i t ri
lt• l" n

t'

lll''"Hln

d i re ·ti ' n

1,

1

1

1u

l'

h

. . ....

\u iliarl''s

ll:tr:s
i n\ l's t ig:l i&lt;t n hisf ct r ira.

a

1ntcer( ntc

un

del

~

•
l

1 n un n tu n1cnt, nd
n ion d 1 '
un1c e 1 l \ 1 J l 1 ( le en n. 1 .1 1añ i'

'

l

n '

'

crt

u

u

In

n n11 ·nt(

1111 1 '''' 1 t \

"' 11!11 l
I

11

11

la n

I

n

1i

I

I

1

1//111

I

,

.:.11

1
I

ll

/

f1&lt;11i l
ni

ri 1

I

l

11,r

p h
n

I

,-.¡

J,

á h1

d

~

/1 lt

1

R1

11tn.;
)

trN.la
l
I

"I
I

d

e

r1

1rc11/ 11

q11

re

1 111 r&lt; 11
()1 1 l R l rl \

I

11

re

I'

\

n

1111 ''O

I /, lllt

~ 1

111'1 11 '"''

/, \( I
l

I l

li

llC'llll ()

d

&lt;1111

Jo,
,,
\JI

~/

ft /, '
' ' ..:.c/111 l 1 \
Io

I 1110/t '}!ltl

/t1

1( 111 1 1 llft

lit \

1 ll 11

1 111 \ ll

r n\.".

re In

n

1lcr1

l:

lC •Í í°'l:lltC &gt;p&lt;l 1l&lt; r.. •· t 11 tltft /ante

lo ~1

c111h10/lo
1 111111151 110 í:.&lt;11101'0
pol'a 11
lr1 &lt;. 0111 1011 el \t I t. ctnn d&lt;. 11111/n,
fl¡ 'ílf!.lllClll&lt;: &lt;I&lt; {i111 1011 111 U~IUl\f'I
IÓSI
111101 d1(111110 c111 1 oh1 a
ha} 011 fKI a lo al

11 / 1 ( '

1 1n1p rnur

27

1n1h1 11

I

, 1

le4

l \

tnl 111

( 1111

1

que hahr1.1
de ntu1u ~ 11 l le 1 n ' una rc\.:I 1nac1on
1unJ1c,1 p. r J\: n: hn {h.: lutur
lun:ho'"· 1ron110
e

1

p

¡1

t. /11&lt;11

l /

1h/, 111( lllt 1111 ~ll/111( \f(I
q1": t. 1111¡ /11 1 n1 I\ 11111/n 111\ In ele&lt; &lt;.1011 IL
I { 11111l (
Olt 11 fl(/ 1/ , , ,, ,,,, l ltl 1111 I 111\ I
111 fi O 1&lt;1 I 11
11111 1 I l 111 1/ \' \ f l 1 flll\ I
'/ 11 1 lt 111 111&lt;.
11 1 !ti&gt;/ '·
( ·1 .1
1.u'\an..1
1 nlc\ 1d 1. .. -9-19 ) \ e le e
10 de
nll J
e unieron un
1d
cnJlurt 1 de
l

I

/nw-.11

,¡;

/1h1

l

1/ 711r

1

1

1111

l1

lrh1

11\ 1

/

//(1
1 l l

I

I '

11

\ 1

, ,,, ,, '

1

rol

'

• '

f(l

lo1111111n

I

puh/1 1 •
1R !\I 1 (

l1hrer1r1 \

11 /1 111

1"(; a

111 1

1/

1 1 • pp -&lt; 1\ o
, tll 1nJI 'hrc
de hhr

1111h/1 ()

01111nhl&lt;.

¡

Cll\ ' '

e 11

1ut1!1 t: 11

/ '1/(1111 11 tllll

/ {1 1111 n \

"'O\

/o'i

01

111t&lt;lto'í &lt;.0111 nlctt

p1

ologo

ti 11

/11,0

o

111

ele

11 1101a

11111g1111r1

f111gt1'í l c//11'\/lllllO

rl ·I l

¡ 11h/1 ¡11 &lt;. •• ( .. 1 r ha..
1QS • &lt;la~u.1 1110)

21

'&lt;CIOll

111ft 1 11 1 ' ' tl ¡1ubl1ca 1ó11 110

&lt; o '' 11/i
1

('\" 11/()\

'"ª'

/lo/lar/o
lonlc\ 1dc . _ '-Qru

�indicación
de
su
frecuencia.
caracterí ·ticas cd itoria le&lt;,. di rectores y
redactores. a~ í como en 1n uchos casoscon transcripción de los programas o
declaraciones de propósitos contenidos
en los números iniciales. En una línea
similar, en 1956 aparecieron los cuatro
tomos de
Rfen1éri&lt;le.')
Urugz1ciyas,
publicadas por el Instituto Histórico y
Geográfico. obra en la que Scarone
aportó referencia s de heteróc 1ito valor
obre episodios acaecidos en el país
desde el período colonial hasta el
momento de su elaboración. en los más
variados campos de actividad (poi ítica.
cultura I, deportiva. teatra 1. religiosa,
diplomática.. econón1ica: incluyendo
rubros de inusual regi stro en obras de
este tipo, como p()r ejemplo naufragios
e i nccnd ios).

1nstituto 11 istórico y Geográ tic() del
lJrugua). que a la ve/ ejerciera durante
largos años la di rece iéln de 1a B i bl i&lt;)tcca
Nacional: Arturo Scaronc. Dotado de
una excepcional capacidad de labor para
sistematizar información básica al
servicio de los investigadores, en 1918
dio
a
las
prensas
llr11~11c1y&lt;&gt;s
( '&lt;&gt;111e111¡J&lt;Jrcíne&lt;Js. ()hr&lt;1 &lt;le l'&lt;Jn.\·11/lll
/Ji&lt;&gt;gr&lt;{fic·a. que tuvo una segunda
edición
en
1937
(llr11g11c1,,v&lt;&gt;s
( '&lt;&gt;nle111p&lt;Jr&lt;.íne&lt;&gt;S. Nz1ev&lt;J Dic·c·i&lt;&gt;11ari&lt;&gt; &lt;le
Datos Biogrcíjicos y Bi!J/iográfil·os).
Entre ambas publicaciones.. Scarone
elaboró su obra más irnportante:
A¡J1111/es para z1n Dil·ci&lt;Jnc1ri&lt;J ele
,\'e 11cl&lt;íninl&lt;J.\'
J · lle
/&gt;11hl ic·&lt;1c i&lt;J11es
An&lt;íni1r1as (con ediciones sucesivas en
70
1926., 1934 y 1942 ) .. contribución sin
parangón en la bibliografia uruguaya y
auxiliar inestimable para la indagación
histórica, en la medida que las paciente
indagatorias que estuvieron en su base,
pcr1n iten develar autorías.. rcsign i ficar
trayectorias y explorar con mayore
po&lt;,ibilidades de éxito el universo de la
1itera tura enmascarada y ()U motivación
ideológica. Con la idea de continuar la
labor rcali;;ada por Antclnic&gt; Zinny en ~ u
l lisl&lt;&gt;rit1 tle 1&lt;1 ¡Jre ns&lt;1 ¡&gt;e ri&lt;&gt;&lt;liclt tle 1&lt;1
Re¡11í/J/i&lt;·&lt;1 ( )rie111al &lt;le/ l lr11g11&lt;~V. / H(J7_
IH52 (Bueno Aires. 1883). Scarone
emprendió en 1940 la publicaci ón -en
la "Revi sta Nacional .. - de un índi ce de
r&gt;cri é)dicos. diario y revi stas uruguayas
71
aparecido entre 1852 ) 1905 • co n
70

En cuanto a la producción de
diccionarios biográfico , correspondió a
otro integrante del Instituto Histórico y
Geográfico del U ruguay. el doctor Jo é
M. Fernánde1 aldaña. la elaboración
de 1
1ná
con. u 1ta do
por
lo
hi storiadore ~: Dil·cic&gt;n&lt;.1ri&lt;J Ur11¡?.11ay&lt;J ele
Biogr&lt;.1/lc1s. I ,~ I {)- / 9./0 ( M ontcvideo .
1945). Aun&lt;1ue &lt;,e ha ob crvado cierta
tenden cia. idad
partidaria
en
su
páginas. la va~tedad del regi stro de
acontecimientos
vinculado
a
lo
personajes incl uídos. a í como el
1nanejo de un e~ ti lo 1iterario depurado )
una saga1 penetración p icológica para
trazar los boceto~. han hecho del
Dil·ci&lt;Jn&lt;1ri&lt;&gt;.. .
un c lásico de la
h i tori ogra fía uruguaya. 7 ~

1:.\la u. 1lima
.
. ' (en rea 11uau.
· ·1 • 1 1a tercera).
ed.1c1on

rcali1ada por ('!audio (1arcía. figuró como 211
edición (con un apéndice).
71
··1{c\ i&lt;-ila Nacional... Nº 26. tvtontC\ ic.lco.
lchrcrn 1940. pp. 213-237 ( I a pre11.\&lt;1 per1ád1c:a
ele/ l rugua_l ele lo.\ &lt;lll&lt;J\ IR52 a l c"/65): N" 29
\tlon~c\ i&lt;lco. ma) o 1940. pp. 212-261 ( I a
/11&lt;!11\ll ¡1eriátl1ca tlel ( 'rugu")' &lt;le los c111o,· / lf66
a //·~RO&gt;: Nº J2. Montcvi&lt;lco. \cticn1brc 1940.
pp. 4 15-444 (!.a ¡1ren5·a ¡1er1ó&lt;lic&lt;1 &lt;le/ l r11g11al'
tle lo\ a1io\ lc'f8/ &lt;I 1885): Nº 18. Montc\i&lt;lco.
lebrero 194 1. pp. 239-272 ( Lt1 pren\·a ¡1e11átl1ca
clel l r11g11&lt;1i &lt;le lo\ tiño .\ 1886 a 1890)~ N" 42 .
\1ontc\idco. junio 1941. pp. 402-414 (1&lt;1
¡1re11,&lt;1 ¡1er1ó&lt;l1e:a e11 el l 1r11g11a\ &lt;le lo.~ a1io'
/ ,'i9/ a IR&lt;J5): Nº 44 . ~lonle\idco. agnslo 1941.

pp. 270-292 } Nº 49 . Monte\ ideo. enero 1942.
pp. 71 -99 (/a ¡1re11sa per1ó&lt;llca del { 'rugua)' de
lo\ &lt;1110\ 1896 o 1900): Nn 5J . \i1ontc' ideo.
n1a) o 1942. pp. 239·254. N" 60. ivlontc\ ideo.
dicicn1hrc 1942. pp. \86·401. Nº 67 .
Montc\.idco. julio 194]. pp. 105-117.) N" 7-l.
Monte' iJco. febrero 1944. pp. 279-29..¡ (/ "
¡1re11\a ¡1eriocli&lt;:&lt;1 &lt;le/ { r11R1u1v &lt;le lo\ &lt;1110 190 /
a 1905)
72

rubro 1:&gt; c rcg1 ~ traron en el período
anali1aJo. do"' en1rrcndin1icntos editoriales
ajeno~ J lu tr.1&lt;lic1on hi"itoriograficd naciondl
(I\\ illiarn l~cln1onl Pl\ll"-1 lll l r11g11&lt;1) º&lt;1Jl\ o(

22

1 _n c~tc

�bcd .. ¡\.: rn -.i un i ntere
rn, ar11plio qt1e el d" In hi un1l1t1. el
lrnhai l de \ 1frt'd 1 1 .
, t 'l ldn
(\ 111cl1l,1d, ,1 la~ l,1l re &lt;.l ·I ~lu l'
\ lllllJUC

I~

iuc 1·,ar,l nt". elnl rurtln
·,.,J11cJ/cJ).!l 1
11111¡ 1rl1 l 1
le l 1
11

uni n
unn

&lt;l•/ l 1·11,J.!11c1\. I (J-19./.-. c¡u~·
lucr,, l"&gt;ul li ·, la 1 r l.1 l ni' cr i J:hJ J .. la
1 t'( ubli a \:ll 1
. l&gt;ttit ~Jur'\ z. su
11 ti LUi ll. snlu lt l..1 a1 ari i n le esta
ln1.
( niend
lle
rcli"\C
la
i111!ularid i I I" u 'strul'lun1 i ·ln: "'// 1
''ti,&gt; c·r,11 &lt;l 1tl 1 l n111¡ 11e,tl1. e11 efi' ' I&lt;&gt;.
11 '
''''
e &lt;1111&lt;1 111/l'J!.rr1/ &lt;lt•11tr&lt;1 ti&lt;' l 1
111 trJrt 111 ·ir111 1/. t'' rl 1r. 11tJ \l&gt;!ltic 11 In
//;,,,,,., 1

J1i t ri
o i n,1 I
re
el
n rtlt: n lat r t1rbar1 d ,. 1 ntc' 1dc '.
,tdquiri
1,
, rn tcr1 ti ,
d ~ un
di, ·i&lt;. r1ari bi .._l!rati · alter11ati'

1

11

pla11

de

pu

ne

"In rnd
r Rn' ign . ni p, ra el
•
•
In titut d .. ln\l tac.a
1 n " 11 i l r1
dt: In 1 ' \.: ll I t' d e llu111 ni ,d· \
•

-

''

lt '·

I 1111111 11

'111&lt;1

e,-,,, ¡,,

r1

I

011

&lt;I

( ,,,,1,11·11 &gt;

( (Jll ,.,,,,, \

tli

{111

11111'·&lt; rst1/ rl&lt;'
t&lt;JI

11 '·

,,,,,, 111f

lec Ir

&lt;'\

le /&lt;J /,,, 111t1cl11\ lc1111c•1/1tlc1 \ ,,¡
l1tJ.?&lt;1r r111 t1r1 e 'I r111tl&lt;· 1 lr1 11 e 11&lt;1' l 1
¡ ,., &lt; '' 111 t&lt;1r1 ,,, clt I
r11tf!.t1t11
ll 11t1v di /o, el~/¡ 111 1 &lt;1111 1 111111111(1/ le
'l''e (01·111 111 I 1rt&lt; 1 c¡11c•
n11 l1 1t&gt;11 111
1

cfi t

r

I

, ,,,,, l

e

1

,,,,

I

l. r

I

l

I

11 ' '

r111111t1r/o

¡,,

11&lt;1

n1111·1l 111 '(&gt;11

'''1''' ,.,, t1

n

111}11111·/n,

ti

•

1 1 te un.i e •und t cd1cH n l:Orn:: 1J3 '
1111ph 1J 1
.1p.1n: 1J 1 \: n
1'NI{( 4uc

I

1 \R \C

"""
'

n

r1t111

l. r
l 'l'i

h.: 1d

ffJ

/111111011

¡,,

le 1, s
lit\ cr.--.
atcgor1,
lle
he he
e n 1gn . d
, utc re!\ ar I, r n , un
n 1un t
e~ 1i li , (ji
de n e re~ en
9
can1p del n in1ientc . lo

(

1

·e

[ n ra1 n de la J " uli, ridad

1

lJ

,¡,

t tl\CI\. \

u re

()

/a,

/()11 ,,, 11f) ( \ 1 fllll (; \/(l\ ,

\

lc1' cn11 r&gt;1111lc111 tc1 • c'll 'titl. 1 &lt;1rtlt•11

(

11 1 ( \

rt 'el&lt;~

11· •rt11\/(lll lll l

¡,,,

I{

e' In

111 1111 ' 11er

111r1 Ir&gt; r¡11t

/el

111111/( l"l"lllll/Jltl lll&lt;"lllC

...,;;

\111(1

• l&lt;J

\

111 1"&lt;1111 el

t1rrt'lt1 1&lt;111

11111

11) 11&lt; •

1

1r&lt; 1r/o,, fli111/&lt;;l1c·t1111 'lllc

/1111 10111 '111c1/-

trab ~ d · 111 ul, r utilid d:
r n 1 et
l
•
d h r11cr te
d·
prcr1 u . 1 n ' in u I l)ll
del lr1 lilttt • 1 de ll 1111• 111
· ti, r1
\r1t n1
dd ne •' ll h.1nc,1
en
r

r1I

11ra11 lr1

/{J

lt

,,,. ,( 11

\()/(J

¡ 1·0

cric den n1 in.
ili re
1
r1 . , .... p r.. 1 que e

i

l1l

1111

\

1

J

I'

( ,,

/i(

l\l 1 l

1l 1h&lt; ..1d re.:

\l~I

luJn

f)J)()

¡,

111/ 11 1

In l

r,,, (

1
l1

111 t 11l/l111~1111 I •O /Q S hnlh.:,tdl."'t'.
l nt\ \: 1&lt;lJll J l.1 f{'-=J uhll\:.1 l 99i 1 n e l.1
L"t.11c1 ln
1 d un n \l.1r1ant \ran.1. \\ 111 l(c~.
\Id l \ tor1. Juan
( u11n1ponc.
1ahru:I
1&gt;clull\&gt;. { .1rfo
l l,1 rlt. \rtun&gt; llc11l,tfl\.:Ur.
( ,1rh r "mU\I ) 1 UI CflUlOrc
Part1c1panln n e le l:-.l ,1ctcr \rtun1 \rdun.
1 c.: (l(1ldo C \rtucu1. 1 ~1un1 )C\t.1r, n. (,u,ltt\n
lle.. hdul. 1uno lluchcla. \\ ,1sh1ngton 13ur1o.
&lt;) '. ldl l)c .1nct1 . Josc l&gt;cJn l)t / 1 crnnndo
&lt;·~•re•
t 'itchan. J~uí: 1 1.nguardiu. \urch
1 ucch1n1. ()t1ha lurns. u in. algudo. (. rl ~

1

111 I{ &lt;&gt; 1

11&gt;/ 1

,., ,,, ••••
¡ 11 r 11 111 11 I
\ I 1111
I
tt e H.I • 1
1n r1h1&lt;l t:n 1 1 n • de

ruhJ Jc.:I In t1tuh • l:: mt l' r
1 l el 1uh r
1
•
u
a •rad 1n11l'nln
J
lu
1r1cnt 1 n
uccr'-=n 1u hr1ndJd
r
1 u cnrn P..:llt 1 1 t/ \ JuJn \ntnnu e dd re
/11/1
á lln1°rl 1 fruun 195
1 ntc 1d • 1 1
\nt n1 PR ()f RI&lt;
r &gt;111/ ~1 o l
l 1 f t."~ 1 ¡ r1t 11 1 tf. I ( 111 "'U ' ' I 11 I ..
\lnntc 1d
1 }(' ~ 1 t 1h a ,,rr ''' ' .implu

l lcrrcra ~In 1 e.in. 1 u •cnu P ·t1t luñ 1 ( arl
l~c.:,11 de \.1u.1. Ju,1n 1 In. 1ano 1f ()ter'. ( arl&lt;'
1ato ) ) I\ locl \ nldc\ ()ln\C( J{!.l ( \ 1( 11 1 1111
&lt;n1 .,.,"- 'l¡1n11dt 11 10 con 1 ai. 11/1t1tl 1 l nt\ c1 'iulatl

e clJ. 1c lihm Je /1nn

23

�enseñanLa
bibl iotcco lógica
en
el
U ruguay~ Musso Ct)ntribuyó con estas y
otras publicaciones, ) a través de un
magisteri o sosten ido en el carnpo de las
ciencias de la in forrnación. a la
profes ionaliLació n de un campo técnico
durante mucho tie1npo librado a la
práctica aficionada.

q uc trans forrnó la ( 'r&lt;Jn&lt;J/cJgíc1. .. en
cierta forrna. en una labor de equipo.
U n aporte singular en c ~ tc ru brc)
de
1nateriales auxi 1iarcs para el
investigador. fue el realiLado en 1966
por Juan Alejandro Apolant en su
Clét1esis ele la Fa111i/ia l l rz1Kz1aya, al
incorporar corno e tudio preliminar un
""Indice glosadc)r y crítico de fuentes··.
f~cpcrtori o
111 i nu c i c)~()
de
lo~
repositorios
públicos
( h istc)riccladm in istrativos y judiciales) } privados
(parroquiales
y.
en
general.
ec lesiásticos), y de las ediciones de
ruentcs disponibles. este trabajo permite
aún hoy identificar y ubicar la
dc)ctunentación conservada en el país )'
rec1 ucrida para la Histori a de 1 período
cc&gt; lc&gt;nial . a~i cotn (&gt; di ~ poncr de una
crítica externa e interna de la 1n is1na.
1 al1or hcurí ~ l ica in frecuente en la
prc)ducc ión h i storic)grá fica nac ic)na 1. ne)
~(&gt; l e)
por
u
cobertura.
"in&lt;)
runda1ncntalinenle ptlr el rigor de la
cr íti ca docu1nental.

2.4.

El aporte inicial en e te ca mpo
correspondió a Dardo Estrada~ autor en
19 12 de Jlistori(I y Bihliografla de la
/111prenta lle M&lt;J111evide&lt;&gt; . En la década
3iguiente y en el á1nbito del Instituto
~l istórico
y
Geográfi co.
H orac io
Arredondo
dio
a
co nocer
u
81
13i/J/i&lt;Jgrc{/ilt l l r11g11l1yl1 ~ y Juan Pi ve 1
Oevoto en co laborac ión co n G uiller1no
(.'urlong Curdi
prc)dujcron lfisl&lt;Jrill } '
/3i /JI ic&gt;grl{/Í&lt;t (/e l&lt;t .. /111¡Jrenl (1 &lt;le Ia
J&gt;rovi11c·i(1"
( / c'-.:26- / ,~2H) • l ' &lt;le
lc1
" /111¡Jre11ta &lt;le ~\'&lt;111 ( 't1r/cJs ·· ( J8251R2'""') 84 . e trataba • todavía. 1ná que de
ofrecer obra de referencia sobre la
hi toriográfica.
de
producción
identificar } regi trar la producciones
al ida de la prensa uruguaya en los
tiempos pri1n igcnios de la labor
i 111 prcn tcri l. l ·:ra n1 á\ una t)bra de y para
bi bl iófi los. que un in tru1nento de
trabaj o para hi storiado res (aunque
5i rviera. obv ian1entc. a é\lO ).

rr

Con actuación en el Centro de
l :studios
del
Pasado
Uruguayo
(c· r~ s r&gt;ALJ), l.,uis Alberto Musso apt&gt;rtó
ta1nbién va liosos trabaj c)S aux iliares del
invc~tigadc)r.
l ~ ntrc
otrc.&gt;s.
un
releva1nicnto (aunque parciaL el único
80
eAi~tcntc) de los archivos del país •
1
unc1s anales del Senadox } un índice
general del ~ uple1ncntc1 dominica l de
.. F.I l)ía" 8 ~ . Vinculado a le) inicios de la

También en el seno del In tituto
Hi tórico ) Geográfico del l Jruguay.
'chiaffinc)
)
Ariosto
O.
Rafael
González presentaron. en 194 1. un
pro}cc to de elabc)racic)n
de
una

/'J6:J-/96./ lnlormc ren1iti&lt;.Jo por .luan !\ .
C&gt;c.l&lt;lonc •\ 131anca Pan\ al &lt;l1rcclor c.lcl ln ~l1luto
Je ln\C\ligJcionc\ l listúric,1'&gt;. 1 ugcn10 Pcl1l
'11uño1. con fecha 5-3-1964 ).
eo 1 ui"i Alberto MlJSSC&gt; . . lrch1l'O.\ ele/ l 'r11Klflll'.
en
"'!lolctín
l li stúrico...
N"
132-135 .
Monte\ i&lt;lco. 1972. pp. 1 1 1-159.
81
Luis Alberto Ml JS~&lt;&gt;. 1110/e.\ &lt;lel .\ena&lt;lo ele/
( r11g11c1.v
( 'ro no/ox, io
\ i \ te11u111:ocle1
I eg1,/at11ra.\ I a \/. / ,')]0- 196,~ . \t1ontc' ic.Jco.

tíLulo: .\'11ple111e1110 /)on11111c:c1/ tlel cliario " !~!
/)it1.. lntlice! ¡!.&lt;!nerc1/ a(f&lt;1hé11co (Monte\. ideo.
199_7?· 1 .~ta obra const1lu)c un i111rortantc
au\il1~1r &lt;lcl 1n\c~tigac.Jor. hahida cuenta del

\~)lu~cn

_que
dUquirio
la
proJucción
~jslor1ogral 1ccl en ese organo c.J~ prensa.
l{lll(1l . lon10\1 (2). iV1ontc\ic.lco. 1929. pp.

1970.
82
,\pJrcci&lt;lo a lo largo e.Je 'arios ,1ños en
"icpan.tla"i &lt;.Jc&lt;.Jica&lt;l ..1s a rclc\ ..1r la product ion l.h:
Ji' cr\O~ autores en el n1cnt ionado ~uplcmcnto.
linJln1cntc

\C

Bibliografías.

~33-61 O.
84

cJitó la obra Je con¡unto hJJO el

T~lllGl J. l 01110

)9-124.

24

\ ' 11. vlontc' ideo. 1930. pp

�llihli&lt;)gralla Naci&lt;)naL fl.1nc.h1n1cntand&lt;)
su iniciativa en tér1nin()\ &lt;le nece&lt;...idad
c.lisciplinaria: "/)1\'cr...,&lt;&gt;.\ lrt1h&lt;1J&lt;&gt;.\ &lt;IC'
/1i/1li&lt;&gt;gr,1fi&lt;1 11t1c1&lt;&gt;11&lt;1I. re&lt;1lr::.lt&lt;lr&gt;.\ ¡&gt;&lt;&gt;r
es¡Jel·ic1/isllts tle i11lllf&lt;lt1/J/e relie\'C'.
cc&gt;11stit11re11 1&lt;1 f11e11te lle 111/&lt;&gt;r111&lt;1c·1&lt;&gt;11
i11c·e,t111/e _\' &lt;lt&lt;1r1&lt;1 ¡&gt;&lt;1rc1 l&lt;&gt;&lt;I&lt;&gt;\
&lt;Jlfc&gt;
//((('('///()\' Íll\'(',\f igtll'i&lt;Jl/(
/1i.\/(JJ'/('(/\ ()
li1ert1rill\. f&gt;er&lt;&gt; . .\l'&lt;I ¡&gt;&lt;&gt;r el /i1111!&lt;1&lt;I&lt;&gt;
¡&gt;eri&lt;&gt;&lt;I&lt;&gt; &lt;¡z1c &lt;1l1l1rc·&lt;.111 &lt;&gt; ¡&gt;&lt;&gt;r \11 es¡&gt;ec·1&lt;1I
&lt;ll &lt;lic&lt;1c·i&lt;)11 '' /,,, ¡&gt;r&lt;&gt;&lt;l11cl'l&lt;&gt;11e.\ &lt;le
&lt;lc:ter111i11&lt;1&lt;I&lt;&gt;.\ &lt;lltl&lt;&gt;rc'\' &lt;&gt; i111¡&gt;r&lt;'llf&lt;t\ &lt;&gt; ¡&gt;&lt;&gt;r
1&lt;1.\ tlifil·11ltt1tles &lt;¡11e lll e.\flter::o lllSl&lt;1&lt;I&lt;&gt;
e i11&lt;lil 'i&lt;l11ul &lt;&gt;frec·e11 1&lt;1' &lt;&gt;l&gt;r&lt;1\ &lt;le &lt;'\ll
c·/&lt;1.\l', e.\ .V&lt;I 1111&lt;1 vertl&lt;1&lt;I &lt;/11&lt;' c·11111¡&gt;le

tic la carlográ fica e iconc&gt;grá fica. e
incluyó C&lt;)lncntari&lt;)\ y gl&lt;&gt;\a\ ~(&gt;hrc 1&lt;)~
n1alcriale'-. idcnti ficadt&gt;\

I:I aporte

hi bliogra ria hi \l(&gt;rica
~&lt;&gt;rrc\pon&lt;lió
a la ()bra de d&lt;&gt;\
integrante\ del cquip() del l\1u~C()
1listórict&gt; Naci&lt;&gt;nal: María Julia /\rdao]
¡\u rora ( ' api 1la\ de c ·a~te l l&lt;líl()\. que
~ntre 1953 y 1958 publicarc&gt;n I(&gt;\ d o~
\o l u1n 111(&gt;\()~ llHn ()\ de u na 131hl1&lt;&gt;grc1fi&lt;1
&lt;le 11rrigl1.\. obra de inusual vastedad y
erudición. que registre) crítica1ncntc
todo() lo~ aporte~ pr&lt;1&lt;lucido5 a travé&lt;., del
lil&gt;r&lt;). el f(&gt;llel&lt;) )' la prensa peric'&gt;dica.
con
señala1nicnt(&gt;\
pertinente\ de
ca ráctcr bio~rá
fic&lt;&gt; \ b i b1iotec() l(&gt;gic&lt;).
'en l&lt;)rno a la pers&lt;)tla 1id ad ) la actuac i{H1
de 1 pr()cer orienta 1.
!\ 1 citado Mu ()() pertenecieron
()lrO\ aporte~ e.le interé~ en el can1pc&gt; e.Je
la bibliografía: una bihli&lt;)grafía de
87
bibliografía , una btblio·grafla de l
88
f&gt;odcr L.egi lativo • ) ' en particular- e 1
/:11.\tt\'&lt;&gt; &lt;ll' 1111&lt;1 l&gt;1l&gt;li&lt;&gt;Kr&lt;1/i&lt;1 11r11}!,11c.11·c1
c·&lt;&gt;rre1,,¡&gt;&lt;&gt;r1clie11/e c1 lc1 \l',S?;l1JJ&lt;lt1 1111/&lt;t&lt;I tic/
9
\IKf&lt;J J\'j/\"" • preparad&lt;) en 196 7 para
una~ jc)rnada\
{_) rgani1ada\ pc)r el
C' 1: S 1&gt;A l J• q u e e&lt;&gt; n ~ti l u) e u n e\ ru e r / t)
11&lt;)
igualado
por si~tc1nati1ar el
cc1n&lt;&gt;cin1iento
de una producción
hcterócl ita en I&lt;)~ can1 pos de la
administración. la sa lud publica. el
derecho. la ccon&lt;)ITI ía, el arte. la
i nin igrac i(&gt;n el con1erc Í(), la cd ucae ión.

terreno

¡,,,

1

.\

1

&lt;1&lt;l111itir 1&lt;1 &lt;I&lt;' &lt;Jite '''''' 1111¡&gt;&lt;&gt;rl&lt;111te.\
e.\lll&lt;li&lt;&gt;s /1il&gt;li&lt;&gt;gr&lt;í/ic&lt;&gt; .\ ¡&gt;11e&lt;le11 \er
\ll/&gt;er&lt;1cl&lt;&gt;\ J&gt;&lt;&gt;r 1111c1 Í&lt;tl&gt;&lt;&gt;r &lt;le C&lt;&gt;1111111/&lt;&gt;
&lt;/ 11&lt;'. 1111 / i::c111&lt;I&lt;&gt; I&lt;&gt;' &lt;1/&gt;&lt;&gt;rfc'' &lt;111/e r1&lt;&gt;re ' ·
¡&gt;r&lt; \e11te 1111 111\'&lt;!llf&lt;tri&lt;&gt; cle I&lt;&gt;\ /1/Jr&lt;&gt;.\ \'
&lt;&gt;/&gt;IÍ\('111&lt;&gt;\ ¡&gt;11/1/i('(J(/()\' ('11 el /&gt;&lt;IÍ.\ " 85 . 1. . 1
ln~titut&lt;&gt; &lt;le\ign{&gt; una co111i\Ít)n para
imple1nentar la inic iativa. c.1ue integró
con notorios h i ~to riad ore&lt;;-bib 1ió fil o~
( aden1á~ de I&lt;&gt; proponente&lt;\. 11 &lt;&gt;rae i &lt;)
A rre&lt;lc) n&lt;lo. Arturo \carone. .luan l.:..
f&gt;ivcl [)ev&lt;)t&lt;&gt; .,\ l ~ rga\t&lt;&gt; 11 . ('&lt;&gt;r&lt;ler&lt;)) .
aunque 11() pu&lt;l&lt;) avan1arse Je 111ancra
&lt;.,Ígnificativa,
rc\ullan&lt;lo
íinaln1cnlc
lru".&gt;lráne&lt;) el en1 prcnd in1 icnt&lt;).
~

Si bien al n1argen de la~
l'&lt;J1111111 icll1&lt;le.\ 11i\I&lt;&gt;r1&lt;&gt;gr&lt;{fi('ll.\. e 1 e:\
f3ibliotecario del ('c1n~cjo de l:.n~eñan1a
r&gt;ri 1n aria )' Norn1a l. J\ ntcr() l JrÍC)SlC,
elaboró
una
c\.hau\tiva obra de
referencia ~c1hrc el f)epartan1cnto de
Rocha (desde la C"\ploración ()O lisiana
ha\la
1945). que
ruc
pul)lica&lt;la
86
pó&lt;.,lu111a1ncnte , l)ajt) la revi ~i ón )'
cc&gt;rrección de Pivcl [)c volt). Abarcó ne&gt;
\ÓI&lt;&gt; el regic.;trc) de la proclucción
biblic)gráfica (libre&gt;~. r&lt;&gt;lleto~. artícul&lt;&gt;~
de rc~ista~) 1Jcri óc.Jico~)~ ~ino tatnbién
l{lll(1l '

1&lt;&gt;42.

lon10 XVI.

lonlC\Í&lt;lco.

87

la

1 uic;

Alb&lt;.:rto

~

1l l ~SC).

l/1hl1ogr&lt;1/ia ele
&lt;. n 11 0¡101 te'
a lo

h1h/Jo,{!.rr1/10\ 11111g11tn tt\
'11\·to11t1
tlel pe110&lt;/t.\1110 en el ( 111g11ar.
ivlontc\ ideo. 1964
88
1 u1" Alhcrto i\tll J ~ . (). !J1hl10J?,1a/ia ele/ f'o&lt;le1
/ eg1\lat1l o tle\«le \U\ '01111en:o' htt\l&lt;J 1965
rvl on le\ 1deo. 196 7.
89
1 u1"i Albcrl&lt;.l
1l ~~(). l .11\(1\0 &lt;l e 11110
h1hlioj!,l'&lt;{fu1 11rllJ!,llO)'" coi re,po1uhe111e a la
,egun&lt;la 1111/cul ele/ \tglo \ I \ ( Lrah,1jo preparado
p.1ra las ··JornJ&lt;lJ\ prclimin,1rc~ de c~au&lt;lios
hislúrico\ \ohrc el &lt;lc\arrnllo de lo\ paÍ\C\ Jcl

1941-

r. J54.

l\ntcro
l J{IC)~IJ: . /11\·&lt;1\0 (/e 1111ª
/Jihl10J!,ro/io. ( ·&lt;11/0J!.I &lt;1/1t1 e le. 011&lt;1J!.l'a(ta &lt;le/
l&gt;e¡&gt;arlt1111e11/n
tle
/~oc:ha
1)16-l&lt;J./5
\1onlc\ i&lt;lco. ( a\,t .\ . 1~Jrn:iro ) l{J1110" \ ,\ ·

86

de

~

1

85

n1a~ significativc&gt; en el

(\H10 ~ur en la 'cgunc.Jn 111ita&lt;l Jcl "i1glo \ t '\··. a
1
real 11,11 "c en i\lonh.!\ i&lt;lcn Jc,c.Jc el l 1 ,ti 11 &lt;le
~H!O\Lo
&lt;le 1&lt;)67) lontc\ 1c.Jco. 1967 1 mi rnco. 91
.....,
pp. j.

194 7.

25

�la
i n(lu~tria.
intcrnac iona les. la

las
gc~tió n

rclacit)ne"
111 un ie i pal.

etc.

26

�SEGUNDA PARTE

Los
ámbitos
de
labor
historiográfica que precedieron en el
tiempo al creado en 1947 en la
Universidad de la República, habían
caracterizado su actuación
por
encerrarla en los lindes nacionales no
sólo en cuanto a su objeto de
conocimiento, sino en cuanto a su
práctica intelectual. Ello resultaba
funcional al concepto sobre la misión
que la JI istoria debía cumplir en cuanto
sustento
y legitimación de
Ja
nacionalidad: se trataba de un saber para
(y de) los con-nacionales, que permitía
descubrir los fundamentos de la unidad
de un pueblo y concurría a fortalecerla,
sublimándola. De allí que los vínculos
internacionales
-esporádicos
y
reducidos a la "familia" histórica- sólo
alcanzaran
a
historiadores
o
instituciones académicas argentinas y
brasileñas o a sus similares españoles
(en ancas de un hispanismo de talante
conservador
que
se·
filiaba,
indisimulablemente,
en
el
regeneracionismo peninsular). Este
relacionamiento internacional acotado
si bien implicó una superación de Jas
fronteras (geográficas y mentales)
nacionales, inhibió la recepción de
visiones más ajenas (de alguna form~

LOS INICIOS DEL
RELACIONAMIENTO
INTERNACIONAL

1. La construcción de un espacio
supranacional.
~'necesidad''
La
de
un
relacionamicnto
académico
que
trascendiera los lindes regionales fue
advertida en el país, por primera vez, a
partir de la estrategia que en tal sentido
trazó para el Instituto de Investigaciones
Históricas el doctor Emilio Ravi gnani.
Continuación de la que en Buenos Aires
desplegara durante décadas desde el
Instituto homónimo de la Facultad de
Filosofia y l ~etras, Ravignani advirtió
que los vínculos trabados con entidades
y personalidades académicas de
diversas partes del mundo, contribuían a
solventar los momentos de crisis
(respaldando
personal
e
institucionalmente
las
opciones
rea 1izadas en contextos poi íticamente
adversos), y constituían un capital
"inembargable" para conservar el
destaque científico y la posibilidades
de elaboración ulteriores. Esa trabazón
de vínculos que hacían al expulsado de
la Universidad de Buenos Aires
"'selectivamente interdependiente' en el
seno de la comunidad científica
internacional, constituyó uno de los
aportes que Ravignani hizo al recién
fundado Instituto de Investigaciones
Históricas,
de
la
Facultad
de
Humanidades y Ciencias90 .
90

receptora de los beneficios del "capital de
prestigio'' internacional que él consideraba su
aporte al nuevo emprendimicnto). Entre los más
de cuatrocientos corresponsales se encontraban
la Academia Nacional de la l listoria
(Argentina). que sería poco después suprimida
por el gobierno peronista~ el Camcgic
Endowmcnt of Intcmati onal Pcacc, el Consejo
Investigaciones Científicas
,upcrior de
(España), la Comisión de 1-listoria del Instituto
Panamericano de Gcografla e l listoria, la
Escuela de Estudios Iberoamericanos ( cvilla),
Robín 1Iumphrycs. L.ewis 1lankc, Roscoc HiJl ,
John l Iari ng. The 1nstitute of 11 istorical
Research (Londres). fhe ~li spanic American
Historical Review, la ocieté des Amcricanistes
(Paris), Thc Hispanic ociety of Amcrica,
Columbia University. The Massachussets
Jlistorical , ocicty, Universitats l lamburg,
University
(AICH.
FllH.
tanford
Correspondencia con facultad y Universidad
1947- 1952 [listado mecanografiado, sin fecha]).

•

l..os listados de corresponsales a los que
comunicar la instalación del Instituto y la
.. continuidad" en el mismo de las labores que
anteriormente se cumplían en el bonaerense,
fueron elaborados por Ravignani, quien se
preocupó de que todos aquel los conocieran las
raL.ones de su alejamiento forzado de la
Universidad de Buenos Aires y la generosa
actitud de la Universidad uruguaya (nueva

27

�El intento de Ravignani por
ampliar la esfera de relacionamiento
académico
de
los
historiadores
uruguayos se orientó, cautelosamente,
hacia un canal '~seguro'' (en el sentido
de ajustado a los riesgos que todo lo
nuevo implica; y en el caso lo nuevo
consistía en interactuar intelectualmente
con gentes de otros perfiles y
formaciones). Este lo brindó la
Comisión de Historia del Instituto
Panamericano de Geografla e Historia
(organismo especializado de la OEA).
No es posible olvidar, para comprender
la
funcionalidad
de
este
relacionamiento, que los sectores
hegemónicos en el 1nstituto de
Investigaciones
Históricas
estaban
políticamente
adscriptos
al
panamericanismo (más precisamente, a
su formulación práctica del momento: la
doctrina de la seguridad hemisférica,
que tendría en el Canciller uruguayo
Eduardo
Rodríguez
Latreta
un
calificado exponente). La visita a
Montevideo -en 1950- del secretario de
la Comis ión de Historia del Instituto
Panamericano de Geografía e Historia,
Javier Malagón Barceló, sentó las bases

menos implicadas en un acontecer en
buena medida común) y sobre todo~
pautadas por criterios historiobrráficos
renovados.
Correspondió
a
Ravignani
advertir, asimismo, que la hermenéutica
histórica de los procesos nacionales sólo
alcanzaría su dimensión exacta cuando
incorporara el análisis correlacionado de
acontecimientos que teniendo su
escenario distante entre sí, se explican
por la compleja trama que los vincula:
''El Instituto [de Investigaciones
Históricas] - afirmó al inaugurarlo- tiene

como fin
esencial ahondar el
conocimiento de la historia de la
República Oriental del Uruguay. Esta
limitación no obsta, sino muy al
contrario, exige el deber de llegar en
sus resultados hasta las consecuencias
más lejanas tanto en el tiempo como en
el espacio. Hay una historia Oriental,
Uruguaya, pero ésta a sz1 vez tiene
trascendencia rioplatense, americana y
.
I''91.
universa
91

A continuación\ Ravignani brindó un ej emplo
tomado deJ artiguismo: " /lace n1ás de treinta
años. cuando mis trabajos históricos me
llevaron a buscar la explicación real. no
hipotética. /de} por qué los argentinos f uimos
federales. me vi obligado a indagar la esencia
de nuestro caudillismo como traducción de la
voluntad colectiva Pronto advertí que todos los
j uicios peyorativos nada aclaraban. sino al
contrario corifundían. En la reordenación del
génesis de tan complejo asunto hallé la pnJeba
indubitable de cómo gravitó la p olítica de
Artigaf) [ . J A p oco de iniciada la con1pilación
de documentos esenciales, 1ne vi for=ado a
extender las invest1gat·iones, dándome cuenta
de que el proceso artiguista no sólo era
rioplatense. sino que se extendía al interior
argentino hasta los lín1ites extren1os del
t' irreinato
A. fas no me detuve en esta etapa.
•
siguiendo las exigencias 111entales de una mayor
universalidad de la construcción histórica.
amplié las indagaciones a 1-.spaña. f rancia e
Inglaterra E111011ces f ue cuando pude valorar la
trascendencia de algo que parecía un sin1ple
episodio local, con ribetes policiales.
falsamente reconstruído 111erce&lt;I a 1&lt;1 pasión
reprobable de alg unos panfletistas. Para no
exlenderme den1asiado en el análisis. agreg&lt;1ré

que en la'i conferencias internacionales, en la
conducta de la ft..fetrópoli. en la actitud del
(.,onde de Paln1ella como representante
portug ués en las negociaciones de París. el
problema de la entonces Provincia Oriental
defendida por Artigas y usu1p ada por los
lu~ifanos. f ue el contrapeso de la devolución de
la pla=a de Oli ven=a. trastornando los planes de
la recuperación española. El choque de los
intereses lusitanos con los españoles y el
ejercicio nunca abandonado de los derechos a
la soberanía sobre la Provincia Oriental.
heroicamente disputada palmo a palrno por
11rtigas. hi:o que la expedición f uera a Tierra
Firme Rilo per1nit1ó a nuestras provincias
consagrarse por entero a la formación del
ejércilo de los Andes con el cual nuestro / ... /
José de San !vfartín. en1anc1pó directamente a
los países hermanos del 1&gt;acífico [ . }"
(Disertación del doctor Cmilio Ravignani , el 610-1 947,
en:
I N ~·III'UTO
DE
INVE ~fl GA C I ON f:.
l II STORJ CA
Inauguración y Plan de trabajos del Instituto de'
Investigaciones llistóricas. Montevideo, l 948,
pp. 15-1 7).

28

�de la cooperación intcrinstitucional,
expresada en principio en la elaboración
de recensiones sobre la producción
historiográfica
nac ional
para
su
publicación en la ~'Revista de 1Iistoria
92
de América'' . Este modo de reafirmar
el "prestigio' de la producción local, no
de
constituyó
la
única
forma
relacionamiento con el organ ismo del
sistema
interamericano:
en
1948
Ravignani propuso al presidente de Ja
Comisión de Historia~ el mexicano
Silvio Zavala, para dar cumplimiento a
la resolución adoptada en la Primera
Reunión de Consulta 93 sobre la
elaboración de obras cooperativas sobre
~ 1istoria de América, que se elaborase
un plan "algo parecillo a lc1 gran
l'o/ecc·i&lt;)11 &lt;le l~íntesis l1ist&lt;)ric·a de Berr' .
A1 respecto ugcría: "'a) t¡ue cada

realice un anteproyecto de ternas; b)
que el organismo e_jecutivo de la
("omisión [... } elabore el plan de las
111011ografias y lo haga conocer a los
gri1pos interesados; e) que los temas
sean
de
índole
americana,
preferentemente, aunque se pueden
aceptar algz,¡nos temas netamente
nacionales; &lt;/) que esa 1nisma comisión
haga una selecl·iót1 confidencial previa
&lt;le
colaboradores,
que
hayan
tlemostrado
interé
por
esta
iniciativa '94 • En una intervención más
significativa aún, Ravignani contestó en
julio de 1951 la consulta formulada por
i lvio Zavala respecto al Proyecto de
Atlas de lfistoria de América y de la
c11ltura ar11ericanc1, elaborado por el
profesor Angel
Rubi o, señalando
algunas "&lt;J/Jjeciones, s11gestiones y
C(Jtnentarios '.
Advirti ó
entonces

institL1ción especializa(/a, o cada
J1istoriador que apoye la iniciativa

~·errores

de enfoque en los procesos
históricos y, especialmente, en el
desconocimiento
de
los
hechos
concretos producidos en algunos
países, como ser los de nuestras
regiones del Río de la Plata' ,
entendiendo que llegaban ~a la
categoría de disparates, si se
considera[ba} el adelanto alcanzado
por los estz1dio.c; históricos en nuestros
'
d e A mer1ca
' . " 95 . El d uro
paises

92

Esta preocupacion de hacer notar a la
historiograf1a uruguaya en las revistas
especializadas publicadas en el exterior, resultó
una constante en la estrategia de Ravignani )' de
Narancio (su sucesor en la dirección del
Instituto). En 1953 comen1ó el relacionamiento
epistolar de éste con Clifton B . Kroeber (1'hc
lJniversity of Wisconsin), que abrió el camino
para la vinculación del Instituto con "'lne
f Jispanic
American 11 istorical Review",
expresada de forma parti cular en las extensas
referencias que Joseph l3arager dedicó a la
producción uruguaya en su artículo The

enjuiciamiento a la labor prestigiada por
la Comisión de Historia de) Instituto
Panamericano evidenció no sólo la
independencia de criterio de Ravignani,
sino su convencimiento de que las
relaciones internacionales del tipo de las
que podía promover el organismo, de

hisroriography o/ the Rio de la Plata A rea S1nce

1830. La elaboración de este ensayo fue objeto
de consultas a Narancio. quien sugirió temas,
corrigió errores y aportó datos; de allí. quizás, la
excesiva valoración que Raragcr rcali76 del
papel jugado por Narancio en la cvolu_ción
historiográfica uruguaya (cfr.: AICI l. 111 l.
Correspondencia oficial. 1957- 1961. Copta de
carta de Edmundo Narancio a Joscph Baragcr.
fechada en Montevideo el 17-4-1958; copia de
carta de Edmundo Narancio a Joseph Barager,
fechada
en
Montevideo
el
3-6-1958.
conteniendo sugerencia y correcciones a la
versión preliminar del artículo).
. .
93
Esta resolución re1..aba: ·'Que la Com1s16n de
1Jistoria estudie el problema de la elaboración
de obras cooperativas de tipo monográ~co. )'
que estudie y publique el plan qu~ reg.1rá esa
cooperación intelectual entre los historiadores
de los países americanos"

!·

94

Ravignani se adelantaba a sugerir nombres
para esta tarea. en Argentina (Ricardo Lcvene,
Ricardo Caillet-Bois. Juan Canter) y en
Uruguay (Edmundo Narancio, José M. Traibel,
Eugenio
Petit
Muñoz)
(AlCf.l.
FIJI l.

Correspondencia con Facultad y Universidad
1950-1956. Copia de carta de Emilio Ravignani
a ilvio Zavala. fechada en Buenos Aires el 27-

4-1948).
95
AICH. Fllfl. Correspondencia oficial 19511954. Copia de carta de I~milio Ravignani a
Silvio lavala. fechada en Buenos Aires. el 19-71951.

29

•

�na&lt;la ~crvirían si ~e alcjahan c.Jcl ri g()f
96
eient í fi co }' de la ca 1id ad acadén1ica .

2. C'ongrcsos 1ntcrnacionalcs:
camino poco ''iablc.

J\ parl ir &lt;le la &lt;lécada de 1&lt;)60 la'-l
c·rJ 1111111 i&lt;ll1lles
/1 i.\·/ &lt;J ri&lt;&gt;grl~/il·t1s
universitarias con1cn/aron a ca1nbiar las
1noda 1idadcs de su rclac ic)nam icntc)
internac ional : a ello concurrieron el
e 1in1a de internac ic)nal i7ación general de
la investi gac ión científica. los progrcs&lt;)S
de la ~ cornun icacioncs (en especial. la
~ u titución del transporte 1naríti1no por
el aéreo), la mundial ización del sistema
econó1n ico. El provincianisrno fue mal
visto. y
la arnpl iac ión de
la
perspectivas que abría el diálogo con los
pares de otras partes del rnundo (y de
C)tros sisten1as
poi ítico
u otras
C&lt;)~ ll1 ()V i c:,i()l1CS) fue rccla 111ada C() ITI () llll
•1
d
l)7
"'!:. !-11&lt;) uc
1na ure/ .

l .. o~ ('&lt;.&gt; n gr&lt;.:'-I O~ 1ntcrnaciona les
de 11 istoria de J\ rn érica fueron e 1
espacio reducido (se ce lebraron en la
región: ílrasil y /\rgcntina) en el que el
1nstituto Histórico y Gcográ fico de 1
l Jruguay cultivó su rclac ionamiento
internac ional_ ec)n un fuerte énfasis por otra parte- en su contribuciones. a
la ~ li tori a nacional. De alguna for1na.
más que una 1nodal idad de interlocución
crítica con historiadores de otras
procedencias. la participación en esos
Congresos permitió a los miembros del
1nstituto
estab lecer
la Los
que
vigori zaron la poi ítica de ac uerd os entre
ncatle1nias para el rcc&lt;)noci rnicnlo
111 utu&lt;&gt; de su~ corrc~p&lt;&gt;n~al ías. a la ve¿
que intentar "c.lc111tl"&gt;l r¡1r'· a la "t)C icdatl
uruguaya l o~ ni ve les de aceptación
rucra de fronteras que
ll práctica
h istoriogrática alcan?aba. En· un aná 1is i
porrn cnorizado de la C&lt;)nvoeatoria, el
f uncionarn iento y
las
pautas
de
sociabi lidad que ca racteri zaron a esto
Congresos. es posible conclu ir que su
aporte al segundo de los fines
pcrscgu id o~ fue práct ica111cntc nulo.
1nás allá de las apar iencia que el l&gt;11e 11
l&lt;&gt;n&lt;&gt; (o la viejc1 c.·r&gt;rtesía patric·ic1)
parecieron otorgar a las palabras de
elogio generosamente pront1nciadas.

96

1.a rc&lt;,puc\la uc
.1 1 c;ecret:1r10
. uc
.1 1a (. on1t\H&gt;n.
. .•

Ja\ icr iv1alagón.
&lt;lirecta de &lt;..;il\ in
11n•i1cu)o ¡Jor lc1
.\en1inario sobre

C'\cusando una comunicación
/a\ ala ( ..ac111a/Jne111e en Pt1rÍ.\

( 11esco 10111a1ulo 1Jarle tle 1111
la l:.nseñcin=a ele lc1 l li~1or1a··).

apeló a minimi/ar el impacto de la publicación
prestigiada por el organismo: ··tJste l'ro~veclo ha
\ 1clo
exclusiva111ente
1111(1
puhlicación,
1Jorlrít1111os tleC'ir. i11ter11t1 (le la ( ·01111siún ¡nn'.\ se
!to hec/10 1111a lir&lt;1clt1 ¡1et¡11eíla /}(ll 'l l &lt;!ll\'/arlr1

¡&gt;rect\t11ne111e

o

&lt;1q11elltt.\ ¡Jerso11t1s

t/11&lt;! e.\IÚn en

rel(1e:i&lt;in con lo ( '0111i.\iÓ11 o fin (/e que nos
hicieran. co1110 11slecl tan t1111ahle111e111e lo ha
hecho. las observaciones que e.\lilnartrn
c:onl'enientes f ./ .)'ahen1os que el prt~}·eclo no
era per(eclo .l' ¡1or eso lo hen1ofi so111e1ido a la
cons11/1a tle lo\ e\·pecialis1as de cada 11aís en
ht\lfJl' t&lt;J

&lt;le

( 'orre\11oncle11c:io

trnérico..
(/\1( ' 11.
11111.
ofic1al 1951-195./. ( 'nrta tic

u 11

rnutuo
e
hi~tnriadorcs
que
se
Jiri gcn
J unJamcnlalrncntc al mercado local. entre o licio
practicado con tenacidad ) entrega ) ejercicio
pirotécnico de la je! sociel)'. Sobre este
particular. ha a&lt;l\crti&lt;.Jo l~ourdi cu el cquí\.oco
que c:;urgc de cnnf'un&lt;..lir calilla&lt;l ci cntílica con
posesión &lt;le buenas ..con c'\iones.. ("re&lt;les

icr Malagún a • milio f~avignani, fcchatlu en
Mé,ico f) .f .. el 28-7-195 1).
97
1 n la~ &lt;.lo~ últimas &lt;lécaJa&lt;; &lt;lcl '&gt;igl o XX. la
rc\,olución tecnológica con\ irtió al ""plt1netc1 ele
fo, 1111elecl11a/ev" en una ..111111en.\o t1!cle&lt;1·· (al
Jecir de Noiricl). rcf'or/an&lt;lo en el cumpn de l a
hi"itoriol!rafia
lo\
intcrca1nhio\.
la..,
_...
cn1nu11icacionc"i. los encuentros. los dehatc~. los
cn1prcnuimicntos conjuntos. Si bien este
prOCC\O ha mo&lt;li ficado la\ rauta\ &lt;le C\ aluación
(ele\ ando los rangos &lt;le c'.igcncia lormali \a )
&lt;le pro&lt;.Jucción ). no hu &lt;lcjJc.Jo Je plantear
algunos riesgos en el \CnliJo &lt;.Je nccnluar IJs
Ji 1crcncia\ entre ra1\C\ ri co~ )'
paí\cs
suhllcsarroll aJ01.i. entre hi1.iloriadorec; integrados
&lt;J la" rc&lt;lc\ Je rL'cnnoci n1icnto internaciona l
.l..1\

t1!redetlor ele /11ntlacio11es. ele
re\ •islas. &lt;le osoc 1ac io11ev .. ): --¡~·s1as rerfes ha
señalado- constif 11J'e11 la ht1se ele i11lerc:a111hio.\
&lt;le
\·er1·1c10\
(i1n·i1t1c:io11e\,
1nfornu!s.
s11h1•e11cio11er) q11e ht1ce11. ¡1or eje111¡Jlo.· que el
recurso a 111eces iJ11er11(1&lt;.:iont1/e.\. es1Jecialn1e111e
en los proceelin1ienlos ele cooptacion. no \ &lt;!el
,·ien1pre una garantía &lt;le 1111iver,·a/idl1d· (Pierre
ll()l JR[)ll · l l. /111e/ec:t11alev. política \ po&lt;ler.
I~ ucno&lt;; !\ i re\. 1 u&lt;lchu, 1999. p. 122). orga11i:c1( /o r;

30

�l ~ I t&gt;ri n1er Cc)ngres&lt;&gt; se ce lcbr&lt;) a inicitativa del ln ~ titutc&gt; J list()rico \
"'
(ieográfiCC) de r~íc&gt; e.le Jancirc)- en dicha

aniver~aric&gt; de la rcvoluci{)n de Mayc)

l ~a

dclcgaci(1n uruguaya al
evento
fue
nutrida.
aparcc1cnc.lo
hcge1non i1ada pc_)r el 1n ti tu to 11 i stór1co
) Geográfico del Uruguay' ºº. aunque
tarnbién ~e su111arc)n congrc islas cc_)n
reprcsentacionc
in titucionalec;
, I'
l(ll
.
1uc:;o a1guna~ de nu 1a
u1vcrsa"
, 1nc
102
\ignificnción
hisl&lt;)riográfica •
Sin
in VC\l ir
dclcgac it)f1
prcc Í"ia.
rarticipar&lt;&gt;n c1lrt):-, uruguay()\: l uis
l nr1quc /\¿aro la ( 1i1 ( q uc dc\cn1 peña ba
funci&lt;&gt;llC\ c.Jipl&lt;.)111Úticas CIY (~Uel1()
Aires), Ed1nundc&gt; J·a\taro y Juan Giuria.
1\ un que algunoc; de ~us m icrnbro

LJno de los delegados uruguayos
al ("&lt;)11greso. el doctor José algado.
propu o que el 1nismo fu ncic)nara con
ca rácter
permanente.
"'(/eh1e11ll&lt;&gt;
C&lt;l&lt;f&lt;I

1111(/

.\11.\

&lt;fe

f&lt;l .\

re11111&lt;&gt;J1es
('(l/&gt;Íl&lt;lf ('.\

/ -.. /.

e11

(/('

f&lt;l.\

t:rilerlt) fue
aceptadc) ) \C de&lt;-. ignó a 13 uen&lt;)~ /\ i re\
C() f11 &lt;) &lt;-iede del ',cgundc&gt; C ongrc~o. que
hal)ría de celebrar e el 25 e.le n1a\ &lt;&gt; de
"
1925. en coincidencia con el 115º

11(/('Íl&gt;JIC'\

l llll&lt;'rl('(/11&lt;1\ ••.

( 1

98

99

llJI 1 /\ . Vol. X íT1ucnoc.. /\tres. 19171. p.
J 1 1.
100
Integraron ésla 1 elipc Fcrrc1ro (111\C&lt;\lH.ln.
,1~11111c..1no. con10 ··Prc..,1c.Jc11lc Je la 1)clcQ,1cion
...
Jcl (1oh1crno.. ). ll.tlacl ~ch1,tf lino. Juan
~JllJbcrr} ~.J .. llucnn,cntura ( 'J' 1gli.1 (h) . .ludn

Fn agosto de 1916 el 1nslilulo 11 i\tÓrico y
("Jcográfico
del
lJ rugua}
rccih1ó
una
con1unicacion Jcl Ministro hrac..ilcño acrc&lt;litaJo
en i'vl onlC\ 1Jco. rcL.H... IOl1ddU t;Oll loe.. rrcparall\O\
Jcl ( ·ongrcc..o. l n conlJclo c..1111tlar trahú el
v1ini\lcrio Je lnslru~cion Publ1cJ. por lo que el
lnc..titulo
cnlcnJicnJo
4uc
la
\oluntaJ
guhcrnan1cntal
i1nplicaha
otorgarle
la
representación urugua) el ante el l ongrcso. \e
ahoco a elahorar IJc.. bases de su partici pac1ón
t i ~1
I&lt;) 111"'1c&gt;1~1t.· c&gt;
(il &lt;&gt;&lt;11{/\l I&lt;.'&lt;&gt;
[)!,( l Jf{l C1l I¡\ Y. ,\/e111or1a c.:orr&lt;!.\'fJOntllenle al
periot/o / 9 / --/ C) / 8. rv1onlC\ 1deo. 1918 pp. 2122 ). Por resol uc1on del tvl 1111c..tcr1n &lt;le 1n"itrucc1on
Púhl ica del 13 de enero de 1919 se cometió al
1n"l ituto 11 i"itórico } &lt;1cogr:11ico Jel l Jruguay
.. lotlo lo relac1011&lt;1&lt;lo e 011 ll1 e 011c:11rrc:11c. 1t1 al
('rJJJJ.{l'&lt;!\-o tle //1\lo11a l111e11ct11u1. a c.elehra1 \&lt;'
e11 l?ío &lt;le .Ja11e1ro.. 1 1 lnc..tituto confió J c..u~
n1icmhroc.. 1 Juar&lt;lo /\cc,cdo. Pahlo !llaneo
,\t;l.!\ c&lt;lo
\ llaúl Montero 13 u"itan1antc. la
•
lormu lacion c.Jcl programa &lt;le tesis e 1n forme
oliciul
"iohrc
el
asunto
(IN~ r 11l ' 1&lt;&gt;
lll~l&lt;&gt;Rll'C)
Y
&lt;JI C&gt;C1Jll\l·I('{)
1)1 L
l llll ( 1 l J/\ Y.
('onJ!,re,·o
/111ernt1cio11al
tle

rrt 1

.

J)iver')&lt;&gt;&lt;., acc)ntccirnicntc&gt; impid1erc&gt;n
llevar a cabo e&lt;.,la resc&gt;luci {&gt;n. hasta que
la con1 i ~ic'&gt;11 c.&gt; licia 1 de~ i gnada para
con1nc1norar el 1V Centenario de la
pri n1cra fundación de I~ uenos A i rc"i,
cnco1nendó a la Junta de r1i ~toria )
Num ismática
A 1ncricana
la
c)rgani1.ación del . egundo C'ongreso
l ntcrnaci()nal de I 1ist&lt;)ria de /\ mérica.
C&lt;)1110 parte de los acto~ prograrnados.

ciudad. en 1&lt;)22. CtH1 n1c.&gt;tivt&gt; del
ccntenaric) cJel (iril&lt;) de lpiranga. Su
tran1itaci ón llevó ca~i ~C i ') año y se
cana 1i L(&gt;. pre fcrcntc1nentc. por la v í¡1
. 1 , . 98 1
d 1p
ornat1ca • () t1ue confirió a su
cc)nvocatori a )' rea 1i1ac i(&gt;n un carácter
&lt;)licia 1 acc&gt;rdc a la 1..i cc)ncepc ic)nes que
ccfí ían la pr()d ucc ión de C()noc i 1n icntc&gt;
sc)brc el pa5atio a l o~ intcre&lt;-.cs de la
N ac ic) n-l · lado.

c·elel&gt;rl1r / ... /

99

( 'arios (iórnc/ l lacJo. 1 nriquc Patiño . .ludn L..
P1\CI l)c\oto) J rgasto 11. ( 'ordcrn
101
1..1 capitán de navío .Juan José l\guiar.
Jclcga&lt;ln ac..1mic..n10 del (1oh1crno. 1n' 1stio la
1cprescntac1ón de la l fn1' cr..,iJJd. el In titulo de
(reográfica'l.
el
lv1usco
l nvcc;tigacionc'i
l l 1 ~tóri co. el /\ lenco &lt;le Pa\ sandu. cl ( 'entro
"
1 nc1clopédico del l Jru gua). la 1nspccc1on
( 1encral del 1 1érc1 to. el ( 'entro ~1 ti llar del
l rugua} } el ( 'entro de 1 stu&lt;lioc.. l li stóricos &lt;le
J{10 ( 1ran&lt;lc del Sur ( 1). l lubo otros dclcgadoc;
Jcl &lt;1ob1crno. los J1 putJdos f cln10 ManaeorJa )
l\rn1,1ndo f). Pi rollo. ) .lo"ic \JlgJdo (que
también
lo
luc del
lu c;co
1li&lt;ilóricn)
llcpre~cntó a la l 1111\ crsidaJ. Mano 1 alc.10
J ~paltcr: al ( ' onsc10 &lt;le J nscñan1a ~ccundnria .
1 l1cario 1101x: \ a la Junta &lt;le l l i5loriJ Nacional :
"
\imón 1 ucu1'\. '\rturo C'arhoncll f)chalt . Pc&lt;lro
P Medina) l ,nnquc l{oghcrg l~alp,1rda.
102
JlalJel J os~1lhu representó al Ateneo &lt;le
'-'1onlc\ 1Jco.) l .ugen10 P. 13crgJra al 1\tcncn de

v

ll1.. 1011t1 (/e .l 111er1c(1 /?10 tle .Ja11e110 1922
l'rnxr(111u1 tle
tle la ,~ec.c.1011 \/\ l/1\loiia
ele/ l r11x11&lt;1). \tlonlC\ ideo. 1&lt;J19. p 5)

I&lt;''''

PJ\ sane.Ju.
"

31

�países: durante el año 193 7 varios de los
asi stentes al Congreso v iajaron a
M ontevideo antes de regresar a u
lugares tic &lt;)ri gen , di ~c rta nd o e n el
lnstitutc) 104 &lt;) iniciando las gc~ tio ncs q ue
dieron por resultado la creac ión en la
Facultad de A rquitectura del In titulo de
,a Am er1ca
. na .
A rqueo 1og1

intervinieron en diversas 111csas de
trabaj o, incluso a veces com o relatore ,
y hasta pro nunciaro n cii scursos o fi ciales
en la &lt;.t csi()n de clausura. la acluttc it)n de
la representación uruguaya en tér1n ino
de aportes real izados al Conffireso, fue
1
magra: apenas ocho trabaj os )J (de los
cuales sólo cuatro correspondían a la
delegación oficial). M ás fructífera
re s ultó~ para el 1nstituto Históri co y
Ge()grá fi co
(e
inc luso
para
la
l Jniversidad de la Repúbli ca )~ la
vinculaci ón establec ida en oportunidad
del evento con delegaciones de otros

'º"'

104

íl cnítc1. quien d i sertó ~obre .. La \.ida solitar ia
de (jaspar Rodr igue/ de Francia. Dictador del
Paragua) ",) f·elipe Bar reda L.aos. quien lo hi10
sobre .. La LJni'1crsidad Vi r reinal del siglo
X V 11 f'". f-~ n el primer caso, al ofrecerle la
tribuna uc la Institución. &lt;&gt;u presidente. 1 elipc
1 cr rciro (por entonces ~ ena&lt;lor). lraLó un
cnccnc.Ji&lt;lo elogio de Rodríguc/ de 1·ran cin.
afi r mando que fue '"1111 goher11ante / / que en
lo pri11cipt1! orientó si111¡1le111e111e el r11n1ho lle su
¡10/ít1c.·&lt;1 ¡1or el cr1111i110 &lt;/lle' '&lt;'1ir1/oha11 l rt.\
ten&lt;lencias históricas &lt;le fill ¡Juehlo. que no
&lt;11·rt1.\trú ni pretendió gui&lt;n· a
¡1c1ís '1l1c:ir1
rleslinofi t.lesconoci&lt;los sino que procuró
co11(l11c:irlo 1nás o 111e11os ex¡Jertan1en1e hacia
&lt;fonrle sus co111pa1sr1110\· o la i11111e11.\"ll l7l ll)'Orír1
rle ellos querían ir fJOr ohtener } ' t1seg11rr1r la
independencia exterior . al S(tcrificio lle la
libertad interior si era preciso.. [el \Ubra) ado
me pertenece. ('./. j . rl símil con el ..sacrifi cio "
tic Gabriel Tcrra cuatro años ante . que F-crrciro
había aplaudido )' acomrañatlo. parecía algo
burdo
(INSTll.l Jr()
lll SlC)f~l(' Q
)'

103

En
···1cm as de it istor ia Poi ítica,
/\dministrati a.
('onsti tucio nal
)
Pur lamcntar ia ... l ,u i ~ f:.nriquc /\7arolu (ji l
prc&lt;icntó una comun i cació n sobre los ele/ l'ino
en el l?ío tle 1&lt;1 l 'lc1l&lt;t. l ,&lt;ln1untlo Fa\ aro otra
\ohrc /· 111ul&lt;1111e11to ¡urítlico tle 1&lt;1 l?e \•o/11c1á11
cnner1c:a11a. /,eg&lt;1li&lt;Í&lt;ui lle s11 exi.\tenc:ia. ) Jo\c
\~ilJ.!.a&lt;lo. a \ll \C/ una \obre I '' &lt;'011.,1i111ci&lt;)11
11
11r11g11&lt;~V&lt;I &lt;le 193-1 ( ! ). l ·,n l a Sección 1 •• r cmas
Je l l i\tori a .l uríuica··. cn lu Sección 211 ···1cn1as
Je l l istoria l ·,conón1ica·· .." en la ~ccción 311
•• 1 c1nas de l l i~toria f·ilosófica) ("ientí lica"'. ntl
\C prc~cntaron traha.io&lt;\. 1~ n la ~ccción .,i:•
··1 cmas de l listoria /\rtística" . Juan Giuria
presentó una comunicación sobre /)eta/les
típicos de algunas iglesias J' C[lpillas ur11g11a) 1as
construí&lt;las durante el ¡Jerío&lt;lo colonial. l·,n las
'&gt;ccc1onc\ 5n '"Tema~ uc l li\toria l iteraria" ) 611
.. lema"&gt; e.Je llic;toria Militar ) Na\al "' no c;c
presentaron trabajos. 1·n la ~ccción 711 •• 1cmas
Je l fi')toria Religiosa"'. el jesuita Juan 1.
\al lahcrry presentó una cnn1un icación ti tu lada
( ·orrerías 0¡10\ t ál u:a., ,Je I) .Jac:1nto f era. ) en
la ~ccción 8" •· f crna' Je 1l istoria Diplon1ática'·.
lo hi10 .luan .101..,C: /\guiar sohrc l 11&lt;1
í111e11Jretaciá11
ele f&lt;J.\
cle/111111ac1011e.\
ele
llejonllro l 1 J' lle for&lt;fe\·i/lafi. 1 n las Secciones
911 •• 1cma\ de l l istoria Sot.ial .\ 1 Jº "' I cmas uc
\.1ctoJologÍJ tic la cn"cñan1a Je la 11 istnria \
re' ic.,ion Je LC\ l os'". no prec.,cnluron trabajoc.,. S1
lo hicieron en la &lt;.\ccciún 1011 ··1 cma\ tic
umismé1tica··. en la que l~afacl Fosalha rcali1ó
tlo\ con1unicac1oncs: \ 111ni'l111at1ca 11111//ana
/os ( &lt;!\ellos &lt;le 1&lt;1 llcn·e l ' la rO\&lt;!la. )
l11tillu11a
I o.\ c11t1r1il/o.\ \
\ 111111c.111&lt;Ít1ca
co11t1·t1111arc.:a.\ &lt;le la rcco11q111.,·1a llo1111111ca11a: )
en la \ccciún 12'' ·· 1cn1.1c., \ohrc concepto e
111tcrprclación &lt;le la l l i"tnr1a tic /\n1cricJ )
lucntc'
h1c.,tori&lt;..ct\:
arLhÍ\ O'&gt;.
mu1.icn'&gt;
'
hihliotcca'&gt;··. en la que '11ano 1 alean 1 spaltcr
tli~cr1o '&gt;ohrc ( 'onc:e¡Jlo 111ter¡Jretat1\'0 tle la
'11\tor1a tle ,. /1nér1c:o (clr.: llJ I IN/\. Vol '\:
fllucnns /\irc:-, 1. 1937. pp. JJ 1-343).
~

-

/\sí In hicicron el paraguayo .lu&lt;;to Pastor

'!'

(, ( , ()(:if~Ar I( ' ()
1)1 L
l l l~l l(ll /\ '{.
( '011(erencir1fi tic&gt;/ ('ur'io &lt;le 193 . . . tv1ontc\ iJco.
M('MXXXVl l l. pp. 17 s\ .. 87 s~.}.
105

Al rco.;pccto cabe señalar que el ( 'ongrcso
aprobó una rccon1cndacion al.·crc,\ Je l,1
..(.'oopcración internacional &lt;iohrc con~cr\ación
de tnonumcnto~ ) obras de carácter hi stóri coartíc;ti co... propuesta por Manuel 1oussaint
(1nc\icano). Martín ~ . Nocl. .lo"&gt;é 1orrc Re' ello
) A lcjantlro Malhu~ 1fo) o (argentino\). l lr1cl
(peruano).
José Gabriel 'Ja, nrro
( 1arcía
(ecuatoriano) y l~ l7cario íloi\ (urugua)o). En su
parte sustancial. la recomendación conc;ignahn
:
.._
··¡ / propender ti lt1 creación &lt;le /11.\/111110.\ o
I ahor&lt;1toriofi de 1rte. o al.f&lt;u11e11to &lt;le los que .\·a
eri\len.
con
1111 ¡1ro¡1á\ito
tloc:ente &lt;le
11n·est1gac.:1á11 _\ ' lli, ·11f~l1cion·· Prcci,a1ncntc 1&lt;1
Jcción coordinatla del ecuatoriano N~1' arro,. del
urugua)O lloi\. lructilicaron al alio ~1guicnlc en
la in~taluc ión del Instituto ue t\rqucología
An1cr1cana en lu 1 acultac.J tic Arquitectura.
ún1bito pionero en lo~ c~tu&lt;lio!&gt; de 1lisloria Jcl
arte e l li ~toria tic la arquitectura en el pa1s.

.

~

32

�l ,a tranc.., f()r111aci(H1 e.l e la .1 unta de
11i~t&lt;)ria ) Nu111 ic.., 111útica /\ n1cricana. &lt;.le
l l u en&lt;)~
/\ i res
&lt;)rgan i/ ad tH'&lt;l
del
Segu ndo l 'ongrcso 1ntcrn acional de
11 ist&lt;)ria de A 111éri ca- en Acadctn ia
Naci &lt;.)nal de la 11 istori a. acrecentó el
rclaci onami cnto del ln ~tituto llic;tórico v
"
Cieográfi co del Uruguay con su par
pinten e. de tal forn1 a que las rnedidas
adoptadas por el gobiern e) de f&gt;cr(&gt;n en
1950
)
1952.
inhi biendo
la
independenc ia de acción de la~
/\caden1 ias
e \. ii. . tentcc:;.
fueron
repudiadas p&lt;.)r el Instituto C&lt;)mo una
expresi()n de autoritaris1no ) una
agresión a la libertad intelectual. P&lt;)r
C)tra parte. la actitu d a~ utn ida en este
tern a p&lt;)r el ln ~ tituto rcc..,pondié) en un
todo al cli1n a cvera1n cnte anti peroni4'ta
c.1uc c..,e v ivía en la sociedad uruguaya.
( ' uand&lt;) el (iccrctc)-lc) de l g&lt;)hierno
prt)\ ic.., ic&gt;n,t l
argentino de
3()
e.Je
n&lt;) vicn1l1re de
1955 c.li&lt;\pus{) la
rci11 c.., talac i(&gt;r1 de lac.., /\cadcn1iac.., .. una
de legac
ión del ln ~ti t ul &lt;) l l istórico )
.....
(ic&lt;.)grúfi c&lt;) del l Jrugua) viaje') a f3uen&lt;&gt;~
A i rec; 1oc). parti cipando de lo&lt;:&gt; actt)
o fic ialcs ce lebrados en la de la 11 i&lt;:&gt;toria
) di sertando ~u pre id ente St)brc ··M itrc
en el Urugtta) \' las concepciones
, . ... d
~ b
1 . , . "1 07
c.Jc1nocrat1 cas e 5u o ra 11st&lt;.)r1ca
.

18

) (jc&lt;)grúficc) del l Jrugua) • aunc.¡uc
tan1bién la 1ntcgrar&lt;&gt;r1 rcpre"&gt;cntantc~ de
104
la l J niver~idad de la r~cpühlica . &lt;.;i
hien la participaci()n fue alg&lt;&gt; mác; activa
&lt;&gt;cis de loe; CC)mp&lt;)ncntes de la
delegación presentaron trabajos. )'
algunos varias comun icacic.)t1cs-. el tOíl()
general del encuentro estuvo tt&gt;davía
pre~idido por algunos de lo&lt;\ ra&lt;,gc&gt;s que
convertían este tip&lt;) de eventos en
i n~tanc ias de c:;oc ia bi 1id ad ante e:; que de
electivo debate científi co "· en
"
particular. por e1 c 1i111a de 1 "'nuevo
rclacionan1icntt) .. c.1ue la ad1nini. tración
Kenncdy proponía para la /\111ér1ca
l ~atina. en concc)rdancia C&lt;.)11 la&lt;\ te ic..,
de~arrol lic:;tac:;
de
le&gt;&lt;.,
organi 111os
internacionale~.
l .. I di\curs&lt;.&gt; que a
nc&gt;n1 bre e.Je los de legadoc:; C\.lra njerO&lt;\
prc&gt;nuncié) en la ~c~ión de clau"iura el
pre idcnte de l I n ~ titulo 11Í&lt;\l&lt;.)rict) )
(]e&lt;.&gt;grá(ico del lJruguay. /\ri&lt;&gt;c..,to O.
(1&lt;)11/Ú lc1. dio a este rcc::.pcclt) la e h1' e
de 1 lllOlllClll&lt;&gt;: " 1V!t('.\/ r&lt;J.\ f J&lt;IÍ.\('.\ (/(' he11
&lt;l.\ltJ111r

1111t1

f&lt;&gt;r111t1ci&lt;&gt;11
&lt;!\fJÍr1111
1t111ll&lt;.1cl

rC!.\fJ&lt;&gt;JJ.\lll&gt;il1&lt;l&lt;1&lt;I
F

e11

tle\C'J1\'&lt;&gt;ll'11111e11I&lt;&gt;

cle111&lt;Jl'l'&lt;Íl1c&lt;&gt;
.\cJ/1cll1ri&lt;1

&lt;le11fr&lt;&gt;

lle!

!ti

/(1

&lt;le!!

&lt;le

lci

e 11/111r&lt;.1.

lc1

cc&gt;rrie11te llc·111&lt;&gt;ct«Íl1c &lt;1. fcJr!1/icc1cl&lt;1 JJ&lt;&gt;r
1111&lt;1 C(JJ1CC!JJl'i&lt;)11 &lt;&gt;JJl1111i\ll1 &lt;le llr 111&lt;&gt;rl1I.
(.'\/lÍ \'11/Cllf&lt;l&lt;fll ll 1117(1 lllllf&gt;f l&lt;I &lt;fi/11\/(JJI lle!
/(/\ i&lt;/('(I\. { (/~ h1h/i&lt;J/('('(I\, f&lt;J\ //lf\f lf ltllt&lt;J\
CIC'l11Ífi&lt;.'(JS,

,\ 1 ce lebrarse en 19()0. tan1bién
en l3 ucnoc.., A i rc~ {en el 111arco de l t)~
ac to&lt;, organiLadoc.., en ocasión del
~cc:;qui ce ntc na ri() tic la rcv()luci{)n de
M a) o),
el
J ercer
('ongre~&lt;.1
lntcrn ac ic&gt;nal de 11 i~tori a de /\ 1nérica. la
dc lc&lt;1ac
ió11 uruoua1a
\C)l \ ÍÓ a estar
'='
o
hege1n &lt;)ni1atla pt)r el l n\titul&lt;.) l l i"&gt;tóric&lt;)

f&lt;l.\

tll'll&lt;/e111Jcl \

lÍC'Í&gt;&lt;?l1

&lt;1l1c&gt;11tlc1r f&lt;J\ ('\'/7t&lt;li&lt;J.\ _l ' C&lt;J11/r1/J111r ll !ti
('IJ/(IJ1CijJtlCl&lt;Jl1

a

/111111c111l1,
e.\lr1!&gt;1li&lt;ll1&lt;I

tle

lc1

.\11

111e¡&lt;Jrl11111e11l&lt;J

,\(J\'&lt;Jlr&lt;&gt;.\

JJC!r\(}/l(T/1tl&lt;.1cl
1uJ

v

JJ&lt;&gt;&lt;le111&lt;J.\

c&lt;&gt;l1.\&lt;!/'\'llr. e11 f t111ér1l &lt;I c&lt;&gt;Jllc&gt; /1c1 clic l1c&gt;

e &lt;&gt;11 ¡&gt;er\lt&lt;l.\I\'&lt;&gt; etc e11f&lt;&gt; el ¡Jre \1cle11te

rr&lt;&gt;l1&lt;1i=1.

lllltl cle11/l)( rclCltl &lt;le l1&lt;&gt;1JJ!&gt;re \

&lt;IC'\Jllt/r1cl&lt;&gt;'.

&lt;le\Jllt&lt;I&lt;&gt;\

\'

\'ÍV 1e1u/&lt;J

e 11

111i\l'1«1hle' l Lt,f.!;llrl&lt;&gt;.\. tlel&gt;e111&lt;&gt;' rec1/ i=cir

Siete Je los dic1 n1icn1hros o~tcntaban c~la
adscn pc1ón 1nsll luc1onal. I rncslo 1~erro 1Ionlou.
('drlos 1\ . l)uon1Jrco. ('.1rlos 1\ . 1 l1...hccopar.
1 IJ\ io 1\ C1arc1a. A11osto 1) (1on1.1lc1. I lector
108

106

1 "illl\ O inlCt.!rél&lt;la por el rn;\iucntc del
ln!'tituto. Arioslo... I). &lt;1on1alc/. } lo&lt;&gt; n11c1nbro"i
&lt;le nli111cro (_ Jrlo&lt;, Pcrc1 ~lontcro. Pedro ~icen ,
·\ rturo ~caronc \ ( ,1rlo~ A. l)uornarco.
107
1 ~11 1.l 1()
11 1 ~1()1~ 1 ( '()
'i

&lt;' ' &lt;) &lt;;r~ A 1 1&lt;•&lt;&gt;

&lt;iros 1 "ip1cl l. Pcuro ')icen
109 1 ugcnio Pcl1t ~1uiio1. Jc,ignndo en tal
t•aractcr por el ( On'°IC.JO [)1rccll\ O (entra\ UC la
l nt\ cr\iu.1d. ~ 1 dn1unuo 1'..1r,1nl:io. nombrJdo

t n~ t '&lt;' t 1" 'l .
f?e111.\talt1c1ú11 &lt;le /(1 .-f c:a(/u1111a lrge111111a &lt;le I&lt;~
f f t.\ f or i&lt;I .i //f)J11c!llll/e c1/ (1Cl1&lt;.'l'Of fl&lt;ll f 0/0111e
\ /i1r,·. ~1 ontc\idco. 19'i6.

r) 1 J

rnr Id 1 .1ctilt,1J del lum.111iun&lt;lc" ~ ( ICílLÍJ~ .

33

�Mundial 113 • En 1928 el celebrado en
Oslo cont{) co n un en\! ío urugua) o. el de
.l \quilcs íl . Oribe, c-..o brc UMct&lt;)do logía
Je la 11 i ~ l &lt;&gt; ria .. , en la 1í nea de ~ u ~
c~ pcc ul ac i o n es histori ológicas vo lcadas
en la Rf~{G LJ 114 . En el período de la
~egun da po&lt;;tgucrra mundial. el C' l Sl-1
fue una de la
se i
en tidadc
intcrnacionale fundadoras del ('&lt;&gt;11se1/

1111t1 tle111&lt;&gt;c·r c1(·it1 ¡1e11c'/rt1tlc1 ele j11.\ lil' i(1
\&lt;Jl'it1!. e11 /(1 c¡11e &lt;!I /1c&gt;111/Jr&lt;! S&lt;!(I f i1erte.
lil&gt;re. c·t111.,·c·ie111e \' r e.\'JJ&lt;&gt;11sc1/1/e. f&gt;t&gt; r c¡11e
111&lt;~/&lt;&gt;r t ic&gt; / l111(;ril'&lt; I. / ... / .\ ig11e .\Í&lt;'ll&lt;l&lt;J
el 11&lt;&gt;111/Jr e c1111er ic·c111&lt;&gt;: el &lt;le !t1.\
c·il'Í/ i=&lt;.1t· ic&gt;11es c111tóc·f&lt;&gt;nc1.\· .v el .fi&gt;r111c1f l&lt;&gt;
&lt;'&lt;&gt;11 lf1 sc111g r e ge11er &lt;J.\t1 ) ' sa/11clc1h l e tle

¡,,

.
. .
. .. 110
Ic1s l'&lt;Jrr1c11/es 1n1111~'i!,ral&lt;&gt;rllJS
.

M&lt;l\ a1 a ro~a aún resultó la
part ic i pac it)n de lo\
histori adores
uru g u a)'O~ en la rná \.in1a instanc ia
acadé111 ica m und ia 1: l c.J~ ('ongrcso5
1ntern acionalcs de C i e n c i a~ ~I i&lt;&gt;tórica&lt;;.
I3ajo esta dcnorn inación co111cn/aron a
111
ce iebrarsc en 1900 . año en que tu vo
lugar el de Paríc,. L~os
ucesivos
e n c u e ntro~ :
Ro1na
( 1903 ),
Bcrl ín
( 1908).
l &lt;.)nd re\ ( 1913 ),
B ruse la\
( 1923 ). pU \ iCr()ll de rel ieve la neCC\ iJad
de &lt;J&lt;.lt&gt;ptar 111ccani"in1c&gt;\ que hicieran
c lcLliva una lt)&lt;&gt;pcrac i(lll 111ú"i C"ilrccha
enLrc l&lt;l"i hi "il&lt;lriac.JcH·c" ) an1 pi ia ran la
ct&gt;nV()Cal tlria a lo~ c&lt;.&gt;ng rc~tl\. /\sí ~e
arri bó en 1926 a la con tituc ión en
(.J inebra de l ( '&lt;Jt11i1é J111er11c11ic&gt;nc1/ ele\
11

,\'c'ienc·es

llisl&lt;&gt;ric¡z1es

l n1ernt1/i&lt;J11al e &lt;le l c1 f&gt;J1i l &lt;JS&lt;&gt;[&gt;l 1ie el eles
.~·c·iet1c·e.\· H11111t1i11e.\ (creada en 1949

baj&lt;.) l&lt;.&gt;s auspic i&lt;.&gt;s de la l JNESCO). El
re inic ie) de la ~ec u e n c i a de los
Congre o lntern acionale. tuvo lugar a
partir de 1955. en que se ce lebró el
déc i1110 en r~ o rn a. /\ es te encuentro
a i ti ó el uruguayo Carie) M . Rarna,
t1ue ~e ha liaba vi neu ladc) cc&gt;n la
( '&lt;&gt;111i'·'1011 !11/er11&lt;1/ 1&lt;J11c1/e ti 'f f 1.\ lc&gt;irl' &lt;le.\
lo~
,\ f&lt;&gt;11ve111e11/.\ .~ &lt;J('ic1 11.r. uno de
&lt;)rl?_ani\lll&lt;l~
inlcrnaci&lt;lnalc' afilittdtl\ al
...
1

( ' J&lt;..) 11 .

r~a n1 a

111 antuvo una parti c ipación
11
d .t5creta en e I C ongre o " . aunque trab'o
sus
contacto
de
interé
para
in vest i ~acio n es en materia de 1-1istoria
1 6
ocia ! • así como para &lt;&gt;u integración a

(C I SI 1) :!,

respon~ab l c

de de entonce
de la
convocato ri a
de
los
Congreso
1ntc rnac i o n a l c~ de (' icnc ias l I i slóri cas
rea 1i1ado&lt;;
en
di vc r&lt;\a\
ci udade
curc)pea5 ) ~ó l o interrump idos en &lt;;u
\CC uencia por la Segunda G uerra

113

Cfr.:

•

t'&lt;&gt;~11r1 :

lf\.TJ f{

\rI&lt;r'-.-\I , l&gt;r \

~('11 N(' (

S
111~ T()f{l()l IJ \.
&lt;.flnlorn1ation ... 24 Paric;. 1998.

rr

"llullctin
145-148

congre\ 1111er11&lt;1/1011&lt;111\ &lt;le\ \Cl&lt;'llC&lt;'\
l11s1oric¡11e\ ele lh9ó-!900 ci 1916).
114
1\(lf\.. /\P ( 'a1"1 171 . .·lrc/11,·o éle l llc1\

( / &lt;.'\

e

110

[) J
J ¡\
\(.Al)I f\11-\
~'\(l()'\l\l
111~ 1()f{ll\. /ercer&lt; 'nnKrc\o /111er11&lt;1c10110/ tle
//¡\/Ol'l&lt;I t/e
lllU! l'IC&lt;I. l~ueno\ '\irC\. 196 1. p
108 Cl)1scur-.,o en non1brc &lt;l&lt;.: lo-., &lt;..lclcgJ&lt;los
C'\lr.1njcro... &lt;lcl Jclcg.1do Jcl l rugua) \r
\rio-,to 1) (ion/ale/ lpronunci,100 en lc.i &lt;.,&lt;.:sion
d1: I 11-10- lt&gt;&lt;,Oll.
111
1 n rcaliJJ&lt;l. en IX 1JX LU\o lugar un &lt;.ong.1&lt;.:\0
llllcrnac..:1on.1I Je 11i~tnria 1)1 plon1alica. que se
~clchro en l.J 11.t\ a. JonJc ..,e scntarc&gt;11 lc.t..., bJse\
de est&lt;.: tipo &lt;le encuentro. tcnJicnlc: J IJ
L'&lt;H&gt;pcrac1on c..:nlrc hi...,lori~H.Jon.:-.. &lt;le cJj, cr-..o'
p.11.._c.., ) ul JchJt&lt;.: sobre ,1spccto.., tconcn.., )
1netn&lt;lolúgit:os &lt;l&lt;.: l,1 &lt;li~ci pi 1na.
112
1 . 1·
.
•
( nn un so 1rcu1n1cn...,1on.im1&lt;.:nto &lt;.:urnpco c:n
su cnn&lt;..lucc1on. la prc:\cncia &lt;le ,\mérica 1 .tt1na
fue t:JSI nula. en el l!t1rCUU Jcl ( OlllÍle. UC&lt;.,JC
l &lt;&gt;:!C a 1971 nn ligur&lt;&gt; en L.tr«.H.:lcr de con..,c,1crn.
ningún hi stnnaJor Je la rcg1on.

-

6. l .. ibro tJc recorte"' h1storico'i
1recorte &lt;le pren" a !'In
1JentlficaL ión &lt;le
rroceJcncia. lcchaJo en enero &lt;le 1929)
15
Prcc;cnlo una con1un1cJcion \Ohrc .. l
1110\ imiento\ ..,nciJle..., &lt;le \n1erica 1 atina en cl
~iglo '\J X": intef\ 1110 en J,1 ...,c:...,1ún de...,tin,1J..i ,1
In' prnhlc111:1' de la l enrt,1 dt· 1.i 111,tnri,1. ~
c1erc1&lt;.&gt; la p1c...,1Jcnc1,1 en l.1 ...,C...,H&gt;ll \obre l Ji,lo rtcl
de la ( 010111/"11..ion l c,pa11nlJ JL· \111cnc.1 ( fr ..
(.arlo\ rvt. l{/\MA. ( 'on}(l&lt;.!\·o tic.' /?01J1&lt;1 de
( '1e11c1&lt;1\ l/1\·tor1c:a\ f\tlonte\ ideo. 1 Jcuh,11.J Je
l l un1JniJ,1&lt;lc...,) ( ' 1cnL i.1 ..... 1&lt;):;(1. pp l 6-19 ).
116 1
• .•
•
.
.1
a COllll...,IOn C)ecut I\ el ucl pro) CL lO ...,ohrc
repertorio i ntcrnac1on,1I de l ucntc. para l.1
l f i..,tori,1 Je los nlo\ 11ni&lt;.:nh.l\ . . oc1ul&lt;.:':&gt;. 4uc tenia
la r&lt;.:..,pon\ahi 1itJJJ &lt;le itJcnti ficar ) rccopi lar la
prcn\a pcno&lt;l1ca a&lt;lhcri&lt;la a IJ Pr1mcr.1
1ntcrnJcinnal. lo &lt;lc\1g110 corn.: ... pon&lt;\al para
\mér1&lt;.:a Launa. con,1untan1&lt;.:ntc con el bras1 lcñn
\f&lt;1r1111e:: ( arpcta

º'

~

34

�c n1 prc ndim ientos internacionales en el

/\gu~tín

l)é.l ra "Marc ha .. , en la
que criticó la au encía de hi to riad orc~
lal inoan1cricanos ( ó lo a~i ~ t icr&lt;)n de
México. Venc/ucla )' C uba) &lt;.;etialando:

f) ·1·1ía. 1 ucc l·ahbri de ('rc1.,\alti. Juan
(. (j órncz Al¿ola. Ario l&lt;) L). ()()íltálc1.
u re 1io l ¿ucch in i. 1j ncc&gt; l n Machad&lt;1
f{Í\a\, ¡:ranCC\CO \llarcian&lt;). f&gt;cdr&lt;) f&gt;.
Í\i1cJ 1na. f{aú 1 iv1tH1 ler(l fJu...,ta 1111.111 te.
119
l·d111uncl&lt;) NarancÍ(l • ('clcdon10 in •\
~ilva. l ~ ugcnic1 Pctit Mui101. J\rrnund&lt;l

13cra1a.
L. u1~
[3t)navita.
r·vangelio l3 &lt;)n illa. f{&lt;)gclio l3rit&lt;). (1uid&lt;&gt;
13runctto. C'arlt)S C'a\lC 11 ucc i. (,crrná n

. 117. f) e~ de 1a pr&lt;)p .ta
. . , 1.nar1&lt;)
ca 111p&lt;) d 1sc1p
~c&lt;lc
del
c ·t) llgrc~()
rcn1iti ()
un a
C( lííC'-il1(Hl&lt;lcnc ia

··,\ 'e ll&lt;'llclC' &lt;I 1n1 ¡&gt;r&lt;'''111c·1c111i\JJI&lt;&gt;, c¡11c·
cl&lt;'l&lt;',"f.ll 111ct\i\·c1111e11te \ll t11f&lt;&gt;rt&lt;1 e11 I&lt;&gt;\
1;.,1&lt;1clc&gt;\ ( '11ic/cJ\ C'11c111c l&lt;&gt; \(' JJl&lt;' Jl \cl &lt;'11
lc'' c111c&gt;\ &lt;le c·ie,{!.c&gt;\ e\f11er-:.&lt;&gt;.\, 11c&gt; /J&lt;&gt;r
ge11e r&lt;J.\'(J.\ 111e 11&lt;J.\ estérile \·, c¡ 11e 1111e \frc&gt;.\

119

pc1íses /J&lt;Jflrí&lt;111 ei ·if(lr\ e C'&lt;&gt;11 el e1rvÍ&lt;J ele
lc&gt;s &lt;lie= &lt;&gt; clc&gt;('e ¡Jr&lt;&gt;fesic&gt;11&lt;1le ,. q 11e e 11
c·c1cll1 c·e11trc&gt; l1l1c·e11 l1isf&lt;Jr1a s11¡Jeri&lt;&gt;r. \C'
l'&lt;&gt;111¡&gt;re11cle /c1 c·eg11er&lt;1 ele KOl&gt;1ert10.s v
1111i\ C'r\iclc1cle\ c111.\e11te., c/e 1111&lt;1 c111té11t1c·c1
.
, . ('11 I t11r&lt;1I" 1 i x. A 1 rnt.~mo t1crnpo.
¡&gt;&lt;&gt;11t1c·c1

l \le ..,e &lt;l1rigiú. por cJrla que rolulú

..,tl1...,olu1nent

confi&lt;lcntic:I ... al

....ecrctario del

( ' 1~11.

11chcl 1 ran&lt;;n1~. &lt;;ciialdn&lt;lo que 1..rc1a t¡uL
el ( 'omilé urugua) o ) a c,1,lla. ha10 1,.
prc~1dcnc1a del tloclor /\rrn&lt;lndo () P1rollo.
...,cgun rcfcrcnci ,1 contcn1&lt;la en lntet na11onal
/J1hl1or,rt1¡JIH of / l1\lo11cal .\&lt;.1cn&lt;.e\ . \ "\I ( PJn\.
1954 }. por lo que ~e hah1a ah...,lcn ido Je
LOllCUrri1 .1 l,1 rcu111on .. COll'&gt;lllllli\ J .. CllJOtl.

1

f{arna daba cuenta que el C, ISI 1 le había

cnc&lt;)lllcndad&lt;)

•

·~¡&gt;J'&lt;&gt;111c&gt;l'('r lc1 fi&gt;r111&lt;1c·1&lt;)11

"!""" é1·11er une
c:on1¡u 0111eltre

ele ( ·&lt;&gt;111ité.\ ."°vcll'i&lt;&gt;Jlllle\ e11 l'c1&lt;lc1 fJ&lt;tÍ\' ele

&lt;lc.;\&lt;IJ!J cahle et ne!'º'
1'111\111111
&lt;le
l?ec/Je1che'

\lf 11011011

l lt\IOI l&lt;flle'\ &lt;I&lt;' la /'{/( 11/te el l l111Jl(lt1llc'\ C'I &lt;"-''
\c.1e11ce\ clonl ¡e \lllfi /)11c•c.te111 l"-1cJ 1 J rn1 .... 1\J

, 1111ér1cc1 &lt;ll I .'~'111". cle 111c111er &lt;1 ele f&lt;JIJl&lt;lr
1

l '&lt;JJlfl1c·f&lt;J &lt;l1rel'I&lt;&gt; c&lt;&gt;11 I&lt;&gt;\ &lt;!.\/11ll1&lt;&gt;.\&lt;&gt;.\ l lel

C&lt;Hl&lt;..:fClab,t el pCUIOO JL' llllt)ríl1~H:ion C:ll Jo~

r e \I&lt;&gt; lle/ 11111ncl&lt;J . .\' ¡&gt;re¡Jl1rc1r la &lt;l?flt.\l&lt;J11
&lt;le 1111estr&lt;J.\ lrc1h(1jo\ l'ie11tí/lc'&lt;&gt;\ J11erl1
(/el lÍ111lJif&lt;&gt; l&lt;Jl'(t/". A pena-; reintegrado a
us labo re &lt;; en Montevideo. Rama
irnpulc;;ó a través del Rectorado de la
L J nivcr~itiad
la Cl)ll'&gt;tituci{)n de la
( .()/1/l\i(Jll \ (1Ci&lt;JJ1(11 &lt;le Jli.\l&lt;&gt;rlll, C()ITI O

punto\. 1) ~¡ el ('omite l Jrugua)O tic ( 1c:nc1,1s
l IJ'itonca5 era reconoc1tlo por el ( 1\11 ha10 la
p1c..:'i1Jcnci,1 de P1rolln. 2) ...,1 el &lt;.. 1\11 c:n el
( ongrcso
&lt;le l~ on1a había Judo una con1 Í'.ion a
......
í{JmJ par.,1 1n .... tJlar el &lt;.on11lé ( 1\l(ll f lllL
( orre\pon&lt;lenc.10 o/7'.101 f 95./-1956 ( (lpia c.IL
c"1rtu Je 1 Jn1unuo
l.
..11 Jnc10 a 1ichcl
1 ran\=OI\. h;ch,1J,1 en ~1onlc\1dco. el 2-8-1956}

urugua)a del ('ISJ l . f· ucr&lt;&gt;rl
invitad o~ a participar del &lt;)rgani c;; rn &lt;)
Arturo A rdao. l lo rac io Arredond&lt;&gt;.
L¿copoldo
Cario
Art.ucio.
1 auro
A\• e tarán. Je úc; Bentancourt f)ía/.

1 a rc,pue\la refle10 la pcn:cpL 1ún por pttrle Jc:I

\Ccc i{)n

\Ccrc:tario Jel ( ' I ~11. Je t111,1 d1-..puta Jnn1é,LiL.1
en la que no con\ cn1a i 11\ ol ucrar\c:: acluro que
el Co1nite que lunc1on.1ba ha¡o la prc...,1Jcnc1a Je
Pi rollo no habí,1 J,1Jo nol1c1a..., Je ..,u act1\ iJ,1J n1
rendido cucnLLl&lt;; al le...,orcro. pnr In que tlurantc
el (~ongreso Je f{on1J el prec.,iJcnle del
l\l I
hJh1u ni ic1 tado ,1 llamL1 que col,1horara c.on
P1 rotto "¡&gt;01u· 111e11re .\ ur p1e&lt;I un ( ·on111é
1u111011al &lt;fe, J/1slo1 ten.\ ele I l r11gua1 ··· 1el
'&gt;llhr,l\ ,1Jo llll' rc1 lCllCL·c ( / 1 \µ_rcg.10,1 que
era h,110 C\é.l"i conJ1cíoncc., 4uc el ( ' l\J 1 hah1.1
1cL1b1&lt;lo. rcc1entc111cntc:. Jc...,dc l rugua~ un,1
ic1tuJ olici.11 de L1drn l\llln. \ll\Crlla por el
rrorc~or l·ru ctllO\O Pitlnluga enn10 pre idcntc
Para lin.il11.11. iv11chcl 1 ran~o1..., rccon1cndc1ha lct
unión de toJa..., l.1 .... organ11a&lt;.1onc..., urugu.i)as.
que no con...,i &lt;lcrah.1 1n1po&lt;.;ihlc por cuanto había
notado que: enlrc lo.., n1 iembro..., &lt;le la con11...,ion
con&lt;;t1lul1\ ,1 del ('omite urugua) o ligur,1ha el

e

l l onnr10 ll0Jr1uuc1 ) el n1c,1 cano ~¡¡, 10 /a\ nla
(ihíJen1 . p. 24).
111 \I atiP ~i!:!uientc Je '&gt;ll p:irti\.1r:u. 1011 en (.:1
( 'on11.rc.., 0 Jc Ilon1a. ll..in1a 1uc dc-.1gnado
1nic~1hrn corrcc.,rnnJ1cnh.: en l ruguJ) J&lt;.:I
( 'on1itc ue l)ircccion l écn1ca (que 1nlegrahan.

"'º'

entre otro.... .l. ll u,Je). J. ll urch.hardl. (h.
\101«11c..:. \. /tt\ala) Je l.i //1.\/01u1 ( 1e1111/1ca ) '

( 11l111r~1/ ele lo l /11111clf1/(/{/(Í. cmprcnJitlJ ror
l '~ I \( º().Je ..icucrJo a ltt c.,ugcrcncttl .1proh..1Ja
en la ( onfcrcnc1a lntcrn'1CH&gt;nal cclcbratla en
\1c,ico en 19..¡7 ( .. \ccion .. \tonlc\1&lt;leo. 6-7-

19)6 1\/ereci&lt;l&lt;1 &lt;l1\/111c 1tí11 al f Jr ( '" 'º'

nornbre &lt;lcl propio ~arant.:io ) el Jel docllll
Pirolln ( '\ 1( 11. l· 111 f. ( ·rn re'\1unule11c Í&lt;I of1c u1/
/9)~ /&lt;)6/
('arla Je \11Lhel
f f'.1111¡:01\ H
1 d1nundn arancio. lcch.1J,1 Ln P.1rí~. el .... 1-12-

\/

1?&lt;1111&lt;11)
118
.. \IJrcha..
\Ion le\ iJco. 28-10-1 ()t)~. P· 1o
( I 500 lli.\IOilll&lt;lnrc:.\ &lt;le lo&lt;lo el \/¡11ulo '&lt;.'

194'6 ).

/?e unen en el ( 'onJ!.reso &lt;le l?onui ).

35

�3. Un curso de acción peculiar: la
''u rugua}'Ología ''.

1). f&gt;irotto. c·arlo. 1) ittal uga Vida l.
f;rUClUOS() [&gt;ittaluga,
Juan l-.. . t&gt;ivcl
......
Devoto. Elia Rodrigue/ de Artucio.
&lt;.. ·arl&lt;)" M. f{an1a . Wa\h i ngl&lt;.&gt;n J{cyc\
() \Car .secCC) r·l 11 aur1. 1")()
I \ hac.t.IC
\•
- .
/\u114uc la ('t&gt;n1i"i{)n patr&lt;.&gt;cinada pc&gt;r
la l JnÍ\Cí\Ídad e.le la [~epúhlica- \,,C
invt)lucr()
(c&lt;.&gt;111&lt;&gt;
in"tancia
rcprc&lt;.,cntat i va
Je
la
cc.&gt;n1 un id ad
di&lt;.,ciplinaria) en tcn1a~ de ciert(&gt;
•
, , ., 1
1· ,
1 ,- 1·dd
1ntcrc!&gt; - . no eum p 10 con a 1na 1
eonsti tu ti va~ pues la parl ie i pación de lt&gt;s
h ic;toriadorcs
urugua) 05
en
loe;
~iguientes ('ongrcso fue casi nula 122 )
~in continuidad.

l Jna 111c.)daliJac.J &lt;.ii lcrcntc e.Je
relacit)na111icnto intcrnac iclnal de le)
h i\toria&lt;lt&gt;rc"&gt; urugua) l&gt;&lt;., ( &lt;-1uc podría
c.h:nc.Hninar"ic Hpasi\a .. ) ~e cclnfigur(l a
r&gt;artir de la c.lécada de 1{)50: l Jru gua)
C&lt;ll11Cíl/c) a \Cí. ec&gt;ll cierta f'rccucnci a.
&lt;.ll1jcto de interés para ob~crvadorc!&gt; e
investigadc&gt;rcs extranjero . En el caso
de le&gt; prin1crc)~. no se trató exactan1cnte
de una tarea de indagación original,
aunque ello no inhibió el logro de
ª''anees
interpretativos
o
el
~cñala1nicnto de a pcctoc;, que requerían
&lt;., isternát ica pcsq u isa. LJn inglés. con
\ icjo víneulo5 con el Río de la Plata.
( 1cc.lrge Pcnd le. pu l1I ic(&gt; en 19 52 ( haj(&gt; e 1
&lt;., cll&lt;) editorial del R&lt;l)al lnstitutc of
lntcrnational Affair&lt;-i) un breve libro
"&gt;&lt;.&gt;bre el pa Í&lt;.,: l r11g11&lt;1r. 1\ '&lt;J 111l1 . J11u: r1 l·&lt;1 \
/ir .\/ 1f'e(/&lt;1re ,)/&lt;lle. rrut&lt;.) de ague.Ja~
pcrccpeione&lt;; de la realidad y de un
esfuer7o por integrar a la comprcn&lt;\ión
presencial la ~ "visione~ .. pcrgeñadac;, por
corncrciantcs. diplomático • agente
in vcrsion isla&lt;.,.
ru ne ionarios
\
""
pcriod i sta&lt;., en sus andan1as por ce:.. ta
123 12
ticrras . l. f: I n1i &lt;.,1110 añc.). All1cn
&lt;1illc~ public&lt;.) una visión francc&lt;.,a (1n,\&lt;.,
Cl)nces i va q uc la de Pend le) ~ohrc el
paÍ\ ) su futuro. ('c)n fin a capacidacl
cvaluatoria. ('arloc; Real de Azúa hi/o la

1

120

1 a nú1nina inLluía &lt;loecnl&lt;:.., del li..,toria (en

la l ln1\ c:r\iJaJ .\ L'n l.1 1 n'ic:ñ,1n1a \ccun&lt;.Jaria) .\
dllClhlrC\ &lt;le lllll~C()') Je ~1rLlll\O\ (lllULhO\ Lil'
lo'&gt; cualc\ no eran cc.;trictan1cntc hi'&gt;loria&lt;lorc\).
c1ll1 e aquél lo\ \C Jc'ítJcaban alguna&lt;-. au\cnci.1~
"igni li cati"ª' (por ejemplo. 1 la\ io (1arc1a.
l\rio\lO J·crnándc1. ()\car 11ru..,&lt;.J1cra. l·crndndo
( 1arc1a 1 ...,tchan ).
Lomo la C'\CIU\ÍÚn Je la..,
jo\ cn1:.., gcncracione'&gt; profc..,ionalc~ (cfr.: .. 1,1
f&gt;ldta ... Monte\ iJco. 12-7-1956 ).
121
l·n julio Je 1957 la ('01J11\iÓ11 \ac1011al ele
l/i\tor1&lt;1 \olicilú al
( on&lt;-.cjo J\cacional de
l . n~cñc.1n/a \ccunJc.lria) Prcp.1raloria C&lt;Hl"iiJcrar
antcpro~ celo\ ) l unJa1ncnta&lt;.:ion Je nuc\
progratTi a\ par,1 lo\ Ji~tÍnlo._, Cllf\O~ Je l f Í\loria
(i\1('11. 1·1111. ('nrre\p&lt;n1&lt;fc11c.1&lt;1 o/ici&lt;1I 195 ... 1'J(, I Nota de l.1 ( ·0111 j..,1011 ~.11...ional Je l l 1~tona
\J l ·.Jn1undo NaranL 10. lcchJda en V1onlc\ 1Jco el

ª"''

º'

1-7- 1&lt;) 57 ).
122 , •
. niopr11ncr
.
( nngrc"º· que \C
·.n e 1 1) ce 1

123

1 a pn:ncupac1ón Je Pcndlc ror loe;
lc,l1111on io'\ de oh'icrvauon.~\ ~ '1,tjcro~ \C rcllcjú
en 1952. L.UJndo publico en ··r-v1,1rL.h.1··. unJ
.1ntolog1,1&lt;le\1.ijcros
1nl!lc'ie\
Lnln: 1688 -' 1818
...
...
( !'1111u!ro\ l 1c1¡e1 n~ /11¡?.le\·í!\ en el l r11¡?.11a\ ). con
relcrcnt:ÍJ\ ) tr,1n ....crireionc' de 1 ioncl \\ .:ller.
.lohn ( on~t.111\t: 1) &lt;l\1c. John f\ la\\ c. \.imuc.
\\' alter\.
Pocncl...c.
\ lc\,1ndcr
&lt;1ll lc..,p1c.
\ lc\andt.:r ( aldclcugh. lo..,cph /\ndrc\\ \. J \.l~ .
llcc.1un1ont ("Í'vl,1rcha ... t\.1ontc\ 1&lt;lco. 27-6-1952.

cclchrú en 1 . . t0Loln10 en 1960. IJ l .1Lull.,1u de
&lt; icnci.is .1crcJitú L&lt;&gt;1nn
1lun1aniuaJc.., .'

Jclcgauo:-; a lus prolc:-,on.:.., luJn C)uJonc )
1~ l~1ncu París. que \C hal lab.in LUmpl iendo una
1n i\ion Je C\lu&lt;lio..., c..:n 1~ urop.i. por lo que lo:-;
ga!-&gt;lP"
de
Lr.1~lado
'-l'
rcJu l 1an
consiJcrahlcn1cnlc. 1 1 Ji rector Jcl 1n\litutn de
In\ cstigacíoncs l listorica' '\Ciialaha. ~n la
sn l1Litu_d Jirigith1 al l)cLJno &lt;.Je IJ 1 acu ltc.lJ para
que oliciali1.1ra l.1s Jc..,ig.nac1nne\, que l a
prolcsoru Pan'&gt; Lon1...u1T1ri.1 C'\f&gt;ecialmcnlc .1 la
rcuni&lt;'in c.;ohrc 111:-.ton.1 Je l.1~ l ,nivcr&lt;;,iJaJcs. '
que el prole,or &lt;&gt;tlJone lo haría J l.1 sL''liún
'\ob1L' 1 ~ 111igr.H.:iún L't11«,r1.:a en el '&gt;ig.lo \1\

rJ~· 1()-~7. 18. 1&lt;&gt;~ .. .
1.:.1 lihro adqu1r10 en l l)68. al &lt;-.cr cditaJo en
L'spañol ( l ru¡?.11&lt;~\ . lo.~' &lt;117&lt;/e=o l la tleca&lt;l&lt;!ncio

~

tic:/

¡ 1&lt;11 \

''''ª

l\ol silihro..,

\rL,1)

ra, (ll'l'CiJo

1 \1(

11. 1:1111. ( lJ/Jt'\fJOl1&lt;ft'l1&lt;.lll t!flCitl/ /')5 /')f / ( 'l1 pi~1 i.h: L.1rl~l Je l·.J1nundn i'..11.111L1n .d
JL'L,llll&gt;
l{uJolJ(,
\
l ~dice.
!'echada en
~lnntl'\ iJco cl 8-2-l&lt;J(,0).

L'll

lr1\lllULIOílJI.

36

1111

quL

1..1....

C\tto

('Oflll'\ll)

l.1

~ 1onl&lt;.'\ H...lc:o.

111)!.fe,

un inusual

el

ro1

intcrrng.inlL'\
l~u·1nul.1b,1

{Jor

"'ºL 1ed 1J
\ l~J"L'f,I~

UL

cc.l1tnrial.
Juda....

urugua) ~1
JL

'-ll

1...1

e
'-L'

l'li:-;

�a111h()~

crítica &lt;.te

apt&gt;rlc&lt;.i.

~cf1a lanJ c)

la

/11"itil11t&lt;1.
c 11
lc1
I &lt;1c11/tc1tl
&lt;le
/ !11111c1111&lt;lc1cle.\ r ( '1c: 11l l&lt;I\ tle ,\ft&gt;11teviclc:&lt;1
1

··(·t1re11c·it1 tle cc111te!t1.\ 111ef&lt;Jtlic·l1\ c&lt;&gt;JI
&lt;/11&lt;'
,,,,.
llllf()J"('S
(''(fr(lll/C'r&lt;&gt;S

/ .. . /. e11 clc111tlc I&lt;&gt; &lt;llC'JJ&lt;lerc; g1t\ l &lt;&gt;Vc&gt; / ... /
/ !~// ¡&gt;er.\lJl1&lt;1l téc111c&lt;&gt; lº&lt;&gt;&lt;&gt;J&gt;&lt;!rt11-cí e11 l &lt;&gt;&lt;I&lt;&gt;
lt&gt; &lt;¡11e se&lt;1 nece,·&lt;1r1&lt;&gt;. v e &lt;&gt;111&lt;&gt; e11 &lt;&gt;lr&lt;J\
1

111c111c'fl1/ l&gt;c1/11
\'l'r.\ic&gt;11e.\
&lt;~fil·1c1/e.\ ,
est&lt;1clístic&lt;1\
11 &lt;&gt;l&gt;r&lt;I.\
/1isl&lt;Ír1cc1s
v
sc&gt;ci&lt;&gt;l&lt;ígic·c1s hc1.\'f&lt;111te &lt;lif1111&lt;liclc1s ". /\.1

&lt;&gt;J&gt;&lt;&gt;rt 11111&lt;!&lt;1&lt;/e.\ ¡&gt;&lt;&gt;drcí 111 \l c1/cír.\&lt;! Ie e11
1111ei.;fr&lt;1 111ei.;&lt;1 &lt;le lr&lt;1l1c1¡&lt;&gt; ¡J&lt;1r&lt;1 l/e\'llr &lt;1

rcspccl&lt;),
alertaba
acerca
de
la
•· i11,'i!,e 1111 i &lt;lc1&lt;.I i111¡&gt;e rt 11 r l&gt;c1 h Ie l ' l'&lt;J l?fi &lt;1&lt;1&lt;1

tc;r111i11&lt;&gt; ·'"

&lt;/11&lt;' /e,· l1/&lt;1c·í&lt;t/ l&lt;&gt;111c1r &lt;11 ¡&gt;ie &lt;le l&lt;1 l etrt1
·¡· ¡·¡
¡
¡ . ,1~- s .
e·~ rc1.\ . 1 &gt;r&lt;J\ \ ('i!. &lt;Jrl&lt;I.\ c&lt;&gt;Jl\llgr&lt;1&lt; &lt;I\
1 ~ 1 a l1&lt;)r ll ne.lo

"u\

t C\ i ~

d&lt; )C t &lt;)ra 1e"'·

()r&lt;l&lt;)1ie=

131

/ 9(J2-/9(J'"' 130 .
Cautivado p&lt;.)r
el pcr\onajc. el ap&lt;)rlc de Yangcr a la
11 istoria
política
&lt;lcl
l irugua)
conC)titu) Ó. \ in cn1bargt), un a\ancc
c:. ign ificati\ o. pl)f la C'\hauc:..ti\ idc.td de la
ct) tnpul~ a docurncntal (cu rnplida en el
paí&lt;., ) en I &lt;)~ archi\()'i del Statc
[)cr&gt;artr11ent )' del f·()rci gn Of'ficc). por
la 11osibilidatl negada a ca')i l&lt;)dO\ lc&gt;s
invcsti gadorc lc)calcs- de accc&lt;.icr al
arch i\ o particular de I3at 1lc. por la
C\crupulo idad Je I&lt;&gt;~ juicios. p&lt;.)r la
capac idad pue sta de reli eve para develar
la co1np lcja lran1a de la() rclac 1oncc,
intrapartidarias en un n1 c)111cnlc) tleci&lt;:&gt;iv o
de la n1&lt;)dcrn i1ac ión del ~ i lcn1a poi íl ice
uruguayo. t~ n tren de de\)pejar las

c) frccía a ( '.
l laring el re pald o del In titulo de
lnve ti gacioncc; l listórica
¡1ara la
tarea~ que iba a cn1prcndcr u alu111no
tic doc torad t&gt;. Mi 1ton Van ger, en
relaci ón con la figura de Jof:&gt; é Batlle )'
( )rd&lt;) ñc1. f'ltl'&lt;.le //,\ lec/ eles! //l(ltl&lt;&gt; (/ 111 i

e··

125

··J'v1an.:hc.1··. \t1on lc\ ideo. 26-9- 1952. pp. 202 1 (/)o, '''''º"C!' &lt;!\ lr&lt;1n¡erc1., ele/ l r11g11a.v. por
( ,1rlo"i Real de /\/Ua ).
126
l .n no\ 1cmhrc de 1926 el protc ...or en ·¡he
'°'tJnlortl l ni\cr\it\. Pcrc\.. Al\in Marlin. tlictó
unJ conlcrcncia en el l n~tituto l li,tonco }
&lt;1cogr,1 1it:o tlcl l .rugt1J) ....obre el tc1na ··1 J
llílcnt&lt;icion Je lo~ C\lud1 os hi~torH.O\ en lo'
l ,!\l c.tdu~ l J nitlo~··. ronicnJo de r clH.!\C el C\Ct\\ll
conoc t m icnto c\i\tentc en ... u raí... sobre.: la
rcg1on ·rioplatcn ~c. ) en C'&gt;pcci,11 !\ohrc l ru gu,t)
(Llr.: f{Jll(1\ . 101110 \ . '\º 2. iv1nntc\1Jco.

129

1\l(' l I FIJI 1 ('orre"ipo1u/e11c:ia oficial 1951 195./. ('opia Je cart.1 &lt;le 1'1nilio Ra\tg.nJni a
( .11. l lar1n(?..
..... lechada en l'v1ontc\ ideo el 17- 11951 .
130
1 a obra luc puhl1caJa en c.:'&gt;p&lt;11'lnl un lustro
111,1..., ta1dc . M11ton 1 \t/\~(d I{ . .Jo ,e /Jatlle _i
()rtlái1e::
/'eJ1\0tÍ01,
¡u1/111co.
/11 \IOtlu&lt;l or
t1111ro¡10/ogo L3ucno' A 1rc.... l .udch,t. l 968 .
131
Años n1a~ tarde ( 1980) ap.in.:ccna un

~

1&lt;J2ó. pp . .+89-50.1 ).
127 c..; ¡
111011 ( 1 . 11 1 \ '\,S(). l to¡Jia in

&lt;&gt;/ [ 'r11g11&lt;~l . 711e cre&lt;Tl&lt;&gt;r &lt;&gt;f 111'

ti111 e.\

l~a vigna ni

1C.)51

l&lt;11&gt;&lt;&gt;r" ~ ). Se iniciaba de

C\tc
tn&lt;)dt)
un
re lac i&lt;Jnarn 1cnt()
prolongado. que llc\.aría a Yangcr
rc~idcntc en lJrugua) entre 19" l )
1&lt;)52.. en tt"iufructt) Je una hcc&lt;l de la
lAunJaci()n Ü()hcrty- a tran\lo r1nar\C en
un
i ntcrlocutor
usual
de
los
historiad orc
uruguayo . f n
1963
Vangcr dio a conocer en r:- stad o&lt;-i
Un idos el primer libro c;obrc el tema que
lo vinculara al l Jru gua;: .l&lt;&gt;~é Ratlle \

u. ufi·uctuan&lt;.io becas. participando en
proyecto
de investi gación en s u ~
institucione de ori gen, un núcleo de
h istoriadorc
europeo\
;
nortcarTierican t)S ()C acercó a la realidad
. .,
uruguaya. conv1v10 con c;us pares
académic&lt;&gt;~ en c\tc paí~. in\e"tigó )
produje) conocimicntt&gt;. lo difundió)'
c.l cbati(). l ·,I rluj () de inlcré\ pt)r l Jruguay
f•uc re 1at1. a111cn le ta rd ,10 126 , pues le&gt;
c~hO/O\ cc.1ntcnido\ en lo\ trab ajo~ de
128
17
J tan on :!
de
faylor •
n&lt;)
)
c&lt;1nfiguraron un c&lt;.&gt; fucr10 prorund&lt;) de
.
.'
1ntcrpretac ion.
l ~n

1 9

'&gt;cgunJo \Olun1cn. puhl1caJo por 1he l ílt\Cr"it)
Pre ......, of
C\\ l .ngl&lt;1nJ. que al tr"1&lt;luc1r~c al
c~p.1 ñol incorporó n1cHJ1 licac1onc..., contcn1Ja...,
!'Úlo en l,1 cJ1c1ón urugu"l} .1 Je 198 J: f\1ilton l.
\A ~(11 [{ . / , /
111utlelo .IO\l' llatlle }'
(}J,/cjñr-:190-- 19/) f\lonlc\1deo. 1 dttorial
\rl...l 1 l .dictonc' Je l.t l\.tndn &lt;&gt;ncnt.ll. 1981

l111f!.IU~V.

Ne\\ 'r or"-. 1918.

Philip ll . 1·\ 'rl ()I{. /he l·.\'ec:utive l'oll~ 1 in
f r11g11av. l l cr"-clc). 1&lt;) ') 1. 1he l r11y,11ort111 ( 0 11¡&gt;
cl'/ ftll 0/ 1933. ~:11 11 \11 1{ . \ '\~11 \ugu~t
128

!''"'

0

1()" 2

37

�111

reformas sociales . Pero declaró su
incapacidad para percibir los rasgos má
intransferibles de ··10 nacic&gt;nal": '-'('re&lt;&gt;

razones del interés dc1nostrado por
Vanger en su objeto de análisis, Real de
/\1üa sin ti~jar de recont)Cer el atractivo
t¡ue 1)ara un c~la&lt;l&lt;.&gt;uni&lt;lcn...,e &lt;lel)ía tener
el sesgo anti-británico de la poi ítica de
nacionalizaciones de Batlle~ y su
~i1npalía
nt)rlea1nericana, avan7ó la
hipótesis de que el historiador respondía
a los rasgos tipológicos &lt;le un sector de
la vida de su país: "'En z-1n intelec·tz,al
'/iherl1f '. i 1 tal vez 'r&lt;illic·a/ · (/os dos
1érn1in&lt;J.\'
en
lc1
&lt;1cepción
11&lt;Jrtea111eril·ana) puede11 in.flLíir otros
.fa(: /ores, y éste. creen1os, es el l'aso de
l/c1nger. Ptíes ocz¡rre. j11slat11en1e. qi1e el
laic:i.\·1110 anticatólic·&lt;J .v el estatis111&lt;&gt;
r1ac·i&lt;Jnalizc1&lt;lor de Batlle s&lt;Jn lo.s &lt;.los
&lt;.1s¡Jec·f &lt;J.\ c¡z1e n-1ás ¡Jc1rec·e11 haberle
c1/rc1í&lt;I&lt;&gt; e11 lc1 re&lt;·i&lt;1 ¡&gt;er.\'&lt;&gt;11&lt;.1lic/c1cl ele! cl&lt;JS
. I
I I (I
'' 132 .
\'('('('.\' ¡&gt;rl'.\'f(IC'l1IC'
(I('
r11g11&lt;~l'

C/lll' 1/CJ.\CJ/l'&lt;J.\,

f&lt;J.\

Slll'('(J.\ ,

tl&lt;J fJ&lt;J&lt;/etll&lt;J .\

ente11der ci l1&lt;&gt;n1/1res C&lt;Jt11&lt;&gt; ! lerrera ". En
1960 publicó (en E tocolmo) lo
resultados de su indagaci()n. en un libro
que tituló
Ur11g11cry 's 11elt' pat/1,
traducido
al
español
y editado
parcialmente bajo el título Batlle
F11ndl1dor ele la cie111oc·rlic·ic1 en el
134
UrZí[{llG)' .

~

A simismo en 1951 el Consejo
Británico del Uruguay requirió el apoyo
de la Comisión Nacional de Homenaje a
Artigas, para asistir la pre cncia en el
país del profesor de la Univer idad de
Cambridge. John Strecl. dedicado al
cstud io del proceso i ndcpendentista.
l :~te rCCllrri () el país. lrabaj(l en los
archivo~ urugua) l&gt;!:&gt;. 111antt1Vll Cl&gt;ntactt&gt;s
con el Instituto de lnvc tigaci onc
1-1 i tórica
de
la
r:·a·cu 1tad de
Humanidades y con el Museo Históri co
Nacional. dictó conferencias y realizó
transmi sio nes
radiales
obre
la
iníluencia británica en el Río de la
Plata. abocándose luego a la co1npulsa
de la papelería ()brantc en rcpo itorios
inglc~es (War Ollicc. Aln1iranta1go.
l;-orcign
()ftice)
para
dar
ft) rma
definitiva a un libro que vio la lu1 en
1959: Ar11'¡~ll.\ c111cl tl1e E111c111c·i¡&gt;c11io11 &lt;&gt;f

(..' t H.; tú nean1e n lc.
lij tl
\U
rc~idcncia en Uruguay el \Lleco Goran
LJindahl. quien se abocó al análisi del
si te1na poi ítico instaurado por la
segunda Constitución nacional, con
e1npeño en
develar las
especial
de un entendimiento
pecu 1iaridadc
inlerparti&lt;lario
tran ~ for1nado
en
cc) part ic i pac i()n
i n~tituc ion a 1i1ada .
ran1hién 1 indahl pcnctr() Cl)n sagacidad
el tra1nadl) de un UCllnteccr polítiCll
pcculiarí~i1no, e~hurnó docurnentaci ón
en archivo
públic o~
)
privados.
co rnpul s(l ob e ivarnente la pren sa del
período. entrevistó a los involucrados en
epi odio que todavía mantenían viva su
llarna de pasión . Se entusiasmó con la
personalidad de Batl le y Ordóñez -en
especial con su habilidad política para
mantener una hegemonía que resultaba
discutida de de el seno de múltiple
organi1aciones partidarias y sociale - y
con el intento de modcrn i1ar Jos resortes
del poder en medio de un programa de

133

r.n

· · en cspano
- 1.
e1 pro· 1ogo para 1a ed 1c1on
con fcsó: "'/le 1111/1/a{/o en el l'ar//{/o .)ocialDem ócra/{l ) ' \ien1pre he \'Ofa{/o por aquel
¡1arti{/o n1a.vor11ar10 } ' de ce111ro-1=q111er {/a Por
lo tanto. so.v hon1hre de curitac;: para cad{1 nial
&lt;Íe la soc1eda&lt;I ha} una curita. Por lo 1anto no
tengo
s1111patías
p or
/o'i
1110,·1rn1en1os
re, 0 /11c:ionar10.\ trabajan con h&lt;rla\ J' 110 con
ha/otos I a111poco lengo .\1111¡10/Íafi por lo\
con.\e1,·&lt;1&lt;lore\'
,\ 'in e111harJ?,o 11re/ler o un
c:o11fie1,·a&lt;Íor p&lt;u.:íflco
i
correcto
a un
re,·o/11c1011ar10
&lt;11·111a&lt;lo.
1111pac1e11te
e
111correclo (}tra c:o'ia t 111e1111&lt;lo 110\nJrofi /or.
11árd1co.\ so1110\ 11110\ a t eo\ p11r1tano\ l 'or e\o
lllhniro a lo.\ ¡10/í11cos q11e \011 1ntr&lt;111\IJ!,&lt;!l1I&lt;!\
c11an&lt;lo ¡111e&lt;le11 a pe.\ar &lt;le lener c¡ue fr{1n\1gir
por profe.\"ÍÓll .. (c&lt;l . cit.. p. 9).
134
Monte\ i&lt;lco. 1 &lt;litorial Arca. 1971 .
1

132

··tv1archa''.tv1onlc\ ideo. 10-5- 1963. p. 10
( /Ja1//e J' '" é¡1oca. 1~/ crea,/or &lt;le s11 tien1po. por
(arlo\ l~cal &lt;le A/Úa).

38

�{ !r11g11l~\ '. Obra en la que el ponderado

p&lt;.)lítico. y una aguda cc)n te\.tualiiación
i ntcrn ac iona1
de
le)~
fcnón1cnc)~
,
.

ap&lt;)rte d&lt;)Cun1cntal en rnu c h c)~ c a "o~
fl()VCd()"&lt;)- C()f1tril1u)&lt;') a &lt;lc . . pcjar I&lt;)"
rc . . ahi&lt;)" Jcl 111itri . . 11l() en la i1c rcc pc i&lt;'H1
histórica C\.lranjera Jcl
fcnó1nenc)
artiguista. ofreciendo una interpretación
t¡uc abriría cauce a la\ indagatorias
locale de la década siguiente y haría
decir al duro crítico que Real de A/.úa
era p&lt;.)r cnlt)nccs. en referen cia al
personaje cpt)ll in1&lt;.): " ¡J&lt;&gt;r 1í11ic·l1 vez el

CC() f1 ()1TI ICO\.

1a1nl1ién en 19()7 llcoó
al
b
Uruguay
un
joven
dt)Clorando
nortean1eri cano. Petcr W i nn. en el
111arco del Forc ign A rca Fello\vc;hip
f&gt;rogra1n. cuyo d ircctor. chuy ler e.
Wallacc. requiri ó la C&lt;)laboración del
ln .. titut&lt;.1 de ln vcsti gac i&lt;)ncs lli tóri ca
de la f·'acultad de l lu1nanidadc )
C' iencia
para
la
adc,cri pción
in c;titucional de aquél. n1ientra5 duraran
u
investigacione
en el país 117 .
Abocado al estudi o de la hi ~ to ri a del
U ru guay de de la pcr pccti va teórica
del imperiali 111 0 inform al (elabc)rada
para la hi tori a afri cana ) a iáti ca p&lt;.)r
f{&lt;)na Id l{e)hi n\&lt;)íl ) J &lt;.)hn C1a l laghcr).
Wi nn c~ tudi é) en archi ve)' británic&lt;)S.
n o rtc a 111 e ri ca n c&gt;~ y urugua) os (público
) pri vad os) las relacione cconón1 icas y
políticas entre Gran Bretaña} rugua)
durante el primer
iglo de vida
independiente urugua)a ( 1830-1 930).
dando a publicidad en 1975 - a pedido
de Juan Oddone- un adelanto de la
invcc;;ti gación en un pequeño li bre)
(' .. c rJrl&lt;J l' j J(J/é111il '&lt;J •• lo ca lificaría su
autor) ti tu lado t'/ 1111¡Jer1(J 1nf&lt;Jr111 a l
l&gt;rill Ít1ic·(J e 11 el l lr11g11&lt;~l ' e11 el \ ig l &lt;&gt;

&lt;&gt;IJjelo &lt;Íe 1111 c·1,ll&lt;&gt; l 'Í\ 'll'CJ es l&lt;&gt;l/(1víl1 111l Í.\
grl1ntle &lt;¡z1e lc1 l1d111 irc1c·i&lt;Í 11 r111 i11c1ria &lt;¡ z,¡e
. .. J1'1
.
I(' S/1"1'e

L..a C\.igcncia docente en la
Universidad de Livcrpoc)I llevaron. a
cotn ien10 de la década de 1960. a un
j oven
pro fesor
a
realizar
una
es pee ia 1i1ac i()n en 11 i "l&lt;)ria 1~ C&lt;&gt;n()lll ica
&lt;.le /\ n1érica l .atina. y a scl cccic)nar
l Jruguay Ct)t11&lt;.) ccntr&lt;.) de anál i ~ i s .
debido a las peculiaridades que este
136
prcscntaba . Nació así el intcré de
1°"1cnry f; inch por la hi C)tOria del paí • que
lo lle aría a trabajar e investi gar en
rugua) a partir de 1967, en relación
con el 1nstituto de Economía y con el de
1nvc tigac ioncc,
•~ i ~ tó rica
en
la
Universidad de la República. Fruto de
e te emprenditnicnt&lt;.) fue l l1.\/(&gt;r1l1
1: l'&lt;Jl1&lt;)111 ic·&lt;1

lle/
( 1980).

l l r11g 11&lt;1r

}(/XI '8.

obra
de
referencia ineludible para los e tudi os
de esta espec ializac ión, en particular por
co1nbinar una vi ión del de5arro l lo del
pa í en e1 largo p lal'&lt;) con un diálogo
eficaz del plano econó1nico )' el plano
( ·(Jnle111¡J(Jr(Íne&lt;J

135

137

A 1( '11. Fii 11 ( '01 re,11011c/e11c1a oflc:1al 1965196- (arta de Jamec; 1 . (inuld (l 'ccuti\C

J\..,&lt;;oc1atc) a 1 ugcn10 Pcllt

York. el 9- 10- 196 7
1 ,1 conl 1nu1dad de lo.., \ 1ncu ln'&gt; acadcrn ico'i
&lt;le ~ 1nn LOn el l rugua) ( ll,1rran )
ahun1
h.: cron
la tcs1... doctoral prc\enta&lt;la en
( 'amhn&lt;lgc ··1i ntt\h 1 conom1c r, ,pan~ 1 on 1n
l r uau,1\.
1880- 1891 .. ).
lo
acercaron

··Marcha··.

¡ /

ele!f.1r l 111g 11aJ· &lt;.:01110 .foco efe
cuuíli.\i\. f1111cl&lt;1111e111c1/111e11te ¡1or lo que \ah1a &lt;le
' " hi.\for1a. &lt;/lll' 1ne r e.\11/1ah&lt;1 111te1&lt;.'.\ante. fuera
ele lc; 11.\110 / e11 el , onfe"&lt;to clel co11111u1111e )
•• /Jec 1(/¡

lceha&lt;la en

C\'-'
138

1ontc\ 1tlco. 1-6-1 960 ( l111xc1'
c/e , cl e ( ·a111hr1&lt;IJ!.e por ( 'arl oc.. f{cal de /\/Úa)
136

J uño/~

'-'

-

nuc\.1111cntc al ,1mh1to u n1\Ct '-ll41rio. Jonuc dictó

en

\t1rg1en&lt;lo
entonce.., lu iJc,1 &lt;le rcc"ieribir en un libro de &lt;lo'
torno' la total 1&lt;la&lt;l lle '-ll'i 1n\ C4'trgac1oncs. pura
\Cr publ icado en lJrugua) ha10 el sel lo editorial
&lt;le la J acuitad &lt;le 1lu mani &lt;ladcs •\ C'iencia.., &lt;le l a
1 &lt;lucación. Así J pareció el 1orn o 1: Pctcr
WI
. /nglafl.!rr a 1 la Tu11ra f&gt;11r1nírel1 .J la
húsq11edc1 ele/ 11n11er 10 ec:o1101111co ( 1806-1880) .
l\lonle\ ideo. 1 1lC l . 1997.

!'º"

l c1111hu! 11
\'C!t 1111 / '&lt;I Í \ c: /11c:o. l a que ele c•\e
1110&lt;10. ¡1e11\&lt;1ha. \C!llll f J0.51h/e 111u1 /11\tor1a

.{!.enera/ e/e lc1 e\·oluc1á11 &lt;le/ ¡101\ en e.\ I&lt;! ''J!.IO ..
( .. f-.11 la
.\·oc:1eclc1cl 11r11g 11c1vc1 e\ ~11111a111e111e

c/ifíci/ clC!c/I · 170 ·• ( .011\'C!/' (IC / Óll C0/1 f lelll)
!- inch. en ..( ' uatlemo~ del C,I /\ f 1I". 4 5-46. 2ª
Serie. /\ño 13. 1988/ 1-2. CV1ontcv idco. Ago~to
tic 1988. pp. 223-224 ).

39

1991

eur"'º"'

&lt;le

po..,tgr.1&lt;lo.

�.

4. La aportación extranjera
&lt;lesa rroll&lt;&gt; h istori&lt;&gt;grá fico.

al

incitlcncia
&lt;.JUC
'"urugua1 t'&gt; l&lt;.&gt;gt&gt;\ ,.
l&lt;&gt;grar&lt;&gt;n
en

I&lt;&gt;~

/\

la

Otras presencias relevantes en la
c.locencia c; upcrior en f 1i~t o ria fueron lac;
e.le (.' lauJ io Súnchc/ /\ 1ht)rlltl/ (en e 1
.1111.c1&lt;l
. t 1c 1&lt;&gt;\ c~tu d .1(&gt; ~ 1ncd.1cva 1ce; 140) .
I{ uggicrt&gt; Ro1nant&gt; ( q uc cJ icl(&gt; ~e 111 i n a ri l)~
141
en 1()63 )' 19(&gt;4 ) , ) ·ruli &lt;) llalpcrin
l)&lt;&gt;ngh i (a carg&lt;&gt; de un cu rst) e.Je 11 isl&lt;)ri a
J\ rneri cana en 1966. lueg&lt;) de su
C\patriaci(&gt;n a raí/ del gt&gt;lpc n1ilitar en
. ) 142 .
A rgent1na

la

e.,&gt;1111111 i&lt; I&lt; I&lt; l l 1;,, I &lt;&gt;r i&lt;&gt;}!.l'&lt;Ífic·&lt;1 1111 i ve&gt; r .\ i I &lt;1ri(1
(&lt;.1ue con~lituy&lt;'&gt; su punt&lt;.&gt; de referencia y
\U á1nhilo de interlt&gt;cución acadé1nica
n1ü..., i 1n pt)rtantc ). cJel1en unirse para
aquilatar la in íl uene ia extranjera en e f
dcsarrol lo historiográfico nac ional- los
contactos de quienes c;e vincularon con
la docencia superi or y, en consecuencia,
con la labor eu1nplida por la Facultad de
l~u1nanidades y Ciencia , a través de
cur5o5 o sc1n in ari os curriculares. de
conferencias t) cla es 1nagi. trate . y de
d iá l &lt;&gt;g&lt;&gt;~ en e írcu I &lt;&gt;~ 1nú \ re\ tri n g id t&gt;~.

Con carácter más e porád ico (en
t)cas i o nes~ ci rcun tanc ia 1). aunque sin
reducir por ello la importanc ia del
rn antuvieron
con
diálogo
que
investigadores y estudiantes, se registró
la presencia en las décadas de 1950 )
1960. e.Je h Í&lt;.,l&lt;)riacJ(&gt;rc&lt;., c\tran jcr&lt;)\'.
l~osc&lt;&gt;C I{. llill 1 l3 • dict(&gt; en 1954 d t)~
C&lt;ln fcrcnc ia" \t)hrc ·•f)c\arr&lt;) l l&lt;l h Í\ lt&gt;ri c&lt;&gt;
del l~ío de la f&gt;lata) el lugar que ocupa

11rc\cnc ia"
argentina"
lU VÍCr&lt;&gt;ll carác ter f'undante : la del cJ &lt;&gt;Ct()r
l ·,n1ilio l{avignani, rcspecl&lt;&gt; de la
inve ~ti gac i ó n ) la docencia universitaria
en l listori a: y la del doctt)r Jo é l .. uis
Ro1nero. en el proceso de renovac ión
h istt) ri ográ fi ca ( teórico-1nelt)dológica y
temática). Amba e tu vieron vinculada
al prt)ceso de deteri oro de la univer&lt;;,idad
argentina. en el 1n arco autoritario del
pri1ner
per()ni srn o,
}
re~ ultart&gt; n
fun cionales a las controversia por el
poder académico que atravesaron la
oc icdad uruguaya &lt;iesde la inmediata
pos tguerra 1nundial hasta la cri is soc io,
.
,
cconom 1ca
que
come n¿ar1a
a
vi~ lu1nbra r~c ~&lt;)b rc fin cc.; de la década de
1&lt;)5(). l ,a incidencia de l~avi gnani y de
í{ t)tn cro en el carnpo di ciplinari o ha
ido abordada en otros trabajos
1 l9
1
.
,
nuestros . por o c1uc no se reiterara en
e~ te apartadt1.
f)&lt;&gt;'-

139

-

('arlo\ /l UILI J\(11\ . l/1\lor1&lt;1 e h1\tor1&lt;1&lt;lore\
en el l 1"111.!llll)' &lt;le/ "il~lo .\ \. I 111re l&lt;t ¡Jro(e. 1ó11 1
1&lt;1 n1i/11c1nc1a Monte\ ideo. l .ihrcría e.Je la
1 acuitad de l l umanidadcc.. •' C'icnciJc.. de la
1 ducac1011. 2002
140
1.,~ \t· 1·1ad o en Argentina.
.
, d e 1J ca1'cJ a cJ e 1
a ra11
régimen republi cano español. ~ánchc1 Alhorno1
in1parlió en
1946 un cur'o \Ohrc .. , ,1,
lll"il iLucione-., ~ociJIC\ ) polillcJ\ Je ( ,J"itil l.1 en
la l ,Ja&lt;l Media".) al año ~ i g uicntc un \cminario
\Ohrc ··t .I \l1pe11di11n1 vi\igoc.Jo) los orígcnc&lt;\ del
henclicio prclcuc.Jal ... r1 régimen pcront\la puc.,o
trabas a \U\ dc~rh11amicn lo\ hacia iv1ontc\ ideo.
en ra/on de curcccr de ra\aportc. lo que
di li cul l ú el dictado de la c.,cric &lt;le con lcrenc1a~
\ohrc --MahomJ en 1 \paña ... que el ( onc.,cjo Je
la f ucultatl l e cncomcndJra en 195 1 (l\ I ~I ( 1 .
1 cgajn 15. ( arret.J 64/946: 1 cga.io 40. ( 'urret.1

624/950).
141
Al· l IC.' L. Lihro &lt;le . lc.:1&lt;1.\ &lt;le/ ( '011\e¡o 1963
lacla de l a ~csi ón del 2J-7- 19ú 1 1: 1\l· f IC I .
l cga.in 120. ( ' arpcta 860/64.
142

Vi\itanlc rrccucnlc de la T·acultad. cuando \U
•
..,e hah1a 1ncnrporado a los n1cJioc., dcadcmicos

('fr.:.C'arloc., /lJl 311 I /\(i/\ . /,a \ÍJ;:111fic:ac:io11

norteamericanos. en junio Je 1969 1lalpcrin
1)onghi pronuncio una confcrcnci,1 ( l ucgo
rccngid,1 en róllctn por l a \ccciún l l ic.,tor1a de IJ
( 'ultura. en c.,u \Cric .. , \ tuJioc.. monogr.11icoc., .. )
"iohrc
.. , c.,tudioc.,
latinoarncricanoc.,
de..,Jc
r,crc.,pccli\ J nortc,1n1cr1c.111,1 ...

ele .Jo.\ e l 111\ /?0111e1o e11 el tle.\orrollo &lt;le lo
11r11g11a\ 'C1 .
en
1 emanJo
1)1 \, () 1() l eornp. j. I o /11\l or10¡?.r&lt;{/i&lt;1 arKe111111a

/11\lo1101!,rt1/10

en el

''1!.'º \.\ (//)

flu eno' •\ire\. ( 'cn lro 1 d1tor
de \1ncrH••1 1 Jl1ntt. 1994. (arlo.., /l Jlll 1 1\( 11\.
In\
c/e,&lt;1/io\ &lt;le/ h1\IOrto&lt;lor //1,10110 \
\oc:tecloJ en el ( r11g11o_r conte111¡Jorá1u!o.
Í\l ontc' ideo. l 1111\ cr&lt;\idad &lt;le l a l{cpuhlica. 1996:

43

Jefe de tu \cccion l)crart,1n1cntn Je 1 \lado.

de los National /\ rchi' ce.. de l .\la&lt;.loc., l nidos:
hi&lt;\toriador} docun1cn tali\tJ.

40

�en l()S archiV()S de l&lt;.&gt;s l ·: stad&lt;.)S l Jnitl&lt;.&gt;s":
('harlcs M&lt;.)ra/é pronunc ió en ese
1n isrn&lt;) añ&lt;.) tina con fcrenc ia S&lt;)hrc
. y (.' 1enc1a
.
. en 1a 1, .1st&lt;.)r1a
. .. 14·l :
··1·:c&lt;.)n&lt;.)t111a
llarold ()avics '"~ ofrcci() en 1955 una
clase sobre ""f' actore
111atcria le
}
espirituales
en
las
experiencia.
hist()ricas de la gente en lo r tadc)
LJnid&lt;.)s··: Marcel 13ataillon dictó en 1961
un scminari&lt;.) sobre ··Bartolomé de l .. as
.
Casas y 1a cc)nqt11sta
cvange·1·1ca.• 146 :
. d. R
i.t1
.,
('ésar L1zar 1 a1110
pronuncio en
1()63 sendas conferencia sobre ··t.a
cultura
oh11cca
st1
c. critura
...v
jeroglífica" )' ··oc cifra111iento de lo
jeroglífico · 111ayas··: Arnold J. 1·oynbee
participó. en 1966. de una rne a redonda
-en la que polem i1ó arduamente con
Jesús 13cntancourt Día1- en el 1n ti tu to
de lnve ligaciones l li stórica s: en el
111is1110 añ&lt;.) 1:rédéric Mauro pr&lt;.&gt;nunci()
una conferencia sobre ""Punto. de "ista
recientes sobre la l ·~ conc)mía del . iglo
xv1··: Albert&lt;.) S&lt;.)boul dictó una serie
de conferencia sobre la f{cvoluci()n
r:rancesa durante el añ&lt;) acadén1 ic&lt;.)
1968.

&lt;..;in n1cd iac i ()n de la obra cscri ta (o
111ej&lt;.&gt; r
dichc&gt;.
perfeccionando
la
C&lt;)tnprcnsión de ésta). el diálogo
fo r1na directa C&lt;&gt;n
ental1lado de
pr&lt;.&gt;ducto rc ~
de
con()Ci111 icnt&lt;.)
provenientes de ámbitos geográfi cos }
culturales diferente . facilit() el inanej &lt;&gt;
de un variad&lt;.&gt; in tru1nental te(&gt;ri cc) }
1netodol()gico. 1lamó la atención 5C)brc
tc1nas } proceso'&gt; que habilitaban el
C(&gt;n1parati&lt;;1n o. )' evitó la ad cripción
ideológica ho111c)gé nca .

1. ,1

trate) di rect&lt;&gt; C&lt;&gt;n c~to~
e\ ponente. de h istori&lt;.)gra fía di versa s
contribuyó a la for111ación de varia.
gcncrac iones de hist&lt;.&gt;riadores, en e1
1narco de un pluralis1110 que en ciertas
&lt;.)casi&lt;)ncs&lt;lesafi&lt;.)
el
cli111a
de
··unani1nidad interpretativa'" que desde
algt1nos supuestos teórico - intentaba
hcgc111on i1ar el catn pc) h i~toriográ fico .
144

:\f l IC' I·. l.ihro &lt;le ocia.\ lle/ ( ·011.\ejo \ " 10. f.

220 l!-ie!iión del 19-11 - 19541.

Prolcsor de la l lni\crsiJaJ /\n1criL~1na. Je
\\'ashington: c~pccialista en /\111érica l _a tin ~t:
entre 1945 .\ 1946 fue instructor Je l l .1"iton
. . &lt;l
latinoamericana en la l ' ni'-'cr..,i Jad del l 1crc1ln
de los l~stado"i l 'nidos. en lliarril1 (1 rancia ).
Sobre su in' ilación. cfr.: /\111('1 . / 1hro &lt;Íe
{l('f OS e
fe/ ( 'o/1.\ C!jO \ n f /. f. 171 1SC\ÍÚn del 17-6-

145

1955 I.

146

( ' fr.: ··tv1archa". tvtonle\iJco. 18-8- 196 1
( 1'isita clel l'ro/e\·or .\/arce/ /Jt1lail/on)
147
Profesor de /\rqucología ) 1 pigrafla rna)a
de la l Jni\crsidad Nacional /\utúnon1a &lt;le
1'11é:-.ico.
41

�Indice

•

A 1~ l ICE

/\GN

¡\((~~ ,

AP
BJl~NA

C.'ISI 1

f)S(' R

Archivo de la r: acultad de
11 uman idadcs y C' iencias
de la [~ducación

J&gt;ri111cra Parte
.
Estrategias para la c111ergcnc ta
de nuevo conocirn iento

Archivo Genera l de la Na
ción (Montevideo)

,

Archivo del Instituto de
Ciencias Histó ri cas
Archivos Particulares
Boletín de la Junta de 11 i_
, .
.
toria y N urn 1smat1ca
/\ merica na ( B s. /\ s.)
( 'om i té 1ntcrnati()na1 des
Scicnccs 11 i ~ to riquc s
Diario de Sesiones de la
Cámara de Representan
te

,.. 1111

11/\llll

I~ 111 C1 l J

1

1ntrod ucc it)n

Fondo Instituto de In vcsti
gac iones 11 istóri ca&lt;;

.

1. Estrategias hcur1 ~ t1ca s
1. 1. Salvaguarda de fuentes

3

documentales
l .2. Recuperac ión de fuentes
documentales
1.3. Preservac ión de documentos orig inales
1.4. Reg i tro y relevam iento
de fuentes documentales
1.5. Adqui sic ión de fuentes
documentales
1.6. lnnl)Vación en el Cl1nccpto
de fuente históri ca
1. 7. Colecciones de copj a .
microfi lms y fotocopias
1.8. Elaboración de in stru1nentos de descripción
2. Estrategias ed ito ri a le
2.1. Edicio nes de fuentes
2.2. Edicic)nc de ~~clás i cos

3

u ru g u ayc1~ ••
2.3. Auxiliares para la
investigación hi stórica
2 .4. Bibliografia

1~ i pan ic /\ 1ncrican 11 isto
rica l Rev ievv
Re vi~ ta de 1 1nsti l ut () 11 i ~ tórico y Gcográ fico del
l I rugua)

5
6

7
9

10

)5
16

17

20
21
24

Segunda Parte
L .o~ inic it)&lt;) del rclaciona111icntt)
internacional

l. La construcción de un
espacio supranacional
2. Congresos lntern aciona le :
un cam ino poco viable
3. U n cu rso de acción peculiar:
la' uruguayología"
4. I Ja aportación c~ tranjera al
de arrollo hi ~ lt)rÍ t)grá fico

42

26
29

35
39

1&gt;auta de la "igla" utili/a&lt;la ~

41

Indice

41

�,

��</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3310">
                <text>La constitución del campo historiográfico en Uruguay : un proceso de acumulación</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3311">
                <text>Historia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3312">
                <text>ZUBILLAGA, Carlos</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3313">
                <text>Zubillaga, Carlos   &#13;
La constitución del campo historiográfico en Uruguay : un proceso de acumulación / Carlos Zubillaga --Montevideo : FHCE. Departamento de Historiología, 2007; 42 p</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3314">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3315">
                <text>2007</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="37">
            <name>Contributor</name>
            <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3316">
                <text>Bach. Gonzalo Marín</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3317">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3318">
                <text>Libro</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3319">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="57">
        <name>Historia</name>
      </tag>
      <tag tagId="420">
        <name>HISTORIADORES</name>
      </tag>
      <tag tagId="380">
        <name>HISTORIOGRAFIA</name>
      </tag>
      <tag tagId="33">
        <name>URUGUAY</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="298" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="529">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/b9403e2af53f375587ba8f209c829502.pdf</src>
        <authentication>27193bbedade42f9cafa330e06c783d0</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3331">
                    <text>1
•
•

1

'

••

TITULO: Cons e jo Asesor
C L, ~ sultiv o :

en el

m ar~ o

•

• • •

y
Su significación
de la disputa por

•

el c ontrol de la enseNanza.
AlJTOR: Li c . Cr ist i11a Con ter a
DEPARTAMENTO: Ciencias de

,

la Edu cación.
ANO: 1991

•

370.71
Con

con

•

UNIVERSIDAD DE LA REPUBLICA
,
FACULTAD DE HUMANIDADES
Y CIENCIAS DE LA EDUCACION

�3

Q,

e

TITULO:

Co n se jo Asesor y
Ct~ sul ti v o : Su signifi c a c i ó n
e n el m a r~ o de la disputa p o r
e l c on tro l de la ense~anza.
AlJTOR:L ic . Cristina Cont e ra
DEP~RTAMENTO: Ciencias d e
l a Edu c a c ión.

ANO: 19 9 1

37 0 71 CON con
Consejo Asesor y Consultivo :

- -·.....

----- - -~

1111111111111111111111111111111 11 11111111 \11111111
• fHCE / 151159•

151159

1

t··••

~

I L"

1

1 " - .1•

/

�CONSEJO ASESOR Y CONSULTIVO
Su significación en el marco de la disputa por el control del

¡obierno de la ensenanza ..
Lic. Cristina Contera

*

1. INTRODUCCION
E 1 Instituto de Profesores "Artigas" ( IPA) ( **)
creado
por Ley aprobada en el año 1949,
reconoce entre sus
principales objetivos los de formar técnica y pedagógicamente
a
los profesores de enseñanza secundaria;
realizar cursos Y
seminarios de perfeccionamiento técnico y de
extensión
cultural;
la realización de investigaciones relacionadas con
el nivel medio y su coordinación con las demás ramas de
la
......
ensenanza.
De
hecho su cometido esencial fue
contribuir a la
resolución de un problema que afectaba a la enseffanza media
en particular:
la existencia de un número grande de docentes
sin titules acreditantes para el desempeño de esa función, la
carencia. de formación pedagógica especifica.
Su
impulsor más destacado fue el Dr.
Antonio Miguel
Grompone, quien desde décadas antes ya habia promovido cursos
de pedagogia y agregaturas,
siendo instancias previas a
la
concresión del proyecto de creación de un Instituto encargado
de la formación sistemática del profesorado.
La Formación Docente,
estuvo desde sus
inicios,
en
nuestro pais, asociada de manera dependiente a los diferentes
organismos
encargados
de
los distintas ramas
de
la
enseñanza. El antecedente más destacado, en este sentido, fue
al
Instituto Normal,
dependiente hasta el año 1973,
del
Consejo de Educación Primaria y Normal.
Por ende,
la primer caracteristica,
Instituto,
será,
al
igual
que
su
desvinculación del ámbito universitario.

que define este
predecesor,
su

Asimismo,
podemos afirmar que a lo largo de
todo el
proceso
de creación y consolidación de
las
distintas
modalidades de formación docente, se observan
diferentes
criterios para la formación de docentes de enseñanza primaria
y
de los profesores de educación media.
Mientras que a
los
primeros se
les exigió desde el inicio el titulo y
se

------- - ---

*Ayudante del Area de Ciencias de la Educación de la Facultad
de Humanidades y Ciencias de la Educación.
**. El IEA ~ s.~ __c. r§a por . _ L~_y~ll_2e_~ __( _Art, ~. "' ~~ .), qel 0~2/07/49.

1
••

�instituyó
docencia,
requisito
ingreso.

el concurso como única forma de ingreso a la
en la ense~anza secundaria el titulo nunca fue
y el concurso no fue la la via dominante de

La forma de gobierno del IPA, previsto en el Reglamento
del 11 de julio del 1950, debe inscribirse en el contexto
general del Sistema Educativo. Este asume históricamente una
organización aútonoma compuesta de cuatro Entes de Enseñanza:
Universidad, Primaria, Secundaria y Universidad del Trabajo.
La Ensenanza Secundaria, presentará desde el affo 1935
hasta 1973 una forma institucional autónoma, dirigida por un
Consejo de seis miembros,
3 de ellos elegidos directamente
por los profesores del ente,
un prepresentante de la
Universidad,
1 representante de Primaria y un representante
de la ensenanza Técnica. Predominan, por lo menos hasta 1968,
en que la posición de los profesores y su gremio
se
fortalecen,
la designación directa y sin concurso de los
profesores
precarios.
A
pesar de la
existencia
de
concursos,en 1965, sólo el 55,5% de los profesores de
ensenanza secundaria eran efectivos e interinos y el 27% eran
precarios, o sea profesores designados directamente por el
Consejo, siguiendo criterios personales y clientelisticos y
no sólo de capacitación e idoneidad, que ocupaban cargos
vacantes y se desempenaban en los mismos hasta la realización
de concursos.
Por otro lado se acentúa la tendencia a formalizar la
carrera docente a través de la institución "Agregatura". Por
reglamentación de 1934, el aspirante a Profesor Agregado"
debia tener titulo universitario, ser bachiller o bien poseer
titulo de maestro normalista. Los cursos duraban dos años
durante los cuales debian asistir a las clases de la
asignatura en que se especializarian realizando, además,
práctica docente. Se establecía el derecho del Profesor
Agregado,
a ser tenido en cuenta en los concursos de
oposición y para reeemplazar a los profesores titulares,
debiendo ser preferidos para llenar los cargos de ayudantes.
Sir1 embargo,
ni siquiera estos reglamentos fueron
respetados.
El Dr.
Grompone caracteriza este
periodo
destacando las irregularidades en el acceso a los cargos
docentes.
Invocando derechos que no poseian ingresaron a la
docencia profesors que no cumplían las exigencias previstas
en las Reglamentaciones vigentes.
En los anos que precedieron a la creación del IPA los
Reglamentos de 1944 y 1945 procuraron organizar la formación
del Profesor Agregado sobre bases más definidas. En 1947 se
conquista la aprobación del Estatuto del Profesor, que entre
sus
clausulas incluye la creación de la Asamblea
de
Profesores como organismo ases or del Consejo en materia
té c n i c o ..,d oo e-n t-e . - Est. e•. Es-ta tu to.. -·le •;•Ei a ex i s ten e i-a. 1ega1 a 1 a
Sección Agregaturas,
otorgando valor al certificado de
oL

2

�"Profesor Agregado". Establece el concurso entre aspirantes a
profesor como forma de ingreso al profesorado,
salvo en
los
llamados a concurso de oposición y
en
la promoción de
ayudantes.
El objetivo de este trabajo será el de describir los
aspectos más relevantes que asumirá el gobierno del IPA en el
período comprendido entre los años 1950-1973,
vinculando esa
caracterización
a
las luchas y movilizaciones de
los
distintos sectores relacionados con la ense~anza,
quienes
posibilitaron el surgimiento y consolidación de
formas
democráticas de gobierno.
Continuando el estudio iniciado en trabajos anteriores
referidos
a esta
temática
(Massera,Contera,Pérez,1988;
Massera,
Contera,
1989),
trataremos
de demostrar la
articulación existente entre la forma de gobierno
que
finalmente se instaura en el IPA,
y la nueva fase que asume
la disputa política por el control de este segmento de
la
enseñanza, en
la década de los 60.

2.GOBIERNO OBL IPA: SU EVOLUCION HISTORICA. 1950-1973
La forma de gobierno que establecia el Reglamento de
Organización y Funcionamiento del IPA del 11 de julio de 1950
contemplaba la existencia de:
un Director nombrado por
mayoria absoluta de votos del Consejo Nacional de Enseñanza
Secundaria y una Comisión Asesora.
Las condiciones exigidas
para el desempeno del cargo eran las siguientes:
ser persona
de notoria idoneidad en materia de educación,
gozar de
autoridad moral y tener no menos de diez años de actuación
docente, destacadamente calificada, en la enseñanza oficial.
La Comisión Asesora permanente se constituiría por seis
miembros y actuaria presidida por el Director del Instituto.
Esta Comisión se integrarla con : dos profesores de Enseñanza
Secundaria,
dos profesores del Instituto,
uno de los cuales
seria
profesor en el Departamento de Ciencias de
la
Educación,
un delegado de
los egresados -que no fuera
profesor del Instituto-, un delegado de los alumnos que podrá
ser alumno o egresado.
Los cuatro profesores integrantes de la Comisión serian
designados por el Consejo Nacional de Enseñanza Secundaria
(CNES),
mientras que los otros dos delegados serán elegidos
de manera directa y propuestos a dicho Consejo.
Sin embargo,
la Comisión Asesora prevista en tal
Reglament o no se efectiviza.
Durante aproximadamente diez
años, el IPA será dirigido por un Director.
El
tema de
la organización y funcionamiento
del
Instituto,
de'
los distintos
- . - será motivo de .... preocupación
órdenes (estudiantes, docentes y egresados) quienes coinciden
...

...

~

3

�en la búsqueda de una forma de gobierno que los acerque
modelo universitario de cogobierno.

al

De esta manera,
la lucha de los distintos órdenes del
IPA,
se orientará a la apertura de nuevos espacios, bregando
por una mejora en la calidad del servicio y el desarrollo de
formas democráticas de gobierno.

Es en el ano 1959, que los reclamos estudiantiles, en
especial, asumirán una fase decisiva, El 3 de julio de 1959
los estudiantes agrupados en el Centro de Etudiantes del IPA
(CEIPA),
resolverán el abandono de los cursos exigiendo al
Consejo
Nacional
de
Ensenanza
Secundaria
(CNES):
1.Publicación de la nómina de profesores que desempe~an
cargos en secundaria desde 1953 a la fecha, 2)publicación de
todas las vacantes,
3)que el CNES se expida favorablemente
sobre el pedido de Consejo Directivo realizado por los
estudiantes del IPA, con representación de los tres órdenes,
con fecha: 4/05/58, 11/04/59 y 26/06/59. 4)Sesiones públicas
del CNES y publicación de sus Actas. ( 1 )
Por su parte, el profesorado del IPA en nota dirigida a
la Dirección de fecha 15/09/59 fundamenta la necesidad de que
el Consejo de Educación Secundaria convoque oficialmente la
Sala de Profesores a los efectos de tratar el tema de la
Dirección y organización del instituto. El dia 24 de ese mes,
el CES autorizará a la Dirección del IPA a que se realice la
convocatoria oficial a la Sala de profesores.
La Sala de Profesores se reunirá los dias seis y trece
de octubre de 1959 declarando que la actual organización del
IPA debe ser modificada. Se reivindicará la autonomia de los
organismos de la ense~anza pronunciándose a favor de la
instalación de una Asamblea del Claustro, c on representación
de los tres órdenes
.
Asimismo la Sala reclamara la
instalación de un Consejo integrado por el Director del
instituto y representantes de los tres órdenes. Tanto en el
Claustro como en el Consejo existirá mayo ría absoluta de
profesores.(2)
Posteriormente, en fecha 27 de octubre, la Sala de
profesores aprueba un Proyecto de Reforma de Reglamento de
Organización y Funcionamiento del IPA el cual prevé en su
Capitulo II, articulo 2: "La Dirección del Instituto estará a
cargo de un Director y de un Consejo cuyas respectivas
funciones se determinarán en los articulas siguientes".(3)
En
cuanto al Director,
se
mantiene,
según
lo
especificado en el articulo 3 del presente Proyecto,
lo
estipulado en el Reglamento del ano 1950, agregándole a las
condicionas para ser designado como tal,
la de poseer una
antiguedad de no menos de cinco años como profesor en el IPA.
El ~ ons ej c estaria integrad o PO~ nu e ve m~embros:
el
director; un profesor de ensenanza Se c undaria que no integre
4
•1

�ni el CNES ni el cuerpo de profesores del IPA, debiendo tener
como minimo cinco anos en la ense~anza oficial, elegido por
la Asamblea de Profesores Articulo 40; un egresado de la ex
Sección Agregaturas, debiendo tener como minimo dos anos como
tal; cuatro delegados designados por el profesorado del IPA
con tres
años como mínimo de profesores del IPA; dos
delegados
estudiantiles
elegidos por
los
estudiantes
reglamentados del IPA.
La Asamblea del Claustro, por su parte tendria la
siguiente integración=
quince miembros elegidos por
el
profesorado
del IPA,
cinco miembros elegidos por los
egresados de la ex Sección Agregaturas y del IPA, no
profesores del instituto; cinco miembros designados por
elección entre el estudiantado reglamentado.
Ese mismo dia,
el Consejo Nacional de
Enseñanza
Secundaria aprueba modificar los articules 2do., 3ro., 4to.,
y 5to. del Reglamento del 11 de julio de 1950. De esta manera
se establecerá en su Capitulo II, articulo 2 que:
"El
Instituto estará a cargo de un Director y de un Consejo
Asesor y Consultivo." En cuanto al Director se mantiene en
todos sus términos lo especificado en dicho Reglamento del
año 1950, modificándose lo relativo a la Comisión Asesora la
cual es sustituida por un Consejo Asesor y Consultivo. Este
estará integrado de la siguiente manera:
a)el Director del Instituto que lo presidirá con voz y voto;
b)un profesor de enseñanza secundaria que no sea profesor del
Instituto designado por el Consejo de Educación Secundaria;
c)tres profesores designados por el profesorado del IPA por
voto secreto; d)dos egresados, que no sean docentes del IPA
designados por el orden e)dos estudiantes que hayan rendido
examen por lo menos con un ano de anterioridad a la fecha de
ser designados.
Las atribuciones del Consejo Asesor y Consultivo se
especifican en el Articulo 4to del presente Reglamento:
"a)la orientación pedagógica y técnica de la actividad de los
profesores y la labor de los alumnos, con facultades de
supervisión de las mismas;
b)propor1er al Consejo Nacional de Ensei1anza Secundaria todo
lo
concerniente
a Planes de estudio
del
Instituto,
condiciones de ingreso, programas de las asignaturas, régimen
de trabajos y práctica docente y pruebas que han de prestar
los alumnos;
c)proyectar los Reglamentos para el funcionamiento de los
cursos, exámenes y organización de seminarios y
d)informar, para ulterior resolución del Consejo Nacional de
Enseñanza secundaria,
las solicitudes de equivalencias de
estudios y revalidación de totulos y diplomas, de conformidad
con las disposiciones legales y reglamentarias."
Por último, en su articulo Sto se especifica que "Las
resoluciones de dicho Consejo obligan a su adopción por las
autorida.d_e_s_ ___d_e_l Inst_it.y_t_Q . Y. $.0.)1 ªP,~.. l~b¡es ·ªnte __el Consejo
Nacional de EnseManza secundaria". Las sesiones del Consejo
5

�•

Asesor serán públicas debiendo publicarse sus actas
cartelera del Instituto.(4)

en

la

Con fecha 10 de noviembre de este ano,
la Sala de
Profesores del IPA solicita al Sr.
Director de Enseñanza
secundaria,
profesor Luis Batlle Vila la reconsideración de
la resolución del Consejo de fecha 27 de octubre de
1959.
Este
pedido se fundamentará en el hecho de que dicha
resolución no contempla la aspiración del profesorado del
IPA en cuanto a que el instituto esté dirigido por una
mayoría absoluta de técnicos.
La cor1dición de "técnicos"
estaría dada por la doble condición de profesores
de
enseffanza secundaria y profesores del IPA.
Y afirmán
:"Por
ello decimos que los profesores del Instituto son quienes en
verdad conocen las necesidades pedagógicas y culturales de
esta casa de estudios y son ellos los más capacitados para
hallar soluciones a problemas de orientación,
organización y
funcionamiento del Instituto.
Y en consecuencia,
el Consejo
Asesor y Consultivo debe contar con una indudable mayoria
absoluta de profesores del instituto,
una mayoria que valga
efectivamente como tal,
y no expuesta a riesgos como los que
prevemos en la constitución del Consejo Asesor y Consultivo
aprobado por ese Consejo Nacional de Ense~anza secundaria y
los riesgos de un quórum de cinco miembros".
El documento agregara además que:
''Reiteramos nuestra
convicción:
la
orientación
del
Instituto (organismo
específicamente técnico) no puede partir sino de técnicos
especificas, nunca de técnicos "genéricos" (caso del profesor
totalmente ajeno al Instituto) ni de técnicos prácticamente
incipientes (caso del egresado del
instituto),
ni del
aprendiz de técnico (caso del estudiante del instituto)."
Se
fundamentará además
la necesidad de crear
el
Claustro, órgano no mencionado en el documento del Consejo, y
de las Salas de profesores,
egresados y
estudiantes.
La
oficialización de ambos órganos permitiria la prevención de
"conflictos que perturben,
como el presente,
la actividad
vital del instituto".(5)
Mas alla de los conflictos generados en torno al tema de
la representación de los distintos órdenes, el Consejo Asesor
y
Consultivo
- sin sufrir modificaciones- comenzará
a
sesionar el 14 de enero de 1960.
A ocho meses exactos desde el inicio del funcionamiento
del CAC,
la delegación de estudiantes y egresados, logran en
la sesión del 14 de setiembre de 1960,
la aprobación de un
Anteproyecto para la designación de profesores del IPA,
el
cual luego de dos anos de trámites,
es aprobado con pequeñas
reformas por el Consejo Directivo de Ensenanza Secundaria, en
setiembre de 1962. (Sosa,1970:75)
_

•

_ .,._ _............... .. -

... ._...&amp;.... . . . . . _..

..

l 1
• ' 11

1

1

•

·~"'

, , ,.,. r

ft~·•-..f1--··

6

....... •,1 ~-

•• •

1''.Y.',.

, , ,. •

.1:.,. • ,......

11\

�El Reglamento indica que las aspiraciones serán puestas
a consideraci6n del CAC, quien tendr~ 14 días para expedirse,
elevándose posteriormente la propuesta al Consejo Directivo
de Ensenanza secundaria. (ibid:78).
Es recién en 1969 que este Reglamento será aplicado. Sin
embargo su mención ilustra hasta que punto el CAC, por la via
de los hechos va sumando atribuciones a las estipuladas en el
documento de creación.
Este ejemplo muestra además lo acertado de la propuesta
del Consejo en cuanto a la representación de los órdenes. La
no existencia de mayorias absolutas permitiria el ejercicio
permanente de la discusión de ideas y una mayor democracia
interna.
Por otra parte, se logran avances significativos en
relación al Reglamento de 1950, especialmente en lo que hace
a la forma de elegir los representantes de los distintos
órdenes. En dicho Reglamento solamente dos de los siete
miembros eran elegidos en forma directa por los respectivos
órdenes,
los demás eran designados por el CNES. En el
Reglamento del ano 1959, serán siete de los nueve miembros
los elegidos de manera directa, siendo nombrados por el CNES,
solamente dos de ellos.
De esta manera,
no sólo se
democratiza la forma de elección de los delegados sino que
además aumenta su número.

3.EL CONTEXTO HISTORICO 1950-1973
Las movilizaciones en torn o a la lucha por una Ley
Orgánica para la Universidad de la Republica del ano 1958,
la solidaridad con
la revolución Cubana,
reunirá en la
década del 60 a la clase obrera,
imp o rtantes sectores de las
capas
me dias;
el
estudiantado y
la
intelectualidad
contribuyendo a la constitución y desarrollo de un movimiento
popular
crecientemente autónomo de la
burguesia .
La aprobación de la Ley Orgánica de la Universidad
conquistada en 1958, superando posturas tradicionalmente
profesionalistas,
redefinirá la función social de
la
Universidad como creadora y difusora de ciencia y cultura al
servicio
de las mayorias populares y profundizará
la
autonomia universitaria, democratizando su gobierno.
En
1959,
el
Partido
Col o rado
que
gobernara
ininterrumpidamente desde 1904, pierde la elección subiendo
al poder el otro partido tradicional: el Partido Nacional.
La c risis económica, que desd e 1955 en adelante se
evid e nciará en nuestro pais a través del estancamiento de la
produccj.óJL..§.IL.t _9 gos sus ...~PJ; ~ s, _ ma.r, q-ª"r~~ el __ f~n_ ..c.;le un regimen
de "bien e star social" sirviendo de marco propicio para la
7
¡

'

•

�•

•
•
y consolidación de un polo popular,
crecientemente
apar1c1on
abriendose un periodo de creciente acumulación de
autónomo,
fuerzas y experiencias populares.
\

.

En este proceso de consolidación de la autonomia del
movimiento popular ocupa un lugar destacado la creación de la
Central Obrera (CNT) en el affo 1966, quien reunirá a la casi
totalidad de los sindicatos del país.
En los años 67-68, decrece el porcentaje destinado a
educación y disminuye la proporción de los recursos de la
ense~anza estatal en relación al PBI.
En
1968,
en
el marco de un acelerado
proceso
inflacionario,
crecen las movilizaciones estudiantiles y de
docentes por reivindicaciones puntuales. La represión aumenta
y se
instauran Medidas Prontas de Seguridad, muere el
estudiante Líber Arce el 14 de agosto de este ano, baleado,
en medio de una movilización, por efectivos policiales.
Ese mismo ano,el Poder Ejecutivo,
intenta consolidar su
politica represiva en relación a la ense~anza , con un
proyecto que modificaba la estructura y el gobierno del
sistema educativo. Este proyecto conocido como COSUPEN,
establecia una Comisión Coordinadora de la Ensenanza como
órgano superior de los cuatro Consejos Autónomos existentes.
Dicha
Comisión
se integraria
por el Ministro y
el
Subsecretario de Cultura, el Presidente, un docente miembro
de cada uno de los cuatro Consejos y un representante de la
Oficina de Planeamiento.
Entre sus atribuciones estaba
propiciar
las
directivas
generales
de
la
política
educacional, realizar recomendaciones a los Entes e instarlos
a aplicarlas, controlar los planes d e estudio, crear una
oficina técnica con participación de la enseffanza privada,
etc.
(Proyecto de Ley de Coordinación de la Enseñanza). Este
proyecto fue resistido a nivel institucional y gremial y
finalmente no fue aprobado.
En este clima general de crisis y confrontación popular,
ante
la imposibilidad de controlar las
movilizaciones
estudiantiles, de profesores y de los propios Consejos de la
Enseñanza Media y del IPA y bajo el pretexto de asegurar la
regularidad y la eficacia en la prestación de los servicios
de la E~señanza Media; el Poder Ejecutivo decreta el 12 de
febrero de 1970, la intervención de Ensenanza Secundaria y de
la Universidad del Trabajo Se sustituyen los respectivos
Consejos por Consejos Interventores nombrados directamente
por el Poder Ejecutivo. Entre los argumentos que justificaban
esa acción, figuraba el ataque a la laicidad que se realizaba
por parte de las Asambleas de Profesores Articulo 40 y el
Consejo
Asesor y Consultivo del IPA,
a
través
del
desvirtuamiento de sus fines específicos. El 15 de mayo de
1970 cesa en sus funciones el CAC por resolución del Consejo
I n t e r v en t ~ .- --· · - ·
· ~ , . .. .
~ "' ....
· . ..,

8

•

�El 28 de agosto de ese mismo ano,
se clausuran los
cursos de la enseñanza secundaria pública y privada de
Montevideo y la UTU.
La respuesta de los gremios de
estudiantes y docentes es inmediata,
resolviéndose continuar
con los cursos. Nacen asi los "liceos populares", que
funcionarán
en
parroquias,
locales
universitarios
y
sindicales,
clubes, casas de familia.
A este movimiento se
sumaron
también los padres de los
liceales,
quienes
intervienen de manera activa en la organizacion y direccion
de los servicios.
En junio de 1971, se levante la intervención, asumiendo
la dirección del IPA el profesor A. Castellanos quien
reestablece el funcionamiento del CAC con igual integración
que antes de la intervención . .
En el ano 1972, en el marco de discusión del Proyecto de
Ley General de educación 14101, una delegación del Consejo
Asesor y Consultivo del IPA concurre a la Comisión de
Instrucción Pública de la Cámara de Representantes. Esta
delegación
estará integrada por los profesores Alfredo
Castellanos, Germán D Elia, Emilio Corredera Sánchez, Celeste
Gayón, Heber Raviolo y Doris Zeballos.
Los motivos por los cuales los representantes del CAC
concurren a esta instancia serán explicitados por el profesor
Alfredo Castellanos :"El motivo, deciamos, circunstancial y
particular de esta audiencia que nos ha sido concedida por
esta Comisión,
es el peligro real, el peligro efectivo, que
se cierne sobre el destinos de los alumnos del Instituto de
Profesores Artigas, y sobre el futuro mismo del Instituto
emanado del peligro real y efectivo de algunas disposiciones
de este proye c to de Ley a estudio de la comisión··
El profesor Castellanos hará referencia al articulo 10
d e l menci onad o proyecto de ley donde se establece que es
competen c ia d e l Consejo Nacional de Edu c ación (CONAE) la
orgnizac i ón
a
nivel
nacional
de
la
formación
y
perfe c ci onami e n t o del personal do c ent e . Asimismo, señalará lo
c onfus o d e l p l a nteo en cuanto a las formas de ingreso a la
d ocencia y
l os peligros que en c ierran algunas cláusulas
estable c i das e n el Proyecto del Presup u esto de Gastos.
"Hay
un arti c ul o qu e ha sido redactado de esta forma: Establécese
que a partir d e la promulga c i ón de la presente Ley_me estoy
refiriend o a l a Ley del Presupuesto Ge neral de Gastos-, todos
los profes o res de Enseñanza Se c undaria que n o tengan carácter
de efectividad, efectivos e interin os, con tres años de
actuación continua o discontinua, con informe de inspección
y/o dirección quedan regularizados presupuestalmente en el
grado del escalafón que le corresp ond e por su antiguedad, en
calidad de profesores efectivos. Los a ctuales profesores que
tengan menos de tres años completo s en ejercicio de sus
funciones do c entes serán regulari z ad os de igual forma en el
momento en qu e se cumpla el plaz o l e g a l mencionado y siempre
qu e
reúnan · - los requisitos · incti.c-ad·o s - an ter iormen te. La
9

�l

'

•

adquisición de la efectividad importará para los referidos
profesores el pleno goce en lo sucesivo de todos los derechos
sociales y
laborales,
que corresp ondan a
los · docentes
.e fe c~t i v..o s de Ensenan za Se e un dar i a·· ( C . R . 12 / 11/7 2 . p P. g . 6 2 )
El profesor Castellanos fundamentará acerca de los
peligros de una reglamentación de este tipo que conduciría a
la pérdida de todas las conq J istas obtenidas en cuanto al
reconocimiento del titulo del IPA para el acceso a los cargos
docentes de Secundaria.
Por su parte,
Emilio Corredera se referi~~ a
la
r1ecesidad de preservar la Asa1r1blea de P1~ofesores Articulo 40 .
La existencia de Asamb~cas de tste tipo estarán expresamente
prol1ibidas si se aprueba esta Ley ya que la misma señala en
su
ar t i cu 1 o 2 8 ,
in c is o
2
gue
: " Pro r1 i bes e
i· e a 1 izar
o
p a rtic~?ar
a los profesoras en salas de doccnt~s,
en cada
liceo, L;i cada luga1" de la Rep ública." (ibid:pág 64).

Lo que se cuestionará,

en d e finitiva,
será el carácter
represivo de esta ley,
su explicita intención de centralizar
el sistema educativo en su conjunto y en particular la
Formación Docente,
adelantándose a lo que efectivamente ~e
concretará a partir de su aprobación:
la eliminrción de los
Conc : ~sos,
el no reco~ocimi~nto de los derechos de
los
e gr es a d os
de 1
1 f? A ,
1a
(;o r1 sol l. da ció n
del
r é g i rn e r1
clientelistico de acceso a los car gos docentes.
De é . ta manera, pod emos percibir ~ue el Consejo Asesor y
Con s t1 1 t i v o de 1 I P A ,
c o n R t i tu y ó
un a in s t a n c i a
de g o b i e r n o
p1·ofundam E'1te ::len1ocr&amp;.tica &gt; co:np1.. ometida co11 la defensa de l os
P r in c i P i os c o 1 . _, t i t~ u c i o 11 a 1 e s , q Li e r. o
s e 1 i HI i t e; l' á a t l" á t n r 1 as
cuestiones estrictamente peda~óg ~ca s o Rseso r as ,
sino que
t am b l. é n
cu es t ion 6 ,
d i a 1 o ,~ 2 ,
sP
en f' 1" e n t ó
a
pos ~ L. i o r1 es
francain e nt e re ~ resivas;
co : oc~ndo sie~pre en pri ma r lugar la
defensa de la excel€ncia t•cadémica y. la 1 1..1 c'1a por los
derechos de sus egr esado s.

aprwbación da 13 Ley de Educación ]4101, y la
d i so 1 u e i ó n
d e 1 as C á1t1 ar a :s d e 1 a í'í o 1 8 7 3 , ma i .. c un e 1 in i e i o d e
un a et a ... '1 f r ar1ea1 .ente re gres i va y de: p é r d id a de 1 a rri a y o r i a d e
las c e 1(duis tas alca.nzadas, no sólo para el IPA sino ps.ra toda
la en bcñanza .
La

Apenas siete I!'i E~ s e '.; de :- J t· e . . ad a
l 1. Ley Gen e "I·,.. 1
con el _,1) lp~ d (· e: ad c ·:!e l. 27 de julio y tr
Ed u c a e i ó r1 &gt;
.
s:
dias de h~elga f . , ;1era1 ,
1n ~ t ..i r a en
1.uestro pa i :.
d i. e~ t &amp; -~ ..:. r a n1i1 · t a1· .
o..;

~-:.
_,

(1

1

l

'3
r

.J

3.

El caráct e r estratégico del sistema educativo est ót al
~erá
reconocid G por el gobierno militar quien intentará
ponerlo al servicio de sus fines restauradores.
Apuntando a
la conc rec ión de estos ob je tivos es gue se interviene la
Universidad en 1973 y el CO \ E. en 1975. Durante este periodo
los
entes
docentes ser t.1 dirigidos por
interventores
10
.. .·, ,c. .......__---._,.~:&gt;___...~
----~--------

.:.::.

~

~

•

•

·ii., ,-1'
::·
C·)
.l· D"1 ••·- '.;;_
-- ..;;...
"'.
l · ''l
• • ':L
' •._ =---=--'t L a,.
•
• ~"--'' ,¿__----=--o--.
' ~
• ..;;..;·:-..::.

....1 •.-

C"

�-.

'

..

militares directamente
Fuerzas Armadas.

subordinados a los Comandos

de

las

los IFD
En el marco de esta nueva politica educativa,
llamado "Instituto
son agrupados,
en el año 1977 en el
Nacional de Docencia" (INADO) organismo que centraliza bajo
su dirección al IMS, IINN e IPA.

4.LA DECADA DE LOS 80
Durante
los ochentas el estudiantado del Instituto de
Profesores
librará una batalla particular,
para estudiar
"pese a
todo",
para resistir el autoritarismo imperante,
manteniendo vivo el recuerdo,
-casi una leyenda-,
de aquel
antiguo IPA.
En el ano 1981, a pesar de la intensa represión
y las dificultades para establecer los más minimos niveles de
asociación,
los estudiantes del IPA envian una carta al
diario "Opinar",
denunciando el bajo nivel de los profesores
de los Institutos de Formación Docente.(6)
En marzo de 1982 se funda la Asociación Civil y Cultural
de los Estudiantes de la Enseñanza Pública (ASCEEP).
En mayo
de 1983 se funda ASCEEP-IPA la cual centra sus reclamos en
torno a
:restitución de los turnos nocturnos,reclamos en
relación al uso de una cartelera estudiantil, derogación del
Reglamento
de
pérdida de la calidad
de
estudiante,
posibilidad de rendir exámenes libres.
En 1984 comienzan a
oirse los primeros reclamos de reinstalación del CAC.
Estos
reclamos alcanzarán su punto culminante recién en 1985,
con
el restablecimiento
de la democracia,
articulándose
una
decidida lucha de los estudiantes en cuanto a la recuperación
de la autonomia y el cogobierno del IPA.
En el a~o 1985,
coincidentemente c on la democratización
del pais y
el fin de la diotadura militar se
levanta la
intervención de los entes docentes y se sanciona una nueva
Ley de Educación,
considerada de "Emergencia" que sustituye
la Ley General de Educación 14101 de 1973.
Esta nueva Ley es
aprobada el 28 de marzo de 1985 y es el resultado de las
acciones de la Concertación Nacional Programáti c a
(CONAPRO)
que nuclea las diferentes fuerzas sociales y
politicas del
pais.
Esta Ley mantendrá en lo sustancial,
la estructura y la
forma de gobierno de la Ley anterior,
en particular en
lo
relativo a la FO.
Se dsipone la sustitución del CONAE por un
nu e vo e11 t e, la ANEP quien estará dirigido por el CODICEN.
Le c ompete al CODICEN organizar y r e alizar,
a nivel
terciario,
en todo el territorio de la República,
la
formaci1~ n y el perfeccionamiento del p e rsonal docente y que ,
a esos efe c tos, podrán realizar c onven io s c on la UR.
-

........ _ , , . _ ...

•

-

-... ......

••

••

'·

~

-

T'!"""'ii

"

, ......

.f

11

• •Tt"!

•

· -

,.,

•

""' •1

�•

La falta de dialogo entre los miembros del Consejo
Directivo Central (CODICEN) de la Administración Nacional de
Educación Pública (ANEP), y el estudiantado de los Institutos
.. . rle E~rmación Docente,
torna el tema en cuestión,
en un
... detonante de permanentes confrontaciones. La ocupación de los
centros de estudio y su posterior desocupación por la fuerza,
el estado público del conflicto, genera un clima poco
propicio para la búsqueda de soluciones. Sin embargo, se
logra conformar una comisión integrada por los tres órdenes
del IPA e integrantes del CODICEN cuyo objetivo será redactar
un proyecto de institucionalización del CAC en el IPA.
El
Proyecto de Ordenanza de Organización del IPA
redactado finalmente expresará
en su articulo 1:
"El
Instituto de Profesores Artigas estará a cargo de un Director
y de un Consejo Asesor y Consultivo, bajo la superintendencia
del Consejo Directivo Central." En su articulo 2 se referirá
a la integración de este Consejo el cual estará formado de la
siguiente manera:
"por el Director del Instituto que lo
presidira, cinco profesores electos por los profesores del
Instituto; tres egresados del Instituto y tres estudiantes
que hayan aprobado por lo menos un exámen en el año civil
inmediato anterior al del acto electoral, electo por los
estudiantes reglamentados del Instituto."
En el articulo 4to se afirma que tanto el Director como
el Consejo Asesor y Consultivo dependerán directamente del
CODICEN.
En su articulo 6 expresa: "C orresponde al Consejo Asesor
y Consultivo:
a)la orientación pedagógica y técnica de la actividad de los
profesores y la labor de los alumnos con facultad de
supervisión de las mismas, sin perjuicio de las atribuciones
conferidas a la Inspección General Docente,
b)proponer al CODICEN todo lo concerniente a planes de
estudio, condiciones de ingreso de alumnos, programas de
asignaturas,
regimen
de provisión de cargos docentes,
presupuestos del Instituto, regimen de trabajo y práctica
docente y pruebas que han de prestar los alumnos,
c)presentar la CODICEN un sistema de plan de reválidas de
títulos o diplomas, equivalencias de estudios y proyectos de
convenios a que se refiere el ordinal llo. del articulo 13 de
la ley 15739 e informar sobre los tr~mites de revilidas,
ch)propoener
al CODICEN las designaciones del personal
docente, procesando, para las designaciones en efectividad
todas las etapas del referido concurso,
d)proyectar
modificaciones
a las Ordenanzas sobre
el
Instituto
y proyectar instrucciones de servicio
sobre
materias comprendidas en el apartado d e este articulo,
e ) efectuar el anteproyecto del régimen de participación e
integración del Instituto de los tres órdenes, docentes
egresad os y es tu d i antes . ··
• :!

- f

12

• •

'

- ·-

.. ....

. ... _,
-- ~

�•

Este Proyecto canto con el asesoramiento legal del Dr.
Horacio Cassinelli Mufioz quien afirma que .. Es posible ,
juridicamente,
dar
a
los servicios de
formación
y
perfeccionamiento docente cualquier organización que cumpla
con los siguientes postulados de la ley 15739: a)que los
órganos que establezca la ordenanza para administrar los
servicios,
estén
colocados como dependencias del Consejo
Directivo Central o de una Dirección General de las previstas
en el artículo 12. En el proyecto adjunto se opta por la
primera alternativa, estableciendo que tanto el Director del
Instituto como el Consejo Asesor y Consultivo
dependerán
directamente del Consejo Directivo Central en el ejercicio de
sus respectivas atribuciones (articulo 4to. del proyecto).
b)que
no
se
confieran a los órganos
de
creación
reglamentaria,
atribuciones que la ley haya conferido con
exclusividad a órganos determinados en la ley. Asi, por
ejemplo, la competencia de designar personal no puede darse a
los
órganos
instituidos por la Ordenanza,
pues
esa
competencia pertenece legalmente al Consejo Directivo Central
o a los Consejos de Educación Primaria,
de Educación
Secundaria o de Educación Técnico-Profesional. Por ello se ha
limitado
la atribución otorgada al Consejo
Asesor
y
Consultivo,
a la propuesta del personal docente quedando la
designación final a la órbita legal del Consejo directivo
Central . Esta solución es la que rige en la Universidad de la
República
para
el personal docente de
las
Escuelas
Universitarias que están a cargo de Comisiones Directivas
dependientes del Consejo Directivo Central."(7)
El Proyecto fue elevado el 26 de setiembre de 1985 al
Consejo Directivo Central de la ANEP. El 14 de noviembre el
Semanario "Búsqueda" recogia
declaraciones del entonces
integrante del CODICEN,
Arquitecto Enrique Lessa quien
sostenla lo inadecuado de un sistema de cogobierno en el IPA
dado lo disperso de la estructura nacional de institutos de
Formación Docente. Cuestionó asimismo la participación de los
egresados ··ya que su situación es distinta a la de los
egresados universitarios que se convierten en profesionales
liberales independientes". Por último el Consejero Lessa
cuestionará las atribuciones del CAC propuestas por el
Proyecto presentado por los estudiantes ya que exceden las
funciones de asesoramiento y
consulta . (Búsqueda14/ll/85.
pág. 14) .
En el mismo semanario de fecha 21 de noviembre, se publica
una nota de Daniel Gianelli quien plantea en términos claros
y precisos que "El presidente del CODICEN situó correctamente
el problema al señalar al Semanario Jaque que en el conflicto
del Instituto de Profesores Artigas sólo importa el poder, el
poder de mandar".
Y agrega Giaraelli: "Compartimos las
expresiones del Presidente del CODICEN cuando advierte que la
mayor preocupac ión de los sectores má s militantes es más bien
obtener posiciones de poder en las estructuras orgáni cas de
la doceD9..j,_q.,_qy_e iuej _o l:e.r l .8i . 9al,id ad )tl:i,~mª- .. de . . la enseñanza··.
Por último, el cronista señalará que : ··Esta batalla por el
13

�'

•

•

control de la ensenanza no es sino una pequena parte de una
lucha política
mayor en la que diferentes
corrientes
partidarias
e
ideológicas
libran
por
ejercer
el
poder"(Búsqueda 21/11/85. pág.3).
Sin duda,
la lucha que los
estudiantes de los
Institutos de Formación Docente,
-en especial el IPAlibraron en relación a la recuperación del CAC; debemos
ubicarla en el marco de la lucha politica global. En este
terreno, se perderá finalmente la batalla por la recuperación
del CAC,
consolidándose una forma de gobierno centralizado,
jerárquicamente dependiente del Consejo Directivo Central de
la ANEP. evitándose de esa manera, no sólo la real y efectiva
democratización
de
un
segmento
de
la
ense~anza,
paradojalmente fuera del ámbito universitario, sino que
además se dificultaria, por la via de los hechos, la máxima
participación
en el cambio curricular que necesariamente
habia que llevar a cabo. Contrariamente a lo sostenido por
las autoridades del CODICEN,
los estudiantes no desconocian
la importancia de elevar los niveles de calidad de la
enseNanza .
La diferencia esencial entre ambos planteas
radico,
a nuestro entender,
en el hecho de que,mientras que
para
unos
resultaban cuestiones excluyentes
las
de
cogobierno
versus calidad de la enseñanza,
para
los
estudiantes estas cuestiones estaban inexorablemente unidas.
El 19 de mayo de 1986, el CODICEN adoptará la siguiente
resolución: "1. Créase en cada Instituto de Formación Docente
del pais una Comisión Estudiantil Consultiva(CEC),
2.
La CEC se compondrá de cinco miembros, electos por
sufragio secreto y obligatorio de todos los estudiantes
reglamentados que hayan aprobado al menos el primer año
completo y se encuentren en actividad,
habiendo rendido
examen con aprobación un ano antes de su elección como
minimo.( ... ).
3)La Comisión será consultiva de la Dirección
del Instituto,
la que podrá pedir su opinión sobre las
cuestiones que tienen que ver con el funcionamiento del
Instituto respecto a los estudiantes (bienestar estudiantil,
becas, equipamiento educativo, planes de estudio, programas).
4)Tendrá derecho de iniciativa ante la Dirección sobre las
mismas materias. 5)Deberá expedirse siempre por escrito en
sus iniciativas y cuando sea consultada, salvo que la
consulta se refiriera a cuestiones de menor importancia y en
carácter urgente. 6)Los documentos que emanen de la Comisión
serán enviados siempre a la Inspección General Docente con
informe de la Dirección y aquélla lo elevará al Consejo
Directivo Central". (8)
Esta Comisión Estudiantil Consultiva fue rechazada por
los estudiantes quienes consideraron gue no contemplaba sus
reclamos de cogobierno. No preveia la participación de los
egresados ni de los docentes. Sus atribuciones eran reducidas
en relación a lo propuesto por los estudiantes. No llegó a
ponerse _ .en.....fuocionamient.o_. eI) .oi.ngúp.!-_inst,j tu._to .... de Formación
Docente.
14
•

1

�.

.

5. DBCADA DEL 90: PROPUESTA DB CAC PARA CONSEJOS B INSTITUTOS

DE FORMACION DOCENTE, ASAMBLEA TECNICO DOCENTE

Cuatro años después,
con fecha 4 de abril de 1990, se
presentará un Proyecto de Ley firmado por los Representantes
por Canelones: Prof.
Agapo Luis Palomeque y NicolAs Storace
Montes,
cuyo título es "Consejos Asesores y Consultivos de
los
Servicios
Desconcentrados de
Educación
Primaria,
Secundaria y Técnico-Profesional y de los Institutos de
Formación de Docentes".El Proyecto de Ley prevé la creación
de
Consejos
Asesores y Consultivos en
los
Consejos
Desconcentrados, para asistir en materia de necesidades
presupuestales y en problemas educacionales relativos a sus
respectivas esferas de actividad. Cada uno de estos CAC se
compondrán de seis miembros ,
tres de ellos electos por el
cuerpo docente y tres miembros electos por los padres de los
alumnos reglamentados. (Articulas lro y 2do).
La forma de elección está estipulada en el articulo 4to. del
presente proyecto de Ley, donde se seffala que:
"Los representantes
a los que alude el articulo anterior
serán electos por los respectivos órdenes con las garantias
que establecen los numerales 2do y 3ro. del articulo 77 de la
Constitución de la República, durarán dos años en sus
funciones y podrán ser reelectos. Los actos y procedimientos
serán controlados por dependencias de la Corte Electoral"
En su Articulo 3 sef1ala que:
"En cada Instituto de
Formación
de Docentes de carácter oficial
del
pais,
funcionará un Consejo Asesor y Consultivo que se integrará:
A)En cada Instituto de Formación de Docentes de la Capital,
con
cuatro
representantes del
cuerpo
docente,
tres
representantes de los alumnos y dos representantes de los
egresados.
b)En cada Instituto de Formación de Docentes del Interior,
con
tres
representantes
del
cuerpo
docente,
dos
representantes de los alumnos y un representante de los
egresados."
Las
atribuciones
de
estos Consejos
Asesores
y
Consultivos están especificadas en el articulo Sto. :"l.
Asesorar por propia iniciativa a la Dirección del Instituto
sobre:
A)Necesidades presupuestales.
B)Planes y programas de estudio.
C)Regimenes de horarios, evaluación y pasaje de grado.
D)Bienestar
estudiantil
y
becas
de
estudio
y
perfeccionamiento.
E)Edificación y equipamiento didáctico.
F)Integración de tribunales examinadores.
G)Práct1ca docente.
H)Actividades
culturales de apoyo a las
estrictamente
curriculares y que contribuyan al desarrollo de la educación
permanen t.e.
I ) Bi b 1 i 01 ~~q_a§... x té en i ca s d ~ . ir r .a d i a c _i_ó.n gu 1 t t:i r a 1 a d is tan c i a .
J)Toda otra circunstancia que afecte la regularidad y/o
15
1 1

15115 9

�t .

eficacia del proceso ensenanza-aprendizaje o el cumplimiento
de los objetivos constitucionales y legales del sistema
educacional.
2.Proponer a la Dirección del Instituto previo diagnóstico,
las medidas técnico-docentes que estime útiles o necesarias
para el mismo.
3.Designar de entre sus miembros un observador para los
tribunales de concursos."
En la exposición de motivos leemos:"La Constitución de
la República en su articulo 203,
establece preceptivamente
que el Ente Autónomo Universidad se regirá por un sistema de
cogobierno de docentes, estudiantes y egresados.
Los Institutos de formación de docentes (Institutos
Instituto de Profesores e Instituto Normal de
Normales,
Er1senanza Técnica en Montevideo, asi c omo los Institutos de
Formación de docentes en el interior) no amparados por las
normas que sobre autonomia rigen para la ensenanza pública
.
se
hallan sometidos a relación
jerárquica,
superior,
dependiendo del Consejo Directivo Central de la ANEP.
No obstante, cabe reconocer que, por la especificidad de
la función socio-cultural que cumplen,
los organismos que
forman a docentes debieran permitir que,
en dicho cometido,
tanto los egresados como los docentes y sus alumnos,
sean
oidos en toda cuestión técnico-pedagógica,
y aporten su
•
•
experiencia
. ••
Resulta interesante, por último se~alar lo que se afirma
en relación a la participación de los padres en el CAC de los
servicios desooncentrados:
"La participación de los padres
resulta justificada, en los niveles de educación primaria y
media en todas sus modalidades, porque se trata de educandos
sometidos a la patria potestad de sus progenitores y a éstos
la norma constitucional, en el inciso 3ro del articulo 68,
confiere la potestad de dirigir la formación de sus hijos
poniendo en juego las opciones pertinentes, asi como también,
en el inciso primero del articulo 41 los hace titulares tanto
del derecho a educar (que supone por lo menos la facultad de
expresar su opinión en un ámbito institucional apto) como del
deber de hacerlo (y ello hace irrenunciable para el padre ese
cometido, asi como hace forzoso para el Estado el arbitrar
medios que hagan posible esa responsabilidad)".(9)
La extensión de Consejos Asesores y Consultivos a los
Consejos Desconcentrados, con la participación de los padres
de los alumnos,
resulta, dentro de la propuesta,que veniamos
trabajando, una novedad.
En lo que respecta a los Cons e jos Asesores de los
In s titutos de Formación Docente en general (no sólo el IPA),
observamos que recoge la idea de cog obierno propio de la
Un i ver s id.ad_.de ~..J. a Re p ú b 1 ic a , y aun g.u s.. n Q a 1 ud e d ir e c ta me n te ,
pensamos que est ú refiriendo también a lo estipulado en la
16

�•

Ley
15.739 sn cuanto a la necesidad
instancias de participación estudiantil.
Asimismo,

1

n a t r u me n t

li11"

propuesta más cercana a los
reclamos estudiantiles en cuanto a participación de los tres
órdenes en la gestión de los Institutos;
elemento no
contemplado en anteriormente en el Proyecto de creación de

Comisiones

significa

de

1

E~tudiantiles

una

Consultivas del CODICEN.

La convocatoria a la realización de la ASAMBLEA NACIONAL
EXTRAORDINARIA DE FORMACION DOCENTE los días 16 al 20 del
presente año,
cumplirá con una normativa ya estipulada en el
articulo 19 de la Ley 15.739 y,
para el Instituto de
Profesores "Artigas", significará la posibilidad de opinar
sobre temas tan candentes como la Reforma Curricular del
•
mismo.
El alcance de estas Asambleas se indican en la normativa
legal
vigente:
"( ... ) derecho a iniciativa y función
consultiva en los problemas técnico-pedagógicos de la rama
respectiva y en temas de educación general".(Art.
19 de
la
ley 15.739).
De
cuyas

esta manera se configuran como órganos
funciones y facultades son:

deliberantes

"3.1.Emitir opinión en todas aquellas cuestiones de indole
técnico-pedagógico o en temas de educación general gue el
Consejo Directivo Central o cada Consejo Desconcentrado les
sometan a consulta.
3.2.
Ejercer iniciativa como órganos de asesoramiento en los
problemas técnico-pedagógico de la rama respectiva y en temas
de educación general.
3.3.
Pedir a los Consejos respectivos los datos e informes
que estimen necesarios para el cumplimiento de sus cometidos.
Esta facultad no comprende los informes, documentos o piezas
que sean calificados como reservados en conformidad con el
Articulo 43 de la Ordenanza Nro. 10.
3.4.
Elegir la Mesa Permanente, crear Comisiones y Salas
Docentes que estimen pertinentes de acuerdo con los temas
tratados."(10)
En cuanto a quienes podrán ser electores,

el Reglamento
señala que:
"Podrán ser electores todos los docentes
en
ejercicio de los Institutos de Formación y Perfeccionamiento
Docente,
de
docencia directa o indirecta,
efectivos,
interinos o suplentes, que hayan trabajado o se encuentren
trabajando en los últimos doce meses". Para ser electos,
deberan poseer un tiempo mayor de permanencia en
los
Institutos: 3 anos de antiguedad y estar en ejercicio.(11)
Durante cuatro dias los representantes de los Institutos
de Profesores del pais, se reunieron a debatir los criterios
para or.ie.n_tar . una ref orm.a curricular ~n •.e 1 IJ? A" Los temas se
trabajaron en distintas Comisiones. La Declaración final
17

�\

'

reafirmara "el alcance positivo del espacio de reflexión que
la instancia significo" y la aspiración a que "el
trabajo
realizado sea tenido en cuenta por las Autoridades Nacionales
de
la Ense~anza,
como aporte técnico en oportunidad de
formular lineas de Politica Educativa".
Y

en

relación a la Reforma Curricular
del
IPA,
la
Asamblea seoala~á la inconveniencia de precipitarse, ya que
"una reforma curricular no es un mero cambio de Programas".
La declaración final señala la necesidad de instrumentar
un
formación docente con
"supuestos metodológicos
que
incluyan las técnicas de investigación", la "participación de
los interesados en la ejecución del currículo",
asi como
la
''creación de un Instituto Superior de Estudios Pedagógicos
que atienda las necesidades de perfeccionamiento y post-grado
dentro del Area de Formación Docente, que otorgue los titulos
habilitantes que acrediten al docente a nivel nacional e
internacioonal".(12)
la puesta en práctica
De esta manera,
la consulta de uno
vigente en cuanto a
configura un avance en relación al grado de
los
involucrados en temas directamente
quehacer.

de una normativa
de
los órdenes,
participación de
vinculados a su

Sin embargo,
cabe preguntarnos, gué nivel de incidencia
tendr~n
efectivamente estas sugerencias y
el grado de
articulación y
coherencia con los, -ya antiguos-, reclamos
estudiantiles, de una instancia de cogobierno para
los
institutos.

6.CONCLUSI6N:
La conquista del C.A.C.,
un ano después de aprobada la
Ley Orgánica universitaria,
se produce en el marco de un
proceso
de
creciente avance en
la
participación
y
democratización del gobierno de la enseffanza secundaria.
Hacia fines de los años 50 y principios de los 60,
se
consolidan
avances
significativos
en relación
a
la
participación de los distintos órdenes en elgobierno del
IPA
Y de la Enseñanza Secundaria.
Existirá en este periodo una
búsqueda permanente de consensosen la relación
institucional
del
Consejo
de Enseñanza Secundaria y
el
IPA.
Sus
disposiciones reglamentarias,
asi como sus resoluciones,
apuntarán casi permanentemente a la atención de los reclamos
de
estudiantes y egresados,
a pesar de
la
evidente
contradiccion que eso suponia.
Se trataba de un ente
conformado con un personal docente cuyas vias de acceso a los
cargos no eran suficientemente claras,
con una escasisima
presencia de egresados del IPA,
y un número considerable
de
"precarios".
. ....... _., ... -........ ··~

18

�En el periodo 1954-1958,
el 22% de los profesores que
ingresa a Secundaria es egresado del IPA. En 1965, ano en que
se rompe esta relación consensual,
existían , por lo menos,
un 27% de "precarios" o sea, personas que han accedido a
cargos sin ninguna prueba técnica y pedagógica que evidencie
su capacidad para ejercer un cargo docente.
Se le sumará a
esta situación,
la omisión permanente a las reglamentaciones
vigentes en relación a los modos de ac c eso a los cargos,
lo
que consolidará una situación "de hecho" que caracteriza al
ente de Secundaria desde su formación:
la permanencia en sus
cargos de personas que no han contemplado ninguna de las
formas de ingreso estipulados en los distintos estatutos.
El año de la huelga de estudiantes del IPA (1965), marca
el inicio de un periodo altamente c onflictivo, donde se
reclamará al CNES transparencia en la adjudicación de horas
de clase, que de fin a la distribución de cargos "en
secreto", cuestionándose asimismo, el Concurso de Oposición y
Méritos, ya que en él consta como mérito fundamental el haber
dictado clases sin haber mostrado antes capacidad para
ello. Los reclamos de estudiantes y egresados del IPA
permiten percibir la contradicción principal del accionar del
CNES: Para qué estudiar cuatro años en el IPA, si para dar
clases en Enseñanza Secundaria basta una
recomendación
personal?.
Paralelamente a estas movilizaciones y reclamos,
el
C.A.C.
realiza su gestión ampliando considerablemente sus
c ometidos ini c iales.
Esta ampliación de funciones será
percibida
como
un exceso,
creciendo los niveles
de
conflictividad, fundamentalmente en relaci ón a la defensa de
los derecho s de los egresados del IPA.
En 1962 se logra la aprobación por parte del Consejo de
Enseñanza
secundaria,
la
apr obación del
Anteproyecto
elab o rad o por estudiantes y egresados,
el cual regulaba la
sel ecc ión del personal docente del IPA,
previend o
la
exist e n c ia d e Comisiones Técnicas qu e ase s orarian al CAC en
el estudio de l o s méritos.
El fra cas o del Proye c to d e l Pode r Ejecutivo del año
1968 de Coordinación de la Enseñanza ( COSUPEN), a raiz de las
intensa resistencia que generó en ámbitos institucionales y
gremiales Y finalmente la Intervención a la enseñanza media
del 12 de febrero de 1970,
la dilatoria en otorgar la venia
al Profesor Arturo Rodriguez Zorrilla para ocupar el cargo de
Director
del CNES,
son algunos de los sucesos
más
controve Ltidos del periodo.
La crisis politica general del Es tad o en este periodo,
se expresará e n intentos decididos de de sarticulación d e una
f o rma d e o rganización y gestión al interi o r de los aparatos
e du ca, tivos , que,
-como es el cas o d e Se c undaria y el IPA- ,
p o s e 1a n ra·sgo~s · profundamente democrá'ticos y participativos.

19

�•

•

En este marco politico-social,
la progresiva ampliación
de las funciones del CAC,
su inciden c ia en la elevación del
nivel y calidad de la enseñanza,
co nstituyeron elementos
_ . urticantes que debian ser suprimidos.
El inici o del periodo dictatorial en 1973, la aprobación
de la Ley de Educación 14101,
marca la pérdida definitiva de
una gestión participativa de gobierno ,
alejando aún más este
segmento
de
la ensenanza del modo
de
funcionamiento
universitario.
El periodo de transición democrática,
que se abre a
partir de 1985, generó espectativas en el estudiantado
reiniciándose
la
lucha por
instancias de
diálogo
y
participación. Sin embargo, lo infructuoso de esta medida, la
carencia
de
una
normativa que ampare
los
reclamos
estudiantiles de manera clara y definida,
la falta de
voluntad politica del CODICEN,
d esgastan al movimiento
estudiantil.
La
politica
centralizadora
triunfa,
manteniéndose,
casi
sin modificaciones
las formas
de
organización que estipulaba la Ley de Edu c ación 14101.
De esta manera asistimos,
hoy,
a la consolidación de
formas de gobierno basadas en la escasa participación de los
involucrados
y
a un alejamiento de
las
modalidades
universitarias de gestión.
La cláusula del articulo
que
establece que a los efectos de organizar la formación de los
pro fesores,
se
establecerán co nvenios con
la UR,
de
conc retarse,
constituiria un
importante avance en pos de
políticas
de
FD más articuladoras de
esfuerzos
hoy
disgregados .

. - - ---- .. ' ...... .,... , ..._ --·

., 1t

. . . •111!~ f

'

, ...... ,

'
20

,

·-

.....

_..... .,

... • t ,...

.. ...

�t;OTAS:

y
7.
Documentos del Banco de Datos
de l
Departamento de Ciencj.as de la Educación de la Facultad de
Humanidades y Ciencias .
Datos recogidos por las estudiantes
Amalia Gutierrez y Elda Bruz=~se .
1 . ~.3.4.5.6

CODICE~~.

Cc1n1j.siC1n
de n.ia.yo de 19 86 .
8.

Cor1 ;:ultivn . Montevideo, 19

STORACE, N. Con se jos asesores y
consultivos de lc•s ser~icios desconcentrarlns de
educación
.
P r i m::t r i a ,
S e e t1 r1 d_o.r :.1!. y_ '.L\~ QrLi. e o - P i· o !.' e s i. o n a 1 d..e.. 1 CJ s In_.s t i t u t o r&gt;
9.

PALOr1 EQUE,

d..e. Efil'tnaQJ.ón ~
abril de 1990.

L .A .

E~~_t: udiant.il

y

DQCSlilte~.

Proyecto de Ley . Montevideo,

4

de

10.
Resolución
Nro 89 del Acta Nro.
60 del CODICEN que
reglan1enta la organizaciór1 y funcionan1ier1to de las Asambleas
de Locentes del Ente . Montevideo, ag . 1988 . "Capitulo I .
Ir1troduccic)r1" A:etícult) 3

11 .

IBID.
"Capitulo VI.
Disposiciones Especiales ~ára cada
i .. arr1a
de
la
Ense í1&amp;.11za'' .
S e e e; i é.111 I V .
!\ l' e a d e
1" G r roa e i. ') n y
Perfeccionamiento Docente. Articulo 45. inc. 45.l y 45.2 .

..

1

"

,.,,.

t· ;'

I~

,lli ll1

~

'~
'" I•

21

1

•.•
'

.

· 1

,

•

•

1 ,r

~

1

�..~ !l?..,.
..
·.
'I
.. - .
...., ~· "'"'""- . . .

..

..

~

\

'

de

:-GRO Hp ON E ,
A . ~i . F n i~ 1t1 a e i ó 11
el a
P r ~J f e ~º-~~
. . Se cu o Lt_, h l" i· fl . CNE r,.:i • I f&gt; A . l'i o n tev 'l i d e o : C N.1 ·3 , 18 5 2 .

- LEY 14101.

Mo nt e vid eo .

Cuadernos de Marcha.

Mc)n tevid e o.

.D i : . ~ i cJ Of i

COt~'fE'~ A,C.

!:I:::J:J;F·rr!r·r1 ia

Er1señufiZa

(67): 51-63,

nov. 19r/2.
-LEY 15739.
1985.
- ~f AE;sr;~1A,E
Y
j r1 s ·~ i t u f! i 0 r1 a 1

Revista
Un i ve r s i

de

e i a 1 d e 1 2 5 de a b r i 1

r oliti.ca y_ ~v o l_~1ci.Qn.
d.e.. l :a.. f c1 t' !o &amp; e~ i (, r:.t. cj Q e· '1 o t e 0 l i s=-i
Ux· lJ t-1.u '~Y. .
del "I E11c ..: .. : ro Est::J.Jua l P1·0 -Forn1acao del Educador".
ad F e d e i· a 1 E"' 1 u rr, i n en se , R i o :i e J a r1 e i r o , 18 9 O .

j

1

1

-P r oyecto da L e y de Coordinación de l as Enseiía.nzas.
ele.. 1:1 ar e t1 a_ , Mo n t e v id e o , ( 4 8 ) . 2 1 - 2 1 , ab r . 18 r¡ 1 .
1

o::&gt;-. /\.

Aej '? mar . I 11 g r·e s _g_ ~ 1 a d r_) (~ e n ,_., i a e 11 E n s ~ ñ íl. r1 z a. S e e 11 n rl á r i a. .
f 1:: s i s
p .e e se r1 t ad a E: 11 e o 11 e L1 r s o p ar a J a n1 a t e r i a " L t:: g i s l a e i .:, n d --:
1 a €: f1 s e ri 3. r, z 3. .. d e l I p L\ • t1 o r1 t 6 V i Li e (.&gt; : lU i íll é (1 ·' 1 9 7 o .

C'
- .J

C"'.l ,

- t·l A~· SE
RA , E . , CON ·r E RA , C . , P ~ r' .d Z , O .
.. E 1
t=) a f) e 1
p o 1i t i e o
de
1a
..,,
t:· 11 s ... . rl ;j, 11 2 a e s t a t o. l e 11 e 1 tJ l.. u g 11 ::t y .
E 1 e rrt '~ r1 t o s p ar a. e 1 a i1 á 1 i s i s
cJ e J. P t=1p e 1 Po J í t 1. e· o d .J 1 u e r- ,... ü ñ a1 1:~a e r1 J a e r is is c1 _ los
6 O.
Rfry_,i.~;ta_ G..:. Cier1cias ~oQj ·:.lP~ .
Mon tevideo,
(4) : 1 6-33 .
F'CU .

1 980 .

-CEIPA.

una
n u e \Y ;:-¡, v i s i ó !1 d e En s e f1 a 11 z a
Re\' i ::-; ta rJ e=: 1 CJi: T P l\ . ~1 o 11 t e v id e o , ( 2 ) , rJ o "'" . 1 9 5 7 .
" f1a e i a

-eE I p A .

Re ,, ; s t

ª- e e 1.

QJ_P-11. . ~ G n t e V J d e o &gt;

(

3)

ag.

Secundaria·· .
1959 .

2 3 Li e
1

Cl{1·'
.. 'I'l 1l t. I ,
. ·- .:J

-11A",'l l11S., [) . II. ,.
.....

::,ll', .14...J,
:·, ; 1·- • r• ¡,¿
~•

~ l:-J...t:.t.!1-wJu:.a.

.

.

~

&amp;.;""

Jur1d1co, 1973 .

t

'1

¡,¡_

··

7

J:_J._L L

S. ,

C. ,

•

\1 i}Jj ~

11

¿

T ·""'

Y

-

"o

1 •

l , ::

e

[) ~

l

,.) ",

••

-SILVA REHERMAN,L. Secund a~ia

Mon t ev1.d eo: EP U, 1971.

22
'

:\¡~

......

d ·?!
--

la

Educativo .

(Juc~~i~ n

Torüo

·II .

..

t

. J:~ •

'

1a
e r1s 0 ñ ;:,¡ r1 z a S e e u r1 ,_1a 1· i u. " .
(48), abr . 1~71.

E

spejo de un Uru~uay
d1.st1.nto.
E
_
_ __ _

.
11

•

f:S't&lt;'-'O

&lt;.,

R . ·· I.,a
e l.' i ·&gt;is e .3
Cuadernos ~ Mar e tia. Man tevideo,
- L\ L\L.'¡ '"'

J 1~1

r é~irr.l, n

F' s - e I· oE' - e,..,
·
l., .c. E .
I t1 1:rn e r 0 ti J~ f~ f: 1
en
1 Ur L1 g Ll a Y . P 1 u.n d e-- -e .
Oe --:s ar ~· l l~
l~f O11 t e ·v J. d 8 o : ~f o r1 L e v e r d a , 1 ' '3 6 .
-

'1 a y o

•

•

.

-

�-

-

'

-CENTRO

DE

ESTUDIOS

IJr11¡11ay

de.. la. dictad11ra.

1

,

URUGUAYOS.

Cronologia.

Proyecto:

El

Facultad de Humanidades y Ciencias

de la Educación.

•

...._ . - · -

••

-

· - ·· • -

.J.

•

•

.1
1

,

... ,

•

"

. ..

• . ,

1

~

-· . ..
. -...... ...... ,,....

...

. ..

�'

..
•

J
\

l .'

..
.
•

.
.... ~ .

,. ..

•

••

•

t

'

•

••

.,

• •

••

..,

ª'''.,,.
.(

.

J

't

-

•

•

•

•"'1'
.•,.

•

•

•

••

•

•

{. ...

,

. ..• • •

'

..

.., ••,

)'' ·~

••• •

I

-..~

•

,

••

... Ir

•
•

•

"•

•

\

•

•

,

~

' l• t •

..•

'
•

•

•'

." .•ti

1

l

•• ,'

.,

•

.• ....•

)

•

•••
•

...• . ... ., ' '
•

.
!J

..

•

••

,. " ..• •
•

.•

..

.,••

~

1 ••

• ' .. #1

•f

••

•

••

:

.. '.. -: .

a

•

'

ll

•

--

•

1

1
.a

1

'
- -"
(

1

-.,

••

~

-

•

·-

-·· ·--·

•

•

.,,,...,.

~

.•

·-·, .
... ..
. ..
•

••

•

''•

!

,

•

\~

• • 1

....
.. ..•.,
'

. " ·'

,

' ...... "'

-

,. ,·

••

..

•

•

EL I NSTITU1'0 DE

¡:'

''

..

.

1 ••

••••

•

ºª
-LV...&amp;......IM..~~~

..•••. , •.

.....

•

r -:-

/l

1

J
l•

•

•

.

"
• •

•

,

~

.

! "• ' •

•

•

.•

••

'

.PROFESOR.ES

.AnTI G.\S'

,

••

•

•

CRONO LOGi ft..

:.,.

•

11

•

•

•

1949 -1 990
.'
•

•

•

••
\

.

,~

&gt; ,,

• •

•

Uc.,_CRISTJNA CONTERA

•

1
1
1

�1
E L_ I l\!S T I i··u 1·0
"(~~ F.: ·r I GAS

11
..

DE~

F'f\C1F-·L~~ SOF\l:~S

An tececi en ·tes y e reac iÓn

1 e:~ 2 é-J ·-· 1 C) L¡. 9

**

CtJ1--sos de 1=·ecJ(.:c.goyía .. Agrc~ga tLtra s
En 19'26 e 1 C o r1 s E\ J o 1\1~\ e i e&gt; n ¿\ 1 d e
E ti Ll c. ~t. i o' n Se e •_u-, d r.:\ r- i ¿, ( C l'J E:: S ) "•
e red l\11 e Ll 1-- s o CJ e ¡:::·E~ d C:\ g o g .La

19

,.,.

,..;:. ~)

cuyas ·find lidad es er an~
r erf e ce io11arni.e1- . ·to de l ¡Jersona 1
1

doca11 t:.&lt;? , ·fo1·.. rnc\c ic)11 :le
p 1·· o f es o r L? s d e E::r·1 s t:.! 11 '"·' 11 z a

n1 e d

i a ..

19 27

~* Cursos de PeddQOQÍa. Agregaturas
E 1 CLtrso de .
gc&gt;g Í a f Llnc ion a

e o 1. • C i_t r so d e \/ a e ¿~.e: :Lc:11-. e s e .-1 e 1
ano 1927 y L cJmc&gt; e l ¿, se 1,..eg tt lar·
de 1=-edc:,go&lt;;.1.Í.~\ y lvle"l:ocJologi.a de
la EnseAanza modia e n el mi.smo
. .. l lo cor·1 ·l:..Lntht~\
C:t110
pos ·te r i. o ,,.. in e 11 te r:l &lt;J r~ ·f ¿, 1 t a d e
Lln(.;\ reg J arner; tac: i&lt;jn adeCL(é:\{Ja ..

'

~-

*

de f=·l;;. rJ ag c1g í C:l.. ?\g reg a tLl r a~:; ~2.9111 /~:4
La ,,.. e g l a n,en t (::\e: .i e) 11 de 1 2 9 de
r1 o v i e rn b re cJ e 1 9 ~.=:. 4 ,,.. e e n1 p l a :: a 1 a
d er101n i 11 e:. e i. r~r1 ci E~ 1=·RfJ!=Eso1;:
SLJ~3·1 I ·rl l"I LJ íJCJ 1,.. J ~ &lt;Je 1.:·f\üF ESOR
,~\G1:-;: r:GADO .. Se e!.; ·t:a l:i .l. ec e:11 1 as
be\ses ¡J ~' ,,.. ¿, l a ¡:&gt; r- e ¡:; ¿ , r e:1 e i Ó11
pedag6gica~
especializa&lt;:i611 y
,
P rae t :i e a el o e e 11 te .. r:: l. ¿, s p i ,... ar ' ·te
d e t1 .Í a p &lt;J se e ,,- ·t: i. 'l.: Ll J f.)
Lu-, i ve r s i t c.\ r 1 l1 .. se ,... n, a&lt;:= s t ro o
b a e h i 1 1 e r .. ~3 e · ·te 1 , d r·· 1. a en
e Lle n ta l. e\ e o n d i e i. ó n el e
~. GF\ E GAD O!"":&gt; e o mo n1é r· 1 ·t. &lt;J e ri
o lle l\ r so de
1:&gt; os i e i ó rl •
CLl ,,..sos

e

o

*
C r s o s d e 1=· e cJ ;¡ l;J .l. ,~ " A g r ·f~ g ~' t:J~l r·a s
*El CNES c r eado p~r Ley9523 del
Lt

e:\

&lt;J

1 1 / 1 2/3~

.l 1 d f2 d .i e i. G· rn 111·.. (2 d &lt;::: .L 9 ::.;; !:5 !'
~
a IJ 1 i. e ~\ el e el i e 11 ... re::: &lt;;J l e\ n\ 0 11 t_ é:\ e :i o 11

salo lo 1~eferido a

la pr~c ·tica
dace11 te dej ancl o si n efec t o e 1
Curso de f~eddgog{¿ (Circular
d e 1 e\ l) i re e e i. o r1 q e:~ rl 1·· a 1 l\J ro .1 8
de] 27 cJe JLllio ~ e 19:36). Se ,
P i- o Y e e ·ta e r e a m b 1 o l a e r- e a e i on · · .. ' ·• ...
del Institut o l~ormdl de
F' r- o ·f es ar es •

•

• •• •

..

14

�.

,-,
..:.:

, _ * f~
L ¿\

(~ ~7' 12 C1 i\ &lt;;'.J O g Í E\ "
'í J
C: , -. e· i::.~ t . -:.. ll ,_
L t" y 9 Q •} • ' • • C.' • ..L \.:- \
L\I,.. S G !3

( • .._., ¡r

C!

l

L.

I'- 1-:.
;:_

~- g ~ .. t L\ r·,:\ ,;

-j ,'!;,':.'
_•.

1_

&lt;) 1

/ .1 ( &gt;/ ~~ ·7

I

19 ·.·7 :i u .... t .\ l:i l t • f.: i. e~ .l. é1 o ti 1 i '.J &lt;::, \: .L ~- . '
d ~ e r- e e' r- é.:.' l. .( r1 ~:; ·t i ·t L l ·l o b: ¿\ e i ' -, n '-" 1

de ¡:·,.-c.fes;c,r ·c:.s r; t t".'º p1'· c:· SL'!-:'Ll es1.:o
'
se a ter1d2t,_ 1&lt;:.•.
cor· 'L c;s ¿\¡Jo &gt; ' º~;
J2s 1: i 11 e"\ 1CJ ~ ~
r "11 l.CJf C '?S . ¿,
ayL\dan t1 .1.s ue _l -·.:.e }'
c. d s e r· i \J t: o :;;; •
I

;.~ Ct r·f..;,OS de 1=·etJ c\Q CJ'] J.c\ . P1t.;J1-l-:':JC:-\ l:Lll'"'C:·.S :L&lt;)/( 4,1 1~1+
l_o: f\e,;J l ~,11\er1 ·tr.:&gt;c.; c.1E.· l .1 ~· c1 e
c:t b ,- j_ 1 d l:: 1 9 4 ' I y &lt;J ,_. L :2 "~ cj e n a'¡· o
el e 1 e¡ 4 ::=. o r~r=' a1-, i .=\n y
,
r- e g 1 a n1 en t a n 1 ;-l f o r· m. •' · 1 CJ ,-, rj f? l

=

F·,-,(JFESOt"\ f-'1l~ \l:.l:;f· ••Jü sul.:i .· e: b¿:,:.5'-'= s
n1~ s d t~ i· i 1-1 j, el c.\_.; ~ .J re ~,e:\ r i:'\ e l. c.&gt; r1
•

•

I

•

1

I

t ecnico-p~d~1gogica (2 ano~)~
e l.l r s o s e1e e~ pe e l. c.:' 1 i. ;: c. i Ó, \ cJ e
1 :\ a :..:&gt; i g r1 a t L\ r c.1 e.? 1 e cJ l d _. )'
•
r r =l. L- t l e a c. l lJ e . , L e:· •
..¡

·1

*r

.

'

el f.' P r~ d ..: 'J ·:&gt; C:J 1 F.t • A 9 r .:.! g ;;.
l .Q L~y 1,)97;:. 11 ELl·r~, rtJ ro DEI_
F r\ u 1- f SU r\ 11 j m 1J ¡ { _ t: :' r. s t t
e\,- t l. e L~ Lo -'I 1· C'J 1 i li e: 11 e 11 C:' l
os

t: t t 1·- as

" 1r\
'- /

&lt;.

'j

r •

• ..::.

/I

17
L

•

I

n

Enl1~e

CcncLl1--so

~·r·o'f&lt;2...J01'.\:..)
•

C1_1,¡),)

~sn ir A ntc·s

•

iOI

( 1. :-t

...

a

;L?

1 p t... uf 1. r. o ,... t..• l ! o ~ e:, ;j j,
e 011lO 1 ¿i, e Jn c.l 1 e i. • n u t: r.:;ü ,.'-' ~ P J. l,.. c.\ n t t? c..\ l ) 1,.. O f l .. $ u 1 ( C L r J C ..!
r. J r 8 g ~\ LLl 1 - ) pe 1- :\ f - ] ·L n g : ("l ~a r..•. l
e r • te: s '-' l / o t:.: n l w s 1 .. ·' m~ C: os ...,
l

r •g r r. s rJ

c:1

-1

Cr)ncurso de o l JC'.IS ic ic;n y

,JL:!

rJrüfílCJLl.t.:n

**

Ay\lUc:\rl

1

l

e r1

3.

l..L::!= ..

r ~ o .:; rJ (::: ¡.:· ,_. J C\ g t J r:J í ~, . -hJ r E. c;t -· ...
&lt;:'
e 1--ea _ J .L ns L..i tl.l t,:. cJe
,_
r ' ¡·· CJ • l: !:.&gt;O r· C:: ... 11 r 1 1 t J. g e: \ r:J "
( [ F' •\ ) .
p ,_, r \.:) l e\ I' L ..l '- L\ J. '-' G j ci ¿ l a L t.' f
1 1 ~285 con los s j_gLt i c~11 i:es
objetivos :
L c. f o ,,.. m~ c. i.· o' n t t:' c.~ 1'1 l.· e- ~ y
Pedagóg ice: del pe1--sona L
~ocente de Erisenan=a
1

L.. '-'

\.J\:;

ª)

.::i

!'.l

.::iectJ ndar 'i· e:-, ..
b ) la e!: pe el i e i c.~ r1 d e d i p 1 o mas de
~: 1 ,.. 0 t eso r d e E ra sc~ 11 a1 l ;: a
~ECLlndar1a en las dist.tntas

••

•

•

�r-·a g
•

.
.J.. na

11

•\.., ..

....
• •
-·
, • (-"'1I \ ·¡· I l-" ,.Ae..J ,.

•

1,,, r·1t

1

:::.
\-;;.;

e-_ '--' 1 J'"'.:)- r·1

es p &lt;=·e i a. .l i cJ a&lt; Je s t_ Ll y e:\ t::o 11 ( 11 ~' n ~ ~
é1 d n1 i n 1 !.&gt; t ,,. e
:: 1
1 • ::.; l. i t Ll L :· •
e ) E l me J e, r- ~_, 11. l. e . 1 Lo el e l ¡:&gt; • ,... s a 1 a 1
d u e n t. .. e r1 t r· e l 1 t •1 as n ad l. o~ "•
p a r· 1. a t - e "'" 1 i. . . c.l e 1 o 11 d ~ e Ll r· s \.., s y
S ::;.\ ' 1 L 1 1 t..'\ f,.. C
d2
I
IJl;?I f~r e_ LCnc.., • .l _.,-, L ' t
&lt;:11i o
y
I
I
c::t •
e , t ,:: n i o 1 e L.l l t l.t r- t.; 1 p d a g wl:
d ) l . &lt;:i. r· r a 1 1 :: &lt;:-t L l. l.1• ¡~, d E
) n V ,_ s t 1 g '-= L 1 C) ri - s 1 t: 1 c.\ e: , o 1 .\ e:;\ s
t. on
la e1 s · ~~: n ... c. n1e tJ i e:~ y , s ~l
t
demds
e o n r \..1 i c.; e: t1 1 e e 1 1 J,
- t.\ li ..: •
1 a n
1 e\ e 1 1 .: 11
:,!)

-

•

'

t.;

,

1_- ,_':_.. e:_·&gt;

~
/

e· .,.. L'~
· c.\- e •1 r·.1 1·"'
"

1

1 •

�F·agi n a No .

EL INST ITu -ro DE PROFESO RES
••A1-· r I GAS Co n se j o As es o r y Co r1 s t.t 1 t i v o .
Anlecedent e s •~ c r eaci cin~ funcio n am i en t o .
11

•

•

1 9=·(&gt;-1973

**

Consejo Aseso1r y Consultivo 11/07/50

E 1 11 f~EGLAf"IEI ITO D
OR AN I z AC I ON y 1=-ur IC I or IAt"l l :.1r·ro
I)EL IF' ,•• de L 11 rJe · Ltl io de 195c), &lt;: onte1np~c:\IJa 1 a
e:: J s ten e J
de Ll n 1) 1 re e to t; y de L.l r1 a C o ml. s ion
1
As es ora . t=: l D i r _e
,.. se r l. e: n o mb r ad o p o r- 'ne:, y o r 1 a

absoluta de vo ·os lel CNES . La s condiciones
exigidas para el desempe~o de l cargo eran: ser
persond , de notoria idoneidad e n mate r ia de
utoridad moral y tener ria
edLtcac io11, goz(?l.r d
menos de die~ años de actuaci~n docente •~
destccadcmente Cdl1f1cada •. en l a ense~an=a
oficial ..
,
La Comision Asesora perma n e n te se constituirla por
seis mternbro s y actLtar{a presidida po r el Director
del InstitLlto . Esta Comisici n se integrar{a con:
dos profesores de Enseñanza SecLlr1datria .. dos
profesor-es del Instituto •.. Lln o de los cuales sería
profesor en eJ Dep rtamento d e Ciencias de la
Educaci¿n~ un deleg a do de los egresados -que no
f Lt e r-a profe sor de 1 I r1s ti tLl to- , Ltn de 1 egado ele 1 os
alumnos que podr e se r- alLtmno o egresado .
'
Los cuct 1ro profesores integrantes de l a Comision
ser) d i de sig r1ad os por el Cf\JES mientras qLte los
o t r- os el os de 1 e ge: das s er a' n e 1 e g j , el as de n•a r1 e r
directa y propuestos
dicho Consejo .
Q

**

Consejo Asesor
Consultivo 27/1')/~9
El CNES acuerda rnodifj.car los artÍ CLllo s 2do. 3ro
4 to 'l 5 to d e 1 f ·e g l a rn en to d e 1 rF' A de l 11 d e j Lt 1 ). o
de 195(&gt;.

Cl Inst " t Llto estcr{a di r igido por Ltn Director y un
Co n sejo Asesor y Consultivo (CAC)~ cogobe1~nado.
~::: J C r-,C te'' d r Í a 1 e: s s i g Lt .i en tes a t r i IJ Lt e i o n es :
la 0 1rient ~ci~ n pedagdgica y t~cnica de l a
actividad de lcl s profesores y la lc\bor de l os
a J. L\ mr1 os e &lt;J rl f a t: ' ' l ta c1 es d e s Ll pe ,. . v l. s 1 Ón el e l. as

e)

ro l. s nl '"~ s ..

propon er cil CNES todo lo conce r niente e p lanes
es t Ll d .i o d e 1 [ n s t i t Lt to :i e o n d i. e .i o 11 es el e .L 11 g 1r es o ..
I
.
programas de ~signatur-as~ r egimen de trabajos y
P rae ti e a d l1eC?11 te y ¡J r- Lle b as q Lle han de pres t a r 1 0 s

b)
cj e

a 1 LlffifiOS

.

e ) Pro Ye e ta r 1 os re &lt;J 1 e tn en tos pa r- a e 1 f LU 1e ion a tn i en to
de 1 os e Ll 1-- s C) s :t t? ~ é:• tn e ri es y o 1--g a n i z a e i ó r1 de
I

•
•
sen.inarios
.

as

ses.ionc~s

/

I

• • r a 11 r.&gt; Lt b 1 i. e ~. s y s Ll s ,,.. es o 1 Lt e i. o n E· s
va 11.das ante e 1 - I r1 s t! i t L t to y ante .. E C\.señ a 11 .... a • ••
Se e Ll n dar i a .
1

/

.

_,

.

�,.,
. .·_

F'ag ina l\Jo •

EL INSTITUTO DE PROF:·ESORES
11

Al=~ -r

I GAS 11 .. Con se j cJ A ~:;eso r· y C:&lt;J n :&gt;Ll J. ·ti vo.
I
An t .ec ed en tes, e rea e ion ~· f Ltrl e :i on a nl i e n ·to.

19 5&lt;)··-19 "73

**

Con sejo Asesor· y Co nsultivo 14·/&lt;) 1 / 60

Primera sesi6rl del CAC.

**

Cor1sejo Asesor y Cons ultivo 08/0t&gt;/60
Se ~prueba el Reglamento interno del CAC.

** e o n se

As (7, ~;o,,.. y e o ns Ll 1 t i V o 21 / (&gt; 7 / 6 &lt;)
El CAC aprueba un pr·oyect6 de decl aracio n
desti nado a la opini6n publica do1,de se reafirma
/
1 a autonomia tecnica de los entes de la ense~a n za
en la dis·tribLl&lt;:i¿n de s u prestJpLlesto d e acuerdo a
1 c:1 s p a r- ·t..i. d as g J. &lt;J b a l es y a 1 a ó r b i. ta té en i c C:\ a q Lle
e o'º pe t (-? e 1 es e e:.:\ l a f o 11 ..
j o

I

I

•

I

**

Consejo Asesor y Co nsultivo 14/11/60
E 1 C.: A C ¡J r- o p o,-, e a 1 e: f\I E:: S Ll n F' ,,.. o ye e ·to d e Re ~J 1 a 11\ €·? ,-, ·to
~) é:t ,,.. i:\ 1 a p ro v i s i on d e 1 os e argos el o e~ en tes d e l I F' A •

**

Consejo Asesor y Consultivo 15/03/61
,
1~1~esentacidn en el CAC, por parte de la delega c ion
estudiar1ti. l de
un Regla mento d e Becas.

**

Conse jo Asesor y Co1,su ltivo 17 /03/61
'
A pedido del CNES el CAC cofnien za el a11alisis
del
F· l a n de 1=: s t. Lt d i o de 1 I ns t i t Lt to •

**

Consejo Ase sor y Consult ivo 13/04 /61
Carta dir1.gida a l CNES so lic itando el
esta b 1 e e i mi e r1 ·t. o d e t&gt; C? e e\ s p a r· a es ·t. Ll d i a n ·tes
In s tituto y par-a es ·tud lantes del Interior.

cJ e

J.

**

Consejo Aseso1~ y Cons ultivo 22/04/61
E l CAC envia nota al Director de Secundaria
planteando el establecimien to de becas pa 1-a
estudidn te s del lF'Au

**

e o,, se J o As es o r y e o n s L\ 1 ·ti V o 1 (&gt; /

/ é:&gt; 1
Formac16n de una Comisidn tripartita par··a
1~eestructLlrar el
reglamento de ingr·eso al
I

íl s

ti t

(&gt; 5

l.l t .C) •

**

Consejo Asesor y ConsL\ltivo &lt;)7/06/61
Plar·lteo est Lldi.a11ti.l en el CAC res1Jecto a
modificacl6n de to~)es de ingreso al I PAu

- .. -.... - ..

...._... -

1

1

.t

·11

j •

•
.. .

l 1· ~

1 .

.,

l

•

,.

.l

· -

1

•

la
• ....

ª"

. ••

•

.

•

.

'

.

.'

�..

..·.

·-·

F'ag ina No.

11

EL INSTITUTO DE PROFESORES
I·~ R T I GAs
e o n se j (J As e !5 CJ r y e o n s Ll 1 ·t
11

o•
·f Ll rl c.~ i o n a íll i en ·to •

..

A rl t:.e e e d en te s

e 1r e a e: i Ón :•

!'

l. V

195c)--197.J

**

Cc&gt;nsejo Asesor y Consultivo 14/06/61
Designacicin de l. a Comisi6n tripartita para el
~studio de dicl10 pla11teo.

**

Consejo Aseso1r y Consultivo 05/07/61
Apr·obacion en el CAC de las condicion es de
11·lg reso .
I

**

Consejo Asesor y Consultivo 19/07/61
Se a p r·1.Je be::\ e r-i g f.?11er·a 1 e11 e 1 CAC E) l l::"\ec¡ 1 aenerl ·t.&lt;.) de
Becas empezando el analisis de su articLllado.
I

-

**

Consejo Asesor y Consultivo
26 /07/61
,
Se resuelve en sesion de esta fecha en el CAC~
f o r. en a r.. Ll n a e o en i s i e; n mi &gt;~ ta ( r= HC , CES ) q lJ e e s ·t Lt d i &lt;a r- { a
los tres ptJntos planteados por el Consejo de la
FHC de fecha 22/0561.

** e o r1 se

o As es o r y e o ns Ll 1 ti V o (&gt; 1 / 11 / 61.
Ap 1·-0 bac i Ón de f .i r1it1 v ¿, en e 1 CAC rJ E' l Re~J 1c:,,ne1·11: o c:I e
Becas.

**

j

Consejo Asesor y c:onsult ivo 26/12/61
,
Moclif icacion en el CAC del Reglamento de F·rac t.ica
Dc-Jcen ·te .
I

**

Consejo Asesor y Consu ltivo 13/09/62,
L. C) s es t Ll d i a n ·tes p I'"' es e 11 ·ta 11 a l a e: o íll i s i C) 1-, cJ e 1 e Ae
e¡Lle es tLld ia los topes de ingreso, Lln proyec ·to de
re so ltAcidn doncle se cuestionan l a necesid ad de
e o r1 se ,,.. va r 1 os a e t Ll i:" J. es top es en 1 os 111 g res os a 1
I rr s ti t Ll to .
Se plantean ademas~ la necesidad de becas para los
estudiani-es del 1r1terior que ingresen a
determinadas asignaturas .
I

** e o

se J [) As es o r 'y' e o n s Ll 1 t i V o (&gt; 9 / (&gt; 6 / 6 4
L.a Direcci¿n del IPA eleva al C~IES una carta
so 1 l . e i ·ta r1 d o a Ll ·to r i ..:: a c .1 Ón IJ a r a 1 a ,,.. e a l i z i::\ e i Ó11 d e
reuniories de p1rofesores para realizar la
r- e e s t r lJ e ·t Ll r· e\ el e 1 ¡;:;· l ¿\ 11 d e Es t Ll d .i o~:; d e l I r1 s t .i t Ll t-. o
base al Plan apli cado en los liceos P i l otos .
11

ce n

**

Consejo Asesor y Consultivo 29/12/64·
El CAC aprueba el Proyecto de Reglame11to de
Pr··o feso1res Agregacjos del IPA y lo eleva al CNES .

.- . .

..

IM
f

..

1

1

~·

•
'

"",. , , ,..

... ""'.,..- ••

.

"..

•' ·-·· ...

.,

- ••Po

•••

•

• 't:

t'

1 :

1'

•

•

:

�4

F' a g i n a f\I o •

EL I NSl- I TUTO DE F'F\OF.E
11

A 1=-;: ..r I (3 As 11

•

eons

f.:&gt;OF\E~3

AS&gt; e s o r- y e o r1 s Ll 1 t i V o •
e r-eac l. on .., f L.•.n c.: 1 on c-u11 i en to ..
19 5&lt;)·- .19 7~~
(-?

j o

I

An t .ec ed en tes...

**

Consejo Asesor y Co11sultivo
1q6 5 I
se i 11 ten S&gt; .i ·f i e e\ 1 a l Lle: ti a p o I'- 1 a a Lt t t'J 11 o rrl .i a :
piroplJesta del 01-den estudianti l res¡Jecto a ]a
instalaci~n de lJn CLA USTRO en el IF'A integrado por
15 p r. o ·fes:; o r t~ ~; , l &lt;) e-? s t: Ll d i a r1 tes y .t &lt;) e g 1,.. es ad os ~
no mlJ r C:\ el os p o r s Ll s ,... o. s pe e t i vas s a 1 as .. S Ll s c orne t id os
d
englobarian todc1s los ·temas tecnic&lt;J-pe agogicos ..
El CNES aprobd en general este Proyec t o si n entrar
en e 1 es t Ll d i o cj e s Ll a ,... t l. c L\ 1 ad o •
(

** e()

f1 se j

1

o

y

As e S&gt; o r

e o rl s Ll 1 t i V o

,

&lt;) 1

/

I

(&gt; 8

/ 69

E l CAC eleva nota al Pr-e sidente de la C~mara de
Senadores recla rnando la plena vigencia de las
liber·tades pÓblica s y sindicales asi c&lt;Jmcl las

garantías individ uales que corresponden
a todo
,
estado de derecho. Esta resolucio11 es tomada ante
1 a cJ e ·ten c ion 1 n J Ll s ti f i cada de 1 F' ro f .. Man Lle l C 1 a p s .
Di e 11 a r\ o ta E· s e 11 v i ad a ta 1n b i en c:i 1 F:i res i el en ·te cj e 1 (:t
,
Camara de F\eprese11ta.ntes y al Dir·ector de
Ense~dnza Secundaria.
I

I

**

Consejo Asesor y ConsLt ltivo 15/05/70
e e ~) a en s Ll s f Ll ne: 1 o n es e l e Ae por res o l Lle .1 o' n
eEs ( ] r1 te r V e íl t o r )

rJ

e1

D

**

ConseJo Asesor y Consultivo 12/&lt;)6/71
Se levdnta la inter v encicin de Secu1,daria. AS Llme
con10 Director del .[f-'A el F'rofesor A. C&lt;:\ ~:; ·t. ellano s .
Se restablece el funcionamiento del CAC~ con igLl a l
in ·t: ~ g r a c i Ór1 •

**

Consejo Asesor y C.onsultivo 12/11/72
Ur·, a de l e g a e i o r1 de l (_;A C l 1 ~?va a l a e o mi. si ó n de
Instruccion Public~ de la Sala de Repr es en ta ntes
1 a Pe&gt; s i e 1 t) n d e ] &lt;:J r·g ~ll 1 o d es tac a,, do f2 l p f2 l i c;i ,.... o r t- a J.
e¡ Ll ~2 s 8 e ~ e r r1 e ~:; o b r &lt;~ l o s a 1 Ll mr1 os cj f::) 1 l F·{..' a r1 ·te~ ] a
I

I

I

I

a ¡:&gt; 1 1 e a e i &lt;:) n

t

de

' ...

l

··-

e;,

Le y 14 • 1 (&gt; 1. •

.

-· ... - . '

,!. "'iC .... ' • r

f• • .-.t,,.._..,

.·:.

... - ,,....,__ -

•• •

•

�F' a g i n a NcJ •

1
•
11

EL INSTITUTO DE PROFESORES
A I~ T I GAS
e on se j o A ses o r y eon SLt 1 ti. V o •
11

•

El movimiento de estudiantes!' docentes y egresados.
Contexto histcirico" 1957-1990

19 57

**En

es te a~o los e s~tLl diantes del IPA realizan una
huelga de dos meses reclamando al Cl~ES garan ·t ía s
pa1,..é:\ e 1 i11g reso a 1 a docencia. Se 1 og ra a 1
e Ll 1 fTl i ,-, e::\ r- e s ta , e o rl f e e ha (&gt; 2 / &lt;) 9 / 5 ·7 ,
1 a a p ,,.. o b a e~ i Órl
de un 11uevo Reglatner1to de ingreso a la doc er1c1a.
De acuerdo a este f~eglamento~
el 20% del total de
I
•
las horas vacantes seran destinados a los
egr-esados del IPA y de la ex Secci~n Agregaturas!'
n1ediarlte concLlr-sos de méritos y de méri toG y
o pos i e i C'Jll • ( A r t .. 2 ~ .i n e: • 1 ro • ) •

**

-! 'l 58

El Congreso de Egresados
del IPA emite la
,

sigu iente declaracio11: Que se cree indi s pe11s ab le
q Lle 1 os c a r g os de , pro fes o r- de 1 I F' A se a r1 r&gt; r C) ,,, i s tos
p o ,,.. Con e Ll r so de tn e r i t .os y en c as o de e ~·~ i s ·t i . r··
diferencias notorias entre los postula11tes, por
concurso de m~ritos y oposicidr1.

**

18 /

C) ::.::; /

58

L.. a asamblea del CEIPA resuelve. entre otros:
•

1. Que se cumpla el Reglamento de Ir1gr·eso a
docencia del, 57 ..
2nPublicacion de l as horas vacan ·tes.

**Se

()- 1 / (J.. ·-::-· /

la

~o

'-

,

reune la III Asamblea de Profes o re s ~
i11stitucicJnaliz~ndcJ!5e de manera de ·fin itiva como
6 rgano de consLtl ·t a y asesoramiento t~cni. co ·-clc&gt;cente
y con facultades de i11iciativa.

**

C) ~; / (&gt; 7

/ 59

El CEIPA en As~nlblea resuelve hacer abando1·1 0 de
1 os:; e Ll ,,.. sos , f~, }~ i g i e r1 cj o a, 1 C NE S :
1 • F' Ll b 1 i e a e~ l . o n d e J e\ nomina de pro ·fes o ,,.. es e~ L.l e
des e mr.:&gt; e ñ a rl e a ,,.. g os e:~ 1-, Se e Ll n d ar i a desde 1 9 5 .'::: a l a
fecha. 2. Publ i cac:ic5n de todas las vacante s u 3 . Que
e 1 CNE: S se &lt;? ~ ~ p l. el a f avo r a b 1 eme 11 te so I::&gt; re e 1 ¡..1 e d i cJ o
de CONSEJO DIRECTJVO realizado po1r los estudian ·tes
cj e 1 I 1=·A , e 011 ,,..e p ,,..e~&gt;en tac i 011 de 1 os t ,,..es o 1'·c1 erl es,
con fecha: 4 /5158 . 11/4/59. 26/6/59. 4 . Ses iones
IJL~l1 l ic&lt;as de 1 Cl\JE:S. y pt.lb 1 ic~c i611 ele sLts ac t.c::\~; .
I

**

..

.1 4 /

(&gt; -, /

59

..

_..

--

.. - .... ..

.l ...,..- -·. .. .. .. . . ·-1

. ..
'

,,

,

El CNES re s uel ve : Glue se ordene la pLlblicacion de:
lnNdmina de lo s 1Jrofesores que desempe~an
ca rgos
,
d e:~ s d e 1 9 5 ~; a 1 ¿-, f e e l1a .. 2 • f~e l a e i. t&gt; r1 el e J. é\ s 1~l C.&gt;,,.. ,;, !::&gt;

�I'"\

..::.

Pc:\&lt;J 1 na No ..

EL INSTITUTO DE
I C3 ~' s 11 •
E 1 tn o v i IT) i E· 11 to d e
11

~~ R -¡-

e o rl se j
es t

Lt d

()

PF~OF~SORES

As t'? ~"3 [ j r

i a r1 te s ,

Contexto histcirico.

y e o ll ~:; Ll 1 ·t i

do e E· 11 tes y e g res ad os

1 957- 1 99 0

vacar1 tes.

*Se
*

17/(&gt;7 / 5 9

,

ap rueba en , sesion de esta fecha~ el reglamento
,
de ses iones •nu blicas del CNES y l.a public acio n de
sus resoluc1.ones y ac tas.

*P*r imer
1/
(&gt;

&lt;) 8

/ 59
Congreso de Profesores del

Ir1terior. Se
decide la creaci6n de la Coordinadora de
Organizaciones de Profesores de Li ceos del
Interi or (COPLI) estructurada sobre la ba se eje
cir1co r-egio r1 a l es .

*E*l
**

".'

(&gt; , (&gt;
8
-

.... - /

/

~a
..... 7

CNES resLtelve pLtblicar las sesion es.
l 5/

9 / 59

(&gt;

d i r i. g i d a 2\ 1 e\ d i re e c i o' n d e 1 I F' {~ , 1 a
As o e i a e i Ón de P 1,_ o fes o r· es &lt;je 1 I F' A f Llll da rn e 11 ta

E~ 11

r1e:&gt; ta

l a

necesidad d e que el CNES convoque oficialmente l a
Sala de Profeso1,_es a los efectos de t 1,-ata r· ~ l tema
de la Direccion y Organizacion del InstitutoM
t

**

:~LI- I (&gt;9 / ~59
I

,

I

Resolucion del CNES que autoriza a la di 1,_ecc .ior1
del IPA a que rea li ce la convocato1,_ia c.1 ·f i e i C:\ l a
Sd la de Profesores

**

(&gt; 6

la

/ 1 C) / 5 9

La Sala de F'r·of esores; declara qLl e la ac. tual.
'
C) r· g é:"\f'l i. z ac ion rJ e:~ 1 11=·A d e tJe se r
mod i f i e acl a !'
rei v indic~ndu s e la a uton om{a de los or ganismos de
l a e r1 se ñ a r1 :z a y ¡:J r o n L l r1 e .l án do s e a f C.':\ v o r c.i e 1 a
c on s t1tuci6n e instalaci6n de una As amblea del
Cl
, a ustro del IPA con re pr esen tacion de los tres
ordene s .

**

1 ~:~ / 1 &lt;) / 5 9

La Sala declara l a necesidad de q ue se i n st a le un
Co11sejo integr·ado por e l Di1-ec
·to 1- de l In s tituto y
,
rE~presen tarl tes de 1 o s
tres ordenes; Llrla As a mb 1 ea
del Claustro con re~Jresentan ·tes de l os tre s
6rden es , con mayoría a b s olLtta de los profe&lt;;ores .
__.... - .. ,•.. - ... ..._. ' • f l• I 1¡
...
..
:?. 7 / .l () / 5 CJ
E:. l. C f\I ES mo d i f i e a a r t Í e, Lt 1 os d e 1 Re g 1 a 'ne rl to d e l 11
de julio de 1950, cr-ear1 dose un ConseJo Ase so r· y
C c&gt;11 s Ll l t. i v o e o g o be r ·11 a el o q Lle d i. r i. g i. ir· Í a e 1 I F' A

**

V o ..
u

�...,.
.~·

F' a g i rl a 1\1 o ..

EL I f\ls·r I ·ruTCJ or:: r-=·r~o¡:: E::.SOF&lt;ES
11
A F&lt; ..r I GAs 11 • e o 11 se j o AS&gt; E·~::; o r y e: o 11 s l.l 1 ·t i. V C) •
E 1 mov in1i.en to de es tLld i arl te s !' docer1 tes y egresadas.
Conte&gt;:to histci1~1co. 1957-1990

e o n j L.t n ·ta rn e r1 te e: cJ 11 e 1 D j_ re e to r •
La Se\ 1 c.-\ de F' r ·o ·f es e&gt; r- es de 1 I F' A se p r ·o n L1.11 e i a a f avo ,...
de 1 a l r1 s ·t: a 1 a e j~ o'n cj e 1 a As a fn b 1 e a cj e 1 r.: 1 a Ll s ·t r 9 •

**

•

2 8 I 1 &lt;) I 5 e¡

Pro1·esore s del IPA aprueba t~n P1,..oyecto
.
. ,
de Reforma del l~e gla rnento d e O 1,.. g a r1 J_ z. a&lt;: .l e:&gt; 11 y

L a Sa la d e

FLtncionamiento del

*Lci
*

1. () / 11 / 5 9

**

2 7 .1 (&gt; 1 / 6 (&gt;

IPA.

Sal. a de Profesores del IPA eleva al Di1,..e c tor
Ge r1 r· a l d e 1::: n seña n z e:~ Se e Lt n d ar i a e 1 ¡Je d :i. do cj E•
reconsideracio n de s u resolucidn del , 27/ 1(&gt; /59 por
,
con s iderar que el reglciínento no preve la mayoria
~bsolLtta de profe so 1'· es en el CAC así como no
co11side ra la e}:is·tencia de un Claustro.

Se e 1,..ea por· decreto de esta

1 a Comi si 011

fecha y del 1 7 / C) ~:,, / 7 (&gt;
de Inversiones y Desarrollo 1::c 01-1 cJm i e o

( C I DE) •

**

(&gt; 1/&lt;)::'.;:/6(&gt;

,

El CEIPA tn a nifiesta su preocupacion por· la
instalaci6n de CLtrsos nocturnos.

**

14 /

(&gt; 9

/ 6 &lt;)

L_os ele 1 egados de 1 o r·den de Eg 1,..esados j Llrl ·to a 1 d e
Est udi a ntes.,. logr-an en la sesicin cjel CAC la
/

ap r o b ac icln de

url

•

Anteproyecto para la designaclon

de F'rofe so 1'-es .

**E l

19 61

'
ConseJo Nacion a l. de Gobiernoq• a traves
d e una
d e s Ll s &lt;n i e m b r ·os !• ,:::i l D r • A r te g ave y ·t i . c':l , !:; o l .i e: 1. i7a t..t r1
p e d l . do d e in ·f o,,.. n1 E· s s obre " den Llll e j . a de i n f i. 1 t: rae i Ón
e o m Llll i s t a
11

**

•

22/(&gt;5/ 61

En sesi~1 del Con sejo de la Facultad de
1-1 Ll &lt;na 11 .i d a~ e s y e i e l'l e l ~~ s d e es t. a 1' E~ e ha ~I se e':~ ~'.) l'- l l (-~ t:&gt; a
Ll n memo r a r1 d Ll m s o IJ r· e ~
" F' r-o b 1 e ma E&gt; c.I e r..: o o ,,.. cj .1 rl c:i e: .i ó rl
e tn r1 t . re En se ñ a n z é.":\ t3 e e Lu1 dar· i a y r=He .. "
Se::.~ ve 1 a ne e es i d e\ d d e e re a r Lt n e\ e: o mi s i Ór1 1n i ~&lt; ·t. a
pa1,..a t.ratar l.os. ~ .i Q-Ll_ient;.es pr-gblerr1a !:;: .1 .. C~ 1·-(·:~ac: i¿rl
.... .. '
,,.. -..
el e " p re p a r a t-. o r i os e Ll 1 t Ll r a 1 es
1 e t . ras y e i . e r1 e: i as) :
, ..,
l J
·1 d
.
d
. I
'
.
•
.L'.. • " a .. 1
a e 1. o n
e l a p r ·e ~Ja ,,.. a e l. o n te e 11 1 e a o ·t: o r·&lt;~ a (j e:\
p C:) r 1 aI F. ~-J C ~ €.\ l a c1Ll €-? f:;&gt; e a g r- e g Lle l a e a rn p e te rl &lt;: i a
IJ e d a g o g l . e a C.1. de e~ Lt ad &lt;'::\ ) p a r a e l in g ,,.. es o a 1 a d o&lt;: e r1 e: i. a
.

11

I

(

~

.'
•

�Pagina No.

4
EL INSTITUTO DE PROFE~SOkES
" A 1::;·, i· I G A S 11 • C onseJo
.
A ~;esor y Con sult ivo .
El movimi e nto de estudiantes~ docentes y egresados.
Contexto histcirico. 19 57- 19 &lt;~0

I

merJia . 3.CreacicJn de Ltn Doctorado en esta Facultad
(preve.'
1 a pos i b i 1 i el ad de q L.l e a. e: c e d e:\ 11 a é l l os
el &lt;Je e r1 tes e f e e ti v o~&gt; de 1 a en seña n z a. me d i e\ " e o n
estimulas adecuados) .
·

**

2 7 /(&gt;8/ 62

El CNES r esuelve apro bar el Reglamento para Be cas
del IPA elabora do poi,.. el CAC con algu11 as
rrrod i f icaciones.

**

(&gt; 1

/

(&gt; 9

/ 62

En e 1 Con se j o l) i t,.. e e ti v o de Enseña r1 za Se e Lt,n da 1·- i a se
e\ p rLte be:\ e 1 '' ?~n te p r-·tJyec: ·to" par· a cJ es i. g 11 a c .i or1 cf e
F'r·of eso res de 1 I F'A ~· con peqLteña s ,. . e f o rnh~s .

**E 1

1C/63
Ce&gt; r1 se J o de E d Ll e a e i o n Se c Ll n d a 1,.. i a ,.... e~~ Lt 1 e ve
rr1 od l. f l . car e 1 F'l..c.":\n de es tLtd i os vi g erl ·te~
es ta b 1 e c i e r1 do Lt n ¡:&gt; l a 11 e~&lt; pe r i me n ta 1 e rl ve:\ ,,.. i os
liceo s pilotos º
I

,

•

- 6 :-:~.....
,
Se crea por decr eto del P.E. la Co mision
Coordinadora de l os Entes de la Ense ~anza ~
•
p1~esid1da por el Ministerio de Instruccion
( &gt;?
........ / (&gt; L¡. /

F' Ú t.1 1 1 e a •

**

(&gt;6 / (&gt;9 / 6-:::.;

,

E l CNES res Llelve a probar la modificacion del
a e t Ll a 1
Re g 1 a rnen to el e l os C Ll r sos de 1 I 1=· A p ,3 r· a
perf eccionam1e11to docen te".
La duracion mir11ma de estos cur sos s er·a d e un me s,
pudiendo acceder a los mismos profe so1~e s de
E 11 se ñ a 11 za Se e Ll n d a r· i a ·t i t Lt 1 ar es e in ·ter in os .,
e g ,~es ad os d e 1 I F' p, y de 1 a e~·: Se ce l Ón ACJ re &lt;d ~ t .Ll 1,.. as y
los precarios " Se preve' la adjt~clica cio, n ele becas
ec:or1c)m ic c::t s para ¡J1,..rJ f eso res qLte deberl tras 1 a darse.
11

I

**

(

'

I

crea la Federacic&gt;n
E11 señanz a Secur1d ar1a ..

**

l~acional

de

1~ ro feso res

de

~ (&gt; / &lt;) 4 / 6 ~ 1

Lo s e stud1an ·t es del IPA comi.enzan una huel.ga por
tiernpo i11determi11adci r·ec lamarrdo-:· -·~ · ~· · .... . ·-·
... ..
l . . 0Lte el CNES e }: ija q ue sus profesores pc&gt; s ean un a
formac:idrl imp1resc:in dible par·a e l de sempe~o de su
f Ll n e .i dn e 11 1 e:\ i n s ·t. i t Lle .i Ó11 c re ad a ~:&gt; ¿, r (".:\ es e e f e e ·t. e&gt; •
2ul~ublique la li sta de cargos vac:a11tes y
los
1••

�F' e\ g i .11 a
1

/

1

No •

J

EL INSTITLJTO DE PROFLSORES
11
11
A¡;~,- I GAs •
e on se j o As es[) r y e() n s Ll l t i V o ..
El movimie11to de estudiarltes, doc e 1·1 tes y egresados.

e o n te }·~ ·to

11 i s t Ó1,.. i &lt;: o ..

1. 9 5 -, -- 1 9 9 (&gt;

nombres de los que aspiran a dichos ca1,..gos~
3 . E 1 i rn i 11 e e l e o 11 e: L.l ,,.. so de me r i tos y o ¡Jos .i e: i. e:&gt; n
forma de irlgreso a la efectividad.
1

I

e orno

4. F'Ll tJ 1 i q Lle 1 os r1 orn b r · ami e11 tos hec: t1os en e: acJ e\ añ cJ
1 ec: t: i vo .

5. Que se institucionalice el Claustro en el
IPA~
,
6. Que se aprtJebe t.lrl Reglamento de Ayudantias.

*Boletln
*
(&gt;5/ 65
conjunto

CEIPA-ADAYPA. se fLtndanlenta la

Justic:ia de las re1vindicaciones planteada s =
Aprobacion de un I nuevo Reglamento de I11greso a la
d o e c2 r1 c i a " e ,,.. e a c i o r1 c1 e l a As a m b 1 e a d e 1 C 1 a Ll r:; t ro cJ e J.
I ¡::·A :• do t ~e id f) de 1·- Ll b ros necesarios , a p r cJ b a e i Ón de
L.t n
r · e g l a nl en i: o d e 1
=· I'" cJ v i s i Ón d e c a r g os d e A y Ll d &lt;3. r11: e~;
y se exhorta al pr· ofesorado a unir esftJerzos para
'
,
e 1 1 rJ g ,,. o c:1 e Ll n a ,,.. a p i d a so 1 Lle i o 11 a l e o r·1·f 1 .i e: ·t. e&gt;
p 1 clrl te a d o. ( 1-lLte 1 g é:'"l c:s; tLld i an t: i 1 )
1'1 a 11 i f i e s ·t &lt;.1 d e 1 os&gt; e~:; t Ll d i e\ 11 tes d e 1 I 1::·A a l t..J s
es ·t Ll d i a n ·tes de Se e L.t n da r i a ~ en e 1 e Ll a 1 se 11 a e e LU '
l l.amado a l os estud1a11tes de Secundar ia y a la
poblaci ¿n en general~ para que cipoyen sus
I

r· e t v i n d i e a e i o r1 E? s :: G~ L.l e e 1 C 1\1 f:=_ S e ;-~ i j a a s Ll s
I
íJl,..a ·feSCJl'""eS Ltna for-íl1acior1 imprescir1 cl1b le p ara el
'
.
,
el es e 1n p e í-1 o d e s Ll f Ll n e ion ... p Ll b 1 i , c ¿~ e: i o 11 de 1 d J. 1 s ·ta
de cargos vacantes, e liminacion del concurso de
tn é r- 1 tos y o ¡::&gt;os i e .i Ón e o fn o fo,,. ma de i n g 1·- es o a 1 a
e f e e ·t i v i d ad :- p Ll b l 1 e~ C:\ e: i Ón d e 1 os r1 o rn I:&gt; r- é.\ en 1 en te&gt; s
1·1ec hos en cada aP;c&gt; lectivo ..
I
E l Secre t ariado tecnl.co de la CIDE explica al PuE .
1 os 1 i 11 e a 1n i. en t CJ s cj e 1 I F' r· i me r F' l a r1 Na e i o n a l cj e
Desarro l. lo:• el Diagnostico del Sis, tenla Ed u&lt;:a ·tivo y
1 as r- e f o r·· ro as in s ·t i t Lle i o 11 a 1 es y de o r· g a n .1 :-: a e i. Ón d e
1 C:\ en s eñan za.

**e

(&gt;8/65
11
Ci rr1 l.l r1 i e a d o e o n J Ll fl to e E I F' A-A f) Ay F' A ~
Ar\ te
i rl f o r rr1a c l. e&gt; r' e? e;, .1 n e /~ &lt;~e: ·ta s¡s o b re E 11 se ñ d 11 z c:?I.
Se e Ll n d &lt;:\ r- i a 11 ..

**

.1 e) / 6 ·!J

o

E 1 CE I F· A 1·- l~ e 1 a &lt;na l r: l e 1 i mi r1 a e 1 n d (-;~ 1 t C) r-, e 1-: i "J o
establecidc:J por e l l~eglamento de 111greso a la
cJe:&gt; e E~ 11 e .i C..\ d e 1
p r- l. o r l d a el d e

~· 7

es t é:'\ b 1 e e 1 en d o
1 Q s E· g res ad os d e 1 • I 1=· A
1 os e a r g os do e: en t l.~ s .. se r- e c 1 a má ' ·1 a
e\ 11 Ll a 1 d e 1 as h o ,,.. e\ s v «:le C:'\ 11 ·te s en C·? 1 o
año

!•

J e::\ a 1 &gt;s e&gt; l t l ·Le:\
p a 1r a «:\e ~= &lt; ·•d e rp Ll I:&gt; 1 1 c é:: J ~ f')
,,- g a r\ 1. s rn e&gt;•

a

a

�EL_ I Ns -r I TUTO

[)E..

F:•f:'\OF:·1::.. ~30Fº\E~3

C"" el n se J. &lt;.1 A ~;e ~:;o r· )'' C rJ r1 s Lt 1 t.J_ v o •
E 1 mo v j, ín i en ·to de es t Lt d i a,-, tes; ., cj o e: (~ r1 tes ~Y e g ,,_es a el os ..
C C:&gt; ll ·te ~&lt; t t1 h i S ·l: O' í j_ C C) ., .l 9 ~:1 -¡ -- .1 9 9 (&gt;
7
" Al
- 1 \' ..l-·(G'AS"
.
-1

..

&lt;J2/ 6{3
F~ es Ll 1 ta t r i LJ 11 f C:\ n ·t f2 l e:\ 1 i . s ta de ]. a Fe d e rae i. o' n
l\f a e i o r1 ¿o\ 1 cJe F' r- o ·f es c:i r- es d e En se í-1 a 11 z e:\ Se e Llll d a ,,_ i a
las elecciones de Consejero s de Enseñanza
Secundaria . Se prc&gt;ducert dilatorias en l a

**

erl

otorgaci¿n &lt;je la venia del Senado pa1,_a des1gna1,_
e o mo Di re e to r d e l C NE:S a 1 F' r- o ·f es&gt; o r- A r:- 1: Ll r- o
RodrfgLtez Zorrillap

**

1 L~ / (&gt; 5 / 6 8
,
r:: l Di. re e to r d e 1 IF'A solicita al CAC la des1gnac1on
,
de un profesor delegado para integ1,-ar la Comision
Coord1. nadora del ~'Lclll 1963.

**

•

:::.(&gt; /

(&gt; 5

/ 68

18 1 i e e os son tJ e L.l IJ a c.J os p o r s L\ s es ·t Ll d
a e o mp a ñ ad o s c.1 e rr1 cJ v 1. l .1 z a e i o n es e: cJ1·1 1: r a
' ..
de'l boleto .. Hubo ruerte repres1or1

*1-1*Lle l1 g9 a/

(&gt; 6

I

l.

a 11
e 1

te s
c:1. L.l

n·1f-? r·, ·to

/ 68

p C) ,,_ ·ti e m p o i r 1 de ·te r rn i n ad o cJ e m a e~&gt; t ro s-. y
p r ·cJ f e:\ s &lt;.1 re s en r-e e J C:l íll o d e s Lle l cj o s • ~')a g o d e el C? Ll d as :•

'
utiles y libros baratos .

**

1 (&gt; /

&lt;) 8

/ 68

.

..

.

.

I

El P.E. solicita al Senado la dest1tLtc1.on

de

la

UniversicJad c1e l a

1::\: e

p Ll' b 1 i

e a

ele 1 CDC

u

**

1. 4 / (&gt; 8 / 6 8
tvl Lt e:? r- e e 1 es ·t. Ll d i.a n ·t.e L Í be r
efe c: ti v cJ s poli ciales w

~~

*

Arc e

!'

tJ e:·:\ 1 e e\ d e&gt;

f.J e:&gt; ,,-

:~ 2

/ C) 8 / 6 9
Se pr-esenta al Pu L ~g islativo el F'royerto de
Coor-d i.nac iÓn de 1 a E~nseña11 za ( COSLJF'El\I). 1=· 1,_E?v e 1 a
crea cion de un organismo centralizado: Con se jo
;

S uperior de En s eñanza y un [)irectcJr desig11a&lt;jo por
e J. r.:· .. E ..

**

:~ 6 / .1 &lt;) / 6 9

L.os P ro 1=es o ,.... e s d e E í'i se ñ c:1 n z a Se c Lt r1 el a r 1 c.~ ,,- e c. 1 ('.;' rn a 11
•
d
t
d E~ s 1 q r\ a e: l. oI rl d e l F' 1,.. o f e!.; o r· A r 1: L.t r·
111 Hl &lt;::? , l . a a
0
Rc&gt;driguez Zorrilla a la Direccidn Gener-al del
(:l\JES.
-

... .

1

•

•

1a

'

La VIII Asamblea ~lacional de F'r:ofe ~;ores de ~
E r1 se ñ «·:t r1 z a Se c Ll n d a ,,. i a e ~·! p ,,.. es a a n ·te e l 1::· ,,. e&gt; y e e: 'l: e, d f? l
F' .. E .. d e
C C) o r d l· r1 a e i · o' n de 1 a En ser\ a n z a " ( CO~-1 LJ F:· EN )
e¡ Lle &lt;:l r1 Ll 1 a 1: o d a p el ,,. t_ 1 e i p a e i Ón d e 1 p r- CJ t es o ,,.. c:.i d cJ e r1 l a
11

�F' é:"\ g :Lr1 a

7

No •

EL
11
11
,~~ R r· I GAs

•

INSTITUTO DE PROFE SORES
e o n ~&gt;e j o As es o r y e oí) s Ll 1 ti V o •

El movimiento de estudiantes , doc e ntes y egresados.
Conte}:to histcirico. 1957- 1990

I

1

ense~anza.

cor1dLtccion y orientacion de la

*E*l

12 / (&gt; 2 / 7 (&gt;
I
Pre s iden ·te de la Republica Jorge Pacheco Areca
decre ·ta la sustituci6n del Consej~ Nacior1al de
Edu c ac16n Secundaria por un Consejo Interventor
integra do por cinco personas por ~l designacJas.

*AD
* AYF' A(&gt;3/7(&gt;
,,.. e s Lle l ve

.

,

No a e e p ta r n in g Ll na de s igna e i.on
pa r a l a Direccidn del IPA qLle provenie s e de t.1n
d r· g an o c uyas actuaLiones constituyen f lag1,..ar}te
l. 11constl. tucionalidad~ prcJponer a l&lt;Js dem~s dr·denes
l a r e unidn d e l Clau s tro del IF·A~ e x pul s;ar d e s u s
f il. as a l a sociddO E f1,..ai11 F~ebollo Alvarezu
RE~ e o fn e n d é.' 1,.. a s lJ. s ci so·= i ad os 1 a re Ll n i o r1 d e S a 1 as d e
Eg 1,..esa d c•s p o r De pa r- ta;nen to a 1 os e f ec te)~:; de;
1uco0rd 1 na r l a def e nsa ante el i.ntento de
regr·es1¿n e n l &lt;J S pl a nes edLlcativos~ 2uaclar a r· a l a
o ~i i 11 .1. o r1 p Ll b l i c a 1 a ~=&gt; n e e es a r i. as ,,.. e f o ,,.. 11\ as en 1 o s
~

I

I

tnl. SiílOS .

**In i c i dc(&gt;4iclr1
/ 7&lt;)
de
F'e r" tn a11 ec e

**

1 L~ I

11

l a s clases de Secu11daria
e e 1,..1,.. ad cJ s el I F'?-) y e 1 I AVA.

y UTlJw

&lt;) ~ 17 ( &gt;

Es nomb rcid O interve ntor del IPA el Ingeniero Civ i l

De r1 l . s

*C*1

V 1 rl e: e

nt .

:28 / &lt;J 8 / 7 &lt;)
C\ Ll s Ll ,,.. a

de

e Ll 1,.. sos d e

Se e Ll r1 d a r i a y U T LJ 11 a s t el f i
bían sufr-ido clau s;uras

rl

de a~ou l_ os cu rs os h a
tempordl e s e n a lg Lt nos liceos y una claLts ura
ge11eral. e n tr·e el 1 C&gt; y el 2&lt;:&gt; de agostou

*S* r g1 e1 /

9 / 7(&gt;
1 Cj s ¡J ,,.. i

(&gt;

ro s
t&gt;aj &lt;J 1 a s Ll pe-~ 1,.. v i s i c)rl
111·· e s.; ·t é:\ d o s .
Ll

**

11

1 1~ /

(&gt; 9

fn e

11

li

cJ e

e e os

1o s

/ 7 &lt;)

F· o r- de e i s .1 e{n d e Lll- 1a "6 a.rn b 1 e a
s Ll ¡:;e ,,.. v i s .1 ci 11 ., ·f Ll n e i cJ r1a e r1 e l
e lJ n 5 (&gt; (&gt; a 1 Ll r-:- 1: .:J s •
¡1
1
1

- --

~

*1 11

1. 5 /

&lt;) 9

..

. ... -

1

p o p L.l 1 e\ ,,- es '
p ad r ·es e r1 l

i: L.l n c.~ i o r 1 e?. n cj 0
CJ e a 1 e s

de padres y ba j o su
e e r r C.l Llll L i e C-? o IJ l1 p lJ 1 c3 1,..
.. ..

'!\I

~tt

l

....... .,,.,

•

..........

-

••

/ 7 (&gt;
t e r· 1&gt;~· J e:\ c.. i C::11 e rl e-:~ 1 Se n ad o a 1 ¡v¡ i rl i s ·t ro d e
l:~ c:i Lle:. a e l. Ór1 y (' tl l. ·t Ll r · &lt;':1 :• F l e i tas !' se a e Ll s a a 1 &lt;3

•

•

.-..

�f3

EL INSTITUTO DE PROFESORES

~A~TIGAS''. Consejo Ases or y Consultivo.
El movimi e nto de estu~ia~te s, doc e nte s y egresados .
Contexto historic o . 1957- 1990

l n te r ve n tora de S e e Ll n dar i a de
f Lt ne ion e:.~ s • Re n Lt ne i a
De n i s V i. e: e r·1·t •
11

**

~~ .1 / ( &gt;9

11

Ll s Ll ,,.. p a

ci

o'n

de

e 1 Di re e: to r d e 1 I F;·A F' r cJ f .

1

·7 &lt;)
A t·.e rl t El r1 e cJ r1 ·t r ·a
LJ r1 i ve r ·s i d a. d .
1

**

14 / 1 &lt;) / 7 ( &gt;
Ma r cha de l a

rJ e&gt; m i. e i. 1 i o

e1

el e l

1:.-.: e e to r

de

1 el

,

Educ acio n del Puebl o .

**

2 8 / 1 (&gt; / 7 (&gt;
' , ex tr aor din a 1r i a del Congreso Na c ion a l
Re u ni on
Educac ion y la Cultura.

de

la

**

2 6 / 11 / 7·( &gt;
Cese co mp u l siv o d e 2 &lt;) 0 0 profesore s. Se constitu ye
Llna Asam b lea d e Do c e nt e s de Ense~an z a Sec un da ria y

u-ru .

*

~

13 /

C) 5

/ ·7 1

E l Con s ejo in t erven·t or de Ense~anZ ci S ecur1da r ia
queda si n efecto por decreto 356 d e e st a f ec:ha ..

**

13 / ( &gt;6 / 7 1
E 1 F' ¿, r 1 e:\ fn e r1 ·to se:' n e i o r1a 1 a Le y 1 3 9 7 .1 q Lle e re a 1 os
Co11se j os J r1 t er in os el e Enseñan za SecLtn da r ia y &lt;je 1 a
UTU y la Comi.s i dn Coor dinadora d e l a Ense~anza .

**El

1 2/ 1 1 /7::~
CEIPA comienza una camp a ~ a d e con cientiz ac ion
de pad1,..es de al.umnos d e En s e~an z a Sec u nda r ia en
to r- n o a 1 a L.e y de i::: el Lt c a e i o n 14 . 1 ( &gt;1...

*El
*

I

/ ( &gt;1 / 7 3
Pode r Ejecutivc&gt; p r- o mulg~ la L e y 1 4101 con o cida
e- C) me:&gt; 11 Le y d e E d Ll e a e i e) n Ge n era 1 11 , por 1 a e Ll a 1 se
cr-ea e l CONAE (Can s e .jo Na cional
d e E d ucacion )
lllt~?va ~1e r· s c&gt;r1a j Ll l,.. :f..cj ica co11 Ltn Cor1s e j o l)i r e&lt;: t:. i vo
8Ltt6nomo de igual de n o min a cidn. E n s u ar ·t í culo 16 ~
inciso 10, se~ala &lt;~Lle le compete a l CO NAE
o ir· g c:t ,-, i z a,,.. 1 a f 0 r ma e i ó n y pe r f e c e i o n a m j_ e rl to d e 1
per-son al docente, a n i v el nacion al .

**

( &gt;4

27 /

(&gt; 6

/ 7 ~.

..

.. • r • ... .....

1
•

•

"' "'

,

• t•

.-.

'

•

I

El Pode r EJec u tivo dec reta la di s olucion d el
F· a r · 1 ame n ·to .

,t .. .. ...
..
: 1

~

�F'agina Na.

9

I , .

EL INSTITUTO DE
"AF\ ..r I GAS 11

PROF~SORES

Consejo Asesor y Con SLt 1 ti"'º.
El movimiento de estudiante s~ doc en tes y eg resados .
Contexto histciric o. 1957-1990

~~

*

&lt;) ~. / (&gt; 9

•

/ 73
I

Se produce la destitucion del Profesor
Castellanos. En el IPA es nombrada Directora la
Profesora Marta Cha rlo ne de Barbitta.

*Se
*

28/ 1&lt;)/73

**

(&gt; 8

I

decreta la inte rve ncion de la Uni versidad.
Rector F'rof. Edmundo Narancio.
/ 11 / 7 3

La FEUU por unaninlidad resuelve incorporarse a l a
huelga general de las gremiales de la e nse~ a nzan
CEIP A vota afir~ativamente a favor de l a hu el.ga ~
por decisidn unanime de 700 estudiante sM

**

(&gt; 4

/

(&gt; 2

/75

Se dicta en esta fecha el Decret o del P . E . Nro
203 , ¡J o r disposicion de cuyo articulo 11,..0 .se
d ecla r a n intervenicJos el Consejo Na ci onal de
E d Ll c el c i ~ n e:\ s i e o rno 1 os , Con se j os de Ed Lle a c i ó 11
Primariaq Secundaria Basica y Superio r y de la
Universi dad del T raba jo del Urugua y, de signandose
con L a lidcid de interventores~ un Rector· y ur1
Vi e e r- 1,.. e c to r de 1 C O''' A E y se 11 dos D i ,,-e e: to 1"· es
Gene rales y Su bdir ec tores Generales pa ra lo s tres
Co11sejos depend i en ·tes~ con las f acu ltad es,
cometidos y d e bere s a t1,.. i . bLtidos por 1 a Ley de
Educacibn General 1 41. 01~ a los Con se jos
i11 terven idos.
I

1

•

~&lt;

*

I

~~e) / () 1 /

77
El cuerpo in tervento r del CONAE cr ea el Ins t ituto
Ne:\ e ion a 1 de Doce ne :L a " Ge 11 era 1 Arti g a s " ( I NADO ) e 1
ctJal ab arca Instituto Magisterial S up e1,..ior,
I n sti tuto Normal, In stituto de Profesores
"Artigas ".

*~-

1 / 12 / 81
L.os estudiantes d e l IPA envian carta al Di rec t or
iel _$ema1·1a rio OP IN AR denunciando el b ajo ~ ivel eje
f os ooLenfes de lo s Institutos d e Form a cion
l)oc e 11 te .

**

(&gt;

: :;

&lt;) / &lt;) Lj. /

82
•

/

t

•

, • ..,

Se fLtnda la ASCEEP (Asociacion Ci~il y Cu ltLt r·al ele
los Estudiantes de la Ense~anza P~blica).

..

... .

�•

F' a q- i n a No •

1 (&gt;

•

11

EL INSTITUTO DE PROFESORES
l~R T I GAS
e on se j o As es o r y e on s Ll l ti V o .
lt •

E!

mC) v l . rn i en to de es t Ll d i a n te s

!I

do e: en t es y

Contexto histcirico. 1957-1990

**

()4/83

Se incorpora ld FEUlJ (Federaci~n de Estudi.a11tes
U11iversitarios del Uruguay) a la ASCEEP.

**Se
**

·c::
(_)
._I I 1

9-r
• ..::,

ASCEEF~-IPA.

cons tituye

21 /(&gt;9 /83
Re e: 1 C:t íl\ os es ·t Ll d i

C::\

nt

j _1 es

en e: a r ta e 1 evada a

Directora del INADO Centro I I : Alicia S. eje Di
L eo r1 i ~
' d e turnos nocturnos (20-24 ~Is.)
- reimplantacion
2.derogacicln del ac tual reglamento e studianti l.
- pos i b i 1 i d ad d e Ll s a ,,.. 1 a ca r te 1 era es t Ll d i a n ·t i. 1 ..
1 () ' 8~
Reclamos de estudiantes del IPA en to1~ no a la s
s i gLtie11tes cuestiones:
. .
-repos icion del turno nocturno
- derogacidn del reglamento de p~rdid a de la

**

•

I

·-•

(

ca lidad de estudian ·te.
,
-posibilidad de rendir examenes l i b res
-carte lera estudiantil.

**

12 /

Co m Ll n i

(&gt; 4

/ 8 .a.

ad o de AS e E: E F' - I F· A a 1 os es t

i a n te s do r1de
e &gt;: ¡J re c.;5 a n s t.l s p t"" i 11 e i p a 1 es re i v i n d i e a e i o 11 es :
- derogacidn in1n e d1.a ta con car~cter re t1,..oactivo del
,,.. e g 1 a tn e 11 to de p é ,,.. cj i da de c a 1 id ad de e =&gt; t lJ d i c.1n te ..
- r ·es t i . t Lle i Ón de 1 C:\ Ll té n ti c o t Ll r na no e t L.l r n o ( a
e

Ll d

p a rti. r d e las
, 20 Hs .)
--habilitacion de Ltna cartelera para el Lt so
exclusivo de l os estudiantes y bajo su
rE.~s¡::&gt;onsabi 1 id ad .

**

(&gt;5 /BLI

Un a de l as agrupaciones gremiales d e ASCEEP-ipa
( 1=· a t.1·- i a Joven ) p r.. o f.J o r1 e en t re o ·tras e C) ~as 1 a
r·e 1 nsta l aci dn del CAC.

85
l_a Ag r Ll pac .i. o~ 11 2&lt;) de mayo 11 in teg ,,.. a SL.l l:J 1 a t _c:1 form a
I
,
e o n l a r- e i v in d .i. e ¿1 e 1 o n de 1 I F' A a tJ ·t cJ 11 o mo y

**

e &lt;J g o b e 1,.. 11 ad o •

*E-ie
*

(&gt; 3/ l35
co11st i tt.tye

..

--,. . ..
'
la C~omis ion
I

p ara la r·ec c1mpo si.ci or1 del

••

.....
•

.

•

Intergremid l de Es tud i.o
I F' A :i i.11 ·te g r«:;\ el ,~ p o r

eg res ad 0 s •

�F' a g i n é\ No •

11
EL INSTITUTO DE PROFESORES
'_'Al~-r.CGAS " •

El

Co11sejo Asesc)r y Corl&lt;:Lllt.ivo.
in o vi m 1 en ·to de es t Ll d i a n tes !' d 0 ee 1-, ·tes y e g re 5 ad 0 5 ..
Con te}~ ·to h i s to'r i e o . 1 9 5 7 - 1. 9 '1 (&gt;

d elegad os de ADES (Asociaci~n de Docentes de
E r-. s e.:i ñ a n z ¿, Se e Ll r1 d a r i a ) , AD I F' A ( As o e .i a e i ~ n de
Docentes del IPA) y CEIPA.

*Se
*

28/(&gt;3/85

'
sanciona la Ley 15739~ creandose
la
?-) d mi 11 l. s trae i Ó11 Na e i o r1 a 1 de E d Lle a e i ci Fl F' ~lb 1 i e a
(ANEP). Al Consejo Directivo Central (CODICEN)
compete organizar la formaci6n
y

le

·~erfeccionamiento

del personal docente, a nivel nacicJnal pudiendo
realizar convenios con la Universidad de la
Re p Lt b l i e a • ( Ca p
I V , ar t . 13 , in e • 11 )
u

**

,
E:L CODICEN recibe a una Comision i.ntegrcida por los
t r · es o' r el e 11 es q lJ. e so l i e i t. a L\ n Es t a t Lt to de l I F' A q Lle
e o 1-1·t e rn ¡:J l e l e:' .· &gt;o s i b i 1 1 dad d e o r g a r1 os de g o b i e r n o
e o g o b "=' ,,.. r1 &lt;:t d o s ,,
(&gt; 2

/

(&gt; 4

/ 85

I

**l r- r

~.) C) / (&gt; 6, / 8 5

1 I F' A de f Ll n e i o na r i os p o 1 .i e i a l es
acompa~ados del presidente del CODICE~I Prof ~ Pi.vel
D~voto, lo cLtal nlotiva la ocLtpac1Ón del If::·A ~101,..
parte de los estudi.ntes.

**Los

L1 pe i

C) 1

/

o r1 e r:

(&gt; 8

•?

/ fJ 5

es t Ll d

I

p 1 a r1 te a n en 1 a C o mi s i. o n
I.1t..:rgr·emial, la pc:&gt;sibilidad de reinstalar- el CAC ..
El Cl~IPA manifiesta su repudio por las medidas
i ,, . . _ 2

s

del CODICEN . Reivindicarl:

r-epres1vas
-Cogobier-110

-Reor-denanliento docente
'
-Derc.1g¿,c ion
de 1 Acta 8
-Li b1,..e 1ng r-eso
- -r Ll ,,.. f' o n o e t: L.t r- n o

*C*o m

(&gt; 9

/ (&gt; 8 / 8 '5
Ll n i e &lt;::1 d e&gt; de p r- e r1 s a • F' a 1,.. o
p r~ o h i b i e i o 11 d e r- e a 1 i z ar- l a

::... os

e s

-CAC ..

·t

Lt d

i. ¿, n ·t

e s

Cogc&gt;IJ1~r-no

-F· 1 a 11 e s

y

a e t i v &lt;J a 11 te 1 a
11
Se ma 11 a de 1 a C Ll l ·t Ll r- a

íl º rMe:-:, 11 p o r- :

..
F' r· o g ,,.. arna s

e l. a b o 1,.. ~\ d os

p o ,,.. l os t. ,,.. es

I

cJ r c1 e rl e· s •
--F· resLl pLleS to digno rJa r-a 1 P erl se-:ñ ;\'!:. ::: •
·-f.:"\ e el 1,..d e 1-1atn1 en ·to dar: en te to t .a l •

•

•

•

11
•

��</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3321">
                <text>Consejo Asesor y Consultivo : su significación en el marco de la disputa por el control de la enseñanza</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3322">
                <text>Educación</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3323">
                <text>CONTERA, Cristina.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3324">
                <text>Contera, Cristina.&#13;
Consejo Asesor y Consultivo : su significación en el marco de la disputa por el control de la enseñanza / Cristina Contera.--Montevideo : FHCE. ACE, 1991. [ca. 35] hs.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3325">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3326">
                <text>1991</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="37">
            <name>Contributor</name>
            <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3327">
                <text>Bach. Gonzalo Marín.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3328">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3329">
                <text>Libro</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3330">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="422">
        <name>EDUCACIÓN SUPERIOR</name>
      </tag>
      <tag tagId="421">
        <name>FORMACIÓN DOCENTE</name>
      </tag>
      <tag tagId="423">
        <name>IPA</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="299" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="530">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/cc1c62d3198d71b302fbbd2383a8bd2b.pdf</src>
        <authentication>d91896e6259853b8f1c681d1c6f42ddf</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3342">
                    <text>s

p ci s e la iolencia e
na 1·ativa la i oamericana

•

•

a

•

(Asturias, Rulfo, Acevedo Díaz/ Quiroga)

Sylvia Lago
Ame 863.6 LAG esp
Los espacios de la v1olenc1a e

111111111 •IJFtfCE
11 1111 11111111 11
•S1~ts6 •

•

•

•

Universidad de la República
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Departamento de Literaturas Uruguaya y Latinoamericana

"'l
".1 ·~ (D
1 .~. 0'º

•

�r

•

•

••

�Los espacios de la violencia en la narrativa latinoamericana
1) Asturias: El escenario del terror
11) Rulfo: El desolado espacio de ''otro mundo''

111) '{\cevedo Díaz: El espacio de la lucha
IV) Quiroga: ''El desierto'': azaroso espacio de la nluerte

�•

'

•

•

�5

PROEMIO
1

En este continente latirloamericano donde los espacios de lo 'real-cspan ~oso''
y d la irrealidad suelen apena~ separarse por llna sutil línea de vértigo -y sicr pre
aproximan de modo tal que se hace difícil diferenciarlos en el plano del art - l
semiótica concede cada v z mayor importancia a la significación que poseen las
apoya t11ras fi sicas sobre tns cuales se clesarrolla la acción ficciortaJ, así se trate de u11
cscc1,ar1(&gt; teatTal o de los cspacicls que of1 iJ n de marco referencial en el devenir
n arrativo. Estos usítios" -que rec1arnan del lector 10 sola1nentc una "postura"
1rnaginar:ia visual, sino ta1nbién ligdda a otros aspectos sen&amp;lrj les: auditivo, táctil,
olfativcl -vi11cula11 en fortna estrecha actantes y actancias y detcnnitlan una i11lporta11tc i nterr lación -que opera en el carnpo del con textualidad- _ntre otros ''espacios'' ~ i, 1, ps1&lt;.:ológico, religioso, mítico, fantástlco- de los que tan1bién debe ocuparse,
p. rd la cabal comprensión del texto, la critica del di ursa literano.

En la Jitcratt1ra la tinoarncrit:ana estas ár las d\:'. la creación que funciorlan corno
s11stc1ll&lt;l de la acci6rl relatada, aparecen frecuentemente signadas por conlponentes
h11i)acta11tcs y cor1n1&lt;&gt;cionalcs: la violencia se perfila en estos textos no sólo en el nive l
temático (hccl1os co\lctivos que van d tem1ina ndo el avance del disctirso, encrucijadas "i ~ violc11cia que pautan la tran1a y dcfirtcn el e nlac ) sino que cr a también Ja
tanó fer&lt;• '' la que se sumergen lo persotlajcs, &lt;)nginando un especie de sobre
r.s1.1acio cc)ntamintido(ie fu 'rtc cmo io1la]1(iad; esta se trasn,it rápid ment al receptor
d ' n1odo tal que ne&gt; le cuesta d enklsiado acc ·d •r a esa "atmósfera" envolve nte que
st1scita 1texto, compenetrándose -y comprometiéndose, más allá del "placer de leer''
con lo ~x'rsonajcs, StJ~ peripeci y vicisitud ·s
En ~ tal prf&gt; imación al tema de la viol 11cia e1l el discu rso n rrativo Jatinoam ..._
rira no 1los OC\JiJarcmos -cstalllecicndo cierto cort s diacrónico que nos permitan
ª J' r !Cil1 r coi' n1ayor pro(u11didad las vana~iont.~- de algur\C&gt;S espacios cl&lt;tramente
defirlidos en la narr,1tiva latinoanlcricana &lt;y pl1rticularmcntc c111 uruguaya), formaliz ndo, a los cíect&lt;Js del análisis, una con1plcnlcntación etllre das (or11u2s de manifc t rse 1c.5pacio físico en el devenir ficcional: el espacio abierto, en el ctial la naturaleza
(Jficia de 'vcnt11al partícipe -adversario o solidario: sucl procil1cir5'.' 1111 proct~ de
ht1mani?.aciótl q••c a menudo somete al individuo a una ardua 11 i11tcmpcric" cxistenial -, y el e;pacio cerrado, quevincularem&lt;Jsa los recintosoclusosdondce1 sujctocun1plc
s u JX!ri¡x.'&lt;..'ia sonlctidt1 a fut-rz.as de dominio y represión que dctcrnlinan, modificánd&lt;,Ja.., irlexorablenlentc, sus opciones vitales.

�6

En c1 primer gn1po daremos cabida a las acciones que se desarrollan en lugares
abi&lt;!rtos, ciudadnnos o rurales: plazas, portales, explanadas, calles., caminos, cruce de
scndcrc&gt;s, 11 nnt1ras, e tc. En el segundo grt1po atenderemos a los escenarios ccrrad oc;,
d ond e la vio]c11cia se eje rce d irectame11te sobre eJ espacio corporal ("cue rpo-políti&lt;:o",
"esce11ilrio del i11fie,.no", segiín Jo señala M. Foucault en su obra Vigilar y castigar,
Mé. ico, Ed . Sig lo XXI, 1987), genera ndo una atmósfera de angustia sombría q ue
s11¡10ra lri i11stancia indi\: idua] d el personaje urgido por la coacción.
F.

tiuc a parece ya en las novelas ftJrldad c,ras d e 11ucstra JitcrattJrli,
cc&gt;J1ll&gt; " f!I IJ ' rillU i!lo S. r11ic11lo", de Fernándcz d e Li zardi, cobra singula r i rn porta r1cia
a 1n c'ditia cpic Ja vi lencia se ejercita con mayor r jgor y vesania en el campo po líticosocial de La Li11oamérica; e11 este siglo aparece ºf'ificad o e n las novelas sobre el díctndor,
q e cclr1sti ttrycn t1n ciclo p erfecta mentí' carac te ri zad o . Nuestra apro,·imc:tción al tema
11.J r.. ll' Ctlmplirs • I n1biér1 en el niarco d e es ta narra ti\ra, a unq tie en la \1aria11tc espncioabicrlo, OC Uf ; 11 n11os de u n texto modélico, El Señor Presidente (Ccipítu lo í) de M ígucl
A11gcl AsltJr ias (at1tor ql1e ta m bién tra tará de forrrta cjcm¡Jlar, er1 Ja misma no\.-ela., el
r~pacio oclr o ) sea lod&lt;ts las peripecias \ 'Í\1 idas en la cárcel, recinto de represión,
tnrttira ntticrlc). Se. n lizar(i n asitnismo o tras \1a ria ntcs del cspacio-abzc.r lo, 111'"'1 lídas
n rcl ~tos d Eduardo Acc\·cdo Día:z, Jua t1 I~u l fo y H oracio Quiroga.
lC' "espacio'',

1

' nrc de in,1cstigación actú co11lo an tecedente c11 ~cJació1' '11 corpus ·
lttcrar10St..:1 JOnado p.'.Jr el proyecto q ue aclt1almcr1 te di rige)' realiza l::i au lora en el
D p tlll111 nl deLitcr t1 ra UruguayayLatir1oamericana(F.H.yCE.).. enu ufrttcto
Este

del ' ttll 1 d Dedicación Total. (El pr ycctl) se de n omina,,~ odalidadcs del discuro n. rralt\ t1rug\;1ayo de 1 s ú ltirnas llécad.1s (60-80)º). En este sc11t1do, tuncio11a
&gt;rno ''º' 1 r f)tlC la ~e a11alisis 1ntcr1Jrcta tivo de los textos aqltl presentados, que
ªI unt 1
alar el cornponcntc ,,iolenci Cl)mo un factor c1uc afc La pnoritariamentc
t1n
tordc tan rrativa latino m,c1icar1a ytJruguay delos 11lt1mosdecenioc,
a11n
i1 rf1lab,1 C'n ol&gt;ras del iglCl pns do y ticcors1iczlzos de siglo Tal c&lt;1nsta11te
i , r,~ ter 1nsosla1' ble en el período dc:li111ilado p &gt;r 1 provcct c11 clabo1 ,, l 1blJogr fi referida a C'St terna csl,í adscr ipta al p royecto qL1 ri l 1)rescnt()
il10, por l c,1 t sólo-;(' adJu21t a este "avance" u na 11 ·ta stJmaria de obras
a
q •r' dr · u 1 tt atura a las prim ra ~t pas del trabajo).
1"'

�7

El escenario del terror
El Portal del Señor en la novela El Seii.or Presidente de Miguel Angel Asturias
Publicada en México en 1946, muchos años después de haber sido escrita, e-sta
novela recompone en el estrato ficcionaJ el período del terror impues to en Guatemala por el dictador Estrada Cabrera, aunque como en el caso de las otra~ obras que
integran el ciclo de la novela sobre el dictador latinoamericano (la" principalc SOJ1:
Yo El Supremo, de Roa Bastos, El recurso del método, de Carpt&gt;nttcr, El otoño del
Patriarca, de García Márquez), no se inspira en un único modelo sino en \'arios,

constin1ycndo el personaje del déspota-como observa Mario Ber\c~etti en S\1 estudio
El Recurso del Supremo Patriarca, México, Nueva Imagen, 1979) un "ente promedia}" . A propósito de este tema cita Bcncdetti a Carpcntier y sus declara&lt;..:ioncs acerca
del protagonista de su novela sobre el dictador: #Medio en serio, medio eri bronla,
Carpcnticr inclt1so ha llegado a decir que su novela está construida con url 40o/o d e
Machado, un 1Do/o de Guzmán Blanco, un 10% de Cipria no Castro, un 10% de E trada
Cabrera, un 20% de Trujillo y un 10% de Porfirio Díaz, sin perjuicio de reconocer &lt;1ue
el personaje contiene, además, ciertas características de So1no7~1 , de Jt1an Vic l\te
López".

A partir de una visión defarmada de la realidad, magnificada hasta la desn1est1rt-1
por el uso de la hipérbole, Asturias presenta un mundo alucinante, pesadill(: 1, qt1 ~
va dcslurnbrar\do al lector con poder casi hipnótico, y tras ladándolo a in1i n1 lla ia
los c.·sccnarios de terror donde se sentirá obligado a convivir co11 re~ 111c)nstruosos,
espan tajos humanos deformados hasta la a11imalidad. El uso de un i1un1or saícá .. tico, -se le ha con1parado al de Buñuel- contribuye a crear t1n subr11undo grot ~ o que
revela en sus si1nbolismos una concepción trágica d e la situación a la cuaJ, en última
inslancia el autor describe para objetivar s:u denuncia. o es azar qt1e e l tc11u de est
novela -que comenzara a gestarse alrededor de 1922- ha)"ª surgido 1n1 iaJn1 nt en
forma de cuento, que Asturias tituló "Los mc1ldigos politices". El autor relata de este
modo su gcstació11:
1

"Un grupo de a111igos y yo -César Vallejo, Arttiro U-Jar Pietri, el nc,vcli ·ta
venezolano- nos reuníamos a contarnos cuentos)' anécdotas sobre las dictad 11ras que
habíamos conocido. Sin duda yo había guardado en alguna parte todo lo qtJC h,1bía
oído de Estrada Cabrera, y comencé a recordar cosas. Las con taba c11 V&lt;)Z alta.
Entoncessemcocurrióque "Los m endigos políticos'' podíaconvcrtirsce11 algon1u h

�8

más amplio. Así fue como me puse a e5C.ribir El Señor Presidente. Lo hablaba antes
de escribirlo. (... ) MiPntras t.~cribía me contaba yo rrdsmo la historia, y no quedaba
satisfecho hasta que sonaba bien. Podía recitar capítulos enteros de memoria".
(Citado por Luis Harss: "'Los nuestros'', S11damericana, Bs. As., 1981 ).

La declaració n e xplica el carácter oral, la fluidez inmediata que busca a veces
incorporarse al discurso narrativo, y e xpresa también el propósito de apoyarse en
hechos rea,les d elimitados históricamc11te.
El Señor P res iden te combi 11a Jos espacios físicos de la v i0Je nc1a no sólo en el plano
s trictanlcntc ma terial, sino, en e ficaz vinculaciónde atmósfc ra, acción y s imbologías,
. n niveles qtic la trasladan a Jo semántico, lo fónico, lo sintáchco .

Para rluestra primera ap~oxima ción fija remos nu estro p unto de mira e11el Capít'"Jlo
I de la novela, c11ya incidencia e n el desarrollo total es notorio en cua n to que en esta
u11idad
concentran los principales lineamientos que seguirá el cotnponcnte
"v1olc1 cia'' en el desarrollo de la lTarna narrativa, a part ir d e u n escenario particularmc11tc d scri¡&gt;to y deslindad con tota l precisión.

El l'orta l del Se1io r
Diseñado es ·iaJ·n1ente sobre estratos de significación antitéticos que se irán
m¡,liari o e int n~ificando en capíltJlo posteriores, la bipolaridad sémica funciona
en el Ccipítulo 1 desde cJ título ("En el Portal del Señor''), aludiendo, e11 ur1a etapa
ini ·al, a un lem 11to de apoyo ( scen rioJ sobre el c1Jal l1a de f&lt;)calizarsc la acción. EJ
nm r sustantivo (''Portal"), al que se agrega pve\ iamente el sentido deíctico aporta·
do por la prcposi ·611, n1 1 n1e1 ta su carácter 1101niraativo al combinarse con un
i1omlJr, propio u , n el lenguaje re1igioso, ªJ'arece como una de lasdenomin1..ciones
tribuid, sa Dios Aur\ u cir:.dica unespacic,cot1crct&lt;),dcli1nitado,dela ciudad, puede
ll r1r as1n1ismo {f u11ción ricc1tadora y complen1c1ltaria propia de los componPntes
p rate tuale , egú11 G ne t ), un dobl interp~eta ión n cuanto a la p sible inlerli t. oón d ·lo sustar,ti ros 'crarquizados por el autor en el tftu1o y primer sub ítulo
d 1 n v la.
1

1

Título: El Sciior Prcsi1le1ite
Pri111er ubtilulo i11dici 1 (Cap. ): ''Eri el Portal de l Señor''
spl1 g en torno al nombre ''Señor", que al;re, por

�9
lo menos, la posibilidad de una doble interpretación ya que puede aludir al sentido
de la denonúnación religiosa y -en un universo ficcional que estará regido JX)r una
voluntad omnipotente(ycasi omnisciente), la del tirano-también puede referirse a ese
poderío total que convierte al "Señor Presidente" -poseedor de bienes y de hombresen el ordenador de todo cuanto existe en la ciudad que gobierna.

En el primer párrafo de la novela el lenguaje privi1egia poétican1ente la fuerza del
conjuro con que se iniciará la acción en un mundo regido por las fuerzas del mal y sus
representantes legendarios; la invocación al espíritu satánico, simbolizado en la
preser1c1a del ''angel caído" (Luzbel) con su doble atributo de maldati y belleza, se
realiza en series poéticas paralelísticas que admite n su ordenación siguie ndo el
esquema del verso; no es azar esta técnica en una novela donde se recurrirá constantemente al componente poético:

"Alumbra, lumbre de alumbre, Luzbel de piedra lumbre! Como zumbido de oídos
persistía el rumor de las campanas a la oración, maldoblestar de la luz lumbre de
alumbre_, Luzbel de picdralumbrc, sobre Ja pcxlrcdumbre! ¡Al umbra, lun1bre de
alt1mbrc..., alumbra, lumbre de alumbre, alumbra, aluml)re ... Alun1bra, llzrnbr ~de
alumbre... , alumbra, alumbre ..."
El "clima'' de la novela comienza a insiriuarse: la luz de los infiernos,. la presencia
todavía indefinida del demonio invocado, Jos 0 ~1ucstos v;suales -sombra, luz- la
prc.--sencia de las campanas que ahogan su voz en eJ oscilar de la letanía que con1pone
el conjuro, el entido de sonoridad onomatopéyica que va indicando eJ cese del n~n1or
de las campanas que llaman a oración; no hay, todavía, ni1,guna referencia a pcr5'.&gt;najcs o lugares; sólo se nos ubica en una atmósfera a la que nos ir mos acostumbra11do.
Apenas una alusión simbólica a lo que luego será literalmente in cor¡ rado como presencia real: la podredt1mbre. La repetición si11011ímica da sin duda un indicio para la
orier1tación del lector hacia tina situación 110\ elística que se ampliará de inmediato.
1

1

En el segundo párrafo comienza a desarrollarse la pcrspc..-cti\1a espacial: el au tor
otorgará detalles atinentes al sitio concreto de desarrollo acta11cial: en cuanto surgen
los personajes ese sitio se convierte en escenar· o }' como tal recJan1ará del lector una
postura contemplativa, volviéndolo fX&gt;CO a poco un "ojo testigo" ante 1cual (mediar~­
te una definida técnica cinética) se producirá Pf desplazamiet'\tO de un dctermin do
sub-grupo humano (105 pordioseros) q11cdurantc eJ dia use arrastra" -no camina- por
las zonas aparentemente desiertas de la ciudad en estado de sitio, para aglutinarse
durante la nocl1c -en medio de la oscuridad, con1poncntc cla ve para dar la atmósfera
de la nove la- en el ''portal" donde intentan descansar o solamente pasar las l1ora en
una cercanía de miserias que ni siquiera comprenden.

�10

Es' amos, pues, en la coordenada espacial, a la que accedemos por medio de la
mención a un desplazamiento que, en progresiva amplificación escenográfica, hará
prevalecer deliberadamente los ''esp~dos'' ciudadanos donde se ejecutará la violen•
cia:

"Los pordioseros se arrastraba11 por las cocinas del mercado, perdidos en la
sombra de la Catcrlral helada, de paso hacia la Plaza de Arrnas, a lo largo de calles t.an
a 1lchas correo mares, en la ciudad q11e se iba quedando atrás, íngrima y solar'.
El verbo sugiere una moda idad especial del desplazamiento que alude ya ~ la
degradación física de los personajes: los pordiosero se mueve1~ a rar, de tie rra, como
gusar1os, ligados cr&gt;rporaln.enle a los espacios Ciue deben recorrer, movidos por
iri~oslayal,l cs e irlmediatcJs j ntercs.es desobrevive11cia. En toda la novPla el esp cio físico
h de ver í11limaTI\Cnte uniao -a veces confundido-,:on e1 espaci.o soc.ol; a1nbos (e' (.1ue
ctJnstiluye specificamente la apoyat Jra Je los petsonajes y el que óllos n1ismos, cor-10
agl tinació1l de cuerpos acosados ¡:'{&gt;r el terror, co ns ti~uye••&gt; SE: comple me ntan r 'l
f i•11ción dc1 mensaj~ proyectado extra text ualmente 1naiuralrr1ente vinctllado a
propuesta ética de Ja nO\'ela: severa rondena al sis'e;na de opresiórt ·nstat•rado por r.J
tirano,, rélación con el contc to hist" iico lat:i r1oameric. no do11de esta clase de dictaduras - ar4u ·Lipic ., e 1 cs•c caso - resultan, tal co1no lo seña la .l\ngel Rama en estudio
S&lt; bre 1 lS d ictadore latinOd01eri canos y SU proyección en la fi cción literari;, uuna
pl g. , u1 a ofensa insóJita, agravia r1te, para Ja 'razó11' de los pueblos'').

'ª

Esquematizam&lt;)S de inmed iato, e11 U'l Primer Cuadro i11terp1 etativo-ordenador,
loses actos con t dt.:signados )' u rclació11 co11 el gr1 1po htJ ma no degradadl1 que
os ~

fiie.

CUADRO l Ce t rior)

c-r A TI.S

.A.C 10

ESCENARIO

s

a-b-c-d-c

arrastrab n
a) ¡tar la.r; ocinas de los 11iercados" (Sitio do11de zn ndigaban y rc{'ogíar\ restos de
cum1 ic1, 4.i s 1 icios ue lu gu apar •ce án me11cior:aad s onstituycndo el código
ali1r1 r1tario ~t1e Of'&gt;Cra CJl este submur1 o).
b) ''perdidos r;,i la 50,11b1a de fa Catedra111elada" CPriorjzan1os 1 adjetivo que hace
aJus16rl 1de: n1paro., la ab~l l1 ta sol a en la que
11cue11 tran lo'"' n1e11d.igos: Ja
_.,,( r 1im 11c ¡Jara ellos u11 p se cia t'ostil. aquí stl rias comenzará a \riole11tar

�11
el sentido simbólico tradicional de un monumento religioso ligado a conceptos como
el de solidaridad, encuentro, cercanía física y espiritual de un núcleo humano
hermanado por una fe común; los mendigos están perdidos" metafórican1ente: no
porque no sepan orientarse en el lugar por donde transitan cotidianamente sino por
el vacío espiritual que los caracterizará; la Catedral los aisla en su sombra, les niega la
entrada, les presenta una faz de rechazo total : "Catedral helada"·clespaciodc tránsito
es aquel donde se proyecta la sombra del edificio; es decir, un sitio solitario y vacío,
donde sólo se acumula la oscuridad).
11

e) de paso hacia la Plaza de Armas" (Continúa la técnica del desplazan'\iento; los
personajes avanzan hacia un punto común de destino: el Portal del Señor, c11 el límite
de la ciudad, y deben atravesar la Plaza de Armas, "espacio'' de Ja ciudad qt1e nos
remite al orden militar y va instalando, mediante la sola mención de los nombres de
los Jugares recorridos, los principales puntos de apoyo que habrán de sostener la
"estructura del poder'' del Señor Presidente la iglesia, el ejército).
1

'

d) ºa lo largo de calles tan anchas co1no 1nares'' (El referente espacial apart~ en u11
plural que indefine e ig\1ala todos los canu11os del dcspla zamie1lto n1ediante el sentido
implícito en la comparación: calles/tan ancl1as/con10 mares. La relación de 10 ~
términos compara ti vos marca otra vez, en la alusión a la doble instancia espacia] (a io
largo - anchas como) el vacío exterior -que se corresponde con el interior- de los
pobladores de la ciudad silenciada).
e) ''en la dtidad que iba quedando atrás, it1gri1na y sala". El recorrido de los pordioseros
está ya claramente demarcado: desde Jos mercados, pa~1ndo por la Catedral, desplazándose por calles desiertas, que los van alejando d l 11úcleo urbano para arribarlos
al límite de Ja ci udad : al Portal del Señor, 1ugar último de su trayectoria. El espacio
es ahora calificado co11 dos ad jetivos que refuerzan el se11tido domina1\l&lt;C~ en toda la
secuencia: "íngrima", u sola"; el primer adjcti vo -que sig11ifica "aislada" - pt1cdc aludir
a la relación espacial que realmente se establece cuc1ndo lcls pordioseros se alcja11 del
cc11tro urbano, pero sin duda también a la condición propia dela ciudad dominada por
la violencia; el seg11ndo amplía Ja connotación relativa a la soledad q11e campea en el
esce11ario y también en la interioridad de los perso11ajes: porque "sola" 110 indica tin
vacío o despoblar11iento de habita1ltes de la ciudad -que seguran1entc- ~ tá1l o-ultossi 110 el estado interno de los pobladores, la soledad promovida incvitc blem nte por la
situación que se vive).

En el tercer párrafo u1\a referencia cronológica atinente al momento del cncuer1tro
y a los conjuntos comparativos (q11e se sitúan en los extremos de u11 ej bi¡..lOlar): "ta

�12
noche los reunía al mismo tie1npo que a las estrellas'', p rom ueve, en el orden espacial,
contenidos figurativos que permiten al lector visualizan te un juego de antítesis entre
el suelo dof1de han de amontonarse los mendigos para pasar la noche y el espacio
elevado, ascencional (ligado a la luz) sugerido por e) panorama astral.
Cumplido ya el desplazamiento -y luego q tJe se ha instalado plenamente eJ clima
de violencia social m )diante la acelerada descripción de los gestos y las fo r 111as d e
relación que entrelazan a los personajes en decid ido proceso de deshumanización:
"Se juntaban a dormir en el Portal del Señor sin más lazo comtJn que la miseria,
maldiciéndose unos a otros, insultándose a regañadientes con tirria de enemigos que
buscan pleito, rii1endo muchas veces a codazos y a veces con tierra y todo, revolcones
eil los que tras de escupirse, rabiosos, se mordían . Ni alrnnhada ni confianza halló
jamás esta familia de ¡&gt;arientes de basurero. Se acostaban separados, sin desvestirse.
y domiian como ladrones, con la cabeza en eJ costal de sus riquezas: desperdicios de
carne, zapatos rotos, cal,os de candela, puños de arroz cocido en·v ueltos en periódicos
viejos, naranjas y g11ineos pasados",
el autor r&lt;!Clama del lector (mediante la directa mcnc,ón en el discurso al verbo
"ver'') la visualización de los personajes instalados, ya, en su propio escenario (el
epi dio f u rda algunas escenas bíblicas del Antiguo Testamento, llc,1adas a cabo
en e .. pacios a J°ertos, recuentemente en las puertas de las ciudades donde los
habitan es
~1Jnían para sus negocios e intcrcan1bios).
''En Ja gradas del Portal se lc1s veía vueltos a la pared'' .

.. ¡ trán5ito parla iudad ha cesado yallora el corljuntosecohesiona a fin de cumplir
una es.Jede d~ ritual con uetud inari,o que muestra a los personajes en total aisl miento aunque estén juntos, poniendo de n1anificsto otra vez Ja soledad con que se los vio
cs¡:&gt;lazar r r lo espacios desiertos de la cil1dad: ''vueltos a la pa~cd", dice el autor,
s ñ lar1do u11.-i actitud d nega "'ión con respecto al mundo -que implica asimismo el
n1iedo§ corr J nc11te c]al e para la compre11sión d l sentid total de a no,·cla- y
mbién d 'os valor· s humanos: 1 co11templador tiniíica esta imagen del conjunto
disminuíc o en su cor\ ición llun,ana con la d aqu \los ·r s qu '\'ÍO "arr" stra ' por
e lle y p1 7~1s; hora csl "n dl?csp Idas, sin dar la cara al .spectador-110 olviden1osel
ar'ct r
f táculotr'gicoqu conced Asturia acsteprimcrcapítuJomostrativo
-fJr n ati' o-, cerr, os en sí 1ni,~mos, suj lo ada uno a la p
"'upación indi\ idt1a1
u 1nt man1 nte los lena a:
1

" t1tar el di efo, mord r 1 s m necias e níqu l para saber si cra1l falsas, hablar
1
1 s, pa r ~ \'ista a la~ pr visio11e dt.'.! boca y de gu rra, qu dn gu .rra andaban en

�13
las calles armados de piedras y escapularios, y engullirse a escondidas cachos de pan

en seco".
Siguen presentes los componentes de avaricia, miseria, hambre, hostilidad, sobre
los que Asturias va construyend o uno de los ejes senuínticos prioritarios de su novela.
La visión irreal, 011írica, que se da de iruncdia lo-ya dormidos Jos n1e11d igos, tirados
en el suelo- patentiza ante el ~pectador la interioridad de los personajes: Asturias
adopta la técnica de desnuda rlos interiormente, )' la proyección del inconsciente
tomará forma física, en cuanto las "pesadillas" aparezcan sustancializadas; ellas no
harru1 sino reproducir, mediante la visualización de los "sueños agitados tri~te.. ",el
espacio exterior con sil carga concreta de viole¡1cia; el inundo pesadille o se i..,st a ante
nuestros ojos con10 complementario indispensable para la con1prensión ulal de la
escena:
l

''Comidos ). con el diriero bajo siete nudos ,,n ur1 pañ11eJo atado al ombligo, se
tiraban al uelo y caían e11 st1eños agitados, tristes; pesadillas por las que veían desfilar
cerca de sus ojos ,c erdos con hambre, mujeres flacas, perros quebrados, ruedas de
carn2ajes y fantasmas de Padres que entraban en la Catedral e11 orden de sepultura,
precedidos 1' ºr una tenia de luna crucificada en tibias f1eladas''.

Vean1os et C1iadro JI que corresponde a la materializ; ción e terior de la interioridad de los J"&gt;ersonajes, y que, en afán de visualizaci611 cinétíca, tiene con10 lúcl
esencial el verbo "ver":
VEIAN desfilar cerca de sus ojos

a) "cerdos con ha11ibre" (Nueva connot ció1 que re1nit al 1lúcleo pri nario de
significación centrado en el '"'Ustantivo "hambre").
b) ªntujeres flacas" (Sigue patente la n'lisma imag n 1igada al referente eser1cial
"hambre").
e) "perros q¡1ebrados" (Referencia a la animal¡dad en su faz de deterioro físico

y

simbólicamente, a la disminución de la cond.i ción humana).
d) "ruedas de carruajes" (Referencia al sonido rudo, que re1nite al verbo, ya
u tilizado, · an·astrarse", cor1 relevancia de la onomatopeya, fórmula a la ql1e frecuentemente recurre Asturias para complementar en el área sensorial la ltostilidad del
espacio circu ndante; Jos carruajes recorrerár1 las calles durante la noche, cargarán de
misterio el clima posterior de la novela, se constituirán et\ elementos reJacion dores
11

�14
que van uniendo Jos distintos puntos de la ciudad en tinieblas: conducen a los
e1nisarios ocultos d ! Señor Presidente y también, circunstancialmente, a las víctimas
o a personas que 11 •yc¡1 o buscM ocultarse en los recovecos del pavoro30 escenario;
pero a su vez el dcspla:zamiento de los carruajes se vincula directamente al espacio
físico, en cuanto, como los propios cuerpos de los mendigos, tienen contacto directo
con el suelo. Los pordioseros los urúrán, en sus sueños, a la desgracia, humanizándolos en su marcha amcnaz.ante, y As rias realizará un doble juego con•rastante: el
objeto humanizado (carruaje) y la persona deshumanizada (n1endigos).
e) lifant.ast11as de Padres qi1e entraban en la Catr.dral en orden de sepultz"rau (En medio
de la pesadiJ a irru111pe la m11erte, que corresporcde ahora al nivel del sueño -de ahí la
con1plemen ación de la imagen soñada con elementos figurati ,1os de corte surrealista:
"precedido po':" ur:aa tenia de luna crucificada en tibias heladas'', pero que se in1brican,
e1 función ar lelístíca, a la ¡1rcsencia rca1 de la muerte).
~l com~

1cnte fónico -imprescindible para ap eciar la composición asturianacon ib ye a t 11tegrar la visión dantesca que alude al in fiemo i ntcrior de los 111e11digos:
gritos
rd1d , lamentos, sollozos, ronquidos o, interfiriendo decididamen te el
~ueno agit ' n de los personaje.~,
1

''f

?

';e JS

de na patrulla que a golf&gt;l'!S arrastraba a un prision ~ro p.)lítico''.

rre Jautor al 1nismo verbo, "arrast1·ar'', conjugadt ah '~ªen relación
con n •t ción r1otori mente distinta a la anterior: la \1iolcncia aparece expresada
dirt..~m 11te e el nivel político, a través de una alusió1 concreta que a11u11cia
r monitcJrian1enle e1 can pode acc,ión principal de ia novela: el d la violencia ejerc1da
s l1re el ' I cio-polílico" del cuerpo. IA a .ción referida se lleva cabo ta1nbién a ra~~ del
su Jo· r rdemo :

Ot a v

11

1 •

1~ndi

os( ... ) se tiraban al suela y caían en sueños agi tados''

'1 m r tobt1dos se alzaban del suelo a engordar el scánda o"
" 1n J r en los bllltos arrebujados por el suelo"

11 r el 011tcn1do se1nántic _ n1od1fi a en la nt~ va in t t cia ~ 'C ió1' : el
f' si ''"
11tico es arr str do e ntra u V( luntad, se r ·ste y llevado ci g 1pes; el
" trastrarse" d, Jos rn
igo por 1 ciu ad ho lil aplltlta sir' di1da, en s matiz
10 l 11
, 1 d gra ciór\ física )' m ral n la ue han caído
o as1 en la nueva
in'
n dond 1 s r sonaj son e C'"'io1\ados cor1 · 'ole11cia brutal y desproporciot ad ('1a
in1 tri " qt1 l&gt; cnra Fot1cault .-&gt;n la rel 'ón vcrdt1go-,ríctima).

LJ nl , a) rid , grit , 1 111en O, 11nprecaci - n,

panto, componen °1 clim; dPl

�15
Portal, y toman fonna e.así del mismo modo que los personajes que pueblan el
escenario-fantasma: está definido, pues, el espacio-social" que prevalecerá en la
novela.
11

Otros detalles se agregan a esa .:'compactez" simbólica sobre la que irá creciendo
la atmósfera novelística (consideramos a la atmósfera un verdadero Hsobreespacio"
ligado íntimamente al escenario del Portal): aquellos que vinculan al persona;e
humano con el animal:

'Iun tuerto que daba cabezazos de cluvo en la pared'1
me hiciero11 hombre con oficio de caballo''
''sin atender a su fatiga de bestia"
1

'

Poco diferenciadas en su condición humana, estas grotescas "creaturas'' de
Asturias serán parangonadas frea1entemente con animales.
El desenlace de este primer capítulo introductorio (muerte violenta del Coronel
Parrales Sonriente), especialmente mostrativo del ;nundo en el cual se desarrollará la
acción, no por ocurrir en el momento wás cerrado de la noche deja de ubicarnos en el
1
, '
• ·1
·
' e1.. sob reespaoo
·
¡;1lsmo csccnano ror:eretc o.e:.1 n~ ort.a:.;
SGiv
aue
;ai~~' se ¡;r.~
...'1.cm:~r~
.
.....,
"'atmósfera:': el miedo cobra, e1' esa úlun1a in~iar1cia, presencia real erl el conjunto de
1os personajes; se introyccta en ellos y los domina determinando que, a pesar del
cansancio y las penurias del día que pesan sobre sus cuerpos, no pueden conciliar el
sueño:
·

•

-1

-.

.

''los mendigos callaban y se rascaban las pulgas sin poder dormir, atentos a los
pasos de los gendarmes que iban y venían por la plaza poco alumbrada".
El silencio impuesto por eJ miedo contrasta, en nueva antítesis con el sonido de los
pasos de los gendarmes; estos, aunque alejados, puebla11 un escenario en el que, por
la ausencia de luz, adquieren un aspecto de irrealidad, al que se sun"\a el de los
'·centinelas" (''fantasmas envueltos en ponchos a rayas'') nuevos personajes que
irrumpen en la acción adjuntos al clima de vielencia y represió11 que se ha i11stalado
en la novela a partir de la fugaz aparición de los prisioneros políticos. La presencia de
los centinelas agrega otro componente espacial que se perfila de inmediato en el
mismo escenario casi exento de luz:
1

1

los centinelas( ... ) que en las ventanas de los cuarteles vecinos velaban en pie de
guerra, como todas las noches".
'

La referencia a '1os cuarteles'' (en plural}y a la función desempeñada por quienes

15048f

�16

los habitan e&gt;·presa elocuentemente la situación de la ciudad: el estado de sitio, el
temor que no solarner.te abarca a los mendigos d~1elados sino (y ahora surge, de
súbito, la referencia a la figura clave de la novela) a q11ien necesita de esa extrema,
implacable vigilancia para 5111 propia protección petSOit.al: porque los centinelas se

c11c.ue11tran
''al cuidado del Presidente de la "Repúbli':a",
p~ese11cia

más fantasmal aún -y también más siniestra-que 1a de sus cu::todios, en
e· anto se hace imposib' · localizarlo:
''e· .l}"O dorr.icilio se igrtoraba porque habitaba en las afueras de Ja ciudad muchas

casas a la vez"
I,rcsen ·a que se irá configt1rando en los estratos de la a1nhigüedarf, pPrfiJrindose
si uosa1nente en 1nedio de n semioc11ltamiento deliberado ("~abitaba muchas casas
a la vez'') q 1e i define y deforma su pe1 sor1a. Así cobrará relieve en e] imaginario
popular, ue lo concibe ya (y i-10r este lado enit rarán er. 1a novela los componentes
legendarios a s;:.rvicio de ·1na dominación impuesta no sóJo por la represién sino por
la fuer¿..a de la superstición y la ignorancia de las 1nasas ) como un ser que ''r10 duerme
nu ca"', que penna11ec(! "al lado de u1l teléfono C&lt;.)n un látigo en la mano". Comienza,
p Je , a corafigu~arse el mi to.
ncia al Preside1lte precede a la última aparición sombría en el escenario
del f&gt;ortal d l ñor: .ltl "bulto" &lt;~uc se desplaza en el sigilo noc umo y que, aún sir,
ser recorl id J)()r los mcn igos, suscita n ellos l1na retracción animal:
La rcfc

,,

~ncogiero l

como gusanos",

pro1 ovida, obvian1ente, pcr e l miedo. El autor utili7...a nuevamente el sonido para
ere r una expectati a q·u e se vuelve un presagio:
''El c~1irrido de las tas militares respondía al graznido de un pájaro siniestro en
la noche oscura, r•avegabl , sin fondci".
~ uridad cerrada de la
irreco1\ cibl~ su propio

·La ait1 ión aJ contorno es ahora fundam l'l l: domina la o
noch , qlJe i11diícr n ia fc)rmas y movimientos hasta hacer

r stro a un perS(&gt;naj :
•
11

~IMasc

sebuscal

lac

con los gestos''.

�17

Y que, mediante la significación de los tresadjetivosquecalifican a la noche, cobra
un aspecto abismal que extiende el aura de lo siniestro al universo entero (''en el aire
pesaba aún la amenaza del fin del mundo", se dirá en seguida), incluyendo las
regiones celestes. El diálogo de los sonidos -el graznido del pájaro que responde al
rechino de las rotas-adquiere valor indicia), como si ambos objetos semánticos-botas,
pájaros- se unieran en una acción confabulator1a que anuncia el inminente desastre.
La carga significacional que agrega el adjetivo ~'siniestro"' anuncia el cariz del acontecimiento final: el acto de sangre perpetrado en la perso11a del Coronel. La inminencia
de esta desgracia (cuyas consecuencias se proyectarán al decurso total de la novela) se
hace presente en el sobrcespacio "atmósfera", que adquiere consistencia material,
relacionándose con el cuerpo mismo de los personajes:
''dolía Ja atmósfera como cuando va a temblar''
Frccue1\temente reaparecerá el tópicc&gt; de la ani1natidad, ligada a la irracior~alidad:
el CAOS aparente que campea en Ja novela, ~elacionado con el símbolo del den1onio
y el reino del mal (donde los valores se invierten), se conyjerte, paradojaln1ente, en el
ORDEN in1puesto por el Señor Presidente.
El terror ante el hecho cometido y que presienten -más que ven- lo otros
personajes ('1os mendigos cerraron los ojos l1orrorizados") pauta el fi11al de la esce11a
y anticipa el clima dominante en escenas posteiiores. La composición cinética se
concreta ahora en ta traslación de un personaje: l1uída enloquecida del Pelele, "fuerza
eiega'' que actualiza el espacio físico de la ciudad -"las calles en tinieblas'' - ahora
definidamente signado por los simbolismos ligados a la osc11ridad, la irracionalidad,
el crimen.
1

Paralelismo espacio exterior-i11terior
Esta relación para1elfstica.. que puede adoptar formulaciones ino11ínúca o a11titéli ..as, reaparece a lo largo de la acción novelístiui y sugiere un canlpo de vin ulaciones
semánticas especialmente útiles para la comprensión del me11sajc prioritario de la
obra.
En el capítulo de apertura que romentamos --Oel mismo modo que ocurre en la
unidad totalizadora que es la novela- se produce una gradació1l irl crescer1do de la
violencia, q ue alcanza su culminación, como pudimos ver, en el crimen final. Esa
gradación adn1ite una doble posibilidad de análisis, ya que se cumple no sólo en las
acciones llevadas a cabo por los personajes en el marco del escenario real, si110 dcntiio
n1ismo de los actantes, a cuya interioridad caótica accede el creador en p&lt;.&gt;rspectiva
omnisciente. De este modo, y mediante la técnica de visualizació11 d los s11eños de

�18

los mendigos, supimos lo que ocurría en el espacio-psíquico del conjunto a través de
la proyección de los mismos en una ''pantalla'' imaginaria que reclamaba la fantasía
creadora del destinatario. Ahora abordaremos, mediante un eje111plo que consideramos modélico en cuanto se objetiva en él ~spado- corporal concreto- la significación
simbólica del conjunto, manifestándose nuevamente la faz de la violencia interior.
Aunque el personaje del Pelele puede estudiarse, por lo menos, desde una doble
perspectiva: como representativo del grupo humano al cual pertenece y como
individualidad singularlsima, dotado deatributossimbólicosquelo trascienden de su
mera peripecia en el contorno de la ciudad sitiada. Veremos ahora las modificaciones
psicológicas que se producen en el Pelele, en relación con Ja multiplicidad de
sentimientos que provoca en él la audición de la palabra uMadre Este significante
promoverá, como podremos observar, a partir de su repetición periódica, un e¡e de
asociaciones paradigtruitícas ligado a la acción que desarrolla el capítulo, en ,c uanto cada
vez que e pronuncia ese vocablo, él genera connotaciones diferentes que hacen crecer
la carga emocional del personaje hasta promover, de fonna casi automática, la
explosión interna que luego se objetiva en el acto de violencia que se concreta en el
desenlace.
11

•

Estudiaremos esa relación, asimismo, de acuerdo a los contenjdos signficativos y sencialmente com!lnicativos-que la ubicación espacial suscita entre los actantes; en
el:!te se1 tido el Pelele será un componente de vinculación especialmente expresivo de
las relacio11es eritr los persona· s )' su entorno.

Ten· do en cuenta lo que W. Schmidt llama "el lado interno de la palabra'', en
cuanto ésta pu ,e determinar modificaciones inmediatas en una conciencia individual y erl la conciencia a la que está unida, la palabra ''ma re" cobrará connotaciones
in peradasque van más allá de su repercusión en un solo actante para incidir en todos
los mic1nl1ros que (or rnan esa pequeña ''comunidad lingüística".
El P 1ele parece rdíamente en el espacio físico cupado por los pordioseros (El
ortal), A tu ria lo m ndona por prim ra ez cuando aquellos, luego de ser víctimas
de s11s ' agitados u ños'', logran r i1l dormirse y
1

" rllom: rdcl~uc1'lo,lesdespert banlosgri osde 11lidiotaquesesentiaperdido
en Ja Plaza de Armas''
•

Otra v z
pr-csenta 1 te el lector el escenario, restringido ahora a u1l espacio
m n r -en cu nto se lo considera en relación con la inn,ensidad d la ·"ciudad vada"cuyas dimen io11es son calibradas en el nivel de la d sorientación -luego se verá que
tan bién de la soledad· d .-.1 ¡ rso, a· . El mismo adj ti v (sólo .u c ahora U'sado en
plur I: ''perdid '') I abía sidoen1p1 adoparacalificaraJ grupoden1e11digos. Incluso

�19
admitía las mismas connotaciones en tomo a desorientación, sentimientos de soledad
y desamparo. La asociación paradigmática es, pues, de índole casi similar:
~ri..os pordioseros ...

perdidos en la sombra de la Catedral helada, de paso hacia la

Plaza de Armas".
"Un idiota ... que se sentía perdido en la Plaza de Armas''.
No se ha producido todavía la identificación del personaje, a quien se d esigna sólo
por un atributo caracterizador; la atención del lector es rec.larnada, en esta prim ra
instancia, en función de los gritos que emite el actante en medio de su d esolación .
Y a esta al tura es necesario observar que el escenario, en la obra de Asturias, si bien
aparece bastan\~ explicitado en el orden de las coordenadas espaciales, n puede
configurarse plenamente sin otras prestaciones que funcionan como ad jurlciones
indispensables para conformar el entorno ficcional: las sensacio1ies olfativas y, n1 1ly
especialrnente, las a14diHvo.s.

En este pasaje son los "gtitos" que tt1rban el silencio nocturno de! Portal los que
parecen materializarse ~"&gt;ara componer una agresión directa a los d u nrtiealte , violen tando su sueño;deahíqueel autorexponga-.encontraste conotrossonidos d escrip toslas características del grito del Pelele mediante utlél oposición remarcada por la forma
adversativa:
•

"pero el grito del idiota era el más triste. Partía el cielo. Era un grito largo,
sonsacado, sin acento hu1nano."
Conviene atender aquí no solamente a Jos modos de adjeti vación que aluden al
dolor y también a la degradación hada el plano de la animalidad qtiees propia d e todo
este capítulo, sino a una expresión particulam1cnte ligada a l co1Jformación de los
espacios en el orden de la violericia; dice el autor, refiriéndose al grito, que

"partía el cielo"
N uevamcnte nos remite a la visión ascendente, rclac.ionando t...I espacio con el
sonido en expansión que conmueve el ámbito circunda11tc, l1asta llegar al cielo y
"partirlo''. La imagen muestra, CI'\ original dinámica, una combiJlato ria sensorial que
hace posible que una voz {el grito emitido por el personaje)n1odifiquc un objeto: parla
el ciclo.
· La presencia del espacio astral se había visto

ya al con1ienzo de la obra, en \11'

�20

paralelismo de orden visual que aludía a dos formas contrastantes de aglutinación: la
de los pordioseros a ras del suelo y la de las estrellas c11 el espacio celeste. Sigue un
p roceso de intensificación de la violencia y del dolor que tendrá como punto de
concentración la figura del idiota, a. quien vere11,os cumplir las etapas de un atroz
viacrucis que culminará con el acto de agresión final. En la figura de este personaje
esperpéntico -que adquirirá carácter simbólico en el área de lo religioso- Asturias
combina1·á con maestría diversos ni·1eles polisémicos: en algún momento las etapas
de dolor de este ''inocente'' que carece de desarrollo mental, remiten a las estaciones
del calvario de Jesús; pero súbitamente el personaje -que irá acumulando en su
inconscier1te 11na poderosa carga de agresividad-, estalla en una explosión irracional
que lo hace a acar ferozmente a su burlador y se constituye, en simbolismo a11ténticame1iteasturiano,en un ''cristo que opta por la violencia'' -aunquec11rezca,el personaje,
de la concicnc)a de su acto-. Más allá a1í11, e111echo anuncia u1la rebeld ía irracional 1 de u11 sector del pueblo- qtJC se encau7Ará, luego, hacia el enfrentamiento al tirarlo.
En tomo del significante ''Madre", que reaparece cada tanto, con10 señalábamos,
en e1 viacrucis del id iota, crece el espacio itnbólico de la violencia interior. La prim ra
variante de significación se preserita cuando un personaje ocasional pronuncia el
vocablo-clave por primera vez, en ntedio del sueño:
"f~s

d mi1lgos caía en medio de aqtJ :&gt;Jfa sociedad extraña un bot racho que,
ormi o, reclamaba a su niad~el l orandocomo n niño1 Al oír el idiota la palabra madre,
qu n boca d 1l&gt;0rracho eia imprecación a Jg vez que lamento, se incorporaba, ''olví;!
a 1 irar a todos lados de punta a punt1 del Portal,, enfre1tte, y tras despertarse bien y
de
rtar a sus compañeros cor1 los gritos, lloraba de miedo, jt;¡ntand,o su llanto al del
borrachl ."

El parágraf reafirma ciertos coniponentes ·mporta11tes que van estructurando la
escena d sde el con1ienzo dt:I capít11l : incorporación al gn1po de un nu_ vo personaje
e perpér1tico, son1ctido tar11bi ~n . un sueño pert11r ado r re1nocio11es internas que
se xt ri rizan a través del grito yel 11 nt . Pero en este caso, la palabra claveadql11rirá
singularpod rrem vedor:primcrod ntrodelJ'ropiopersona· qu la miteenn1edio
d una l , ad que lo l'lacc trasladarse a su infancia e}ana en busca de n1paro:
"re 1 maba u m dre llora11do com un ni o'', luego er. el ¡eceptor de la nusnta (el
idiota) que l'i ac-iona e si automáticament e de mod sj1nilar: us gritos y su llanto se
, ú1la11 a lo del bo1Tacho. Ligado al segur\dO personaje re(lparece e1 encuadre físico:
rolv 111 a~',1er" 1P rt ld lSei\or(¿ 1'1tig rdeDio ?")dondelapal bra"madre''
1

vmncul , 110 a la semántica tradicional sino a Jos sentidos que le otorga el autor en
c1 ra furlción m ificador : n esta sociedad infra}1umana d 11de el significado del
v ,..ablo
o ti r qu v _r con l s co11vencion histórica , "n' dr "es, ()11 boca del
rracho, "in1precacit n a Ja vez que l n1erlto", aclara sturias. Y el idiota, luego de

�21
un súbito despertar, "'volvía a mirar a todos de punta a punta del Portal". Otra vez el
espacio que da apoyatura a la acción aparece ligado al sufrimiento, de modo que
comienza a tener (en contraste irónico con su nombre connotado religiosamente:
Portal del Señor),. atributos malditos: es el escenario del llanto y del miedo, pro\ cnga
este último de lasaccionesexterioresode lasir\terioresquese proyectan-se ''animan"sobre él. Es el escenario regido por las fuerzas del mal, por Luzbel, por las coord e~1das
del caos que se invoca, en el conjuro, al comienzo del discurso narrativo.
1

El idiota ha entrado ya en acciÓJl con su apodo propio -"El Pelele" - y se lo ha
caracterizado a través de sus relaciones con los otros persorlajes monstruosos que lo
rodean: Patahueca, La Sordomuda, El Mosco, etc. Asturias crea u1la gal ría del
grotesco d onde campea la degradación física y moral -seres mutilados, defom\ados,
degenerados-. Y el apodo que le atribuye a este personaje tiene, sin duda, su
fundamentación; en su origen, pclcle" es un muñeco de paja y trapo qlte se n1anteaba
en Carnaval (y a veces se quem_aba); pero también -y como derivación de tal sentidose designa de ese modo a una persona dominable, que es traída y llevada al arbitrio
de los otros. En este caso la dcnomi nación corresponde a Ja visión qtie del su jeto tier~en
sus compañeros de desgracia, y mác; todavía a las acciones omi nasas que se cjerccrá·n
sobre su persona. La segunda variante sen'lántica del significante "1nadre" se produce
luego ql1t~eJ personaje ha soportado las burlas y las vejaciones del grupo 'el ca nsancio
lo ha sumido, otra \'ez, en el sueño:
11

"con los ojos lejos de las caras monstruosas de sus compañeros, sin \'er nada, sin
oír nada, sin se11tir nada. fatigado JJOr el llanto, se qt1edaba dormido, pero al dorn1i ·se,
la ''ºZ de Patahueca lo despertaba:

-

11

.
/·Mad re'"

Obsérvese la enajenación cada vez mayor que concede Asn1rias a s1J perso11a ·"en
relación con el medio: sus se1ltidos van disn'\inU)'endo, su capacidad de captacic)11 d ".ll
inundo se irá anulando al ticn1po que el suplicio pron1ovido por quienes lo rodean,
aumenta; la tortura infligida por los reiterados "despertares" violento a que s
sometido el personaje, ya agotado, se intensifica ei1 cada bur a. Ahora el Patahl1eca
p· anunciará la palabra "madre'' con ttna intenciona1idad que nada tiene qu ver cozl
el usual significado del vocablo: "madre" se convierte en la palabra mágica, J, clave
invocada)' reconocida por Jos confabulados, el ''césarr,o-ábrete" qu lla de producir
en forma insta11 ánea Ja reacción d el Pelele, ese dt!svarío buscado por los victimarios
ocasionales en el ejercicio brutal de una vesanía que se objetiva sobre el nlás débil, en
un n"tundo en que todos-y no sólo el idiota .. son "ictimas. Se trata sin duda del ''teatro
de1 infierno'' de que habla Foucault cuando se refiere al espectáa11o ptíblico del
suplicio. Así llamaremos a Ja seo1encias que siguen hasta el desenlace.

�22

El ''teatro del infiemo''
Se objetivará para dar apoyati1ra al #cuerpo" del suplíciado, que se convierte en un
"espacio social'' sobre el que hatrá de consumarse la vejación hasta que se produz.ca la
muerte, cumpJ íéndose así la rep resión total ejercida por el ''orden" establecido.
La palabra ''madre'', p1011unciada ahora con c:arácter r•xclama tivo, provocará
modificaciones ffsicasdefinidas, vinculad as fundamentalmente a la angustia creciente d 1 personaje:

''El Pelele abría lor. ojl1S de r pente; como el que su e~a que n 1eda en el vacío
dilataba as pup'las más y rnás, encogiéndose todo é l, entrai1a herida cu ando 1e
em zaban a corr r las lágrima ; luego se d om ía poco a poco, vencido por el sueño,
el cuerpo casi e11grudo, con ~o de bascas, en la conciencia rota''.
J~

refcrer1cias a l'•S ojos y a la oscuridad (interio r: el per&lt;"~ 1aje es u n id1cta;
xteriior. se halla er! un me 'io negado de luz) testimorua11 un juego de orJ'()sicioncs
adscripto sin ud(. a la doble faz. sé11lica que se e tienden sólo a a lgunos personajes
de 1 no e)a si no al carácter de ciertas actancias y aú , a la atmósfera en qtie se
d scnvu 1 en las acciories. La comparación -''como e l q lC sueña en e) vacío''- alude
'u vame " la tlajen ción-yaj rric1ad-de1 rsonaje,perdido n uncontor oho~ti
cuyos ergranaj s de a c;&gt;ión y re rie ión o puede omprender.
L.as dlterac1ones de Ja angustia se revel n n el cuery.o del s1ipliciado, qltº, como
....~~l1 ne Fo 1caull, ''es
irectamente inmerso ~ne ! campo pol 'tico; 1as relaciones de
pod r 'lperan sobr é1 como en urla l'r
i11n1 ia a; lo cerca, , lo nlarcan, io doman,
1 Sf'&gt;n1 t na supli "io, lo uerzan a u11os trabajos lo oblig na unas ceremonias, exigen
d él uno!&gt; sig 1os". (Vi ilar y ca tigar. op. cit.).
E ~c..t ~caso lo n e: 1\ smos de ef 1\sa el rsor1a · no superan se movimiento e t dCCi n d 1cue1
-'' neo lén o
o él'' - que sugiere la ; magen fetal,
11 11
ib1e 1Jn 1 egu-a11 cnle esea regr
a tro de ges ción de ur'ta na re
alcj,1d , pcr id , a -la 111st ri "rcdl'' d(' la madre del Pelele ra contad más
ad l r' e- , es c10 ci u"' no 11a dt:: colmars" nunca.
A t1Jna 'm l
un
ntítc ·s 'ue reficr l n1bi ;;n al cuerpo: mi,e ntras ~'las
p\1 il '' ... ' drl tdn''enun Sl'ª i "&gt; ue11 pu
b larse-· Ja oscuridad 1Portal,
1 in u11 o . - 1 cu r
"
'e ", · d is 111i n 't! buscando, aunque sea de fomus
1nconsci nl , OCUJ arel me11 J i gar-y s1 fu ra
ib1e ha ta des.apare er- en un rrledio
u 1
r io-1Je y llo ~tili1..a.

�23
La metáfora siguiente se relaciona también con e] espacio corporal, y hace
referencia directa a la interioridad visceral: ''entraña herida cuando le empezaban a
correr las lágrimas". El sentido figurativo (herida) implica sin duda el dolor físico que
complementa el martirio de la carne. Pero inmediatamente el cuerpo es directan1cnte
nombrado en relación al progresivo deterioro material que las propias imáge1 es
sugieren: "el cuerpo casi engrudo". La asimilación a lo inorgánico, que seguramente
encierra un sentido peyorativo, dice de Ja modificación sustancial operada en el
cuerpo de la víctima. A esto se agrega otta metáfora que completa -al,ora a nivel
psíquico, aunque la imagen conserve su aspecto material- la idea de Ja doble tortura
exterior-interior a que está sometido el personaje:
''con eco de bascas en la conciencia rota"
El sustantivo ''bascas" alude a la náusea, a la necesidad de vomita.r, o sea, a una
disfunción orgánica. Pero aquí se Ja vi11cula a la conciencia: es en ella q11e se producen
esos "ecos de bascas''; es la cont.;encia misma que, --en traslación significativa de gran
eficacia- padece una modificación ligada a la sustancialidad del cuerpo. A esto se
suma el adjetivo (''rota"), variante de la violencia esencia1rnente física, de índole
similar a la que u tiliz.aba el autor en relación con el gri lo (iel Pelele, qi1e "partía t"'l cielo''.
También la conciencia, del mismo modo que el cielo, puede "ro1nperse": las i111ágent.~
i,ndican Ja f racturación inherente a objetos material s: "partir", "fom¡~r'', aunqt1e el
sentido de la figuración se vi1\cula -c11 este uni ver sigi1ado por lo violt nto- a Ja
inma tcrialidad.
0

La siguiente variante semántica nos trasladará al campo del simbolismo religioso.

Es un nuevo actante -dentro del conjunto grotesco diseñado por Aslurias- quien se
dirige ahora, en condición de verdugo "jocoso", a la víctima común. El autor h, ce
surgir del "coro" la voz de ..'otra prenda con ooc.a". Este comienzo de idc11tificación
denigratoria se con1pleta, luego de la invocación ("¡ adre!'-'), con la referencia a
ciertos atributos del personaje incluídos por el autor para delinear, mediante 1uso de
pqcos rasgos defi11itorios, el nuevo uesperpento'', también nombrado rnediantc un

apodo:
•

"Era la voz de El Viuda, mulato degenerado qt1e, e11tre ·isa y risa, con pucheros d .
vieja, continuaba: ... madre de misericordia, esperan.za nuestra, Dios te salve, a ti
llamamos los desterrados que caímos de leva''.

La segunda mención -en el párrafo- al sustantivo ''madre" -cuyo sentido, por
supuesto, no podrá captar el idiota- ubica el vocablo dentro de una oración más
extensa, que modifica en Jos dos niveles -fónico y sémico- la fuerza del significante:
'¡madre" es aquí denominación de la Virgen María, sólo que todo el parlan1cnto está

�24
impregnado de irreverencia, y adquiere un marcado tono de burla y de sarcasmo. La
deformación del texto sagrado ( Sal ve'' a María en su condición de madre de Dios) está
destinada a desvirtuar el poder de la oración, y se convierte, en la totalidad contexttJal,
en un acto blasfematorio unido a la dinámica de oposiciones propias de este mundo
caótico donde los valores morales -aun los religiosos- suelen invertir su sentido.
También en es e aspecto Asturias res11me y anticipa un atributo esencial que funcionará en el todo orgánico de la not,cla.
11

La reacción deJ Pelele perrrtite apreciar el proceso de derrumbamiento del personaje, ClJya conciencia agota sus ya disminuídas energías por obra del cansancio y la
humillación:

''el idio a se de pertaba riendo, parecía que a él también Je daba risa su pena,
han1bre, cora7..ón y lágrin'las saltándole en lo~ dientes".
Esta súbita rcacci611 que sucede al despertar, i11d ica e l grado de transformación
1ntcma: el autor explicita u11a especie de desdoblamiento del personaje en esta {ase de
su debilidad n1Cnta1: hay un Pelele que conterr,pla a oa·o Pele1e, hay un cortt efi la
conciencia ue permite mostrar a un idi ta que se solidariza con el grupo de
victiniariosy adhiere a la burla común: este ''pelele" esel que se ríe del otro (ta víctima
dócil: él 11lismo) distanciándose para ubicarse en lapo ición de contemplador de su
propia per na: el e'lele cons11stanciado torpemer,te con la risa ge11eraJ se 11.ofa del
Pelele de la 1 na,, del sufriente, del que es blanco, en el escenario de El Port l. de las
penrersiones d l grupo; el Pel i.Je que ríe con los otros permanece en la idic)tez; desde
e11 .se int gra a la comunidad def crimen; e] Pelele que padece sigue habitandut!l vacío
y la soled d que lo separa del ~po }'lo constitu)'e c11 signo distin'o que a su ·ez
nur ia un universo distinto.

Hay asi1nismo un área rncnor de la corporeidad que cobra e11 el pasaje una extraña
y rcmonitoria nbigü ad; sturias acumula tres sustanti,ros· 'rhambre, corazón y
1 grin as'', n ex1lr .. i ~ n que conce11tTa sin duda la caract rjzaciór1 de personGje a
lrav de sus carencias}' d su sufrimient ; per lo extraño de la acllmt1lación radica
en el pacio n el cual ubica el utor a e tos r ~ con1po11cntes sin1bólicos; ellos

aparecen:
salt "ndole en 1 s di nt s"

11

Et microescenario corporal, que surge a conseo1cncia de la risa el P lelc, son los
dient s: allí se instal n lo.. tries compo1lentes qu

ambigi1a
a e
el

anticipan en •Jna combi1,ación
r de norm expr ivi ad, la mt1 rt violenta que rnás adelante lt vará
el 1 : el hambre y los dientes aludc11 a 1 idea de la destrucción por

�25

dcvoración (y pensamos en aquel n1ernorable ºescenario ocluso" donde eJ Conde
Ugolirto consuma -también en el e.ampo de la más sutil pluriscmia- el final de su
tragedia en el infierno dantesco) y el corazótl será el móvil qu impulsará la terrible
violerlcia del crimen cumplido por el Pele!~. Visión trágica, anticipatoria, con que se
cierra esta variante semántica unida al viacrucis del perso11aje.

Se produce entonces u11 nuevo distanciamiento del narrad r quien,, ubicado n
dimensión omnisciente, atiende ahora a otras voc s y a otro ámbito de cció·n para
arnpJiar el espacio social: aparecen otros subgrupos hurnanoscmpeñados e11 la n sma
labordestructiva. Entracnjuegolavozcolectiva,que sera1ultiplica anónimamentepor
fuerza de Ja "habladuiía'' y hace crecer la comunidad d verdugos implicados en el
tnartino:
"Co11tado por Jos mendigos, se regó entre la gente del pueblo que el Pelele se
enloquecía al oír hablar de su madre. Calles, plazas, atr ios y m.ercados recorría el
infeliz en su afán de escapar al populacho (....J qt1e le gri taba a todas horas, con10
maldición del cielo, la palabra madre".

La d esproporción entre el campo de Jo -victimarios y el red ucido sitio de la víctima
cobra di mensiones colosales: se i11icia la perseet1ción, el a corralamiento &lt;.ie suplicia o
(para lo cual el escenario se tor11a irlrnenso: observcc os el uso del p ural con que se
hace referencia a Jugares ya conocidos: "calles, at ·os, plazas y n1ercados '), que
necesariamente debe huir, como animal asediado, de ese "'poplrlacho cuya voz
an11 lificada en el espacio y en el tiempo (se hace pl,1tal, se oye "a todas horas''), se
convierte en u11a abominación permancrttc e infernal. El i11feliz recorre el utea ro·del..
infierno'' acosado ahora por una palabra que, r ~ tida al infinito,
toma para él
"n1aldició1l del cielo". Aquí el autor confronta, e11 agudísimo cc&gt;ntraste, el ntido
convencional de la palabra "madre'' (ligado a ''bien", "bor1dad", ' :&gt;endición" y no a
maldición y castigo) con éste que adhiere a la desgracia y al pavor delirante del
tnartirizado.

Por todo esto resulta adn1irab!e la modificación inm e iata que hace el aritor del
espacio fís ico (ciudad) adaptando, elastiza11do s us di1nensiones de acue1 do a la carga
subjetiva con que el personaje vive su desdicha:
"La ciudad grande, inmensamente grande para su fatiga, se fu e haciendo pequeña
pata su co1,goja"

Los espacios del miedo y del terror se alterar\ pues -del núsmo modo qt1c los
'"tiempos" del relato-en tanto la subjetividad emocion_al cambia sus gTados y matices.

�26

La penúltima variante significadonal se relaciona con la voz colectiva, lo cual
supone el a vanee gradual de la tortura psicológica que había comenz.ado, como vimos,
en las voces Jocaliudas para extenderse luego a grupos humanos mayores:
''A noches de espanto siguieron días de persecución, acosado por las gentes, que,
no contentas con gritarle: 'Pelelito, el domingo te asás con tu madre, la vieja~.. somato',
le golpeaban y arrancaban las ropas a pedazos".
Se accede ahora directamente al espado corporal, en una aproximación que no se
sacia en la burla o el insulto; visto el avance de la trama en el nivel :i~,'?Jéliro, se trata
de otra etapa" de la pasiónu cumplida por C'Ste ~rsonaje indicial que se convierte
ahora en blanco directo de la tortura ejercida por la colectiVldad. La existencia
individual se ve agraviada al punto de hacer peligrar la supervivencia misma del
sujeto a,g redido.
11

11

La 1Jtima instancia relativa a la asociación paradigmática promovi(i;i en tomo al
ema "madre", fundamenta1 en cuanto promueve la reacción desenfrenada de Ja

víctima, requiere la armadura de un escenario físico especial, sobre el cual cuJmjnará
la acción de este capítulo en que hemos estudiado en forma anticipatoria vanos de los
espacios que luego cobrarán vigencia en la totalidad novel1stica. Este escenario se
logrará en base a una oscuridad triplcmente pri\·ilegiada:
1)

e mo materia que puede tactarse

JI) como componente simbólico irradiante de sentidos posteriormente el ucidabies

llI) como función indidal que anuncia el clima y el decurso mismo de la novela.
,

L.uei"ro de Ja implacable persecución de que ha sido objeto durante varios días el
Pelele desfallece en el Portal dclSeñor,incapa.zde resistir por más tiempo su tormento.
'~EJ

idiota cayó medio muerto; llevaba noches y noches de no pegar los ojos, días
y días de 11(l asentar los pies".
Y mientras ~1 se sumerge en un sueño que lo aísla del rnundo, los otros personajes
1\ d .i~ 'rado c.ontra'Ste- permanecen atentos, en medio de \a noche, aglutinados Por
un sentimiento común: el miedo. La oscuridad es total, a tal punto que, como la que
i.mpe~ará posteriormente en los "calabozos'' o ''bcrtolinas" donde se encuentran los
pre s del régi nien dictatorial -espacios de horror claramente diferencia bles en la
obra- 1 personajes deberán reconocerse a sí mismos por medio de una gcstualidad
ciega q,u les indic ,al tacto, la e ·istencia de sus propiosct1erpos("EI ~tfosco se palpaba

�27
la cara con los gestos"). Se cumple así una función áptica apoyada exclusiva mente en
el "saber del propio cuerpo" que adquiere el hombre sometido a esa clase de
depredaciones y torturas. También el cuerpo capta )a presencia de ot!"Os seres que no
pertenecen al grupo; a través del sonido de pasos en la sombra compacta de la Plaza
de Armas, son reconocidos los ''gend~nnes" y ~'centinelas" que forman la guardia de
la ciudad y del Presidente, y que contribuyen a instaurar el clima de terror do~; nante.
El autor toma distancia otra vez en relación con el escenario ysusactantes;seconvierte
en un ojo-testigo que irá indicando al lector, e 1l la total oscuridad, los distintos actos
que se ]levan a cabo en el espado-de/-1niedo:
"'Por e] Portal del Señor ava nzó un bulto''

Señalado el lugar de la acción, se singulariza al nuevo actante con10 "un bultoº
irreconocible aún en la tiniebla cerrada por la cual se desp1a7.a. Pero su solo
desplaz.amiento -et'\ este m11ndo dominado por el castigo instru111cntado en las más
diversas fonnas- provoca en el grupo t1na reacción inmediata que se objetiva en una
comparación -"Los pordioseros :SC e1lcogiero11 como gusanos'' - donde el término
figurado está tomado nuevamente de la esfera anima 1, con las connotaciones pcyorati,ras propias, en este caso, de) animal elegido. De i11mediato el autor recurre al nivel
fónico para expresar una variante del mismo sentin1iento (miedo c~eciente):

''AJ rechino de las botas militares respondía el graznido de un pájaro siniestro".

El primero es lJJl sonido reco11ocible que actúa c11 la conciencia colccti\·a promoviendo terror; a él se agrega clgritode un pá jaro-tan1bién, como,reren1os, identificable
porpartede lospersonajcs-queapareceui1ido,cncl irnaginariopopular,a Ja desgracia
ir~minente: se trat.a. del "graznido''de un ''pájaro iniestro'' que se reco11ocerá erl
seguida como la lechuza y promoverá una especiP de conjuro-seguimos en e] ámbito
regido por las fuerzas del mal, cuyo represe11tante principal es el demo11io- inici do
por 1.1no de los mendigos co11 la finali&lt;"Jad d·e alejar el posible daño que, ·in duda, 1
animal presagia. Estamos en el espacio-social del terror, con todas las connotaciones
ligadas a la realidad particular (la de la super:&gt;tición, la ig11orancia,etc..) de er.,ccontacto
hu rnano (cuerpo-social para el castigo) que so11 "los n1e11digos políti os" -así los
denominó 1\sturias- de "E! Señor Presidente'·.
Pero tal vez lo rnás interesante de P~ta ·n.stancia fóriica que se desarrolla "en la
noche oscura, na\'cgable, sin fondo'' sea la vinculación interna que establece el autor
eritre los dos son idos destacados:
al rechino ..................... respondía .............. el graznido

�28

de las botas
militares

de un pájaro
siniestro

Los sonidos evocados actúan en una relación de mensaje-respuesta que opera en
un área deconfabulacióra ligada, desde el punto de vista semántico, al mismo campo
de desgracia. La interrelación señala una suerte de conjura presagiante de un daño
irlminen te: el contcr;\o se contamina totalmente de esa atmósfera; en ella se sumergen
definitivamente los personajes que comienzan a sufrir en su carne J~ corporeidad
1-nisma del a1J ra que los rodea:
"Dolía la atmósfera con10 cuando va a temblar'',
dice el aiitor prcmor1itoriamente. Y las pequeñas "acciones'' individuales (maldecir a la lechuza, ''hacer 1a cruz er•tre los ciegos'') son s1gnos menores ante el otro,
inco11me surable, que jmpor'te toda urta situación encla ada en el terror.

En contraste eficaz, el Pelele, autor del homicidio que se cumpiirá de inmediato en
la person del Coronel Pan·ales Sonriente, es e único que permanece ajeno al clima
ge1,eral de espa11to: aislado u11a vez más, diferenciado del conju lto por n1edio de un
ueño espeso en el que aparece Slimido, la presencia sobrecogedora d el bulto que
avat,za n ta noche no promoverá en él ninguna modificación emocional:

''Sólo eJ Pelele dormía a pierna st1elta, por una vez, roncando''.
En n1ediode la oscuridad dominante el autor reclama nuevamente la atención deJ
lector en r 'lación al "obj to'' que avanza. Pero p~onto el bulto detiene su recorrido
para ser indi\riduaJizado como ser humano mediante un rasgo: la risa:
•

''El bulto "detu o -la risa le entorchaba la cara''
J...t1ego

se pr duce la necesaria aproxítnación:

''ac rGóse al idiota de puntapié y, en son de broma, le gritó:
-''¡Madre?"
•

La 1 llima v riant sigrtificacionat tendrá, decíamos, ,efectos desencadenantes que
no relacionan en iom1a proporcional, ya que las burlas anteriores eran, muchas de
llas, más cru lt~s que esta, llegando incluso al escarnio; el acto se tlcva a C'1bo en "son
de broma"; pero la carga de angustia que se ha ido acumulando en el personaje

·plicará 1s(1bito estallido de la agresividad del Pelele al oir -en el sopor del sueño'la palab~a clave:

�29
"No dijo más. Arrancado del sueloporelgrito,el Pelele se le fue encima y, sin darle
tiempo a que J1icicra t1sode susannas, lac11terró los dedos en loso1os_, le hizo pedazos
la nariz a dentelladas y le golpeó las partes con las rodillas hasta dejarle inerte''.
Aparte de las expresiones de violencia manifestadas directarr~cnte en Ja relación
fís;ca de loscuerposactuantes,cabecotwderarotrocampo sémicoirradiant . no ajeno,
por cierto, a la n'isma ferocidad de1 act'&gt; perpetrado: ..t\sturias cierra su capítuio

introductorio -microcosmos que reproduce en escala menor el corpi1s no\'elístico
total- con u11 hecho que debe ser interpretado en varios estratos de anticipación
simbólica: no es azar, por ejemplo, que sea et idiota, e1 menos responsable -por su
co1ldición de \al- de los actos que realiza, quien cometa precisamente ese cri1ncr1. i
lo es el hccl10 de que se haya elegido al 1nás sin1ple, at más atorn1entado de todos los
personajes que aparecen en El Porta), para oponerlo, aunt1ue sea circun ... tanciaJmente,
al poderío del más fuerte ("u1ílitar aml do" , si1l embarg imposibilitado, en la
circunsta ncia, de usar armas). Pero hay aún otra antítesis que anuncia 1 dinámica de
1os est a tos simbólicos y su eficaz funcionamiento en la obra: Aslurias representa e1l
lo dos antagonistas un aspecto de la lucl1a de clases: el Petele apareen con10 el ser
n1e11os conlarr1inado de un grupo miserabl -tambié11 terriblemente expoliado~ qtie
reacciona cc&gt;ntra el representa11te deJ régin1en represivo: a11n sin tener cor1cie11cia del
sentido de su acto, rr\ata a s1~ st1piiciador y, au11que a e11 esta ú11ica y efín1era
co11tingcncia, la clase domi1lada trlunfa sobre la dominante sin1bolizada en el militar
que ejecuta Ja burla. El espacio natt!f'.al de1 'cuerpo somet'do" se irlvi rte, y el que
queda sin vida es el Coro11el José Parrales So11rie1ltc, (111ico person · identificado
el capítulo por medio de todos sus nombJi s (y 1, sta apodos: "alias 1 Ho1nbre de la
Mu lita"}. Tamr&gt;0co es a.7..ar, -y p'1ede tener ca1 ácler de anunoo rn iato- que la acción
de este capítulo, que tra11scurrió básicam nte en las sombras, se ch.!rre e &gt;n un
visluttlbrc de lt1z: "estaba ª' r\a11eciendo''.
El presagio acompa11a "la caída del tclói '' de este episodio trágico libra o en el
escena rio dr&gt;l miedo, clausura qt1c se da a trav 's de la 1legaci6 l de la visua 1id ad:
"Los mendigos cerraron los ojos }1orr"' rizados'',
dice Ast11rias, y este último ''horror" ad1nite la posibilidad de Ut\a int rp t dón
en el catnpo de la arrtbigüedad, coi\ posibilidades pl\1rist:1nicas: ¿Es acaso 1 l1orror
ante la visión del cuerpo destrozado, o el horror a las p~cvisibles consecuencias que
este acto acarreará sobre ellos? El aveden1al agiicro reaparece en un \'lJeloque, no por
ser fugaz, deja d e ser premonitorio:
'1a lecl1uza volvió a pasar''
La iiltima rcírrcncia a l actantP. principal explicita el con1ienzo de una huida qu t\O
ha de cesar sino con la muerte:
"El Pelele escapó porlascallesenti1T,iebJas,e11loquecido bajo l acció1ldccspan oso
paroxismo
1

11

•

�30

Una brecha abierta hacia lo indefinido materíaliz.a la eSVlsa esperanza de salvación
de este personaje que ''por las calles, en tinieblas'', deberá cumplir toda vía las últimas
etapas de s11 calvario, ofreciendo al fin su propio cuerpo destrozado acaso como forma
de redención para una humanidad degradada y ofendida.

�31

RULFO: El desolado espacio de ¿otro mu11do'
1

1

Rulfo sabía que convivimos (o conmorimos) con los muertos: ellos forman el
sustrato que nos nutre y sobre el que agotamos nuestros días; modcla11 nu estro
gestos, nos dictan las condtictas; rigen, en d efinitiva, gran parte d e nuestro destino.
Sabía que los muertos cohabitan nuestros sueños, nos hablan al oído con la voz de un
aforismo creado hace veinte siglos, nos ahogan a veces en el círculo ciego de una idea
anquilosada o de 11na superstición. También -a ocasiones- nos señalan la luz de u1\a
estrella benéfica o la dirección de un buen ca mino. Así lo sab ía Rt1Jfo que vivió con los
muertos, que "platicó" con ellos más que con los vivos: d sde los remotos irldi s del
o rigen (a quienes tanto amó) hasta Jos más p róximos, lacónicoscarnpesinos mexicanos
que continuaban a aquella estirpe y que le sonreían vaga mente ct1ando él los eniocaba
con su máqui11a fotográfica, adl1eridos al contorno, inmóviles en lin presente d emasiado parecido a la muerte (fut&gt; Rulfo un testigo sutil, de buen OJO com él mismo se
llan13ba, d "' los caminos, los tmnplos derrunzbados, úisgenl es, los paisajes más significativos
de su tierra). La relació11 cstrecl\ade los vivos y los n lier tos p lasmó para ::;iem p rc, clafo
es tá, en la gran literat11ra: en la Biblia o la trag&amp;i1a griega o la reflexió11 poética del
príncipe Netzaht1alcóyotl; en el soneto d e Q11e\1edo o el ca11to de Neruda o los versos
de Vallejo. Pero Rulfo descubre otra dimensión -no por m ás na tura] o cotidiana n1ent1s
pro funda y patética- de esa co nvivencia, y s1 stis m uertos le hablan al oíd o d esde las
espléndidas civili7.acioncs enterradas o desde la más cercan , h um ilde sepultura
donde se trenzan en un abrazo extrafto un joven y una vieja Uuan y Dorotca en Pedr o
Páramo), es porque sienten que él les responderá recogiendo con10 nad ie pod l'á
hacerlo, sus voces, sus ecosf sus llantos, sus r1ium11~llos: con amor y fervo r los
tes timo11iará, descubrirá sus verdaderos sentidos, así se trate de los ml1chacl10 (ya
muertos) que conversan, "como se p'atica en todas p art ""S", de ''muertos y a arecidos"
o de quienes regresan del infierno a la ci ud ad Cll busca d ''su cobija", porque la
ciudad, cuando estaban vivos, ]'\abía sido m~s tórrida q u el pro¡ io i11t1em o.
Rulfo ''oye'', sabe escuchar (buen oído, además de buen ojo) sus penurias y sus cu itas;
comprende -a veces con sabiduría, otras con ironía o si111plcn1ente resignación- lo que
muy pocos están dispuestos a admitir: que los fantasmas pueblan el n1undo, qt1e ne)
es necesario que las parcas eiltretejan en esferas ultratcrrenales los hilos del d esti110
hun1ano porque allí están -tal vez más modestas en su mi terio aunque no me nos

�32

inquietantes- las mujeres enlutadas que se des}iz.3n sigilosamente (con pasos como
vt1elo de murciélagos) por los espacios de la ciudad desierta para recordamos que sólo
estamos vivos en este instante -este presente-- que de jrunediato dejará de ser: también
el que h1i ayer ..o hace veinte arios: el profesor de Luvina lo reconoce-es hoy un muerto
qt1e me coi-sdicio y detem-úna. Rti}fo sabe, asimismo, que Ja relación es dinámica y
recíproca: a su 'ju los muertos se nutren -viven.. de nosotros, en una eternidad que
ignora el mo·m ento fugaz.
Ne&gt; obstaritc esa coexistencia, Rulfo sentenció: "Er' e) T.undo de los m11crlos1el
autor no puede intervenir''. Se refería, distanciándose deliberadamente -con respeto
casi sagrado-a su ur1iverso ficcío11al; a escJs personajes que se entrecn1zan sugerent.emente en espacio, tiempo y destino, 1ntegrando uria de las rriás fasc'na1ltes cosrnovisio es de a n1 eva li teralura latinoarnericana. Rulfo cslabct rr1.irando a s~1s personajes/
por supuesto, con los ojos de la vida, pero !a pt;!netrari·~n de su rrurada calaba en lo
profurrd(, de la Tl'l erte: también es verdad lo que dijo Octa'lÍC Paz cuardo se epte~ó
de q1Je Ru fo había rru.Jerto: "Su visió11 de este mund'J es, en realidad,. visión d~ otro
mut1do''.
Ubicar a los ¡JCT5'"1na; de R•1J~o en el espacio de la muerte s¡gnifica mirarlos actuar
desde la vida e 11 u11 escerlario que funciona como la vida. Tal vez ¡x&gt;rque se atrevió a
p L~za1·como ni11guno la ínlima,raigaJ vi11cu]aciónque une a Jos vivos y a los muertos
-con t a su e rtid umbre insoslayable, con su ·ioleracia y su rigor-; porL ue supo
r~al

e11\te l undir los ojos y las n1anos en el limo Sl1~ta11cial de nuestros muer tos para
"ontd1n(lS Ju'-=go cómcJ vivimos y cómo somos, es q1Je no 1:&gt;0dcmos situarle en ocras
coor cna s t1e no sean las q•1e engendr n la realidad y la \"ida. Aúr' C'1ando en esa
reaJi a , fantasmas, aparecidos, sorr1llras y sombras-de-son1bras cohabi tera con r1osotros fonr\ando ur1a unidad 1núl iple, i.ldisoJuble, que nos coloca, ya sin engaños, en
Ja concie1 ""~ªde que exi:; i1nos al borde de f:!Se estrecl o pasaje, junto a la ''mera boca
el infierno''1 dond se ft.1sioi1an -aquí, en '1as brasas de la tierra'' - vida y ml1crte.

Jt1a11 Nepomuccno Carlos Pér ~z u ío Vizcaíno Ouan Rulfo para la gran P..arrati'ª de nuestro contin leJ, nacidl en Apulec&gt;,Jalisco,el 16de mayo de 1918 y fallecido
en Liuda de .. éxi'-- el 8 d _ enero de 1986, fue hombre sencillo y timido, que St~
prcsen ' al n1un"' o d s11s conten1 rár1eos escudado er\ una parquedad recatada
¿foz 111a, tal vc7, sa11a y lf'gítima, del mcjc)r orgullc&gt;.) tnuy pocas ''eces perturbada por
e11lrcvi ~-:is o d lar ciones pública~. Su mensaje -concentrado en dos textos
fund me11l Je~: El llru10 en llamas, 01cntos, 1953, y Pedro Páramo, novela, 1955- se
·potle n obra br ve, de inusitado presti io; traducida a varios idiomas( ... "no me
Ím gi11('. l) ue tre i11ta año después el producto de mis obsesiones sería leído incluso
en tur-cJ, en grie , en cl.ino y en ucraniano", comentaría), admiiada y reconocida en
~ m
un 'nim (aunc1ue n e11 S\JS co111ienzos) por la crítica, esta oblia C\btu\'O, er,tre

�33
otras muchas gratificaciones, la aceptación de un lector -enorme. mas:i anónim11 de
lectores, se llegó a sostener- que dejaba de.ser un marginal de nuestra literatura para
integrarse al hecho estético -luego de un salto cualitativo que corresponde observar
también en la 1nodíficacién esencial del nuevo arte latinoamerica110- como cómplice
activo, re-creador y aún transformador. De este modo accede el lector a esa bra de
múltiples, ocultos sentidos; se enfrenta a la difícil estn1ctura fragmentaria de Pe ro
Páramo .. adi11ite el ritmo de una acciór1 narrativa donde están abolidas las nom1as etc
la cronolc&gt;gía conve11ciona1 . se compenetra '"'Otl su atmósfe ·a de poesía. Dc-an1bula con
lc&gt;s aparecid()Spor espacios do11de no hay 'línlitcs precisos e1ltre la realidad y el sueño,
se su1 crge en un tien1po legendario donde el aco11tcc cotidia110 ad\riene al ivel
rnítico, desdibujando f chas y ·ronteras. Y se 0 nc11e11tra de pror,to, ante el 1n1 rativo de una f tterza mágica o de u11a antigua supersti&lt;..ión que lo sonlete11 a un ordePi
seudorreligi.oso modificando sus valor s y dC'llldc&gt;le un ntte\ro sentido a su existen ia.

este mur1do atemporal el hornbre se halla en medio de la soledad y el
desamparo; Rulfoconte1np1a asuscreatura . con tinaco ciencia lúcid que no excluye,
por nlon1entos, el hun1or compasivo o la nota de ternura (e11 este la o el irtve~tigad or
l1abrá de regodearse en el estudio minucioso de losdimirltltivos ruJfiai'o ), oculta11d
deliberadan1entesu ''persona" detrás de u11 paisaje que pone nte ''u strosojo e rros
ríspidos, Jla nos inn1ensos }' áridos, calles desiertas, ca1ninos secos cuyo 1n desvanece e11 UT"a l1orizonte polvorie 1lo. Es el paisa · 'de Comala, la ciudad tllÍt1ca de Pedro
Pd.1·amo o e Talpa y Luuina. los ya faino .. e c11anos de sus C\l nl s Allá, sobr tl l
trasfortd ) de cielos plomizos, de .7.-apiJotes i11móviles, de gran es cactos solitar· o , n
un extraño juego -a veces pesadillesco- de ocultatniei\tos y tras111utacion , aparecen
los pcrsor:aa1es en la p nun bra qt•e ellos m1sr11os generan, al1oga os en sus JJfOJ)Ia.
voces, clamando sus culpas o sus rcmordi1xilientos, st1j tos siempre a un canon de
ar11big1.tedad que .s clave primordial de esta nan·ativa· el discur'-o d~ Rulío po
esa
E11

1

capacidad multisémica quedctermi:n que un texto dé lug r a\ arias 111tcrpretacion \!S
sit1queseagotesu proflJndidad 'gnificacional;J'esta Ji alen&lt;:1a se"' nifiesta en lo ...
símbolos, en los diálogos de los personajes, en la sutilidad de los lazos que los ata1l al

entorno físico.
La 101e11cla,que como}'ª llemos dicho otra ve&lt;:es, pc1 fila coi' ll'azo 1m1e 11 ro..,tro
en la literatura latinoan erica1la actual, e11 el caso de Rulfo urge des.de una dcfi11ida
probJe111ática social que see11catJZ&lt; e t'\ la fluidez del discurso poético, su prese11cia casi
co11sta11te no altera el equilibrio de un texto que st1por) la moliifia 1cit.)1 del len~11a ·0
desd&lt;~ su propia interioridad, generando desde aderitro u itllra11sfe1;blc orden li11tTüístico. En el discurso de Rulfo Ja i1rstancia cultt1rnl que d termirta, . . gú1' Barth s, los
có1iigos deesc1itura de i'n autor, es recreada p&lt;&gt;rurla m nte inüJgina11teque nos devuelve
la realidad trans figur ada y esencialízada. Para cllc1 contribL1ye 1 rnvaloraciótl del
elemento legendario, trabajado por Rulfo a p rtir de las dos grand tradicion ~

�34
pagana y cristiana, a las que se agrega la vertiente indígena; Rulfo desacraliz.a el
componente mitológico llevándolo a un estrato propio y original: así concibe esa
especie de purgatorio cerrado, sin resquicios que per 1t1itan entrever Ja misericordia de
Dios, que es Luvino., o el mito del alma e11 Pedro Páramo, sometido a una elaboración
especüicamentc rulfia1la (el alma es un objeto volátil, casi manipulable, s ujeto por un
hilito de sangreal corazón del cual 1'.abrá de desprenderse, tal como se lo confía Dorotea
a Jua n Preciado er\ diálogo memorable llevado a cal:-0 211 la tumba que comparten).
Sostiene Octavi() Paz que el tema del regreso a1 e&lt;lén nativo, (que ocurre sit..mprc
d espués de la 1nt1erte) se convierte en este nov{.·list;l en el tem a de la condenari l,n; eJ
personaj · .e Rl1lfo no retoma a) Jardín del Señor sino a un jardín calcinado, a un paisaje
luna1, al verdadero infier111J.
En el i 1cl d e la i11comunicacíón y el desan1paro co ran n uevo ~ent id o, tan1b ién,
los principales es¡1t1c..ios rulfia r~os: la plaza vacía q ue alude quizás al cen tro del m undo
o simplemenle a la desolación esenrial d e Jo huma no; el cruce de cam inos que aput1ta
a di v rsa~ direcciones sin sugerir la elección d e ninguna; la casa qt1e no ,frece
resguardo, et cielo que n,o deja iug a la esperanza.

La n1en1ori , ese curioso puente que r laciorta el p resente co11 e l p a.;ado y
actualjza los ccsos de ~ a vida atlterior, es compo 1ente importante e n la estructuraciórt d e t discu ·so. Suele apa ·ec r como rceJ qtJe clava a l hombre inex rablemer\tC ~ r e he h 111ismt' ql&gt;e q \1isi ra o1 ·idar; Jos person je!) r unr ?.I\ ~icr:tlprc
-ob ivain nte-,en sus largos mo11ólo os, Jase ·perie11das violentas que harl vivido;
sos re.: uerdos se f org niz.an a \'l'C,..S f.iesde la óptica dP un reaíismo iml '11 o que
to a
rpo no sólo er1 las situaciones evocada si o en las mismas criaturas que
constanten1et1le las ~'01 vocan: el cacique c.. mnipotei1 e (y también desampar d y
li rio) qu im one su poder logrado en base al atropello :y· al crimen; os sesinos
que recon1porle1' más omenoscaóticam "'te lo estallidos de ~u ag¡resividat1, º''1dos
aún 1 r sórdidos impul
de muerte; e] atrasado n1 ntal que monologa a tena .ado
r el t rror a1 castigo d1vir10, lo:; ses rados et' lJl1sca de c.xpiació ~·:orno aquel
Jn1Jo que rra~tr u n1i rablie~ a 0 o 1ía frente a un santuario 1ue . o 1 e ncedcrá el
p-..,,,r ón si110 ld leda }' 1 mu rte. O sa mujer f sonante que es S1Jsana Sa11 uan,
es1 CLJY s 1iloquio e loc11ra ad qui re la poesía una c"pr~!si,lidad tensa ' deslumbra1

1

ora.
P r

1 onle t histórico -la política, la ii ¡·gíór1, 1 econornía de 1a época- está
r
y C{ll'l ici rlc., direct o ind1r tam t'te, la acción y st1s e r1scet1 ncia . 1-iay
un sím Jo -creado ma istt· lr11ei1tc rl la i nolvidable
uencia con q11e fi rlaliza Pedro
ár
o- que alude a1 dcsn1
nan11ento d fit\itÍ\'O de Comala, la ciuda(J-tumba
don P
o los ti m s se funden e 11 uno...
ab luto: P r 'ª n1osir a rision ado n 1 trania d s11s ri u rdos }'en la semiconciencia 11 111osa de u ago11ía e oca
1

�35

por última vez a Susana San Juan, su amor frustrado y trágico; la escena, impletada de
i1\tenso lirismo, alcanza por momentos una irrealidad casi mística: Pedro invoca a su
amada "irisada de estrellas'', su cuerpo "transparentándose en el agua de la nocl1e".
Enseguida se prod11cc la muerte real del persona je, ese ~'Uliscs de piedra y de barro",
como lo nombró Carlos Fuentes. Rulfo construyt? esta instancia final sobre un notabl
dualismo simbólico: en ese trance se conderlsan, en realidad, dos muert s: la
inmediata y violenta ocasionada por Abu11dio, el })ijo de Pedro Páramo, y la otra,
definitiva, que supera los correlativos ficticios del vacío y la r1ada y ~Otlvierte al
pcr.sonaje, leJOS ya de la contingencia pe sonal, en la representación de un lapso
histórico, de un&lt;J n1odalidad social condenada a la extinció11. Así se cierra la novela
pero quedan latentes: en el aura del discurso rulfiarto, otros espacios y otros tiempos
generados por el hechizo de su palabra.

"A11á me oirás mejor. Est.aré más cerca de ti. Erlcontrarás nlás cercana la voz d
mis recuerdos que la de mi muerte."
El discurso literario de Rulfo es uJl discu1 so cea"cano; s11s espacios desolados alt1den
a la vida y a Ja muerte desde una formulación esencial; las "distancia " er1trc ellos se
acortanynoporinflujomágico: elpropioautorpareceestar111uypró irno,coti ¡,,¡ ndo con sus ''creaturas'', r&lt;!t&lt;&gt;mar\do con ellas de otros espacios reme tos-e in11bicabl&lt;.;s
físican1e11tc- y quién sabe qué arriero sagaz lo orient len , u regreso y lo acompaña en
esle viaje a la intemperie, en busca del "cenlT0 csc1 cial, a a el ce11tro de la flor d
la 1nuertc -"sempasuch¡t]" - desde donde pueda ofrecemos -ronocedor de todos os
secretos- eso "frutos de brillo son1brío" que, según expresar C rlos Fuentes al
con1eiltar su obra,. ha1~, de ser probacJos si se quiere vivir a sabiendas de que contic11 n
Jos jugos de la muerte".
11

11

��37

ACEVEDO DIAZ: el espacio de la lucha
1- El autor: su ''vocación de hombre''
Eduardo Acevedo Díaz nace en Montevideo el 20 de abril de 1851 y muere \ll
Buenos Aires ~l 18 de junio de 1921.
Su vida se caracteriza por una actividad variada e incesa11tc. Desde muy jO\'Cn se
despertó en él una verdadera pasión patriótica que determinó su activa participación
en la política del país. Tempranamente se integra al partido nacio11al, y ad 1cto a la
divisa blanca, ton1a las armas en la Revolución Tricolor de 1875 y en 1897, for1na11do
en esta últin1a fecha, el movizniento que acaudilla Apari io Saravia.
Estas acciones lo llevan a abandonar sus estudios u1,iversitarios de abogacía .
.A.parte de su obra narrativa se destacó desde su juventud e11 el án1bito del
periodismo, colaborando en varios diarios:"La República''(1872), "L Democracia''(l 873-74 ), ''La Ra7..ón" (1880), etc. Fue asirnismo, director del diario ''El Nacioz'a 1"
durante un extenso periodo: desde 1895 a 1903.
E11 el p1a1\0 de Ja política naciorml actúo como senador de la R pública y como
micn1bro del Consejo de Estado.
En 1903, Juego de tomar una decisión fundamerlta] (co11tra las dire:t1vas de ll
grupo, vota, en las elecciones de ese año, por José Batl1e y Ord 'ñez, lo que ocasio11a u
expulsió11 del Partido Blanco), abandona la vida política activa.
Varias veces se había exiliado; permaneció parte de su vida en }a Argcnti11a, donde
fonnó su hogar.
Desde 1903 -fecha e n que fue JlOmbrado Enviado E traordin ri y Ministr
Pler1ipole1lciario en Estados Unidos, México y Cuba- 001pa carg s diplon1áticos: será
representa11te del país er1 Argentitla, Brasil, Italia, Suiza, Austria, Hungría.
Desde Jos primeros estudios que la crítica literaria nacional dedica a Eduardo
Acevedo Díaz, se insiste en destacar su doble condición de ¿'hon1bre de letras'' y
"hombre de acción" (lo cual superando Ja s11pcrficial utilidad de esto· conceptos,
determina la seudo dicotomía que la propia figura de Accvcdo Díaz se encargará de
borrar}. Algunos afirman que Ja segunda condición {"hombre de acció11") prc\1alcció
sobre la primera (''hombre de letras'') hasta el punto de constituir Ja en1¡&gt;rcsa

•

�38

primordial de su vida, ''el destino eleg!do'' de quien se reconoce al servicio de una
causa impostergabl : la forja de la nacionalidad. Francisco Espínola Jo proclama "el
primer caudillo ci il que tuvo la República'', gestor de nuestca "tradición democrática'' y observa en él una peculiar cualidad: la de ser el intérprete de un pueblo en lucha
por su libertad, de un pueblo que es protagoni~ta fu11damental del ualumbramiento
difícil'' de una ''nacionalidad briosa e í11domable'' (estas últimas expresiones pertenecen al propio Acevedo Dfaz, que quiso explicar con eJias uno de los sentidos de su
novel ística).
Ya pocos dtldarán que afirmar una dualid ad de ese tipo significa una sirr1p!•ficación: qui~ por so nuestro artista no la tuvo en cuenta en los hechos y cuando debió
deci ir de sí m· s •10 rechazó el aparente antagonismo (aunque e1 abarcar ámbitos tan
an1¡&gt;lios y polif e "ti~os implicara postergaciones que, como hombre dentro de una
"s1tuaciór ", se vio obligado a tolerar). Con esa concier~cia clara se lefine por la
t l lidad: eri 1'.'ll t'ma instancia todos los aspectos de u personalidad m i est ra11 u11a
base cc_)n,ún· sud seo d libertad. Por eso es qt2e se hace difícil ad1nitir que Acevedo
Díaz se haya nconlra o, en definitiva, frente a dicotomías insuperables#
riorit riamente ''hon bre de acción'' te&gt; designan, no obstante, algunos de sus
ciític . Y tcstin,onian esta certidumbre con hechos -que juzgan irrefutables- de la
· istencia mis1n-1 del autor: su temprana decisión de intervenir en¡ . . brega cnla11cipaora que lo 11 vó, en va rias oportunidades, a poner en ~li gro su vida; que lo indujo
a n 0 11 t los privil :11igios de la ciudad y de su me:1i0 fan1iliar ( Ace\1 :-. o Dfaz
descien e de una fainilia de ,patricios, ctienta entre s11s antepasados con el General
Anto1lio Díaz su buelo- fundador del diario "El Universal" y e 111batiente en la
b tall d Jtuza·ngó; y con su lío, el Coron 1 Antonio Díazl autnr d'=' ia "Historia
polí icil y mil,'ar de las repúlJlicas del Plata"), fJara i1l'cgrarse, en vital conviv ncia, al
un ·v.,r dl
Jo de "t11rbas'', "entreveros" "n1011torlcras" pa1r·as, e mo u11 soldado
m
r 1 .. ca d su adolescencia, del abando110 circunsta11cial de Jos estudios
UJ\i v 1 i ( r10 : rl 1870 -n1 ndo aúrl no había cumplido \ einte años y se convierte en
uno dl" ln
tago111stas de la ''Rcvo tici,ó n de las Lanzas''-, o en 1873, fecha en QU se
1 •n u nlrr\ ~ nn"' ndo 1 l1l1estc- de la "Revoluctón tricolor"~ o c:n 189S, ru 11do
,, f.1 n11s1110 del 1no\ imic11to revolu ionar10 de Apancio Sar( \!'Ja- se alista
nucv, 01 nt n las filas partidari s.
1

1 s el i ·nodo del aprendizaje diriect , en qtJe cJ paisa·
le iría adentrando
t'.\ r1a~1nt te r lo jo , (:X)r el olfato, por el gusto, por trlclo: se cementa su
ml'&gt; J p c1 d para fijar r·n u mcnt Ja itn 'g ncs del m11ndo c;rcund( nte,
ª}'•Jd
F r ur1 gudo sentido de observación. Por ent nces madurari. r1 en él las
e p •r\.!:n ia pnn1 rías qu nutrirán las obras d . l f un1ro novelista, _ua1ldo ya haya
de nta o en u fértil -(7U nt 1 boriosa- m mona quel universo nativo "rebosante
·~..::.vi
(ta¡ 1 llan1 ) qu fu r cuadro ~i vo de sus acciones. Cuando la fati na}' ~a flora
d u (:\rra y los pro 1os seres humano que poblaban aquella natural za avasa11ante
4

1

�39

por la fuerza telúrica y el indómito sentido de libertad, han pasado a ser, en la
conciencia del artista, además de sentimiento emocionado, comprensión y conocimiento.
No es azar que el periodo de CTP.ación más fecundo se dé precisamc1\te, en el lapso
en que el exilio ha puesto un involuntario paréntesis a ta acción política ybélica:e11lTC
1884y1894, cuando cumple su forzosa pennru1encia en la Pügent'na r:~ por f&gt;ntonres
que
Ace\Tedo Díaz completa su mundo literario, animándolo de un vigoroso alie 'to
, .

ep1co.

Así, aquel joven que "hiciera'' la realidad Je su momento histórico co11 sus hazañas
de guerrero ~se habla del orgullo juvenil con que ostentaba su foja de se vicios-, nos
dará más adelante esa realidad ''rcconstruída" en su obia literaria. Se concre ande esta
forma y con igual grandeza dos modalidades de su vida: A evcdt) Díaz, es, a un
tiempo, "hacedor'' de nuestra realidéld nacio11al y, en PI univer~ del discurso,
"reconstructor'' de la misma. Activo en aml,as occsiones, en an1bas entregado desde
lo fntin10 de su singularidad, pero siempre trascendíendo y justificando a la vez
conjunción plural de strs acciones.
De esta manera se fue configurando la sil eta de t1na persona que son,braba ya
a sus contemporáneos. Cortílictuado pero coherente. Compleja, con10 que está en el
centro de circunstancias también cargadas d antagonismos tempestuosos. De esta
maner1 las inquietudes apílrentemete en p 1 gna se funden en una sola vocación, la
·ú nica verdadera, la que José Enrique Rodó llama vocación de hon1bre''. Ella abarca
tan te&gt; ia dime11sión del combatiente C'1anto la del artista, 1 d l político, la del caudillo,
Ja del periodista, la del orador, la del maestro o la del ideól&lt;)go que" en cada
requerimientc&gt; de la vida, Acevcdo Díaz quiso y supo ser. ·y , sin ltsgar a du fas, al
amparo de su "vocación de hombre", todas estas facetas ll u1nanas se coordina 11 y dan
a la historia esa vigorosa estampa huma11a que es A,cevedo Díaz, act r de su tiempo
y propulsor del tiemEQ_v:enidero.
eamos, a título de ejemplo, el ei,lace circu stancial df&gt; alg11nos &lt;ie esos aspectos,
que como JlO podría ser de otra manera, conde11sa e11 la parcialidad a s1g111ticac1 n de
la totalidad de su ser.
Acevcdo Díaz novelista, acuciado por una conciencia implacable llUe mide CJl e.l
porveJ1ir Ja verdadera dimensión de su obra, d\•cJara la finalidad que anima a &lt;'sta n
ttn pasaje de ''La novela histórica" (texto citado or Robcr:to Ibáf\ez e11 su prólogo a
Ismael de Acevedo Díaz, Colección Clásicos Un1guayos de la biblioteca "Artiga-11 , l _
Monte'-'ideo, 1953). Ali} manifiesta la inte11eión didáctica que sustenta todas st1 ~ '' l
CT(?4cionr:s· "iftStruir almas y educar 1nuchP-tiumbres, au11que las n1ucl1edu111bres ue
se eduqt1en, y las almas que se inslr,1yan no 11 guen a ser las coetá11cas del escritor".
El propósito es ostensible: el artista proyecta su mirada n1ás allá de su "situa ión",
hacia un futuro en el Cl1al, ya desprendido definitivamerlte de su creación - que halJrá
cobrado total auton&lt;)miar aun&lt;1ue permanezca plcnan1ente \ ivo n ella- seguirá
ejcrcicr,do desde las páginas de sus novelas un n~1gislcrio cjen1plar. Esa inlc1,ción

!?

11

0

1

�40
docente se convertirá en clave para la comprensión del ciclo novelístico histórico, y
alimentará asis1nisn10 la fibra vital de sus artículos periodísticos. Es memorable la
prédica aleccionante que lanzara a su pueblo desde el diario ''El Nacional'' y
memorables son, asimis no, muchas de sus páginas escritas en "La República" o ''La
Revista Ur uguaya" o ''La Democracia'', tanto como sus conferencias o sus discursos.
Sobre el valor de su oratoria (aun cuando muchos de sus dis...11rsos fueron ''pie;ras''
escritas p ·eviamente ql1e luego eJ autor '"modulaba'' frente a su público con p1'emediada er•l01lación) habla la tradición, que recuerda su magnifica figura, su porte11tosa
voz, que enfervorizaba multitudes. Un amigo del artista, el escrito1 Aloe1to Palomcque lo e,roca en 1872, cuando lo conoció y Acevedo vivía s11 ten1pestuosa juverltt1d
v ·nteañ ra: "Usaba CJ1 tonces una melena criolla y unos cuellos altos, muy abiertos.
Su voz ronca y su actitud altanera se impusiero1l. Mi espíritu quedó cat1tivado ante
queJla figura ·omántica por exce1eilcia, en la que veía al hombre del fu tu-ro, capaz de
afrontar las mayores re.. portsabilidades''. Y recuerda luego, et l la misma sen¡JJlanza
que r. pr&lt;&gt;duce Alberto Lasplaces en su estudio sobre nuestro artista ~Historia si1ttéti de t Lit ratJ..1ra Urug1Jaya, p lan de Carlos Reyles, Alfredo Vila, Editor, 1931).
'', u lla voz bronca , huecada, aquel dedo erguido de profeta i11 pirado cuari.do
hl bJa a la mu1tih.1d ndiente de sus palabias calie11tes y entusiasta.:&gt;'".
Rcsumicn o: un solo sesgo, en este caso el ejercicio múl iple de su magisterio,
enlaza y se compl m nta on todos os que hacen 1 integridad que es el artista y dan
se ti o pleno
u i1 d lin ble "vocación . u man ".
Erl A ev
Díaz cada elc-cci n fue u11 riesgo c11 el que empe1'\ó su ser, su destino.
A ricsg el nov list que . . leccjona hechos en un proceso .ercano, a la luz de urKi
rs
ti
limitada por J e ·rica11ía y la fuerza d Jos acon ecimientns. An·ic-ga
cu 1ldo sos[ y
magr1ifica situacione.s,
ripecias )1 personajes, sobrevalorando a
t r s, en1uiciando sev ran nte tT s. Arriesga el ciudadano y el políti o que
e rltr compromisos andente -e i1l Jud ·b1 s para él- con su época; de -u últ1nla
novel L lJlZ y Sabl (1914) se ha af1rm do que es obra dL:.: marcado tinte político y
rtidari , y a1gt1nos ob rvan ue esa determinaci611 de comprorniso e prcsada sin
1n g y corav rt1d n móvil principal d la acción, rn ngu sus valores l1tcra1ios
((l'I ¡uicio , naturalmente, discutible). Ame ga el partidario que rpretlde a sus
cor~l1g1onar1os cu ndo d _ cat .
1
ti vas e s 1J gru
n las el ~· tr' de i 903
y r u lve a 1ncurs1onar en una •1uev oricntaci n ( abemos que fue una actividad
r11U)' "01,trO\'erti a, que no corr pon e ar1 li7...ar al1ora), busca do superar los in1puJs rraci n les de ta luch de divisas.
Y esto n g s
siondr 'n 1 agitació11 corlstantede su vida, el dolor del desti rro,
1 f l lid d d u1 luch ron
asas treguas y
s spcran?..a . No en vano cierra
Accv o Díaz su t tralogi épic anur:ici 11d premonitoria1n · ntc en el final de Lanza
)' b~ ''los falla m d los año terribles qt e acercaban p so a paso, con el anna
l funerala y su e rte· d letal odios".
uc losn sg 1 arr r ntambi"nlacongo· d unamuerteocurridanoensu
C'M"'C.IU.::

�41

"terruño'' al que se sentía entrañablemente unido, sino en otro país: la Argentina.
Alejado de la política, dedicado durante varios años a la vida diplomática -que
seguramente estaba lejos de colmar su s íntimos anhelos patrióticos- dice Lasplaccs
que "un silencio enorme cayó sobre su nombre, y los que en un momento lo
endiosaron, elevándolo hasta la cúspide de Ja popularidad, renegaron de é después
aitadamente". Pero aún en esta it\Stancia trágica está patente la libre vo u1 d de
elección, y este aparente antago11ismo no hace sino reafirmar su estatt1ra humana en
el dificil trance de la soledad.
Bi1scar las raíces de la singularidad de cualquier hombre es, siempre, tar a difícil

y con1promctedora; más cuando se trata de un artista. Fatalidad, dualismos, conflictos
permanentes signan la de Acevedo Díaz, cuya vida y obra quedan como testi111onio de
sus compatriotas venideros, a quienes él quiso ligarse, adela11tándose a su propia
.
. .,
.
epoca, y para quienes em1ho su mensaie.

ll- La obra: gestació11 y definició11
Orientado, como vimos, hacia el futuro de su patria, lúcidam nte u ·cado en las
coordenadas de su tiempo, Acevedo Díaz hunde su mirada inquisido~ en el pasado
(e11 ese universo bárbaro que con . . idera movido por ' 1instinto indon1able ", aunqta
posee Ja convicción de que marcha, e r• proceso evo]utivo, hacia etapas de i11 ludible
su¡~ración) en busca de la verdad de su puebJo, de su nación. Fervor&lt;.JSO 1ector de
rlomcro, apre11dió con justeza los aleccionantes discursos COll que el en ..¡ no Néstor
educaba a las geraeraciones nuevas de guerreflos. Con e la in1porta11cia que ti rle e l
pasado Ctl e1 devenir de una comunid d; sabe que de vel das cicrt s claves ocu) tas, ~
d línc n rumbos invalorab1es i1ara la educación iel porve1\\r De ah1 qt•e se n1peñ
con ahínco en lo que él llama ''el desentrañamiento de1 pasado". On p sado, el de 1
"Patria Vieja'',queél tratará deverconmiradacohercntey ordenadora, tal como debía
hacerlo un ·1 grante de la generación "racionalista", de la cual surgirfa11 los pri11cipal 'S e6 og na ionales. Se habla del t~són con qtte Ac \&lt;:~do Dí z acud a a los
d um•ntos
at h1stóricospélrareconstruir-e11riquec1·n lo
·sodio person 11] de ~u 1
c1ones.
vcrl1d 1mism ei historiador :ircunstat
1 n
a d su •rar
·l m ( d\. 11\duc\1
sabe ae ia eficaci del anál1s1s p ra de\ elar latt ll l llOn de
l real1 l d; ~ro S&lt; be ta1nblen que e t o
aci n de conoetm1erat e ¡)a \empr f"{ltl
la J !&gt; ~ Li LJn) e~to) a r~o lo sa11 face, de ahí ueadoptc la cre,1 ión n
J !&gt;&lt;.'3 ct111lc1 un
11 trumento de doble faz.
r l111 lado _s xpr iÓn de conoc l'\J "rito; p&lt;&gt; l tr( , e
sea te del pasado e11 una síntesis
a que apunta a lo 1 oaonal A 11 cno e to t l
que Ac vooo Diaz nos ruce con otra pala ras ''E novelista co11 1g11
)n 1n-1 1 or
facilidad que et hz tor1ador1 resucitar una 'po. . a, d r
u ion un r l t . La hi to 1a
r{;.'C ge prolip111ente el dato,anal1za fna11l nte l ~a 01lteci11,1cnto l1u1idc el e -al 1
I

1

�-

42

•

en u11 cadáve , )' bu::
1
\,¡ a ue fue. La novela asin1ila eJ trabajo
cient... P1 h1s na· o, ' pn u sopl de
i ación ~ ninla el Rasadoa la marter
~ n ·os, ue cor n so lo de su liei to, hizo 1hombre de 1 rt puf.ado de po1 vo del
P rarso y un poco de a~ del arroyuelo'' (carta sobre "'La Novela his é-·:La'', texl.J
tado por Emjr Rodríguez Mor1ega.J en su prólogo a Griro de Gloria,, Coieccié
~i s Uruguayos de la Biblioteca"Artiga '', lvfontevideo, 1964).
Aparecen en sus d ~,araciones, es v ~dadl los resabios romái1ticos propios de la
.. poca {e1
ploae1a inspiració11'', l3grande.za "divi1\a·' de) creador). Pero sercconore
i1 ienel pensamiento de1 posit1v·sta aueotorga a loshec'1o~ valorft1ndamental;que
:l vacila e11 "'ñundir su escalpelo en e; cadáver'' porque al pasado PS nec~sanr
n~ raf\arlo'' ara esc!frar -como lo hacían 1t)S antig:..Ios a11gures, oolr~ ql 1e a!10.ta,
,,.._.,.,a~ran
1ll1 .co el lenguaje de ~us vísceras. Formado en las ideas positivistas y
ur l stas l fin de c:iglo _uropco no nos S&lt;)rprende gue adopte a n1et\t.ld.o e&lt;:: q
si on e obscr ador imparcial y se defina é -aunque su n1étodo ~..ea imperfectf' y
ntam1nado de var1ad s tend nc1as- el propósito sincero de conocer el proceso
t61ico e el ouc está ir)n~cr .
t1s JU c10 y su 1aio acioi1es s0 acen oír frecuentemente en la voz de s21s
r&amp;on.aJCS. E! :aso n1.ás i ustra ti vo .!S el del joven T:..u is iai-ia Berón, centro de dos
n
la ,
liva ) rilo e G ~or· a, co1 t qt1ien el autor se identifica casi t t J -nenlP.
t1r1 ue J so r s r rlajes masculinos o femPr·i lOs-y a11r, el rr1edio, e1 pai ¡e.. nos
e
1al tor . uc rastr~a met1cuiosamente st s orí.genes con e1 fin de e·relar
t e" (es decir lo primitivo, lo original) de ' nuestra nacio11ali ad eJ,
orn1ac1 1 " vioVtdo siempre por la fin.al1dad de cer ar la intcrpre a ió11 real del ser
1 q i e 11 grará e 1 héro 0 e la gesta emancipadora y al que, con su
7

'

1

4

st ri , int

t ,

a cu

z, ·1u1ninar.

ri Día

arte,pues,delo 1m u"sosciegosdelafucrzasal\rajede
sseres
z111 tr t rr q\1 forma unidad con la vi orosa cornente ··elúrica
t'ut 1r n o prim ros crr1puj patrióticos., basad s ya lo deci m s, en el
f i
• d Part1
do d la a misión de ese "inst1nto tenaz" (así lo
~ r í z h rá rcc rrer a sta raza un r uo camino qu
e 11' cara en
ma),
ci ·i
c1ón propios e la época eJ autor. La e' oludón
a
vclís ca. En un p ··ne= io, hombres, ani les. vegetació11
1
11 u1
JSI
m sf ra e violetlcia i' hasta de ferocidad que lo h e
Pero oo l ro e co 'ºs lr er,trat\do er1 una lenta aunqu'"'
'
gr lV
~ lución iaci nal.
¡:,\

Ac 0 v

u 1

Dí,1z

rterana e11gP n
.,. . . ,.. .-2 o ra \
ar

f
t.::

it

1fícit e

i

'

\r

I la nCl d

l
1
• e r1
l u~ co ~ade
1 "'""': 1realismo. Transcribe Ro r o Ibáñ

�43

en su prólogo a Ismael -ya mencionado-, esta afirmación del creador:
1
''Soy realista, pero a mi mcxto, bueno o malo, como entiendo el realismo: la
olultiplicidad de fases y la producción de fenómenos complejos dentro de los
esfuerzos armónicos de la lucha por la vida".

En el ''realismo épico" ubica lbáñez su narrativa y Francisco Espínola reconoce en
s u" gra11dez épica'' la asimilac1on fecunda de los modelos clásicos especialment:e de la
Ilíada de Homero. An~el Rama obsen a, asimis1r&amp;0, en su ensaJ'º Ideología y arte d
un cuento ejemplar (Ed. Arca, 1965): "Si el r lata accio11es en stado pur , oonc d1én7

dolcs únicamente a ellas la capacidad significante y aleccionadora, es el meollo
irreductible del epos estamos aquí en su demostración paradigmática d entr de la
lrtcra tura uruguaya" (se está refiriendo a El combate de la. tapera).

'
... Las escuelas europeas, de notoria irtfluencia en los escritores an1ericanos de la
' poca, dejan sin duda su huella en la producción acevediana. Se reco1loccn en ella
1

caracteres d{)l romanticismo, del naturalismo, d el realismo. Pero superados en un
nueva aleac iñn que da singular fisonomía a Sll prosa in adherirla a nªngún canon
d tenni11aC10, afirmandose sie1npre so re Ja base prim igerua de la rea. tdad nac1ona
se1ltida y luego racionalizad . Incluso los n1on1entos de su obra insuflados de un
s ngu 1ar aliento trágico, tienen su propia fisonomía, como podrá ve en .. 1combat
e la taper~ donde crueldad y belleza, intrepidez y dignidad, instintos salvaje y
valen tía lle\ a.d a a l grado de lo sublime, se une l para dar el ten1peramenteo bárb ro
)'colosal de un grupo de creaturas en quienes se sintetiZ&lt;1 en forn1a ej n1plar el a1\helo
de libertad que es motor esencial de su acción narrativa.
1

Ya señalamos que el pueblo es el principal protagonista de las novelas de Accvedo
Díaz. Sean personajes crecidos de su imaginación (au11que ##conocidos" como tipos
ht1manos desde t1na real convivencia e11 los can1pamentos patrióticos) o extraídos de
11uestra historia; sean multitudinarios o singitlar s, todos engarzan en un de\'enir que
va acrecentando su caudal a ritmo lento y ma~stuoso.
Ritmo que ostenta las más notorias cualidades de la epopeya 'tradicional -y
queremos destacar en especial la agudeza del autor para trasmitir las vicisitudes
dramáticas de un pueblo en lucha vertidas en una real continuidad histórica- )'
culmina con éxito en la anuncia ción de las eL"!!pas defi11itoria_ de ese pueblo 11
formación.

Con siete novelas compone la crítica el ronjur1to P' in\ordial de su obra narrativa.
Cuatro formarían una tctTalogía épica: Ismael (1888), Nativa (1890), Grito de Gloria
(1893) y Lanza y Sable (1914). En eJ prólogo a esta última dice Acevedo Díaz,
aludiendo a la lí11ca a,rgumental de la misma: "Nuestro trabajo, interrumpido más de
una vez por distintas causas, y de un tema que difiere un tanto de los anteriores de la

..

�44

seriP (... ) relativos a las lt1cl1as de Ja independencia, es continúación de Grito de
Gloria"...4r1tcs, en el n1ismo texto, al referirse a rJativa, había reconocido que su obra
era f'una serie con trabazón lógica y solidaridad completa con los vfnculoshístóricos''I
O sea que e1 propio autor reconoce la u11idad áe ~a tetralogía., a pesar de la distar1cia
temporal qt1e s~para Ja ú1 tima obra de las an tenores.
"'l~os

primordios de Ja nacio11alidad" son, 1.:on10 el propio autor 1o dccJar&lt;l, el
basamento de Ja t&gt;ric. NiJCstros origenes, pues, desde arttes de la aparición del gran
caudillo, Arligas, bajo cuya sombra protectora crecerá, de ac1Jerdo a palabras de
Accvc o,''\ na generación licroica". y el espíritu,. más que la presencia real del prócer
anitnará )' da.r á sentido a la creación narratjva acevediana. Artigas, el oficial de
blandengues de p reo Icng a· , de quien bri da en I~mael, ur\ interesantísimo retrato
literario, que \'al la pena tra1,scribir porque, a través de los rasgosfisionórnicos y de
t1$ cl1 tu es, da el autor la personalidad de quien será más adelante el Jefe de los
Orientales {y· f-.. también -en co11secuencia-de los croicos perso 'lajes de El combate
del tape a, en cuya Jucha,sacrificioymucrtcreconoccmos1os últimos alientos épicos
, de la gesta art ·guista)~
''Represcritaba cuarenta años. De e tatura regular y compJexión fuerte, J'lada
e:xist.ta en su peTsona que IJa1nara a primera vista 0 1interés de 11n observador. E ·a un
\ m re físico gTadable, bl4' n ,,JJides 111i ,aunque algo ,.azada por el sol y el viento
d los cainpo ; cu lio recto so re un b·onco firme, cabellera de 01'\da recogida en tT". nza
deun 1 re s1ru ioymiembrosro ustosconformadosasupechosalicntnyaldorso
forni o P dí. tlSC n tar, ¡10 obstante, en aquella cabeza, ciertos rasgos que denuncia.bar1 la n bJ ?~ d r .z y olu1lfad enérgica. El ángulo facial bier• medía el ánguJ
n á imo 1 1 1 n la estatuaria ar1tigua. Su crá11eo semejaba una cúpula espaciosa
l Cironal nh1csto, la frenteampliacomo11nawna,clconjuntode laspie~scorr cto,
torm 1 o 1
\'W so rbia. La notable cur\'1; tura dt: su nariz acentuaba vigororn rile ll osarl os del f onlal sobr las cuencas, co1noun picodcc-ó1,dor,darldoal
re. lr(t u rla e pr 16n se ·era y \'dronil; )'en s11 boca de labios poco abultados, dóc1lc
1 'm r al
onris le~ y fna, las con1isuras forniabar'l dos ángulos ca r oblicuos por
lJn tr
16n t1at11ra de los n1 'sa1los
Sin JX\ ~r toda la p r z t1C'1 colo , us ojos eran azules, de pu~1ila ho1,da e tri
1rcui o d" lrí~ s oscuras, d n1irar ~-,e11etrante y esct1driñ.ador. co1nu11mente de
f1 n o, utr1d s las ce· s, e1l
rpett10 motín e11tT las dos fosas ojivale , bigote
p rt n , r der l. s 11 br s, pónit los pronuncia os, perfecto el óv lo d 1rostro .
tcm r m nto ilio , e parcia _ r la fisonomí cuyo~ perfiles delinea111os,
com unr fli).
co1d1alcs .. n 1mientos d indol uavey
le,quecontrastaba
1ngu ;iim nt rone1vigordee s rfi e. Lamjsm tnira pet1 ·vayvagaa\'eces,
l
c1trc:1e
la pu 1la a1 influjo d un ab rción pa ·era del át1in10, tenía una
=prcs1 n ma 1 y nigna, 1 ue pu e trasmitir l e
ricncia de una vida ya
i ,,n · d zarsyto11r1e~1tas.

'ª

........ ...:e

�45
Si el Oficial de Blandengues los había sufrido, no lo denunciaban manchas,
cicatrices o mordeduras en sus facciones; era su tez pálida pero no marchita; no era
tersa, pero tampoco hoyosa ni rajada. De las aventuras de la juventud,. sólo en su frente

abierta y extensa había quedado algún surco, más bien formado antes que por los
males físicos,por el pensar consciente de lo que la vida enseña."

Si ahora somos capaces de desprendemos de esta fuerte imagen de José Artigas
que Acevedo Díaz impone al lector casi con la tenacidad propia de la percepción, y
a tendemos al ''retratista" que la ha compuesto, se hace claro por qué dijo antes que "la
novela ( ... )reanima el pasado...": el ilustre oficial de Blandengues aparece descrito
desde el interior, aunque para ello Acevedo Oíaz se apoye en tos rasgos externos.
Ejemplo: los surcos de la frente son la ex.terionzadón del "pensar conctente", de la
conciencia pensante, o sea que en el rasgo emerge la interioridad dcJ persona1e.
El nacimiento de la naciona1idad, signado por el instinto de libertad que anin-.a al
"gaucho", compañero indeclinable del ucaudillo'' en las "patriadas", dará motivo a la
acción de Ismael, r~ovela que inaugura et ciclo narrativo histórico. l.a trama inicial se
desarrolla en el Montevideo de fines de 18~ cortmovido por lar;; invasiones inglesas
y la entrada de Napoleón en España. En el medio ciudadano Sf' ortginan tas primeras
conspiraciones, que a la postre acabdrán COJl el gobierno opresor. Pero la acción se
traslada luego al medio rural, al campo casi despoblado, donde habita11 hombrPs
indómitos entre quienes se destaca el protagonista.. Ismael Velarte, gau cho joven y
huraño, unido por vínculos de sangre a la naturaleza indomable donde se formó. En
él simbolizará Acevedo Díaz Jos primeros avasallan tes anhelos libertarios. El joven
"gaucho" representará el impulso y el espíritu de su raza; en él se objetivarán la
valentía y la dignidad de un pueblo anónimo que se alza contra el enemigo -"los
godos", en este caso- o sea la autoridad española, la fucrz.a poderosa que se oponía a
su libertad. En el pueblo a) que pertenece el personaje fermentará la sublevación y se
producirá el levantamiento. La novela se cierra con la batalla de Las Piedras, triunfo
de los orientales que marca un rumbo dec1s1vo etl su l1istoria.

En Nativa se está ya bajo Ja dominación portuguesa. Artigas ha sido abatido y
nt1evos amos -ahora los '1usitanos"- se imponen a la nueva ge11cración de patriotas.
El protagonista de esta novela será el hijo de u1l español que vive c11 Montevideo,
ciudad de la cual se alejará el joven criollo "JUe es un intelectual)' será, en ésta y c111a
próxima novela, portavoz directo del creador- paja unjrse, en la carnpaña# a la nueva
rebelión a integrar las huestes libertadoras después del desenlbarco de los 33. Un
desvaído tono romántico predomina en el relato del idilio del joven Luis María Berót\
y Natalia, hija de un estanciero, pero hay en la novela momentos de real dinamismo:
marchas de guerreros, encuentros heroicos, escenas de la vida de los matreros en las
espesuras montaraces.

�46
Grito de Gloria es la continuación de Nativa y también en esta novela será el
pueblo protagonista esencial, aunque se destaquen algunas figuras históricas de gran
relevancia (Lavalleja, Rivera, Oribe) o figuras que pertenecen aJ mundo de la ficción:
Luis María Beró11 o Cuaró, representante típico, este último, de los indios que se
entregaron por entero a la causa independentista. La batalla de Sarandí, cuya
preparación se describe con especial cuidad.o y que se decide en un solo encuentro
sangriento y glorioso, et1lmina !a acción de esta novela.
Lanza y Sable, Ja última novela del ciclo, saltea un gran espacio en eJ decurso
histó1·ico del pueblo oricntaJ. En esta obra Acevedo Díaz querrá mostrar, con espíritu
didáctico, una tlueva lucha: la civil, esa que tanto temía el autor y que comprometerá
a los contcndores no por un ideal de patria sino de divisa. Algl1nos críticos observan
que la exposición de las ideas partidistas del autor convi~rten esta obra en una novela
exclusivamente política", aunque el estilo y el trazado general de los personajes
mantengan el nivel de las narraciones anteriores. Y a esta altura no puede sorprender
a nadie la pre valencia de esa preocupación q11e es fundamento innegable no sólo de
1 obra liteliaria sino de la propia vida del at1tor.
11

Ad emás de la te tralog ía épic:a integran Ja narrativa accvediana otras novelas.
1 rend f1886), novela con que inal1gura su carrera literaria, padece la inmadurez de
l s comiertZOs, que n1ás adelante e1 propio escritor denunciará. La acción se centra en
na relaciótl a morosa y está ubicada en el Mont,er.rideo d e los anos 1870 a 1880. Sus
alor máximos se hallan en el empCJ1o d escriptivo q ue d eja en el l ect~)r una \risión
agradable d e la ciudad colonial. Soledad {1894) no,,e!a b reve a la qu s ubtitula
"tra icion dcJ pago", ha sido considerada por las excelencias de su estilo ''un poema
c11prosa''. Su estructura es esmeradísima y los personajes tienen -en gerleral- una real
val ez humana, al111q( e a1gui1os de e llos se convie ten e 11 sínlbolos. Soledad,. Sll
protago1 i ta, r p
·nta a a naturaleza, her1nosa, sol itari~, salvaje. Pablo Luna, el
''ga J t10 trova'', que unirá a la ·oven en un abrazo estremecido por la fuerza de la
tierra r s1m lo de nuestra p rimitiva ra23 bravía. Ambc&gt;s constituyen, enla7..ad os,
el 1mbolo de h rt d rent a la
sión ob· tiva a n los terrate11ientes v1ontie31
y an uca Pintos~ t.4 obra ej n1ina c-01\ un act de v nga za q u~
conc eta
la ti a ..,1te n l ·, e 11dio dado a tra\1 d u descri "ión di11ámica, que es uno
d los111 me to nlá logradosd lalitera uraacevediana. inés( 907)esunanovela
d r1 eclautr rd .. 1 g qpiracioncsd
netración s·col gica;lacríticacoincideen
r al ria como 1 mas d "bil de 1 1 l que int gr. n el grupo nov lístico.

u man a su obra d crea ·ó arr tiv un co ij 1nto d cuento que lO desme¡ lto nivci - i narrador, espec1a1mc te Jo&lt;.; de emas cam os. Pt1ed n citarse
con-.o j plos de u cucnt~ l ca 1prim supJicio El molino del g lgo, fl urora si
luz, S n lápid , O
1·1¡ ...

�47
La mayor parte de su obra narrativa -1,ay, además,. interesantes estampas históricas- responde al fi...., explícitamente declarado por el autor: su literatura 1'.a de "servir
a 1a aspiración nacional", y será para el lector "un estudio emológico, social y político
de nuestro país, por lo cual intenta hacer resaltar los lineamientos -vigorosos de Sl=

historia que trazan su fisonomía propia y diseñar de un modo indeleble sus propósitc :;
e impulsos nativos".

Su literatura -doctrinaria, didáctica- aparece, de este modo, puesta al servicio de
la sociedad. Acevedo Díaz quiere·que sea orict1tadora de un pueblo -el suyo- al que
dará1aspautasnecesariasparaquecobrecondenciadesuparticipaciónindispensable
en la formación de la nacionalidad oriental.

.

~

III - Pri1neras aproximaciones a un texto modélico ._
El combate de la tapua no~'ª ,-ido, hasta aho1·a,. definitivamente incorporado a Ja
gran serie épica -como tampoco lo fueron algunos de sus cuentos que por sus temas
y aún por ciertas características narrativas, son afines aJ tono ger1eral de las grandes

novelas históricas. Esto se debe fundamentalmente ~n el caso de El combate- a s
extensión, ya que se trala de un relato brcvc;J en verdad: apenas seis capítulos o
"momentos", que, en total, no superan, en las ediciones corrientes, las \ eintepáginas.
1

q·u c "'u exa~
extensión no le permite integrar el ciclo heroico, aunque lo merec.e por su gra11deza
épica''. Y otros críticos, toda vez que se ocupan de esta obra --sea para compararla
relacionarla con las novelas de la tetralogía .. sea para señalar si11gularment-e sus
Dice Pra!)ci:K:o E3pú1ola, refiriéndose a El CGm,.,.at"'· C:e lA

~pera~

valores- la reconocen como una de las más perfectas de la producción de Acevcdo,
aunque no la inl.2gra, tampoco.. al ciclo t12rrativo prirlcipat. Se la ~rincula por su acción
&lt;y por la época de conl.pos1clón),, a Grito de Gtor!a (publlc.ada en "'La Tribuna#.&gt; a partir
de agosto de 1892), ya que la mencionada novela SP. inicia con un c.apítulo titulado
""Después deCaéalán'', ye1l eJla hay,además, desarrrlJoc; par ialcscor1'\parablesal de
El combate. Angel Rama enlie1\dg qiic .este
nto" -asf lo dasign.a-..-pued-. ser
incorporado a- la serie de sus noualas lli&gt;tóricas, SéñaJando que completa el ''cuadro''
11

de su gran produceión nar;ativa.

Dtce en el e11sayo antes cltado: ,, Aurlque el cuento puecta 0011stderarse co1no un
frag1:tento desgajado de las grandes 11ovclas. dispone de una autonomía artística y de
una independencia estructural que penntten encararlo como una pieza válida en sf y
autosuficiente".

El desarrollo de su trama, que alcanza sin duda tlivel épico, su entronque
tn&lt;1tscun1'1e con el aevenir h!stOrtco naclonat, que el propio autor se encarga a.

�48

b1'

declarar a través de referencias expresas en el texto nos pet 11ute catalogar El combate
'~ como un relato de ·1eroísmo.
1

E~

verdad qtie sus personajes no .alcanzan !a coradición de ~personas famc1sas por
t.JS hazañas", aspee o itnportante en Ja deii rlicíón tradicional de "hé1c&gt;e". Aunqt1e

alice ''hazañas", colectivas e individua es, como ya estudiarerrt0s, ningtlno de sus
1 ombres alca11za la pop11laridad 1ii la est;itura de ia.s grandes figs~ras de 1a gesta
lacinna l. Y aunque lodos sor1 gu(ln·eros, ni11~110 tiene grado rrulitar eievado: el jefe
- el destaca. ento e a· rias un '~sargento", y tas bravas rrlujef!-5 qu~ intc~rv;e11e11 er1la
aoci '111 o son fruis uue
. ''soidaderas" .c omunes. Pflro todos elJ "5 r-ouestra .1 er' s)1s actos
q el :fS virtudes ql1e, de acuerdo a la defi11ición típica de ''f1croísmo''; deben poy.~r
qt ieries lleva11 a cabo realizaciones de tal naturaieza: ''~sfuerzo emi11erite óe ..a
· o1untad y de la abnegación, que le' a al l1ombre a reaji:zar actos ex~aordi¡1arios en
· ~rvir· o d ( .. } la ¡&gt;atria'' .
1

(
Po eso ueden se cor ider dos personajes ~1eroicos y, la obra, u n relato de
LJieroís lO.
St1 unidad in ema, 1.... sú,te is de si lengua· . ,. y de sus sil11acior1es, la c.oncentració:-1
propia de un cuen o -u lidas a la creación de perc-v0najes eri fur~ctón de una 1 azañ.a
e r11ú11 cuya fi1lalidad, aunque Pn cierto sentido es.siempre Ja. e.le cada l dividuo
G crt , r pik ta1ri .... n·e supone \JJ esfuerzo coJeati\'O. iuc{tar1 por la H~t ta.q de su
P" ria que C'S s11 ro )Ía iber d- ros haflililan para reafirmar el c;a.ráctf'.l' &lt; e ''gesta''
&lt;atin Ja c;i1npJe acepción de 'co11jur1to rrtt~morablc de acciones rea117..adas por unoo
~ p~rsona s''), a pesar d ~u bre 1~dad.
1

d

Pero estas a ·nnacion
rroll d i texto.
1 -E:&gt;

11ctura

e ''El

previac: se is·án prec:isand 0 a n1edida q e sigamos el
1

co1nbate de la tapera''

p 1edc ..

rado -creemos- de :le diferertte.s pers1~ti\·a5.
n ér1f
!iencil o- atci1 ria a la distri ción d las E'artes que componc11
ob d,
t 172da, enli otros aspee s, por su si11gu ar valor conce1tlTativo. El
r l t
i vid et sei ca ítulo
rtos -alguno no sobrepa la ex~,.,1 ió1\ de tina
tra
de los cuale se desarrol a11 los llec os igui ·ndo n plan lineal qt1e
~ ir1i i cor1 la pr
r1ta t "r1 y ubicación del gru
e patrio a e11 fuga uego de una
erro a, c111 n na n u 11 com te feroz li ra o con sus r~i ores portugi1escs y
1n ir za coi 11 desenlace trágico· a niu rl'C de t os los
na· d 1ba1\do oriental.
Es

~ ¡)r11n

r

)UI

to

r eri

uema ra d rroll r el análisis sería
P ro al tle se cxclusiv m le a este
u~ rfic1al1zary anquil
r n o r queosten aromorasgospnncipalesla,,italidad

�49

y el dinamismo. De ahí que hayan1os preferido s~gu!r el desen voi vimie1\tO de la acción
c :&gt;n ~i derando dis•intos "moment~s ' ligados&lt;"! los di ve~0s esp;;.cios en los cuales el
1

autor materializa los hechos.
A) LA COORDENADA

TEA1PORAL

Primer aspecto: El tiempo histórico
El relato se inicia ubicando la acción en un determinado tiempo histórico cuya
precisión surgiría del dato real que, de entrada et autor st1ministra a sus lectores:

"Era después del desastre del Catalán, más de setenta años ha.ce".
Acevedo Díaz cuenta con un supuesto: el conocimiento que poseen los lectores
de la historia nacional, fuente importante en este caso, para el cabal entendimiento de
la obra. Ya nos hemos referido a la expresa finalidad didáctica de la producción

accvcdiana, elucidada por cl autor; en el caso de El combate Acevedo quiere destacar
un episodio enclavado en el proceso de la gesta nacional, episodio que es consecuencia
de otros hechos fundamentales .. demayorenvergadura en el contexto histórico, ya que
anteceden, a su vez, a nuevos acontecimientos también importantes en el decurso del
#nacimiento de nuestra nacionalidad". Esta precisión determina, y el narrador no lo
ignora, una exigencia etl el ámbito de la comprensión del relato, en et sentido de que
e.s menester, al menos, una cierta condición de "inicrado" c11 el devenir de la forja
independentista para alcanzar la plena comprensión del texto. Se hace, pues, necesario
recordar la heroica resistencia a las fuerzas invasoras que llevar1 a cabo Art'lgas y sus
jefes, el plan de ofensiva del caudillo, que quiso llevar la acción bélica al territorio de
Río Grai\de, los tres frentes de lucha que se establecieron en el territorio invadido: el
freote del Sur, al que pr-onto se imponen los portugueses, y al que pertenece el
destacamento comandado por Rivera y derrotado en India Muerta. El frente d el
Centro, qtte se fonnó cuando ya los invasores ocupaban Montevidro y que, si bien
tuvo éxito en sus primeras campañas, después de deserciones y derrotas cayó en el
fracaso luego de la captura de sus jefes, a partir de la de Juan Antonio La val leja. Y el
frente del Norte, et1 el que Artigas puso mayor empeño, organizando ut\a verdadera

resi5tcncia que culminaba con un plan de ofensiva. Pero los portu.gt1cscs, favorecidos
por acl'OS de infidencia y espio1laje, lograr1 er\ 1816 triunfos d ecisivos sobre los
patriotas; San Borja, Verdún, Carumbé, entre otros. Y el 4 de enero de 1817, obllene"'
una importante victoria: al mando del Marqués de Alegrete vencen a Jos orie11tales e"''
las cercanías del arroyo Catalán. El comba te, según testimonio que proporciona l 1

historia, fue uno de los más fieros y a la vez más heroicos de los qt1e libra la rcsistcnci:l
artiguista.

�50

Desde las primeras líneas del relato empieza, pues4' un sobreentendido entre el
relator y sus lectores. Quien ignora, no ya el hecho sino la significación que tuvo dentro

de ·1a gesta libertadora esta derrota sufrida por los úítimoscontingentes patrios, pierde
uno de los sentidos más profundos del relato, incluso la clave para el adecuado
entendimiento de su grandeza, puesto que estos personajes arrastran en su fuga la
carga patética del ·v erdadero desenlace histórico del delo artiguista. Y proyectarán,
desde sus propias muertes, ltna n1Jeva dimensión trágica que gravitará en el porve11Jr
de la patria. A propósito, cabe recordar el comienzo de Ja novela Grito de Gloria que
se abre con u11 capítulo titulado ''Después de Catalán'', donde Acevedo muestra el
stado en que qt1cdó nuestro territorio a consecuencia de ese ''desastre simbólico'':
11

Lns campañas antes lan hermosas, rebosantes de vida, eslllban ahora mu.estias, llenas de

desolación profunda''.
(El ''aJlte ''es el período artiguista, el mo1nento de e?cl precaria libertad que había
ganado este pueblo que tendrá que volver a luchar de inmediato, continuando la
extensa, ardua peripecia de su independencia conquistada "a hierro y fuego'', como
dice el autor).

"Creeríase que un ciclón i,,menso les Jzr~biesedevastado denorleasurydel e.ste(li accidente,
sepultando hasta el último rebaño bajo las ruinas del desastre..." CCap. l).
Desolación, saqueo, desaliento rundian en las tierras orientales, oprin1idas ahora
por ''los llU vos dueños de país" que sobre él -como testimonia el artista- extendían
la garra con la bru 1idad de la bestia cebada".
11

ero a más de esto antecedentes temporales -mertción del nombre de la batalla,
usrón 1ri ul do de la misma-está la referertcia d irecta que quiere hacer e] autor del
mo nto n que
e ncretaría la obra lit 0 ra ia: "setenta años hace". Es decir:
cumpJ1 oy u laf. d ñnitivo,desdeunaperspectivaquepermiteal creadort 0 11der
una mira a al arcado ·a y lúcida bre los hechos consumados. De este n odo A,. vedo
Diaz
olo también n la posición de ntar directam nte a u contemporáneos:
esd s l pro 10 pre nte. si, recurrí nd a la llistori grafía, sabem ·S que la batalla
de Cat lán cont 16
enero d 1 17, con luLrnos ue er autor ha querido insistir
o
el a on
rruen n abarcándolo desde más de un á11gtJlo, creand un entendirru~ 1to cabal aun
~ tnngid por d firnit dones preci s.

Segiindo asp eta: El tiemp fzctido
A
rt n

•

1

11

r

1 ena1adr t mporal en que

d

rrol•an los hechos que

cnal pura{icci nfiterari .O a,eltiempoir1ve1 t&lt; oportl utorenr ladón

�con el sentido de cada uno de los acontecimientos que relata. No es casualidad que la
segunda oración de la obra nos diga, precisamente, el momento del día en que
comienza la narración:

"Un tenue resplandor en el horizonte quedaba apenas de la luz del día".
Podemos adelantar ya que este tiempo será marcado fundamentalmente en el
cielo, en sus matices de luz y sombra. Aún no han aparecido los personajes 11i el n1ar o
paisajístico. El autor alude al fin del atardecerycomienzode la noche ya partir de este
i11stan~e, nuevas referencias al decurso temporal irán pautando el engranaje de los
hechos un devenir que culminará, hacia el fin del relato, erl una \.risualización clara del
contorno, cuando ya ha amanecido. En contraste, al comienzo de Ja obra, Jos obi ·tos
apenas #se percibían(... ) entre las sombras''.
En el capítulo I hay una nueva mención temporal: se refiere a una acción defi11ida
y perentoria: las mujeres rehacían los cartuchos -expresa- "'cuando caía ya la noche''.
Y en el Capítulo 111 se alude al avance del tiempo cuando)'ª se vive el fragor del
comba teyelautoracaba depre~nl.araCata, perso11ajeclavedela narración. Todo está
ocurriendo en medio de una oscuridad tenebrosa, sólo ilumi11ada C'n fonna intcrnlitente por los relámpagos de la tonnenta que se avecina.
"'. -

noche estaba oscura, llena de 11ubes ternpestuosas; pero los rojos culebro,zes de la$
alturas o gra1tdes urefucilos" en el lenguaje campesi1W, alcamaban a ilumi1zar al radio que el
fuego de.las descargas dejaba en las tinieblas;
"La

D(ttengámonos en esta gradación:

noche oscura - - - tinieblas
Aparte el juego de los sfmboJos -EI combate es, fundamenta1111enle, obra simbólica
(significado del avance gradual de la oscuridad ligado con la marcha de la tragedia,
que se aprecia sin dificultades en este caso}-, hay u11a relación circunsta!1cial entre los
''ocab1os recién ordenados: cuando se arriba a "las tinieblas" est&lt;J1)1os preci$'lt11cnte
en el momento culminante dei tiempo ficticio, objetivado físjca1nenteen una cerrazón
total en la que otros sentidos, y 110 en forma exclusiv:a la vistal servirán a los personajes
de nexo con el mundo.
•

En el final de este mismo Capitulo lll otta vez se referirá a "las tinieblas", por lo ctJal
sabremos que la acción sigue desarrollándose en la lobreguez de la noche tormentosa,
o sea, simbólicamente, 5'':&gt;bre el file&gt; donde se juega el destino de los antagonistas .

•

�52
En el Capítulo IV ali licia -~ ·1r-a E'\U.:!\"~ esc1ipci(r:1ái.C7~ica d::: !z. i·:cl1~, r s tarnoc:
oda vfa, aunque no I ·y re!ere¡,~ ·-;¡ &lt;;x.~ ... ta a .3 hor:l, ''en el d.?a .1:t Qel c-omb~t~
nocturt\0 Nueva ~ndica~i )n ue los rcubic.a t::n e tier.1po de~ re!at07 J~ OS(-1ridad,
por Olra parte, habrá de p~o~o~gaJ :ie todavía más, pUE'S ilO olvidemOJ r;t·c e3 oolo er1
n1edio de la sombra nocturna que l0s sobrevivientes podr..an disi;·n1tlar su proy~t.ada
1

1
'.

fuga.

Al finalizar el capítulo es todavía noche cerrada y el autor reitera el sustantivo que
cu1minaba la gradación ya señalada:

(se oían) "chasquidos de látigos en las Hnieblas"
La siguicn te referencia a la coordenada temporal la encontramos al comienzo del

Capítulo V. Es Ja última, y otra vez, como al iniciarse el relato, el tiempo está
''mostrado'' en el cielo:

"Asomaba una aurora gris-cenicienta, prJes el sol era impotente para romper la densa valla
de nubes torn1enlosas".
El lector sabe, a esta altura (ya ha finalizado el combate)I que loda Ja acción ha
tra11scurrido entte el comienzo de la noche y el comienz.o del día, o entre el fin de un
día y el nacimiento del siguiente. La luz, aunque tenue, es suficícl'ite para que el
pcrso1 aje vea en derredor; incluso distinga detalles en el campo enemigol y aun más
1 ¡o~, pueda observar el "llano'' que circunda el escenario de la batalla, y hasta un
monte ubicado ''al otro flanco", donde resaltan las figuras siniestras de los cimarrones
''a 1•sbando la presa".
Ya no hay más feferc11ciasdi rcctas al tiempo. Su posible avance-que no puede ser
xces i~arnente dilatado en esta au ~ora que surge como un· sudario que envuelve e
ilumina los ya solitarios cadáveres de Jos combatientes-- se deduce de la visualización
de a lgunos detalles que sólo podrían percibirse a la luz del día.
(Sugeri s un tercer aspecto -que no corresponde analizar en relación con la
e t:ructura de la obra, per:o que es, if1dud blcniente, interesante-: el d~ los tiempos
i11t m so ext mo , m rcados especialmente por el contrapunto de voces y silencios
quccl utorcolocaenciertos
rn ntosrclcvantesyqucp11eden,a su vezcomplementar con la soledad que do mi ria el paisaje o la riquísima variedad de sonidos -no ya
1occs hu1nanas- que dan la , taJt . Son s;empre ''tiempos" impletados con matices
ioológicos de lo perso1lajes, re~acionados con Jos lTancescada vez más difíciles que
va11 viviendo. penas a¡,ui1taricn os algunos de ellos: un primer silencio se da en cl
Capítulo 1 y corresponde a la primera e pectativa; luego de un diálogo entre los
1

�53
patriotas, dice el autor; ''Transcurrieron breves instantes de silencio" . Es ést~ un
silencio compartido, cargado por una emoción común, durante el cual los pc!'SOnajes
permanecen atentos a la situación crucial que inmediatamente se resuelvl.!: und de los
"dragones'', con el oído pegado al suelo, ha detectado el rumot de ld· caballería
enemiga que se aproxima -&lt;&gt;bserve11 os, asimismo, el co1ltrastc ''silencio'' roe-~',
que agranda la i11quietud expectante-. El segundo silencio~ d" al fin del Capítu'o v,
luego de la retirada de los enen1igos. También éste se ha~ la colmad o por l!'.'I desazort
psicológica que cu11de en los patriotas, ignorantes de ia razó r1 qu ha n1oti\.1ado la
/1

1iuída de sus contenedores. El silcr,cio contrasta, en este r.aso , .co11 la va ·:ed d de
sonidos que P.. ccvedo Díaz ha utilizado r&gt;ara irldícar la· súbiia desbandada ltc los
portl.1 gu~ses . "Después de un sile11cio profl1ndo", d ice. Y rccien tcrner\te rios ha

hablado del "estn1endo.,' del combate. El úitirno silencio no se manifie~la explícitamente. Se vive ya el desenlace de la tragooia; (:S el silencio q t•e impor1c la n1uertc de
los cot\1bJtic11lcs dis&lt;:n1;11ados en el sf:recho catnpo de lticha r(lpasad o 10r la mirada
de Cata. N ~ r1gtí11 pcrsorlajc lea quedado co1l vida, CYcep to Ca ta y Sartabr1a, qu~stá a
p11ntc&gt; de r11orir. Y ya al fí11, cua11do tan1J)OCO !a m11jcr escapa a Ja s1Jerte corrit1 a por
todos st1s rt)tnpañcros, el ú11ico son1do contl".apt1~s to a la soledad }'ª a 3il 11cio de la
rnuf.?rt-e cc,rres~)onde &lt; íos 1atnentos d cl n1aslín q ue vela ju11 o a1 ca dá\: r de s u a o .

B) COORDENADA ESPACIAL
Ef ticrn¡)o del relato re1rJte al espacio y, co1no aquél, adquic-re en El con1batl! una
nítida significación sirnbólica.. Quien ollserve el deliberado demarrainie11to que llace
/\ C\'Cdo Díaz para ulJicar espac· almentc los llcch os d e l relato, p r&lt;.1nto cotnprcnderá
que , aunqu . Sf! cucr1tc una aller11ativa r&gt;él"ca q i1c se lleva a cabo en la desolación d e la
ca mpaña , todo ocurre dentro de t1n es71acio cerrado. Oprcsi''ªn c'ntc clausi1i;-a do,
dirían~,os, como si el terrel10 de 1.1 lur.ha estuviera rodeado por J ' 'acío:'!tornd si la
batalla -acción prirtc:ipa1 de ia nar-a~1ón- se d efiniera, por \'Olu11tad del a1.1tor, c1' una
oscura caja ·e reso11azlcias cuy(J tapa es el cielo te m pestt1oso; de 1lubes plomizas que
"pesan" sobre tc&gt;s hotnbres y que ant1r,cian 11na tonne11ta in1nirle1,te. Los lados: la
tapera, el ejército crlcrnigo &lt;visto con10 tln bloque inf ·artqueablc q ue avanza compactamct1 e trata11do de cercar a los patriotas), 11na c1;1chilla y un morate-de talas.

El esce11ario: espacio éfiico

..

t..a acción cnntral ~lo dijimos.., que es casi la tís•ica, ya queer1 f111,ció11 d .,ella estarán,
en otros p la11os, los asp&lt;X:tos S«u11darios del relaio (intcrre!acio11es l: fcctiWls, duK ripcio11es cJe personas, cte.), es el cotnbate. El título de la obra ap11nta a un Objeto·que es
señal indicadora de dond~ oc1.1rrió el enf1·entarnie1,to trágico: Ja ta¡ ra. Ella se yergue
como presencia--c.lave, orno sigtloquc va dando al lector, en el ¡;roc~~c;o gradual de su
desmoror~ m icn f·o,

el rihno de la batalla y

has~1

su resultado. Imposible sosla)'arla,

�54
aunque no sea, en medio de la noche cerrada, otra cosa que una sombra más espes;

Veía ella en el fon.do de Ja.q tinieblas 1.a mandui más oscura aún que formaba la tapera,~
la que surgían chisporroteos continuos y ltígubres silbidos que se prolongabtzn en el es-pacio'
11

El espacio que presenta el autor en todo el relato es material, compacto: espacii

queoprime,qt1esofoca, queacorrala;espacio en eJ rualhastaelaireesdeun.aespesuri
que, se d iría, puede pa lparse.

El es1Jacio-tierra
Aunque Acevedo Dfaz cree un e&lt;"..iCenarlo que abarca, en una 1llt1ma vtsiót
desol dora, límites más a tplios (ia loma "coronad a'' de cimarrones), la base verda
dera donde se desa1Tolla obsesivamente la acción es la tierra. Los personajes estár
adheridos a ella, unidos camalrr1.en te a ella, en un con tacto físico casi permanente cot
eus elevaciones y depresiones, con todos los por1ner.. ores de su topografia, qu~
"sie11ten" en su propia epidermis. Y a medida que se cor1sustanctan con la tierrct, var

construyertdo -&lt;;orno si ella misma se las dictara- sus tácticas de guerra. As' loi
vemosarras rarse por el suelo en una íntima alian7.A sensorial que parece enraizar!os
has Ja m erte, con el ''terruño'' que bebe su sangre definitivamente.

u

tie. .

convierte -decíamos- en presen&lt;=ia casi obsesiva en e) tela o. En ei

Ca " u o , desde que ccvedo presenta Ja marcha de los ugiti vos, es os vienen y&lt;mczcl do con la tierra, como si ella fuera, con la sangre, la ·na eria vita 1 que lo!
con lituye.
Cuando Acevedo Dfaz describe lo ca a11os heridos realiza la primera fusiór
•

"En lo colgajo df la piel, bia
la sangr'.e".

?picado c:.l lodo de lo:J ar oyo y los pantanos, ctard:tlndt

I tierra actúa como compresa sanadora, es rir :ud favorable que se alía a la bes1ih rida r su nar algo su exlrema ismin ·ón física. Dice luego, vinculando e
el m.. o o l

ti

e o ro arlim.ale , que lo ma tino mnrch ban ''co;1 us cole·

barrosas".
rro

rá,

r supue o, 1 la · ra,, con ''¡ red

de I o seco'', y en cuanto

ld· 1 g ,d
e 1 5 prim s ' enes que a el sargento Sanabria, Be inicia. i
int r omunicación d los cu
s con l t erra:
q;i

4

�55

"¡Cabo Mauricio! ¡Haga echar cinco tiradores cuerpo a tierra!"
En esta ocasión la tierra es apoyatura indispensable para obtener la justa posición
estraté~ca que el jefe ordena. Pero también la tierra entrará en con1uvencia con el

baqueano que recibirá a través del contacto directo con ella la advertencia sobre la
proximidad del enemigo:

''Uno de los dragones, que tenía el oído en el suelo, levantó la cabez.a y rtiurmuró bajo: -Se
me hace tropel... "
Y el rumor de los cascos que se avecinan sonará ''sobre la alfon'\bra de hierbas
cortasu, dando la tierra el aviso de la cercanía de los portugueses.
Asimismo será la tierra lecho propicio para el descanso - circunstancial o definitivo- de hombres o bestias:

''se echaron los mastines rcsollantes'' &lt;Cap. 1)
''Cata se tendió, desfallecida" (Cap V)
):'asumirá -com&lt;J si tuviera conciencia del aconte&lt;:er trágico: ai fin de ct1entas es el
''terruno" al que Acevedo compe11•&gt;tra de las aspiraciones patrias, integrá11dolo, e11
aleació11 definitiva, al espíri tl.1 de rcbeld4i de los orientales-dos posiciones contrastantes, con lo que apuntaría a un proceso de humanización del objeto: aliad a de los
pob!adofes que Ja def ie 1den con10 patrimonio propio, se hace enemiga d los
inv·asores, que desconocen su to¡X&gt;grafía y sólo "sienten" su hostilidad. De este modo
se convierte er'l lc!Cho adecuado t'ara ta agonía de lc&gt;s patriotas {Sarlabria "acostado de
espaldas, co11 Jos b;azos sobre el pc.-cl'lo", Cata buscando la paz definitiva j11nto al
compañero de lucha que es, además, el ttomb~e q11e a11)a: "arrastrándose sien1pre
llegóse a él, y se :,costó a st1 lado'', Cap. V).

Pero se vuelve antagonista cruei del ''portugo'', 01yo e t-ertor es también co1nbate
indi,ridual iilJrado co11tra ~a tierra que pareee recl1azar, i11clemente, sus úiti11las
COl\\7lilsiones: "'El capitán Heitoryacía boca abajo ju11to a un abrojal ran--.ooo'' (Cap. V}.
(No ha desercasualídad queAcevedo Díazelíja una planta espinosayrccha?..a11te para
~ofocar j11nto a e.Ja al enemigo moribundo; esto indicarla que, como en otras obras,
~- ..J4 le. .,4J ~ .. .,.,.?~o.a. - -"""""";
...;c. o lr,..,.._
..-,.~o..J•.,.
:-...,~~~.,,,., ~
r - -...:r ..--i.....-.
.. .....--,_. rl~"'"t"AA"-r4oC
.. - .... _......,. 'P ......... ..S~l... '-......_.,. .. , .......
..,,.,,. .....
,. _,..,.
.. A l. .. ...........
faz impenetrable). Y observemos a11n la carga de iro11ía amar~ quef?jle ft.d:evedo en
la i1rtag~r1 síguie11te, dec-...cribier\do la místna agonía de! capitá~1: l !a cat~za se alzó
besando dos veces el su1~lo' ... Es el beso rep1Jdiado de quien no quiere morií pero es
obligado por una fuer7..a irredt1ctible y fatal a cumplir el acto que rechaza. Agrégt1ese
·-~"

- - - e,

.... -o;

i{T.'

...,.__.....,_

~._

~

G.

'~\,;;.

, • .,...,.
4.1

�56

esta última relación, casi animal, del hombre con la tierra: ''Cesó de sacudirs
quedándose e11cogido, crispado, con las uñas clavadas en la tierra''. Contacto postren
que revela furia, dc&lt;"..,csperación, impotencia.

Por otra parte -y ahora sin alusiones simbólicas-, el propio sustantivo, repetid~
varias veces, colma los ojos del lector con su corttundencia material. Ejemplos:

"¡Pie a tierra tlrago11es, conejo!" (Cap. l).
,. la t o¡m e1ze1111'gia había echado pie a ti.erra" (Cap. 111).

redoblaban el esfuerzo, una rodilla en tierra (Cap. lll), etc.
El espacio aéreo

La det1Sidad, el peso de una atmósfera que se va volviendo, a medida que avanz
la acción, cada vez tnás irrespirable, predomina en este relato que, corno señalamo
narra l1echos que se llevan a cabo en campo abierto. Desde el comienzo cevedo Día
presenta u ·n clinla de ansiedad física -derivada de la fatiga causada por la lt1cha y lf
fuga- que se objetiva en la agitada respiración de los caballos:

"Se liund(an y dilataban tllternativametne sus ijares como si fuera po o todo el aire par4
calmar el ar:sia de sus pulmones" (C.ap. J).

y de Jos perros:

"junto a llos se echaron los mastines resoli.antes" (Cap. 1).
Esta nsi

ad, umentada por la situación sonambulesca... ro rea1-que vive111o
f r guidos, · quienes se les concederá a penas una tregua exp&lt;..3Ctante antes del nuev~
com &gt; te domi1l r el aire , argándolo de una tensión casi eléctrica.
Ya "n el f'n del Capítulo 1, cuando se inicia la lucha, Ac vedo Díaz hunde a) lecto
n el clin1 opresivo que dominará el encue11tro ·1ico:

pera qi1ed6 enz1ue1ta en una densa hun1areda ser11br:ada de tacos a~diendo, atmósfe
qiiese disipó Pn1,yp1v11to ra volverse a fomiar erztre 1zueuos fogonazos y broncos cla11zoreos
'' l

t

Sigu un pa 11 _, \1111imi ta do aliento l que sobreviene un total enviledn1iento de
aire. Y eJ escen rio, ceñido ahora 1espacio-aire, sobrepasando el "ras de tierra'' qui
ñal b mas ante , tambiétl se v cerrando, restringiendo, con el avance de l
cercador s:

�r:?

JI

"Un semicírculo de íog(J1t1Jzos indicaba bien a las claras que el enemigo había ai/an&lt;ado en

fonna de medialuna para dominar la tapera con su fuego gr11111!11do ".

Pero otro factor natural, aparente!!lente externo a Ja situación ciretinstanciaI que
viven los personajes, se suma Juego para conttilluir a achicar este can1po de acción en
el que hasta ahora dominaban &lt;orno fuerzas d 'iprendidas de la tierra- eJ J1umo y el
fuego. El cielo par(.ace descender sobre Jos adversarios; gravitan sobre ellos "las nubes
teznpcstuosas" dond,e los "refucilos" imitan los ''fogonazos de las armas" reproduciendo, a otro nivelsel aml)iente trágico de la lidia. Verd:id es que esa tormenta a tuará
como elemento propicio a 1os patriotas -otra •.rcz la naturaleza se proyecta en la acció11
en forma positiva- ya que "el ñ:Jgor del relampagueo" perrrutirá a Cata 1a ,__,isión
necesaria para llevar a cabo su acto "esencial''. Es a la luz de "t1n refá mpago vivísimo''
que Cata, favorecida po-r una Stt€rte de iluminación flTOvide :lcial (au11que para naaa
intervengan en el relato fa\'ores divinos o sobrenaturales) u icará a su enenugo y
podrá, luego, ª''anzar hacia él.

El espado está, asimismo, preñado de sonidos. También el sonido -expresado a
través de una garr1a variadísima de figuras- cobrará en la obra una compactez que lo
hace casi material. Observemos una descripción que i111stra C'abal1nente el aspecto
sena lado:

"Veía ella en el fotido de las tiniebf,lS la mancha más oscur11 aún que fo,'77Wba h1 taperti, de
la que surgia1t chisportotecs cotltinuos y lúgubres silbi1los que se ¡1r:olongabatz en el es71acio,
fJa.saruJo con el plo1no tnortffero por ericima del matorral" (Capftulo lll).
EJ sonido alude, sin duda .. a las balas, pero l a·u tor adosa lo auditivo a lo n1aterial:
los ¡1úgubres sitt)idos"' se desplazarál'l por el aire, tan concretos, casi, como el plomo ..

En la iniciación del Capítulo IV -do11&lt;.Je el autor defi11í rá la acción como ''el drama
del co111bate 11octi.1nlo", 11uevamentc se hace r~fercncia al aire cargado, irrespirable:
tos ~'fogona ..05'' se han convertido en "chorros de fuego" y en la atnlósfera apareen
ahora un eleme11to olfativo importante.
"De la taper1;z seguía1i safiertdo e/zorros de fuego entre una htftnaredaespesa que inzpregtltlba

el ai~e de fuerte olor a pólvora" .

•

Esta es la atmósfera saturada del combate, donde todos los co 1poncntcs sensoriales se complctnentan para dar el agobio físico, el in fiemo real en el qtie están · nn1~r os
loslt1cl1adores. En menos de una página Ac()v~&lt;.io Díaz logra integrarnos a ~se mundo
infernal; el lector, agredido desde todos los ángulos directamerl1 a sus ~ntidos, se

�58
sentirá también atrapado en ese vórtice de fuego en el cual uoíanse" gritos, alaridos,
estampidos, o se veían '1os picachos negros de los que brotaba el plomo'', o la luz de
las "rojizas bocanadas de las ant'\as seguidas de recias detonaciones".
Es, además, un espacio lóbrego, donde pesa la tenebrosa oscuridad de la muerte.

Este ''espac_io-de-muerte'' se Cü"luncia premonitoriam~nte cuando los ~nemigos lograr
fo1111ar,cas1,elcerco total;eselmomentodemayorpel1groparaelcontingentepatriota
que, desde su puesto" capta que '1os carabineros portugueses asomaron casi encima
de a z.anja sus bocas a manera de colosales tucos y una humaza densa circundó la
tapera cubierta de tacos inflamados''.
Aquí la opresión ñsica llega a su punto máximo: ya no se habla de "humo" si110
de ''humaza'', sustancia que se caracteriza por ser más espesa, más sofocante y más
dañina para la respiración del hombre.
Sólo en el Capítulo V, con la aparición de la a11rora. se despeja el espacio aéieo,
aunque en la descripción del cielo se alude, indirectamente, a los despojos de la batalla
en una aurora que reproduce figurativamente e) mundo del desastre, una "aurora·
gris-cenicienta'', donde '"el sol era impotente paia romper la densa valla de r111bes
tormentosas".
fJn cielo--obstáct1lo para el día infa11sto (no obstante el triunfo moral Je los
patTicltas) &lt;Jue comienza.
Nuevamente se usa el adjetivo ''denso"; nuevamente aparece el límite espacial
establecido por esa ''valla de nubes'' que parece estar muy próxima a la tierra.
A partir de este momento -ya es de día- predominará el ~enario-tierra, centrándose en el elemento visual -apreciación aciaga del campo-de-la ..muerte-que desapare erá sólo con Ja nublazón definitiva del único ojo-testigo (agonía y muerte de Cata).

TA presenda a11i11zal en el esp~1o dinámico
. Desde e) cc&gt;mienzo del relato el papel de los animalc&gt;s cobra una especial importanCJa en relación co11 la actividad hl.lma1,a. Acevedo Diaz los integra al contorno de1
~on:'br~, con1parando s11s accio11es y ligándolos, incluso, por lazos biológicos e
~nst1nt1 vos. C~ballos y mastines son pre~ntados ya desde el pri1ner capítulo acompa ..
~ando l~s acc1on~s huma~s, participando de ellas: comparten con los S&lt;?ldados el
c~nsanc10, las heridas, el miedo, el furor. Cuervos y cimarrones sombrearan con sus
figuras el ~esenlace trágico. Y esos seres vivos caben dentro de un parale1ism? que
proyecta sunbolos en el plano de los reales enfrentamientos humanos (patriotas~

�59
invasores). Más aún: es el comportamiento de los animales que dará pautas al lector
para la apreciación de importantes experiencias anteriores vividas por el destncamento: en el Capítulo l 1nuestra Acevedo que lvs mastines, mientras siguen la forrosa
rr,archa impuesta por las circunstancias, tenían ''los ojos puestos en eJ paisaje oscu10
y sini~stro del .fo11do de donde venían, Ct\al si sintieran todavía el ca or de Ja pólvora
y el clamoreo de la guerra".
Frecuentemente se alude, en los movimientos y actitudes de los l1ombr .., a
caracteristicas de Jos ani males: deslizamie11tos felinos .. seres hu11'\,,~nos que reptait o
culebrean.

Pero este acercamiento humano-aniw4l no significa, sin embargo, nivelac,:ón de
situacio1les ni de conductas.. Los e ni ~-m!es corn , nct1 el co11tomo vital de los perso11ajes huw.ar·&lt; s, complementáridolo et· fonna natt1ral. Parti\.:ipan solidaria1nei1te e la
~ncrucijada que vive el grupo, tornandose i11cluso, indispe11sablcs. Pero no puede
hablarse de ht1ma11izació11, n1 aun en la escena f'11al, ct1a11do el 1nastín Ca11elón, pasa,
en st1 esc(11a.. aJ plano d la hazaña: ndivid ual (er1fren ando, herido, al ciniarró11 que no
acepta la pelea). Como tampoco podrían1os ad!nilir que, e1"1 a!gún n10111ento ()1
pe11sa mos concretarr,ente e11 la fer• &gt;cidad de C ta des¡)legada sobre el cuerpo ie licitor
moribundo), los persona jcs hun-ici ·~l1 ·sean degradado~ y co11ducidos piano a11in1al.
Las bestias adictas al hombre no traspasan el ni\'el e contpaf erisn10 y fid lidad ql•e
es el límite máximo al que ptteden acceder y Jos hon1bres so11 lle,:adosa la ciim'·' nsión
ccmparati a fu11cla1.-\entalmente para que adquieran valores que aumenten Sll poderío p&lt;;rsonal, traspasando et) el ordc1' físico ~11únite de las posib.lida e'"' hun1anas
(desde el con1ienzo lc's soldados son parangortados,. e11 cuanto a resistencia biológica,
con los animales, qtie se hallar\ in1posibil1tad0~ de continuar la marcha, y e a energía
sobrcliumana s11rge ert los patriotas del err•pi,jc moral que los anima y conduce a le:
heroicidad).
0

V -La acción
Todo el relato-como que está insuflado d ¡1n real a:1ento épico-es narración de
acciones cuyo fi11 se definirá en eJ sentfdo heroico de una sola, vibrar1te a t:ión
colectiva: el cnfrel1tamiento desigual de1 enemigo con los at1iotas, que será11
protagonistas -estos últimos- de una hazaña que los conduce a la inmolaciÓil.
Desde tas primeras lineas domina un intcr1so ri tmo narrati\'0 q11l!, au11qt1 a ''cccs
se modere deliberadamente, no J1a de cesar sino con Ja mt1crte de los o rientales en su
totalidad. r..a acción que anin1a a los enemigos cesará en la dinánlica de lii narración
de un n1odo distinto: los ¿'P'Jrlugos'' desaparecen del esce11ario, se "extinguen'' en la
oscuridad de la 11oche cuando, caído su jefe, se creen en derrota y huyen c11 d esba11-

�60

dada frenética. Y aunque el autor no lo declare directamente, Ja carga de heroicidac
queda latente en el campo de batalla, gravitando en la objetivación trágica de
''desastre'' que contemplan los ojos de Cata.

Ei Capítulo I se inicia con la referencia a una fuga: un destacamento de orientales
compuesto por diecisiete personas, sus ca~~s y mas~nes (p~seguido de cerca po
tin destacamento mayor que pertcr1ecc al eJerc1to enenugo rec1entemente \'ictorioso)
viene huyendo después del "desastre'' del Catalán, en condicio11es físicas de tota
agotamie11to. El autor habrá de mostrar al grupo minuciosamente, pero sin detener st
acción: en una primera secuencia dotada de intenso dinamismo presenta a toe
personajes en marcha (tercera oración del relato: ''La marcha había sido dura, sir
descanso'').

Luego señala con detalles de cuño realista a los integrantes del grupo, atendiendc
primeramente a los animales, especialmente a los caballos, que vienen heridos
desgarrados, enlodados. Son las bestias, en realidad, las que suministran a11ector lo5
primeros indicios deque se sale de una lucha cruenta: sus desgarraduras, su piel quE
se desprende en colgajos, su sangre (y la memoria inmediata, sensible, de la batalla)

Los caballos, pues., son presentados antes que los personajes humanos. Es u11
acierto del a11tor, dado que serán precisamente estos animales los que determinarán
el Cf&gt;mbate, a tal punto que éste no se l1abría realizado si los "generosos brutos'
hubieran podido continuar la ma rcha. Es decir &lt;1ue uno de los factores casi casuale~
dete1minante de la batalla, es Ja impotencia de los artimales, tal con10 más adelante le
dirá el personaje masculino principal, el sargento Sanabria. De ahí el interés de
Acevedo por visualizar los caballos ''desplomándose bajo el peso de Sll carga", "con

las cabezas gacha~, insensibles a la espuela'' .
. Esta circunstancia origina la orden del sargen o. Y su "¡.i\1to!", que mo~v~_et

pr1111er detenimiento de la acción, será aprovechado por el autor para la dcscr1pc1on
de los p rso1'lajes h11manos.
Cabe pregt.1Ti tar si la úni~a causa del"¡ AJ te&gt;!" de Sanabria es la co1nprobación de la

imi:x:&gt;sibilidad física de sus cabalgaduras. El sargento sabe que los portugueses los
pc_rs1gue:11decerca, y que un descanso puedeocasionarel fin dcsu destacan1ento.Per
se ve ob~1gado a ordenar ese ''alto", y elige ..previendo la posibilidad del coinlJale- un
1,1gar rnas o menos co11ven1e11tc: "Allí cerca, al frente, pcrcibíasc una tapera entre las
sornbras''. Esta visión cuenta, sin duda, para la resol11ción del jefe: en n1ediod~J ~ampo
desolado por el que cahalgan, la tapera aparece como una constn1cción prop1c1a para
el atri11cheramiento.

�1

61

A esta altura maneja ya el autor las significaciones simbólicas, adelantando
lementos que luego el lector se encargará de vincular con nuevas sugerencias del
elato~ La tapera, de por sí -y de acuerdo a Ja larga tradición gauchesca·, es símbolo de
oled ad y de ruina: construcción rudimentaria, abandonada por su s moradores, erige
n la noche su silueta siniestra. Los pabiotas traen consigo una derro ta que apWlta
.acia un periodo de desolación y de ruina (Catalán es, ya lo dijimos, una de las 'Ílonlas
atallas libradas por las huest~s artiguistas). Ahora tendrán que protegerse -necesalarne11te- en esos restos de vivienda ya destartalada que les servirá apenas de
~sguardo transitorio. Sólo queda de ella: "dos paredes de barro batido sobre
tacuaras" hori74'&gt;ntalcs, agujf:\readas )'en parle derruidas; las testeras, como el tecl10,
abíatl desaparffido".
Pero el contorno de la tapera es casi tan importante como ella 1nisma para dar ~l
i111a general de desolación: "varios montones de escombros sobre los cuales crecían,
iciosas, las hierbas, y a los costados. formando un cuadro incom¡ leto, zanjas semi'?gadas, de ct1yo fondo surgían saúcos }' ciclttas en flexibles bastones ornados de
cimos negros y flores blancas".
Las descripciones no abundan en este relato de accione . Cuando apar _en, están
~adas al ''tc1npo" dran1ático; los alrL&gt;dedores de la tapera cobrarán importancia mas
:ielante, en el fragor del combate, cuando esas zanjas y es.a vc..~etación salvajt: sirvan
~ acanto1lamiento a los combatientes, convirtiénd&lt;)se en lugares estratégicos para la
1taJla.
Otro cle1nento a cor,siderar -en un plano simbólico- es el color que elige Acevedo
1ra dar nlarco a las si tt1aciorles que 11arra:
.

raczmos negros,
"flores blancas"
Todo el relato oscilará entre este elocuente claroscuro: la i1oche y eJ día, el odio v
amor, la in\1erte y la vida, al que se agrnga como color taml)ién sirnbólico uno q t ~
tará vinculado escncialme11te al sentido trágico del combate, ert es~'leeial a su
scnlacc: el rojo del fuego y de la sangre (hay detallP.s, pero son excepcionales, en que
"Ojo refiere directamet\tc a la vida: los labios de Cata, por ejem~1lo, a los qt1ccl autor
ifica de ''hinchados y rojos").
El detenimiento de Ja acción no dura m ucho: nuevas órdenes· "A formar en la
&gt;era"', "los caballos a que pellizquen", '1os otros guerreros a cargas tercerolas''-,
.:en retoniarotra vez un rit1nocasi febril. l-4 acción, ahora, secentraer1 la in111inencia
un nuevo encuentro bélico para este destaca1nento que detuvo su fuga. Los

�62

personajes se eritregan a la tarea de preparar sus armas; ''desatar los sacos dE
murúcio1~_,", acondjcionar los ''cart.ichos', ~'cargar COll poco ruido de baqueta". E~
conlTaste, sólo las bestias descansan, reponiendo ft1crzas.
El combate d la tauera no debe ser buscado exclusivamente en el ht'Cho de uri

etlfrentamie1\ o desigual* etl el cual unos persona~s son poseeaores de las virtudes
h rcicas (arrojo, sa rificio, voluntad de s.alvar a la patria aun a costa de la vida) y otros
de las con die· oncs egativas a1\tiheroicas. Los patriotas no hubieran buscado en este
momento la lt •cha de , o verse obligados po( la fatalidad de las circu1lstancias. Si no
media a el acoso implacable a qu'- se vieron sometidos, enfrentar ahora al nemigo
0

llubiera ~i do url acto dl~ i11 repidez insensata, que no se avendría con eJ temple de lo
fogueados "dr gones'', que no en va,,o hara vivi'-1o las vicisitudes Je la campaña
artiguista. Sin en1bargo esto no dis111inuj"e e! torio de g1·andeza que irán adquiriendo
cuando entre en cc~mbatc "'on un ad crsario poderoso, al que el autor no i11tent
dism111uir insp'rado por los qt•e serian :s\1·echos senlim 'entos patrióticos.
Dice el sargento Sanabria, luego q'1e 11no de sus soldados ha detectado la proximidad dt:l e11ernigo: "Armen cazoleta y agu ait~1• , que ahí vier.e11 los portu9os (... ) Y es
¡:-,r:eciS&lt;&gt; g r1ar iempo a que resuellen los manc,1rronesª. Aqu' queda explicita Ja razón
d le úrer1t.1mier1to. 5°1 :i deaguardaralenen1igoparaquelosani1nalesyaextcnuados
-sobrecargados, algunos, de jinetes- recobren fuerzas. Por lo tanto: espcr"' y l11cha¡ no
l1ay otra alteinativa. · ' la resolució11 se toma sin dubitacior~es, porque coil itlt&gt;ar ta
r1uida ""on la~ cabalgaduras e1¡ esas co11dicione~ pue&lt;fe significar, también, la muerte.
Y inedidas las pos1l)1lidad s desi 0 uales deJ enfrcntarnicnto, es mejor "aguaitar"
mt1nidos lo inejor posible para la 1°fensa, cs(·udados en la ta}Jera y en Jas sorrwras, que
vol\ crse para hacer frente en el mnn1e11to en que los po tugu(.~S i1levitab!en1ente los
alcancen, o sea un c11 lquier mon1er•to, si11 plan ni orgaruzación para el comt'&gt;ate. Esto
lo sabe el sargent.o quien, en su parco decir, pide a una de las n1ujeres guerreras que
dé "ur1 trag(; a Jos h&lt;Jmbrcs" ,at•nque Ja caña escasea. Siente que es necesario "animar"
a la trOf a, y lo t1.~ce. Y para qu bt- barl del n1ismo ''cl1iíle" (¡,ico) que pasa de boca en
l)()Ca, Acevedo Díaz co11 ede una pat1sa pr via a la batalla, qu los soldados aprove;:l\a1' para ('nlregarsc a u11a distcnsióri psicológica que adinite el juego de la cl1anzas
J' las bromas co11 las mujeres, a t1n paso, como estár,. de la posible rr. uerte, situación qt1e
€1 mis1no sarge11to sentQncia: "Esta111os para clavar el pico y andan a los requiebros,
go,osos. Aparta te, Ciriaca, que a u rita nomás chiflan las redondas''.
1

1

#

J

Sus ·p alabras resi.iltar¡ premonitorias, pues "en ese momentoacrccerttóse el rumor
pOr~o ~sonó una descarga entre voce "os salvajes''. Es el enemigo que no oculta su
des1gn10 de muerte, dcexter•ninio: esa ''descarga'' de1luncia no sólo la inminencia del
conlbate sino también la ferocidad del n1ismo. A partir de ese instante se abre ~iaso a
la acción principal, al meollo del relato. Estamos para i11iciar el Capítulo fl.

�63

La acción bélica. Su estrategia
Los portugos han descubierto la tapera, sitio donde forman, otra vez en pie de
guerra, los patriotas. Un grupo de hombres, el más pequeño numéricamente, ''aguarda" dentro de un campo reducido de acción; en tan reducido terreno los desplaz.amientos serán mínimos. La táctica de los patriotas consistirá fundamcntaln1ente en el
arrastre, sustantivo éste que el propio Acevcdo usará más adelante. La estra egia de
los pcrsegu idores será la del avance lien cerco": Los portugueses intentarán rodear el
refugio de los otros, amparados en la relati"\fa seguridad gue les da la certeza de su
superioridad numérica. Los "portugos" saben, asimismo,q11c l? oscuridad dt&gt; la n ch~
favorece a sus enemigos. Por eso avanzarán hacia ellos con cautela, tratando d e
acorralarlos dentro de un cerco de¡ qt1c ~sti.potl en- no pod1 "º escapar. La posición d e
guerra de los portugueSt..~ será l vertical. Para los patrio as, en ca mbio, la linea d e
hatalla es la horizontal. Nuevo contrac;te cuyo si gr~ificado se concentra rá e n el sentidc.l
que Acevedo Díaz da al desenlace: los que se arrastran, a nlodo d e a11in1ales acorralados por la muerte, set án en realidad los triunfado, ~s, m t1nidos d J más alto valor
humano, aunque 110 quede ni uno de ellos vivo. Los "portugos", que aparecen en la
posttira erguida, aunqt1c mttchos logrc11 escapar a la mttc rte, obte1ldra11 u na \rictoria
que ignoran, que no pueden experimer\tar porqt1e ellos n1ismo la con,,ierten en
derrota al ser presa del terror.
Observemos ejemplos de la primera táctica, o sea la del a rrastre: Ci riaca, en busca
del cabo Mauricio, "cruzó el e spacio en cuatro manos" {Cap . JI). "'Los tiradores se
rcvol\ Ían en los pastos como cu1cbras (Cap. fl ). Ca ta " ...csctirriósc a ma nera d t1gr
por el cicu~ al'' (Cap. lll ). &lt;.~ta , )'ª l'•crida, "empezó a, rrastrarse 11acia las malezas, l1acia
lo intrincado del iTtatorra J" (Cap. 111).
1

En lo más ir1t{lr1so del combate, cuando que-da n pocos ~-,at1iotas n cot\dicione~ d e
l11cha, Sanabria ir1dica el cese d e l fuego, "'ordenando a sus hombres qt1c se echasen de
vicr,trc" para aprovcct,ar sus tí.ltitnos tiros cuando e i adversa rio ava11zase {Capítulo
IV); "tina mujer salió arrastránd ose sobre ma nos y rod illas del matorral vecino" (Cap.
V). "Cata( ...) se apioximaba en felino arrastre con Uil cucl1illo de mango de asta e n la
diestra" 1Ca¡). V). \'cumplido el acto d e llu11dir es0 cucr,illo e 11 el cuello del capitá11
Heitor, Acevedo Díaz cuertta &lt;le est nlodo e l re 7 rcso a su barldO d e 1 "d tago11ahcmbra": "luego se echó de brt1ces y siguió arrastrátldo l1acia la tapera".

DesplazamJ&lt;:1,to por arrastre, postura animal que Jos prende n fo1ma instintl\'a a
la tierra, fiereza, arrojo co11stante, son los puntos esenciales que defi11e 11 la táctica
guerrera de los patriotas, tal como la desigualdad d e las fuerzas entre ambos bandos.

�64

Veamos, ahora, la estrategia de los adversarios. Su aproxinladón, ''sentida" en el
suelo, anuncia a un grupo de guerreros a caballo: "Se me hace tropel ... Ha de ser
caballería que avanza''(Cap. l), dice el "dragónN que los ha detectado.
En medio de la noche, las \ribradones de la superficie de la tierra otorgarán a los
patriotas datos sobre sus perseguidores: ''un rumor sordo de muchos cascos sobr la
alfombra de hierbas cortas empezaba en realidad a percibirse distintamente''(Q1p. 1).
Una 11ueva 1ncnción al enemigo, que el autor nos d a tTa\1és de Cata, ap,1rece e11
el C,apítulo ílt,cuai1do la luchadora observa, ''a la luzdcl relampagueo", qt1e '1a tropa
e11emiga había echado pie a tierra". El propósito de los portt1gueses es al1ora, sin
duda,estrechar a1 máximo el cerco en el cual quedarán atrapados los ori ntalcs; las
distancias se han acortado tanto entre 1os dos gr11pos q11e los portugueses a 110
pueden llevar a cabo su acción a caballo.
Avanzarán, entonces, a

pie. Y la figura más i portarate -represcnt tiva de 1

posición vertical que adopta el enemigo- la o erva Cata cuando ''un rclán1pago
'ivísimo bañó 11natorral y la loma y permitióle ''era u11os ¡X&gt;aos metros eJ jefe del
dcstacan1ento portugués que dirig1a en persona tln despliegue sobre 1 flar\CO
montado en un ca allo tordillo''. Por el contrario -e11 btiscado contraste- Cata "
encuent1a "e1lcogida entre Jos saú os". (P ra Ac:e\'Cdo no ess11fici•"l11te la ¡1rese11t.ac:ón
del Jefe erscmigo; insiste en el rctTato del personaje, scg11r an1entc para engra dccer
por anticip do la futtlra hazaña de Cata. Atier\dQ prime~o los dela 1~s de la ost 21tosa
vestimenta dP1 capitan portt1gués-que t ·ae a ~a 1 °nte, imp sible dejar de vocarlo, el
contraste con la pobreza del atuendo de los 01ie11tale:,-; luego los detalles de !&gt;U
cc&gt;tnplcxión: ''Alto, mcmbrud&lt; , cr&gt;J) ef sable corvo en la diestra, sobresalía co11 cxces!J
de la mor1tura, y hacía caracolear StJ tord&amp;llo de un lado a otro, empujando con los
flancos a sus soldados para hacerlos erltrar en fila").
0

El grur&gt;o-eneJ qtJcsedestac.ael capitán-se mue\.·e, puese11 la erticalidad " ntr n
en flla", aunql1e ''un s (cstára) rodilla en tierra" y ''otr s escudándose en S\JS cabaJgaduras1'.
1

El úi!i1rao corltacto con los enemigos vivos (l11ego aparecerán rnut:'rtos, o cua¡ldo
n1ás, ag&lt;&gt;nizando e1' el can1po de batalla), lo tenemos al final deJ Capítulo \1 ettando,
1

dewrie11tados, se dispo1-..en a ht1ir. Esta fuga -otra for 11•a de Ja acción .. la \'Ut'1ve a
expresar Acevcdo Díaz a través del sonido y no del cle1nento plástico, puest&lt;l q\1e se
produce en la oscuridad de 1a t'\or.he: "Al r cio tiroteo se siguió u ll movin1ie1\to corif uso
de 1a tropa asaJtatlle, choques, voces, tum\ilios, chasquidos de látigos t'n f,1s
tínieblas"(Cap. IV). Es la ''frenética carrera" final; luego sobrevendrá \1n silericio
11

profundo" al que seguirá ,..el rumor cada vez más lejano de la fuga.,.

�65

En este final del Capítulo IV se define la batalla. La aurora que pinta en el capítulo
siguiente nos lTae Jos resultados del e1úrentamicnto a través de !a perspectiva visual
de Cata, el único ojo-testigo que quedará en la obra a partir de este momento. Es su
11
mirada escudriñadorau la que ve el "cuadro" que eJ autor quiere pre~ntar a nte
nuestros ojos: "el campo que ocupó el enemigo". La descripción, que alcanza d im nsioncs épicas, trae el estrago doloroso de un campo d e batalla después d e una
verdadera rr&amp;asacre. "Ji11 tes y cabalgaduras eritre charcosde sangre, tercerolas, srables
y nmrrior\es caídos acá y ac1111á", e tc.

Esta1nos frerlte al cese d e la acciór' por obra d la m \1erte. Y a r\quc el aire se hay
alivianado, la presencia de un sopor trágico J re e a p lasta r el paisaje.
Cercano., CA.ta ve al capitán Heitor agoniZ(tn te. , ara Acevedo ha llegadcl e
n1omento de explicar a S'js lec clres el verdadero sa d o de la b· tai a: quiél'1es fueron los
\'encidos, quiénes los \'enccdores. El a utor hace rc·ferei,cia a ta acción hc roi de Cata,
qt1ie11, desde t1na posició1l peligrosísima, la ha levado a e.abo para deci di con ella la
s11erted&lt;&gt; la batalla. 'Ur\a bala ~rtera d isparada 1 Cata lo l\abía erribado (al capitán
1-feitor) de los lo os en mitad d el asa] to., pro ucie nd 1 tiro y la caída a confus1ón _,
la derrota de SlJS tropas,'"' ue en la osctiridad se crey ron acometidas por la espald " .
1

seguida se deduce la J1u ida de los port i gtl se; y, con ella, el cese d ta acció11
bélica. Y desde ahora, ya ooncluída la batalla co11 e) triunfo, siJ1 d t1d a, m ás de \"alo r
n1oral que militar -pt1es to q ue, al firlal d e a bra, nin ' i11 tc~·ante dei destacamento
de Sanabria "ltJedarü con \rida para pode rlo co11tarloe: or ientales, las acciones se
desarrollará 'l en otro plano. Concretan1e1lte, 1 ~esto d el C pítulo V y el Ca p ítul"' VI
estarán centrados en a na n·ació n dt' un acto i11dividt1al, ll vado a cabo por C.ata,
'persona;&gt; que a esta alt11ra se llabrá e nv rtido en el eje del relato.
E11

Ln acci6t1 individual
La coslcreta, como dijimos, una de las o s mujeres que pa r ticipa11 en 1a iucl1
la
par que los ho1nbres: Cata. Luego d e haberla de ripto n el C'.apítul JJI, diferenciádola fu1ldamentaln1eJ1tedeCiriaca por ser "la comp,1ñera de San(lbria", A ceve o Díaz
la va separa11do del grupo, dejá11dola sola como si ele ara prepararla pa ra q uc cun pla
el acto que la justificará, trasce1ldiérld(&gt;la y sella11c le) l victoria trágica de los pa trio las.

En un prin1er momento Cata rlo hace 1nás que desempeñar con eficacia (como
cualquier otro soldado) su función erl el combat~: sale de la tapera -"cscurriérldose a
manera de tigre por el cicuta], empuñando la carabina de uno de los m1J rtos" - para
S\1stih1ir a u n compa ñero caído. Desde esta salida, será la tniradn de Cat,, ot~ando 1

�66

campo enemigo con sagacidad singular, la que irá reproduciendo la acción de la
batalla: ella obser\'a los movimientos del enemigo a la luz de los relámpagos, ve a los
muertos -hombres y caballos-, oye los sonidos del ''trompa de órdenes'' portugués y
en su escaso f!esuello descubre el miedo que lo turba. Pero sobre todo descubre al
capitán Heitor, el jefe, lo oye dar órdenes y prorrumpir en denuestos''. Entonces la
derriba una bala ''sin fuerza'', sin llegar a herirla. Y a partir de este hecho conlienz:a
la· descripción de' desplazamiento de Cata, q11e culminará en la primera etapa de st1
acción individ11al. Avanza en arrastre felino -atinque calculado-y logl"a colocar en
posición eslrat "gica: "a retaguardia de la tropa, casi encin1a del jcft:!". Poden os
suporler su intcn(·ión, desde que y·a hemos aquilatado t.1 cato de Cl)raje qt1e supo11e
avan7...arsola hasta esa zona. Desdeallí ton1a ¡Jlena conciencia des\1sihtacióre1nt~ian e
una nueva c1bservación certera.
11

El Capítulo 11 deja abierta una expectati"'ª que no resuelve Acevedo inmediatamente, sir 10 que t rna a la visión colectiva del combate: sólo seis soldados nos
infonna- están"c11 condiciones de pelea''; Sanabria orde11a el cese del fuego para
reiniciarlo cuando el erlenligo esté n1ás próxinlo }'ordena, asimismo, Ja huida cuando
se descarte toda esperanza de triunfo. El sargento plantea, tambié11, Ll na i1lquictud:
"¿Y qt1é Si&gt; t1a hecho las mujeres? No veo a Cata ... ".
Ca a, en verdad, ha desaparecido del escenario de la acciórl J' ''º rest1rgi1 á sino
después ,j lcl huída de los enemigos, en el Capítulo V, cuando el autor vu• ~va a etla
y la señale, a la distancia, iluminada por la luz de la aurora, desde una pcrspc tiva que
la prese11ta di~ti11ta, como transfigurada ante el lector -"utla mujer salía arrastrándose
de) n'atorral veci no'' - que deberá rcco1locerla ahora en u1'a 11ucva faz, ya ct1111p1ida s11
hazafia indi idt1al.
A esta altura y sin que Acevedo haya descrito aquella ha~ña (Ja n1t1 rtedel capitán
Heitor), el lector empez.aráa t¡acer las relaciones importantes:-ecordar ' a Cata a pocos
pasos del j:")fe erlemigo, en actit\1d de expectante ansiedad, y estará en condiciones de
conlprendcr el sentido de Ja segu11da etapa del aclo i11dividt1al de la luchadora. Cata
está ya herida de n1ucrte, con un proyectil en el pecho lanzado por algutlO de los
c11emjgos e11 su huída. En estas condiciorics Jlevará a cabo el acto que Accvc..&gt;do Díaz
detalla con fruitiva lentitud, empeñándose en la minucia casi macabra: el remate
sangriento y sañudo de la agonía de Heitor1 realiz.ado ¡X&gt;r sus manos cargadas de odio.
Y a pr&lt;&gt;pósito, observemos un detalle seguramente premeditado: Acevedo Díaz no se
&lt;lcupa de caq•1el prcsc11tedonde ocurrió la verdadera hazaña de Cata, cuando ésta hiere
de mttcrte a 1capitán. Cuando Cata alcanz.a u11a rea] cstat11ra humana, Cf&gt;ncrctando un
ácto de ilimitada valentía, et autor no nos 1nuestra sus gestos, sus actitt1des, que
habrían sido reveladoras-tal vez-de lln intenso sentimientode tritinfo personal. Pero
cuando, en la segunda etapa, Cata se deja llevar por sus instintos brutales de odio,

�67
Acevedo Díaz la sigue paso a paso, aliento tras aliento. jadeo tras jadeo, como st no
quisiera perder ni el mínimo de talle d e su obra. Acevedo Díaz sabe que esta segt,nda
acción no cabe en el plano de la he roicidad , au nque se la comprenda en el orden
psicológico co mo un dc~ahogo inPvi table de uno de estos personajes que -;e alzan del
''terruño" con las fuerzas d e Ja tierra ardiéndoles en las entrañas. Sabe que no es
t1eroicocl ensañamien to con que bltsca el cuello del 1noribundo para introdt1cir-muda
e implacable- su cuch illo, y revolve:lo con fC'rocidad . Y a1 grito inmedi ..~to d&lt;' !a
complacencia de Ca ta agrega el au tor su opinión personal sobre el persona je f&lt;'m "º ·no: "¡ al ñt1d o ha de ser!, gritó el d ragón-l1cmbra con ira co11centrada" .
En tomo a esta defin ición que la remonta ahora al 1nonstruo mitologico (1nás q e
a la circtinsta ncial d enominaciórl guerrera) hay que buscar la intc11cionalidad '-lue
...\.cevcdo qu1ere d ar al acto: todos los gestos y ademanes de Cata en esta csce1
s11gicrcn la animali ad: su ºarrastre felino", su ''ronco resuello", u ¿'respiración
entrecor tada en cuyos hálitos silbaba el instinto como un reptil quemado a hicn·o'', us
"dedos d cJros como garras".
El autor lleva al personaje t•asta las fr onteras de lo hun'ülno, ha .. ta dor\dc lo conduce
el amor a los suyos y el odio al opresor, pero dcja11do al fin intacta s ondició1
específica, rcprcscnt da c11 el odio exace bado. Cata apar e así con10 tina fuerza
desatada para e l 1nal, perosindejardesernunca un ser l1umanoanegad deodio:odio
por el c11emigo que ha determinado la muerte de s s compañeros. )' sacia -en 1
consumación del acto tcniblc· su necesidad de veng~ 11za.

''Inmóvil, reso11antl~, l1osca, fiera", recibe el chorro de sangre c11emiga qtte baña su
seno.!' reintegra entonces una de las catacterística~ humanas por excele11cia cuando
aleja de sí los coágulos de Ja sangre del n1uerto y el autor le concede nuevan1ente el
habla l ara exclatnar, "con ii,venciblc rabia'': '';q•Jc la lan1ba11 los per r s 1"

Ur\a nueva din1ensión queda por explorar en este riquísimo p rson je que es ta:
la del arr,or, ese co'r ltrario del odio, ese otro aspecto del hon1brc que co1npleta Stt ser
conflictuai. Este aspecto to a1,aliL1remos nlás adclarlte.
•

Poco resta por incluir en l tenia d" la accié1n. El paisaje se amplía l1acia l fi11 del
relato,)' e1 ritmo se atempera, aco111odándosc a\ cJi111a 111éís írlti1110 -}1 simt ólico-d l
descn1ace.
El paisaje se an1plía, decíamos: loscimarrories ''coronaron la lon1a", 0Jfatca11do e11
el aire el festín qt1e los esperaba; los cuervos ''cmpeza a11 a poca altt1ra sus giros e11 el
espacio, lanza11do st1 graznido de ansia l(ibrica como una nota ft1neral''.

�68

Todo se tiñe de ese tono siniestro, inseparable de la extraña victoria que obtiene11
los patriotas y e11 el que Cata, único sobreviviente perceptible, ter1ninará sus acciones
i11dividuales, ya desfallecie11te,,, junto al cuerpo agónico del sargento Sanabria.

El cese de la acción: la señal de la cruz

El día avanza .Y' en contraste1 la luz se va apagando en las pupilas de lo..~
moribundos. Sotl Jos postreros '\1L~tigios de la vida, que sólo perma11eccrán en e·
contorno P'ltural ci1andoextinguidos los personajes llu·1 nanos-Sanabria y Cata so11 lo~
últimos~ se t1aya concretado p lcname11te la victoria &lt;le los muertos.
Como ser vi,,.n que da testimonio de su doior a través de "'hondo~ la1ne11tt"'S" está
Canelón, .l fiel nlastin, también herido (de manera q11c, desde el punto de \'ista de los
personajes que animan el relato, losq,1eprimeroaparecen en acción )~los últim()sque
puebla11 el esce11ario, son animales)~ Pero ni su ~r t\i su actitar pt1eden alca11u r la
estatu-a trágica de lo humano. Co11cluye la narración Ct)n un símbolo cla,te: el de la
~rllZ. Cuenta el autor ql1e Cata., tanlbiér• CJ\ agonia, ''cayó a J.'lomo sobre Sa11al&gt;ria. El
c•1erp) de éste&amp;? cslren1eció, y apagóse dP súbilo el f&gt;ál1do brillo de SllS ()jos".
En esta iíltima cercanía qt1e bt1sca el a.tnor de Cata.1 ésta, sin pro¡....,on. ;rscl&lt;),
.
dete1 znina, cort eJ golJX? des ~cuerpo, sobre el del otr , la 111l1erte de Sa nal nía (q\10_, ¡:&gt;or
otra parle, era inn1i11e11te). Pero este hecho nt1 ( !) t1n accidente im1)remed1tcti..io; desde
lªs rair·~s agónicas de! pcrsL)í1aj&lt;! fem&lt;~11inc&gt;quc ltd cotn¡,artido la vid&lt;l co11 c,·c hombre,
S"urgc una tíltin1a volttntad" una última elección: la ele conclt1tr sir11ultáneam(~11tc.

"Qued'4ron forrtta1Pi.dO

U71fl

cruz, acosltuios sobrP. /a misma charca''.

Se proc1,lce así la aleación definitiva y allsoluta: la sa11gre de ar11bos persona;cs ciJn
a tierrc.t por la cual diero11 la vida. El contorrlC• dr~solad·O ar1~111ta hacia UI1 porver1ir
·ndefinido: trágico y simt.,ól¡co será este firtal del triunfo de íos oriertt.ales q&lt;1e&lt;lerrotan
aJ ertcnúg-0 (y a la mt1erte) ya casi df:sde su propia n1uerter porq11e si bien esciertoqt1e
niragún pat1iota sobrevive al combate, también es c-ierto que Cata, ya herida, ve huir,
despavoridos J los portl1~1cses &lt;rlo olviden1os que, ya fuera del cuen to y e~i t·I
contf~xto históri~"'O, el corril"&gt;ate de) Catalán cierra eJ ciclo artiguísta y es una de las
últimas derrotas -dr:: las rná5 crt1cntas- de ~us h1testes. ¿Sugiere 1\ccvedo L011 El
combate de Ja tape} a qt1e tambié11 la derrota del prócer tuvo tina dol,1c faz, y que se
impuso, en definitiva, la del triunfo?).

La caída de 1a mujer cuy cuerpo q11eda "íom1ando crtiz" con el del hot11bre
determina un símbolo: el de 1a totalidad ce1Tada. E11 el signo de la cruz, el madero
vertical (tierra-cielo) se cruza con el l1ori.wntaJ abarcarado toda la espacialidad,

�69
abarcando los cuatro puntos cardil1ales. C11ando ya ha terminado todo (y descartada
la posibilidad de trascendencia divina, que Acevedo Díaz excluye de su ob1·a) cuando
Cata ha tomado conciencla de la extinción de sus compañeros cubriendo co1l su
mirada el medio circundante (con '1a vista quebrada ya", casi exangüe, distingue ta
presencia de su compañera destrozada y excla1na "j.A.h .. Círiaca!", ''con un llipo
violento''), cuando tiene la certidumbre de que han vencid0 y busca a su compañero
para el último encuentro, ella forma con su propio cuerpo Ja cn 1z, a traviesa el madero
vertical, se convierte en el travesaño que determina, con su propia muerte, el cese de
la acción y el cierre del mundo.
1

VI - Los pe1'so1iajes
Si fuera válida para el estudio de este relato la d istinci61\ trad icional que ..
especialmente en las obras épicas- separa los personajes p rincipales de los secut1darios, nos costaría bastante determinar prioi;dad cs. Tal vez más que en ninguna otr
obra de Acevedo Díaz sea el conjunto de patriotas el verdadero p rotagonista: esos
diecisiete '~dragones'' que integran el des"acamento pel'seguido y que dejarán sus
vidas en una lucha fiera y desesperada.
En el pla110 de l~s acciones heroicas quedarian, pt1es, igua~ados, au1lq ue el autor
destaque a Cala -realizadora d e u 1' acto d ecisivo y a l sargento Sanabria por su
condición rle jefe del destacamento.
Tampoco sería válido d1stin!,ruir a los personajes por el sexo, desde q ue todos mujeres y varo11es- están empeñados en una cauS&lt;-i comú n y se co111portan, c11 el
combate, de igual manera. En una sola escena -aquella en que los soldad()S, alterados
por la inmirscncia del nuevo combate, llevan a cabo tlt\ juego de sensualidad superficial, abierta y hasta jocosa -Acevedo los mostrará definidamente como sexos distinto.i
y enfrentados. .t\similados en actos y aptitudes duran te la acción general, sólo al final
de la narración se exaltará, ya e n el filo de la mlierte, el amor de la pareja reprcse11tada
en la dualidad sexual pero identificada por la profu nda solida ridad de u n d esti 110
común: la libertad o la muerte.
•

Los dos bandos: patriotas y

1

~portug,1s ~

1

Los patriotas: El conjunto y su jefe
Los orientales forman un destacamento, una "porción de tropa dcstacadn", es
decir, separada del cuerpo principal del ejército por algún motivo especial. En este
caso, tanto patriotas como ''portugos" perte11ecen a destacamentos, pero clarame1lte

�70
diferenciados desde que uno se ha constituído en forma espo11tánea, por el apre~
que, para los sobrevivientes, trae consigo la derrota~ los patriotas son Jos que h
quedado con vida luego del "desastre" de Catalán y huyen en busca de refugi
dirigidos ¡x&gt;r un sargento que toma el mando del grupo. El destacamen to de invasore.
en cambio, ha sido separado deliberadamente del grueso del ejército ve11cedor, y com
era corriente, se le ha encomendado la persecución yel exte11rúnio de los vencidos.~
grupo de perseguidos está formado, según Acevedo Díaz, por ''hon\bries fornido~
taci tun1os y bravíos".
Los adjeti\:os dan los caracteres básicos, casi indispensables, de acuerdo aJ auto1
para cumplir con efectividad la empresa que han elegido como ese11ciaJ, o sea la luch
libertadora. Acevedo Diaz señala su fuerz.a física, su condició11 de "silenciosos" (l.
parquedad es, en las novelas acc\rediar1as, virt11d nattJral del gat1cho), su disposició1
a la.acción guerrera,, en este caso, a la pelea "'fiera" e11 la que co11stantemcnte -y en ara
de ut1 fin superior: Ja libertad- ponen en juego !a vida.

Son, en su totalidad, buenos tiradores; manejan con destreza las armas de la época
tercerola~, trabuct)S, carabinas, etc., y suscostu111bres, de necesaria sobriedad, los un
a Ja naturaleza, al paisaje que conocen palmo a pa11no. Están visceraln1e11te ligados,
la tierra, acostun1brados a la soledad del can1po y a la aspereza de tina fauna y de u11i
flora qtJC, por conocida, se toma para ellos -como ya vimos- protectora.

Su le11guaje es, ei general, escueto; nu11ca los vcrci:nos expresar sus sentimienlo
o emociones en forma tumultuosa. Obsérvese esta situación: en p1&lt;.no comlJate
"'Ciriaca y Mauricit1 (relacionados posiblen1cnte por un vínculo amoroso no declarad&lt;
abiertamente por el autor} se encuentran con el cuer¡.x&gt; de un compañero a qtiicr
reconocen muerto:

1

uno estaba in1;1ó-uil, boca abajo. fa china le tiró de la 1nelena, y notófa i111-11uiada de 1,,
líquida caliente Sol;rer;iene el diálogo:-" Mi rá ~e:rclamóM le han dado en el testuz. - Ya no trag1
s.1iliva -añadió el cabo".
u

11

•

Y de ínmed ·ato se cambía de tema:

-'' ¿Trujiste pólvora?" (Cap. ll)

Verdad es que, en Ja urgencia de la batalla, los personajes no podria11 detenerse er
lamentos o elucubraciones sobre los compañeros qu&lt;.' mueren; más bien lla de ser u 1
inccnti\ 0 para cxcifar el deseo de venganza, el afán de reivindicación.
1

No es muy distinta la expresividad que promueve en los soldados la comproba·

�71
ción de la muerte de Ciriaca. Cuando en el Capítulo IV, Sanabria pregunta por las
mujeres, "una voz enronquecida" -no es necesario decir de quién proviene: Accvcdo
Díaz nos dará, en toda la obra, sólo el nombre de cuatro personajes patriotas y el de
un enemigo- contesta:

-"Aquí hay una. Tiene rompida la cabeza, ya se ha puesto medio dura.

-Ha de ser Ciriaca.
-Por lo motosa es la mesma, a la fija".

La orden del sargento ("'Cállense!") interrumpe el diálogo entre los soldados que

vuelven a la acción del comba te.
P&lt;'ro la sobriedad en la presentación de las relaciones humanas no supone
i11diferencia; por eJ contrario, e1 ví11culo de solidaridad humana (nianifestado, más

que por las palabras que pronu11cian, por los l1echos que llevan a cabo, por la actividad
común en 1a que todos, de igual manera, e"tán empeñados) es de una fuerza que no
11eccsita prolongarse c11 l"rgos parlamentos. Basla recordar la c1-:ior111e carga en1ociona1 que st1giere la última oración que pronuncia Cata luego de Ja visión de la
compañera muerta, para comprobarlo. La exclamación º!Ah, Ciriaca!'', a la que sigue
"un llipo violento", desnuda ante {~t lector ttn llaz de scnlimi ntos que serid difícil
verter en un lame1\to verbal exle11S0. Denlro del conjunto, desde las prin1cras páginas
Accvedo Díaz ha querido sing1Jlarizar al sargento Sa1tabri«1, sí no con Ja i11tenc1ón de

destacarlo corno "e1 héroe", al menos por la exigencia ' •ue i1npo11e su condiciósl de jefe
del destacamento.

Tres aspectos dcfi nen su personal· dad: el prin1ero coincide co11 una cualidad
comt.'111 a cualquiera de los patriotas: es el de su val«?ntía respaldada, a st1 vez, en st
fortaleza física. El scgt1ndo es inhcrcr1tc a él: su condición de jefe, que scgtir, merltc PC'
rcspo11de a un azar sino a aptitudes pcrS-Or\ales ª"imiti&lt;ias por S\lS con't' añcros; aqu1
apar&lt;'rc el respeto, ese ~.'alor que tier'e su origen en la relación del individ,10 con su
grupo socirtl y qt&gt;e no es sino el re&lt;:o11ocimie11to de las bo11dades prestadas por el
i11dividuo a la comunidad.
Sa11abria es el personaje qt1emás habla er1 el reinto, au11que sus parlame11los tienen
el mismo carácter de sobriedad que antes scñalában1os. Estos parlan"\cntos son, casi
sicrnprc, órder1cs, in1partidas con firmeza y a vece~, dadas las circunstancias. con tono
amcnazantey hasta con fiereza. Desdcelcomien1oal fi11dirigela estrategia del grupo,
cuidando tanto de los movimie11tos bélicos de la tropa cttanto de la 1noral de los
subalternos (recuérdese cómo, para elevar el ánimo de los soldados, ordena a Ciriaca
que les dé caña; cómo frena los impulsos eróticos de los mismos cuando se avecina la
batalla, cómo order1a la última retirada luego de comprometer hasta cl fin las fuerzas

�72

propias y las de sus compañeros - "era necesario morir o buscar la salvación en las
son1braso en la fuga" ,dice Acevedo Díaz, justificando la inmediata orden del sargento
en el Capítulo IV). También se preoctapa celosamente por la suerte de sus subordina·
dos, y siente el peso de una responsabilidad que abarca la de todo el grupo. Asimisn10
se da en él un odio profundo por el enemigo, odio que todos comparten. La última
descarga que realiza - suponemos que ya está herido-es acompañada por un grito que
denota ese extraño sentimiento, mezcla de impotencia y furia vengativa y, tal vez,
dolor:
"El Sargento Sarzab1'i4 descargó con un bra1rrido su trabuco# (Cap. JV)

Un terrer aspecto, de carácter íntimo, es el de su relación amorosa con Cata. Pero
éste sólo Jo co11occmos a través del personaje femenino, pues ct1ando el a11tor nos
entera de tal v.i..nculo, Sanabria está agonizando y, de acuerdo a los dalos que en esta
oportunidad da Acevedo, se supone que ha perdido la concicn ;ia, por lo cual no
apa~cceningú11atisbociarodecorresporldenciaan orosa. Sólo una pregi1nta, recatada
aunque ~eveladora (sobre todo si la relacionanlOs co11 fas escenas finales), 11ace
eliLtrever l l(!ctor su especial preocupación perso1\al por la muchacha. En pleno
co1nbate, el sarg,f&gt;n to i terroga a Stts compañeros ce¡carf&gt;s· "¿Y qué se ha1t hecho las
mujeres?". Y deja a !a vista., en ttna inmediata y breve ur~ción coronada por puntos
suspensivos, su delicada manifestación de pref ..re11cia afectiva, ese vínculo interst1bjeti vo que se inseríbe en la vida amorosa y q1Jc puede exprc-sarse con la may r sutileza.
"!'10 veo a Ca ta ... "
Hacia el fi11 del relato el at1tor nos da del Jefe una dcscripcióil precisa que lo
engrar1dece e11 la muerte antes qtJe ésta se produzca. Lo hace en una fonna peculiar·
presenta ante el lector su ~~erío físico, rcsa itá ndolo ei1 el último tr.a ilce vi tal. Muestra
pri111ero su fiel rr.astin, que también se e11cuentra herido, echado a "'U lado, "con10
l'~aciendo la guardia a su amo''. Para er•la7..ar estas dos figuras.. AceT,,redo recurre a u11
vína1lo singtllar: los relaciona por el do1or. El mastítl "parecía postrado y dolorido",
dice, y agrega: ''Más lo estaba et amo", para abordar de iru""Uediato una de las
descripciones más fu .:rtes y co11n1ovedoras, que se inicia con la identificaci&lt;)n del
personaje: "Era éste ei Sargento Sanabria, acostado de espaldas con los brazos sobre
el pecho, y e11 cuyas pupilas dilatadas vagaba todavía una lumbre de vida".
· La actitt1d de1 perso11aje revela la contención y et decoro hasta la muerte. Este
aspecto romplcn1entará, i11tegrándolo definitivamente, la perso11alidad que Jla ido
creciendo a través del relato. No hay un lamento, ni un quejido ni una imprecación en
ésta agonía limpia, de cara al cie'lo. El propio autor intercepta la trágica visión para
decimos: "Su aspecto era terr1ble", adelantando el tono de la detallada descripción que
de inmediato ~caliza y con la cual queda materialmente plena la figura del sargento.

�73

Con los rasgos descritos enseguida podremos imaginar sin dificultades --es ésta la
evidente intención del autor· al titán cuyo coraje casi extrahumano se objetiva (sin
duda acuden a la memoria los grandes héroes homéricos en el testimonio que es ahora
su cuerpo):

"la barba castañal re.da y dura, que sus soldados comparaban con el borlón de un toro,
aparecía teñida de rojinegro''.
Primera referencia fisionómica : el marco del rostro, esa barba que el autor cal1fica
con adjetivos qt1e indican potencia, virilidad, agregando ese detalle especial que lo
vincula con el toro, en una alusión clara a su fortaleza indomable. El color roji negro 11os
da, en acertada combinación cromática, la presencia de la sangre sobre la son1bra
oscura que es la barba.
Luego vienen detalles que cargan la imagen de patetismo-algunos llcga11al límite
de un realismo macabro-elegidos por el narrador sin duda para mostrar los rcsul tadosdc la pelea feroz tanto como el padecimiento físicoqucel patrio ta soportó, al final,
calladamente:

"Tenía una mandfb1tla rota, y los dos fragn1entos del hueso saltados hacÍll afuera entre las
carnes trituradas".
La visión desciende lentamente (no olvidemos que es la mirada de Cata recorriendo el cuerpo amado):

"En el pecho, otra herida. Al pasarle el plomo el tronco, habíale destrozado una vértebra

dorsal".
El autor nos da así la certidumbre plena de la impotencta q ue 11a ganado este
organismo hecho para la acción (alude a la rigidez producida por el balazo en \a
columna verlebral), y a ta vez hace resaltar -designándolo por medio del pronon1bre
demostrativo- la enorme fuerza que no se·ha eclipsado definitiva11\ente en el ser que
declina:

"Agonimba tieso, aquel organismo poderoso".
Recordemos, todavía, la posición horizontal -tendido en tierra- en que el autor h~
querido colocar al héroe para que se convierta en el madero sobre el que se desplomara
el cuerpo de Cata, formando, como ya vimos, la cruz simbólica.

�74

El bando enerrtigo
Antes de abordar este tema cabe señalar -a los efectos de insinuar un estudio más
profundo- una técnica que se manifiesta en todo el relato y consiste en la interrelación
de paralelismos y crn\lrastes sobre el a1al trabaja el autor partiendo de una antípoda
fundamental: el enfrentamiento a muerte de los dos bandos enemigos.
Ya estudiamos, a grandes rasgos, las características del destacamento patriota.
Acevedo ha descrito a sus hombres partiendo del conjunto al cual simboliza, en una
etapa final, en su jefe, cuya agonía refleja el coraje y la templanza, principales virtudes
reconocibles en estos guerreros tanto como en los antiguos héroes de la gesta clásica.
Esa continencia, esa compostura moral que generalmente imprime Acevedo a sus
gat1chos, no aparece en los personajes contrarios, aunqt1e tampoco puede afirmarse
que sea propósito del autor la degradación del enemigo. Acevedo Díaz no ignora que
el exagerado menoscabo de uno de los combatientes disminuye el mérito d e su
conlTario. Pero en las descripciones del combate, las pocasreferenciasvalorativasque
Acevedo concede a los portugueses no contribuyen a n'ostrarlos como valientes sino
más bien como -por lo menos-~asustadizos y desorganizados.

El primer factor que detemlina de por sí una ventaja para los "portugos" es su
superioridad numérica. Agréguese a esto las pésimas condiciones en que se hallan los
perseguidos frente dJ mejor esfado físico y al superior avituallamiento de 1&lt;.lS pe~i­
dores. Todavía 1nás¡ hay un efecto Jnora1 que favorece también a estos 111timos: los
"portugos" acaban de derrotar al ejército del cual este pequeño gni po d.o sobre vi vientes e.e ha desprendido
Anunciados pos "el rumor sordo de muchos cascos", su presencia cerca1la se
r.ercibeen el sonido prec;agioso de "una descarga entre voceríos salvajes". Esr;I primer
dcito qu~ nos proporciona Accvedo Díaz acerca de la n1odatidad del enemigo: su
voccrio salvaje". De esta matlera explicita u1la de sus tácticas de ataque. Los
ad,rersarios se a~niman para la pelea,. cobran brío por medio del grito colectivo que, se
supone, les ''contagia" valor.
1

'

En eJ Capítulo II, cuando 1a lucha está en su apogeo, Ciri3ca comenta a Nlatlricio
antes d~ i1\c:orporarseal con1bate:''¡Có1110 tiran esos mandrias!"~ El sustantivo osttnta
una profunda carga despecti·va, y el hecho que con1prueban las palabras de la

so1dadera -ella alude a la cantidad de dt&gt;Seargas que los patriotas reciben del enemigo. no revela \'alentía sino, si mplemente, la verltaja cuantitativa en lo que se refiere a
hombres y a1alitativa y ct1antitativa en lo que se refiere a armamentos.
En ningún momento habla Acevedo d·e la destreza guerrera de los portugueses,

�75
que no podría probarse objetivamente desde que la lucha se lleva a cabo en la noche
y el autor conoce y singulariza sólo las hazañas de los patriotas.

En cambio suele damos detalles del desfallecimiento moral de los invasores:
cuando la cometa del "trompa de órdenes" resuena, próxima a Cata, dice el autor:
11

A Cata le pareció que el resuello del trompa no era mucho, y que tenía miedo".

Se podría argüir que ésta es una interpretación subjetiva -interesada- de t1n
personaje, que no tiene por qué coincidir con la valoración del crador. Pero ocurre que
éste en 11inguna instancia del relato expresa una opinión favorable a los portugos'
l.os "asaltantes" -como una vez lo llama- responden, en general, a las "voces imperativas" de un jefe; éstas son las que mantienen cierto orden en el grupo.
Pero, desaparecido el capitán Heitor luego de ser herido por Cat:'l -y cuando el
triu11 fo estaba prácticamente definido por los "portugos'', se produce el d esba11de que
deterrnina para ellos (el autor lo declara expresamente) la derrota.
Veamos los rasgos con que define Acevedo Díaz esta retirada confu (~-Orprendc
el hecrao de que en el destacamento portugués no se hubieran previsto las indispensables sustituciones que deben producirse ante la posible caída del jefe circunstancial ):
11

1

•

"Al recio tiroteo si~.Jió un movimiento confuso en la tropa asaltante, choques, voces,
tumultos, chasquidos de látigos en las tinreblasl cual si un pánico repenti1w los hubiese
acometido; y tras esa confusi.ón pavorosa algunos tiros de pistola y frenéticas carreras co1no de
quienes se lanzan a escape acosados por el vértigo'' (Cap. IV).
11

Movimiento confuso", ''pánico'', "confusión pavorosa", "escape". ¿No sugiere el
autor, en esas mismas expresiones --algunas curiosamente repetidas- los comportamientos del pusilánime?
Luego habla de la fuga que es, paradojalmente, la fuga de los vencedores a los que
eJ miedo convierte en vencidos. Evidente contTaste que sintetiza la relación entre
perseguidores y perseguidos, asaltantes y asaltados, amedrentados y corajudos.
Por dentro de esta antítesis que se plantea entre los dos conjuntos se destaca otra,
trabajada en un plano más sutil: se trata del paralelismo establecido entre los jefcs de
ambos destacamentos.

Paralelismo Sanabria-Heitor
En cuanto al aspecto físico, si fornido y poderoso es el sargento quema nda a 1bando
oriental, no loes menosel jefe portugués, aunque se lecaractericedeun mododistinto.

�76

La figura del capitán enemigo se presenta a los ojos de Cata desde una perspectiva que
apunta más que a la grandeza (exterior e interior), a la estatura material del perso 1aje.
Heitor se encuentra dirigiendo ''en persona un despliegue sobre el flanco montado en
un caballo tordillo" (Cap. 111). Pero en esta silueta ecuestre que destaca del conj11nto
impresiona más el uniforme que lo jeraiquiza que las cualidades visibles -para tina
mirada sensibte- en cualquier presencia humana. Acevedo detalla (e11 buscado contraste con la p&lt;'br.eza de la vestimenta palTiota) el ostentoso atuendo del capitán (y su
descripción resulta unlengua,e muy claro para darnos un rasgo importante del "modo
de ser'' del personaje y su grupo):

"El Capitán 1-feitor, co11su niorrúíndepenachoazul, su casaquilla de alamar~, botas larga.s
de cuer:o de lobo, cartera negm y pistoleras de piel de galoº.
Pasa luego a los detalles de su complexión:

"alto, membrudo, cor el sable coroo en la diestra, sobresalía con exceso de la rno11tu ra " .
Estos aspectos insisten sobre la dimensiórt material del hombre, que lo hace
de,tacable en el conjunto más que por la ascendencia que posee oon10 jefe, con PJ
"'tanlaño'' de su figura ec-.iestre (obsér, ese que, hasta al,ora, Acevedo lo ha most ..·ado
en relación con st1 cabalgadura, casi diríainos adherido a ella}:
1

Continúa:

"Hacía caracoiear 5 'l tordillo de i.tn lado a otro, etnpujando con lo~ eneuen: ros a sils soldados
para hacerlos entrar e1 fila".
V~mos,

más que a un dirigc~tc, una mole dinámica que irr1po1le su don1inio por
mPdio de la fuerza, &lt;lPl emp•1je. nunca por !a persuación o por c11alquier forma
fundada en ei respeto d~ qt1ien c-oncentra en sí \!l orden, el mpr~do y hasta el honor de
la tropa. Agrégu~~, para co mpletar esta imagen, 1as observaciones inmediatas dei
autor: "Parecía 1r.let1ndo, hostigaba con el sable y pron·,1mpía en denuestos".
S11s irljurias va.·1 dirigidas, sLguramente, a sus propios soldados, at1nqt1e Ace·1edo
quiera. sin duda, distinguirlo etl un plano de superioridad frente a los guerreros que
con1al1da y que - parecería- no responden de manera eficaz a sus órdenes. De todos
modos, aun cuando Ja suya no sea la mejor estrategia, sus hon1bres obedecen, mal que
bien, sus hostigamie11 tos.
· Esta primera visión contrastará visibl~mente, desde el punto de vista físico, con la
de Hcitor caido, cuando Cata llegue hasta él y se entregue, ciega de venganza, a la
acción de terminar con su vida en forma feroz.
Volvamos a la relación por antítesis entre Sanabria y Heitor. Ya ·r'imos al sargento
tendido sobre la tierra, de cara el cielo, en &amp;1 agonía silenciosa. La posición de m1Jerte
de su enemigo será exactame11te la contraria:

�77

"El Capi.tán Heilor yacía boca abajo junto a un abrojal ramoso#.
Uno muere mirando el infinito, serenamente, vislumbrando tal vez las luces de la
aurora nueva; el otro de cara a la tierra que pretendió someter a su dominio a costa del
exterminio de los patriotas que la defendían; padeciendo, entre convulsiones, una
agonía y una muerte atroces.
Luego de describir los cruentos detalles de la acción d e Cata sobre el cuerpo de
Heitor, se produce un nuevo contras te, que vincula a los dos jefes a través de las
actitudes que tiene para con ellos el personaje femenino: Cata lleva a cabo un
''arrastre" hacia Heitor motivado por una furia aniqt1iladora que culmina co1l un acto
brutal; cumplido éste, realiza un nuevo desplazamiento a ras de tierr,a que la conduce
hasta su amado, y estará motivado por el amor:

"Y arrastrándose siempre llegóse a él, se acostó a si' lado ... "
Otras relaciones de este tipo-paralelismos, remisiones-pueden buscar a lo largo
del relato; muchas de ellas, con elocuentes contenidos sin1bólicos (espacio-tiempo,
tri u 11 fo-&lt;f errota, d ía-nocl1e, blanco-negro, lomas-hondondda s, amor-odio, ocaso-a Iba,
verticalidad-horizontalidad, etcétera), ha11 sido señaladas erl el desarrollo de este
trabajo. Un análisis más rx&gt;rmenorizado descubriría nuevas con1plcn1 ;1taciones y
contrastes sugestivos-muchos de el os en el plano del detalle menor, pero igualmente
importantes- que cnriq11eccrían eJ comentario de este relato ejemplar.

Los personajes ferr1eninos
A través de toda su narrativa se observa que para Acevcdo Díaz las mujere
mcrccc1' un especial respeto y simpa tia.$&lt;? las defin como recias)' ' 'alier'ltcs, unidas
a ia tierra por tina corriente telúrica que las dota de un gran coraje que no disminuye
s11s cualidades específicamente femeninas. (Es m emorable, al respecto, la figura de
Si'n forosa, personaje prototipico qt1e aparcx~e en la novela Ismael, y el 1nagnüico
fragn1e11to que ella protagoniza cuaitdo da a luz a su hijo en medio de la n turaleza
sal\·aje,conscrvando-apesardelascircunstaraciasquepodríanaproximarlaalanimaluna real dimensión humana). Estas mujeres son poseedoras de una belleza sit1b11Jlar;
son, ellas 111ismas, na tu raleza humani7..ada: cncama11 la hermosura d e n11estro medio
natural a la cual se agregan las virtudes morales llevadas al más alto nivel. En es
sentido jacinta, personaje importante de Grito de Gloria, pctsonifica ct1alidadcs
pcct1liar1ncntc f 'meninas que el autor aprecia y resalta en forma partict1Jar. Las
descripciones que hace de ella son minuciosas; hay como tan encantamiento que
emana en forma natura] de su persona y que no sólo alcanza al patriota Luis María
Berón,dequicncllasc haenamorado,sino&lt;J1 propioautor,quesedeleita mostrándola

�78
en sus asp&amp;tos de grandeza heroica tantocomoen aquellos que revelan los sentimientos íntimos de la mt1jer enamorada.
Estos personajes femeninos -en el caso de la obra analizada Ciriaca y, fundamentalrrten te, Cata· se caracterizan por la sinceridad absoluta, por la cobertura total de
sentimientos y actitudes con que se presentan en el mundo. Su amor, su fervor
patriótico, su fiereza . sin ningún subterfugio que modere o desvíe las inclinaciones
naturales de su ser. Yestonodisminuye nunca laatracciónqueemanade la condición
de mujer q11e ambas ostentan. Se !es ha llamado "viragos con esta voz derivada del
lrltín que significa "1nujer varonil". Y dudamos hasta qué punto es plenamente válida
esta denominaci c)n, que destacaría sólo una faz ..ímportante,sin duda, puesto que estas
mujeres hacen la guerra en un plano de igualdad con los hombres- de S\J personalidad,
dejando en la sombra otros atributos que Y&lt;' señaláramos: su belleza natural, su
conducta desf-Ojada de todo recurso engañoso para las relac.ione'S amorosas, la
especial disposición para atender al hoinbre complementándolo en todas las dimensiones humanas. Orros las individualizan bajo la denominación de '11embras bravías~
y el propio auto"" lo hace, sin querer disminuir con el sustantivo la condición de
persona que nunca les niega. "Hembra'' aparece aquí como oposición a macho en
el orden c-exua!, y-ero éstas son ''hembras-que-luchan", que se integran a la acción
guerrera en el n•ismo plano de coraje que c11alquiera de los combatiente~ varo11es.
También S'~ las denomina "soldaderas" (vor.ablo femenino de "soldado"), refiri(\ndo,
esta der~ominación, exclusivamente, a su condición de mujer-integrante-del- &gt;jército.
Veámoslas en la obra que nos ocupa. En una primera presentació1l, Acevedo )íaz las
incluye en el cor•junto de personas que integran el destacamento, distingt1i~nd )]as por
su sexo.pero a4:'-"gurando al lector las cualidades que las igualan al humbre n eJ plano
de actividad q11e han elegido, o sea el de la lucha. Se dice de ellas en el Capítulo I que
erar• "mujeres-dragones, de v·r,cha, sable corvo y pie desnudo". Son mujeres, pues,
plenamente adaptadas a Ja realidad saJ vaje en la que deben mo,1erse, y caracterizadas
por su as ~to dl cor11baticntes, desde que hace referencia, inclu:;o, al am1a que usan.
Es ,,c..-iad q11e Ace,redo Diaz, cuando pone en boca de Sanabria las primeras
órdenes del Jefe, luego del ,,..alto'', distingue a las mujeres del conjunto des1gnándnlas
para una funcjón que les permitirá un descanso relativo, del cual no gozarán los
hombres. Dice, en oración de irregular sintaxis pero que comprcnde1nos en cuanto
acept?mos el l1abla C'SCueta, imperativa, del Sargento:
11

,

11

11

"Los caballos de retaguardüz con las mujere.s, a que pellizquen"
•

También es verdad que ellas no obedecen la orden, puesto que casi en seguida las
encontramos cumpliendo las núsmas tareas que los hombres, tanto o más afanosas
que ellos:

"y las mujeres,en vez de hacer compañía a las transidas cabalgaduras, pusiéronsea desalar

�79

los sacos de munición o PQñuelos llenos d.e cartuchos deshechos''(Cap.1).
La tarea en común se lleva a cabo en un ambiente de confianza y respeto:

"Empez.aban afanosas a rehacerlos, en cuclillas, apoyadas en las pi.ernas de los hombres".

Hay entre hon1bres y mujeres una camaradería franca que en una escena (ya
mencionada) alcanza tintes de sensualidad: cuando Ciriaca, por orden de Sanabria,
..
reparte cana entre sus compañeros:

el dragón de un flanc.o le acanciaba las pie nas y el otro le hacía cosq1~illas en el seno,
cuando n.o era qi1e le peilizcaba alguna fonrJJ. ttUlS mórbida, diciendo:'lilna llena'" .
11

El\a tolera ese juego sensual hasta cuando quier_: sustentada e rt una plena libertad,

frena con sus palabras y con sus actos ("re partia cachetes'') los hechos que puedan
resultarle abusivos. Una mujer será el prime r contri11can te qt!e distingue el autor
cuando ya se ha iniciado el coniliate: Ciriaca, quien, "en medio de aquel tiroteo, se
lanzé fuera con un atado de cartuchos, en busca de Mauriciou.
Cua11do llega hasta c;u compañero se ubica a su lado y dialoga con él sobre la
muerte de otro que yace cerca de ellos, y 50bre ellos, sobre la baL.1lla. cevedo la mide
en valentía y en aptitudes, presetltándoJa en un mismo ni vel q ue el que alcanza
cualq11icra d" los que l ttcha11 junto a ella . Ad ver tid por f\,fauricio sobr los peligr&lt;'s
e que la ''agarre" el enemigo res¡:x&gt;nde co . lenguaje )ÍJl toresco y vivaz: "itlt1e \:eng::tn
por ca 1ne!" . Yse entrega fieramente a la p _:ea con el arma del muerto, porli "n ·ose "a
baquetear con gran des trcz.a".

Esta es la misma "china" que excitaba la g \t a de sus com¡,,1ñcros, pero el autor
a l1ora ha relegado su condición de n1ujer-opuesta-a1 varón (y tentación del mismo}
para adaptarla totalmente al plano de la lucha, con,.rirtiéndol en un soldado m,. s.
Nada nos dirá de Ciriaca hasta qu e, en el Capítu lo IV, u11 conlpañero la cscubra
m uerta. En la oscuridad, el patriota la reconnce por el tacto, cuan o toca su cab lJo y
respon de al jefe: ·"f-1a de !:&gt;er Círiaca" . Y o tro contesta: 11 Por lo motosa es la m~sma a
la fija".

EJ autor no necesita agregar mucho más para lograr, en Ia síntesis total del rcl t ,
que el pcrso1laJC alcance su propia altura heroica. 1'Io l1"'y p iiltura de emocion s
compasivas, no hay quejas, no hay llantos er~ estos seres u11idos por una soli ridad
huma1'\él estoica y profunda. Sólo al final de la 11a1t aciótl, ya bajo la 1uz dc1 dia, la
itl\agen de Ciriaca n1uerta volverá a presentarse, ahora ante lo . ojos de Cata, que lanza
a11te esa visión una exclamación últim a :

""pudo distinguir a pocos pasos una cabeza desgreñada que tenía los sesos t1olcadas sobre los
párpados a manera de horrible cabellera. El cuerpo estaba hu'1dido entre las breñ~~. - ¡Ah,
Ciriaca!, exclan16 con un lii¡Jo violento".

�80

Acevedo no nos da de Ciriaca abundantes detalles físicos.. La presenta como la
típica soldad era; valiente, solidarla, diestra, encendida de fuego patriótico. Su destino
se ha cumplido en la acción y sus actos son suficientes para revestirla de esa heroicidad
callada, sin ostentaciones, propia del pueblo en lucha por su independencia.
Cata, en cambio, merece una especial atención del autor desde que, como ya
explicamos, en ella centra la acción más import.ante del relato.
Cata reúne las mismas virtudes de Ciriaca pero se suman a éstas - acaso porque la
presenta vivierldo simultáneamente una experiencia amorosa que el autor resalta más
directamente que en el caso de la posible pareja Ciriaca-Mauricio- algunos rasgos que
la distinguen en el plano de sus atractivos físicos. La señala como '1a compañera de
Sanabria", y dice que era "una mujer fornida y hermosa, color de cobre, ojos muy
negros velados por espesas pestañas, labios hinchados y rojos, abundosa cabellera,
cuerpo de un vigor extraordinario, entraña dura y acción sobria y rápida. Vestía blusa
y chiripá )' llevaba el sable a la bandolera".
Curiosamente, son las descripciones de Cata y luego las del capitán Heitor las más
extensas del relato. Tal vez porque, en definitiva, estos dos personajes se cotlvierten
en los ejes antagónicos del relato.
Dete1,gámonos e1' el relato de Cata. Se notan en él dos partes muy diferenciadas:
ta primera, qi1e podría ligarse a su condición de "compañera de Sanabria", o mujerpara-Pl-am~)r, aliende a sus cualidades físicas apuntando hacia la esfera de la belleza
y la sensua:idad: hay colorido, hay visualización de forma ("color de coore", "ojos
muy negros", "labios h;nchados y rojos''), hay una referencia directa a su belleza
indiscutible ("fornida y hermosa").
En la segt1nda parte del retrato comienza a presentarse la faz del personaje que será
nec~~a ria para la futt1ra haz:aña que cumplirá en el relato: "cuerpo de un vigor
e){traord¡r,ario, entraña dura y acción sobria y rápida". Exactamente las cualidades
j11dispensables para la realiz.aaón de su gran acto individual (muerte de Heítor}.
Coi teluye con la referencia al anna, que asegttra su disposición y dcst reza para Ja
guerra.
Ya comentamos la peripecia bélica de C,ata, y dejamos pe. diente, entonres el
aspecto q11e completará ta totalidad de este personaje: Cata-mu,cr-quc-a111a-a-Sanabria.
\ 1aya111os al úitimo capítulo para encontrar, relacionado con este punto, uno de Jos
co11tras.tes más notables de la obra. Cata acaba de matar a Heitor saciando en ,este acto
-c9moya vi n1os·una venganza en la qtiedescarga todo su odio acumulado. Arrastrán·
do sella llegado ha c;ta el capitán, para e.·terrninarlo; arrastrándose regresará, superando la djfícil peripecia q ue constituye el enfrentamiento con el perro cimarrón,, al lugar
do~lde yace e1 sarpe•lto Sanabria. Primera antítesis: hay un desplazamiento de .Cata
gul~do por el odio, el que la conduce hasta el enemigo; hay ()tro desplazamiento
guiado por et amor, el que la lleva hasta Sanabria.
,
{Otro contraste, ya señalado, cabe en esta relación: el cuerpo del capitán portugues

�81
"yace boca abajo''; el sargento está u acostado de espaldas" y el resto de vida que
il umi11a sus ojos espejea, sin duda, la aurora. Estas pupilas serán las que buscará Cata.)
Pero lo más interesante de la peripecia de Cata es su vía crucis final, que la conduce
desfallecida, en un último esfuerzo inaudito, del odio al amor. Si algo qt1edaba en el
lector de aquella imagen bestial que contemplamos cuando ella se ensañaba sobre el
cuerpo de Heitor, se disipa para dar Jugar ala última imagen del personaje. Detengámonos en este final. Cata l1a llegado junto a su compañero. Es a través de su mirada,
ese espejo de los hechos fundamentales de la obra, que se da la primera relación
afectiva; es su mirada la que muestra al lector el sentimiento que hasla ahora había
guardado para sí con recato ejemplar:

"Detuvo en Sanabria, tendU:lo delante, sobre un lecho de cicutas, sus ojos negros, febriles,
relucientes, con una expresión intensa de amor y de dolor".
Los tres adjetivos que califican los ojos de Cata están elegidC\s con cautela: el
primero, que refiere al color, nos recuerda el anterior retrato físico, completando su
11crmosi1ra. El segundo -"febriles"- carga el sentido en la vivencia actual que la
consume, der.:ide qt1e ella también está al borde de la muerte; el tercero, reúne Jos
atributos expresados anteriormente, y es con10 una sí11tcsis que nos acc~ca más a la
vida que a la muerte: los ojos "rcluce1l" de fiebre, pero también de amor.
El autor no explica el enorme peso afocti vo que hayen esa expresión que aúna amor
y dolor. Y no es necesario aclarar el sentido de esa oración, conocic11cJo la imagen del
sargento agonizante, que el autor recientemente ha descrito, )' la todavía lúcida
conciencia de Cata, huJ1dida a llora en una soledacl espa1,tosa: la de ser el ú1lico testigo
de un destino trágico.
Todas las actitudes que de i11mediato nos muestra Acevedo, \'ªºel vnndo la figura
humana de Cata (y encerrándola, a su vez, en el círculo íntin10 de su amor).

Arrastrándose siempre llegóse a él, se acostó a su lado, torr1ó aliento, volviósc a inco1porar
con un quejido, lo IJesó ruidosamente"
1

'

Cada acto, cada ademán, cada esfuerzo, cada detcrminaciór1, nos remite a la
n1agnífica mujer que conociéramos al principio de la obra; a Catc: li11a, ''la compañera
de Sanabria" ··pero tan\bién lucl,adora ejemplar- revelada ah&lt;.i)ra e11 la última etapa de
•
tln an1or s1n
esperanza.
Obsérvense los sonidos que se hacen patéticos en la desolación silenciosa del
paisaje de muerte&gt;: el quejido que manifiesta el dolor y el esfuerzo, el beso "ruidoso"
que alude, sin duda, a la desesperación final.
Y los detalles de ternura, de inútil ternura, que revelan la más delicada y oculta
fibra femenina: "apartóle las manos del pecho, cubrióle co11 las suyas ta herida".
Protección ;nfructuosa pero expresiva de un sentimic.&gt;nto de amor y solidaridad.

�82
Y nuevamente Acevedo vuelve al lenguaje de las miradas, último nexo -y el más
sutil- que permanece hasta que se produzca la muerte ~e ambos:

"quedóse contemplándole con fijeza, cual si observara cómo se le.escapa la vida, y a ella
tatrl bién".
.
Doble rnirada, exterior e interior: en las pupilas dPI amado, que van perdie11do
aceleradamente su brillo ("nublábanse las pupilas al sargento'', dirá el autor de
inmediato) descubre Cata, como en un espejo que la reflejara también a ella interiormente, la pérdida de la propia vida.
En el momento final los ojos de Cata parecen buscar una respuesta en el pálido
brillo de los ojos de su compañero. Pero ya no hay respuesta; no hay diálogo -ni
siquiera de miradas- porqt1e Sanabria no tiene conciencia; hace rato que Jos ojos de
Cata vienen haciendo. para el espectador, u11 monólogo deslumbrante e inusitado. Y,
como ya explicamos~ es el cuerpo de Cata cayendo "a plon10 sobre Sanabria'' que sena
definitivamente la relación personal y clausura el mundo .

•

•

•

�83

HORACIO QUIROGA: El desierto, azaroso espacio de la muerte
1) El encuadre selvático
Es tendencia importante dentro de la actual cuentística latinoamericana, Ja que da
relevancia al "cuento escénico", ése que posee su mayor concentración dramática en
el diálogo de los personajes y que reclama del lector una prioritaria atención al
"diálogo", yen consecuencia requiere Ja reconstrucción imaginativa de las "conexiones escénicas'', indispensables para la comprf'_nsión de lo narrado.
Otra tendencia -más ceñida a los modelos clásicos- concentra en una parábola de
estructura cerrada el aco11tecer narrativo, y concede mayor importancia al escenario
sobre el cual, más allá de la liberalidad dialógica, se cumplen las acciones.
La tensión y distensión de fuerza; se combinan en este caso, en una armonía que

equilibra las partes dialógicas con las descriptivas; la ''atmósfera" se construye
er\tonces ligada a un "encuadre físico" m•1y definido, propulsor, él mismo, de las
variantes y los efectos en función de los cuales avanza el discurso narrativo.

l..os incidentes, las situaciones, deben V(.&gt;rse, pues.. en función de ese marco dentro
del cuaJ inserta el narrador los sucesos que integran el devenir ficcional.
Si, como señalaba Luckács•, admitimos eventualmente que el cuento es un
"limitado corltinuo", un "fragmento de vida'' ubicado er1 determinado fragmento de
tiempo, la apoyatura real que utiliza Quiroga en su simbólico uento ''El desierto''..,
concentra en un "corpus" cerrado Jas unidades tradicionales aunque destaca fundamental merite la unidad de lt1gar: el escenario-natura!em, al cual están absolutamente
sujetos los personajes en una estructura particularmente unitaria que cohesiona
significantes y significados.

Se trata de un texto donde se rompJeta "un núcleo acabado de vida'', a pesar de
tratarse de un cuento y ser la nonlbrada función más específica de la novela, scgútl lo
• LUCKACKS, G.: ''La teoría de la novela", Bs.As., Ed. Siglo XXI, 1970.

•• QUIROGA, H.:

''Cu~ntos completos"',

Vol. I, Montevideo, Ed. de la Plaza, 1979.

�84

explica Edelweis Serra cuando da forma a su 'tipología del cuento literario''. Estamos
en presencia de un hecho que, aparentemente inspirado en la cotidianeidad, trasciende las naturales dimensiones del estrato común de la vida y pasa a convertirse en un
acontecimiento extraordinario,. promovedor de una verdadera ''experiencia-límite".
1

Los planos interdependientes que integran la estructura significativa convergen
para formalizar un mensaje global, una visió t\ totalizadora del mundo, una acabada
concepción del hombre y su destino.
Es si11duda un texto do nde la eficacia narra tiva p ro mueve una imagen poética de
la realidad; más allá de su formulación inrnediata" d e la "'materia prima" -naturaleza
selvática, como e n tantos otros cuentos de Quiroga- a partir d e la cual el relato se
desarrolla y se resuelve, todo un "me nsaje"' depositario de la conflictualidad del autor
se piantea con intensidad ejemplar y valiosos recursos de estilo, integrándose aJ
"corpus'.. de la obra quiroguiana, '1a cual'' de acuerdo al critico argentino Jorge
Lafforgue, "configura una gran novela sin armadura, un formidable texto narrativo,
plural y abierto".

Cuando Quiroga escribe este cuento --que se incluye dentro de la serie autobiográ~
ficadela.Jtor-ya ha pub1ic.ado " Anaconda" y,en "Caras yCarctas'',laseric "De la vida
de lo~ animales" .

..._
Cuatro núcleos o unidades principales de sigt1ifícación seenlaza11en uT1a totalidad
narrativa CU)'O ''punto de vista" privilegia la ~erccra persona (aunql1e, C'Omo dijimos,
el cuento se incluye dentro del sector donde se hacen reconocibles aJgunos a5pectos
primordiales de la vida de Quiroga, especialmente aquellos que lo vincular• a st1s
experiencias en el esce1\ario selvático de Misiones y a su condición de "homo-faber'').
Et ''espacio cerrado", ccfudo al ámbito donde se desenvuelve la vida de los persona·
jes, puede orga11izarse de acuerdo al esquema de composición de los princieales
lugares especificados en la obra como ''espacios de acción''. Pero la "atmóstera"
promo\ida en tonlo a los tres actantes que aparecen absolutamente insertos en ella, da
relevar1cia a algunos componentes especialmente señalados: el río, el bosque y,
fundamentalmente, a las variaciones naturales a las que inexorablemente debe
St1meterse la vida de las criaturas en ese medio: clemencias e inclemencias temporales:
aproximación de Ja tormenta, desbordamiento del río, per manencia o cese de esos
accidentes naturales, "indicadores sen1ánticos" que van cobrando estatura hasta convertirse en determinantes esenciales de la peripecia narrada .
•

?e

La tríada
personajes (padre viudo y s us dos hijos pequeños) quedará atrapa~a
en un escenano ocluso, (a pesar de que se los ubica en medio d e la naturaleza salvaje)

�85
en situación de dependencia total hasta que ocurra el incidente que determinará el
rumbo final de su destino. En esa instancia última, cuando llega el relato a la.
culminación de sus simbolismos, el sobre-espacio-atmósfera constituirá un factor primordial, cobrando un nuevo sentido en los estratos que se proyectan más allá de Ja
anécdota inmediata y de los personajes librados al poder de sus escasas fuerzas fr~nte
a las de una naturaleza imponente. En relación con el desenlace trágico (fina l "de
efecto", como en otros cuentos de Quiroga), denomi11aremos al escenario fístco sobre
el cual se desenvuelve el devenir ficcional, "el espacio de la muerte".
En la unidad I se ir,stala plenamente e l "clima" en el que ha de desarrollarse e l
cuento: una. osci.. ridad total que pesa sobre la naturaleza y especialmente sol.,re el río
dot1de se desplaza, muy cercana a la costa, una canoa con los personajes qt1e la ocuparl:
1

''La cc1noa se deslizaba costeando el bosque o lo que pod1a parecer bosq14e en aq11ella
oscuridad. Más por instinto que por indicia l11guno Suberca.'iaux sentía su prl&gt;xi111úlad, pues
las tinieblas eran i~n solo bloque infranqueable, q1.1e co'nc1Z2.llban en las nuznos del remero y
subían has la el cenit. El liombre conocía bastante bi.en sit río, patu no igrwrar dó1ute se hallaba;

pero en tal noche y bajo amenaza de lluvia er·a rnuy distir¡to atracar entre tacuaras pll!Z2antf'.S
o pajonales podridos, que en su propio puertito. Y Subercasaux no iba solo en 11. canoa'r.
La primera secuc11cia, de carácter dinámico, i1 dica Ja situació \ en la que se

encue11tran los personajes; Jos sustantivos van perfil ndo un escenario que, 1naterializado al máximo, pesará realmente sobre ellos y sus acciones: "aquella oscuridiul '"las
tinieblas eran t1n solo bloque infranq11eabJe", "'en ta l noclze", "amenaza de llutJia'',
"taczmras punzantes", ''pajonales podridos".
11

,

Todos !os componentes integran un clima hostil, de fuerzas agresivas a las cuales
es necesario enfrcrtlar y vf'ncer día a día para lograr la sobrevivencia. La tragedia
comienza a plantearse en ese plano: como una lucha dond uno de los antagonistas
(el ser humano, obviamente) debe enfrentarse a una poderosa fuer;r..a opositora,
arriesgando la vida.

Frente al agobio de esa materialidad amenaz.ante, el persona ·e, identificado por su
apellido, Sub€rcasalJx (luego será nombrado sólo como "el hon1bre") cuenta para su
resistencia con Jos elementos que él mismo ha construído a partir de ese medio t\at ural
al qt1e se ve constantemente enfrentado pero que también lo provee: la canoa,
co11feccionada por sus manos, el "refugio" al que nombrará lnd1cando su pertenencia:
"su propio puertita" y, posteriormente, la casa en n1edio del paisaje agreste.
La inminencia de Ja tormenta (los ''indicios" naturales que luego adquirirán

aspectos simbólicos) se presenta en forma detallada. El protagonista (de quien ya

�86

sabe111os que ''no iba solo et' la canoa" aunque no se nos diga aún quiénes eran sus
compañeros: en este sentido la urudad 1crea una expectativa que se resuelve hada eJ
final de la misma) debe ''auscultar'' el tiempo, adivinar sus "señales", ubicarse en la
situación de "tinieblas" en la que está inserto. Se insiste en aspectos sombríos que
pueden interpretarse como" indicadores'' premonitorios; se habla de que la oscuridad
era tan grande que si el personaje perdía contacto con las frondas

"podía cruZAr y re-cruzar toda la noc~ delante de su puerto, sin lograr verlo".
Se dice que las gotas de lluvia empezaban a caer: "grandes, pesadas y calientes,
para cortarse de nuevo en 1a misma oscuridad y Ja misma depresión de la atmósfera".
Las referencias al contorno oprimente se adscriben a un plano de materialidad física:
las gotas de agua son "pesadas". la atmósfera entera tiene una singular contundencia:
ahoga, asfixia, doblega los cuerpos dentro de esa espesura que puede palparse. Pero
los personajes, el r ..otagonista y sus "dos silenciosos acompañantes", conocen físicamente la atmósfera, la "tactan" con sus cuerpos, la tocan, "asaltan la tierra" "a pesar de
la oscuridad"; hay una adaptación total de los cuerpos que parecen -a ocasionesemergencias de la propia naturaleza. Se produce ese conocimiento sensible del
contorno propio de las creah1ras quiroguianas.

La lluvia SP hace "uniforme y maciza"; es u11 elemento más que adquiere compactez en un escenario donde, de acuerdo al narrador, ''la frase hecha: 'No se ven ni las
manos puestas bajo los ojos', es exacta porque

"en Jales noches, el momentáneo fulgor de un fósforo no tiene otra utilidad que apretar en
seguida la tiniebla mareante, hasta hacernos perder el equilibrio".
No obsta11te la permanencia de los pe[S()tlajes a la intemperie, decíamos que puede
admitirse la alusión al espacio-ocluso , ése que -como los calabozos o mazmorras que
también resultan escenarios -claves en Ja literatura de la violencia- d etert\1ina en los
personajes cambios radicales de orden físico por sólo estar-ahí, sin que se les inflinja
otro castigo.
. Pero ocurre que en este cuento de Quiroga, como en otros momentos de su propia
narrativa y Ja de algunos autores latinoamericanos, el desamparo del hombre (pensamos en ciertas situaciones rulfianas, aunque la visión del mundo no coincida totalmente en los dos escritores) consistirá en haber sido arrojado a la intemperie de la vida:
desde los comienzos de su eXistencia, el hombre se halla sometido a un dt~ampado
esencial que sólo podrá superar -está claro en Quiroga y en su concepción dc1 ''homofaber" - autodeterminándose hace.dor, transfonnador del universo.

�87

La desproporción del duelo hombre-naturaleza se agudiz.a en ''El d esierto'' (y a

esta altu ra es posible ya señalar la plurisemia del título ) cuand o el lector, al finalizar
Ja unidad 1, se entera de que los acompañantes del p rotagonista, a quienes Subercasau x se dirige "como a hombres", eran a penas d os niños: ''sus hijos de cinco y seis
años" .
La situación en que ellos viven, enclavados en u11 lugar sel\rático, en u11a soledad
que los a isla del mundo comu nitario, en de¡x'ndencia casi total de su padre, detcnnitl.a

que, no obstante la ternura que Jos fusiona, el padre se vea obligado a tratar los "co1no
a honll)rcs".

La peripecia queda pla11tcada, pues; el ''suceso" tiene ya su escenario en e! cua¡ ha
de desarrollarse: un encuadre físico que se caracteriza por el poder de las fuerzas
naturales libradas a su violet\Cia: oscuridad tenebrosa, torn1enta, tierras fangosas, un
rio q ue crecerá aceleradamente dctern1inando la irnposibilidad de que se lo tra1lsitc;
t&amp;bicada en esas inquietantes coordenadas, la triada de personajes tendrá que enfrc,ltar,.sujeta a un escenario que les va restringiendo las posibilid&lt;ldeshnsta circ11nscribir1os, cr&gt;1110 veremos, a u11 sitio completamente li111itado, la instancia crucial que
defi11irá, en final conclt1sivo, su destino.
El receptor del cuento que, Sttperando !? m ra actitud contem!'lati\ a participará
realmente de las tensiones múltiples del relato, tc1 drá que imagi11ar e11 los distintos
''momentos'' Jas variaciones de ese cscenaric L • el cual, desde el comie1'\ZO, como un
actante de trasfondo, aparecerá Ja sombra (am'"'i1a7.,,a) de la muerte.
1

En la unidad 11 cncon tramos a los persot1ajc situados ya, ple11an ente, en StJ medio
familiar; c&gt;I autor narra sus hábitos de vida, utiliza el habla coloquial en el diál go
matinal ql1e los vincula "de uno a otr(&gt; cuarlo'"' (y en diálogo Quiroga destaca el uso

de lo- diminutivos como forrna expresi''ª de la ter lUra intersubjetiva: ''hijito que1ido", "piapiacito adorado", ''corderito adorado", "corderito si11 mancha "ratoncito
sin cola'', ''coaticito mío", etc.) y bruscame11te incorpora median un nflash-back'~
ubicado entre dos mo11,er1tosde alegría, el recuerdo de la pér :lid a de J, es sa del protagonista, una de esas ''cosas" que sobrevie11e1\ i1lespcrada111eJ1te y que ''no se
concib-?n por su aterradora injusticia''. La prese11cia de la fatalidad -que irá adquiri 11do fuerza subyace11teme1,te- nos alerta sobre esas "incidcnrias" que surgen de modo
i?nprevist&lt;) y que pueden turbar el más orde ado -y premcdi ado- plan de vida. Al
poder de un "destino" que pul.\(fc estart'rcdelernunado se agrega la p&lt;lsibilidad de un
"azar'' que irrumpe como iasgo del "absurdo", desarticulando el a par nte eqt1ilibiio
propio de una et.apa de 1nodernjdad literaria.
E)l.pone luego el autorlaed11caciónquecl protagonista ha dado a susllijos,dirigida
1

11

,

�88

especialmente a lograr la adaptaoón al medio violento, y, mediante la técnica de la
evocación, recrea situaciones límites que los niños han podido superar gracias al
riguroso aprendizaje a que los sometiera su padre:

"No temían a nada, sir.o a lo que su padre les advertía debían temer -y ;:n p1imer grado,
naturalmentefígurabanlas vi'boras-. Aunquelibres,respirandosaludydeteniéndoseamirarlo
todo con sus grandes ojos de cachorros alegres, nn hubieran sabido qué hacer sin la compañía
de su padre. Pero si este, al salir, les advertía que iba a estar tal tiempo ausente, los c1Jicos se
quedaban entonces contentos, jugando ent e ellos". (...)
Galopabanacabailoporsucuenta,ye.stodesdequeelvaroncitoteniacuatroaños. Cooocíari
perfectamente, como toda crialur'1 libre, el alcance de sus fuerzas. Y jamás lo sol1r~f)flSQ.ban".
Veamos esta situación ligada al ~scenario abisma) que constilu)re 'el desietto''
(lugar de "dcsan1par(• cc)rno podr~mos percatarnos más adcJru1le al calillrar los
niveles polisé1nicos del título) en que viven:
11

,

"Llegaban a veces, solos hasta el Yabebiré, al acantilado de art!1iisr.a rosa.
-Cerciórense bien del ter-reno, y siéntense d~'&gt;µués- les había dicho su padre. El acantiladc
sealz.a perpendiculata vein'e metros de un agua profundo. y umbría que 1efresca ltis ,grielas de
su base. Allá arriba, diminutos, los chicos de Subercasaux se arro:l-imaban tanteando las
pi.e&lt;lras con el pie. t' seguros, por fin se sentaban a dejar J;..lgar las ' sandalias sobre el abismo"
Pero el übisrr~o es, l'ara Subercasaux, también itltcrior: la duda sobre la efica ia de
su educación \.ft: ('\lo atenacea co11stanlemente, los estados a11gtisti0Ms que provoca en
él esa "avent11ra" de vida en que ha co1npron1ctido también a sus hijos, el r¿csgo
constante a qu\:: tas criaturas están sometidas. Aclar&lt;\ el narrador, djstanciándose de
ese persona1e qt1e ~esulta ser -nadie que co1\ozca Ja v;da de Quiroga puede dejar de
reconocerlo- un ''alter ego'' del autor:
"Nafural1ncnle, todo esto lo había conqriistaito Subercasaux en etapas sucesivas y con tas
correspondienfef' angustias. -Un día se rtie mata un chico -decíase- y por el resto de 1ni vida

pasaré preguntándome si tenía rawn en educarlos así".
La rccpuesta la da una voz implícita, como si el diálogo se suscitara en la propia
en 1os ''personajes'' internos entre qü1enes se p lantea el conflicto. Dice:
conciencia,
•

Si, fetiia razón. Y entre los escasos consuelos de un padre que queda solo con i.uérfanos,
.es el nui~ gran.de el de poder ed11car a los liijos de acuerdo con una sol.a línea de carácler".
u

�89

JI) La vivienda: un recurso precario
Pasa luego a describir las ''ocupaciones" d e la pequeña comunidad; las labores
imprescindibles para la sobrevivencia diaria, en las cuales los hijos colaboran en la
medida de sus fuerzas; las tareas recreativas, que d esenvuelven las incJinaciones
naturales de los niños: confección de objetos en ''hornos de cerámica naturalme1,te
construidos por él" (el padre). Pero en todos lad os acecha el peligro: el calor del taller
donde "el horno chico levanta fácilmente mil grados en dos horas'', las ''bocanadas de
fuego'' que pueden alcanzar '1as piernas delgadas de los chicos".

La precariedad de esa vida determina que echen d e menos a otros seres (fundamentalmente a la madre) cuya solidaridad se vuelve, a veces, indispensable: entra n
en el escenario fam iliar perso najes secundarios atraídos por la evocación del narrador.
La Unidad semán tica 111 refiere a la ausencia de una sirvie nta que se había
marchado lt1ego de la muerte de la mujer y de otras, sucesivas, ''arran adas al mo11te
y que sólo se quedaban tres días por hallar d emasiado duro el carácter d el pa trón''.

Es interesante observa r la íntima fusi ón que propone Quiroga entre la natt1ralcza
y el ser humano: la mujer '"(?n este caso quien ayuda en la actividad don1éstica- cs vista
como algo que se desgaja del monte: na tura]cza ella misma, agr este, que rápidanlcnte
vuelve a integrarse a su medio salvaje. El escenano d e la soledad se acentúa
gradualroente: es d entro de la casa .. lugar d~ &lt;"C&gt;biju y prott..-cción- do11dc su rgc1t !as
dificultades, aún d espués de distribuidas las tareas: el "homo-faber" siente que sus
labores domésticas -stimadas a la&lt;; otras, exteriores, d e Ja lt1cha con el medio sclvá ticolo supera n · saca r varios baldes d e agua de l poz.o para la \'ar la p recaria vajilla, aseo d e
ollas y p latos q11e poco a poco "amontonaba 11110 al lado de otro en el s11elo ¡x1ra
limpiarlos todos juntos".

Y es precisamente en un escenario mci,or -la casa toda puede rcco11str\1irse
in1agi nati,·amente de acuC'r,d o a los deta lles d escriptivos qt1e, en relación co11 la acción

11a rrada, va da ndo Quiroga-donde habrá pe surgir, bajo la fom•a de u 11 in secto noci•;o,
&lt;:&gt;1 azar que d csacorr1odará e1proy ectt&gt; de vid a; esa "casual idad ", esa in '"'idcncia d e to
fortuito qu'7 d e terminará, c1' d efiniti va, el dcsc11lacc:
•

"En esa arena s1,¡e/ta, si1t ret11over, convertida en laboratori.o de cultivo por el tiernpo
crtlzodo de lluvias y sol ardiente, los pü¡ucs se propagaban de tal niodo que se Jos veía trepar por
los pies descalzos de los chicos".
Quiroga se detiene para explicar con más detalle las características d e e se ani11'\al
que c¿1mbiará el destino d el gru po:

�90

#Los piques son, por lo general, nuis inofensivos que las vt'boras, las uras y los bariguís.
Caminan empinados por la piel, y de pronto la perforan con gran rapidez., llegan a la carne viva,
donde fa briazn una bolsita que llenan con huevos. Ni la extracción del pique o la nidada suelen
ser mol.estas. Pero de cien pU¡ue.s limpios hay uno que aporta una infección, y cuidado entonces
con ella".
A partir de esa situación imprevista -"la infección provocada por la picadura del
pique, que Subercasaux no lograba reduci¡P- la acción se intensifica, el avance
dramático se encauza y acelera hacia el desenlace trágico. En el pequeño ani1naJ
represen ta Quiroga la incursión de lo providencial, de ese"designio" que, imprevisible,
convertirá el escenario de la vida -y de la lucha por la vida· en el más patético y
desolado escenario: el de la muerte que i1npone su inexorable dominio en "el
desierto".

I!l) El escenario de la desolación
La "picadura'' del pique actuará como una premonición; sus consecuencias

impregnarán el estrato semántico y marcarán el avance progresivo de una situación
cada vez más desesperante. La realidad desolada se tornará en metáfora de la
precariedad de lo humano, del acecho constante de la muerte.
Una nueva peripecia propicia el cambio de escenario i1npuesto por la apremiante
circunstancia: Subcrcasaux con la infección avanzada, decide viajar por el río en
busca de alguien que pueda atender a los niños. El espacio-salvaje incide otra vez en
el relatoJ imponiendo su presencia sobrecogedora:
1

"Hallábanse ya casi sítiados. El Horqueta, que corta el camino hacia la costa del Paraná,
no ofrecía entonces puente alguno, y sólo daba paso en el vado carretero, donde el ag1m caía en
espumoso rápido sobre piedras redondas y movedizas, que los Cüballos pisaban estremecidos.
Esto, en tiempos normales, porqi~ CtJJ:lndo el riacho se ponía a recoger las aguas de siete días
de temporal, el vado quedaba ~umergi-do bajo cuatro metros de agua veloz, estirada en hondas
líneas qt'e se cortaban y ettroscaban de pronto en un remolino".
Es ante esta situación que se plantea un at1tagonismo esencial'. la desproporción
se vuel\'C inmensa si se miden las fuerzas de los antagonistas: 1a criatura humana
enfrer' ta, sola_, todo el poder de la naturaleza desatada; parece nirnia, 111significante,
defir\Ítl\'amente perdida an te el avance de la tormenta al que se suma el acelerado
proceso de deterioro físico producido por el mal que lo aqueja y aún más: el peso de
la conciencia qtic prcsiene el posible desenlace. El espacio físico entra c11 la dinámica
como un actante más, el circulo opresivo se ci&lt;'rra. las posibilidades de sal~arse se
vt1cl\ en remotas, y un sentimiento de culpabilidad crec1cnte comienza a n11r1ar las
resistencias interiores del "hombre ya deterioradas.
1

11

,

�91

IV) El espado interior
La lucl'la se instala en la conciencia misma del personaje acorralado en su cuerpo
(la enfermedad q ue avanza) y también por el contomo. En la encrucijada, la resolución
que adopta parece ser la única salida:
11

Subercasaux se decidió, sin embargo. Y a pesar del tiempo amenazante, fu.e cor1 st'5 chicos
hasta el río, con el aire feliz de quien ve por fin el cielo abierto".
Pero la esperanza a la cual se aferra crece sólo en la interioridad del pcrsoraaje:
aparece como tJn t1nico y último recurso; el hombre debe "inventarla'', creer en ella
para seguir luchando, aunque todos los argumentos racionales Jo lleven a una
concltisión negativa.
Quiroga rccurrea uncl dcst1s "contrast s'' efectistas: deta que crezca la ilusión para
luego d smoronarla súbita1ncnte:
"l.a esperanza de Subercasaux era tan grandeqzle rJosei11quietó lo necesarinantecl aspecto

eqt,tvoco del agua enturbúula, etz un rio haoiiual111erile de fondo tan cla10 a los ojos hasta dos
1ne t ros''.
/\simisn10 utiliza un paralelismo que ordena en prl ~eso similar la interioridad d el
personaje (turbt1lencia por el avance de la infección, rápida pérdida de la i11cidez,

''e11turbiada'' también, como las aguas) y la exterior,dad: el agua que se espesa }'
Clpaca, la naturaleza toda "indicando" el desastre.

E11to11ccs se produce el derrtJmbami nto de la transitoria ilt1sió11, dando pa . . o a la
razón que ordena el regreso.
El esfuerzo sobrel1u1nano determina, sin cn1bargo, una nueva -autlque parcial-

instancia de triunfo:

"Rernó, pue.s, sin perder una palado.. /AS ci1atro horas que e1.11ple.ñ e1J re111ontar, torl u~ado
de angilSlias y fa tiga, u1l río qrie hol1ía dcsce11di lo en un,a hora, bajo una at1nósfe a tan
etirarccida qi~e lú re.~piradón anhelaba en vano. sólo e1 pudo a¡J ·eciarlas a fondo".
Cuando llegan a la casa (refugio) nos e1lcontran1os otra vez con la prcse11cia de Ja
osciJridad, motivo recurrente que va pautando los simbolisn10 cie este combate
desigual del hon1bre y la naturaleza ligada incxorablc1ncnt&lt;.:' a su dt: tino:

"Los viajeros llegaron al bungalow c1wndo ya estaba casi oscuro, a1,11t¡i1.C eran apetJas las

�92

cuatro, y a tiempo que el delo# con un solo relámpago desde el cenit al río, descargaba por fin
su inmensa provisión de agua".
El relámpago surge como una señal implacable: su luz ilumina súbita y fugazmente todo el paisaje ("desde el cenit al ríoª) y esta última luz-funesta, sin duda-anticipa
el final.

V) El espacio de la muerte
Será el lugar donde ocurren las acciones en la última unidad significacional: casa,
-especialmente ciertos sub-..espacios de Ja misma: dormitorio de la agonía, patio- pero
tan1bién el cuerpo del enfenno sometido a una terrible involución física y psíquica,
hasta que arriba la muerte.
EJ comienzo de la agonía está señalado por el ''hondo escalofrío" que "despertó al
dueño de casa" luego de un "sueño de plomo".

El paralelismo~ ubica en el nivel simbólico: al relámpago fugaz que anuncia el
fragor del lem¡x&gt;ral corresponde uel escalofrio", también rápido y premonitorio, que
conmueve el cuerpo del personaje. De inmediato se manifiestan los prinlcros
síntomas de la impotencia física (imposibiltdad de realizar las tareas cotidianas) que
alternarán
.1ntecoo
.
. , 'a: con Jos ''desvarios" provocadosen el hon1bre por el acelerado avance de la

"el enfenno creía oir el feliz ruido de las tawsl entre las pulsaciories profundas de su sien
de plotno
11

•

La alusión a la pesadez, a la materia compacta (usien de plon10") queeJ autor l\abía
utilizado para proporcio11an1os aspectos del espacio ocluso en que se desenvuelve 1a
acción, alcartza ahora al cuer¡JO, ¿n un paralelismo s1nonímico expresivo de la
cerrazón total en que se hunde el cuento -actantes y actancias- hasta el desenlace.
11

1

'

El proceso personal que se cumple en el agonista alterna, asimismo, con la

presencia de Jos niños., sus voces, et diálogo familiar cuya sencillez y ternura se tornan
para el padre que presiente su fin, un cornponente más de la angustia que lo irá
gana11do. Realiza e11to11ces esfuerzos descomunales
•

a) para disimular ante los niños Ja desesperante contingencia que padece
b) para llevar a cabo . las tareas indispensables de sobrevivencia y su ya casi
imposible curación.

�93

La lucha alcanza la dimensión sobreh1.1mana: una aparente 'calma" de Ja natura1

leza no hace sino presagiar la desgracia inminente; también en el interior del personaje

·aunque sea en el delirio- se busca una "tregua", un descanso que le permita
recuperarse:

"De nuevo en la sien, sentía el peso enonne que la adhería a la almohada, al punto de que
ésta parecía formar parte integrante de su cabeza''.
(Otra vez ha surgido Ja imagen de la materialidad física, que suscita la idea de una

compenetración entre lo humano y lo inanimado).

"qué bien estaba así; quedar uno, diez, cien días sin moverse".
En la inacción que precede a la muerte, vuelve el delirio (con el deseo desgarrador
de lo i na1canzable) en el cual imagina para sus hijos un indispensable mcd to protc&lt;:tor,
un "espacio-imaginario" de bienestar (Ctl.ando en la realidad, todo se vuelve amcnzadoramente hostil):

"El munnullo monótono del agua en el z.irzc lo a.m1llaba, y en su ru1nor oia distintamente
hasta arrancarle una sonrisa, el tintineo de los cubier1os que la sirvienta rnanejaba a toda prisa
en la cocina".
•

La fuerza de la desesperación crea "el fantasma'' que el personaje precisa para
cubrir, ya no sólo lds necesidades inn-.ediatas de ~us hijos, sino -y fundamentalmente- el desamparo que presiente inmirtente para ellos.

Pero la ensoñación deleitosa y deforma11te -"y qué bien se está así, oyendo el ruido
de cente11arcs de tazas limpísimas".. es turbada por la irrupc1on de la realidad
representada en Ja voz de los hijos, en sus reclamos, principalment en la expresión del
hambre de los niños, ' indicio cierto de un terrible fuluro (valga, en este estudio d 1
"espacio de la muerte'' / el rect1erdo imborrable e la agonfa de Ugolino y st1s hijos en
0

1

la ¡'Torre del Hambre").

"-Ya tengo hambre, papá!
-Si, chiquita, en seguida ...

/1

La inmediata ''caída" {continúa la sensación de pesadez, que se va acentuando
interna y externamente), marca el ritmo de involució1l del cr1fcrmo:

"Cayó en la cama sin desvestirse siquiera; y en poco rato la fiebre lo arrebató otra vez''.

�94

Ya en plena agonía-el enfermo no ha de levantarse más-su conciencia clama una
''justicia" de la cual duda:

"Claro... hay una justicia a pesar de todo... Y tllmbién un poquito de recompensa ... para
quien había querido a sus hijos como él ..."
Los puntos suspensivos marcan, más que Ja ruptura del devenir de la concie ncia,
la culn1inación d e esa duda que ahora le indica que tal vez no exista esa justicia que
reclama. El personaje presiente un caos que está imponiéndose dentro y fuera de sí
mismo, ubicándose en un pasado (''había querido'' } que casi no le permite proyectarse al futuro:

"Pero se levantaría sa.rw. Un hombre puede enfermarse a veces ... y necesitar un poco de
descanso".
LasaltPma tivas del d elir io priorizan d e terminadas a ntítesis: oscuridad ("tiniebla"
de la conciencia omnubilada) y "puntos fulgurantes", fugaces. q ue avanzan y desaparecen ante sus ojos. C uando el personaje logra encender uel farol de viento", la vela
chisporrotea en la oscuridad que se espesa. Luego recobra, mediante u n enorme
esfuerzo (etapas finales de la lucha del ''horno-faber''), la conciencia que lo instala
despiadadamen te en medio d e 1a situación, ya insuperable:
"Adquirió entonces, nítida y absoluta, la cornprenswn definitit a de que todo él también se
1

moría, que se estaba muriendo''.
El espacio-de-la-muerte se asimila al ú ltimo baluarte de resistencia: la mente del
personaje. A partir de este momen to e1 desenlace se acelera y alcanza el nivel de Ja
tortura:

"Hfzosc en sv interior un gran silencie, como si la llur1ia, lo:. nii1Jos y el rittno t1zismo de
las cosas se htlbieran retirado bruscanzente al infitzito''.
Ese silencio es el '·espacio" co11struído dentro mismo de la conciencia, para
concebir, subjetivamente, Ja terrible visión :

· "Y como si esturJíera ya desprendido de sí rnismo, vw a lo lejos un país, u1t bungalcrtJJ
totalmente interceptado de todo auxilio humano. d-0nde dos criaturas, sin leche y solas,
quedaban abandonadas de Dios y de los hombres en el n¡ás inictlO y horrt~ndo de los
desamparos .
11

El d ista nciamiento de1 hombre a punto de morir -que aparece otras vec&lt;..~ en la

�95
narrativa de Quiroga -esta proyeción muda y atroz, concentra e l sentido fundamental- tal vez "el mensaje" primordial del cuento: son los niños quienes, por designios
ajenos,-"dc Dios'', dice el autor (¿e1 Homo-fabcr, acaso, el Padre que los colocó en tan
absurda situación?)-qucdan en el ''más horrendo de los desamparos". Pero, -y ya en
un pJano trascendente que universaliza situación y personajes- quizá todo el cuento
adquiera un sentido simbólico, se convierta en una gran parábola sobre la aventura del
hombre en el mundo, ese "'desierto" signado, en última instancia, por el desamparo
total.

El diálogo posterior con los hijos, los lacerantes parlamentos que se entrecruzan
entre personajes que no tienen plena conciencia de la situación (1os niños) y el que sí
Ja tiene (el padre), dan a Quiroga la posibilidad de preparar el "fi1lal de efecto" que se
concentra en el breve párrafo que cierra el cuento~ el padre ha anu11ciado su propio
fin a los niños, se ha despedido tiernamente, patéticamente, de ellos. Una línea de
puntos suspcnsivos-"el silencio" 1le&lt;:esario para desencadenar el desc11lace- separa el
parlamento vacilante del moribundo del último "cuadro" sombrío: el que presenta a
los niños, que han presentido -cada uno a su nmdo- la s11minente desgracia y que, en
silencio -cada uno en su soledad- esbozan signo&lt;~ 4t1e uelatan su subjetividad dolida.
El "escenario'' es enmarcado con precisión:
•

"Las criaturas salieron sin tocar la puerta entreabierta y fi,1eron a detenerse en su c1Uirto,
ante la llovizna del patio".
La naturaleza cede en su in1pulso imponente (cuando; e11 el "d•1elo" de los
agonistas, ha vencido}, püro la llovizna pauta ahora la pcnl1ria del acontecirniento
irremediable. Los personajes parecen enclavarse en ese silio fijo inm vilizados:
1

''No se 1novían de alli. Sólo la mujercita, con una vislumbre tie la di111oi.sión de lo que
acababa de pasar, haeúl a ratos puclieros con el brazo e1i la cara, mienl ras el 11ene rascaba
distraído el contramarco, sin co111prendcr"
Aplacados todos Jos "'furores" naturales, el silencio domina totalntente ''el ese
rio de la muerte'':

11a...

"Ni uno ni otro se atrevían a hacer ruido".
Y es a través del silencio, (que ahora puede ser contrastado con un diálogo ya
definitivamente extinguido) que el autor nos vincula con el ''golpe firlal", cerrando de
forma inexorable -ahora tlO ya con el componente fónico sino corl el visual- el espacio
de la violencia y de la muerte:

�96
"Pero tampoco les llegaba el menor ruido del cuarto vecino, donde hacía tres horas su padre,
veslido y calzado bajo el impermeable, yacía muerto a la luz del farol".
El proyecto de vida, sujeto a una planificación previa, dicw.minada por la razón deJ
padre, se ha des1noronado; se~~ "desconstruído'' el modelo y el "absurdo" que niega
toclaapoyaturaracionalhacepensarenlaincuestionablevigenciadeestecuentocuyas
''fisuras" y "propuestas" existenciales se adelantan en varios años a las "quiebras"
implantadas por la postmodemidad.

•

•

•

�97
BIBLIOGRAFIA SUMARIA

Bamet, M.: La novela testimonio: socio-literatura, e11 Bamct, Miguel, La ca11ción de
Rachel, Barcelona, Ed. Estela, 1970.
Bastidas Urresty, E.: La violencia uni\'ersal, Medellín, Ed. Testimo11io, 1990.
Benedctti, M.: Critica Cómplice, Madrid, Alianza Ed., 1988.
Bencdctti, M.: Letras del continente mestizo, Montevideo, Arca, 1985.
Bencdctti, M .: Literatura Urug!taya del Siglo XX, Montevideo, Arca, 1988.
Bcnedetli, M.: Sttdesarrollo y letras de osadía, Madrid, Alianza Ed ., 1987.
Caetano, G. y Rilla, J.: Breve historia de la dictadt1ra, f\1011Lcvid co, CLAEI 1, 193...
Collazos O. y otros: Literatura en la revolución y rcvolució11 en Jn 1itcratt1 ra, ~ f c&gt;.1ro,
Siglo XXI, 1970.
Falctto, E.: Depe11dencia y desarrollo en América Latina, México, Siglo XXI, 1978.
lanni, O.: lmpC'rialismo y literatura de la violencia en América LC'lina, México, Siglo
XXI, 1979.
jara y Vidal (cds.): Tcst1mon10 y Literatura, Minnea polis, f ns tilt1lc fo r tl1c Stttdy of
IdcologieS and Literature, 1986.
Jitrik, N.: Producción literaria)' P-roducción social, Buenos ..!\ires, St1damerica na, 1975.
Martíncz Moreno, C.: Las vanguardias litera rias, MonlC\tidco, J!n~iclc&gt;~&gt;eci ia Uruguaya, Arca, No. 47.
Mcjí,1 Duqt1c, J.: Narrativa y ncocoloniajc en An1r ri ca f.-éltinél, B&lt;., 1\s. Ed Crisis, 1974.
Mire\ Quesada, F.: Notas sobre Ja ClJltura latinc&gt;éln1cricé1na )' Slt destine.,, L.i 111a, lt1&lt;.i ustria 1Gráf1ca, 1966.
Prict&lt;), A.: Literatura y subdesarrollo, Rosario, Argcntin , Biblioteca PcJpular C C.
Vigil, 1968.
RJm:1, ;\.y otros: ~fás allá del 'boom': ti tcratura Y- mercado", Bs.As. r=otios E i., 19 i .
R&lt;lJTicl, A.: La gcncrf'lción crítica, Montevideo, A rea, 1972.
Rama, A.: l_a trc1nsctllturación narrativa en América Lalirlél, f'v1l:xico, Sig\o X, ' I, 1979.
Rama, A. ~ Li tcratura y clase social, ~1é ico, Folios Ed ., 1984.
Real de Azúa, C.: El Uruguay como rcflcxic)11, Montevideo, Capítulo Oriental, Nos. 36
y 37, 1969.
.
Rel1l &lt;.it' Azt•íl, C.: Urt1m.1ay: ¿ \tna socic&lt;lad ::lmortigt1aclora ", \1 tl nte\ricll'C&gt;, Ban(la
Oricn tn 1, 1984.
Sl1nc11c/, l...: Exílmcncspcctral de América llltina: CÍ\'il1z ac1c)n yctil lttra, 13s. As., Lo~ &lt;l. ,
1962.

��•

UniversidocJ de fa República

Facultad de Hurmnidades y Ciencias de La Edtr.ación
100p.

lrr.,..., por eJ ()epcrtamento de Publicaciones
de la Facuttat de Hli 1enidades y Ciencias de la Educación

Depósito Legal: 252.179

Julio de 1992

"
Mxitevideo,
Uruguay.
(41) 466-516/92

�t

•

•

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3332">
                <text>Los espacios de la violencia en la narrativa latinoamericana (Asturias, Rulfo, Acevedo Díaz, Quiroga) </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3333">
                <text>Literatura</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3334">
                <text>LAGO, Sylvia.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3335">
                <text>	&#13;
Lago, Sylvia.&#13;
Los espacios de la violencia en la narrativa latinoamericana (Asturias, Rulfo, Acevedo Díaz, Quiroga) / Sylvia Lago--Montevideo : FHCE. Departamento de Literaturas Uruguaya y Latinoamericana, 1992; 96 p</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3336">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3337">
                <text>1992</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="37">
            <name>Contributor</name>
            <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3338">
                <text>Bach. Gonzalo Marín.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3339">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3340">
                <text>Libro.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3341">
                <text>Español.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="424">
        <name>LITERATURA LATINOAMERICANA</name>
      </tag>
      <tag tagId="371">
        <name>SIGLO XX</name>
      </tag>
      <tag tagId="425">
        <name>VIOLENCIA</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="301" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="532">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/ea144cd6b6b7b043ce9df0b22ce4accb.PDF</src>
        <authentication>c2dd4737f3e4adec872dcd4d7eff80b1</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3351">
                    <text>SVI0N3I0A
saavaiNvwnH 3a
avnnovd

OHd
3a

^09686

�X
SVOIX^V

zouii|\ 11

�SVOIX^V

�José

Copyright de la presente edición Departa
mento de Publicaciones • Facultad de Hu
manidades y Ciencias • Universidad de la
República
Queda hecho el depósito que marca la ley. .
Printed in Uruguay • Impreso en el Uruguay

�-epnp bj ap BjuajjB bj ajqos 'X 'jauajsos A jR^adsaj opRjnf Biqeij anb
BpBjaoiuap bj X sauopniysur sbj apunq Bjjax 'eaiJ^iuy ^p sauopRu
sej ap ajqij sbiu bj Biaja as anb bj ug auBqjeq ap japod ns ojqand [ap
sep[Bdsa sb| ajqos bzjb jajijH '^^dojng ap sauon^u sbj ap Bijna sbiu b|'
BjajD as anb bj ug 'ouBiunq o^uaiiuioajiAua jap oys '61. opiaip^ oui
-ijjn ns uod '¿¿61 ua BUBuiiuja) uapaj anb jBjjB^Bq a^uBsaaui un 9p
ozuaiiuoo ja anj 'soj^osou sopo^ BjBd jeiuaiujaj 'o jap BpBa^p Bg .
-sopsdoqB ap oipnisa jb soijbjouoij ueqBnppaj ou anb sojaajas snju
•idsa ap sauoiado 'Boisniu bj jod uoisBd bj X BuepsjaAiun Bsn^a bj jod
jouib ja :sbsod sop uBUBpanb aj BJiaojaj zBy\ uoo opbjuod ns aa
jopejaip |ap sop
-BOiunuioD soj iBpuajjaj iu a)iuiBj) jep euanb oj^ opB^sa ap ad|oS ns
otp BJjai J^f-iqeo opusna oSjbo jb Bpunuaj ns ajueuosaj anj ous^uas
-ap janj^ Biai^snf ap uoiaou ns ap Bzajnd bj X SBaipunf sBuijdiasip sbj
ap oiuiiuop ns ji)n jas Bupod ijjb anb psuaj Bpj^snf ap auoj B)jy ^|
ap ouBjajaas oiuoa 'BjnjEj^siSRui bj ua osajSui 'sasBja eqnpip uaiquiB)
anb 'zoyn^ ^jaj 'SBpuajajuoa ap Bjpa^p ns b X sasB|a sns b ojajoa oj
-os9iy jg sBuaXajnSaj X sa^uappdxa BJBd Bqnjsa sop soj ap oun^uij^
apjnq asa 9Sbdbjj -Biiauag zb^\ sojjB^ iq ja uoa op^Soqe ap oip
-n)sa osng -oAi^sod oqaajap jap Bjnpnj^sajadns bj aSiaiua anb jap jBia
•06 X oaiuiouoaa o^aiuspunj ja opuaijqnasap anj oaod R oaod ojad
'sauopisodsip sbj ap soiajauoa souiuu^) soj jod opdsaj ubj^ un oa
-n^uBiu ajduiajs *biujou bj ap Bjpj bjjj bj b Bp^SadB 'Basajqij u^pBjBd
-ajd Bun ouis saauo^ua ajjBp Bjpod ou bsbd Bsg oqaajap jap anb sbiu
'Biajjsnf bj ap opjjuas opunjojd un X Baipunf uoiaRjBdajd ajqBaadiui
Bun 9fjinbpB pB)jnaBj bj ug BpB^oqy ap ^ofpn^sa sajuRjjiJíj ozjj^
jbau ns b 'u^isRao Bun ap sbiu ua
'BUBpad bj ap JBzBjdsap odns 'jbjoui Bzaanj bj Bp anb njaduu jb sb^ejíI
ojaj jBniuídsa ouis 'odisjj Bja ou jo8ia ns asjBpjooB ua sajajuí auai)
aipBu ajquiou oXna ap 'uaAOÍ sbiu oqaniu ajuBauujuoa un b 'oubui ua
BpBdsa 'jb^uojjb pipidun aj ou ojjg -ojAjau ojnd 'BpjjBnasa Bjn3y B| X
jbjoui ajduia) ja ouijubaj30 aojaq jap Biuax Biai)snf bj X uaiq jap ssuaj
-ap ua ^qanj jBnpaja;ui a)oíin^) a^sa 'soj|a sopo) ug sodiuBa sosjdAip
sf ui soj ua U9P0B ns p^ajdsap \ -jBjjB)Bq a)UB)suoa un anj BpiA ns

OOOlOHd

�danía, implanta su dictadura". Así comienza un vigoroso estudio so
bre Baltasar Brum.
Militó activamente en la oposición a la dictadura terrista. Artículos
suyos aparecían en toda la prensa y hasta co-dirigió un diario de uni
dad popular.
Fue firme su acción antifascista. No sólo integró la AIAPE, organi
zación de intelectuales de ese carácter, sino que participó en todo ac
to contra la barbarie nazi y sus congéneres. De esta manera fue desta
cada su participación en la masiva defensa de la República Española,
que conmovió hondamente a nuestro pueblo.
Prosiguió con entusiasmo su docencia y sus estudios históricos. Pe
ro allí también batallaba. Petit Muñoz fue un docente nato, admirado
y querido por sus alumnos de Preparatorios, del Magisterio, de las Fa
cultades de Derecho y de Humanidades y Ciencias. Fueron famosas
sus clases de Historia Americana y Nacional en los Preparatorios de
Abogacía. Sus programas ponían en aprietos a sus compañeros en las
mesas examinadoras. Porque él no daba sino dos temas, dos bolillas:
España y Artigas. Se demoraba en España, no sólo por un entrañable
cariño filial. Estudiaba con pasión la historia de las libertades españo
las: las leyes de Partidas, el Fuero Juzgo, el Justicia Mayor de Aragón,
las libertades comunales, las Cortes españolas como las primeras
asambleas representativas del mundo moderno, anteriores al Parla
mento inglés y los Estados Generales franceses. Veía en eso, y en mu
cho más, los antecedentes indudables de las luchas de emancipación
americana. El segundo tema era la figura y la actuación de Artigas,
motivo de fervor de todos nosotros los orientales, allá en su época y
después de la dominación lusitana en que se le acusaba de bandido y
anarquista y se iniciaba la elaboración de la leyenda negra del héroe.
No fue escasa la contribución de Petit Muñoz a la rehabilitación de Ar
tigas y a la admiración actual que se le rinde en el Uruguay y en toda
América.
Dedicó también todo el brío de su incesante batallar a defender y
fundamentar la autonomía de los organismos de enseñanza. Comenzó
su descollante actuación en este campo en la gran Asamblea del Claus
tro que funcionó desde 1934 a 1936. Integró la Comisión de Estatuto
que, bajo la presidencia de Leopoldo Carlos Agorio (futuro Rector),

�'pepisj?A;uf| B| rjjuoo 3a3|r o/iuIjrz p oip 99
¿61 U9 opuRna X oÍRqRJX [ap pBpisjaAiun Rf X Ruapunaas ap uppuaA
•jajui R( pjajaap as o¿6í U3 opuana 'sRiauai^) X sapRpiuRum^ ap paj
R| ap sRaupisi^ sauopR^^usdAUf ap ojnjijsu| |ap jopajip ajg
mjojstfj) •'..sopRAijd sajopas soj ap una X Rjnjjna R|
ap soaqqnd sopiAjas so| ap X R/uRyasua R| ap sriurj sb( ap Run Rpaa
ap 'RiiuouojnR ap o(9S rX ou X Riauapuadapui ap sapRpi|iqisod sr|
ouiix?ui opRj^ (R opuBAan,, "\(saj) soj jo soi B B:&gt;!^^?P! ^ ajuaipuadapuj
ajuauíRaipunf RtnbjRjaf ap X oja|BJRd 'op^js^ jap japod ojjRna un oui
-oa opiqaauoa,, ^jopRanpg Japoj un ap uoiaRuuoj R| ojsandojd Riqni|
'opRisa ap ad|o^ jap sajuR saiu un '(, [ ua eX anb'Rjn j|na apsouisuiB^
•jo so| 'sopoi aiuauiRjn|osqR 'sopo) jb/o8 uaqap anb ap pejjoqi| R| ap
Rapi ns ir) njg -Rjs;uJouo)nR Raipojd B| pnuimoa apuop 'uoiaR^uasajd
X op;ua)uoa ap eaijiuSRUi 'so^osug B)sia3j r| 9i3uip X 9punj X pvpts
-á9Aiu() odnj^ [9 pj^ajuj zoyn|^ )i)aj 'soai^^iod BpuB^Rdojd X aqauR^
•ua ap ojjuaa un ua r|jrujjojsubj) RJRd pBpisjaAiun R| ap RURpunaa
9^aj^as RJjax ap RjnpR)a;p R( opuRn^ sR^siAaj ap so(na^jjR X soja^oj
sosojaiunu X (0¿6l ^ 6961 'sauoprpa sop l^Dn8ruf) \d u? mpmi oz
-UDU9SU9 dj ^p otiuouojrw d¡ ap pjtjajuís oiJotstfj ! 1961 'otnwtsa oíd
-Oádns asjop o poptua^iuf} ojjsanu ap o^aajap ¡7/ '.t^t^6l 'popisjaMUfl
Ddfsanu ap sajqtj sohfj 'sopa ajjua) sojqif soura RiuiouojnR R| ap
Ruiaj [R oaipa(] (sRiaua^ X sapRpiuRiun^ ap pR)|naB^ lo^an| 'X oip
-ajaQ ap pR)jnDRj) jouadns B| r X 'BURpunaas R| b (opRjS o^ ap sojj
•saRui so| ap josajojd ouioa) |euuou X RURUiud R/URyasua R| r opR|na
-uiA jRjsa ap oi3a{iAud [d oapx sbuirj sns sepo) ua R^uRiíasua ap sauoia
-njijsui sr| ap RiuiouojnR B| opanuap X oyadiua jR|n9uis uoa pipuajap
zoynj^ jija^ jBjsinbuoa a|qBpn|RS bu as anb sauoiaBjídsR auaijuoa anb
•jod 'ajuauíRaippuad Rpejipam X Rpia| jas aqap 'pRpisjaAiuf) B| ua Xoq
a^^j anb bdiub8jo Xa^ bj ap 'ojaadsR un ap srui ua a)uapaaajuR ojapnp
•J3A '(RjuauíRpunj Bzaid Rjsg '^61 3P ntjBjisjaAiun ojnjRjsg \a uojrj
ajqos ^X upisiuio^ Bsa ap sauaiuapip sosjaAip uojRjaRpaj
opRqaR^ u(oaun X zoyn^ J!J9H oma^ng sajojaop soj
:sojquiaiui sns ap sop ap anj BAispap X ajuRjJoduii sbiu BajB) r| ojaj
•sojjo ajjua 'OBpjy ojnjjy 'osopjR3 ojpaj ^sof 'B^Rya^jy ap zauamif
ouijsnf 'BuaXof) Rpi|y ouioa souBjisjaAjun sopinSu^sip uojej8aju;

�Puede suponerse el efecto que estos dos hechos produjeron en el
viejo luchador. Dijo del primero, que era "un desafuero de tal grave
dad que se equiparaba a los peores atropellos que en la historia del Uru
guay se hayan consumado". El segundo fue uno más de los episodios
oscurantistas de la dictadura militar que hundió al país durante doce
años, pero cuyos efectos durarán muchos más. Intervención de todos
los organismos de enseñanza, control de los institutos culturales (co
mo la propia Biblioteca Nacional) y de los medios de comunicación;
destitución o emigración de los mejores docentes, que fueron figuras
destacadas en el exterior; eliminación de toda actividad de investi
gación; descenso vertical del nivel educacional en todos sus grados, ni
vel que costará muchos, muchísimos años, recuperar.
Todo eso abatía a quien había luchado su vida entera por elevar y
dignificar la enseñanza por medio de la autonomía. Pero ese abati
miento llegaba al grado de postración cuando pensaba en todo el res
to: arrasamiento de las instituciones, imperio del terror, encadena
miento del país al poder financiero e imperialista, transformación de
la democracia modelo en republiqueta bananera.
Yo asistí, como muchos otros amigos, a los últimos instantes de su
desconsuelo en la calle Meló. Siempre agradecía mis visitas porque
-decía- yo profesaba una filosofía política al fin y al cabo optimis
ta. Pero siempre emergía también su queja desesperada: "¿Vd. pensó,
Bentancourt, que alguna vez podía ocurrir esto en el Uruguay?".
Petit Muñoz fue otra de las víctimas anónimas de ese desmorona
miento nacional. El sucumbió y yo quedé para testificarlo. Recordé
entonces y hoy las palabras de Renán en la Dedicatoria de su famoso
libro de 1863: "La fiévre (la peste, corrijo) nous frappe tous Íes deux
de son aile: je me revellai seul".
Montevideo, 8 de noviembre de 1986
J. Bentancourt Díaz

�sojs^ndo sdinj nmd se^i

ONV3!&gt;!3WV31^O!NI OWSHV&gt;l3a3J 33 A
SVOI1HV 3SOÍ 3Q OWSI3V3a33 33

�CRITERIO DE LA EDICIÓN
Para la presente edición se ha recogido, en su primera parte, un ensa
yo que el Profesor Petit Muñoz publicara en Marcha -en ocasión del
25 aniversario de la misma- el 20 de junio de 1964. El escrito se reco
ge textualmente de esa publicación. Para la segunda parte se ha reali
zado una selección de Artigas y su ideario a través de seis series docu
mentales, Instituto de Investigaciones Históricas. Ensayos, Estudios y
Monografías, No. III Serie Cuadernos Artiguistas No. 1, Montevideo,
Universidad de la República, Facultad de Humanidades y Ciencias,
1956. De esta obra, cuya extensión y caudal documental hacen difí
cil su publicación íntegra en la actualidad, se han extraído sus partes
sustanciales, indicándose en la presente edición mediante una línea
completa de puntos, las supresiones. Por esta razón se ha reordenado
el abundante cuerpo de notas, debiendo el lector referir a la edición
original en aquellas atinentes a los documentos publicados.

�B| Bjg jfjsixaoa eiqap sapna sb| uoa 'sbaipb ss/janj ap opeueuia
•oujajqoj) un ap ojuauiuaaiqBisa |e jeuiuupjd osnd ouioa 'eje^ R| ap
oj^ pp sBiuap sb| uoa [e)iia;jo epuiAOj^ B| ap uopBjapajuoa B| aX
-niBjsa ig sap^dBa sojund sns ajqos sauopafisuEJj uEjqea ou sepnp
sb| sepoj BqBjjBsap anb pepuep Bun uoa stuaiqojd p op^aiuey,,
:uoiaB^djdjd^U! Bisa 9fap sou ezneg
anb uoa sBjqBpd sej osuajxa jod jBpJoaaj b oA|atu sbui zaA Bup^
uoiaBjQ B||anbB ua
jaaojd p opBÍasuoaB Bjqeq o| auuojuoa \tojaBd jod,, ouis '44oiuaiujp
•apaqo jod,, ou 'BUBaijuaA as 'sauopipuoa sapj UBqnjdaae as is 'anb
'sajfv souan^ ua npiunaj pjaua^) BaiquiBsy b| ap o^uauupouoaaj
p BJBd BqBa)UB|d (B)uauo opand p anb sauopipuoa sb| BqRÍij anb '
Bip |ap ejay PP P ^ seSijjy ap pjn3nBU| uopsjQ B| ap p ssiuape
ou!s 11IX L|E PP sauoiaanj^suj sb| ap ojxaj p a^uaiuB|os ou bisia
ua OAnj 'uopRpidiajuí Esa jbzub3|b BJBd 'B^nt'q anb \ pjapaj oujaiq
-o3 un iuijijsuoa ^joua;sod Bdsp Bun ua 'BJBd uopiuapajuoa eun ap
uopsaja B| jod a^uauiBiAdid opuBsed '(4sopiun sopps^ so| ap puop
-n^iisui Bpnaas B|,, Bjafnpojdaj b)b|^ b| ap oi&gt;j p anb unuanb 'sopea
•OAiioa p iod pjuoiJO epu^^ b\ ap so|qand so| ap sopeindip so| X sb3i)
-jy 'eas o '(biub|| so| p oiuoa 't4soXen3njn sajopB|si3a| sopesiAO.idui!
so|,,) uojaiuiAjaiu; p ua anb sajqiuoq so| anb |uqy ap osaj^uoj p
ua opcnpB o[ ap uopBpjdjajuí Bppii| i:un uoa 'ouqnasap uainb ezneg
oaspuBj^ anj anb jepjoaaj b í3aioa ajaqap sbui /3a buii o|p Bjet|
^ B^sando uaiquiB) uoian|os eun
'oueuaasa ojjo X oun ua jeiuasajdaj e ouia 'ouisiui ojp jod 'anb 'eiu
-a^sis asa ua jeaoqiuasap ejed 'bje|^ b| ap 01 p ua X sopuif) sopeis3
so| ua 'uoja^jaAuoa 'se^ando auiaiii|B)oi sa^uaisixaajd sauopen^js
ap opuaijJBd 'anb soauciisiq sosaaoid so[ ap niauajajip e| ajqos sas
-ep suu ua opuByasua o3uaA soub aa^q apsap anb o| 'uaiqiuBj ojijasa
jod 'jaaouoa b JBp ap pnpiunijodo B| BJoqB BpeSají oojo ojaj^ouea
-uauiBauou oaqqnj oipajaa IP sojxaj so| ap 'sajosasB sns X ajsa 'uoj
-apiq o|jbziub8ío ejcd anb uopdope bj ajqos X SBSjjjy ap ouis!|ejap
-aj [ap eajdaB oiusiui oX ojuasa oa3|| oipniu X oiuasa eq as oqan|/\¡

aaa
V3IWVNIQ NOI3V13^d&gt;i31Nl VT

II

�12
primera secuela del proceso institucional de los Estados Unidos, cuyo
primer trámite había empezado por el Pacto de Confederación y
Unión, avanzando desde ahí hasta sancionar la Constitución Federal,
que estableció la forma definitiva de Gobierno sobre la base del respe
to a las soberanías locales preexistentes. Se conocía que las ideas yanquees habían hecho camino entre los improvisados legisladores uru
guayos, quienes, teniendo a retaguardia el antecedente propio de la
Junta de 1808, donde la soberanía local fue levantada y prestigiada,
lo perfeccionaban ahora transformándolo en pieza de resistencia
de un mecanismo mejor ideado que aquella creación revolucionaria".
No he de insistir ahora en explicar que. por no habernos dejado ex
puestos Bauza los razonamientos por los cuales, de la correlación de
esas tres fuentes principales, y, también de los innumerables papeles
corroborantes que él sin duda manejó y sopesó, pues de ellos están
llenos los archivos del Río de la Plata, llegó él a esa conclusión, me
lancé personalmente, durante años, a hacerlo por mí mismo, y alcan
cé, creo, a demostrar, en un libro, con expurgación de hechos de con
ceptos y de frases, de que abunda la documentación del período artiguista, la verdad de la tesis que así nos legó el insigne maestro con
tanta claridad, pero también, lamentablemente, por modo tan escue
to que obligaba, bien a dejarla en suspenso, bien a aceptarla más por
la vía de la autoridad, representada en este caso por la que el propio
ilustre historiador adquirió justamente por su talento tanto como por
su saber, que por la vía de la razón, pues le era a ésta difícil admitirla
sin mayor información ni nuevo examen.
Doy por sentado, pues, una vez más que era ese en realidad el pro
ceso institucional que Artigas creía necesario hacerle recorrer al Río
de la Plata, y ni haré sino transcribir, para ayudar al lector a refrescar
los elementos que. completándolo con otros cuyas raíces emanaban
del viejo derecho español, venían a integrar esa que he llamado "la in
terpretación dinámica del ideario artiguista", el título de uno de los
capítulos de mi aludida obra, a la que, para los detalles que se estimen
necesarios, me remito: "de la soberanía particular de los pueblos a las
soberanías provinciales; de las soberanías provinciales a la confede
ración; de la confederación al estado federal".

�p osamipj [3 o O63j8ojd {3 'oninüad (3 o pepqijn R| 'epiisnfui
t| o epijsnf af ^(tul |3 o uaiq (3 ajqos jegznf ejBd 'sand 'aiqisodun sg
¿jin^^s anb y?
upinuyui ap X oiuaiuiepdediua
^p JOj^Bj un '?pt|OJiuo3ut 3 epipauísap upísima ns 'os^o opoj us 'X
'tpepajdap epauoui ap oun ud'oaiuipuoaa osajftojd X jejsauaiq ap 01
•uaiuaiisui un 'bubs tpauoui ap opBjsa un ud sa 'oaueq ap aa||iq 1^
•uqppjj eun ejseq X uppeatpnep tun 'o^uaiiue^ajjua ap zed eun
ta opuen^ o 'opipeAin sied pp uopbajbs bj jod jeqoíq Rjtd soipaiu Xtq
unt opuBno 'Bjn^uiajd ztd B( 'uoiaipuaq eun 'diqejouoq zed e^
qj^d opns pp esusjap B| ap jaq
•ap auii|qns p o u^isai^e eun ap eiuieju; B| jpnpejj apand euan^ rj
•BDi^ejaouiap eai|qndaj eun ofeq ^aia anb oiqand un as
•ejdope e| is 'osaaojpj un 'uoisaido ap osaaojd un cuas oja&lt;{ Bjn|osqe
ejnbjBuoiu e[ ap jqes ejed uojeidope e| anb sojqand so| ejed ojub|
•3pe un 'uqpejaqij ap osaaojd un anj leuoian^isuoa einbjeuoui e^
'pe)jaq;( ap uqísajdns ap 'uoisajdo ap osaaoid un p ejed euas pnjjA
•B|osa 8| 'uopninsuj euisiui e| eje^dope ajqij o|qand un Xoq is oja^
opeA(es ^sniuas ap 'ais^ X 'OAJdis ap p ua X 'ojjeieiu ap
Z3A ua ezjanj e| jod jefeqej) o(jaaeq ejed epiA e( eqeAjasuoa a| as pna
(• o^iuidUd odnj^ (a 'Jiaap sa ^sruops ap auaiA OAepsa anbjod ajquiou
ns ap eyejiua e( ua opeaijui^is asa osajdun qpjen^ anb uopeA(es ap
osaoojd un od;uiaua pp aijanuí R( b Jiniíjsns e ouia anbjod 'uoiaejaq
•(( ap osanaid un ap opeqnsaj p anj 'saua^^o sns ua 'pniíAejasa vr\
sapepisaaau soquie ua jaaejsijes e uauau seqa anb jauodns
ejed sajen3i saiiopnjiisui uejdope so|qand sop anb jaqes eiseq o(q
soquinj jepyas X o(je(n^aj zaA ns e asopu^iuodojd X saaiej sns p
ua opuaipunq 'p ap aued ua opueueuia 'asjepisu; e auaiA pnbe pna
p ajqos 'eaijijod 'píaos 'eaiuiouoaa 'pepipaj e| ap aiua^oiu X a^uaiA
•ia opunui p daeXqns 'puopnq^sui eiuanbsa opoj ap ofeqap anb ua
'ejoqe jesuad anb Xeq \ sapded ua seqjasd sbuijoj se| ap osaaojd p
euianbsa p 019S Bja asa anb jepjoaaj e OApnA OJa^

sosaoo^d soi \
sot
t\

�14
ficado, en suma, que la adopción de una misma fórmula institucional
por pueblos diferentes traduce o presupone, prescindir de tomar en
consideración el complejo económico social y la dinámica histórica
que han conducido a su implantación en una circunstancia dada, el
proceso en virtud del cual ha venido a llegarse a ella, la dirección de
la corriente que en ella desemboca y de la que viene a ser la resultan
te y la expresión, el sentido que traen las fuerzas (regiones geográfi
cas, grupos de intereses, clases sociales, tendencias ideológicas) que
han encontrado en ella su solución: de dónde vienen y a dónde van, y
para qué fines la adoptaron.

DOS PLURALIDADES DISTINTAS
Es imprescindible, pues, examinar en qué situación se hallaban los
dos escenarios, los Estados Unidos y el Río de la Plata, cuando en el
uno y en el otro surgió, en círculos que allí alcanzarían su máximo
exponente en Washington y aquí en Artigas, la idea del régimen fe
deral que quedó estructurado en la Constitución de 1787; qué corrien
tes históricas se movían y pugnaban en la dinámica política, económi
ca y social que conmovía tan vastos y complejos mundos, y qué finali
dades se proponían, respectivamente, tales círculos, para propiciar su
adopción, en los momentos en que, con casi treinta años de diferencia,
aquél lo hizo allí y éste aquí.
Un rasgo común podemos señalar, en grueso, entre ambos escena
rios, y que sería la base de hecho y la fuente de los problemas que en
el uno y en el otro aquellos aludidos círculos se propusieron solucio
nar mediante el régimen federal: una pluralidad geográfica de grandes
unidades económicas y sociológicas más o menos coherentes, dotadas
de intereses propios, pluralidad, pues, de centros de vida económica,
social y cultural con existencia propia y más o menos aislados e inde
pendientes entre sí, que se hacía visible por su dispersión sobre el ma
pa, y a la que se sumaba, allí, para algunos, una diversidad religiosa y,
para todos, una diversidad política correlativa, pero aún mayor, por
que llegaba a su total independencia recíproca, aunque eran depen
dientes todas de la metrópoli británica, pluralidad política que aquí,
en cambio, no existía, pues todos dependían en lo político, no sólo

�'JOldlU O[
v^ uoisia bj ap osam^^ oj ap ojjuap 'a|jBiap un8jB e Jipno^
sa Bzjang sojjo so( X sBun sb| ap oiusiui uaSuo jap BUBunp Bjig bj
-bjj B| ap oi&gt;| pp oiBupjjJA pp BOiun uozbiujb bj oí^q ubiaiauoo anb
eidojd epiA ap soapnu sapuBj^^ soj X Bauauíy ajJO^^ ap sBsajSui sbiu
-ojod sbj aj^ua 'ou mbB X sajuaipuadapui sapBpiun ueja soiusi|Biioi^aj
boj hjb anb b ojucno ua 'epuajajip ^sa ap ?nb jod p soiuapjoaa)}

svsm^^a svinoio^ svi nh avaisn3Aia vi
saj
iV souang ap X SBDJBq^ ap sBiauaipny sapa^ sb^ 'BinbjRiaf pn8i ap
'is aj)ua sa^ue^sip Xnuí oaad 'somajdns soubSjo sop Biqeq (Biaipnf o\
BJBd O[ps ojBupjJiA pp p^idea B( 'saJiy souang ua sopoj sopBaipBj
uBq^isa japod pp SBiuiqn sauoispap sb[ ap apas B^ X upiaej^stuiuipe B(
ap sajiosaa sapueaS soq eue^pi^oa ^piA B{ ap opnuaui o{ Bjed 019S ojad
'sbui oqaniu soppqs^ so| toaod Xnuí BqBzipjjuaDsap sBiouapuajuj ua
uoisiAip Bq B^By B| ap oi^ pp oiBupjjfA p ^BpBzipj^uaa a^uauia)janj
'p^piun bjos Bun 'ajuauiBoi^jod usja 'sajp^upA b |bjoj p BUBAap anb
'sauotsi^ X saiuaujo^ 'soi^ aj^ug 'ag bjub :|BJopq pp oj)Bna sbj X
'smq ub X usnf ub 'Bzopua^ :oXnq ap sBiauíAOjd sa^uajajip saj) jas
ap UBjjqBq anb sb( X 'suai^ 8{ ap znjq bjubs X ojoio 'BquieqBqao^
•iso^og 'sBDJBq^ 'zb^ Bq uojaiAn) sbi sand 'sBun8jB uoaaujns anb
^UaisB ap soiquiBa so| jod pBpipaj ua seas ucuanj anb 'njag oqy pp
SBpuapuajuj oijBna sbj 'pBpisjaAip B| ap sopBjS souiiqn so| jBjdiuajuoa
B^sBq jESag ajainb as ou is 'souaui oj jod 'uaiquiB^ 'aaaj^ -ruag oqv
p X BDJBuiB^B^ 'Bfory Bq 'Xnfnf 'bíjb 'uBiunanx 'oXn^ 'Bqopjoj 'oa
-Bq3 p uoa oja^sg ^ap oSbijubs 'XBnSBJBj p '|BJojiq p [Bjuauo BpuBg
bj 'sajiy souang— 'Bidojd pjnqna X jBpos 'Baiuipuoaa BpiA ap sooy
-Bj8oa8 sojjuao sajuaaajip so| 'oiqurea ua 'Bisy bj ap oi^ p ug
sbjjo sbj ap sBun
sb[ SBpBjnauiAsap a^uaui(B^o) SBjuojoa aaaj^ zdA bj b 'ubj^ anb '[Bjnj
-jna X [Biaos'Baiui9Uoaa BpiA bj ap saiuajaqoa soajanu aoajj :aoaj^ *i¡¡e
'ueja Bidojd BpiA ap soaijBj8oa8 sojjuao sos ja ai p sosa 'opaja ug
'sajiy souang sas o ojbupjjja pp jB^idBa bj ap 'ojBipauiuj oj ua 'Jia
•ap sa 'ouBDuauíB ojans ja ua 's^uiapB ouis 'Bjoiredsa ¡jodpjpui bj ap

�16
El primer núcleo fue allí Virginia. Su suelo fue otorgado originaria
mente a una compañía,y, a la disolución de ésta, su administración
pasó a manos del rey, quien nombraba su gobernador al paso que éste
estaba asesorado por un consejo, que oficiaría más tarde de cámara alta
y como tal compartiría las funciones legislativas con una asamblea,
órgano representativo de los "hombres libres y plantadores", es decir,
no de toda la población, sino sólo de la aristocracia territorial, a la
cual competía privativamente el voto de los impuestos. La estructura
económica y social era la del latifundio, destinado a la plantación
sólo del tabaco en un comienzo y más tarde también de la caña de
azúcar y del algodón, que cobraron gran volumen, y se basaba en la
labor de la mano de obra servil: en los primeros tiempos, los indentured servants, siervos blancos férreamente centralizados por diez
años sin derecho a cambiar de amo, quien guardaba en garantía la
mitad de un documento escrito en papel dentellado al efecto y podía
marcarlos con hierro candente para reconocerlos si fugaban, y en los
siguientes, masivamente, los esclavos negros, cada vez más numerosos.
Señoreaban las grandes porciones de tierra en que tal explotación
tenía lugar los miembros de una nobleza de ricos plantadores, tan orgullosa como la de Inglaterra, de donde había tenido que emigrar a
la caída de los Estuardo, cuando Cronwell, puritano y burgués,
venció a la clase de los lores, anglicana, señorial y rica, y que, en
América, vivía en grandes mansiones cuyo lujo y fastuosidad en las
costumbres rivalizaba, muchas veces sobrepasándolo, con las de la me
trópoli. Habían traído con ellos también, y como única permitida,
la religión anglicana. He tomado a Virginia como el tipo de organiza
ción que sirvió de modelo a las seis más que, con ella, fueron inte
grando el conjunto de las siete colonias a las que se llamó, si se atendía
al régimen que las sujetaba a la corona como si fueran territorios me
tropolitanos, gobiernos provinciales y, si se atendía a la fuente de dón
de provenía el nombramiento del gobernador, gobiernos reales. Ellas
fueron, además de Virginia, New York, New Jersey, New Hampshire, Carolina del Norte, Carolina del Sur y Georgia. Pero aún entre
estas existían diferencias. En New York, por ejemplo, fue predomi
nando una clase de comerciantes, y subsistían, además, costumbres
de sus primeros pobladores holandeses.

�oíasnoa un 'jopBUjaqod un ap sojsanduioa soujaiqod usqBjnjanjjsa X
sa|EnpiAipir sotpajap souba uBtoouoaaj sand 'sauopnjijsuoa^sBjap
-epjdA UBja anb sbjjb^ o sojuauinaop ua 'opuapBq opiudA uBiqEq soiu
-siui sopa anb o| e auuojuoa asjBoiaqo8 b oipajap p apjBj sbiu opuaio
•ouoaaj anj sai XaJ p zaA ns b 'opuapaja uojanj anb epipaiu b '011103
puB|S( apoq^ X jnauaauuo^ 'sjassnipBssBj\ ap seiuojoo jas b uojBda^
anb sb| ucuapBu isy so|diuaj soupuas sns ap jopajjap ua 'pnjiABjasa
B| i||E Bjaiisixa anb uis 'sajoqnou^E soyanbad ouioa sojqmaiiu sns
UBiAiA X 'BpBJDoaj Bun ouiod Bf3BJ3oiuap Bun ojubj 'zaA B| b 'sand
'BJ3 sauopB^ajSuoo SBsa ap Bun Bps^ so[opuB^aB jm^as BJBd sbiu
•ap so| uasBjsajd ai anb opjanoB p ouioa ojubj sqEjnp sand 'Bjauíija
01110a BauBjuodsa ubj Bja BjnpijsaAUi n oiuaiqoS p jaoiafa b ubiu3a
jBna o| uoa 'odnj^ p ua uopnjos uasaumbaj anb puajBu uapjo pp sbs
-oa e| ajqos uaiquiBj ouis 'aj ap sBiuaj ajqos 019S ou 'sa|jEaipajd ap
sou^ip ouioa sBuiap soj jod sopiuaj uasanj 'sBUBsaaau BsoiSipj
-idsui B| X |bjoui pBpuojnB B| uod asjBjapisuoa jod 'anb
B| ap sojquiauu so^anbE anb 'ojuaiuoiu Bp^a ua 'sojjo ubj3 ou sojsa
X 'sdjojssd sns b ojuaiiuBjBaB oauBjuodsa p jod usqrujaqo^ as so[p
sopoj X 'sajuBj^uua ap sb^ojbub SBpB3[o sbjjo uojbS3jSb as sopa y od
•uiaij ns ap sapnpapos sb| ap pjauaS ojpsna p ua SBjaops sbuouiiu sbj
-apBpjdA jinjijsuoa 'sapnjiJidsa sbso^ sbj b uBinqujB anb jojba ojjb p X
sapijajBui sasajaju; sns ap opajdsap p uoa 'uBqEjjsoiuap 'sBsot^ipj
SBpuaaja sns opoj ap Buipua jod opuaiuod 'anb Bj|na X Bipaiu asBp
Bun 'ppos assp buisiiu Bun b sajuaiaauajjad sajqmoq ap ojuniuoa
un Bjq aj ns ajiiaiuajqi| opuBsajojd Jindas japod eje^ soiusiiu is jod
asopipiSu 'sauaiq sns ap asopua;puajdsap 'jiaia uBjaipnd anb ua bu
-Boijaiun Bjsoa b| ap jBdnj unSp ua asjBpjsu; ap oipajap p Bjajpaauoa
sa| anb 'bijbui^ijo Bzajnd ns usjaipjad sasapuB|oi| sauaAOÍ uoo sofiq
sns ap ojuaiuiESBa p jod anb jBjua Bjnd X 'uopBjauad EpunSas B| ap
ojuaiuuuaApE p 'Baiucjuq Biiojoa B| b o|;sb jaiuud ajsa apsap uojaipid
'B|p ap ajaf p Bja anb Xaj p 'Jiaap sa 'BUBaqduy Bisa|d| bj ojafqo oziq
so| BjjajB|íiu] ua anb ap Bso;d;pj uppnaasjad bj ap opuaXnq EpuE|oj-j
ua opBaipBJ asjaqpq sbjj 'anb souBjund ap uopBjdiiua ajqapa B|pnbs
^nd '.J^MOU^BINi P 'uojaumbpB ojaaja p anb oiJBpuaSai Xoq 'oo
-jBq un lis ',tsouu3ajad,, sopBiuüji soj ap 0c9l ug EpEda^ bj ap jijJBd b
'ajjou p sbiu 'ojubj sBjjuauu 'opuBiiuoj opj EiqBij as oa|onu ojjq

¿I

�18
o cámara alta y una asamblea, todos elegidos, aquí también, por los
hombres libres y plantadores, se les ha llamado gobiernos de reales
cartas constitucionales; pero atendiendo aquí también, al origen de
donde procedía la elección del gobernador, se les ha denominado
igualmente gobiernos republicanos. Pero como, de estas tres colonias,
solo Connecticut y Rhode Island conservaban esta estructura cuando
sobrevino la revolución, pues la carta de Massachussets fue modificada
en 1791 implantándose en ella el nombramiento del gobernador por
el rey en lugar de serlo, como antes, por lo que se llamaba "el pueblo",
es decir, los terratenientes y pobladores, manteniendo el orden
popular para la asamblea y el consejo, esta última colonia (la más
antigua de las tres), ha sido llamada, para su último período, semi-real.
Económicamente Massachussets fue diferenciándose también hasta
transformarse con su puerto de Boston, en un gran centro naviero
y cultural, desde su Universidad de Harvard.
Un tercer tipo de colonias nació como resultado, también,de la per
secución religiosa en Inglaterra, buscando crear tierras de refugio pa
ra los que profesasen igual credo, sobre la base del otorgamiento de
derechos feudales a un señor, que recibía el nombre de propietario a
cambio de un tributo simbólico (libre socage) que éste depositaba
periódicamente en el castillo de Windsor, en reconocimiento de su va
sallaje, además del quinto del oro y la plata que encontrase.Tales fue
ron Pensylvania y Delaware, fundadas por el cuáquero William Penn
(que entregaría al rey anualmente dos cueros de castor), y, antes que
ellas, Maryland, fundada por el católico John Calveret (Lord Baltimore), quien tributaría un manojo de flechas de indios, también todos
los años, las tres son tierras compradas a los indios por sus propieta
rios respectivos, los cuales podían ejercer directamente el gobierno
por sí mismos, pero que adoptando las formas que la experiencia había
consagrado en las otras colonias, lo hicieron ya personalmente a veces,
ya nombrando ellos mismos un gobernador, pero con la participación
de los "hombres libres" de su territorio, quienes elegían su asamblea y
su consejo. Estas tres fueron las llamadas "colonias de propietarios"
o "colonias propietarias". En ellas dominaba la explotación agrícola,
aunque Delaware era también naviera, y no tenían esclavos.
Debe ahora, señalarse que, aún cuando a todas ellas las vinculaba,

�euad fc| iic opuE'^ijsBa BqBzadiua sand 'ouEiunq iu ooijosojij ojdaouoí*
ouiod ou anbunB 'zBd ap Bjnuuoj oiuoa ^pnp uis 'oqaniu bj^ bX [Bna
o\ 'sbubijsud sauoi^ipj sajuajajip sb| b BpEqunj BqBjsa anb Xaj &lt;4bk&gt;
-uBja(O) ap bpb,, Bjaiinjd bj opip as 'biui^jja ap BpinSasjad BUBjund
U9pB{qod Bip b opB8ajj jaqBq jod 'apuop puBjXiB^ BaqoiBa ajuaiu
-bubwSuo bj ua anj a^uapuBo ojjaiq un uoa soianbBna so¡ b Bn8uai B|
opuBsdABj)B jin^as ap ajuauípaBj ojja jod uojBfap ou souB^und so¡ oj
-9¿ 'sjassnqoBSSB(^ BUBjund bj ua jaaouoa b ojp bj X oiqiouoa bj uainb
suibijji^ ja9o&gt;j saj9ui jop^suad ajqajaa ja anj X 'ojja ap Bap; bj bij
-Bixa ou anbjod 'BiauBjajoj BjqBj^d B| opiOBu BiqBij ou JJAX l^s PP
sopBipaui bisbj-j "oaojdiaai oipo ap ^jsbij X ouisijbubj ap opej&lt;? ua sBjja
SBpoj 'eouc^bo X sBjanbBnb 'SBUE^jnd 'sbubdjjSub ^u^iSijaj ap sBiauajaj
•iq ^SBisiABjasa ou X sBjsiABjasa 'sBoj;BJooiuap 'sboj^bjdoisub :jbioos
-anj^sa ap sBiauajajiQ -sbj3iabu X sb[ubj8 ap ^soipunj^Bj ap
Bjnpnjjsa ap SBiouaiajia 'sboiijd X sapuBj^ :oyBiuB^ ap sBiauajajiQ
•UBqsjBdas sbj anb SBiouajajip sajBoipsj sbj ap joabj b opuBaja opi
ueiqBij as oun BpBa ua anb sajBaoj sojuaiuijjuas soj X sasaiajui soj
ap Bzjanj bj uasBjadns anb SBjja aj^ua sojnouiA ap Biaua^sixa ap b)jbj
bj ap eqanjd bj Bjsa sg "uojBZBqaaj oj sBiuojoa sbj ap sBjnjBjsi8a| sbj
'joXbui ap sbj jod sbui o sop X BiouBjjoduii jouaiu ap sbj jod oun :sbiuoj
-oo aaaj^ sbj ap sopBSajap jod opBuuoj ofasuoa ubjS un 'buojod bj jod
opBjquiou jopBUjaqo^ un ap ojuaiuiiaajqBjsa ja ua busisuoo X '^jjo^
Mdj^j ua Bpiunaj uopuaAUoo Bun ua jejdaoB b uojB^ajj (BiuBAjXsuag
X puBjXiB^\'jnoipauuo^ 'puBjsj apoq^^ 'sjassnqaBssBj^ 'ajjqsduiBH Majq
A\aN) SBjja ap ajáis ap sopBSajap soj anb 'opaXojd un ^$¿j ua
BJBd Bjja ua as^q ^iuo^ uij^juBjg ^uiBÍuag X 'jBjauaS ouiaiq
-08 un ap sasBq sbj UBjBjoaXojd anb SBiuojoa sbj ap sajopBujaqo8 soj 8
9fji8ns oaiuBjuq dpDA jo pjDOg ja 'S¿J ua 'opuBn^ sBjja sBpoi BJBd
OAisnjaxa asanj anb o^and unSuiu iu 'sbjjo sbj ajqos biuojod eun^uiu
iu 'SBuiap sbj ajqos BioajBAajd Boiu^uia^aq pBpnia BunSuiu iu 'Bjjauaj
ueqeasap ooodiuBj X 'boij9ujv ua uBiuaj unuioo pBpuojnB BunSuifq
*is ajjua sajuaipuadapur ajuauíjBjoj uBja sodnjS sajj
sosa uBjuoduioa anb sbjuojoo aaajj sbj 'jBSBdBjjjn uBipod ou saqiujj
soXno 'ooiuBjijq unuioa oqoajap ja 'mdj uouiuioo ja X Boi}i|od U9P
-bziub8jo ap BzuBÍBuias bj 'bujbcI ajpBui bj ap sauoioipBjj sbj 'Bsajéui
BnSuaj bj 'ouBouauíB ojans ja ua 'X 'fuojoo bj ap pBpuojnB bj 'sofaj ap

61

�20
de muerte a todos los que "blasfemasen contra alguna de las personas
de la Santísima Trinidad o la negasen".
Tan honda diversidad, en todo lo que no fuese las comunes tradi
ciones inglesas, el idioma común y aquella semejan^a meramente polí
tica que daba a las colonias la vigencia uniforme, en todas ellas, y el
contmon law, y la existencia del régimen representativo, del sistema
bicameral y de un gobernador en cada una, con la sola excepción de
Pensylvania, en donde no había consejo y sí sólo asamblea, es decir:
tanta desemejanza económica, social y religiosa, conspiraba para man
tenerlas desunidas, sumándose a la separación física que las distancias
a veces enormes entre los lugares habitados creaba por sí sola en aque
lla angosta faja de tierra extendida sobre el Atlántico a lo largo de la
cual, sin penetrar hacia el interior sino hasta las faldas orientales de
los Alleghanyes, se hallaban dispersas las trece colonias cada una de las
cuales, además, tenía su propio puerto independiente expedito para el
mar.
Y así las encontró la revolución.
Esas trece colonias aisladas tenían, no obstante, enormes intereses
comunes que promover, y encerraban, en sus cuatro millones de ha
bitantes, los gérmenes de una futura gran nación común, pero no te
nían conciencia de ella, y habrían sin duda permanecido así por mu
cho tiempo más.

LA INDEPENDENCIA, EL AISLAMIENTO DE LOS

NUEVOS ESTADOS Y LOS PRIMEROS
CONATOS DE UNION
Sólo cuando la agresión económica representada por la ley del tim
bre, pequeña materialmente en un comienzo, pero que fue pronto sen
tida como una amenaza potencial de otras mayores, que les infligió
a todas en común el Parlamento británico, bajo la presión del rey,
torpe, loco o prepotente, Jorge III, y del gabinete Granville, un co
mienzo de conciencia común surgió casi en todas ellas a la vez en las
formas iniciales de la resistencia y la protesta, y determinó la convoca
toria del primer congreso, el "Stamp Act Congress", que fue así lia-

�pR)un|OA ns ap BjnjosqB Byanp eun BpBd 'psptsjdAip BAipddsaj ns ua
BpCJSIB BUn BpBd 'IS 3.1)113 SBpBJddUOaSdp 3)U3UI[B)O) UOJBpdnb OJ3^
•BqBnui)uo^ endnS b¡ ssnd 'SBpBijB 3)udiu
•JB)IJIUI 3nb Z3A B| B ^SdJUdJpUdddpiH 3 SBUBJaqOS SB^1|qnd3J 333JJ 'X3J
BJU3) SB||3 3p BUnSUiU 3nb O)S3nd 'J13dp S3 'S3)U3ipU3ddpUl 3 SOUBJ
-^qos sopB)S3 333J) '..Bau^iuy ap sop!up| sopB^sg so| 3p ojqand jap S3)
•UC)U383Jd3J,, OUIO3 'JB3OJ U^pB^UdSdJddJ BAlpddSdJ nS OpUBaypddsd X
sajquiou sns uoo 'uniuoa us uojeuuij sb||3 sepo) dp S3)uB)U3S3jd3J so|
3tlb 'UpiOBJEpap BS3 dp pn)JIA U3 X BpUdpUdddpili dp UOpBiB|D3p BS3
Sp OUlSilU 3)UB)SU; p U3 'J3S B UOJBSBd SBpEl[B X SBpBUOpddiJnSUl SBIU
•O|O0 303J) SB| 'SOUB0IJ3lllB-O|^lIB SOJ 3p 3|qj)nDSipUI Oq33J3p U11 BJ3 Bp
•Udpudddpu; B| snb sp U9pBj)soiuop bj 13jubs uoiuwoj 3jq3[33 ns
U3 *BJDBl| '3UIB^ SBlUOljX OD!),I|Od JOpBSUdd OSOU|Uin| J3 43)S3 3p O)ip
-qns un X ^4ByB)3jg ubj^ b[ ap epi)snf B| 3p jBi^dsa souispod BpBu bX,,
anb ap uop^puoo ns '3)u3iuBpBuS!S3j 'BqBJBpap uo)SujqsBy^ oidoad
|3 SBJ)U3HU Pnb [3 Ud 'l|OdOJ)3UI B| B pB)|B3| 3p S3)U3UBU13J dp OU3[|
U9PBJPBA ap opoudd pnbe dp sandsap 'Bpu^puadapui B|
ap buoz B| sp sBJdpejd sesusuiur 'sou opuEznao X sBAps sb| ud dsop
-UBUJ3)U{ 4S3||BA OpU3UJO33J 'ZBd dp SOyB S3J) 4BJJ3)E|8U| 3p OjUniJ)
pp sandssp urtB sofaj sbiu X 'sB|p ud 'josu3uiij3b oiuod opipaui X
SdXUBl|^d[|V SO| dp B||B SBIU dp SBJJdl) SdUdSjIA ISB3 SB| U3 S3S3DUBJJ
$o\ BJ)uod BJJdnS B| 'Xaa ns ap opiAjas jb 'sbj)b soyB soood '|Bpyo
UdAof ouiod oip^q B^qBq anb biuiSjia ^p JopB)UB|d odij p 'uo)8umsB^
aSiOf dp Buosjdd B[ ud uojdip oj ds dnb 'unuioo JB)i|iui djdl un X
unuioo o)pjdfd un jBpsddau b 'sBpBip X sd|Buopd3Jjnsu; sb;uo|oo dddj)
J3S B UOJBSBd JdXB dp SBpB|SlB SBUIO|O3 dddJ) SB| 'BpBllUB Bqdn| B| UOD
S3uois3j^b sb| b jspuodsdJ ap pBp;s3ddu bj pi^jns SBSdj^ui sbcíoj) sbj dp
U9P3B3J bj b JB8nj uojaip dnb 'BjoudjoiA dp so^^b sojduiud soj sbj) X
'jBjuaui)uo3 osaj^uo^ opunSas |ap u^mnaj bj ajuBjnp oj^s 'ijod9J)d^
BJ 3)UB B)Sd)OJd BJ |B)U3UI)UO3 OS3JSUO3 JdlUIJd 3)S3 Ud BpBjniUJOJ
O)U3JUIB|SIB dp JOU3)UB OpB)S3 nS dp BJU3A Sd| "S3U
-opnjosaj sns ap BDtun Byanp Bun Bpsa asji)uas b o^unna ua 'dnb Bp
-jdui bj 'BiABpoj 'BJd jb) 'uojdujnauod dAdnu oj^s anbunB 'sBjja sspo)
UBJdi^sisB anb dp BzuBJddsd B| uoa O|opuapBij 'o)imsB ja ubjbjbj) dnb
BJBd SBiuojoa aaaj) sbj b j^ BJBd pDOAUoa sjdssnijDBssBj^ anbjod opriu

\z

�pR)un|OA ns ap e^niosqs Byanp eun Bpsa 'pepisjaAip BAipadsaj ns ua
BpC|SIB BUn BpBD 'JS 9JJU3 SBpBjaaUOasap a}UaiU[E)O) UOJBpanb OJ8^
•eqenuijuoo exian^ bj sand 'sBpBi|B ajuaiu
•jBqpiu anb zaA B| b 'sa^uaipuadapm a seuBjaqos sraqqndaj aaajj 'Xaj
ama) sepa ap sunSuiu anb ojsand 'Jiaap sa 'sajuaipuadapui a soubj
-aqos sopejsa aaaj) '^Ba^ptuy ap sopiupi sopBjsg so| ap ojqand [ap sa^
•UB)uasaidaj,, ouioa '[bdo[ U9iaB)uasajdaj BAipadsaj ns opuBoypadsa X
sajqiuou sns uoa 'uniuoa ua uojbuijij SBpa sBpoj ap sajuBjuasajdaj so|
anb 'upia^jepap Bsa ap pn^iíA ua X epuapuadapu; ap uopBJB^aap esa
ap oiusiui aíURjsui p ua 'jas b uojBSBd sEpEip X sBpBuopaajjnsu; sbiu
-O|oa aaaj) sb¡ 'souBauauíB-oiduB so[ ap aiqijnasipui oqaaaap un Bja Bp
-uapuadapui B| anb ap uqpEjjsoiuap b| ^oudg uoiuwoj ajqa[aa ns
ua 'bidbij 'auiBj sBuioqx oaipjod JopBsuad osouuun| p 'apa ap opp
•qns un X ^jyEpjg ubj^ b[ ap Bpijsnf b| ap jBjadsa souiapod BpBu bX,,
anb ap uopaiAuoa ns 'ajuaiuBpEu8jsaj 'BqBJB|oap uojSuiqsB^ o¡dojd
p SBjjuauu 'anb p ua 'qodcujaiu B[ b pB)|Bd| ap saiuauBuiaj ap oiíaq
U9pBjpBA ap opouad pnbe ap sandsap 'Biauapuadapu; bj
ap buoz B| ap sBjap^jd sBsuaujut 'sou opuBznja X sBAps sb| ua asop
-ubuj3)u| 'sa[|BA opuaujoaaj 'zed ap soyB saj) 'ejja)B]8u| ap ojunij)
pp sandsap unR sofaj sbiu X 'sB|p ua 'Josuaiuu^R ouioa op;paui X
saXuBq8d[[V so| ap E||B sbui ap sBJjai; saua^jiA isbd sb| ua sasaauBjj
soj bj^uod BJjan^ B| 'Xai ns ap oíaiAjas p 'sbjjb soyB soaod '|Bpyo
uaAOÍ oiuoa oqaaq B^qBq anb biujSjia ap JopBjuB|d oau p 'uo)8uiqsB^
aSjOf ap euosjad b[ ua uojaip oj as anb 'unmoa jbji||ui a^a I un X
unuioa otpjdfa un JBpsaaau b 'sBpeqB X sd|Buoiaaajjnsu; SBiuo|oa aaajj
jas b uojBSRd jaXB ap sbpb[sib sbuio|ud aaaj) sb[ 'bpbuub Bqan| B| uoa
sauoisajite sb| b japuodsaj ap pspisaaau B| oíSjns sBsa^u; südojj sb| ap
U9?aaBaj B| b jB8n| uojaip anb 'Bpua[oiA ap sope sojauiud so[ sbjj X
'|B)uaui)uoj osaj^uo^ opunSas pp uoiunaj ej ajuBJiip o^os 'qodojp[^
B[ d)UB B)sa)ojd B| |Bjuaui)uo3 osaj8uo3 jauíud ajsa ua BpB[niujo^
ojuauiiBisiE ap JouajuB opB^sa ns ap eiu^a sa[ 'sau
•oian|osaj sns ap Baiun Byanp buii BpBa asj;)uas b ojuBna ua 'anb bp
-jaui B| 'BiABpo) 'Bja [Bj 'uojaijjnauoa aAanu o[os anbunB 'sBqa sBpoj
UBjai^isB anb ap BzuBJddsa B| uoa O|opuapRq 'outnsB p ubjbjbjj anb
BJBd sBiuo[oa aaajj sb| b p Bjsd oaoAUoa sjassnqaBssBpj anbjod opniu

\Z

�22
jurídica propia, no obstante tener un ejército común aliado, con su
jefe común y proponerse el esfuerzo común necesario para ganar la
guerra en común.
Entre tanto, las necesidades de avituallamiento, gastos de guerra y
toda su administración correspondiente creaban un mundo de difi
cultades.

LOS ARTÍCULOS DE LA CONFEDERACIÓN
Se sintió entonces por primera vez la necesidad de crear un organis
mo común que sirviera de punto de contacto y nexo de articulación
para la adopción de medidas que atendiesen con alguna coherencia,
eficacia y continuidad, esas necesidades. Se llegaron a aprobar así los
"Artículos de Confederación y perpetua unión", que estructuraron un
organismo común llamado "Congreso de los Estados Unidos". Recor
démoslo brevemente. No era un gobierno, ni el documento que lo
instauró y lo regía era una constituciómpor más que errróneamente se les haya llamado así más de una vez por historiadores que
hablan dsl "gobierno del Congreso" y de la "primera Constitución
americana", porque los estados seguían siendo soberanos y el Congre
so no era, en cambio, la representación de ninguna soberanía.
El Congreso estaba formado por no menos de dos y no más de siete
delegados de cada estado; cada estado tenía un voto, y para tomar una
decisión se requerían los votos conformes de por lo menos nueve es
tados en ei total de trece que lo integraban. Tenía funciones diplomá
ticas para concertar la paz, y contraer alianzas, las de emitir moneda y
pocas más, y, en general, lo que se ha llamado los "poderes implíci
tos de guerra", pero no podía dictar leyes ni votar impuestos. ^Todas
sus resoluciones, aún después de aprobadas, debían ser sometidas
para adquirir el vigor de leyes, a la ratificación de las legislaturas
particulares de cada estado, las cuales no siempre la prestaban,y, en
todo caso, demoraban cuanto querían en otorgarla, a veces años. Se
le llamó por ello "gobierno de súplicas", y se ha señalado también
que, "revestido de una autoridad puramente declarativa, el congreso
se hallaba sin acción directa sobre los Estados y los ciudadanos".
Pero, paso importante hacia una futura unión más estrecha, cada

�SBJ SRpO) B BIjUBJBfl ^ Op{RdSdJ 3SR)S3jd X UniUOO BU3JOS0J BS3
|Rno jap sopR^sa soj ^^mía uoiun ap osojapod oju^iunjjstn un JR||Ri[
^p ounin? [9 uo^ pepi|R3i ua ojad &lt;&lt;&lt;uoioejap3juo3 b¡ dp sojnoijjR so¡
jRsiA^j,, ap 'sopRjRjoap uaiquiRj sajRpiauíoo soj ap sBurapR 'ojaíqo
d)U9JRde ja uoo U9PU3AUO3 bjjo ap uoiunaj bj RjRd upioRzuojnR
osaj8uo3 pp RjRipqos sqodRuuv ap pjuROja^ uoiauaAuo^ 2\ anb
uoiRi9oq[ *asR8Rd sv\ as X SRpnap srj SRpoj ap oSjrd Rjapiq as 'sapna
-adsa sojsandun jod epB^uaiuijE '[Rj^uao Ruajosa) a^anj nun anb urjj
-an^) opjaas uejd un U9poe ua saauojua uojaisnd sajopaajaR so^
ppos jRjsapiu 3arj3 a^a ap opn^R srui opiípisa ¡a
anj 's^assnipBssB^ ua 'Xbijs ap uopn|OA3J w~[ soAisnqR sajope{naadsa
X [Rjoui uis sR^s^oi8R uRja sopRpnapua uRqBjsa sauatnb uoa sbjsiui
-Rjsajd soj ap soipnuí anb ua uaiquiRj ouis 'upiORn^s rj ap osoi;sn8uB
oj ua ojps ou 'asopuRpunj 'SRpnap srj SRpo^ ap uppRuopuoa rj Jipad R
URqR^ajj o'ajquiou asa Riua^ anb'Rpauoui Rijoip R upisnjR jod \jRjuauij
-uoa un ajRA ou o;saM oiujsasa uoo R^oap as anb ap opRjS ja bjsbij osajS
-uo3 ja jod Rpi^uia Rpauoui rj ap uoisajdap X upioRj^uí rj r Bionpuoo
anb o| 'oouRq ap sapjjiq s^ui ap uoisiiua rj ua oipauiaj ja aBjuaiujBJ
-auaS uRqBOsnq saooAB^od X sapjdj^iui sn BsojuBdsa Rja eipaui asRjo
rj ap uopBzuadnBdap R^ sBpnap opiBj^oo uRiqRij sopB^a soidojd
soj ouioo sopRjsiR sonpiAipui saiqRjauínuui ojubi 'RjjanS rj aiuBin^
•sRpBzipn8R a^uauíajjan^ sBÍiq
sns 'sajBpuBisunojp sauoiORURuia sns 'o&amp;Rquia uis UBia sajRno srj ap
'Rood^ rj ap pRpapos rj ap sajBnqqBq sRuianbsa soj ap sr| ubj3 ou '3a
as ouioo 'anb 'saJopaajoR soj ap rj X sajopnap soj ap rj 'opuaigjns opi
URiqRq sBompSBjuB sajRioos sasRjo srsojoSia sop 'o^uej ajjua

OOV1S3 130 NOIJV3H3 VI VIDVH OS33O&gt;ld 13
uppnjosip ns
R ouiix9jd RqB^sa anb X 'jas ap upzRj ns opRsao RjqRq anb RioajR^
•jaoapin^uRj r 9zuauioo 'Bjsa RpBuiuuaj oja^
•RjjajRj8uj uoo zRd rj oziq a RpuRjon uoo oqjsajduia un
oíbj^uoo 'RyRdsg uoo X riourjj uoo rzurijr rj oírjjuoo osoj8uo3 jg
sopRjsa
soj^o soj ap souRpRpnp soj r soidojd soXns ouioo Rioouooaj opRjsa

Z

�24
^/
deudas.
Los corifeos de esta idea eran llamados "unionistas", Washington
lo era, y de los más decididos. Hamilton que ni siquiera era natural de
los Estados Unidos, pues era un subdito británico originariamente, na
cido en las Antillas, abogado de banqueros acreedores, tenía prepara
do desde hacía años un proyecto de Constitución, y prestaría su genio
jurídico a la magna construcción. Al terminar la guerra, en su despedi
da al ejército, Washington había escrito a sus oficiales y soldados que
"El honor, la dignidad, la justicia del país se perderán para siempre si
no se aumentan los poderes de la Unión. El general deja pues a cada
oficial y a cada soldado, como su última orden, la de uncir sus esfuer
zos a los de sus dignos conciudadanos para alcanzar este grande e im
portante resultado del cual depende nuestra existencia misma como
nación".
De este modo se reunió la Convención de Filadelfia de 1787, que
se proponía en realidad hacer una Constitución de jerarquía superior
a los trece estados, y cuyos verdaderos fines se hicieron visibles, en la
forma que veremos sólo después de su entrada en vigor, durante la pre
sidencia de Washington y en las diferentes posiciones sustentadas
respectivamente por sus ministros, Hamilton y Jefferson, pero, como
también lo hemos de ver, el propio articulado de la Constitución que
fue su obra lo anunciaba ya para el intérprete perspicaz.
La Convención sesionó secretamente. Eligió presidente a Washing
ton que habló una sola vez, y brevemente, sólo para echar el peso de
su prestigio a favor de la aprobación de la Constitución contra algunos
delegados que se oponían a aprobarla sólo porque no se accedía a au
mentar la representación inicialmente prevista para la Cámara de Re
presentantes, y habían presentado una enmienda para modificarla
en ese sentido. Sus miembros se comprometieron a no tomar notas de
lo que se hablaba en los debates. Sólo Madison sacaba escuetísimos
apuntes que luego explayaba fuera de la Convención, y son hoy co
leccionados en los "Madison Papers", una fuente preciosa para la his
toria y la interpretación de la Constitución.
En pocos meses, y tras no pocos debates, la Constitución quedó
terminada.
Hubo que superar varias dificultades que por momentos parecieron

�•ajua8iA uoprni^suoj bj u^ BpiuajuBiu 'ajuaiu
-BjSajuí BUBpoj Bjsa 'ojaiuug ojnaijjy pp Z uppoas j sa anb 'uoiais
-odsip B^sa sand 'Bpipuajdiuoa Bjsa jBna jap ojjuap uopisodsip B| ap bj
-npai bj b asjaA apand ouioa 'tt(sopBSBj ou soipui soj ojdaaxa X 'opp
-jas un BJBd ouiuuaj b sBpB^Bj^uoa sbi SBpipuajdiuoa) 'sajqij SBuosaad,,
ap u^pBnui^uoa b ojuosa ((SBuosjad sbj^o sej sBpoj,, ouisuuajna ja of
-Bq ajqnaua soj ojad 'u^ianjijsuo^ bj Bpcq ua BinSij ou anb '^soABjasa,,
BjqBjBd bj Bdjduia ou 9j8bsuo3 bj anb BjnsnBja B^ sa^uBjiqBq saj^ ouioa
soABjasa oaup uojBjnduioa as :,,soiuinb saj^ soj ap uqpaBsuBJX,, Bp
-BuiBjj bj ua ooipBjd npj;dsa uoa BpspoSau 'Bauidiua Bjnuuoj sun jod
ouis 'soidpuud jod ou '9iAjosaj as uqijsana Bq -uoioBjqod bj ap ayBd
UBja UBqBjOA ou anbunB 'anb o^sand asjB^ndiuoa usiqap anb uBtua^sos
S0JS^ X ^uBiuai soj anb sopBjsa soj ap sopejndip ap ojauinu ja ajuaiuBj
•snfui jBiuauinB b usupuaA sBuosjad jas ou jod uBqB^OA ou anb o^sand
'anbjod 'bjs^ b u^iajodojd uasaniB^uasajdajsoj uBiSaja as is uoiaBjqod
bj ap o^uouí [a jsuiuuapp ap sopa^a soj b uasB^ndiuoa as sojsa anb
UBuanb ou soABjasa uBiuaj ou anb sopB^sa soq pBqnayip Bun omsiui
ojsa ajqos o;8jns oja^ jBuapiu pBpjBnSisap ns ua sopBjsa soj b bijb^
-uasajdaj Bjja anb opoui ap 'opBjsg BpBD ap upiaBjqod bj b u^pjodoíd
ua Bpi^aja Búas sajuB^uasajda^ ap BJBuiB^ Bq -Baipunf pBpjBnÉi ns jod
(^ ua opBjuasajdaj BUBjsa opBisa spBa anb opoui ap 'opB^sa jod saj
-opBuas sop jod ojsanduioa EijE^sa opBuas jg sa^uB^uasaada^ ap bjbui
-B3 bj X opBuas j3 rsopBjsa ua Xoq sBpBuuojsuBjj 'sbjuojoo sbj ajuaui
-jBUopipBJj uBiuaj sbj ouiod 'sop ap ouis 'BjBureq Bun ap ou 'Bupuod
-ujoo as osaj8uo^ ja jBna bj unSas 'opBjsa ajsa ap sopESajap soj jod Bp
•Bjuasajd u^pnjos bj jod 'Bas o ..jnaipauo^ jap opaanay,, opBuíBjj jap
oipaui jod ojjo ja 9jadns as 'ojnaBjsqo ajsa opBjadns sojja ajqos oj
-jBjqoa BJBd Bq^paXojd as anb uniuoa opB^sa ubj8 oAanu jap soj 'jpap
sa 'sajBjapaj sojsanduii soj 'sojsanduii ap asBjo Bjaajaj Bun 'BjAEpo^
'jB^Bd anb Bjaiqnq 'opBjsa Bpso ua uBqBÍted as anb sajBnpB^sa soj ap X
sajBdiaiuniu sojsandiui soj ap sBuiapB 'anb ap sapi bj uBi^sisaj soqonj\
•soaiqa soj anb joXbiu Bjjaua^ uBuanb sapuBjS soj X 'sojsa anb Bjnjnj
U9pnjijsuo3 bj ap osajguo^ ja ua uopBjuasajdaj jouaui jauaj ub;j
-anb ou X 'sapuBj^ soj ap usqBijuoasap sooiqa sopB^sa soq sajqnjosuj

�26
LA CONSTITUCIÓN FEDERAL
La Constitución fue aprobada al fin por el Congreso de Filadelfia.
Conforme a ella, el Congreso tenía amplios poderes legislativos, que
no son llamados así sino de un modo general en la Sección 1 del Artí
culo Primero. Pero en la larga Sección 8, que detalla esos poderes le
gislativos sin nombrarlos de ese modo, su primera cláusula, olvidando
repetir, para comenzar, que el Congreso tiene la facultad de dictar le
yes, lo que, si bien aparece en la última, la célebre "Clásula elástica",
supone más bien implícita en aquella otra disposición, entra directa
mente a revelar sin demoras los fines que habían conducido a la crea
ción del estado federal: hacer de éste una fuerte tesorería general para
pagar a los acreedores todas las deudas y, para ello, dotar al nuevo es
tado de la facultad de votarse sus propios impuestos para poder pagar
las.
Véase en efecto cuan claramente se descubren esos fines, leyendo
esa primera clásula de la Sección 8 del Artículo primero. Dice así:
"El Congreso tendrá poder:
"Para establecer y percibir tasas, derechos e impuestos directos o
indirectos; pagar las deudas y proveer a la defensa común y a la pros
peridad general de los Estados Unidos. Pero todos los derechos e im
puestos directos o indirectos serán uniformes en toda la extensión de
los Estados Unidos..." y, todavía, el Art. VI, en su cláusula inicial,
aclara, para precaverse de toda posible evasión de la obligación de pa
gar a que pretendiesen acogerse los deudores: "Todas las deudas con
traídas y todis las obligaciones tomadas, antes de la adopción de esta
Constitución, serán tan válidas contra los Estados Unidos, bajo el im
perio de esta Constitución, como lo eran bajo el de la Confederación".
La férrea gar^ntía, o mejor, la garantía áurea, estaba, pues creada por
la nueva constitución para seguridad de los acreedores. La constitu
ción, sin llamarla por ese nombre, creaba la ansiada poderosa tesore
ría general.
Creaba también, entre sus bien combinados resortes, que no hace
el caso detall ir, pero que merecen de verdad el nombre de sabios, una
institución nueva en el mundo: la Presidencia de la República, dotada,
también de facultades amplísimas, pues no había llegado a crear una

�ns gp sojuguiBpunj so| ug 'p X 'jj;^ 9P sipujo^ ouisjiu |9nbB gp 'bj
-S|Xbsu9 ouSbui 'joÍ9iu o 'gju^uíBspgjd 'Bjsm^ojojd [9 'jozm'^ stoóubj g
oiuoa 9|qBq99dsosui ubj 9}U9inSisuo9 jod X 'sopiufl sopBjsg so[ jod
X uojáinijSBy^ jod uopoA9p ns X JopBAJ9Suo9 njmdso ns jod oppou
-09 0UI09 9i}Sll|! UBJ JOpBIJOJSiq UU B 'U9!Sn|9UO9 BUISIIU B| B JB39|| BJBd
'OIJBJJUOO |9 JOd 'opnDV tiB9IJBJ9Ojn|d UOlOBUllUOp 9p 0JU9lUnjJSU)
ouio^ sopiufj sopBjsg soj 9p uppnjijsuoj) Bg,, gp 'sojqq sns gp oun
gp ojnjij oidojd p gpsgp 'u^iqtuBj oziq oj gjsg oiuo^ 'jBjqBq Bpgnd
9S 9nb BJBd 'BiXgjg^ soj^e^ ouiod BjsBpouo9| un b iu '^jo^ BAgnjq
U9 opBjipg ^uotjwifsuoj 3ifj Jo uoijDjdjduajui JiwouoD^ lougjuo ns
JB|9A9J BJBd BJSBq 'O^OS IS Jod 'OjnjIJ 0Xn9 BjqO BUn U9 SEIU9J S0JS9 9J
-bjj pjBgg y sgiJBq^ Biquin^o^ gp pBpisjgAiufj B| gp oubdij9ujb9Jjou
josgjojd p oiuod 'gnb JopBuojsiq un b gsjfjiiugj oubs999u sg Of^
•4iJOf9lU O| BJ9S SBIU
0|,, :XBf oiuod 'jgpuodsgj uoo opBjugjuoo Bpnp uis BuqBq gs 'U9|un
B[ gp oujgiqoS |B jbp gnb Biqsq sgjgpod gnb opBjunSgjd gsgiqnq
gj gs is X uppnjijsuo^ gp opB[[Ejgp usjd unSuiu gp u9JjBd p ju joj
-nB p BJ9 ou uojSuiqsBy^,, :opBSBd o|3is pp uoj3uiqsB/v\ gp JopBuojs;q
09|SBp p 'jjiy^ ap sipujo^ ojp jod bjoub \ upBp9|dojd B[ X pBjjgqij
bj 'BpiA bj oijgdiui ns o^^q u9aia gnb soj sopoj b jBjn3gsB BJBd gjuguBiu
-jgd gjuBjssq X guuy gjuBjsBq oujgiqoS ufl,, :Bjp BJBd Bjqg^uoo gnb
JB9pi p 'S99UOJU9 'U9iqUJBJ OJU9S9 BjqB^ U9pnjIJSUO3 B| BIJBqgp 9S
sBjjugiui Bjg \JiAf9 BJjgn3 B^ jBugpBougsgp uis Bjnbjsuoui bj jBjugjui
'U9;u;douu ug 'Bjpod gs sgouojug 9ju9uiB{os X 'sgguojug o^gnd pp
sgsBp sbj sBpoj ug Bjipunjjp gs oiJBsgggu sg oiqiuBo un gnb gp U9P9|A
-UOO B( 'ZB01J9UI BjABpOJ BJJU9n9U9 9| 9S 'BIUJ0J9J BJS9 9p S9ndS9p 'IS \
•••pnj9B Biugjsis p jbiujoj9J gnb Xe^ ••sojugmip sns ug ejsBq siBd gjsg
gp zBd B| j9aouiuo9 uis jBjdopB Bpgnd B| gs gnb ug Boodo Bun b biabp
•oj opB3g|| Bq gs ou 'oujgiqo3 gp biujoj Bjsg gp pBppgogu B| o pBpq
-ijnB| 9S9|juupB gs opuBno urB gnb iiu BJBd gjugpiAg sg ••09i[qnd nj
•uidsg [B opBjinsuoo usq ou BinbjBuoiu bj BpBq uBuipui gs gnb sgjq
-uioq so( gnb gp U9[U|do gp gjugiupjoj Xo,, :sBjqepd SBjsg Biquosg
uojSuiqsBy^ sgndsgp odujgij un 'o^jsquig uis oiJBjBuijsgp pp Bjsgnd
-S9J gjqou B| oiuoo gjqgj^o ubj oqogq Bq os gnb bjjbd Bun ug oppgj^o
B^qBq B[ gs gnb 'B|oo|n si^gg puojoo p opBp BiqBq uoj^uiqsn^ gnb ba
•ijb89u Bsouijgq bj jod 'Bood^ ns ug 001891 opis BjjqBq gnb oj 'B^nbjBUB

Ll

�28
elogio a la Constitución federal de Filadelfia coincide por modo im
presionante con la definición de Carlos Pereyra, pero con la sola dife
rencia de que, lo que para el mejicano es digno de censura, para el
francés lo es de alabanza. Oigamos, pues, a Guizot. Habla de la cons
titución recién creada y de los comienzos del gobierno de Washington,
y de uno de sus dos grandes ministros, Hamilton, federalista y Jefferson, demócrata, y dice:
"Dos fuerzas concurren al mantenimiento y al desarrollo de la vida
de un pueblo, su constitución civil y su organización política, las in
fluencias sociales y los poderes públicos. Esta faltaba aún más que la
primera al Estado americano naciente. En esta sociedad tan agitada y
tan poco unida, el antiguo gobierno había desaparecido, el nuevo no
estaba todavía formado. He hablado de la nulidad del Congreso, único
vínculo de los Estados, único poder central, poder sin derecho, sin
fuerza, que formaba tratado, nombraba embajadores, proclamaba que
el bien público exigía tales leyes, tales impuestos, tal ejército, pero
que no tenía por sí mismo ni leyes que dictar, ni jueces ni empleados
para aplicar sus leyes, ni impuestos para pagar a sus embajadores, sus
jueces, sus empleados. El estado político era aún más débil, más flo
tante que el estado social.
"La Constitución fue hecha contra este mal, para dar a la Unión
un gobierno. Ella hizo dos grandes cosas. El gobierno central fue real
y colocado en su rango. Ella lo libertó de los gobiernos de los Estados,
le confirió una acción directa sobre los ciudadanos, sin intervención
de los poderes locales, y le aseguró los medios necesarios para conver
tir sus voluntades en hechos, impuestos, jueces, empleados, soldados.
En su organización propia e interior, el gobierno central fue bien con
cebido y bien ponderado; los derechos y las relaciones de los diferen
tes poderes fueron regulados con un gran sentido y una fuerte inteli
gencia de las condiciones de orden y de vitalidad política, por lo me
nos para la forma republicana y la sociedad a la cual se adaptaba.
"Comparando la Constitución de los Estados Unidos a la anarquía
de la cual ella salió, uno no se cansa de admirar la sabiduría de sus au
tores y de la generación que los había elegido y que los sostuvo.
"Pero la Constitución, adoptada y promulgada, no era todavía más
que una palabra. Ella daba armas contra el mal. pero el mal subsis-

�'uosjajja f aaip 'sopiug sopBjsg soj ua ajqiuoq oaiun [3,, :sopyjBd soj
ap Btuiaua jod X Bjanj BqB^sa 'souBsjaApe sns dp uaiqiuBj ouis 'ooqq
-nd jap auiaurejos ou 'sofo so{ y sBuad sbj ap sBuSajB sbj aipBU b 9Jid
-fu| ou X 'opijjBd ap BijopiA Bun anj ou uppBAaja ns oSjBquia uig,,
jBjunuj BjjaaEq BjBd X Biapusq Bisa ofeq ojuBAaj a,,
[Bjjuao japod [ap
Bzjanj B[ ap X pepiun bj ap opBJBpap ouEpi^red 'sajBjndod X sa{Bao|
sauoisuapjd sb[ b ojsando 'BjsqBjapaj a^uauíB^B Bja uo^^uiqsB^,,
\topB^sg ap soujaiqoS soj ap bjbí
-ua isbo Biauapuadapui B[ X ojauínu pp oijadun p zaA B[ b ^uanb anb
'^ool opi^Bd [a odiuaij ouisiui jb Bja oai^BJDOiuap opi^iBd [g [Bj^ao
japod pp Bzjanj bj b oiuoa sspEAap sasBp sb^ ap BiouBjapuodajd B| b
ajqBJOABj 'ooi^jDO^suB odiuai) ouisiiu p eia B^sipjapaj opi^red [g
aiuauBuuad '[Bpuasa Bja eiauajajip B[ 'sepuapua^ sns X so;dpuud sns
aj^ua 'opuoj [a ug oipo ns ua u^qBSuad o UBiaap anb o[ anb souaui
UBuajip si^d ns ap so^ipamuí sojunsE so[ BJBd X ajuaiüBDip^ig,,
—U91UQ B[ b oj^o p 'Boqqnda^ B[ b oun p Jinjjsap jaj
-anb ap 'ojuaiuiBjsiB p oíjo p 'BinbjBUOui B[ b oun [a japua^ ap ajuaui
-Baojdiaaj uBqBsnaB a SBjsiuoiun-i^B souBSJdApB sns b BqBuiB[[ bjsij
-Bjapaj opi^iBd jg b}bjd9uoui 'oambjBuoui ap ojjo p opuBpjj 'oubo
-qqndaj ap o[n^ij [a BqBSojJB as oaipjaouiap opija^d [g BjauBiu bj^o
ap saoaA b opBayipa uBq as 'Bqanj ns ua 'souBouauíE sopyjBd sog,,
•japod ns ap X [Bjapdj Bpip B| ap sopBuysqo s^ui soubsj3a
-ApB soj uos ijq ap X z)iMqas ap sopupd sog pBpnia bj ap sasanSanq
sapuBj^ soj X ujyW ap UBnf Bj^uoa opjapn^js ja X nBssBjq ap ouuajj
-in() b Biuajsos sapuejoq ojqand jg 'B^uBjaqos ns opipuajap X sajBaoj
soujaiqoS soj ap BzaqBa bj b opBqajBm blj anb ja oaipjaojsuB opy
•jad ja sagBJjuaa oujaiqoS ja 'jBjapaj ozbj ja jBaypjoj opuanb eq anb
p oaijBJOouiap op^jBd ja sa 'sb^p sojjsanu ua BiABpoj ezjns ua 'I1AX
ojSis ja ua epuBjojq ug 'BjapBpjaA X [Biauasa uopjsodo 'snpuapuaj
sop sBjsa 'sapBpjjBna sop sBjsa ajjua Xeij ou 'oaipjaouiap X Bpi|Bjap
-ag apuajdjos sopi^Bd sosa ap ajquiou ja 'opadsB jauíud un ug,,
opi^uas ns ua sBjjBjapoui BJBd 'buisiui u^ianíysuog bj b 'p^papos
bj b uBqB^ndsip as anb X soqaaq so^sa ap sopi8ms sopyjBd soj ap Bpuas
-ajd ua 'BUBsaaau ubj oqaaq X opipaaajd uBiqBq bj anb soqaaq soj ap
Biauasajd ua uBqBj^oaua as BqBaia Bjja anb saaapod sapuejg sog vi)

�30
que haya poseído la confianza de todos... No hatjía ningún otro que
fuese considerado como algo más que un jefe de partido".
Más adelante prosigue Guizot: "jamás, por el contrario, gobierno
fue más decidido, más activo, más firme en sus ideas, más eficaz en sus
voluntades.
"Había sido firmado contra la anarquía, para reafirmar el lazo fede
ral, el poder central. Fue inviolablemente fiel a su misión".
Y luego: "Embarazos más graves pusieron pronto su constancia en
una más difícil prueba. Después del establecimiento constitucional,
las finanzas eran para la república una cuestión inmensa, la principal
quizás. El desorden era extremo: deudas de la Unión para con los ex
tranjeros, para con los nacionales; deudas de los estados particulares,
contraídas bajo su propio nombre, pero en razón de su concurso en la
causa común; bonos de requisiciones; negocios de suministros; intere
ses atrasados; otros títulos todavía, de diversa naturaleza, de diverso
origen, mal conocidos, no liquidados. Y en el término de este caos
ninguna renta asegurada y suficiente para hacer frente a las cargas que
él imponía.
"Mucha gente, y, hay que decirlo, el partido democrático en gene
ral, no querían que se aceptasen todas estas obligaciones, ni siquiera
que concentrándolas, se llevase a este caos la luz. A cada estado
sus deudas por desigual que hubiese sido la distribución de la carga.
Entre los acreedores, distinciones, clasificaciones fundadas sobre el
origen de sus créditos y el montante real de sus desembolsos. Todas
las medidas en fin que, bajo una apariencia de examen escrupuloso
y de justicia verdadera, no son en el fondo sino subterfugios para elu
dir y reducir las obligaciones del Estado.
"Como s^cretario del tesoro, Hamilton propuso el sistema contra
rio: -la concentración, a cargo de la Unión, y el pago integral de todas
las deudas efectivamente contraídas para la causa común, extranjeras
o americana^, y cualesquiera que fuesen los contratantes,el origen, los
tenedores; el establecimiento de impuestos sufucientes para hacer
frente a la deuda pública y a su amortización; —la fundación de un
banco nacic íal capaz de secundar al gobierno en sus operaciones fi
nancieras, y de sostener el crédito.
"Sólo este sistema era moral, sólo él era sincero, sólo conforme a

�-ajqos b eqi anb o^sa opoj asjBujAipB opipod Biqeq anbjod epnp
•&lt;(ouj3iqo8 ns ap BZjanj bj X opejsg jap upio^punj B| '
-od OAyafqo ns ap 'sbzubuij sb| ap upnBj^siuiiupB B| ua 'opoj ajqos op
-Bdnaoajd X 'BjspuBuy anb sbiu une opyjBd ap ajaf 'oppuaAuoa oiuoa
oand ubj 'BpBjqiunjsoaB Bi^iaua ns uoa Bijanj bj Biuajsos uo}|iuibh,,
'oXodB ns Bipu
-ua B| b BqB^sajd pspiqojd bj X 'ooijBJoouiap opi^ed |B Bq^ssd jbjoui
pBpudAas B[ 'BuijjiSaj Bpuanyui ap zaA |B) X 'Bjiqns Bun^oj ap oip
-aui un ua uBqEiujojsuBjj as JBSnj Bqsp sa^na sbj b sauopBjado sb[ X
BDijqnd Bpnap B[ opuBn^ "jouoq ap X pBpi[BJoui ap soidiauud soj joabj
ns ua Biua^ BjsqBjgpaj op^jBd |3 'Boqqnd Bpnap B| ap oSsd [ap BqBjBjj
as opuen3 BipiAua joXbiu b[ X Bui^sa jouaiu e\ BJídsui anb bj Bjp sa
sand 'osojgqad opsi^ unuapod [a BJBd'sa ojauíp jap bidbjdo^sijb B^
•BJ3[9a ns opoj ajqos BqB^pxa Biuajs;s jap opaja ouijqn [a ojaj,,
'U9isn[i ap X pBpunoso ap "soauBq soj X uppBzijjouiB bj 'sBDjjqnd s^p
•nap sbj 'oppaja |a ajqos uoquuB^ ap sBuoa^ sbj b uBqssnay sajduiís
sbui X sosojauo souaui sotpaui jod 'ouBsaaau osea ua 'Bupuajqo aj a
•opBjduioo ajuauiBJBo opBjsBiuap BpajBd saj ouBajjauiB opp^ja jg,,
•ou^sap ns ap X upia
-Bn^s ns ap sosidAip sajszB soj b 'jiudAJod ja ua oiuoo opBSBd ja ua 'sop
-BuopuBqB uasanj sop^jsa soj anb 'sajBjauaS sojdpuud sns ap
ua 'UBipad X 'BjapuBuy uoiun bj ap sBayqod sBpuanaasuoa sbj 's
-nBjde ap jBgnj ua 'UBqBZBqaaj 'jbooj Biauapuadapui bj ap
sojsandun soj bjjuod opuB^sajojd 'sajopaajaB soj ap
bj opuaijnasip 'soppajosoj ap |Bn3; o^jaiu |a opuB/nqaaj ojdpuud jap
pBpjjojnB bj JBnua^B jod uBqBzjojsa as ojad ^B^iaiqB U9¡aafqo jaa
-Bij ap UBqssaa ou uoqiuiBjq ap souBSJdApB soj 'oaijoui jaiuud |V,,
BID
-uanjjuí ap soipaui sosojapod 'sopa Jod X sopa ajqos 'ajopuBp X 'sb^sjj
-B^jdBasojBjaap jopapaajB opuajun jBj^aa oujajqoS jb
-afa ns b Bq^jnSasB anb sbijubjbS sbj jod X ^sBDijqnd sauopB^ijqo sbj b
pBpijapy ap o|diua[B ubjS ajsa Jod ouBauauíe oppaja p Bqspung,,
aiuauíBayijod sopiun uBqB^sa
oiuoD sopB^sa so| b ajuaiuBjapuBuy opuaiun upiufj bj BpBpjjosuo3,,
bj b X pEpiqojd B|

ie

�32
venir desde los días mismos de la aprobación de la Constitución en la
convención de Filadelfía, tan impopular seguía siendo la idea del po
der central, que los partidarios de éste, para lograr su ratificación tu
vieron que librar batallas memorables y hasta acudir a maniobras, en
algunas de las legislaturas de los estados. Y que, para convencer a la
renuente Nueva York, Hamilton, Madison y Jay tuvieron que escri
bir, en esta ciudad, la serie de artículos periodísticos que fueron reco
pilados después en ese gran libro que es todavía El Federalista, monu
mento de sabiduría que, con todo, será por siempre de imprescindible
consulta para tantos temas de derecho constitucional.
*• Ese fue, pues, el federalismo norteamericano; no la confederación
que erróneamente confunden muchos con él, sino la creación de un
poder central que antes no existía, para instalarlo por encima de los
antiguos poderes locales preexistentes, antes colonias y ahora estados,
por obra de las clases capitalistas. Era, evidentemente, un proceso de
concentración del poder. Pero ese poder central dejaba amplias esferas de poder descentrali
zado, retenidas en cada estado particular, que seguía teniendo su cons
titución, su gobierno, sus rentas y su gobierno propios, gracias a la
sabia distribución de las competencias que había sabido conjugarse
entre las que se atribuían al poder central y las que se reconocía
continuar perteneciendo a los estados particulares, todo lo cual cons
taba, por otra parte, en fórmulas escritas que supo utilizar el artiguismo en cuanto i mían de favorable a la disminución del poder central y
al robustemiemo de los poderes locales en el Río de la Plata, como
enseguida volveemos a recordarlo.
Y, sin, duda, fue a causa de ese doble juego de gobiernos, el federal
y los estaduale^, que adquiriendo su unión,y descubriendo la unidad
de la gran nac ón que constituían, los Estados Unidos alcanzaron su
grandeza.

LA DIVERSIDAD EN EL RIO DE I A PLATA
Para penetrar en el Río de la Plata a las causas de la pluralidad de
los regionalismos que, como lo hemos visto, se daban también en él,
por modo tan intensamente acusado, no es necesario acudir al recuen-

�jojobj un anb uoo 'ajua^iaiua pju wnnou aidijinuí \9
s^jueuba sb| ap sopi^ms epiA ap sojjuao sojubj sojjo ouis
UBJ9 OU 'SO0IJSIJ3J0BJB0 S?U1 SOpBJJBdB SBUI OJUBnD 'SOUISipUOlSaj S3|B1
•s^jqisoduu saoaA seipnuí Bja sauopBoiuniuoo sbj 'sapsjaASUBJj sai
-BIA BJB^ 'SBjnJ SE| 3p |BU!J BpuaSjaAUOO B| BJ3 S9J|V SOliang \ UpiD
-unsy B| BjsBq so.u so[ jod uo!."bS3abu ^p s^s^iu sop '^quar sbhSb Bqj
as opu^n^ S330A sBq^iuu X 'u^iun^ni b^sbij saiiy souana apsop 'bj
•3JJB3 U9 'JB89|| BJBd 9ÍBIA 9p S9S91U SI9S UBqBJlS999U 9S 9nb 9S9pJ9n99^
;s 9JJU9 sBpBp9uo9sap isb9 sbj|9 9p buoXbui bi gnbunB 'pBpipqBpos ap
sa^uajaqoo sbuoz 'sopoiu sopo^ ap 'oaad '(^^uaiJO BpuBg B| 'oidiuafa
jod 'BJ9 01 ou anb souiapiA|o ou X) sBiauapua^u] sb( UBin^jsuoo
-njoA9^j bi ap ozuaiuio^ |B anb oipo sb| b sBiauiAOid soujbiubu is 's
SBpO^ '9JU9U1[B191JO 'BIABpO^ 'OU O SBIDUIAOid :,IS 9J^U9 SOJOIU9J S999A
b X sopBÍ9|B 'sajuaoBXqns sa|Biaos X soauuouo^a souisi|Buo;8aj ap
9U9S BpB9i^isjaAip X bjsba,, 'bjoi]B osaDxa uoo opipnjB aq s^zinb anb [B
ojqij omsiiu asa ua opBiiiB|| somaq anb o{ sa ojunfuoo auuoua asg
•odureo |a ajqos pBpnio B| ap Bjuoiua3aq bj zaA b¡ b oaad '[bioos
X Boiuiouooa pBpiun Bun u^iquiB) opns ns ua jaosu opuaioBq '(a Bjs^q
ByBduiBO ns ap opquiB |a opo^ ua sBsaadsip SBiouBjsa sbj apsap ubi3
-jdAuoo SBjnJ SBXno jBjuauo Bpusg B( ap so^und sajuajajip so[ b U9?o
-OBi)xa X uoponpojjui ap biuijijbiu bia ap jiAjas BJBd '{B)uauo pp o|
-os ou X '|B)uappoo |bjo)i| |ap sbuoz sBidojd sb( BJBd [BAiJ oiuoo oapiA
•a?uo)\ 9;3jns anb Bjseq 'sajiy souang ap ov&gt;and pp s9abjj b oujs soj
-onpojd sns b BpqBs JB|(Bq ou b asjajaiuos UBiqap sopo^ ojad 'UBqB^siB
soi sBiuisiujjoua sBpue^sip sbj 'sooijBi3oa9 sajiiuij uBiuodiui sa[ so^áis
-ap so) BjsEq X sbj jais sb| 'soij soj '(pj^saouB biubso^b b[ BqsjdAasjad
ano U9 sbui sbjubj sbj jo X sBjauuu 'sapjxaj) sbijbui^ijo sauoiOBu sns
un^as sBpBoijisjdAip sauaSuoqB sBijjsnpui 'XsnSBJB^ p ua sapqjaX
'uBiunonx ua jboiizb ap ByBo 'sopoj isbo 'sojapBUFS somsipuoi^a^
•mbB JBpjooaj osbo pp sa
ou anb 'sbuiis^soi|Ba sbijbj3ououi ua opis UBq o) osnpui a opuBipnjsa
uauaiA as 'ajuaiuBsouiuin| osndxa soj anb 'ipjaqjy apsap 'anb sajojOBj
ap ofajdiuoo un ap usqBUBuiip X 'is ajjua sopBJBdas soapnu sajjijupA
ua ednui pp oqous oj b X o8jbi o| b sojos is jod uniqíqxa as ojsia soui
-atj anb 'ssiauajajip sns ap osanj^^ Biuanbsa p s^ui zaA Bun JBpjooaj uoo
sou sand 'soga ap oun BpBo ap saua^uo soj ap opEijBjap oj

íi

�34
la necesidad económica, que debemos sentir presente asimismo, con
intensidad y matices diversos, en cada uno de los demás factores que
seguiremos inventariando a continuación; otro factor también esencialísimo, el imperativo geográfico (que iba de la cordillera, la precordillera y sus contrafuertes y valles adyacentes, al altiplano, de allá a las
selvas chaquefías, paraguayas y correntinas y a los yerbales misione
ros, y bajaba por los llanos, por las sierras de Córdoba y por el Litoral
hasta los primeros confines de la pampa por un lado, y, por el otro,
hasta el final de las cuchillas de la Banda Oriental, sin llegar a la Patagonia, pues ésta era ajena todavía con la sola excepción que la anun
ciaba, de Carmen de Patagones, a la sociedad virreinal); y otro factor
fundamental, aunque tantas veces olvidado, la respectiva nación abo
rigen inicialmente dueña de la correspondiente zona del territorio con
quistado por España, de la más dócil a la más rebelde: colla, guaraní,
diaguita, comechingona, huarpe, chaqueña, pampa o charrúa: todo eso
justo, y unas cosas recobrando a su manera sobre las otras y entre sí,
habían ido reaccionando paralelamenete, con lentas pero íntimas pul
saciones y elaborando sus jugos propios, a la enérgica y prolongada
impregnación del futuro que imprimió finalmente la huella más fuer
te en el conjunto, a saber, el plasma hispánico común (éste, a su vez,
diferenciado según fuesen la procedencia de la expedición fundadora
o la de alguna de las supervinientes de importancia, transoceánica o
americana, es decir, castellana, andaluza, extremeña, gallega, vizcaína,
navarra, aragonesa, catalana, levantina o canaria, llegadas directamente
en su pureza o ya diversamente tocadas, a su vez, por las superviven
cias árabes o por las influencias de lo americano, si procedían de Chi
le, del Perú o del Alto Perú, del Paraguay, de Santa Fe y aún de Bue
nos Aires, como ocurrió con el plantel inicial de familias que siguió,
en Montevideo, a la entrada de las tropas de Zabala y a la de los indios
tapes empleados en levantar las fortificaciones, y precedió al arribo
de las familia^ canarias), plasma común, no obstante lo fuertemente
perceptible de tanta variedad de sabor lugareño: plasma hispánico
entre cuyos i^gredientes venían incluidos sociabilidad, idioma -por
encima de las variaciones que en él se daban pero también con ellas,
es decir, con ?oda su gama de particularismos en dialectos, acentos,
modismos, y pronunciaciones; -costumbres y psicología ambas con

�X sopayiA sns 'soiuaáui sns 'sBiaBqa sns ap 'sBuadpd X s^puBj
-sa sns ap sauoi8ai sbj un8as 'soga ap Bianj X !sBua8jpui o sajoyBdsa
'sojqand X sbjjia 'sapspnp SBunsisiadstp sns apíoapuajuo^^ ^p j^ X jbj
-idea B| ap ja 'ojBinajiiA jap soyand sapuBi8 sop soj ap jbau saaaA sBqa
-ntu X Bidojd Bpu ajuButuuaS bj X 'sajiy souang ua opBaipBj 'Biuajdns
pepuo^B ap oyuaa ja 'sopiuaAB jbui 'uBuiAuoa anb ua o^unfuo^
•Buaá^pui Bujsnput ap sauB
sbsoijba saaaA sBood ou anbunB 'sBOBdo sbui sbj uoa unB 'uoiaBjo|dxa
bj b Biaaj^o bjb[j B( ap oj^ p 'ojunfuoa ns ua 'anb 'ouubui oqo[ p X
eua[pq bi ouioo o 'BynaiA B| X oaBuenq [a 'BOBdjB b¡ 'BuiB^ v\ ouioo 'sa¡
-BunuB ua X JoqB{ ap sBuai^ X SBjnjsBd ua 'zibui ¡a opoj ajqos 'sBjuB{d
ua (sa{oqj^ ua 'sosopajd sappui ua sapjnpu SBzanbu sb[ uoa soui
-isjsjaAip sopoui jod 98nfuoa as anb a^odB -optjsaA p X BpuaiAiA b¡
'Bpauoui B^ '.sBpBjnpBjnuBui sBuapBajaui o ttsopap,, soj ísapBpaAou
SBUBuoian|OAaj 'BpBSa^ ns b 'uoianj anb sB^sa ap sapjuapuaasBjj sbui
sb^ ouioa ouaiq p X Bpam bj 'S3abu sbj uod 'jBjuauíaijsui ja '(oadoma
ayodB ja uoa u^iquiB) uBuinanx b o8^jj 'sadoina ou anbunB 'jsanzB
ap ByBa bj) piA bj X sajBjnij soj 'sBzijByoq sbj 'oSijj ja 'opBUBS ja- oad
•orna ooiuiouoaa ayodB ja [9 uoa uaiqure; opiBj^ Biqeq oaiuBdsiq bui
•SBjd ja anb souiapjoaaj 'oaiui^uoaa jopbj jap BajaaB 'BqijjB sbui soui
-Bjnuuoj anb 'BiauayaApB BJ^sanu ap jBpnBa jaaBij b BioqB opuaiAjOA
'X Í9U18TJO as sojja ap anb sopiBd X sbjsbd 'saÍBzi^aui ap iBjoiqaj
onui^uoa ja uoa -ruaj o^jy ja ua ojnu isBa— oíSau ja X —oapiAaj
-uoj^ ua X sajiy souang ua ojnu isBa— Bua8ipux ja 'sopBjojdxa soaiup
sojuauíaja sop soj ap X 'u9pB^ojdxa bj ap oyanp 'osanj^ ua 'ojja
jod 'X 'a^iBuiuiop ajuauiBaiui9Uoaa X Bai^jod 'oauBjq ojuauíaja jap
'BzipaAOui sopoui sopo^ ap 'upianqu^sip jBn8isap bj 'sBinpm^sa sajBj
ap oau^ojajaq oj ap jBqBa upiaB^dBa Bun jbj8oj BiBd 'asan8ai8y
'uppBijsiuiuipB
•p8aj u^zBUUB 'jBpjatuoa oaijBi^ '-soianj soj ap ouisiiBjnaiyBd ja os
-njaui 'iBjndod BiqBs— Baipunf u^iaipBi^ 'sauoian^i^sui 'Bjnjjna 'Baiuaaj
'U9i8qaj ípBpijBuosiad bj ap upiaBjjBxa X uppBaymSip 'Bzaia^a
*Bi8iaua ouioa Biqo bj^o ua jbzipjuis b iBjiaaB opiaia souiaq anb
X 'joyBdsa ojqand jap BiSojoaisd bj asiBuiBjj apand anb oj ua 'sozbj^
sapuBiS sns ua X ajuauíjEpuBjsns 'aaouoaai Buojsiq bj anb sajBjuaui
-Bpunjf sBaiu9^ sbj uoa 'opo^ ajqos 'Bun^n Bjsa oiad saaipui sns sopoj

�36
ches, sus minas, sus obrajes o sus yerbales, sus capillas, sus fortalezas,
sus fortines, sus guardias militares o sus "reales1'.
El acontecer y suceder político y militar de la Revolución se preci
pitó pues, sobre ese inmenso panorama polimorfo, pocas veces denso,
casi siempre ralo, o, mejor, ralísimo, y aún desierto, asiento de tan va
rios y sustanciales mundos rezumantes de sabrosísima vida propia y de
tal manera separados entre sí pero sometidos artificialmente a la uni
ficación en el papel y de papeleo, pero también al cabo, de mando y
jerarquía (que no de elección voluntaria por los pueblos, pues no se
les consultaba para ello), que resultaba de esa centralización implanta
da desde España en Buenos Aires para ser ejercida, a través de una
multitud de normas y trámites de esta última o que afluían a ella,
primero por Capitanes Generales y luego por Virreyes.

EL FEDERALISMO EN EL RIO DE LA PLATA
COMO PROCESO DE DESCENTRALIZACIÓN
Ybien. Artigas quería romper ese poder central preexistente radi
cado en Buenos Aires, y el monopolio que su puerto ejercía sobre las
provincias de la orilla derecha del Uruguay y el Plata^ y que sólo Mon
tevideo desafiaba, quebrando la superioridad o la hegemonía de una
provincia y un puerto sobre las otras. Nivelar igualitariamente los de
rechos al gobierno propio de cada región, hacerlas dueñas a todas de
su particular economía, libertarlas, en suma.
Ypara eso la misma Constitución federal de los Estados Unidos le
daba, partiendo, también para llegar a ella, y mientras durase la guerra,
del presupuesto de la resunción, por cada pueblo, de su soberanía
particular, para crear, por la suma de éstas, las provincias, que serían
a su vez, por ello mismo transitoriamente soberanas, una confedera
ción, también transitoria, pactada entre todas ellas, y, terminada la
guerra constituir un estado federal, que, sí por comparación a ese pe
ríodo de la confederación, centralizaba también el poder, era, eviden
temente, por comparación con el preexistente estado de sojuzgamiento por Buenos Aires, un proceso de liberación.

�•OUISI|
p jod sBipn| sns ua 'oiuaiui uapjo |3 ejRd jopejjaqii seiuap^
X 'epuapuadapin e| jod seipn| sns jod 'oujojxa uapjo p ua
-jaqjl un uaiquiej 'bjbi^ i?| ap oi^ p ejed anj 'oiqiueo ua 's
oujojui uapjo p RJRd anj o| ou ojad ^eiauap
-uadapu; b| ap aojaq ouioa 'jpapsa oujajxa uapjo p ua jopB^iaqi] un
'ajjojsj pp Bauaiiiy e| ap sesa|^u; sctuo|oa sb| Bjnd 'anj uo^SuiqsB^^
oidojd oiuaiqo^ ns japod ap ejajsa eidcud
ns opuaiua) euin^as za^ ejaiuud Jud anb ap opnj^ ua B|jBAjasuoa 'jp
-ap sa 'a^uBjsaj a^ed jauapj ^ejapaj uopnpisuo^ bj ap uopB^uE|dui|
B[ uoa B|p ap ajjBd eun epipjad ^X pioj eiiiRjaqos ns jumbpe e /3a
Bjaiuud jod JBjjua Bjod BqBjafns B| sanie anb |Bjjuaa iapod pp cjiqjo
bj ap a^aiuppjBd uaiquie) nfins epuiAojd npea bjbi^ b| ap oi^| p ua
aiuauíBsaaAUi 'anb sejuiaiui kei)sixa ou sanie anb |Bjjuaa japod un ap
Bjiqjo B| b ajuaui|Biajnd asjapuios e ?3a ejaiuud Jod Bipuñía oprjsa
epeo 'sopnifi sopcjsq so| ua oiiisj|Bjapaj p aniBjpaui 'anb aiaap sq

soa soa aa oisandooav3uiN^)is
Lt

�S31VXN3WrDO(I S3Í^3S SI3S 30
S3AVH1 V 0IHV30I HS A SVOU^V

�-Oíd BUn ' .i^OpBU X SBJJ9I^ SBf 9p pBpiSJ9Aip BJ 919jy,UIJ0d X JB8n|
gjgiqnq ojtreng ug,, 'Bjjg gp igoBij gp cnugjin 09sg;uBSt8 ns 119 ouBipuj
uguxii^^i jgp uopBziuB^^io b| uojgjpjsgjd 'souEjijodojjgiu sojjsiuiui X
soígsuog so| X sgXgj soj jod BpinSgs BDijijod giugjstsjgd Bun jod 'gnb
SBjsijitmsB sordiDinid soj unítes 'jBnjuidsg oj X jbioos oj 'ooiiupuogg
oj 'oAi^Bj^iufiupB oj 'ODi^^od O[ ug 'jb^9[ uopBjnpnj^sg Bpiug^os
gjduigis X BpBjgqipp Bun iod 'BpBiuiojuog opis jgqBq g^B^sqo ou
'0181 9P SBjunf sbj uojbjbjsui gs gnb ug O^U9UIOUI jg ug
j bj ug JBonpBD gp BqEqeDB isb gnb
oui!}i8g[ [B usqBjugsgjdgj gnb sg|Bjgug^) sguB^idB^ o sgXgjj
-t^\ soAipgdsgj soj gp uppn^jsns ug SB^nf SBjdojd sns uojEgp 'biuij
-f^ B^sg gp uopniosip bj gp g^uB^sui jg ug jBj^ugg B^unf bj jod zjpB^
ug op;n^^sui BinugSg^ gp ofgsuo^ jb 'BDiu^gjodBu uoisbaui bj oíeq
Bpipjgd BiogjBd Bjnsuiugg B| Bpo^ gnbjod X ouiij^Sgji jod 'oppouog
•sgp jgqsq gp uozbj ug 'gnb BjoyBdsg Bougmy bj gp sguoiSgj ssjjgnbB
SBpoj iod 'gjiq3 gp o8bijub B^SBq BjoSog gp gg bjub o BugSBjje^
gpsgp X 'sgjiy sougng B^Bq sb^bjb3 gpsgp '0181 u9 ^pBpiui uppnj
-OAgg buisiui bj jod 'jpgp sg 'oXb^^ gp uopnjoAg^ bj jod opEsojoid
sgouojug B^sBq ouBgpi jgp oj^gp gsjBigugjgjip b Bzgidiug 'guiguijB;
-uguingop sougui oj jod 'gnb ug o;ugujoui jg gpsgp 'sgnd 'buio; crj
•Bougiuy
gp sgjopBjjgqij sgpuBiS soj guug 'ogi^ijod ojugjiuBsugd jgp ouBjd
jg ug 'pBpijBuosjgd ns unpygs gnb sBDijsijgpBjBO sgpuBi8 sbj ojuojd
ugiq jgs gp uBuqBq gnb oj gp 'gsjBpgjdB Bjpod ouioo 'soooAinbgui
soiounuB 'soidojd sgAgijgj soaguiud sns bX jbj^soui b B/ugiiuog jg gnb
gpsgp oiquiBD ug 'buio^ oj ;s ojgd '(BpBigugjgjipui BjABpo^ 9sej ns ug
oXb^ gp uopnjOAg^ bj gp gjquioq sBSiyy jb X Bjuojog bj gp gjquioq
SB8ijjy jb JBjgprsuoo gp gpupsgjd) gsjgA|OAugsgp opugjA gjgsii gpgnd
gnb ug sopougd soj gp pBpijBjoj bj gp s9abjj b ou 'sBÍíiyy gp oiJBgpj
jb buio^ 'opBjuguioD jB^uguinDop oijo;jgdgj un ug ugjsisuog gnb soj
-n^idí^ soj BJBd B9s o 'opiqgguog gnj jBng jg BJBd opfqo jgp jnigugsg o|
gXnjijsuog gnb 9UBd bj ug 'jjggp sg 'jBjuguiBpunj oj ug 'ojqjj

OAVW 3Q N0IDm0A3&gt;l VI 30 S31V3ai SOT A SV^U^V

�42
longación de España, y no obstante serlo efectivamente, en virtud dt
ello, en muchísimos aspectos, y creer ella misma (por lo menos sus
clases dirigentes, y más de la medida) que lo era de verdad, constituía
en la realidad, dentro de la vastedad de los reinos hispánicos, peninsu
lares y ultramarinos, vinculados a la corona de Castilla, cuya extensión
ella sola abarcaba casi totalmente, un mundo diferente, separado de
todos los demás por los mayores océanos del globo, y escenario en
incesante creación de múltiples centros de vida propia y hasta a veces
activísima y ubérrima, que promovía de continuo para todo el conti
nente como para cada una de sus regiones, un infinito de problemas
propios; y por eso tenía que ser independiente.
Eso lo sabemos ahora, y lo supo bien pronto toda América. Pero en
1810 todavía no lo quería ni lo sabía con cabal claridad. Confiaba en
las soluciones del gobierno propio, que bien pronto se le mostró insu
ficiente, como antes había confiado en las casi siempre inútiles medi
das del reformismo peninsular.
Y, por ello mismo, América era, todavía, un inmenso conjunto de
patrias ya casi totalmente maduras, pero que se ignoraban a sí mismas,
porque, si bien constituían unidades geográficas, económicas y socia
les más o menos definidas, faltaban los sacudimientos que las hicieran
despertar.
El haberlas sabido descubrir, reconocer y amar desde que mostra
ron sus primeros anuncios, y ofrendar en seguida, para que se levan
taran a la faz de la tierra, su vida, sus intereses, su tiempo de todas
las horas y de todos los días, fue, para cuantos pusieron en ello su
alma, dirigentes o masas anónimas, un holocausto total y sublime,
que no tuvo otra recompensa que la conciencia, quién sabe si sentida
cabalmente, todavía, por cada uno, de su propia belleza, que era a la
vez la de sentirse libres ellos mismos y la de una promesa alucinante
de futuro dichoso, vagamente prefigurado, para las generaciones que
habrían de venir. Pero fue especialmente para algunos, para los pocos
—dijérase que sus predestinados— en quienes el alma colectiva concen
tró lo mejor de sí y de quienes recibió a la vez la inspiración, el senti
do y las fórmulas de ideales nuevos que ella sola no podía alcanzar, y,
todavía, la energía con qué conducirla a la acción y con ella a la lucha
y aún al martirio o a las grandezas de la gesta heroica, el motivo de

�ua na 'jas b ^ jR8a|| \ aipBu oiuoa Biaouoa 'auiB.ua X Biumaq
-i| upiA ns ap onuaa Bta^q o¡ anb ^4oqanB8,, jap so| sosnpui 'sajBiaos
X soniui9uoaa 'soaijBj^^oaSI sopjaas soXna ouo)uja) :uopn[OAa&gt;f ej
apso^miaua sof ap japod ua -oapua^uo^- oyand un ap 'sojnjj sns
ap u^paejjxa bj BjRd 'sopo) souB)nqu) 's^pBuoad sns uoa 'sojaiauB^a
ap saj^ua^uaa sounSjR 'saujRa ap uoziqes R| ejRd souaiu ounsiqantu X
'ajquiRJoa B| ap sRU^snpui se| ejRd a)uaui|Rpadsa 'op^sa |iuojba X
opai 'OAi^iuiud ap 'sRDiuaa^ ap pRpmuojiun uoa *uRqBjo|dxa anb 'jru
-b{ X oziJBn^aX 'ounaBA opeuB^ ap sRzaqBa ap sauo^iui jod
ua 'BpB^qod oaad 'SBpBAiqna a^uauíRuiisisBosa sbjs^ 'joqB| ap
ap X so^SBd ap ouiujaqn 'oqansaj a^u¡f ;a ejRd 'sauopBjsa sb| sBpo^
ua 'aiqRDipBid apiauqpBj osBd ap sopo) 'soXoíjb X sou ap Biuisinbu
paj Bun jod opBSaj X 'ope[npuo apjauidAens 'oaua^ouioq 'BzaiBjn)BU
bj jod opBiSapAud ouo^jja) un ap :n uRqBiuns anb 'sopB|qod soapnu
sBuiap so| ap sajopBJom soj sopinpuf ojad oapiAa;uo^ ua biaia anb saj
-b||iuí ap Buaaop bSjb[ bj Bpe^uoasap'sa)UR)iqBq 0000^ ^oun X sopBjp
-cnasoj)duio(i^000003 3)uaiuBpBuiixojdB ap -XBn8njf| jap (B)uaiJO
epuBg bj- oiJO)ijja) un ap |6jnj oipam '(u^ianiOAa^ B[ OAn) anb sbsbiu
SBjauiud sb|) sBseui sns 'afBuesiBd ns o)sajd a| anb |BJm oipaui |a apsap
'opiuijapui a otjduiR a^oztjoq ap 'oidoad oujaiqo^ ap X pB^iaqi| ap sd{
•eapi ouioa 'ajuaiua^anj sop;;uas ojad 'R)s^ ap saiBiaiui sajuap; so| 'oX
-B(^ ap u9ian|OAa^ B| ap ajquioq ouioa apjB) seui a^iBduio ^ 'BUBduiBa
B( ua uapjo |ap ajqesuodsaj jopBpa X B)sisaj8ojd 'Xaj |dp o[|bsba |Baj
'opsuB^ ap soauBDR ua soduiBa so| jod jRpus ns ap SBn^aj) sb| ua 'pn)
-uaAnf B| ua 'Bjja jod opBuiiui X pBpnia e) ua Buna Buanq ap ofiq 'oubdu
-auiB [oyBdsa un ap sa|Bapi so| 'c;uo|oa bj ap ajquioq oiuoa 'ozuaiuioa
je 'auaix ou is 'asBa/\ -sauoia^ujeaua sapuBjSsBiu X sBsouuaq sbui zaA
X sBAisaans ap sbSi^jv |3 opox^ |B joua)sod sR^ipy P ^JdS 9SH
osaj3ojd ap sapBpipqísod sns ap piipuyin bj b X '
-snf ap X pB)jaqi| ap safRap; so| e pc)|B3| B| X pn)i)Bj^ B| 'uoiaBjuupR
bj uoa ua[BAinba as 'sB3i)jy b uo;aB|aj uoa o|qand oj)sanu ap oseo |d
ua 'anb 'pB)(Ba| b| X pn)i)Bj8 b| 'uopEJiuipB b| .jB^uqe uRpand anb so)
-uaiuii)uas so( ap sajqou sbui so| ap uaáuo ja 'Bsopaad X Baiun Biauajaq
ns uos anb sojqand so| BJBd \ jopB)jaqi| pp bijoi^ b| X BzuBjadsa bj
:ajquioq |ap BpiA B[ ua |Bn8i uauaij ou anb buo|3 Bun X R/uBjadsa Biin

�44
con el éxodo, el hombre de los orientales, no sólo por haber sido el
llamado por ellos mismos a conducirlos hacia su voluntario exilio,
sino, principalmente, por haber extraído del hecho de la emigración,
la fuente de un derecho nuevo y de un nuevo ideario: el "gobierno in
mediato" y, como base del mismo, el pacto o "constitución social"
originaria, o sea la soberanía oriental en estado naciente; y al regreso
del éxodo, seguido nuevamente por su pueblo y entrando ya en el apo
geo, el hombre de la independencia, la república, la democracia y el
federalismo en el Río de la Plata, es decir, de la libertad en todas sus
formas y "en toda su extensión imaginable", y culminará, todavía,
haciéndose el intérprete de las masas campesinas y de los derechos de
los indios, e instaurando el reparto de tierras para éstos, para los ne
gros libres y para los "criollos pobres", en agrandar su revolución pa
triótica y política hasta consubstanciarla con una revolución social,
como bien lo columbrara ya Mitr^, no muchos decenios más tarde,
según lo revelan estos párrafos de la carta que escribió a Barros Arana
el 20 de octubre de 1875: "En el plan de mis trabajos históricos, el
período de la guerra civil comprendido entre 1816 y 1826, que antes
pensé hacer entrar en el cuadro de la Historia de Belgrano, formará el
argumento de otro libro que tengo en borrador. Su título es Artigas.
Es la historia de la revolución interna y de la descomposición social
a la vez que del régimen colonial simbolizada por el caudillaje y expli
cada por la anarquía y la guerra civil, desde 1810 en que las masas se
despiertan al soplo revolucionario".2
Ese será, pues, el futuro Artigas.
No hemos llegado todavía a él, pero ha sido bien que lo hayamos
visto así para señalar cuál ha de ser la parábola histórica que su revo
lución estará destinada a cumplir, etapa por etapa, y a partir del perío
do, cuyo ideario nos hemos propuesto recorrer en este capítulo, en
que actúa con los ideales iniciales de la Revolución de Mayo.
Tal proceso de superaciones sucesivas en el ideario en incesante en
riquecimiento de Artigas, no puede producir extrañeza.
Su dinámica es la dinámica de las grandes revoluciones, con su
enorme fuerza de creación.
El pretexto inicial de éstas se olvida pronto, porque aparecen de
inmediato los motivos nuevos y más graves, y, a la luz de ellos, sus

�.-f

naoqeg ap eioijsní ap sajBapi a SBjdojn ap Bjozaiu bj ap uop
:,;^tBj8bsuc^ jap buijoj BunSjB b SBzinb 'BUBjjopiuuaqj u9jooBaj bj jod
X 'ais^ opiBO X 'ajjaidsaqo^j uoo 44opBjsa oyBno,, jb jap
BuqBq 'BpiouaA opis jaqBq ou ap 'anb '44pBpipunjojd ua
, bj b B^sBq X 'oipioiáaj jb 'Boqqndaj bj b 'SBdBja sbj opuBm
-anb '98ajj ajuauqBuy X 'BjnbJBuoui bj ap u^ioBzijBuoionpjsuoo bj X
ajquioq jap soqoajap soj jod X soiSajiAud soj ap upioijoq^ bj jod Bqonj
Bun anj 'BpinSas ua '.BqBijuoosap ou BiABpoj anb jap Xaj un b pBjjBaj
ns ua opo^ ojopuaipunjuoo 'Bjuodojd soipauíaj ^nb X sapBpisaoau sns
X sajBui sns uBja sajEno BJBsajdxa 'opuaiAOuioíd uBqBjsa oj sasaiajuj
soXno asBjo bj Jas jod o^uaiuiiAOui jap jojoui ja Bja anb 'BisanSjnq bj
'44opBjsa jaoja^,, ja ajuauíjBioadsa X 'buisiui U910BU bj anb BJBd sa|
-BjauaQ sopB^sg soj ap U9junaj bj ap ja jod oSanj 'sBoiuipuooa SBqBJ)
sbj X sauoionqujuoo sbj 'sosnqB soj ap ouqB ja BjBd SBuuojaj ap op
-ipad un jod ouis 9zuauioo ou BsaouBJj u^ionjOAa^ bj u^iquiB) ,isy
'opiqBS uBjaiqnq oj sajUB anb uis a^uauíBjjouiB Binpjsuoo ojunfuoo ns
anb Boiun U910BU apuBj3 bj ap ojuaiuiuqnosap jb X 'uBiuodiuoo bj anb
sBoijqndaí SBpioBu u^ioaj aoajj sbj uoo opBjsa ojos un ap upioBajo
bj b u9ioBjapajuoo bj ap X U9ioBjapajuoo Bun ap u9JOBajo bj b o8anj
'Boijqndaj bj X Biouapuadapui bj b 'a^uauíBAisaons 'a^s^ ap X 'SBoas b
44uoi^bxbj ou,, jBoipBj jb 9SBd as uuojjBjuasajdaj jnoqjiM uoijbxbj ou,,
jap ojuojd ojad 'sajBooj sBajquiBSB SBidojd sns ua ouis ojuauíEjjBj
asa ua soXns soj uBiuaj ou anb 'souojoo soj ap sajuBjuasajdaj soj jod
opis UBiqsq oj ou 'ooiuBjuq ojuauíBjjB^ ja jod sopBjOA opis jaqsq jod
'anb sojsandui; ap o8Bd ou ja jod Bqonj Bun ouioo ^zuauíoo ajjou jap
Bou^uiy bj ap SBsaj8ui sbiuojoo sbj ap upionjOAa^ bj 'opaja ua 'isy
*ojjBqojduioo BjBd ojja ap sounsip
-loouoo sojduiafa sop ouis souiajBjjo ou X 'BpiyEd ap ojund ns ap sbui
zaA BpBo 'ajuamSisuoo jod 'asopuBfajB 'opuoj b sbui z^a Bp^o uajaiq
as X UBuooua as 'so^iuiaua sopusq soj ua sopBujBoua 'Bqonj bj ap soj
-od soq sBpBjadsasap ap Bzjanj b sadjoj X SBjuajoiA s^iu ua sbui ap 'aj
•uauíjBjauaS 'X sBiaAas sbui ua spui ap sbuijoj opuBjdopB uba 'upiooBaj
bj ap sosaoojd soj 'jioap sa 'SBjja bjjuoo 'adjo^Bj^uoo jod 'ajuaiuBAipB
UBjqoaj anb X 'ireooqo sajBno sbj bj^uoo X JipqB uBiuodojd as anb sbio
•uajsisaj sbj anb Bpipaui b uaoajo SBzianj sns X ubpubjSb as sajBapi sns
asopuBjdAaj uba X sajuaiosuoo uao^q as SEqnoo SBsnBO

�46
Pero volvamos ahora, para comenzar, al Artigas del período en que
actúa, y sin la menor discrepancia, como lo dijimos en un principio,
al servicio de la Junta de Buenos Aires, que es el de sus invocaciones a
femando Vil.
Sigámoslo brevemente en sus expresiones de ideario correspon
dientes a este período.
Las que comienzan con el Éxodo y sus preliminares, es decir, las
que vendrán a componer, dentro de un proceso de evolución y enri
quecimiento progresivo al cual hemos aludido ya, y que va de 1811
a 1820, el verdadero ideario de Artigas, serán objeto, con su repertorio
documental correspondiente, de los capítulos siguientes.
Recorramos una a una las frases, ya que no los documentos ínte
gros, en que exterioriza los ideales de su período juntista.
En su proclama de Mercedes, que hizo circular el 11 de Abril de
18113 -sus primeras palabras de jefe revolucionario dirigidas al pue
blo oriental para convidarlo a la insurrección, a su regreso de Buenos
Aires, a cuya Junta fuera a ofrecer sus servicios y a pedirle "auxilios
de municiones y dinero"4 para "estos ciudadanos"-,5 exhibe una, y
otra, y otra vez, su solidaridad absoluta con aquella Junta, en cuyo
nombre se empeña en patentizar que habla, pero no da a entender en
modo alguno cuáles son los fines que se propone esa Junta, salvo en la
parte en que los muestra dirigidos a "sacar a sus hermanos de la opre
sión en que gimen baxo la tiranía de su despótico gobierno": opresión
y tiranía que nos resultan, sin embargo, claramente identificables, por
una parte, con el origen de la investidura de Elío (el Consejo de Re
gencia, ilegítimo y repudiado por la Junta), y por otra, con los actos
del mismo Virrey (había declarado la guerra a la Junta de Buenos Ai
res, impuesto una contribución general a las propiedades de los veci
nos de la Banda Oriental6 y difundido amenazas de muerte y confis
cación de bienes, y de que "a mi sola orden entrarán quatro mil por
tugueses").7
Con todo, el precioso documento está iluminado por los primeros
resplandores americanistas y orientales que se hayan escrito para nues
tro pueblo y difundido sobre nuestro suelo ("Compatriotas de la Ban
da Oriental del Río de la Plata... patriotas... nuestro suelo... los ameri
canos del sud, están dispuestoa á defender su patria"), palabras que en

�•d ns japuajap p sopandstp uppa 'pns jap soucaijauiB so| anb 'ji)jaApB
uis 'oíoua ojipanA opBjiaxa jaq^q ap soubjij sosa uajqiuai) 'uajquiaj)
X ÍBjjia BJjsanu cas jijoui 9 jaouaA :ojpanu sa ojunu; [a anb 'sbjouj
-cduioa csajdma cj y :""sajB)Jouiu} sajajnBj jcjcdajd e uauaiA so anb
'sajax so| ap sauapjp sajouadns sc| p o^uaiuuaapaqo o8aia X 'jBUjaj
-cjj uoiun cun 'ajax opciuc ojjsanu ap ja ua X 'Bjopajojd BjpanA cj
-unf Biuaxg e[ ap ajqiuou p opuaiiuoaaj so "'oujaiqog oai;9dsap ns ap
b;uchi B| oxeq 'uauíi^ anb ua uoisajdo B[ ap soucuuaq sns f jbobs b
X !sopaXojd sosopiqmB sns jBdisip ^ uba soj^osoa uoa sopEu^diuooB
-anb 'sB^ouíBd sajuaqBA ap uoiSai B;sa (soson;sa3cui sosed uoa) jcqa
•jbui jaA \s anb 'sosopocj sns sopo^ ap bj ^ X 'b^sia ns b osojojop sbui
BpB|^ "ozjbui ap 0^ ^p cuicpoid ns ua 'o^g on^j p B|qBq so anb uoa
sauoisajdxa sBSOjnqBj sbj opuaijuiiusap 'b^sia b^ b spuaj oj ojsa :p^p
•padsojd Bj^saiiA ua buioj anb saja^; |ap BaoAinba Bpnu cqanjd sun
9p so Bjunf Biuaxa B| anb uoa sojjoaos sojauíud so[ uos sopujanSc
SB^oüpd |iui sajj X 'sauoptumu "sojauiQ = -p^papos d|qcpdsaj bj)
•sanA ap soqaajap so| ap souBpcjjaj X 'opns oa^sanu ap saaosajdo so|
oasjp soiuaá sosa b spuiuuajxa -pBppXojaq bj uoa opuenui^uoa anb
X ^opczadiua siaqBq anb ciqo apu^j^ B| JBuopaajjad Bjcd soucsaaau
sofjixnB so{ sopo^ aSuip so "B)sg 'B^uaSaj sou a)uaiuBu^;p ubi anb
sajXy souang ap Bjunf Biuaxg bj ap sauopuap sBpBAaja sbj ua JB^nj
áaunjd ja ednao oiusijoupd opBuisBisn^ua oaXoaaq oj^aru ^bpj^ bj
ap oi^ jap jB^uauo cpu^g bj ap sBioupduioa sopB/jojsa X sajcaq^
:sa)uain3;s soj uo -jipnjc ap soiuBqBOB anb b ^pB^aqij bj b jouib ap B)
-pijduii U9jsajojd BaiSpua bj X sajBjuauo X sB^iucauaiuB sauoisajdxa
sbj uauai^uoa kB)si)unf u^piuijap B^cisnjua ns uaanp^j; anb osBd jb
'anb safcscd souba sc^i^y ap BuiBjaojd B)sa ua asjBOB^sap uapang
^ •••ouaAijnBa oso^uajp -souejij ••oujaiqoS oaj^odsap
•••b^ubjij '"u^isdJdo "ojans ojjsanu ap sajosaado,, :sojqand soj ap Bai)
•9Jjpd u9iaBjaaxa bj b sopcjByas uos so^iuiaua soj 'Bjja ua 'anb uoa
sop^da so| opuB;aip ^)sa anb bj sa anb oaad Bjqiuou ou Buicjaojd bj
anb pB^aqji Bun b 'pB^iaqij bj b jouib |a jod X 'oqaaq apa b uojam^is
•qns anb SBip soj ap BpaS bj Bpoj oq^a b BpBAajj anj ouSis oXna ofsq X
ojauasy ap opj8 jap sa^uc sasaui sop souaui oj jod apsap cqsupj i|jb
anb ,,siBd jap sofiq,, soj ap joycdsa i)ub n^j)dsa osua^ui ja jod joa
•jaj uoa scpiqjaaj jas u^iqap 'aiuaiucsiaajd 'sapaaiaj^j ap a^uaiquiB p

¿^^

�48
tria; y á morir antes con honor, que vivir con ignominia en afrentoso
cautiverio". 9
Si en este documento no explicó Artigas cuáles eran los fines que
perseguía la Junta, lo hizo en cambio -podemos afirmarlo- en nume
rosas cartas privadas que dirigió a los principales vecinos de la campa
ña y de Montevideo. En esta misma proclama de Mercedes alude a
ellas, cuando, en uno de los párrafos que deliberadamente no había
mos transcripto, dice: "He convocado á todos los compatriotas carac
terizados de la campaña; y todos, todos se ofrecen con sus personas y
bienes, á contribuir á la defensa de nuestra justa causa".10 Y también
en otra nota a la Junta, del 10 de Mayo de 1811, expresa que "Desde
mi arribo a Paysandú, dirigí varias cartas á los sugetos más caracteriza
dos, tanto de la Campaña, como de la Ciudad de Montevideo; y entre
estos fue uno D.n Ant. Pereyra, de los q.e se ofrecieron con sus bie
nes, y todas sus facultades, á emplearse en obsequio de nra. sagrada
causa. Del mismo modo el conductor D.n Man.® Villagran, me há he
cho iguales ofertas..."11
La posteridad no ha podido, desgraciadamente, recoger hasta ahora
ni una sola de esas cartas, que nos mostrarían para qué fines, con qué
palabras, y encendiéndoles qué clase de sentimientos, convocaba Ar
tigas, por primera vez, al pueblo oriental para que se lanzara a la insu
rrección armada, aunque no debemos desesperar de que un día apa
rezca alguna, entre restos de papeles enmohecidos, en algún olvidado
arcón de nuesttas viejas familias, a las cuales, como porfiadamente lo
venimos haciendo todos los años, desde el aula, a nuestros alumnos,
invitamos ahora, aquí, a extremar su búsqueda. Pero podemos conocer
de todos modos, clarísimamente, cuál era el sentido que ellas tenían,
gracias a los tan inequívocos términos con que se lo comunica a la
Junta, en su nota del 21 de Abril de 1811. Dicen así:
"Mi prim." ^ilig.® en esta, fue dirigir varias confidenciales, á los Su
getos mas caracterizados de la campaña, instruyéndoles del verdadero
y sano objeto de esa Excma. Junta y del interez q.® toman sus sabias
disposiciones, e.i mantener ilesos estos preciosos Dominios denro. in
fortunado Rey, y restablecer a los Pueblos la Tranquilidad usurpada, p.r
los ambiciosos mandones q.® los oprimen, dessimpresionándolos

�oad koj anb 'aiuauiBspajd 'opuaiA ouiB)sa opireno aauBDp ns jBja8Bxa
souiaqap ou '|8iouB)sun:&gt;jp Baiuipuoaa esne^ B)sa e ojuen^ ud ojag
SlIt8l ap 3Jqui3jAON ap
^1 X oXb^v ap \Z ap 'opB)p somaq a)uauiBAipadsaj anb 'sb)ou sns ua
jbzbjb b X sb8ujv oidojd (B JipnjB ojsia soiuaq anb b sapiauBisunajp
soamiouoaa sdJopBj so| ap Bpuanuui bj ;u 'oidojd oujaiqoS pp opquB
ops^ieijB X onSijuB \9 iu oun^|B opoiu ua JBiu^sasap souiaqap o|q
jB^uauo BpuBg B|
ap 8BSBU) sbj ua 'ojnjnj p BJBd 'ouisipuBUjaj p JBp;josuoo BqBjnooad
. j'sajoua^ui sBpuuojd sbj b u^p^pj uoa 'sBuiBpojd sns ua üP^sb^
X odiuBDQ oidojd p X 'oduiBDQ b sBpjaas sauopanj^su; sb| ua B^unf B|
oqaai| uBiqeq o\ 'o^sia soiuaq o( unSas 'joua;uB oy^ p ouioo 'SB^i^y
'1181 ap o)ua;uie¿[B [a jdAouioid p anb 'sand 'JBjn^asB souiapo^
t jB^njosqB Bpuapuadapu; B| Biuodoad as X
Xa^ pp soqoajap so| spouoasap B^unf bj 'oapuajuo^ ap souublu
so| X oi|^ uBqBpdojd o| a)uauiBjn^as ouioo 'anb o^ap Bjanj anb ap
'Bpnp uis 'sojjBuoisajdunsap 'jpap sa '((so[pnbe ap sauoiisaSns saa
•B|8j sb( ap,, so^sa b jBuoisíuditnsap uBiuodojd as soupaA so[ b oi8ij
-ip anbsBUBo sbj anb biujijb as X \,sauopuBui,, X sajopBdjnsns b omoa
so^iuiaua soj b sBiuap^ apnp a$ t4Xa&gt;i opBunpojuí 'ojuap soiuiuioq
sojsa sosap jauajusui,, sa tlB^unf Buiaxg Bsa ap opfqo oubs X ojapBp
-J3A p,, anb jBpJonaj ua uByadiua as 'ajayaj as ouisuu p anb b (4sa{Bia
-uapyuoa,, sbj 'pBpun^as Bpoj uoo 'X 'ojuauínaop opun^as p 'sopoui
sopo) ap 4X íBpnp ms apAinba B[ 'a|q|sua)so ub) opoui jod opuapBq
BiuaA B| \is B|p 'anb 'B)unf B| b upisaqpB jBJ)souiap ua Bpua)s;sui
B! 'IIA opueujaj b Bsaadxa uopBaoAUi aaBq as ou opuB)uauioa souib)
-sa anb so^auínaop sop so| ap ojaiuud p ua is 'as ja a apand oiuoj
X 'pn)iAB|asa ns ap s'uapB3 sb[ jaduioj u^jqBS a*b 'sBai)ou)Bj
sauoiSa^ SB)sa ap sozaanjsa so^ ua jssuBasap g/\ apand X 'Bzjanj ns
ap apBd joXbui B|opB3B)sap usq 'sodiuiaua so^ "uofOBjadsasap B[ ap
opiMBd a)sui p 3*b 'osjnoaj sbui Bpanb sa| ou soubjj) soj 5 a'b 'opoiu
9Q •(Bjaua8 sa a^BUBspd pp ouisBtsn)ua oai)ou)Bd jg,, :b88j8b \
•&lt;tB|p ap oinbasqo ua 'sauaiq X s^uosjad sns opuapajjo'.BsnBD #bju
japuajap b so^sandsip uB)sa sopo) 9b snqpa^uB suu sBpiqpaj uaiqiuB)
opis ueq \ sojpnbB ap souo¡)so8ns saaBpi sb| ap (sBpjua)uoa suu ua)

�50
píos vecinos, es decir, los estancieros y demás propietarios castigados
con las nuevas imposiciones decretadas por Elío, ofrecían dar por la
causa de la Junta "sus personas y bienes", que valían, sin duda, mucho
más que las imposiciones mismas: y llegada que fue la ocasión, lo hi
cieron de verdad.
V podemos señalar, por ello, que, por lo menos en una medida muy
grande, fue efectivamente gracias a esa demostración de lealtad fernandista que Artigas, en nombre de la Junta, hizo a los vecinos, que "to
dos, todos se ofrecen con sus personas y bienes, á contribuir á la de
fensa de nuestra causa", y que "el patriótico entusiasmo del paisanage
es general": es decir, que se produjo el levantamiento de la Banda
Oriental en 1811.
Pero también debemos estar ciertos de que no han tenido una fuer
za decisiva menos grande para electrizar de ese modo el espíritu del
pueblo oriental, los reiterados llamados a sentimientos patrióticos de
una naciente patria americana y de amor a "nuestro suelo" que hace
Artigas en los papeles a que nos estamos refiriendo, y de que estaría
llena, necesariamente, su conversación, el mejor instrumento de per
suasión, seguramente, de que haya podido echar mano, en aquellos
momentos, y dado el influjo incontrastable que emanaba de su propia
presencia personal, para ganar los corazones.
Nada de eüo lo apartaba, sin duda, de la leal ortodoxia juntista en
que estaba ac uando, pero no puede dejarse de sentir que su afección
a este aspecto especial de las cosas dentro de esa ortodoxia, era lo do
minante en é!
Para demo^trarlo con un nuevo ejemplo, consideramos indispensa
ble transcribir íntegramente, porque reputamos que es, entre todas las
piezas proced^ntes de Artigas anteriores a su ideario del Éxodo, aque
lla en que m¿s claramente se expresa un patriotismo americano, con
indudable ace-ito de oriental, y sin alusión alguna a Fernando VII, el
oficio que deíde su campamento del Santa Lucía, dirigió a Don Anto
nio Pereyra * en contestación á una vil propuesta que le hizo verbalmente D. M^nuel Villagran por comisión de D. Francisco Xavier
Elío", el 10 cíe Mayo de 1811, es decir, pocos días después de haber
escrito las expresiones que acabamos de analizar, y una semana antes
de Las Piedras; Dice así:

�oiuopiy X sb8jb/^ JBseqEq 'sBSiyy pnus^) soppouoa sajal
sayiajajip so[ dp sauapJ9 b 'opusiu ns ofeq usqsjado sajqiuoq aaajj
0}uaia [iiu dp [B^O^ un opuBuiJOj anb sBpiy^d sBSJdAip sbj ap sojuauu
-iaoui X ojdumu ajqos sBsoiaajd uos anb SBiayou jBp jb 'anb \,Jns
pp epuBABj b,, Bion^ bjub p ua bX 'saui ouisiui pp ¿ ja BpBqaaj 'sb8
•iyy ap bjou Bun B^un^ B] b a^s^ opi^uisBj^ BiqBq 'oXe^ ap [ | p sap
-aoja^v ua nBapuo^ asopupipq anb jbjoub ajuauqBuy souiaqap \
L •"uopiBjj b^jb ap uaui
•ua oaj p ua jumain ap saaBdsa uBjas 'bu^bj bj ap X Xa&gt;j [ap soqaajap
so¡ japuajap ^ sopipiaap souBauaujB so| ab asopuaipBnsaad,, '(ttJau
-ajqo Bjaiainb uo*aajasip cui 9 a*b 'oaiduig ja oiuiaid ua bubp aui as,,
anb ua X uopjad [a ua busisuod anb) Byajo ns oqaaq B^qsq a[ oqg anb
bjs^ b pnbB BqBsaidxa 'Bjunf ej b bubo B^sa ap upisiuiaj b[ sB^iyy o\¿
-BduiooB anb uoa opyo p ua anb jbu8isuoo souiaqap 'oSjBquia u¡s
9l-ttojoaapiui
X Bijpd B[ aSixa anb jouoq [a opo; uoa 'soqaajap soj^anu jaua^os
9 oqajreui 'ByBdurea Bjsa Bpoj ap ouBpupaA osojauínu p sbui uoa 'Bau
•i\ ap SB^ou^d pui ap BzaqBa bj 9 9X anb sBjjuaiui :Bjunf 'Buiaxg
B[[anbB jod opBSznf jas 9 'a^uaipuodsajjoo pBpunSas B[ uoa sajXy
•souang 9 ouisiui XoqBqajBui'UBj8B[[iy\ pnuB^ q opBUoisiuioa ns,,
Bnuisui aui a^ua^B ns ap oipaui jod anb
•sajuBSBABjjxa sBsauíojd sb[ jBiaajdap 9 o^sandsip ajdmais auuBjjBq
p aiuauípnSí ouioa 'uaunja opuajjoq ubj ua Jiunaui aunaasq iu 'Bia
-u^^uoa iui JB[qop 9 ajuaiayns Bjas s9uibí 'uopBjapisuoa joXbui bj ap
oiuiajd [a anb ap 'ojnSas '.opiqaauoa Bq anb Bapi [ia b[ *puA aiaajdsap
'sand isy sojjosou BJBd opBuysap opB^sa eq ajduiais anb [g ¿sb8i}bj
siui ap oiuiajd [a opis Bq ^nb X? :pBpun8as ns ap ayBd joXbiu bj uaq
-ap auj 'ByBdurea B[ ap sopBpuaaBq so[ sopo^ ap sauaiq so¡ anb í^^ 'S
ap oioiAjas p ua opBayuaBs ^q aui o;uBnb uaiq Xnuí aq^s *puiy\,,
•sopBdinsn uBiua^ sou sauopuBiu soubj
•\\ so[ anb 'soqaajap soj japA jaaBq 9 soqansaj soiuBjsa Xoq 'ojuaiiuy
-BqB |B sopianpaj soujia sou pns [ap souBauaiuB soj Bip un8p re X :o8is
anb BsnBa Bjsnf B[ ua 'Bupd iui ap uaiq p oqdsB ops uoiDB^sajuoa nu
ap otuoa 'oXns japBJBa [ap Bu8iput ub^ sa 'ubj^bijt^ [anuB^ q b Jijaj
-uoa ap zajuBjiAB bj -puA opiua^ Bq anb uoisiuioa B[ uoa ojídsaj anb soj
•uaiuiyuas sosojuoq so[ 9 X 'Buosjad iui 9 aaBq aj as anb oqnsui [g,,

�52
llama a los enemigos "insurgentes"; y "Patricios", no a los soldados
de este nombre, como lo hace en otras oportunidades, sino a los que
en Colonia están "deseosos de escapar, o separarse de los enemigos de
la causa común"18;que el 10de Mayo, también desde el campamento
del Santa Lucia, y en nota a la Junta noticiándole "intrigas y vajezas"
de Ehb, Artigas llama dos veces "enemigos" a los partidarios de la cau
sa representada por el gobierno de Montevideo, y habla de "nuestra
Patria", aparentemente como de la suya propia, pero de una patria
a la cual tiene, a la vez, por representada por la Junta de Buenos Ai
res;19 y que asimismo en nota del 12 de Mayo, dirigida a Rondeau,
ahora desde el Canelón, llama dos veces "insurgentes" y una vez "ene
migos" a los del bando opuesto20, designaciones, éstas de "insurgen
tes" y "enemigos", que anticipan las que comentaremos entre las va
rias que, aludiendo a lo mismo, empleará en sus documentos inmedia
tamente posteriores a Las piedras.
Lo que podemos llamar el ideario de Las Piedras, agrupando sus
piezas escritas correspondientes en un conjunto a parte, no porque re
velen novedad respecto a lo que pensaba Artigas en estos días anterio
res, en los que hemos venido siguiéndole paso a paso, sino por la tras
cendencia de la batalla a la cual se refieren como a su causa inmedia
ta, y porque revelan a la vez que, aún vencedor, en nada altera los
ideales que lo habían conducido al campo en que libró su gran acción
de guerra ni las palabras en que los hemos estado viendo traducirlos,
es el conjunto de expresiones que pueden recogerse en la serie docu
mental constituida por varias piezas emanadas de él en los días inme
diatamente subsiguientes a su resonante y decisiva victoria, cuyas con
secuencias hicieron escribir a un español europeo, desde Montevideo
y sólo doce días después del hecho, "que se perdió p.a siempre la
América del Sur",2' a saber: los partes que escribió de la batalla y que
enviara a Rondeau y a la Junta de Buenos Aires, respectivamente, y
los oficios relativos a cesación de hostilidades, que dirige a Elío y al
Cabildo de Montevideo.
En el parte que dirige a Rondeau el 19 de Mayo de 1811, al día si
guiente de la batalla, no existe definición alguna con respecto a Fer
nando Vil, y, en cuanto a los elementos que componen su bando, por
una parte, y, por otra, a los representados por las tropas salidas de

�X t^ojBiAEj^xa os soood sounSjB X seseo sns e uojbjijoj os X ucuESnj
anb,, '|B^uof50 BpuBg B| uo sopioBu sosojoiunu so[p oj^uo Biq^q onb
'jpop so '4,ByBduiB.-&gt; B| op soupoA uejo soqoniu soSuuouo so¡ op,, rooip
onb jo uo 'ojJBd oiusiuj ajso op ojBJJBd un uo sbSijjv oidojd |O EUBp
B| sou B^sandsaj bj 'opunSas o\ b o^uBno uo 'onb X íji^ opubujoj b
UBqBOOAUi [BnSí jod onb apsop 'pn8i jod sb;si|boj biabpo^ ubjo sopueq
soqiue onb b Biqop os opa 'ojoiuud o| b opiBno uo 'onb souib;jb^soiuoo
'jsb o|io bjo ^nb jod asB^unSajd sou os ;s \ sojopBuo^siq so[ 'Xoq
BlABpOJ 'SOIJBU1B|| UO opBp UBq 'U9J0n|OA0^ B^ B SOJOUO^UB SOl|OOl]
b unB X SBjpo^ sb^ op oiuouioiu [B osopuouyaj 'oiuoo 'ltso|oyBdso
so¡,, iu &lt;4sb^si[Boj soj,, so8;iuoua so[ sopBiuB[j uos 'sond 'zoa Bun ^^
*,,Bu^Bd BpBiue iui op pB^oqi| bj,, Bun X '4,oiusyoujBd jo,, Bun '(sojbio
-yo sol B ^sopuouyoj) 4tB!.yBd B[ op sopjoiuauoq,, Bun 'tisopBp|os soj^
-sonu,, Bun '^sbuijb SBjjsonu,, Bun 'ltsoj^sonu so|,, Bun '(44buboijouib
o^uo8bj b on^uysip onb pBpisojouaS bi,, op mbB BjqBii X) ^bubououjb
o)uo8bi,, eun ',,soj^osou,, Bun 'ltBiJiBj b^ op sopBpjos,, Bun '^bu^e^ bi
Op SBUUB,, ZOA Blin 'OJ^O |B X !,tS0UOpUBlU SOu8ipUI,, BUtl \4SBpidlllOiJ
-oo sopBpuopiB,, Bun '44oujaiqo8 ooiueji^,, Bun '44oapiAaiuoi^ ap oujaiq
-08,, Bun '44soubjií so^ ap soABpsa,, Bun '44bjubii^ bj,, z^a Bun '44soijbjj
-uoo,, sooaAsaj^ *44so8iiuaua,, saaaA oouinb '44sa;ua8jnsui,, saoaA oj^no
BuiB|j 01 oun b anb jb^oub soiuapod 'sopusq soi ap oun BpBa b Bu8isap
onb uoo souiiujo^ soj b o^u^no ua 'X 'opuBUjaj b sauoisnfB uaoajBdB
oooduiBj 'ojBipaiiiui oXei^ ap Q jo Bjunf B| b aSuip anb ajJBd p ug
"sopoj ap BpiA bj
opiíBjqn uopaaosip ^ uBjaipuij as a^xajuoo Biiosjad ua oiusiiu oX,, sb8
•\%j\ u^iquiB) aoip nsapuo^ b a^Bd ajsa ua anb 'ounpuBiunq o^uaui
-op jauíud ns uoo sbSi^v 3P ouBopí p jbjSoiui b auau 'Boyijod uopiu
-yap b oiayaj os ou anbunB onbiod 'jbuSisuoo ap asjBfap apand ofq
•&lt;4BUPJ BJU ap SBUUB SB|,, BJ^O X 44SE}0UJEduiO3,,
bjjo *44Bjoupd a^ua8,, z^a Bun Buuuouap soi '(44BdoJ^,, sB|opuBiuBu 'a^
-uouubpiiui 019S apnp sb| onb uo soooa sb^ op opuaipuiosajd) soipnbB
b X ;(44o8iuiouo onbjBd p,, o 44o8iuiou3 p,, '44B8uuaua Bzjanj,, \4b8iuj
•ouo BjpJBn8Bpj,, '44B8iuiaua Bdoj^,, '44B8uuaua Buunqoo,, '44sb8iuiouo
sBZJonj,, oiuoo sa|Bj sa^uaiBAinba soiuhiuoj opuBajdiua aoBq anb sbj b
uotoBuSisap bso uo osopu^Xnpui) 44so8jiuaua,, saoaA sajqiupA '44soubj
•y,, zoa Bun 'S01S^ b 'biub(| soj 'joouoa op BqBOB onb sbj b

�54
entraron en la plaza", lo que evidencia que estos últimos npjepugnaron continuar bajo las banderas de Montevideo, aún después de su de
rrota.
Pero las alusiones al americanismo y aún al orientalismo que latían
en su propio bando son, también en este mismo parte, como vimos
que lo fueron en los documentos de Mercedes y campamento del San
ta Lucía, hechas con entusiasmo por Artigas. Son notables, en este
sentido, dos fragmentos de su nota a la Junta: aquel en que, procuran
do explicar la razón de "la gloria de nuestras armas en esta brillante
empresa", anota que "la superioridad en el todo de la fuerza de los
enemigos, sus posiciones ventajosas, su fuerte artillería, y particular
mente el estado de nuestra caballería, por la mayor parte armados de
palos con cuchillos enastados, hace ver indudablemente, que las verda
deras ventajas que llevaban nuestros soldados sobre los esclavos de los
tiranos estarán siempre sellados en sus corazones inflamados del fue
go que produce el amor á la patria",23 y aquel en que, arrebatándose
aún más, hasta el extremo de revelar un verdadero asombro, expresa:
"siendo admirable, Excmo. Sr., la fuerza con que el patriotismo más
decidido ha electrizado á los habitantes todos de esta campaña, que
después de sacrificar sus haciendas gustosamente en beneficio del
exercito, brindan todos con sus personas, en términos que podría
decirse, que son tantos los soldados con que puede contar la patria
quantos son los americanos que la habitan en esta parte de ella", con
lo cual revela circunscribir lo más intimo de su orgullo de patriota a
la exaltación ^el sentimiento oriental dentro de la patria americana o
quizás rioplatense, para proseguir en seguida: "No me es fácil dar to
do el valor qts en sí tiene á la general y absoluta fermentación que ha
penetrado á esos patriotas".24
Entre las d^s fechas extremas, que hemos mencionado, en que es
cribió esos pates: 19 y 30 dfi Mayo (sin contar su respuesta a Muesas sobre canjo de prisioneros, que no contiene definición de ideario),
dirige cuatro ^otas, dos a Elío y dos al Cabildo de Montevideo, en las
que, siendo sobrio en la exhibición de su patriotismo americano, que
no oculta, cor todo, pero cuya exaltación habría aumentado innecesa
riamente la d-visión con las autoridades de Montevideo, a las cuales,
por el contrario, quería persuadir a la unión después de su triunfo, es,

�-Ul EJOUedSS uylOBU B| 9p ,^uu;.&lt;; pU9q SK| EJÜAOH •S3^u^|iq&lt;.l{ SllS Op OJ
p ajaos X "saooA sepi^iyB sns SA ^Sio,, msb gXnpuo.i
|q9nd9^3,, 3p [9 U?[qiUBJ X SB[[3 3p OJOA |3 S3 |EJ 9nb X
3p 3^Bd jod sgpBpqysoq se[ jbs99 Ejsq oseo 9S3 U9 ojos 9nb
OpU9prp '^ •&lt;cBJU9UIIJ9dX3 BpOJ Bjp SOJUBnb 'S9[BUI SO^UBJ OpBSnB^
^q 9nb 'Bdomg B| 9p oubjij ¡9p uoisgjdo b¡ ^p ¡jy\ opuBUjgg q ^^
ouBjgqos ojsnSnB oj^sgnu 9p soiuiuiop soj sos9[i jbaj9suoo Bjsd 'Bired
-sg 9p SBiDUiAoíd S2\ sBpoi opE^dopE uEq 9nb SEpip^ui sb| ;sb opu9fn8xs
X 'opBDijqnd o;u9uje[89j [b 9uijojuoo '9^uEju9S9jd9J un 9p oip^iu jod
so^oa sns B^a f 9A9^ 9nb X 'oiqgnd 3S9 jod SBiouuojd sb;s3 gp bu
-OSIAOJ^ BJUnf #BUI9Xg B| 3p pBpUO^nB B[ Bpl3OUOD9J B9S 9nb '9AJ3nS3J
oins sajuB^qBq sos9 ^ sBiDBiSsgp sbj 9p Bdoo B[ jBjndB BJBq ^-^ X 'op
•BjUB{9pB B¡|Bq as 3nb U9 Bjqo B[ 9A9jq U9 BJinpuoo oji3J9X9 ^jsg,,
:so9dom9 s^iouBds^ X soubou9iub s9iouBds9 'soidojd souj9iqo9 soa
-ipads9J sns jod 9^u9ui9jqi[ sopiS^j X 'souBuu^q oiuo^ 'íiaiauoo usjq
-^p X UBjpod 'BqB}U9S9Jd9j 9js^ 9nb buii^iS9i pEpuo^nB b^ 3p unuioo
O{oquns opi^nDsip ou J9 ofBq '3nb 9p X 'opuBuj^g b pBjiB3[ ns 9p S3U
-0I3BUUIJB SBJEp SOp SB^S9 OUISIUIISB SOUIB[IBq 'opB{ 0J^0 JOd 'OJ9J
\tBJOiu3p JOU9UI bj 'joygs '^^ujpB ou so[q3nd soj 3p BsnBO
cg,, :oiiB9pi ns 9pJB^ s^ui BJBpunqB 9nb 9p 'bdijbjoouí9P u^piuy^p 9p
SepU9}U9S S9UUIJ SnS 9p '0dlU9lJ [9 U9 'SBZinb 'BJ9UIIjd B{ JBUIBJl SOUl
-Bijpod 9nb B^ BduiB^s^ opuBno X '^Bu^Bd ns jgpu^pp BiBd bX sgjq^
'BUBduiBD BSU9^X9 B^9 9p SOpO^ S9JUB^iqBl| SOJ 9p SO[ OpBZB|U9 UBq 9nb
opoui ouisiui pp 'souBuugq sns gp soj Jiqpgj b sgndsgp ubXba X ouisy
-odsgp pp SBugpBO sb{ ug^uBjq^nb sozBjq sns 3nb o^ub^ BjsBq ubzubd
-S9p ou 'ugpu^ygp 9nb soq99igp sopBjSBs so^ b ^qgp 3s 9nb oiusBisn^ug
J9p sopBunuB 'Bdojj X sgppyo siuj,, 9nb !4tUBsid 9nb opns pp s9}ub^
-iqeq so( b pB^gqq jBp b uBqojBiu,, Bjunf B[ ^p s^uopBj^do sb[ 9nb
90ip OpUBnD 'JBJU9UO X OUB0U9UIB O^U9IlUyU9S OS B SBpBpA S9UOfSn|B
'opBj un jod 'souiB[pq 'oioysruuB gjqos Bjgpiq 9¡ gjsg 9nb u^pisod
-oíd b^ b opuB^sgjuoo 'oXb^^ gp 0^ 19 oqg b g^iiip gnb b;ou B[ ug
•sopipnp so}U9uin9op ojpnD soj sBq^gj sns 9p ugpjo p jod opu9iu
-O99J 'opgdsB oj^o X oun U9 U9piuygp gp so^uguioui sns soiuB3y\
•sgjiy sougng gp B^unf bj b opBuipjoqns jnqpiu gp uopip
-uoo ns X B^yunf o^ugiuiyugs ns uod B^yyugpi 'gjugiuEAgnu 'gnb v.\ b
'BjsipuBUjgj 9j gp uoisgjojd ns ug oqoqdxg gjuguiBpun;oj 'oiquiBo ug

SS

�56
teresada en nuestra unión".26
El oficio que dirige al mismo Elío al día siguiente, 21 de Mayo, re
vela idéntico dualismo: por una parte insiste en la nota de la unión
entre españoles americanos y europeos, al reconvenirlo a que conside
re "los padecimientos que causa la discordia entre hermanos, que por
naturaleza y derecho deben estar unidos", y el clamor por que "nues
tras bayonetas no vuelvan á teñirse con la sangre de nuestros herma
nos; y que esos vecinos cuya felicidad anhelo, disfruten de la bella
unión que debe ligarnos"; pero por otra parte invoca la causa ameri
cana y oriental, al hablar de "un pueblo oprimido, un pueblo que de
sea quebrantar las cadenas que arrastra", y de "nuestras legiones li
bertadoras", y al aludir, sin nombrarla, a la legitimidad de la Junta,
diciendo, con respecto a su bando: "nosotros, que militando baxo los
auspicios de un imperio establecido..."27
Y el mismo dualismo se repite en la larga y preciosa nota que dirige
al Cabildo de Montevideo encareciéndole el reconocimiento de la Jun
ta y reprochándole su participación en las culpas de la guerra. Por una
parte le imputa, entre éstas, que "se permitia, acaso podría decir, se
fomentaba la mas criminal división, entre los españoles americanos y
europeos", y que "se puso por fin el sello al atrevimiento declarán
donos la guerra; pero ¿á quiénes, Excmo. Sr? á los vasallos de nuestro
amado soberano Fernando VII, á los que defendemos la conservación
de sus dominios, á los enemigos solo de la opresión de que huye la
afligida España", haciendo luego constar que la Junta "no puede mirar
con indiferencia la efusión de sangre, particularmente entre herma
nos", y aclarando más adelante, todavía: "No olvide V.E., que la
Excma. Junta Provisoria de estas provincias sostiene solo la causa de
nuestro augusto monarca el Sr. D. Fernando VII y la conservación é
integridad de estos preciosos dominios, de que es una parte ese pue
blo, y que solo vanas preocupaciones han podido separarle de sus ver
daderos intereses..." Por otra parte, dice, dando suelta a su sentimien
to americano y oriental y a lo sagrado de los derechos de sus pueblos:
"Y ¿quál ha sido el resultado de ese encadenamiento de errores?
V.E. le observa ya. Los habitantes todos de esta vasta campaña han
despertado del letargo en que yacían, y sacudido el yugo pesado de
una esclavitud vergonzosa: todos se han puesto en movimiento".

�-tui ojuBno jod bjjia o pspnp ap sbj BJBd ajuauíBpajipui aaajqBisa O|
anb ''05 yn X 'sajBpuiAOJj SB^unf sbj BjBd aiuauíBsaidxa ;sb aaa|qB)
-sa 01 anb 'éo vib) t,jouadng B^unf B^sa b uopBuipjoqns Bja^ua uoaM
UBijBnpB '&lt;tuasai8ip as anb sopos sop so| X asanj 01 ajuauífBnpB anb
'sbulib ap ajuEpuBuioa ja 'jaq^s $ sa,, 'sojqtuaiui san ap uBupuoduioa
as anb X 'e^ia o pBpnp BpBD BJBd BqBaja '"09 opojiiB ns ua 'opjaap
oiusiui p anb sBiua^iBqns sb( ouioo saiBpuiAOJj ssjunf sbj ojubj anb
oiusnuisB asjBpjoaaj ap sa oiad :Biua; ou uns anb Bpuuojd dp pBp
-i)ua bj 'a^auíBiAdid 'b^s^ b apsjBp ap c;qeq anb ajuaui|Bn9i BUBsuad
'jBiauiAOi^ B^unf Bun ap BpBjop asanj [B^uauo ^puBg B| anb ua osbs
•uad sBSi^y is 'anb jauodnsajd aasq sou anb oj 'BpuiAOjd ap {B^dsa
BpBO ua UBUBuopunj sajBpuiAOj^ sE^unf sb[ anb asjBpjoaaj ap sg (0$
*Vib) Bya^od B^unf B| ap ojuaiiuajqiuou jod o^siAOid Bpas 'bidubdba
ap osbo ua 'anb opuaiAajd '(-o^ *^ib) oXb^ ap gi jb joijajuB uaiui^^j p
a^Bd Biuiu;ui B^a ua 019S opuBSuojOJd o^and ns ua BqBAjasuoa as anb
'a^apua^i jopBuiaqoS o a^apisaid pnps p X jbooj jE|ndod uopaap
ap ojjBna 'sojquiaiui oaup usmaj anb X 0 'U8I 9P ojajqag ap oí
pp Bjunf bj ap opjaap jod sBpBaaa uapaj 'sappuiAOj^ SBjunf sb| ua
anb s^iu BpBu asBsuad sBSi^y 'so;uauioui sopa ua 'anb a|q;sod sg
.^'ojBuXajji/v onSft^uB p opoj ap jBjaua^ oujaiqo9
oiuoa saauo;ua BUi^saAdJ asuaaaBUoq Bjunf b[ anb pp ouadiui unuí
-00 p ofeq 'ojqand oidoad ns ap opBUBuia 'oidojd oujaiqod iBinoi^Ed
ns sBuiapB BjaiAn; [B^uauo epu^g B| anb b 'B;unf bj isb o|jBjdaaB Bap
BjqBq uaiquiB^ anb Biuodns X 'BqBJidsB SBSi^y anb ap opi;uas ¡a ua
'opa ap opinpad uis 'asjB^aadja;ui epand anb ajqisodiuj sa ou 'Bjunf
Bsa BqB^uasaadaj B)B[g b( ap oi^ p opo^ BJBd anb oidojd oujaiqo^
ap uauuS^i pp oj^uap 'Bi^sisaj oj unB anb 'oapiAa^uoj^ ap uoisnpui
2\ uoo 'Bpa Bpo^ asBpanb is BiiiJinbpB [B^uauo Bpu^a Bl 9nb Baiiqod
BpiA B| b asopuauyaj oiuoa asjB^aadja^u; apand pjaua^ ua is 'anb O|
*Baiji|od BpiA a[iBp X siBd 3^S3 jBDyiDBd b ud^uip as 'opuadap anb ap
oujaiqo8 jouadns pp sbj X 'sauopua^uí siui,, :b^s^ anb souaui BpBu sa
Bjp oaad 'ouBapi ap uoisajdxa bjos Bun 'sauopBjapisuoa sbj;o jnu
aj)ua'aaaiBdB 'H81 9P ^Vi 9P SZ B BPBq^^j 'oppqB^ p aSuip "z^d
ap sopsodojd sns ua opuaysisu; 'anb b^ou BAanu b¡ ua 'aiuaui{Eing
ttsoiqand so[ ap bpbj8bs BsnB0B^ jEjaupA ap ajquiay ojad íg'A sand
BU]a,, :B}BJ09iuap ap spua^as ubjí Bpun^as ns ua 'a)UB|apB sbiu \

�58
pone que estas últimas "reconocerán á sus respectivas capitales la su
bordinación, en que han estado las ciudades de que lo son"), limita
ción gravísima que reduce a bien poco el principio de que en la Junta
Provincial "residirá in solidum toda la autoridad del gobierno de la
provincia" con que se inicia lo dispuesto por el ya citado artículo 2o.,
por lo cual, si bien ha habido comentaristas que, a partir de José Ma
nuel Estrada inclusive, han apreciado el decreto de creación de las Jun
tas Provinciales como el primer "síntoma" de las "fuerzas autonómi
cas" en el Río de la Plata,31 otros entienden, siguiendo a Aristóbulo
del Valle, que este decreto ^lleva el sello propio del sistema unitario"32
y otros, como Emilio Ravignani, sin llegar a la exageración de los pri
meros ni a la de los segundos, se limitaron a destacar, con verdadera
precisión científica, que el decreto fue dictado "bajo la presión de los
diputados provinciales", y que él "señala la obra del espíritu provin
cial dentro de la Junta de Buenos Aires",33 sin atreverse a hacer carac
terizaciones doctrinarias que resultan anacrónicas para un momento
de la evolución institucional rioplatense en que los conceptos de fe
deralismo y unitarismo no habían nacido aún y sólo puede hablarse
de centralismo o porteñismo, por una parte, y, por la otra, de espí
ritu provincial, o mostrar simplemente la existencia de un antagonis
mo entre "porteños y el resto", como también certeramente, y refi
riéndose a períodos todavía muy posteriores, lo expresó Carlos Correa
Luna.34
Pero es también posible que Artigas, sintiendo los defectos de un
sistema que no daba satisfacción total a las necesidades locales, li
mitándose a reconocerles el principio de la elección popular de los
miembros vocales de las juntas, pensase en que la Junta de Buenos Ai
res no dejaría de perfeccionar la obra, de todos modos importantísi
ma, de la creación de las Juntas Provinciales, llevando el principio de
la elección popular local también hasta el cargo de Presidente, como
asimismo al de las de las ciudades y villas, con lo cual la subordinación
general a Buenos Aires, en momento tan incipiente de desarrollo de
las tendencias autonómicas en las corrientes políticas del Río de la
Plata, no podía ?sar como un principio de opresión para las diferen
tes regiones que if¡e ella dependían, y, por consiguiente, para la Banda
Oriental$

�dnb qaAaj p^uauo ojqand p anb ua sojdaouoo ap opuniu un 'BAanu
3)uaui[B)o^ •^uapuansBj; cun ap so^uauinoop ua 'jpnpBj^ b ubjbz
•uauíoo 'spuapuadapui BjqBjBd B[ ciABpoj lEpunuoid uis 'X 'ijy\ opuBu
-ja^ e opuBOOAur jBnuij'Jo^ ap a;uaui[BoipBJ UBfap so[ja sand 'oiusin8
-^jB pp sapdBd soj ua p.pm^as na a^iaiApB as ise X 'sauy souana uoo
|F4uauc oiqand pp pEpuepijos e¡ Bsaa 'sand 'opox^ pp jiyBd y
•BZUB^uaA B| X Bl|
-esajdaj bj apsoSsau soj sopoi b 'B[nsnB(a bj;o ua Bpi;auiojd bj^siuuib
B} aíUB^sqo ou X 'oqaaq ap "sa^uBjiqBq sns b opuaiuodxa 'a^UBj8B[j op
-oui iod Bpouoasap 'SBsoj^qad sbui sB|nsnep sns ap nun ua BpB[nd|^sa
oidojd [B [B^auQ Bpusg bj ap Bgaj^a B| anb 'soipaaap
X sasaja^u; soj^sanu asB|duia^uoa anb ouisiiu pp
-oui Bun jauaiqo b BpBzajapua [Bjuauo B^sa^ad b| ap zibj b
-UBjadsa oaad iijnuj sBpiAOiuojd SBA¡puaa^B SBppouoo sb[ ap sandsap
^11^Í ^P ^jqnpo 8P 0^ P B|pnbB b 9X1^1 ^sns anb opjiAunux p Jod
opBayipj uy jb anj 'o;ig iaiABx o^spuBij uoq oapjAa^o^ ap Xaajiy\
p uoo 'b^s^ ap ajiqiuou b '(buij uopoBpaj ns ua unB 'opiqaouoo X saaiy
souan^ ap Bjunf B| ap BioBuio[d;p b| jod a^uaiuBUBui8uo opB^jaouoo
'anb oio^suujB 'BquiB sbiu opipnp souiaq anb b ^181 ap ajqnp^
ap üi.^^siuuB p ra^^ ap a^^uiiujapp oqaaq \o uoo 'joíaui 'o ^piuauo
O|qaiid pp opox^ p uoo Bzuauuoo oXb^^ ap uojoii|OAa^ B| ap ojuaiui
•Bsuad [ap oa^uap sr8ipy ap ojuanursuad [ap uopnpuajajip B^|
*B[jaubB uoo o[qand oiisaiui u saouo^a r^sBq opuBáij opmaA
anb ,tosajdxa Bounu ozb|,, [ap BJi^dnj B[ oiuoo 9pidiajui oiu
^ [a 'ajuBppB sbui J3A ap souiaq oj ur8as 'anb X sajBjuaiJO so[
jod o;uaiiuioouoosap ns X op^smue [a uo.ibo;jiu8|s anb saiiy souang
uoo BpuauaABsap oabi^ bj B^sBq Bjja b sBpiun UBiBnuyuoo X 'saouo;
-U3 BISBlj OpUBJ^SOUl BIU3A S3[ dS SOpOJ Sa[B}UaiJO SO[ B X [9 B OUIOO [B^
oXb^ ap u9pnjOA3^[ B| ap B^sfpuBujaj X B^^unf Bixopo^o B[ ua 'sbSij.
-ly ajuaujE^tp ssajdxa o] isb anb jaA opipod souiaq X 'o[j¡oap b souoa
-|oa 'uu)qB0 [B^uauo o^aiiuyuas ap X oiusiuBouauíB ap scjou se^^
se ítBoyi[od BpiA a^jBp X sisd ajsa iBoyioBd b ua8uip as 'opuadap
anb ap ouiaiqoS jouadns [ap sbj X sauopua^; s;ui,, anb ap 'opuB^uaui
-00 souiBisa anb Psbjj El b Jinquic souiaqap anb aouBO|G p jBjpuad
ap ojiíaUM ojisanu niBd sa|;iu,isojaA ajuamnjaajjad 'sand 'uos juaSns
apsou^qBoc anb sauopBpjdjapu m:j ap hi^o b[ oiuoo buh b¡

�60
se encamina a la independencia absoluta, declarando, unas veces ex
plícita y otras implícitamente, que ha entrado al ejercicio de su ple
na soberanía.
Reivindicación ahora integral, por consiguiente, de derechos de que
antes se había hecho uso sólo en forma tímida, parcial o no totalmen
te consciente, que nuestro pueblo, y con él Artigas como su intérprete
y su guía, harán ante el desconocimiento, ahora también integral, de
esos mismos derechos, hecho a espaldas de los orientales, y, más
aún, con engaño de los mismos, por el gobierno al cual habían confia
do tácitamente su ejercicio por haberlo venido reconociendo para los
azares de un común ímpetu revolucionario, generoso y sin cálculo,
como su superior y como auxiliador de su lucha armada en defensa de
ideales vagos, pero ya sublimes por lo esperanzados, lo candorosos y
los puros, de patria y de libertad.
Es por eso que este libro, en su parte de repertorio documental
comentado, se inicia, como lo hemos anunciado, con el estudio de las
piezas esenciales en que más lúcida y acabadamente traducido aparece
el pensamiento artiguista durante la emigración en masa, hecha para
^trasladarse con sus familias á cualquier punto donde puedan ser li
bres, á pesar de trabajos, miserias y toda clase de males",36 como lo
dirá el propio Artigas, y que desde el acierto con que la bautizara.
tres cuartos de siglo más tarde, Don Clemente L. Fiegeiro, la historia
seguirá llamando siempre el Éxodo del pueblo oriental?7

�#(^^9M9)*dd 'II *l ''M3 ''uipeaj *pa 'sajjy souang ap viaovf) ua 'U8I ap
ap 6 PP saJ^y-souang ap viazDQ ua 'il9l ap ipqv ap 1 I 'sapa^ia^ 3P
|3iJn3 'ptuayo vpung o¡ ap oipaaxa ¡v svüiuV psof ap ouiopojj
•m-^C *dd 'AI "I &lt;#J!3 'soS^jy OAitfOJV 'SVOI.LM V OAIH3
1VNOIDVN NOISIWOD ua ajuaipuodsajjo^ u9pBjuauinDop B| ^sb3a 8
dd h -o -p "
*p 'tajfy souang ap otaoofy ua 'U8I 3P IPQV 3P t PP sajKy-souang ap
'ap OZ \*P }\3 *P J*!AOX oosfautu^ ap vtuvpoj^ ¿
'oapiA3uow 'u "d 'AI "I 'sv^^jy OAftfMy 'SVOU^V OAIHDMV
1VNOIDVN NOISIWOD 1(*"BpuBA Bjsa Bpoj jod oduiai) oood ua oipuajsa as sap
-aajai^ ap B(i}dB3 B( ua ojauíud opanda anb uopjpas ap o8anj o^anbad p A as
•naa auanq B| bjjuoo aouiiua soj a|uauie|jauipjoaj^xa oipuaaua a||a ajqos sauotap
•odui| ap UB|d X ayaduiaa a|ua sspap saaii^iod^ue sujo sai X 'ojajqaj ap 1 p ep
-aaqqnd ejjan^ ap u^aajapap a| f opiun 'Byaduiaa apa aqa^a anb opfjanb pui
o| X XajjiA joyas lB ^^deo bj ua uaua^ anb oipo a(qaaB|duii 13,, -.souiuij^i saj
-ua|n8{s soi "3*1181 3P ajquiajAojsj ap 61 P 'eupa^ ap psjaAiufi oqaadsaa ¡ap X
opB}83 ap ofjapjaas IB B)ou ue jezsps bjjb^ ^sof uoq jod sepezpapp uojanj
'ojxaj p ua souifpnp anb a so^daouoo so| ua a^uauíeipjidut; apaaouoaaj a auau
sb8|)jy anb sa| uoa apauiaiuappu|oa 'pjuajjo u^aaajjnsui aj ap sasnaa sa^
0061
'taqy souang 'eoi *d 'i • 'puftua&amp;iv opuapuadapuf xg ap nuaná o¡ p soAg
•vtaj sowatunaop ¿ satvp^^o sauod 'HOIDVH VI 30 1VM3N30 OAIH3^V
ua 'U8l 3P oXb^ ap IC 'oap\xaiuoyi ap opgqto ¡o svS^jy psof ap vtofií 9
PIQI S
'68 'd Ton ojuauínaop :ase^A t^
*(^9)-(€9) 'dd '#p '•uiisaa^ *pa 'sauf y souang ap viaovQ ua 'lis I ap oz
•jb^ ap 6 PP saaKysouang ap vpzvq ua '1 (81 ap |pq v ap 11 'sapaaja^ ap
pjauao I^an3 '¡o^uayo opuvg p¡ ap otpjaxa ¡v svSfuy psof pp vwvpojg ¿
'1161
-6S81 oye 'vpvaai\\ Dfouapuodsajjoj '3^1IW 1VM3N39 T3U OAIHDMV I
TBfpUJ
ni apsoupg so¡ ap saKag ap u^pvgdooag b\ ap n ojqn 'II 'til '1 Xa^

SV1ON
19

�62
10Ibid.
11Oficio de José Artigas a la Junta de Buenos Aires, Campamento de Santa Lu
cía, 10 de Mayo de 1811, en COMISIÓN NACIONAL ARCHIVO ARTIGAS,
Archivo Artigas, t. IV, p. 380-382.
12Oficio de José Artigas a la Junta provisional Gubernativa de las Provincias del
Rio de la Plata, Campamento de Mercedes, Abril 21 de 1811, en COMISIÓN
NACIONAL ARCHIVO ARTIGAS, Archivo Artigas, cit., t. IV, pp. 308-309;
13Hemos recordado más arriba que el Comandante de Marina de Montevideo
Don Josa María Salazar escribía al Secretario de Estado de la metrópoli
que "los perturbadores /de Buenos Aires/ se han quitado la careta y abierta
mente caminan a la independencia de estos dominios del Rey", (véase pp.
49-50).
14Véase pp. 23-26.
15Véase pp. 66-67 y notas 4 y 1, respectivamente, de las mismas.
16Oficio de José Artigas a Antonio Pereira, Campamento de Santa Lucía,
10 de Mayo de 1811, en Gazeta de Buenos-Ayres del 29 de Mayo de 1811,
en Gaceta de Buenos Aires, ed. facsim., cit., t. II, pp. (437)-(438).
17Oficio de José Artigas a la Junta de Buenos Aires, Campamento de Santa
Lucía, 10 de Mayo de 1811, en COMISIÓN NACIONAL ARCHIVO AR
TIGAS, Archivo Artigas, cit., t. IV, pp. 380-381.
18Oficio de José Rondeau a la Junta Gobernativa de las Provincias del Rio
de la Plata, Cuartel General de Mercedes, 11 de Mayo de 1811, en COMI
SIÓN NACIONAL ARCHIVO ARTIGAS, Archivo Artigas, cit., t. IV. pp.
384-385.
19Oficio de José Artigas a la Junta de Buenos Aires, Campamento de Santa
Lucía, 10 de Mayo de 1811, en COMISIÓN NACIONAL ARCHIVO ARTI
GAS, Archivo Artigas, cit., t. IV, p. 384.
20Oficio de José Artigas a José Rondeau, Canelón, 12 de Mayo de 1811,
en COMISIÓN NACIONAL ARCHIVO ARTIGAS, Archivo Artigas, cit.,
t. IV, p. 386.
21imparcial. Montevideo, 18 de Mayo de 1931, pp. 1-2, La memorable fecha
de hoy.

�*S68 '••••IV ouang 'jgi *d '/pa ai/ *pjqi *JJ3 *l 161 7'P '
•ouang ¿^! &lt;ú 'louopnjfisuoj oqo9i9Q '311VA 130 OlfieoiSINV t€

•881 '9J(V souang
'6K 'd 'ni "1 'aupug^ty vo\\qndgg a¡ p op&lt;&gt;WH *Z3dOl 3 31N3DIA 16
*&lt;1I l) &lt;0l I) *dd 'H ' -ip "un3Bj pa 'ii • 'S9JIV
toung p v^ovQ ua 'i [91 ap ojajqaj ap tI |ap 's^i^y-sou^ng p anzoo OC
•(80SH¿0S)
•dd *n *} '*||a '*ui|83B^ *pa 'm^;k soung p otaooo ua 'H8I 3P oiunf ap
OC |apS9u&lt;v*ou9ng 9p ot9zoQ ua 'ugi ap oAe^ ap si *oapiAa)uo|^ ap o^
-|Jja^ |ap ¡Bjauao \9V*t\^ 'o^p^^tuo^ ip opuqaj ¡a soEiuy ?^of P opifo 6Z

'II 'I'*^)!^ "uiisaej *pa 'Siufy souing ip vhod^ ua *U8I ap ojunf ap OC
|ap SiuKy-souing ip anzoQ ua lli8I ap oXb^\ ap \i 'oapiAajuo^ ap oj
IJJ83 |ap |8JauaQ ¡ajJBn^ 'oipf&lt;\nuoi\ gp opifqvj ¡o sa^fuy ^o^ gp opi/o 21
•(00S)-(66t^)"d'n -J"I!O
'*ui|83Bj| *pa %S9J¡y souing ip ohovq ua 'li8l ap ofunf ap 81 |ap sgMy
•eougng gp oiuDUfpjoautxg vnzvj ua 'i igi ap oXe^ ap \i 'oap¡Aajuo^ ap
|ap oiuauíBduie^ 'oifg ^^t&gt;\ oosputuj a svHfuy ?sof gp opifo Ll
&lt;66p) d "pfqj 9C

~{2bp) *d 'ii • 4&gt;&gt;a ''uiisaB^ &gt;pa 'sgj/y souing gp dhooq ua 'i 181 ap oiunf
ap si ¡ap siMy-souang gp ofJDUfpjoauxg onza^) ua 'i isi ap oXb^ ap ot
'njpay bbi ap oiuauiBdujB^ '0^1/^ ^^vx oospuru^ o sv8¡uy ^sop gp opt/o SI
(P6P) 'd "pfqi PZ

'{t6P) 'd 'i i "lia "UJIB3BJ *pa 'sajiy souang ap 8j
ua *ii8i ap o|unf ap si |ap 'sgz^ysougng gp ofjoufpjoajtxg atgzao
ua 'i 181 ap oXb^ ap 0 'oapiAajuo^yj ap o)|jja3 |ap ojuauiBduiB3 'aiv^ v\
gp ofg \gp tapu^oi^ sai *P OAitotugqnQ viunp ai o svüjuy jsof gp optfo il
'18-^8 'dd '] 'i "ip 'aupug&amp;tv apugpugdgpu] ai gp augnXai vso\\iv\
•M soiuguitpop ^ titopifo SiPOd 'NOI^VN VI 30 1VU3N3D 0AIH;)V ll

€9

�64
33EMii.10 RAVIGNANI, Historia Constitucional de la República Argentina,
t.1, p. 177, Buenos Aires, 1926.
34CARLOS CORREA LUNA, Antecedentes porteños del Congreso de Tucumdn (Introducción al tomo VIII, Sesiones de la Junta Electoral, en FACUL
TAD DE FILOSOFÍA Y LETRAS, Documentos para la Historia Argenti
na} p. XXVI. Buenos Aires, 1917.
35Oficio de José Artigas al Cabildo de Montevideo, Cuartel General del Cerrito de Montevideo, 25 de Mayo de 1811, en Gazeta de Buenos-A y res del 20
de Junio de 1811, en Gaceta de Buenos Aires, ed. facsm., cit., t. II, pp.
(507MS08).
36Véase: documento No. l,p. 93.
37C.L.FREGEIRO, Artigas, Estudio histórico. El éxodo del Pueblo oriental, en
Anales del Ateneo, t. VIII, n. 41, pp. 64-77, Montevideo, Enero de 1885,
n. 42, Febrero de 1885, pp. 81-96, y n. 43, Marzo de 1885, pp. 169-182,
especialmente 171. La tentativa de Carlos Alberto Maggi de llamar a ese mis
mo gran hecho de nuestra historia con el nombre que según Don Carlos Anaya le daban en su momento los paisanos, llamándole "la Redota por querer
decir otra cosa", y que tomó realización en el artículo de "El País" de 7 de
Setiembre de 1950, CARLOS ALBERTO MAGGI, La Pedota (El Éxodo),
recogido en el libro Artigas, Serie de estudios publicados por "El País" como
homenaje al Jefe de los orientales en el centenario de su muerte, pp. 61-68,
Montevideo, 1951, es sin duda audaz y no deja de tener seriedad en estricto
rigor documental y de técnica, pero no puede borrar al que, no sólo arraigó
en el amor entrañable de nuestro pueblo merced a tres cuartos de siglo de di
vulgación, que coinciden con el período de la reivindicación y la glorificación
artiguista, *.ino que además traduce, filosóficamente, la profunda identidad
del significado histórico que la emigración del pueblo oriental en demanda de
libertad tiene con la legendaria del pueblo de Israel, y por ello aparece ade
más, comw el Éxodo de los hebreos, envuelto en el prestigio de una poesía
heroica y ^na leyenda milenaria, y se confunde, como aquél, con el alma de
una patria que se reveló inseparable del pueblo que la conducía, sufriente,
sobre el d*&gt;lor de sus hombros y la esperanza de sus corazones haciéndola,
por ello, imperecedera.

�g[ ap o^|8 un üa- ejuasa 4H8l 9P ^jquiapicj ap ¿ pp b^ou B}sg
ajjEd BqBuuoj anb ap odjana pp uop^aja B| opBumuapp uBiq
-eq anb sauy soppouoo so| sopBp 'opyauíoa ns opiBjjuoa asaaq^q ai
-uauíBAisnpxa Biqap anb sb| b 4sRiuy|n sBjsa 'sauopunj 'sosojapod sop
-epuaaeq so| ap X BpuaiaB^ pa^ B| ap soqaajap so; ap opdsaj p bjbcI
o|ps ou X 'pjiu uoiDB|qod b| ap sopspsaaau sbui so^uaiuap soj BJBd oj
-niu^sap X uoisBduioa bj uaiquiB) ojad 'uapao pp X Xa( B| ap souajj
so| ByBduiBa Bj^sanu ap BpiA B( b jba3h ap Bsajdiua Biuisijiqou Bpnp
uis B| b opB|nauiA osajSojd ap X jouoq ap o|¡bsba 'Xa^ pp ouBouauiB
ojjbsba |Bd| (B a)uauid|diuis uEqBjnSyuoa anb X 'opB&lt;ta| Bq sou u^iq
-iuB) anb '0181 B J!J9íhb an^uapuB|q pp sapdBd so| ap os ja ai p uaiq
opmajuoo ap s^zaid bX opusp BiuaA sou 'o^ipauíui
pp sauy ap SB^p sosjaAip ua sopBqoaj 'sBjpai^ sBq b sajoua^sod
sbjou X sa^nd sns X' U81 3P 1M^V 9P 'sapaajapj ap Biuspojd ns apsap
anbunB 'SB8yjy 9P oiuamnaop ubjS jaiuud p b^ou B^sa sg '\\$\
ap ajqiuapiQ ap ¿ pp 'XBn^BJBj pp oujaiqo^ jb sbSimv 9P Byasaj-B}
-ou b¡ ap op^ayuí^is auuoua p oiqiuBa ua jBaBjsap BJBd 'inXy p
-ap ns ap sa^u^ 'jpap sa 'oaup oqBjj p ua opB|B^sui BiABpo^
opand p jB^uaiquiB b soujb)uui| opuanb souiaq ^soxoub sojuauma
-op sop sns X auijojuí ajsa ap upiaBaijqnd bj uo3 p uoa bzubijb JBpiui
Buanb anb o^and pp sBiayou jaua) BJBd B^sinSyjR o^auíBdiuBa p
opBiAuaBiqeq o| anb j'oujaiqo^ ns ap oSj^aua jod oppnpojd auuoj
-ui 'oqixa p ua pjuauo o|qand p ajqos BipjBn^Bg oXBnSBJBd opnuois
-iiuoa pp auiJOju; ja jB^uaiuoa ap sounpujasajd 'souiBai|qnd o|n^dRa
opun^as pp aynd Bjamud Bjsa uo anb sopiamnaop ojpna so| a(|

"VU00U3WÜ osnvo o\ ^p pppuppi¡os pj - ojqand
ojjsanu ap sauotonjosaj sp¡ ap ppppupjuodsa p¡ jod ojadsaj
13 - saspq sns k ttojptpawui oujaiqoS,, un ap ojdaauoa ¡3 ppjjaqtj ap ouwtif a pppspjjp nuatj p\ ap pkadoda '¡pjuauo
p¡ ap Ptjojstq pjawud 'upw&lt;(pq pp oupapt ¡3 - 7

OOOX3 13 3NV^na VlSinOMHV 01N3IWVSN3d 13
S9

�66
marcha de nuestro pueblo, con Artigas a su cabeza, hacia el exilio para buscar la unión del Paraguay contra los portugueses, no habla ya
más, como hablaban todavía los aludidos documentos inmediatamente
posteriores a Las Piedras, de los derechos del augusto soberano, del
amado Fernando, y de "las bendiciones de la nación española, intere
sada en nuestra unión", con que, sinceramente, convidaba a Elío a la
rendición.4
No aparece en ella todavía, inequívoca, la idea de la independen
cia, pero está allí ese concepto de un "gobierno inmediato", o sea de
la división de un Estado monstruo en estados menores, con límites na
turales, dispuestos a entrar en relaciones recíprocas y a adoptar un
"sabio sistema" común (libertad, soberanía particular dentro de una
unidad mayor, seguridad y progreso: todos los gérmenes del federa
lismo, antes de su formulación en los conceptos que luego tomaría
de fuentes norteamericanas, encontrados como solución feliz en el
ejemplo de un Paraguay al cual se le elogia por un lado, sin nombrarla,
su independencia ya lograda, pero invitándolo a la vez también, sin de
cirlo expresamente, a abandonarla en la huraña forma radical que ha
bía asumido, para traerlo al acercamiento mutuo de nuestros dos pue
blos y aún, sin duda, del de Buenos Aires, para cuyo gobierno los re
proches son todavía casi imperceptibles).
Podemos encontrar en esta misma nota-reseña varias ideas funda
mentales que se van expresando con posterioridad a la postulación,
que, como podrá verse, está hecha en los párrafos iniciales, de ese
concepto del "gobierno inmediato", pero que por su vinculación con
él como su presupuesto lógico, deben, no obstante, considerarse como
las bases implícitas del mismo. Las exponemos y comentamos a con
tinuación en e! orden en que van apareciendo e integrándose, como en
un encadenamiento sucesivo, a lo largo de la narración y entremezcla
das a grandes trechos con ella.
a)La afirm^ción de que, "cuando los americanos de Buenos Aires
proclamaron sus derechos", "los de la Banda Oriental" estaban "ani
mados de iguales sentimientos",5 es decir, que los orientales se sentían
dueños de derechos propios y los poseían en efecto.
b)La afirm^ción de que "los elementos que debían cimentar nues
tra existencia ^olítica se hallaban esparcidos entre las mismas cade-

�un jB3sncj BJBd uopBj^iiua B[ japuajdma ap r&gt;\ X 'ajaf ua pjauaf) ns
OUIOD SB8i^y B Jl8ap~ap V\ cUOpniOA3&gt;J B[ JBIDIUI 3p B| :S3|B}U31JO SO[
ap sauopn[osaj sbj SBpoj 3p pBpi3UB^uods3 bj 3p 'ojuaiunaop [3 opoj
buiiub 3nb X 4souí3J3a[oa pno B| 3jqos 'u^pBioujB BpBjajpj Bq (a
BUBiunBassnoj epu^nyui Bun ua jssuad bjbcÍ
oai^oui OAdnu :bubui8uo pjnjBU pEyaqij ns uojdumbpBdj anb
S3 '^S^^BDUBJUB BJBd OpBZUO^nB OAn;S3 3ipBU 3nb X 'BZSJBJnjBU
•UOD S3| 3nb J3PBJB0 |9p 3SOpU3i;SlA3J,, UOJdpiq O[ S31BJU3ÍJO SO[ 'U81
ap ojajqaj sp %z [3 u^pniOAa^ ns jspiui |B ^nb ^p ojd^^uoD iq (p
8"U8l ^p^jqnpo-'P
OpiJSllUJV PP S3JBUItUI|3Jd SBAI}BJBJJ SB| 3p S31B^U3UO SO[ UOJ3|An^ 3nb
OJU3|UipOUO3 |3p UOISB3O UO3 '(nBSpUO^) ttJOpBI[lXnB 3^3f U3 [BJ3U39
JOU3S [B,, UOpB^U3S3jd3J BUn ',4IBJ3U38 pBJUnjOA,, BS3 BJ3 |Bn3 '3^U31UBS
-P3jd 'J3DOUO3 opuapBq {s3Jb^u3ijo soi opiSiJip jaqBq sp oq^aq p opa
uoo jBjuauíBpunj BJBd '&lt;tBui3^sis oj^sanu ua Bspaad a^uaiuB^niosqB,,
BJd 'B;uana ua BiaiAnj B[ as anb BJBd 'B^uasa upisajdxa BXna bso^ oui
-oa ajuauíBsajdxa opBuopuaui sa anb o^daouoo '(3js^ ap o8ojojd uod
X 'ouajoj^ oubub^ jod saiiy souang ua jouajuB oub p Bsajdiupj
opis BjqBq 'souBjpAOf b BpmqujB ¡bui o uaiq 'B[oyBdsa u^p^npBjj ns
anb b/C '3181 sp o^so8y apsap souaui o\ jod anj oj anb aiq^pnpui sa
'III ojbj8bjbcÍ ^a ua souiajdA oí un8as ouioo 'B^smStviB ojuaureduiBD p
ua bX oppouoo jas anb Bjua^/^pos ojdjjuoj p anb jBpuas ap asjBfap
aqap ou anbunB 'jauodns b asjBzuBj opBjn^uaAB BiABpoj Búas 'ou o ou
-BiunBassnoj 'uaSuo oXno) 4jbj3U38 pB^un{OA,, B| ^p ojda^uoo jg (o
•ojqq ajsa ap AI opuídso p ua asjBj[0jjBS3p X JiSjns opuaiA soui
-ají anb sauopdaouoo SBjn;nj :B^puodsajJO3 aj anb 44jB[n3fyBd BiuBj^q
-os,, bj ap osn BUBqsojp ap oun bpbo jBno o\ BJBd 'uBjuodiuon B| anb
sajqq so^qand soujsiui sosa ap Ji8ms B^qap BpuiAOj^ pj ouioo pBpiun
ns anb Bas o '4is3jqi¡ sojq^nd ap Bjsanduioo,, BqBjsa B[ja anb ap X BpuiA
-oj^ ua asjiSua Biqap p^uaíJO BpuBg bj anb ap '44so[qand so¡ ap jBjnai^
-jBd BiUBjaqos b^,, ap sauopdaouo^ sBjn^nj sns a^uauíB^BA BdpuuB anb
U91SIA riBuapjo anb BiqBq anb X soppjBdsa uBqBjjBq as BiABpoj anb
sojuauíap sosjaAip ap jrSjns Biqap pBpiun Bsa anb X ¿'Biuaj ou unB
anb Boijjjod Biauajsixa 2\ juinbpB Bjqap anb 'u^pnjoAa^ b[ ap sa^UB
apsap pn^iA pBpiun Bun Bja p^uafjo BpuBg bj sBSi^y ap o^daouo^
ua anb 'jpap sa 'g4tuasBjado anb BJBd sojjBuapjo BqBjjBj 019S X sbu

�68
asilo en donde seguir siendo libres; y el respeto invariable de Artigas
por esa espontaneidad de tales resoluciones.
Nos hemos limitado a señalar aquí la aparición del concepto del
"gobierno inmediato" y sus bases. Su significación y alcance en el
conjunto del ideario artiguista serán apreciados más adelante, en el
lugar que les corresponde, dentro del capítulo IV, titulado Los docu
mentos básicos de la política artigo ista''
Esta nota es la primera historia que se escribió de la Revolución
Oriental, y está firmada por Artigas. El dolor, el desengaño ante la
traición del armisticio pactado a espaldas de los orientales el 20 de
Octubre de 1811, surgen a su lectura como la chispa que iluminó
nuestro camino hacia el gobierno propio, hacia nuestro "gobierno in
mediato" que el propio Artigas inauguraría de hecho concentrándolo
en su persona, sin antes habérselo propuesto, sobre el pueblo orien
tal emigrado, por la propia voluntad de éste que lo había elegido
"nombrámdome por su General en jefe", valgan las palabras textuales
de esta misma nota del 7 de Diciembre de 1811, días antes de empren
der la marcha que aun no pensaba realizar.12 Y la visión del pueblo
oriental, la fe en nuestro pueblo, y en el pueblo; la fe en sus derechos;
la afirmación ya señalada de la espontaneidad con que el pueblo orien
tal adoptó sus decisiones, son el fondo permanente, de sacrificio, de
virtud, pero también de esperanza, de reciedumbre y energía heroica
que se acumula para hacer valer los derechos que acaba de descubrirse
a sí mismo, que de un extremo al otro anima la vigorosa redacción de
esta epopeya de la "tierra arrasada", himno a la libertad, a nuestro ciyismo primitivo y a la patria naciente. - •
Espontaneidad, sí. Pero no, totalmente, originalidad o inventiva
inicial en el colectivo arranque libertario, sublime y solemne, hacia la
marcha gigantesca: por lo menos, así nos lo enseña, en unas entre lí
neas que todavía nadie ha sabido leer, el propio Artigas, al decir que a
los orientales estaba reservado "demostrar el genio americano, reno
vando el suceso que se refiere de nuestros paisanos de La Paz".13 Y
no es la única vez que Artigas ha aludido en entre líneas a este ejem
plo del pueblo de La Paz.
Dejamos la demostración de este punto, y la dilucidación de sus
consecuencias, para el parágrafo siguiente de este mismo capítulo.

�9,'ap 'k(^;ed (3 ajqos sb^Sijub sbjuu sns 'sasan3n)jo&lt;| so| dp peppeua)
ei uopnfiaajd jofaiu B| jBpqosuoa ap sospajd sojuauioui so| sc^so jas
3p 3^3UI|En3l eJ33U3AUO3 3S 'B|pnbfi 3p OUI|S3p JOJ3UI |3p 3Jqilinp^J33
•Ul B| opUB/USSqo X 4B3U3Uiy BJ)S3I1U 3p 3)JO|Sj |3p 3^Bd BS3 B^SBq 3SJIJ
•fuiSBj) Bjaqap '|B)Uduo ^pueg B| ap dvons B| ajanj |en^ fias anb ap op
-pudMioa Xmu SA ?JBHBM 9S opnp ou 'sasaja^u sojjsanu ap pfippojd
•paj e| a^auífipnpunj a^uB^sfiq ejoqe opue|iia|ea "„ :p uon bzubiib
Bun opuBiiuoj Bjaipuajap as anb e o|jepAii; Bjcd Xbii^bjbj p asop
•uai^iJip 'u^í ap ajqmapic] ^p ¿ p 'e^ou e^sa ua ojuasa Biqeq sbSi^
"JV A SI'uFJ9^ua F^u?^'V Bl B sa sfiafijBj ouioa sfiafijfi^ b sa ojoj anb
soiuajfi[|Bi{ 'uopjodojd fiun opufiuuoj X 'Bpfiuej^) BAan^ R| fi epir/au
•9\ ap o|duia(a [a opunatjdv,, :.i||fi oiquasa 'R|oyedsa Bauaiuy B| Bpo)
e o3an| X BpfiUBj^ BAanfsi Bl B -i^b^uos ap sauoiaipuoa ua URqR|[cq as
sojs^ 'Bpnzaua^ sa|oyBdsa so| jod BpB)sinbuoaaj anbjod BqnzBuauíR
so| anb 'ajucfauías ojdipd un ap souipBUBj^^oau so| b JiuaAajd RjBd
'X 'SB^BJB3 ap sezjanj sb| b j;nj^sap jod oqBaB X opaja anb oaqj '^pnz
-audA ap uoian|OA3J Bjaiuud e\ opuRna ojoj ap pepnia B| Bqfi^asajd
-aj anb R^si|fidJ Bpua^sisaj ap oaoj p jspajdsap |B souB|ozauaA so| jod
oppapfid jojja |B JRAi|og Buapj a^ sajqapa oi|aaq ucq as anb sasBjj
ua 'BuaSfi^Bj ap o^saijiuRiu ns ua '^ l^| ap ajqiuapia ap gi p JfiAijog
Jod BpBpAdJ UOISIA B| B OUB Ull 3p SBUI U3 Ufidiai^UB 3S 311 b SOUUUJd^ U3
'b^ou B^sa ua ajqiuaiain ap ¿ p cpnuiJijB aaajRdB uniuoa uoiaaB bj rj
-Bd a^aujiuoa pp souBiioianioAaj sosaaojd sosjaAip so| ap
B| ap pBpisaaau B| ap u^iadaauoa B| anb 'í4souRauauiB so| ap
Biua^sis,, un ap U8| ap ajquiaiai^ ua rX B|qfii| sr^iijy anb SBiuapR
asang^j^fi X 'BURariaiuB pfipuRuuai| R| ap opijuas pp npfij)auad e)sa |RJ
•uauQ u9pn|OAa&gt;j R| opox^ pp sa|Rianii snip so| ua rX anb \k/.v¿ r^ ap
souespd soj)sanu., r LMauajajaj Rjsa uoa 'inbfi opfi|Riias apanb oia¿

69

�70
//. - Dos imágenes proféticas del Kxodc del Pueblo Oriental y su
su influencia sobre el destino artiguista.
1.— La primera imagen: el éxodo de La Paz
a) - Artigas alude por dos veces al éxodo de La Paz.
En los comentarios sobre el ideario del Daymán, escritos en el pará
grafo precedente, prometimos revelar la relación que la Historia está
en condiciones de percibir —y traducir, agregamos ahora, en gratitud
para nuestros hermanos del altiplano- entre el éxodo del pueblo
oriental y lo que Artigas quiso decir, "en unas entre líneas que todavía
nadie ha sabido leer", según allí expresábamos, en su nota famosa del
7 de Diciembre de 1811, dirigida al gobierno del Paraguay, cuando
mencionó, con enigmáticas palabras, "el suceso que se refiere de nues
tros paisanos de La Paz":17
Es llegada ahora la ocasión para cumplir esa promesa.
Está narrando Artigas los orígenes mismos del éxodo, las circuns
tancias en que se hallaba el pueblo oriental y las causas que lo determi
naron a emigrar, y dice: "En esta crisis terrible y violenta, abandona
das las familias, perdidos los intereses, acabado todo auxilio, sin recur
sos, entregados solo a sí mismos ¿qué podía esperarse de los orienta
les, sino que luchando con sus infortunios, cediesen al fin al peso de
ellos y víctimas de sus mismos sentimientos mordiesen otra vez el du
ro freno que ^on un impulso glorioso habían arrojado lejos de sí?
Pero estaba reservado a ellos demostrar el genio americano, renovando
el suceso que se refiere de nuestros paisanos de La Paz, y elevarse glo
riosamente sobre todas las desgracias: ellos se resuelven a dejar sus
preciosas vidas antes que sobrevivir al oprobio e ignominia a que se
les destinaba -y llenos de tan recomendable idea, firmes siempre
en la grandeza que los impulsó cuando protestaron que jamás presta
rían la necesaria expresión de su voluntad para sancionar lo que el go
bierno auxiliador había ratificado, determinaron gustosos dejar los
pocos intereses que les restan y su país, y trasladarse con sus familias
a cualquier punto donde puedan ser libres, a pesar de trabajos, mise
rias y toda clase de males".18

�bj 'jBpuajod o |B3j 'jopin^^siad ns ap uopBunuop bj b
-sns BjBd soyaasd soj ap ¡b pn8i oqaajap un sajE^uajjo soj ap joabj b
jB^uauíBpunj ap zBdBa U9ZBJ ap X 'sop^ ap Bpnpuoa bj ap jopBjidsui o
ojapoui oqaaq ap Bjjo8ajB3 B| b bjj3 ap aaBq anb Bjiajjdun uppBAaja bj
'sajBjuaiJO soj ap bj b sayuapt oiuoa 'bjou bjjo X Bun ua sbSijjv ^jnq
-uje zb^ Bg ap sajuB^qBq so^ ap pn^ipB b^ b anb Biaire^odun b^
auiqqns u^íspap 8] qiídsin sa{ zbj b^ ap
opox^ pp uojaunj sapiuauo so¡ anb ojuaiuipouoa ^^— (q

6I
•bj ns Bpajjo sa[ anb oi\o ap sofai jiaia jod opoj usqBuopuBqB so^sa
'sa^Bd SBpo) jod uopBpsap BiyaA anb oubjij un ap qnq jod opns ns
UBqBÍap zbj vr\ ap sapBjiqBq soj i aiqi] o[?sb un iB[[Bq jod sopyua
•bsso{ ap ounq^ p opuapBq 'ouisyoupd ns ap a^uBAapj sblu eqanjd
8^ 'opoj opun^^ ¡8 X *g '\ b usqBp 'oap^apo^ ap oujaiqoS p Bip
•ad anb joabj p sa^puBjnSasB soiun^ojuí sns sajqBpodos jaaBq ua ^q
-bubjb as g \ opuBno X p^^aqq ns uojBzadiua anb apsap sapui ap as
-ep Bpoj opBjuauíuadxa jaqsq ap sandsap 'soqg,, :B[p ua aaip X 'sap)
•uauo soj b aiaijaj a^ 'Joua^B bj oqjasa eiqsq anb ua J8$n[ pp bijdjbiu
ap BUBUias Bun b 019S 'opjuunux p o)p p apsap n8I 9P ^jq^iaia
-iQ ap p\ p aSiJip anb b^ou bj sa SBSyjy ap o^uauínaop oj^o as3
'(zojaj ouBSjaApB ns j^Xb BjsBq 'ajsa ap sBzaanj sbj ap opbjui 01 j
-apod p a^uajj apians Bidojd ns b sopBjqq sajBjuauo soj b BqBÍap sand
•buisiui U9ianaasjad bj b BijBAinba anb oioijsiujjb |a 'oq^ Xajji/y ja ua
opBUJBDua'oujaiqog apa uoa sajiy souang ap opjjAunux p opBpBd
jaq^q ap zibj b 'uppaajoad Bpyuaui Bun Bipiuojd saj oapfAajuoj^j ap
oujaiqoS ja anb sbiu jod 'sajB^auo soj b ajuamjBn^i BqBZBuauíB 'BpBiu
-nsuoo ou anbunB 'anb X 'zb^ Bg ap soj b opadsaj uoa BpBiunsuoa uoia
-naasjad) 44oubjij,, un ap uppnaasjad bj b jBdBasa jod ojans ns jBuop
-UBqB ap 'SBiouBjsunajia sbj jod sopBAdjj uojaiA as anb b aauBJ^ ja ua saj
-Bjuaijo soj ap prñyaB bj BqBayt^snf anb ojdui^fa ouuoa sojopuBaoAui
'nja^ oqy jap jijjbui pBpnia BjjanbB ap sajuBqqBq soj b asjijajaj b sb8
-yjy aAjanA 'sb^p soiusiui soj ap ojuauínaop oj^o ua 'opaja ua ^^
'zb^ Bg ap ojqand jap ojduiafa jb opipnjB BiqBq SB8jpy anb
ua sBauíj ajjua sBaiun sbj sBsa uBja ou anb sBuiaps souiBqBuuyy

\L

�72
implícita que de esto último resultaba, de que esté derecho igual era
a la vez un derecho patriótico y justo, nos movieron a buscar cuál ha
bría podido ser el conocimiento que de tal actitud de "nuestros pai
sanos de La Paz" tuvieron los orientales en los momentos preludíales
del éxodo. Y se nos hacía indispensable luego medir si ese conoci
miento, que indudablemente existía, y como cosa del tal jerarquía
que mereció venir por dos veces en pocos días tal una lúcida obse
sión- a figurar en palabras de Artigas destinadas a dejar solemnizadas
por escrito las razones determinantes y el derecho justificador de la
emigración oriental, podía en efecto promover -operando sobre los
espíritus de hombres angustiados por la presión predisponente de una
conjunción de idénticos peligros, con el vigor y la claridad de imagen
salvadora, y por ello determinante de la decisión sublime, en la cual
quedase encendida y trazada firmemente la conducta de todo el pue
blo oriental- un desencadenamiento incontrastable de fuerzas psico
lógicas como el que, semejante a una avalancha, llegó de verdad a en
volver y arrastrar al propio Artigas, testigo emocionado de los hechos
y en modo alguno promotor deliberado y ni siquiera inspirador conciente de los mismos, porque el éxodo no hacía sino crearle dificulta
des, militares y de abastecimiento, aunque sí demócrata y compla
ciente acatador del anónimo dictado de la voluntad popular desborda
da y en camino de una finalidad superior, como numerosos y por de
más conocidos testimonios lo prueban, y como él mismo se encargó
de dejarnos escrito que tal fue en efecto su propia interpretación de
las cosas cuando dijo, en esta misma nota del 14 de Diciembre: "Yo
no ocultaré a V. E. que por un contraste singular de las circunstancias
miraba con secreto placer la determinación magnánima de mis paisa
nos en el acto mismo que temía fuese un obstáculo para los movimien
tos militares".20
Encontramos la fuente de conocimiento que de la emigración de
los habitantes de La Paz tuvieron los orientales, y no dudamos de que
esa fuente pudo ser en realidad suficiente para desencadenar esa ava
lancha psicológica, tal es la grandeza de la resolución colectiva que ella
traduce, tales la simpatía que enciende en el corazón y su potencia de
sugestión, la belleza imponente con que de inmediato subyuga al ofre
cer la evocación de unos inmensos escenarios de montañas abruptas

�as anb jEsuad aquuad ou ojuaiuiBuyuoa ap jE3nj jaubB ua opjua^
as anb ua upiaBaiuniuoaui bj sand 'sBJnpaj ap ody asa ap o\
-iqBq [a ua Bpua^sisjad bj souaui opuBno BUBqoad Baanj o¡ ou re anb
X 'sajiy souang ap oaipouad ousiui [B Bjiuajaj jpijip sa ou u'bo
•ypadsa o| ou zapu^ua^ y BSH3 '^S BI Jd PBUBM opiBf) januB^^
UBnf ajuBpuBiuo^ jap ojuaiunaop ^a anbunB 'anb %japod ns ua &lt;tBjaa
-B{) Bun,, BqBAjasuoa sB^iyy 'z^dpg X osuojy sajnsup^ soj ap ouaiiu
•idouoo |B opBAajj sa oqaaq ja anbiod 'ajuain^is ouB ^ s^zinb o 'bp
-ubjj ap ayanui v\ ap zjbj b osajd 0(asjBAa¡| BjBd X^nSain^ ap o¡jbdbs
b uauaiA op%\ ua opuBna \ sa^uain^isqns soys soj ua uBuopuaiu b¡
1^ jod sopBuuy sojuaiunaop soj^o ap pnjy[n^ vjzzdq bj b apnjB o^a
uoa X '.^soaqqnd sa^dBd so^ ua o^jasui,, ouioo BqB^q B^sa ap
(B a^ayaj as SBSiyy 'ajqiuapiQ ap ¿ pp B}ou buisiui bj ug
SB^ ap ojunuj p 'ssSyjy ap buijij Bidojd b¡ o^^q X
ap ofn[ uoa s^ndsap sb^p soaod BijBuoSaid Bjsg DjdzDQ bj ap sajB[d
-uiafa ap apnbsd un 'ouBiuiaq ns jod Bpnp uis opBuua 'oapiAa^uo^
ua a^uauíBuysapuBp apnpoj;ui ap BqB^jj ssj^uaiiu 'sBjpai^ ss^ ua
osajd anj SB8yjy sbjooi^ -viazvo b\ ua SBpBoqqnd opis uB^q^q 'ssSyjy
oidojd jb X |b;u9uo u^pnpAaj bj ap BqojBiu bj b sBAippj SBpyou ap
pn^qnuí X'iiqi ap [uqy ap i \ pp sapaaja^ ua s^Syjy ap BuiBpojd
Bg 'ouaio^ oubub^^ o;uasa B^q^q s^a ua anb sopai^B so[ ap ofnyut
p a^uaiuBaoAinbaui UBpAdj 'uopnjysuo^ B[ ap ouay p X sajqiuoq so^
ap pBpppA B[ b uapnjB anb soj oiuoa 'pjqy ap uopBJO b| 9p sojbjjb^
•bjbj^ ej ap oí^ pp ouBuopujOAaj oujaiqoS pp [Bpyo oubSj^ p Bjg
VÍ3ZVQ B( ap jopa[ Bia sBSyjy *a^uan^ Bsa ua Bpanbsnq bj ?.^\%o\ Bjg
•BqBjsa i¡[B X
•
souang ap vidZD^ bj ua soiuBasnq a^anj Bsa iBjjuoaua bjbj
" 1181 u9 ojqand oajsanu ap opox^ ja anj oj ouioa
BJ ua ojn^nj jBjquias ap 'opo^ aiqos 'zBd^a sbui X 'Bjjaq sbui
X BsoipuBiS sbui jas b jBSajj ap BuqBq 'o|diuafa ouioa BqBysoui as
Biusiui uaSBuii Bsa ua anb oqaaq ja jBAouaj oujs B^Bq ou anb opuapaj
•Bd anb u^paB Bun ap a^uBuiuiiapp uaBuii ap pepijEa ua sajuaui sbj
ua opaja ua opBjqo jaq^q ap saaBd^o BiSaaua bj X aAaijaj ja uajamb
-pB sop^ 'B^uasa B^a anb ua sozbj^ soj ap pspaAdjq bj b asa^ -pB^jaqq
ns ap sopaj souiyjn soj sojja b o^nf jbajbs BJBd souisiqB soiuisjjjb ap
apjoq jb sepBiSnpj sBusuinq sbsbui sBpBJBduiBsap sBun X sajqísaaDBU! a

L

�74
tase de una adquisición reciente.
Si Artigas era lector de la Gazeta, todo su círculo debía serlo tam
bién.
Y bien, una parte del vigor con que operó sobre los orientales el
ejemplo de La Paz reside en esa imagen que el lector podrá ver por
sí mismo más abajo. Pero no es esto sólo, como lo comprobaremos
después, lo que hallaría nuestro pueblo de análogo con su situación:
ambos, el de La Paz y el oriental, padecieron por culpa de la desunión
de los de su propia causa; ambos vieron partir de su lado a las tropas
también americanas, pero en cierto modo extranjeras, que los auxilia
ban, y que al abandonarlos los dejaban entregados al enemigo; ambos
representaban, sin embargo, la causa de la justicia.
c) - La situación de los orientales era análoga
a la de los paceños.
Veamos. En el número 23 de la Gazeta, correspondiente al 8 de
Noviembre de 18102 2, se expresa:
^Los vecinos de la ciudad de La Paz, que escaparon del cadalso,
y se han visto libres por la instalación de la Junta, de las cadenas, con
que el despotismo los había aprisionado, han elevado la siguiente re
presentación, en que piden la declaratoria de su inocencia".
A continuación explica el periódico cómo los peticionantes denun
cian las nulidades del proceso que se les siguió, las violencias, sobornos
y errores del mismo, y añade que ellos piden justicia para "aquella de
solada población, que espera con ansia a los libertadores".
Comienza luego la Gazeta a transcribir la representación misma,
cuyos párrafos iniciales dicen: uHe aquí el resto de víctimas sangrien
tas, sobre los que ha descargado su furia la crueldad de un tirano",
para mostrar después a "los hechos de La Paz" como "sofocados por
la intriga". Narra después el escrito la revolución del 16 de Julio de
1809 (la que había implantado la Junta Tuitiva de La Paz, a la que
alude sin nombrarla), y la contrarrevolución vencida por el pueblo con
generoso perdón de la vida de sus autores, hasta que Don Juan Pedro
Indaburu, español europeo, combinado con Goyeneche, el Cabildo y
los contrarrevolucionarios, apresó a muchos patriotas y descargó su
crueldad sobre ellos. Refiere luego las luchas y el triunfo popular y

�jod 'oiosi^dj o| X oppouoosap oj ap so| lso8sau sojjo jbjuojjb b eq
anb ouiuieo p opuBiuo) 'i^ ap jinq o 'so(JBziAB|Osa X sopinSas
-jad ap eiqsq uainb ap soubui ua jaro ap BAijBujaqs bj jod sopb|bjjoob
'soyaoBd soj ouioo 'uBJBjjuooua as opuBno BjjByiui ^p uoioob bj b so|
•jbzub| BJBd 'Buoiuaui B| ud opBpjBn8 X opB^uasajdaj uBjaiqnq B| as soj
•UBno ap saiuaiu sbj jbzipu^biu ejed Bpnp uis BqEjsBq uaiteun Bsg
(B^uauo o|qand (ap opox^ (3 opuBzipjojd M||E eq^panb X a^qBjj
•oquii ua^Biu; sun Bja oyaoBd o|qand pp opox^ |g sspnusap X saÍBAjBS
SBjn^B sBsuaiuui ap ouipus Bi(Bq|B^ o^ouiaj un3(B ap opBjosap a;
•uaiquiB oosajuB3iS p ua opBjmd 'pB^aqii ns jBAjasuoo BJBd o^qand
un zBdBo sa anb ap oioijuobs pp uopBimjqns B( ouis sa ou anb 'bubuj
-ni| e/apuBj^ ns X aAa;pj ns 'pcpisoinum| ns iod 'z^a b^os Bun opia|
EA'eq e| uainb BJBd ajqBjjoqiui j^panb anb opiua^ Eq uaSBui; Bjsg
(sasauSn^iod so( b X o^g
B Jipq usqBsuad oji^j ns apsap sapiuauo so| oiuo3) * pqoauaXoQ
ap oyoj^xa opBsuBosap [E epua^odajd X 'pBpunSas uoo Jtpq u^qBsuad
'soosByad X 'soioidpajd ap sopEuuE 'sa^uauuiíaajd saJB8n( soipnbB ap
-saQ,, :o^uosa p an^isojd \ 'jBjSiuia b sopsspajd uoja^ as sap^uauo
so( '4&lt;ByB^uoiu B( ua asjB8a(daj b sopBspajd,, uBqE|jBq as soyao^d so|
oujoo anb 'jpap sg apEjsui asa bjsbij opubiujo^ opBjsa uBiqBij sopa
uoo anb o^opfa pp 'sojafuEj^xo X '(o^uaiuoiu pp sa|B^uauo so| BJBd)
sa|qBJouoq souaui 'soya^jod so| ubjipj as uaiquiB) isy \^yBjuoiu
B[ ua asJB8a|daj b sopBspajd sojjsanu so| UB||Eq as saouo^ua X '.soa
•ijbu sasisd sns e sofodsap ap bpb^jbo bj;pj as '/sojjosou jb^oob soui
-apod '[BjuauQ spu^g B[ ua sajiy souang ap secIojj sbj ouioo/ jBppiu
uopBJodJOO B( ap BjaSuBJ^xa X aiqBJOuoq souaui ajjnd B|pnbv "sau
-O[(Bpq sns asjBUjapBnbsap b uBzaiduia anb ojund p ua Bsajdiua B| ap
UByuoosap X uBzuojJoq as,, :soioij)Bd so| ajjua uoiunsap B| ^jRjuauo
O|qand [ap Buojsiq b[ uoo sBzuBfaiuas sb| jaoajBds b iiBzuaiuioo inbB
anb asjB^ou aqap X- auauajqos 'asBSedojd as BsnBo Btianq b( anb
souBuopn|OAaj so[ UBqBjadsa opuBno anb opuBsajdxa ojad 'ouuubu
-8bui JinSas 'oSjBquia uis 'purpjd o(qand p anb opuBjjsmu opjosa p
enuijuoo ^^'ajquiaiAojsi ap si saAanf (ap &gt;^ ojaiunu djozdq B| ug
SB| UBIJBZÜOjnE O|
anb b sosaoxa so| japiuoo b X jBapd b opojd X 'opByjji anbunB js ap
oyanp zaA bj^o oiqand p X osppBo p ud opB$|on njnqspu] b BJjsamu

�76
también, de conservar el último resto de su libertad. Pero la Gazeta si
gue suministrando todavía razones corroborantes para hacerlo.
En el número 25 del jueves 22 de Noviembre,26 los paceños ata
can en su escrito al obispo de La Paz, confabulado con Goyeneche, y
que se puso a la cabeza de un ejército, pero esperan no obstante que
se ilumine, y añaden, poseídos de tal confianza en su regeneración:
"(nosotros, que somos el resto mas fiel, pero desgraciado de la Paz,
nosotros que hemos sufrido tantas persecuciones, y perjuicios por el
amor á la patria, nosotros que debemos presentarnos ante V.E. como
buenos ciudadanos á la vista de un padre común,) suplicamos á la
Excma. Junta que lo reciba en sus brazos... como á un ciudadno con
vertido". Con todo, el domingo 25 de Noviembre, en una Ga^eta extraordinaria, reconvienen, como amonestándolo eventualmente,
que "si sigue rompiendo los vínculos sociales" (porque había fulmi
nado excomunión contra los patriotas) se le someta a castigo, y que la
Junta "tenga á bien según lo que representamos, declarar los hechos
del pueblo de la Paz por fieles, honrados y de una valentía y heroycidad sin exemplar; porque aunque no tubieron el lucimiento y perfec
ción que se deseaba, no fue por defecto de las intenciones del pueblo,
sino por la intriga, y división, que sembraron los tiranos, y traidores
sobre una masa susceptible de inconsideración, y falencia por sus po
cos conocimientos, por la falta de táctica militar, y por ser una ciu
dad, que dio aquel paso, como primer ensayo de su energía".28
En estas píginas finales de la nota se ofrece, pues, el ejemplo de un
pueblo perseguido que tiene razón, que pide se la reconozcan, y que,
por culpa de la división entre patriotas, ha debido emigrar, porque, no
sólo aquel res o de libres había tenido que acog^rse a las montañas, si
no que otra parte del mismo pueblo está a la vez refugiada en Buenos
Aires, en donde aparece fechado el documento y suscrito por trece
firmantes, a 5 de Noviembre de 1810.
La identidad de tal situación de los paceños con la de los orienta
les es palmaria. Aquellos fueron la imagen anticipada de éstos, y lo
fueron asimismo por la identidad de la resolución: la emigración para
salvar su libertad antes que entregarse a su perseguidor.
"Nosotros, que somos el resto más fiel, pero desgraciado de La
Paz", escribie^on aquéllos. Y de los orientales en el éxodo, dijo Ar-

�b jBpdsaj ap sofaj 'uamb 'Ba;BJjn&lt;; ap upnpuoa bj aod
(a a;uB seSi^v eqe[niujoj Bqaaj biusiui B| uüd anb e;sa;ojd b[ bíbü
oXodB un sajiy souang ap opjiqBj (a ua j^asnq b opBui;sap BqB;sg
•BAipajoo uoisaadxa ap szjanj ns b;ou bj b jBjinb ou bjbü
epnp uis BpBjsaj s^ndsap anj anbune 'ozuauuoa un ua soiun '
apand ouioa 'aid ns b Bianj buijij ^Xna ^sBSiyy Jd sopBzaqsaua '
•uauo sajaí so| sopo; ap Ji;uas ja aanpBj; o;uauinaop opunSas a^g
epuapuoo
ejos Bun ua uBjBuisiuiiun as 'so;uaiuiujns sooiiu^pi opuapaped X sau
•nuioo sojdijad ap sopeapoj 'sbijiuibj X souepepnp 'sopBpjos 'ajaf anb
ounSuiu ouioa opidojd euiija anj 'souaapoui sojqand soj ap bu
bj ua 'BpB8uojojd oj jod 'BDiun BiauB^unajia 'o^unfuoa ap Bpsj
-jui bjos Bun ua isbd 'asjBOJBqB ap ajqi;daasns X ajqt^uB; bsbui oqaaq
'ojqand ns ap pspijB^o; bj uoa B;Bipauiui a BpB;ajdB BiauaAiAuoa Bg
soqoajap sns X sasaja;ui sns 'sapBpisaaau sns
ap Bpunjojd sbui Biouapuoo Bun jbuio; ejBd 'u^pnjosaj ns ap Bzauuij
bj X SBapi sns ap pBpundas bj X zapi;iu bj uoa zaA ns b j^ ojopuBjBduiB
ojad 'p jod opiua;sos X op^apoj asopu^i;uis 'sauoiaB^ipaui sns ua as
-jaSooaj BJBd jopnpuoa ubj8 ns b uojaiAJis anb o;uaiuiB[siB asa X oijixa
asa ua jB^uaiio ojqand jap BpiA bj JBjuaiquiB Bj^d oj9s ijjb sopmjaui
'soxauE sns X BipjBn^sg oXBnSBJBd opsuoisiuioa jap auuojuí ja jod
o;sanduioa jB^uauínaop o;unfuoa un uBja saj; sbj;o sbj sand 'jao^d
oj;sanu ap ou^ap; jap au^d BqBuuoj sBjja ap Bjauíud bj oj^s anb ojad
'sBzaid oj;Bna souiByasui Bjaiuud bj ua anb souiapjooa^ Qopox^ ja
a;uBjnp B;sin8i^B o;uaiuiBsuad jap sajB;uauiBpunj sojuaiunoop soj
ap opunSas ja 'ojn;^idB^ opunSas jap a^iBd Bjaaja; B;sa ua souie^

mtn,, opuüuqapo 'optun o^ as ¡vjuauo o\qand
ja .ajuapmt opv^a ua mutuaqos aun ap ugisp aj jod ugp
•auapa/uoo aj ^ aiauapuadapw aj aiaafj - ín^y jap ouüapi j^ -jj¡

sajquioq ap o;saj ubj8 a;sa "*„ .ajquiapiQ ap ¿ jap b;ou ns ua

LL

�78
las tropas orientales como parte indivisible de un pueblo que, dentro
del grande escenario rioplatense, había hecho su propia revolución al
conjuro de la iniciativa porteña de Mayo de 1810 y debía seguir,
aún en el exilio^ dueño de esa revolución particular que había hecho
sobre su suelo, pretendía quitarle su personalidad haciendo que sólo
las tropas de Buenos Aires tomaran el nombre de "ejército de opera
ciones" en lugar de ser las meras auxiliadoras de las tropas orientales;
pretendía dividir a éstas y despojarlas nada menos que del Regimien
to de Blandengues y "anular el voto sagrado de nuestra voluntad gene
ral en la persona de nuestro jefe", como se expresa allí, es decir, des
conocer a Artigas como jefe de los orientales, desconocer que Artigas
a la cabeza de los orientales era la voluntad misma del pueblo oriental
que lo había elegido jefe en los días preludíales del armisticio.
Tales actitudes de Sarratea eran, según este mismo documento nos
lo explica, resultado de haberse opuesto los jefes orientales al orden
en que aquél había dispuesto las marchas, "porque creemos de necesi
dad marchar y mantenernos reunidos, mucho más viendo, que su
anhelo por separarnos llegaba hasta el término de no admitir nuestros
sacrificios en la campaña presente, si no accedíamos a ello". Algo más
claramente expresa estos mismos hechos la nota, a que aludimos
más arriba, que el mismo día dirigen los propios jefes orientales al
Triunvirato, nota en la cual las resoluciones de Sarratea de que éstos
se agravian aparecen sintetizadas en el siguiente párrafo: "hizo desa
parecer de n.tra vista el carácter de auxiliadoras, que apreciábamos en
las tropas, con que V. E. se digno**socorrernos: -ellas fueron declara
das ejercito de operaciones- y nosotros postergados si no queríamos
marchar divididos".31 Y también es quizás más clara que la que comen
tamos, en cuanto al mismo punto, la nota de Artigas del 21 de Setiem
bre de 1812 a la Junta del Paraguay, también fechada en el Ayuí,
en la parte en que dice, refiriéndose a las tropas orientales: "Segui
damente, sin ser por mi conducto, se les previno a algunas de estas di
visiones se preparasen para marchar a diferentes puntos y con diferen
tes objetos. Ellos hicieron ver entonces que no obedecían otras orde
nes que las mias, y protestaron que no marcharían jamás, no marchan
do yo a su cabeza".32 Esta última nota es, en cuanto se refiere a los
hechos, quizás el documento más explicativo para conocer los funda-

�*o)pe) oped asa 'epnp uis 'opinipsuoa Biq^q
souang ajuauíBAipap opRjsajd opaqEq X 'oqixnB asa d)s^ b son
-^nbB opBjpqos jaqBq (9 :pBpaqt| ns ap SBJopefnxne oiuod 'SBjjBZJojaj
b uojdiuu opipad ns b 9nb S9j|y souang ap sBdoj) sb¡ b uojaiqiaau saj
-Bjuauoso| 'o^aBj opBd asa b X soidiauud sosa b auuojuo^ - o
sapBpuojnB sns X ojqand ns b ajuajj souaui oj
Jod Biauapuadapui ap omoa a)uauiB)ia,i[duu asjauodns aqap 'a^uaiu
•Bsajdxa opRJBpap ou anbunB 'anb 'sajiy souang b opadsaj uoo 'upp
•afns ou ap Joua^B opejsa un ua 'opaBa^oo ap sa^uB 'uBqBipq as sa|
•B)uauo sbj anb 'ajuauíB^pBj uaiquiB) 'jbiujijb Bqejjodun ojpB^ o^
-asd asa ap Bpua^sixa B| X 'oujaiqoS asa b BqB[nauiA o[ anb p o^oBj o;
-oBd un Bja anb jiaap sa :osajdxa jas b o3a[| eounu anb ozb[ un jod saj
-ly souang ap oujaiqo^ |B opiun OAn^sa p^auo oiqand |g • 'o\
:Bjnpa[ BpB^pauj X e^uaje
eun b Bppu^ipiuos 'b^ou Bsa ap jBuejjuasap souiapod anb soaisBq soj
-daauoa soj 'oa¡S9| ojuauiíBuapBaua un ua so|opuBuapjoaj 'asusa^
AI InIjdB^ p ua souiajaA anb X '^igj ua SBiuis^p
-Bjapaj X sepun^oj sauoisajdxa Bj;qpaj anb B^sinSfjjR Biiupop B| ap
opipauiui odpipB ojBp un sg "buisiiu B| ap uppBjuauíBpunj ouioa
X 'Bjsa^jd bi Bpo^ ap o8jb[ o| b 'a^uaiiiBpai|diui a B}p#i|dxa 'aaBq as
sbuijoj sapajajip na anb uoisajdxa 'oidiauud ouii;[n apa ap u^isajd
-xa B| ua apisaj soiuBaqqnd anb b^ou B| ap jo|ba ouBinpJOBj^xa |g
souBiujaq sojqand so[ ap ojunfuoa [a ua ojqand ojjsanu ap
BiuBJaqos B| 'ojp uoa 'X sBuBiujaq sauoianjoAaj sb| ap ojunfuoa pp
oj^uap uopiqoAaj Bj^sanu ap pBpiA|}UB^sns b| 'Buins ua 'jaaouoasap
UBqBpodun 'tlsauopBjado ap o^pjafg,, ouis 'so^anbE ap apaniBjaiu
SBJopBi¡|xnB ou 'SBua^od SBdoJ sb[ b sBiuapB opuBJBpap 'SB8i^y ap
opnpuoa p jod ou X ajuauíEpajip sauapjp S9IJBP ^ sopipiAip ap *sd|
-B^uauo so[ uoa BJBd BajBjjB^ ap sapnppB sBpBpjoaaj sbj :uajq \
jnXy pp ounapi pp BAijBpas
•aadaj sbui B| oiuoa ojqq apa ua B|JBpasui BJBd opuajajd souiaq B|
'(soujBpuamoaaj 'ouisuu o|p jod ^Bjnpaj eXna X 'sBiiiis;souuaq 'aped
bj;o jod 'uaiquiBj uos anb) soujuajaj ap souiBqBOB anb b sop sbjjo
sb| ap Bjainbpna ap B| anb Bpjdiuoa sbui sa opuB^uaiuoa souiB^a
anbsa.iiy souang ap op|iqBj p BpiSuip b)óii i:| ua npiuaiuoa sBapi ap
ouioa oja^ BajBjjB^ uoa ojai|juoa jap sbjsuiSipb so^uaiu

6¿

�80
3o. - Ese pacto tácito quedó roto desde el instante mismo en que
Buenos Aires retiró a los orientales los auxilios que les había prestado
para entregarlos en cambio al poder de Elío, es decir, quedó roto al
celebrar el gobierno de Buenos Aires el Armisticio de Octubre de 1811
con Elío sin consultar al pueblo oriental, cuya suerte sin embargo se
decidía en este mismo Armisticio en la forma recordada.
4o. • Al romperse ese pacto, y como tampoco "quisieron entrar en
un pacto con la tiranía" (es decir, con Elío), los orientales recobraron
su soberanía originaria, y vinieron a quedar, como se dice allí, "en el
goce de nuestros derechos primitivos", (¿nuevamente el pensamiento
de Rousseau?) como "un pueblo abandonado a sí solo, y que, bien
analizadas las circunstancias que le rodeaban, pudo mirarse como el
primero de la tierra, sin que pudiera haber otro que reclamase su do
minio", puesto que desconocía por igual a Buenos Aires y a Elío.
(Aquí, en cambio, lo hemos visto en el parágrafo II, está una influen
cia inequívoca de Paine).
^ 5ó. - Ese pueblo, "en uso de su soberanía inalienable, pudo deter
minarse según el voto de su voluntad suprema".
# 6o. - Por eso, se dice ya, en un comienzo, "nos constituímos en
una forma bajo todos los aspectos legal", y se repite, con palabras
hermosísimas: "celebramos el acto solemne, sacrosanto siempre, de
una constitución social, erigiéndonos una cabeza en la persona de
nuestro dignísimo ciudadano Don José Artigas para el orden militar,
de que neces tábamos" ( ¿otra vez más, todavía, el soplo de Rousseau?).
7o.- Es ^n esas condiciones, con Artigas por Jefe electo por la vo
luntad genera! del pueblo oriental soberano, que Sarratea desconoce y
atrepella todos estos derechos de los orientales en la forma que recor
damos al comienzo.
8o. - Aun cuando los jefes orientales piden sobre esto justicia al
Cabildo de Buenos Aires, como Artigas la pide el mismo día al Triun
virato, en la ^ntes aludida nota que, aunque hemos dicho que no pu
blicamos aquí, hemos recomendado más arriba como digna de lectu
ra, tratan de igual a igual a Buenos Aires, y no como a superior
diciendo a aquél que "las consideraciones debidas a V. E." son "igua
les precisamente a las de los demás pueblos".
9o. - Pero reconocen que el pueblo de Buenos Aires, cuyas glorias

�op
-e8aj aunjqns j^ pnjyBj^ ap aaauíajpa 'BiauBpip ap oipaui X oj8is y
&lt;€BSopajd pBpuapod Bjpanu b Bjnuiai Bjpantr
anb ojosaj oaiun já X 'Bzanbu Bjjsanu,, Bja anb ..sajqij ap
jb Ba^jjB^ BqBiuBaua anb uBzianj bj ap oppsu ajqBuiiuoqB
oqoajap,, ja auodo B;sm9iyB b^ou bj ouioo ajuaiujBuy asB3y\ - oj j
•ouBoijauíBa^ou oayjjod oqaajap jap ounSjB ojjo ap iu
t,U9i3Bjapajuo3 ap sojnai^v,, sopB^a soj ap sopBjnai^iB so^xa^ soj ap
ounSinu ap jBjajij uopduasuBjj BjABpoj aaajBdB ou anbunB
a^a ap ajjBd Bpun^as bj ua opuapj souiaq sou anb b 'pi/ souv
3uwj sDUioin loa DpDDiJtjsnl duuij djsoj d¡ 9p DiJUdpu^d^pul ^7 ap
ajquiou ja uoo j jg j ua eyjapejf^ ua opBDijqnd X Bua ap bi^j^q janu
-b^ oyanbBJBO ja jod ouBqajsBa jb soppnpBJj X sopBjiduioa so^uauína
-op ap ojqq ja ua sopjua^uoa t&lt;uoiufj Bnpdja^ X u9jaBjapajuo3 ap soj
-noijJV sol ouioo souBauauiBajJOU so^uauínoop soj ap sounSjB ap X
auiB^ sbuiox ap soidaauoo soj uoa sBpBjDzaiu 'nBassno^ ap sBapi 'aj
•af jod Biua^ oj anb ojqand jap sosBd soj B;&lt;?uip anb ooijijod o^uaiui^s
-uad ja opo^ ap ajqepnpui JopBJídsui 'SBSi^y 1Qd a^uauíjBjuauiBpunj
X 'inXy I9P [^;uauo ojuatuBduiBD ja ua asjaBj;xa b uBqBzuauioa Bqa
-aj B^sa BJBd bX anb 'ojjpap b soui^ajoa 'a^uauíBiejo UBuuyuoa '(ap
bj 'ouiaiqoQ jap ua^uo ouioa jbi^os o^bjjuod ja 'bu
•buiSijo pB^aqij bj 'ouisiui is b opBuopuBqB ojqand ja) 'SBapi
&lt;tsajoua^xa sauopBjaj sbj ua ojj^pb sbui uod jbj¡8,,
0J9S pBpisaaau jod opBjdaoB 'soqaajap sa|Bn8i ap sByanp SBiaujAOjd b
unuioo OUB8J9 ojaui un ouis 'ojn^^ asa jB^ua^so a^Bjsqo ou 'ítsBpjufj
SBpuiAOJj sbj ap jouadns oujaiqo^),, ojapBpjaA un sa ou sajiy souang
ap ja 'uopBjapajuoa ap ope^sa a^a ua 'anb X toAanu oj^o a^uauies
-ajdxa asJ3Bj|uoa b oqanA Bq ou 'louajuB o^iob^ opBd ja ojoj ap sand
-sap sand 'u^iquisj b^pbj spnp uis upiaBjapajuoa ísany souang uoa
U9iaBjapdjuoa ap opspa ua ouioa asjBjiui aaaiBd 'ojqand ojpanu 91J
-inbpB anb BjuBjaqos Bsa a^uBpqo ou anbjod 'sBaojdjaaj sauoiaBjapis
-uoa asiaua^ uaqap sojqand soqius anb a^auíBqaB^ uBiuqjy - 00 J
'..pBpijBjaqq ns ap oqixnB,, ap ouis 'ojpanu ja ajqos Bjsinbuoa ap
SBapi 9uqB Baunu 'zaA bjjo X Bun UBpjanaaj jBiaiui JopBuaqq oiuoa

�|0 ofnq ' i S61 f oiqni^o *P I * l\ ' I! '01 J P oj ap wb/j ua opaauqnd
joaajoid opBjiapp ofRqBJi |B ua asjaA apand Sfsai buibiui b| ap spniuauínaop
A Btiai|dxa sfui uopBJisouiap Bun 'sa|6tuaijo so| ap 9jM sbSijjv opBjqiuou
anj ouioo 'opuarvM p ouSfp ofAVSJMfuv un ap o|njij |a ofBq ^f 61 P Bjqni
-O P C |ap tnt&gt;\¿\3 ua opBafiqnd ofaqBJ} aAajq ns ua OI^NVMVN W OO
-NflNG^ 'JOJ-J (a iod Bpejjsouiap atuaiuaiqBinjajJ! op|s Bq 'BAtnÍBjBd B| ap
B}U|nO B| ua 8psz||BaJ U9|aaa|a aod 'B8|Biua|Joso| ap ajaf op^Sun anj &gt;b8{)jv
anb ua aqaaj ejspepjaA b| opua| ouioa i \%\ ap ajqn^o ap 01 I9P aq^a^ eq z\
•961-P6I -ddasB^A II
'6-68 'dd '| *on oiuauínaop "b^a 01
'Ib *d'| *on oiuaujnaop :asB^A 6
*I6 'd'i *on o^uauínaop :
•083t -dd sb| ua aB4| Bsa ap o^muauíoa ojenu an^A *(80S)-(¿0S) 'dd 'n •}
'•^a "ui{S3Bj -pe 't9Jtv sougng ap otaoon ua 'i 181 ap o|unf ap o^ |ap satKv
•souang ap vtazvo ua 'i 181 ap oáb^ ap si 'o^uao \P |&gt;jauao |a;jBn3 'oap
•f^atuow ap opuqoj ¡v svüpjy fsof ap op¡/o *,.aa||i|od Bp|A a|JBp A sjed aisa
no\}\3^d b ua8|j|p as 'opuadap anb ap oujaiqoS joijadns |ap sb| A 'sauopuaj
-U}8|ui,, :sr8iuv oqa|p BjqBq'sBjpaid 1 ap o^unu} |ap zjbj b Biuasa 'im
ap oA^ ap SC ap oapi^aiuo^ ap oppqBO |8 ejou ns ua bA anb souiapjoaa&gt;¡ ¿
PIQI 9
'68 'd 'I 'on oiuauín^op :asB^A S
'dd *i| *l '-p '*ui|sdb; -pa 'saa¡y souang
'1181 ap opinf ap 81 PP 'saj^ysouatig ap o^vuip^ooaixg otazoQ ua '
ap oAb^ ap oe 'SBjpaid **1 'ofi3 ^^x oospuojj o svH^jy peof ap op¡Jo p
ts A 88 'dd 'i -on oiuautnaup '-awf\
•88 A S6 'dd ' A i 'on soiuauinaop :asB^A I
'88 A ^b 'dd 'p 'oh oiuauínaop :asB^A I

svlo^4
8

�84
13Véase: documento No. 1, p. 93.
14Véase: documento No. l,p. 95.
15Memoria dirigida a tos ciudadanos de la Nueva Granada por un Caraqueño,
/Simón Bolívar/, Cartagena de Indias, Diciembre 15 de 1812, en VICENTE
LECUNA, Proclamas y Discursos del Libertador, mandados publicar por el
Gobierno de Venezuela presidido por el General Eleazar López Contreras,
p. 19, Caracas, 1939.
16Véase: documento No.l, p. 94.
17Véase: documento No. l,p. 93.
18Ibld.
19Oficio de José Artigas al Triunvirato, Salto, 14 de Diciembre de 181 I. en
ANJEL JUSTINIANO CARRANZA, Campañas navales de la República Ar
gentina, t. II, p. 152, Buenos Aires, 1916. Este documento precioso ha sido
reproducido facsimilarmente del original existente en el Archivo General de
la Nación Argentina en el difundidísimo folleto sin foliar titulado MUSEO
HISTÓRICO NACIONAL, Éxodo del pueblo oriental, 1811 (edición ordena
da por resolución del Consejo Nacional de Administración del 13 de Julio
de 1927), y transcripto en SETEMBRINO E. PEREDA, Artigas, t. I, pp.
486 de esta última obra. No insertamos este documento en nuestra colec
ción, porq^e, no obstante su valor emotivo, y no obstante demostrar en él
Artigas lo .erdadero de sus reiteradas afirmaciones sobre la espontaneidad
de la emigr^ción del pueblo oriental, expresando que "no perdoné alguna di
ligencia pa a persuadir de los beneficios que resultarían al Estado y a ellos
mismos de la permanencias en sus hogares", y añadiendo: "Mis circulares
publicadas por bando en todos los pueblos, son pruebas de esta verdad",
no agrega .ada nuevo, como ideario, a la nota reseña del Daymin del 7 de
Diciembre ..Documento No. 1).
20Oficio de José Artigas al Triunvirato, Salto, 14 de Diciembre de 1811, en
SETEMBR. NO E. PEREDA, Artigas, cit., 1.1, p. 486.
21ELISA A. MENENDEZ, Artigas, Defensor de la Democracia Americana,
p. 255, Montevideo, 1944.
22Gazeta de Rueños-A y res. No. 23 del 8 de Noviembre de 1810, en Gazeta
de Buenos Aires, ed. facsim., cit., t. I, pp. (591) y ss.

�•\Z\ *d 's 'ON o^uauínaop :
*Í6 "
•uamnaoa •oofjptstq ojpnpg &lt;f9^)^.íKtOHI393^3 T3 u® '181 ap
-®S *P l *Jni&lt;V '^^vnSmvj ¡ap VApmuaqno o¡unf 9/ 9
j
V3
oa^oaoa ^ oioAaa i3ah a Nvnr id npuauaAp^ ^ uo¡MRd
-UIO3 '(otl - 1181) 'D/^M 9^&lt;9^^ 9j ^p DfoviuoidKl 97 'ni • ^^^nSmn tp
oop^tuoidta oo^QisiH oa\hoav 'S3HOI&gt;!31X3 S3NOI^V33^ 3a OIH
•31SINIVM u 'ti81 ap Lt ojsoíy 'Jn^V ^P Jia 'íW 9/ ap o)^ \*p fop
^un n\ou\AO¿¿ st&gt;\ p otuatqoQ yo iviua^o otPJ?(3 '.^P ^ajaf so¡ ap o^aifo \
'\l\ 'd's 'ON O|u9iun3op :asB^A OC
'$6 'd 'I 'Ofj oiuaiun^op :dS8^A 6t
•Í^ t
(r89)-(09)
•dd 'i •; **^p '^uijsdbj &gt;p9 'saufV souang ap oiaov^ wa 'oí81 ap ajqiuaiAON
p se o8u|iuop {ap saj/Cysouang ap Dfjmtfpjotutxa vtazvQ na 'o 181 ap ajq
•uia|A&lt;&gt;^ ap s 'sa^y souang 'zo^ 97 ap soupaA so¡ jod oqoaq u^pojuasauda^ ti
•w A
(9S9) 'dd 'i ^ '^p '-iujsob^ -pa 'saufy souang ap maooQ ua 'oí81 ap ajquiaiA
•N *P Zl saAanf pp st *on 'sa^Ky-souang ap oiazoo ua '0181 ap ajquiafA
-K ®P S 'saijv souang 'zq/ 97 ap soupaA so¡ jod vqoaq u^ptnuasajdag 9t
d 'piqj st
*•• A (i ^9) 'dd'{• '*^p "uiisdbj *pa 'sa^ty souang ap vtaooo ua '0181 ap
ap si pp'^e 'o^^ 'saj^ y-souang ap viazDf) ua 'oí 81 ap ajquiaiA
"N 9P S 'sany souang 'zr^ 97 ap soupaA so¡ jod vqoaq uppotuasaudag pz
PIQI ti

�B| uepjenS js ajjua anb -biujoj ap uaiquiB} 'oqaniu ua X- opuoj ap
pBpijuapi a[qBUBAUi bj jod 'BpiA ns ua sESyjy piquosa ojubip opoj ua
uaan| anb sbj ouiod 'seapi sbj anb Bjmb ou jadBd [O ajqos |bu;j oubiu
b| b opBp a[jaqBq je sand 'apuayua as ouBjaqj o| ua) ojpjjb^ janSí^
ap Biun|d B| b aqap as 'sajaoBj ap smjouid^^ sb| unSas 'uopa^paj
BXna 'odibj uouuas opBuopouia X ojaAas ap Bpzaiu uoa ^uopbjo \
"Bjsp b asopuauyaj 'ltajuam3|s (uoijvjo v\ uoj) sauopaa sb| op\ oqa
-ip ouqE,, :sB8i^v B opuaipn^B 'aaip as '181 ^p HJCIV ^P S I3 pBqa
•aj 'soiuEaijqnd B| [ena B[ ap oa^uap bpb p ug apiuaj 9\ eidoa BXna
so^uawnaop so| jBjauínua [B -[^\ ap [uqv 9P ¿I 9P XsndBJB^ pp
oujaiqo'j [B B^ou ns ua 'seSi^jv oidojd p Bzaid B^sa b biub[| uoiddjq
opiua^oa ns b uopBaqdxa ap d|q
-esuadsipu; ouiíuiiu p JBp X 'Bijojsiq BJisanu ap osaaojd p ua ojuaui
•naop ouiisuje p isaiqn BjBd ^sasEjj sns ap SEunSp jBzuBap opBjo|
UBq anb ouB^uauioa [B X uopBS|nAip b^ b u^puap ua 'oiusiujisb sop
sb.ho X (opquB a^sa jBayusnf BjBd souiaj;p ajuaiuB[os BjqBpd soq
j'oiJBu^isap BJBd 'Bpnasg
B| apsap 'OAisaans o| ua o|qand oj^sanu jod opBjdopB Bjanj Jináasuoa
souiBUBasap anb ajquiou ^\uqy dp uoudjq ap ajquiou p oísq soiuBp
anb SBSyjy ^p osjnasip ojqa|?a bX [a ua uEXBjdxa as anb ssapi sb| ap
Bjjpuas X Biuiqn BpuBjsns B| sa |Bj .BJBijuoa a| B|p anb pBpuo^nB B|
a|opuau|OAap 'jBzipaj b aiusuiBauBjuodsa auap ajsa anb sopB oiu
-oa 'sB^i^y oidojd pp a)jBd jod [B^uauo o[qand pp BiuBjaqos biusiiu
bj b opdsaj oayuapi un X íBjsp ajuB jBajuB|d b Biauaáixa ouioa 'sajiy
souang ua asjiunaj ap BqBqBaB anb a^uaXnqjsutr) [BjauaQ BajqiuBsy
B| ap a^jBd jod p^uaiJO ojqand pp BiuBjaqos b| b opdsaj jg oj
.jaqBs b 'sapapi sns b uoiaas B|
ua pEpippy ap 'oip sou Bpja^uiap ubjS p anb sauopaa| 'sBqaniu an
•ua 'sapaijBS sbiu sbj ap san JBdnj^e opuanb soiuaq anb b| ua X ^uoia
-Bnuijuoa b an3;s anb ai jas B| uaXniysuoa anb sojuaumaop sajj soj ua
isb o|JBqojdiuoa ap souiajq SBiuap so| ua BqnujBaua opuBna Buosjad
ns eqspdsaj B| 'Buosjad ns ua BqBjjp as opupna i;X 'biusiiu is ua bX
*sa|Bjuauo so| i: asBpdsaj as SB8ijjy BiSixa isb anb BiuBjaqos ^sg

viisiv^aaos vi aoa
m oiads im iaa so^isva soiNawnjoa

�88
totalidad de los documentos que llevan su firma al pie, y la consecuen
cia no menos invariable que revelan, paso a paso, con su conducta de
cada hora, de cada día, de cada mes, de cada año de los tan largos y
colmados de su íntegro y recio vivir, que nadie habría podido torcer
ni enervar, son íntima y cabalmente las ideas que Artigas quiso fueran
puestas allí, sin omitir ni alterar detalle), oración, repetimos, es por
lo undoso del lenguaje -una de las piezas magistrales que ha dado la
oratoria política de la Revolución de América, sin olvidar las de Bolí
var- y porque los conceptos que vierte los somete, con fervor de ver
dadero ruego, invocando los dolores pasados y las cenizas de los muer
tos por la libertad, a lo mejor de la conciencia de nuestro pueblo para
encarecerle que no caiga en el error ni desfallezca de la energía y la
grandeza que le pide ponga en la lucha por sostener sus derechos.
Y Oración de Abril para eliminar expresamente una referencia a
su fecha y a su lugar, dado que ambos se hallan sujetos corrientemen
te a precisiones equivocadas que han creado rutinas que deben des
truirse por medios que eviten el equívoco. La primera, porque, en tan
to que la copia que publicó Fregeiro, y que constituye la versión más
difundida de este discurso,4 lo muestra datado el 4 de Abril de 1813,
fecha que se había escrito a su pie con anticipación, el acta cuyo tex
to completo damos en su lugar oportuno5 y que ve la luz por primera
vez, acta halla la por el Profesor Edmundo M. Narancio en el Museo
Mitre para nuestro Archivo Artigas, y dentro de la cual aparece trans
cripto íntegramente el mismo discurso, dice, lo repetimos, que el 5 de
Abril de 1813 el ciudadano Artigas abrió "las ceciones (con la ora
ción) siguient; ", y este dato corrobora el que da la carta de Artigas
a Tomás García de Zúñiga publicada por Ravignani,6 según la cual
el Congreso nc pudo inaugurarse el 4 sino el S porque el mal estado de
los caminos causado por la lluvia demoró la llegada de algunos diputa
dos obligando a postergarla para este último día. El segundo, porque,
si bien una tradición arraigada llama al Congreso de Abril el Congreso
de Peñarol, hay en esto otro error, como lo venía enseñando en sus
clases el Dr. Felipe Ferreiro y lo publicó en 1937 en sus Orígenes uru
guayos, y como desde 1939 ha podido verse ya en El Federalismo de
Artigas y la I^dependencia nacional, del doctor Pablo Blanco Acevedo,
pues según ambos trabajos el_Cpngreso de Abril se realizó en las Tres

�'asj3A|osaj b o^afqo opun^as ouioo 'osjnasip 9)8^ U9 apid SB8ijjy
anb jod usaqdxa sajuapaaajuB sojsg uopBjuasajdaj usiua) ou '(08
•UU9U9 |9p J9pod U9 BUn S9|Bn^ SB| 9p 'opjiqB^ UO3 S9UOpB(qod SI9S 'op
-O) U9 *B3S O 49SOf UB&lt;; X BJDirj BJUBS O B)SI)nBg UBnf UB '89UO(9UB3
'ouBijo^ o8u|uio(j ojuB^) sB|j!y\ ojjsna BjqBq 'sBpBjquiou s9pBpnp sop
SB( 9p SBLU3pe 'S9|BnO SO^ 9P ^ '(BJU^IJO BpUBg B| U9 UBqBJUOD 9S 9tlb
S9J)i)ui9A so| 9J)U9 *so(q9nd stuuap sog ajuapAinba ns BUds 9nb 'oun
9SBIAU9 SBUUB U9 |B^U3U0 O|q9nd (9 91ib B Opip999B BiqBq 9S U9}q IS '08
-IU19U9 |9p J9pod U9 9SJB||Bl| Jod OpBjndip BIU3J OU O9piA9)UO^ 'S9Jiy
sou^ng U9 ops^pBJ 9)opj9^Bs 'B^asuoj 9p zaiuo^) osbiubq jopop p
BJ3 X 4BpB)U9S9Jd9J B||9 U9 |B)U9UO pBplip BDIUn B| BJ9 Op
B| ^p oí ^ pp sap^pnp SB| 9p 9)U9uib|os sopBjndip jod
B9|quiBsy B)sg aj^yaj 9S sBS;)jy 9nb b B9|quiBsy
8[ S9j;y sousng ua opepisu; Biqsq os ^i8| ap oj9ug 9p 6^ 13
•B|jB3iqn BJBd 'sopi^ouo^
uaiq 9)JBd bj)o jod 'soq^sq soun3p 9)U9iuBJ9mud
'S9JB|np3iu sojdo^uoo sns BJBd 'o^jsqiud uis 's
O] U9|SU9JdlUO^ BUB|| nS BJBd OSU3JX9 JOd B|JB)U9UIO^ OIJBS9^9UU; U9D
-Bq BZ9|pq ns X pBpijsp ns 'Bz^id Bjsa ap opiuajuoa p oju^no ug
'Jijqy 9p uopvjQ ap souiauodojd anb b| anb a|j^p BJBd uoiasu^isap
jofaui Bpanb ou 'isb \ Bsoi^ipj uopejo eun ap BqBjBjj as anb jBsuad b
ouBjojd |B BUBAaq X BiABpoj a|qBai||)uap{ souaui BUBq o| opa
sdAX sp] ap uoíjpjq o|Jbuib|| ua asBsuad as is 4zaA ns y *
ap osjnasip p,, ojuaiunaop oj^anu b jbuib|| ap oqq^q p uaiq
-uiBi asjiquosojd aqap pna o| opoj jod :9jqn)3Q ^p g ap anbuBJJB
ns ua bi|bji epmaAy B| spsq 'oaiuBiug |Bjidsop| p on3ijuoa sbui jn3n|
ua ojad '((zauopjo X a¡|)B8 asof anbjBj,, pp buoz pnpB B| ua Msb
BqBuuuouap as anb bsbd b| b oiuixojd 'ttsaonj^ sajx sb|,, opsunuoiíap
ouis p ua sBgijjy ap ojuauiíBÍop ¡a Bjngij ouBjd asa ua anb asjdA
apan^ ]tnuo]oo paodp p\ ua oapuaiuoy¡ ap ojnjoJ p oísq ¿6I u9
osa^BJX so]JB3 jojaop p jod BpBai|qnd uc^a^apa B| ua Bjn^ij anb
i\%\ oyB oidojd p ua opBjuBA3| oappajuo^ ap oiiB|d p uoa sojBp
sapi opuBfajna X 't(oapiAa)uo^ ap aiiiRpp,, sBft^y ap o^uaiuiBÍop
p uopB7t|L'a.i ns ap JB3n| jod usp '(smuap X sbjou 'sbpb) osaj^uo^
pp sopiaiunaop so| sopo) isbd anb opuspjoaaj asjBqojduioo ojaaja
ua apand 'Bpnp ap pBpqiqísod epo) bjoiij opuBÍap 'oiuoa X

68

�90
(el tratar este segundo punto antes que el primero no significa que le
atribuyamos mayor jerarquía ni ningún otro motivo de prelación con
respecto al primero, que era, como bien lo vio Artigas, el fundamental,
sino que lo hacemos simplemente por una razón de comodidad para
la exposición); como segundo objeto, pues, aumentar el número de
diputados orientales, los cuales, como dirá luego en carta al Paraguay,
siendo seis, se sumarían a los dos de Tucumán y a los siete que Artigas
pensaba debía enviar "esa Provincia Grande", para defender la causa
de la confederación en la Asamblea.8 Sobre los motivos y la proceden
cia de ese pedido de aumento de diputados, no dice una palabra Artigas
en su oración, limitándose a plantearlo, pero los comentaremos más
ampliamente por nuestra parte en el Capítulo IV, como aspecto del
examen de las condiciones contenidas en el acta del 5 de Abril.
— La convocatoria del congreso oriental respondió a este otro antece
dente inmediato y de principios cuya solución plantea Artigas como
primer objetivo del mismo: la Asamblea exige a todos los jefes mili
tares que la reconozcan. Llega a Rondeau y a Artigas este pedido.
Rondeau, superior de Artigas, le trasmite la orden. Artigas le contesta
que él, Rondeau, puede jurar la Asamblea, pero no así Artigas mismo.
Piensa Artigas, seguramente, como en los tiempos de Sarratea, aunque
no lo dice en su respuesta a Rondeau, que él es el Jefe de los Orien
tales, electo soberanamente por éstos, y no soto un subalterno militar
de Buenos Aires. Por eso, le dice que ha dirigido invitaciones a todos
los pueblos de esta Banda para consultarles si debe prestar el recono
cimiento que se le solicita: que éstos se reunirán el 3 de Abril (fecha
luego postergada por dos veces, como se vio), y que le pide que, entre
tanto, suspenda él su reconocimiento, para verificarlo juntos.9 Artigas
pensaba, pues, que debía prestarse ese reconocimiento, pero hacién
dolo, como expresará, en forma de pacto, es decir, siempre de igual
a igual con Buenos Aires, y no por obedecimiento: parte, pues, del
mismo concepto básico que le hemos visto sostener frente a Sarratea,
de que el pueblo oriental era soberano. Este mismo concepto se le
había encomendado defender, por parte del ejército oriental, en Enero
de 1813, para que lo hiciese reconocer por Buenos Aires, a Don Tomás
García de Zúftiga, en términos todavía más precisos y preciosos por
lo amplios, diciendo que "la soberanía particular de los pueblos será

�sq anb :'^TjoAap bj aiuauíBjos ou 'sa bis? ap ^jqEiou sbuj o^
uot^
O ns ua sb^ijjv aiuBjd anb seuiaiqojd sojauíud sop soj sa[Bj[
sauoisuajajd SBsa ua sEpiuaiuoo sBiouaBixa sbj b oiuaiuiBUBjjB (a 'op
ap X jEnSí b [Bn8i ap uasatquasns saiJBd sBquiB jBno [a ua 'op^d
jod ouis oiuatiupapaqo jod ou oiuauupouoaaj (a BjjBisajd BiauiAOJ^
Bjjsanu anb iioap sa 'sajjy souang ua Bpiunaj BajquiBsy bj ap a^
-jBd jod sauoisuajajd si?sa ap u^pB^daaB B| b asjBuopipuoa Biqap ais^
^no o[ Bjed 'oiuaiunaouooaj p BpBq zaA ei b ojad BiuBjaqos BJisanu
Bipuajap anb u^pn^s B| Bas o 'BqujB s^ui sojBJJBd soun^p bX opuaj
-aj souiaq sou ^no b^ b 'uopnios Bjaaja^ Bun e^uBAa| sBqa b ajuajj
upBpjjBjBj aA^anAua oiuajjxa opoj,, anb 'oiusuu oj jod
'ofip SBquiB ap X 't4Bpipaujsap BzuBijuoosap Bun,, BqBjjodiui anbjod
Bpun^as B[ b X '((bzubijuo^ ap osaaxa,, un sqBpodiui anbjod Bjamud
bj b :|Bn3t jod sBiJBZBqaaj BjBd sbSiviv ^pn^ sauoianjos sop sBsa y
[BuopBu pRpu^a^uí B| s^iuapB Buinjjsap X unuioa oSuuaua [a bj^uoo
jBqanf Bied pepfun BUBsaaau bj Biduioj jena oj 'ajuaiue^iaiqe Bjjaoouoa
-sap (q X ^BjuBjaqos Bjjsanu e jbuopibjj b BjjBAmba opa X 'sajquioq
soj)sanu jod sbpb^oa a^aiuaaqij sspuaSixa usja anb sauoisuapjd
SBsa jauaiuBtu b j3ajoa uis Bjjaaouoaaj 'Jiaap sa 'BdjquiBsy bj b a^
-uaiujBuopipuooui jaoouoaaj (b :iaqBS b 'sBiuaJixa UBja sBjja ap soq
•sauopnjos sajj usiqBD 'uppBnjis ¡bj u^
11 \,B^!VinZ 3P 8pjB9 sbiuox ua opBjndja ojjsanu b sBpBp
-uauíoaua sauoisuapjd SBj^sanu ap o^uaiuiBUBjjB jap sajuB jBjauaQ Bajq
-uiBsy bj ap oíuaiiuiDOuoaaj jb japaaojd souiaqap js,, :sa osaj8uo3 jb
auodoad anb soAipfqo soj ap ojauíud ja osa io¿ osai^uo3 ja
jb saiuaipuad 'sand 'uBqBjjBq as aopBjjod Bja j^ anb ap
sajB;uaiJo sauoisuapjd s^^ opBsaj^aj B^qBq ou B?iyn2 ap
a isa ap
bj ap s^indsap laiuatuBpn8B sf ui unB X 'opBaiuBjd opqjuoa 'B31bjjbs
jod opBaja opjjjuoa ja asBuoo anb uppassuBj} ap B|nuu9j ouioa
'jBijjiui opadsB ns ua aiuauíjppadsa 'Biusjaqos Bj^sanu ap SBAisuajap
aiuatujBn8i sauoisuaiajd sbjio uBqBjn8y anb sbj ua (aiuain^is ojniíd
-bd ja ua souiByasu; anb X) 'JopBiJod oziq aj as opajB jb anb ap sau
-opaiuisui sbj ap cBg BjnsnBja bj BzjjBniund oj ouioo 'Q^^u^pnjoAaj
BJisanu ap oaiuri oiafqo ja otuoa Bpeiuajso X epBjBjoap aiuauiBspajd

16

�92
a presencia de la soberanía oriental, de la autoridad que se le había
conferido en los días del armisticio, gesto altísimo de demócrata que
nunca habrá de ser suficientemente alabado y sobre el cual volvere
mos más abajo, sino principalmente la fundamentación que da a la.
exigencia del pacto que salvaguardase las pretensiones encomendadas
a García de Zúñiga. Artigas se remonta aquí a purísimos principios
que alternan con austeras ideas morales. Sostiene, junto con los fue
ros de la soberanía oriental, la unidad nacional rioplatense. y la idea
de la constitucionalidad como freno para precaver la veleidad y asegu{
rar la probidad de los hombres de gobierno. En esta defensa de la
constitucionalidad, y en el enjuiciamiento, que le es correlativo, del
problema de la relación entre los hombres y las instituciones, su pen
samiento se muestra influido por las ideas vertidas por Mariano Mo
reno desde la "Gazeta". Pero como la constitución era obra dificulto
sa, que debía preverse iría demorándose, exige que "mientras ella
no exista", se adopten "las medidas que equivalgan a la garantía
preciosa que ella ofrece"; y debemos interpretar que esas medidas no
son otras que la celebración del pacto que así venía aconsejando, es
decir, el reconocimiento de la Asamblea, lo que aseguraría el mante
nimiento de la unidad nacional rioplatense, pero con condiciones que
asegurasen, a su vez, la soberanía oriental, es decir la celebración de
un pacto confederativo interprovincial.
No debemos dejar de señalar aquí que la Oración de Abril nos
permite percibir nuevamente la influencia de Rousseau sobre el pensa
miento artiguista.
Claramente lo podemos comprobar en cuanto vemos cómo identi
fica esa misma idea de constitucionalidad (y concibiéndola, además,
precisamente así, es decir, como freno para la veleidad de los hombres(
y como seguro para afirmación de su probidad, idea a la que hemos
reconocido una inmediata filiación morenista), con la idea del Contra
to Social, pues no otra cosa significa que, al tomar posición para en
carar ese mismo problema a que nos estamos refiriendo, de las relacio
nes entre los hombres y las instituciones, anuncie las dos mismas solu
ciones sucesivas, cabalmente, que propone para resolverlo, o sea la de
la constitución como meta y la de la adopción, "mientras ella no exis-,
la", de "las medidas que equivalgan a la garantía preciosa que ellaI

�OUIS *((SOJ)OSOA B O(OS BpBAJdSdJ BUajBUi BU ti IUI Jod J3AJOS3J B 3SBS
-Bd is 'sopcj^p^ soqaajap sojjsanA ajuauíauuoua opuBjau|nA 'oiiu p X
J3PBJR3 OiiSrilA d)U9UlB)|8 BIJ3pU3JO üX,, anb '3SJ3A fipod OIUOD 'SBUI
•apB opuesajdxa 'Jdpod p ;sb ptAjOAap 019$ ou anb soiuan8aj8B \
sB|ouBjsun^jp sb| ua uBqeiuBpaj anb BiSjaua B|
Bppi sb| b japjad jaasq ap zRdsa X Bsotp^sBj 'Baqqnd Bd|quiBSB Bun
ap BinjjadB ap osjnasip un ua 'oiquiBD ua opis Buqeq BpBuajqB unB
tu 'upiaanpojdaj sXna X 'jajjoaai aoBq 9\ a^s^ ap jojnB p anb 'osuuibj
ojqq p ua sopiaiujBuozBJ so| ap o^uajuiBuapBaua uanq p BJBd soussaa
-au sojpuBaiu soppouoa so| ap s?abj) b opinpp X sojmidBD soj^o ua
ojad ^¡dúos oidaíuoj p ua 'Bpnp uis 'u^qiuBj B^sa ojdaauoa ajsg
pBpUOjnB B| 3|aSJdA|OAap B BIU3A
uainb e X JBqanasa e eq; oj anb ojqand ofdojd |ap uppeqpaui B| b
X opjanaaj \e aiqesiiadsipui 001891 ^juapaoajuB oiuoa j3bj) jatsanaui
Bja anbo^daauoa'oiqand p ua ^isa pBpuojnB B[ ap ua8uo p anb 'ozbj^
o|os un ua X ouisilu qp 's^iuapB jupjooaj BJBd jb8u| o||Bq 'ouBjunBass
-noJ o^auuBsuad pp jB|npaiu o| 'soqB|isejdaq sop ap op;n8as oqBjisBD
-apua un ap sBjsanduioa jbjso jod uajambpK $B|p anb b^jiujij Bzjanj B|
uoa X SRjqn^d sBaod ubi ua JBp b ojjaac anb uoa Bza||aq |bjiubu X |;obj
B| ua anb ap oiuaui \9 auaii 'Rurpo) ^ ajuanao|a sbiu 'O|p jod X
lRai8j^ua sbiu X Bputuoj sbiu 'OAajq sbiu sa soiuoiuibuozbj so| ap
aiuepunpaj isea pBpifqojd ej aiuudns anb uoa BiaBpnB z;pj B| b paajaui
'BISM18111B B|nsncp B| ojaj E[p uoa Bzuejaiuas ajuBuoisajduu Bun ap
sa [Biaiui ojBjjsd ns X '|uqy ap uopbjq B| ap asBJj BpBpjoaaj b[ ap bo
-jpunf asBq B| sa 'pepuSajuí ns ua opBiuoj 'oiduasuBjj o^uaui8Bjj |g
^ r ^juEjuasajdaj (a aaajBdRsap opB)uasajdaj [a ajuB anbjod
'opBj^siSBiu jauíud pp B| oiuoa a|qBjoiAUi a bpbj8bs ubj sa ouBpepnia
ouiíqn pp Buosjad bj X 'OAijnaaxa japod |a apuadsns as 'Bsaa oujaiqo8
ap uoisaipsunf Bpoj 'ouBjaqos odaana ua a)uaiuBui;^8a| B^sa ojqand
(a anb o8anq,, -.sojBjjBd sa)ua;n8;s so| uoa 'ajuaiuBsiaajd 'Bzuaiiuoa
¡Dfjos oídjiuoj pp ojaaja^ ojqig [^p AIX 0|n)idRa p 'opaja ug
\euBjaqos eiauasajd Rj^sanA a^u^ esaa B|p X sojjosoa
ap BUBuia pBpuojnB ij\,, :asBjj ajqapa bj ua ¡dúos o¡djiuoj pp Buoaj
B[ ap Biauan^u; bj^o Jiqpjad soiuapod BiABpo) aiuauíEjEp sbiu \
'(iopjpoa pp sapEpunáas sb| uaaajBdR ou X sajquioq so| ap aj e|
oÍBq unB soiuejsg,, :sBquiB b BajsqB sb| anb osiíjj üj^o ejsa ua \(aaajjo

íb

�94
que, llevando al acto sus conceptos de demócrata, se retiró del congre
so a la terminación de su oración para dejarlo obrar en libertad. Una
"Carta Reservada" de Rondeau dando cuenta de lo actuado en el Con
greso de Abril y juramento de las tropas orientales, que resume con
alguna variante el acta del 5, dice en efecto que Artigas "les hizo
pres.te todo diciéndoles, qe ellos determinasen; ps el estaba pronto
á Executar loqe ellos dispusiesen, y los dexo obrar libremte saliéndo
se".13 ^
Cumplía Artigas los postulados de Rousseau al devolver la autori
dad al pueblo, ante una nueva presencia de la misma soberanía
popular que la creara, porque era una nueva presencia de la soberanía
oriental ejerciendo efectivamente la función máxima de la soberanía
(la de constituirse y crearse sus autoridades) la que representaba el
Congreso de Abril: la primera había sido la de la Asamblea de la Para
guaya de Octubre de 1811, en la que los orientales se habían constituido
y habían creado y elegido una autoridad para el orden militar en la
persona de Artigas. Por eso éste dice al comienzo de su Oración, y
prescindiendo de referirse a otras asambleas que los orientales habían
sin duda celebrado, como veremos en el Capítulo VIII, pero en las
cuales no habían hecho, como en la Paraguaya y en el Congreso de
Abril, uso de las más eminentes funciones de la soberanía: "Tengo la
honra de volver a hablaros en la segunda vez que hacéis el uso de
vuestra soberanía".14
En el capitulo siguiente veremos que, tanto la idea del reconoci
miento con condiciones como la del aumento de diputados que pro
pone Artigas, quedaron consagradas por su aceptación en el Congreso
de Tres Cruces en la sesión del 5 de Abril, y que el articulado del acta
respectiva no es sino el paso previo al proyecto de pacto, la propuesta
oriental para ú pacto, que reproduce lo sustancial de las pretensiones
orientales cuya defensa se había encomendado a García de Zúñiga, pa
ra incluirlas, como exigencias de la soberanía oriental, y para que se
siguiese dejando "a esta Banda, en la plena libertad que ha adquirido
como Provincia compuesta de pueblos libres",15 en el pacto de con
federación ofensiva y defensiva a celebrarse con las demás provincias.
En cuanto a la idea de instalar "un Gobierno que restablezca la eco
nomía del país", que Artigas propone asimismo como tercera cues-

�-jiunaj ap opB |d ua 'is ajpa sojqand sajqjuiaA sns jod opejqaja^ ojp
-bj opBd jod 'BpuiAOjd ua aiuauiBqaqdun aXmí^suoo as (aiuain8is oj
-njidB^ ja ua souiajaA o() Bip asg BDi|Bj8oa8 uoisajdxa bj^iu Bun bj^
'181 ap juqy ^p p Bpuuojd Buspoj Bia ou (B}uau() Bpu^g Bg
•s^uiap sbj uoa OAipjapajuoa opBd ja jbuijoj b ajjua X BXnqjsuoo as
'BUBiaqos Bozouoaaj as anb :jBjuaiJO biouiaoj^ bj BjBd opuaiua^sos X
opuap^q BjuaA J9 anb oj Bí^^q BiauiAOjd BpBO anb ajamb 'ojja bjb^ oqa
-aiap ja ua jbXocIb ap Bq as Bzjanj bj :soidiauijd ap ouis 'BmbjBue tu
BiauajoiA ap sa ou Bjjan8 ns ojad 'oyayod ouisijBjjuaa ja bj^uoo jbj
-o^j jb jBjuBAaj b opi Bfj 'iBuinsuoo jod ^Xnjauoa ouisiui osai^uo^
ja anb X 'jap^j^ ^p IlídB^ bj ap osaj^uo^ jap uoiobjbjsui bj ap ops
p ua nBapuo^ oziq anb sajB^uaiJO soqoajap soj ap Bjjnq Bf ap zjbj
b oapiAa^uoj^ ap BJopBi^s Bauíj bj JBuopuBqB ap BqBqBaB sb^ijjv
•zapua^ '8 uBnf uoq jod 'jBjndod uqpBuiBjDB ua 'ojopu^Xn^jsns 'zan8
-uiuioq uoag asof uoq 'sajiy souang opBp BiqBq aj anb JopBuiaq
-09 ajuaiua^ (B opEaqoA sa^uaujo^ jaqBq ap Bjaiqiaaj anb bidjjou bj
jB;sa)uoa ja bjou bj b o^xapjd oiq -^ auas Bjsa ua souiBDijqnd anb
X'B^joquiap ubj8 ap sBiwspijaj sauoisaadxa ua BpunqB anb &gt;J8l ap
ozjb^i ap 6^ jap pBpnio B^sa ap opjiqB^ jb b^ou ns ua sajuaijjo^ ap
BiuBjaqos bj jod Bj^saniu anb opdsaj ja sa osomiaq souam ojq 03
ojnjidBa oiuixpjd ja ua as
-jBiaaidB wpod ouioo 'Bgj u^iaanjjsuj bj oj^bsuod uopnaasuoo BXna
b X 'BjsjnSipB Buia^sis jap sajBuipjBa soidiauud soj ap oun Bja anb
pBpunSas :jBJ^uao japod ja jod BpiqjosqB jas ou ap pBpun^as bj asaip
aj anb oatuiouooa opjBdsaj ja [BtauíAOjd BjuBjaqos bj b X 'Bsanénpod
uoioBdnao bj ap sauoiaBpajdap sbj sjBd ja jujns X ojjjBd ojans ja as
•JBuopuBqB 9jqap anb ua 'sasaui apis X zaip ap Bjjan8 Bun ap sBuasiui
X sai;sBsap soj ap s^ndsap 'BqB^isaaau anb js^sauaiq p ojqand ojjsanu
B jsp jod sojaAsap sns ap uoisaidxa bj X 'ouisiui mbB opuajpuajap
Bjsa anb biduiaoj^ Bj^anu ap BiuBjaqos bj ap Biauanaasuoa bj 'XBn8
•bjb^ jb JJ8J ap ajquiaiaiQ ap ¿ lap bjou ns ua BqBjq^q anb ap uoj
-Bipauíui oujaiqo8M o oidojd oujaiqo3 jap Bapi bj zaA bj b sa sand 'bjos
is jod B^auíoa as Bapi B^sg 9ljiJ^V 3P 03 l^P uoisas bj ua BpejdaaB
^jas 'opBiounua ojos ns jod ouis BjjBjuauíBpunj uis ojad Bjjauodojd b
'(oXsjdxa as a^auíBjjaq ubj anb bj ajqos 'BjauíiJd bj ap Bjauajajip b
X) BpunSas bj b opadsaj uoa oqoaq B^q^q oj ouioa 'asopuBqmq 'uoij

�96
se en congreso provincial por medio de sus representantes, y resolver
éstos celebrar una "confederación ofensiva y defensiva" con las de
más, en calidad de "provincia compuesta de pueblos libres" y rete
niendo, dentro de esa confederación, y "en consecuencia de dicha
confederación", como expresamente se declara, la plena libertad que
había adquirido como tal provincia compuesta de pueblos libres.18 A
los pocos días nuestra provincia, constituida y con gobierno propio
(el de Canelones, o sea el que Artigas había propuesto como "gobier
no que restablezca la economía del país" y que el acta aludida del 20
de Abril había creado, por mandato popular, con el nombre de "Go
bierno Económico"), exige a un magistrado sospechoso, Don Be
nito Torres, que era español de nacimiento, que jure que esta provin
cia "deve ser un Estado soberano e independiente... escepto la autori
dad que es o puede ser conferida por el Congreso Genera) de las Pro
vincias Unidas".19 Era la prueba de esa soberanía que había adquirido
y quería seguir conservando dentro de la confederación.
Tomando este antecedente como punto de comparación, leáse
ahora atentamente esta nota que dirige Artigas al Cabildo de Corrien
tes, y se verá que lo exhorta a que el territorio de que esta ciudad
formaba parte, haga exactamente cuanto él había querido y obteni
do hiciera la Banda Oriental. Artigas no admitía, recuérdese, que las
tropas de Buenos Aires fueran otra cosa que auxiliadoras de las
orientales. Consecuente con este ptincipio dice ahora a los correntinos: "Yo lo único que hago es auxiliarlos". Los correntinos, por su
parte, sabían que ello era así. Pocos días antes, en efecto, su Cabildo
se le había dirigido llamándolo "Señor General de los Ejércitos Auxi
liadores de Entre Ríos Don José de Artigas".20 Santa Fe lo sabrá
a su turno. El 29 de Marzo de 1815 escribe Artigas desde Paraná al
Cabildo de Montevideo incluyéndole la relación "que acaba de remitir
me el Gobernador de las Fuerzas Orientales auxiliadoras de Santa
Fe".21 Y el 12 de Abril de 1816 Don José Francisco Rodríguez, a)
designar por autorización de Artigas a Don Mariano Vera "Goberna
dor que presida este pueblo", "para que arregle lo económico de él",
lo hará invocando el título de "General de las Fuerzas Orientales au
xiliadoras de Santa Fe".22
Volvamos ahora a Corrientes y al mes de Marzo de 1814.

�p X ¿a^arer oiisanA 3)uauiB)jB Buapuajo oX,, aaip anb us B|pnbu)
^p U913BJ0 Bi ap sasBjj sbj ap Bun spjanaaj anb o)sa8 un ug
í4uopn|OA9J bj ap Biu8op |a,, 'egi^nz ap
b sauoiaanj)suj sbj ap B8 BjnsnBja bj ap sbj b s^piaajBd sBjqB|Bd
uoa 'BiuBjj 'oiusjui oíhsuoa auianaasuoa ajdiuais 'anbsoj b 'soiqand so|
ap soqaajap soj ap oiadsaj ns ua opuajjsjsin 'osajSuoa jap u^iunaj bj
'Biauaájn ap s^qanad SBAanu uoa X 23a bj)o aaajBaua X *t,opBjuajB,,
X t&lt;pBpuiH)!8d|!,, ojopuBiuBjj 'soidiauud sns ap oíAsap aisa aiuaui
•bSjbiub Bjnsuaa ^ ' ai jas BpunSas Bisa uBj8a;ui anb sojuaiunaop soj ap
|a sa anb '|uqv ^P 8c PP B! '9^s? B Bisajuoa anb ua bjou bj ua
'sa^uaujo^ ap opjiqBj oidojd ja jod oijaaij jap opeaauíg
BIJOlBJBjaap BJ J3DBIJ Opip
•uodsajjoa jaqBij Biqap uainb b 'SBuiap soj ap zoa B| bjbSojjb as X pep
-np jBdpujid ns ap ja asanj ajsa anb sbiu jod 'sojja ap ojos oun ap op
•j;qB3 je ou X 'sopiunaj sopBjndip sns ap oipaiu jod 'ajuaiuBjos sojsa
ap ojnfuoa jb Bja anb isb opuais 'sajBaoj sojqand soj sopo^ ap o)oa jb
'sb^i^jv b jaaB|diuoa opuaXaja 'ajuainSisuoa jod 'asjjnjijsns b BiuaA
sa)uaijJO3 'oqaaq ajsa uo3 BiauíAOj^ bj Bpoj ap spuapuadapu; bj o|
-^s is jod jBJBjaap X osajSuoa ja japuadsns b 'janbB ap sauapjp juuu
-sbí) opuB)xa)aid 'sajuaiJJO3 ap opjiqB3 jb apiaap 'sopijauíoa sns ua
asopuajpaaxa 'ajjjn^y 'sb8ijjv ap adjoj oujd)|Bqns un ojaj o
soid
-pujjd sosa japuajap anb sbiu 'saauo^ua 'ubijbij ou sbuijb sBg oiusi|
-BJiuaa ja sbuijb uis jbjbui Bjg ^sBiauiAOJd sbjjo sb| uoa sas o 'ttsojj
-osou uoa,, opsd jb 'jpap ajBA 'uopBjapajuoa B| b 'aíuaipuadapui Bia
-uiAOjd jb) ouioa opuBj)ua X 'a)uatpuadapui BiauiAOJd oiuoa 'sajuauj
-03 ap sojqand soj sopo) ^tsouisjiu js aj)ua,, uBUBjqajaa anb o)aBd
ja auiBipaiii 'asopuaXn);)suoa 'Jiaap sa :BiauiAOJd bj ap Biauapuadapui
bj opuBJBjaap '(Buia)sis jap 'ajuauíBAanu 'as^q oiuoa so|qand soj ap
jB|nai)jBd BiuBjaqos bj ap Bapi bj sa) ,,soj)osou uoa X souisiiu ,is aj)
-ua,. O)aBd uajqajaa sojqand soj anb í,,BXn)!)suoa as • "oppjaía ns b op
-UBj)ua " soqaajap sns ap aao8 ouajd ua ojsand,, 'sajuaujo3 ap ja anb
:u9j8aj Bsa ap sojqand soj sopo) ap sopB)ndip ap osaj8uo3 un anboA
-uoa anb sa)ua;jjo3 ap op|iqB3 jb sBSpjy saauo)ua api^ a)uauijBuuu
•ou ouis BpuiAOjd BiABpo) Bja oaoduiB) 'ajjed BqBiiuoj &gt;a)uauiBayBj8
-oa8 'jBna jap 'soi^ aj)ug ap ja oiuoa 'sa)uauJO3 ap oijojuj^) jg

¿6

�98
mío, vulnerando enormemente vuestros derechos sagrados, si pasase
a resolver por mí una materia reservada sólo a vosotros"),25 da a
entender por dos veces (cuando dice que las instancias de los ciuda
danos sobre sus intereses rurales ^eran contestadas expresándoles yo
que solo debían esperarlo del Congreso", y cuando, al referirse a los
motivos que facilitaban los progresos de la fermentación dice que "li
mité mis contestaciones a la campaña, a que reiterasen sus instancias
para la reunión del Congreso"), haberse resistido a entrar a resolver
por sí solo lo que pertenecía al derecho de los pueblos, lo cual venía
indudablemente a robustecer su opinión en cuanto estaba sosteniendo
que tampoco el Cabüdo de Corrientes debió haber hecho por sí
solo lo que correspondía verificar a todos los pueblos juntos por me
dio de sus representantes, y a robustecer también la recomendación
que formula al final de que tampoco el Cabildo se avance a hacer
mociones en el Congreso que deberá presidir, pues éstas son "priva
tivas únicamente del Congreso".
A propósito de todo esto se explaya nuevamente en hermosos prin
cipios democráticos cuya lectura constituye de por sí una nueva y
altísima lección de educación cívica.
En el comentario de esta lección podrá detenerse largamente el
ánimo hacia mil perspectivas diversas que no es siquiera necesario su
gerir, pues se ofrecen por sí solas a través de la feliz expresión de sin
ceridad de que rebosa la delicada reprimenda que dirige a compañeros
de causa representados por un gobierno amigo y aliado que le ha pe
dido sus inspiraciones y ha creído lealmente seguirlas, cuando en rea
lidad se había extraviado en el error.

�tojotunu so| uoa SBpBpyas sapuapp fi *oi :souiipey8 ajj^d Bjqsanu io¿
•O3|U^ t|jg |8j|dsoH I9 UOD 'aisao I^ BPUH anb
X 'BpUBJt^^ OU(|8AV B O)UaUIB|d|BJBd (SE^ X Bn3||qO 'BSOUllOJ 8p U9PBUJ8q
-09 apa a a| BpBq 'jn^ |B ajjo^ ajuajj oXna 'Bi|Bn BpiuaAy X BpuBJJ^ oui|8Ay
apaa B| ap suinbsa B| ua a)ua)s;xa ^sea B| uoa 'Baqqnd anb sbjjbj^oíoj X ou
-B|d so| jod 'Binbipj bi jBaijuuapi souiapo^ 'opqouiap anj ojsaj |a sand 'apa
ap opuipa ap odjana un SAjasuoa as no;) db^ j8y |a unflas bsbo Bau^isiq
B| ap B)aaxa u9(3Ba|qn ibhpb b( a8jns sofBqBJ) soquis ap U9pB(ajJoa B| ^q
•91 *cl'iS6I sp^^ ojunf'oap
*o$uauia|dns %vuvyo¡^ trj ua '^tsfxa uno $nb o\o\J\p^ ¡ap auod o¡ ap
ua u^pomjsuooa^ o; ¿od ¿ 181 oyv \ap sauoporuisui ni optnujqf
asaaqo^ uoaafqap apuop vno vi uoo sopvuopviau tauopütujfjo opuvoi/itoay
"nOJ DVW V SO1MV0 X '/S-^/ 'dd '0S6Í P ^ ojunf 'oappaiuo^ 'ojueui
-aidns'wa 13 " 'sauoponusuf ni nüft^v pioip tnby 7V1IAVNO8 Sim/
DVINOd ONVNiatlH^ W :*b?a) bjab^ ap zups ?f pnuB^ ap Bjujnb
bsbo 8| eje sB^pjy ap o)uaiuiBfo|B p anb oiuisipjqss bX Xoq sa 'ajjsd bíjo io¿
•ON 'IIX o8 'IinX *l 'touopvM vpiAa^ ua 'J81 p mqv P osa^^uoj ¡a
piunaaas anb ua nSnt I '&lt;IS 'O1OA^C! THAId "A NVnf ¡s^uiapa 'ess^A L
'6€6! 'ajjy souana 'S6S "d 'a^ad spunías 'ia *l 'INVNOIAV^
OniWi Jod ¿S8'lt ^*1 l ap otuapundutno ua npvtotw K saiopupojd
•jaiui sotan,! &lt; soAiivisfüai 'taivuopmipuoj soixat so¡ ap npinXas nu^uaí
-jy tatuaAwitsuoo naiqumsy 'SVDIMOXSIH SaNOI^VOllS3ANI 30 OÍ
•0111SNI 'SV^13T A VI3OSO1I3 3O OVlinOVJ " *CI81 ap Ipqv ap
L 'oappaiuo^ ap a^u^pc] 'üSiynz ap viajvQ spujoj, v nBitJy psof ap vjjüj 9
'^H'SCl *dd'9 *ofsi oiuauínaop :asB3A S
•S9!-e9I 'dd'ip
'toAiivoiptsnf soiuaxunooQ 'oopptsm oipwsa 'nSfuy 'OM1303^3 'A 'D ^^
'1161 'oapfAajuo^
'¿9 d 'ni -i 'oXvypjJtrj ofuomy onwpo uoo P soipos-j 'AV^OfHlfl 330
O0I3V80O30 A Ov^IHOlSfH OlílllIS^I ..oijoiou uaiq sa ouioa 'saz
-fV souang uoa aiuaui|Bdpuud 'sauopBjsaiuoa sb8jb| sb| ua sojuasa sns ua|
-uaiuisap ou anb Jaia^jsa 'opunqBipoa sa a|UB|quias ns X U9pBSjaAuoa ns ua
a)uan|&gt;B sa 'opBUfpJoBJixa o^uap) un auap 'U9)xa|duioa ap pq^p X opnuaui
•a,, :aa|p o|Jiq|jasap |B opusna 'Bza^d B)sa ap U9paBpaj B| ojpjJBg b aXnq¡j|B
'ppuvsÁoj o oappaiuoM ap afvtA ns ua 'BfsyBijB^ a)uauiB)pi|dui| u^iqiusj.
"OH 'd 'ni '\ 'vop^isiH Pispay ua 'saaaapj ap upwvn uop ap npowapi c
&gt;6I 161
•dd "tp 'toAfivot/iitnf soiuautnooQ •oap^ttfq oipms^ 'nüpay '08139383
'3 ju^'flíl ap INM V ap LI ^ ün^üJO^ /ap oiunp v¡ v spüjuy ^sof ap opifo Z
"it^^^t"! "dd'9"ON ojiíatunaop : asna a I

SV10N
66

�100
2608, 2610, 2612 y 2620, en Avelino Miranda, corresponden en parte a
obras nuevas que se han agregado a la maciza fábrica primitiva, que sigue
sirviéndoles de fondo principal. 2o. Agregado ha sido asimismo, quizás por
simple subdivisión, su piso alto, pues las vigas del techo, muy antiguas, pa
recen ser de época, y la casona de Cavia, aunque con su altura actual, era en
1813 de una sola planta. 3o. Personalmente hemos medido el ancho de la
pared maestra que da a Avelino Miranda. Arroja 45 cms., ancho que corres
ponde a los muros de un ladrillo de 38 cms. de la época colonial, con un
grueso revoque. (El largo de 38 cms. lo medimos en ladrillos de las Bóve
das y de los sótanos de La Ciudadela recién exhumados bajo el viejo edifi
cio de La Pasiva). 4o. Opinamos, cotejando planos y documentos publica
dos (opp. cits.), que la parte que sobrevive es el ala izquierda o lado Oeste
del primitivo edificio, cuyo frente de cuarenta varas, hoy desaparecido,
que corría de Oeste a Este formando la parte Norte de la casa, sobre el Ca
mino al Paso de Carrasco (hoy Avenida Italia), debía contener el gran salón
en que seguramente se realizó el Congreso, y que estaría ubicado, parte en
la actual acera Sur de esta última parte cruzando la calzada de Avelino Mi
randa, pocos metros al Sur y Sur Oeste de la estela rememorativa colocada
en el veredón central de Avenida Italia. So. Debería señalarse, con todo,
inequívocamente, lo que queda de la casa que fue sede del Congreso de
Tres Cruces y en la que Artigas vivió días gloriosos, con una placa, a la es
pera de que sea declarada monumento nacional.
8Véase la aludida nota de Artigas a la Junta del Paraguay en C. L. FREGE1RO, Artigas, Estudio histórico. Documentos justificativos, cit., pp. 191-194,
especialmente 193.
9C. L. FREGEIRO, Artigas, Estudio histórico. Documentos justificativos.
cit., pp. 161-162. Las respuestas de Artigas a Rondeau están además trans
criptas por él mismo dentro del texto de su oración (véase: documento No.
O10Véase: documento No. 9, p. 222.
11Véase: documento No. 6. p. 139.
12JUAN JACOBO ROSSEAU fsic/ El Contrato Social o Principios de Dere
cho Político, etc., p. 20, ed. /Buenos Aires/, 1810. Véase láminas VI y VII.
13Borrador de Rondeau que me ha facilitado en copia mi distinguido colega
Prof. Agustín Beraza, con las siguientes procedencias y signatura: Archivo
General de la Nación, Buenos Aires, Documentación donada. Archivo de
Doña Josefina Sánchez de Bustamante, S. Vil, C. 1, A. 6, No. 1 (con lá
piz No. 10).
14Véase: documento No. 6, p. 138.
15Véase: documento No.10, p. 223.
16C-L. FREGE1RO, Artigas, Estudio histórico. Documentos justificativos,
cit., pp. 172-173.
17Véase: documento No. 7,pp. 142-143.
18Véase: documento No. 10, d. 223.

�*vui8{iu B| ap ci B}ou A 6I 'd '9 *O{s| ojuauinaop :asB^A SZ
*9^1-H dd'g on ojuaiunaop :9*89a ^Z
'dd *U9p39|O3 ajjsanu p ¿ 'on ojuauínaop | s^) -9^ d "jid 'sa¡ua¡jjoj
p sajqwoq so¡ A svSftJV ¡VJ^aS 13 'Z3WOO 'd NVN3H u ^I8I BP oz
-jb^ p 6Z '|^uO I&gt;JBnD 'stuf&lt;uo^ ap opifqoj \v SüXffJV psof ap oioifo Z
9881 'oap(A9uo^ '9¿
d '¡i *| ^vaodf tu A süSpjy ap ofpntsj 'OS'JVW OXSflf u '9181 P PJqv
'P Cl 'aj B|ubs 'a^/ Piucs1 9p jopmuaqoS vj^a outtp^vpn ap up\avuS\saQ zi
*ojq;| ouisfiu |^p 90^f OZ 'dd sb| u
B|3pcBjopB|t]xnB Bdojj sB|^p 9ja8 ua 'puBiuoa,,
^sof b BuiB|| as anb B| ua A 'sb8jj.iv ap o|D¡^o ajsa ajaijaj as anb b U9PB|9J
'oap
'^OZ-OZ 'dd A -d 'oapfAatuow ap opuqoj ;o soSfuV f^of ¡tuau
•ao \ap vpuapuodsa^oo 'NO13VN VI 30 1V^3N3O OAIH0MV "a'siSI
ap ozjb^ ap 6 '^usjBd 'oapiAaiuow ap oppqvj ¡o so^juv ^sop ap o\aiSO M
*6Z6I 'sajuaujoo 'i^^ -d
•oj apsajqtuoq so¡ A soü^jv ¡niauao 13 'Z3WO9 'A NVNM3H "*
ap OZ 'ajuajiio^ ^soS^jy ?sof o satuafjjoj ap oppqvj ¡ap ojo¡Jo OZ
•ZZ61
*|^-98 'dd 'ajjBd -tz l\\ *j 'Aon^tuf¡ ¡ap oJifpuXoao A oofjpt
•*¡H otwivuí ¡ap otspxax ua 'oajsto ap oatow 'O1UUV8 3Q ONI^1XVW 61

101

��ap ^iQ^q sop^Aí'dB ou sajouianbsaj soaojdpaj X s^piuaAB [Biu saysd
aj)U3 sbso.3 ap opejsa aiuBÍaiuas U9 anb sa^qap soj ap pnq^uaj bj X soj
-aijjuoa ap ojajjiuias ja uoa uninoa opBjsa jap upiaBziuBÍtoo bj ap saj
-bj bj b asjB.aoqB osodaj jap Bjoq bj Bpe^ajj asanj opuBno 'ajuaiujBuy
X ^Bjjat\8 bj ap sBuojuajad sauoiouajB sbj ap upiaapjjsip bj 'sosbd soj
ap jofaui ja ua 'X sauotsuip sbj sbjj^ uoa BuaBjj X '(sBiuujadsB jas ap
UBijqtq 'Ba^BJjBS uoo ojaijjuoo ja apsap opujnao oj opoj uoa 'Jipaui
a^uauijiaBj Bipod as bX anb) sauoisnasip sbj 'a^iauiBsiaajd 'BUBaoAOjd
soxau sajB) ubijbziub^jo as ouioa JBjaqijap b Bjainbis jbj;u3 ja anbjod
sBjja aj^a pBpuo^B ap soAi^uijap soxau jbziubSjo ap o^ua^ui jb asj^^
-saujB uis aiuain8isuoa Jod X 'uniuoa oSiuiaua ja Bj^oa 'Baijijod X bd
-jjouiBd pBp^pja Bsa ap o^aiunua^uBui jap oqeasouam ujs Bjaiaiq as
uoiun bj anb Bjsd jBnSí b jBn^^ ap 'sBjunf sBpo^ JBqan| BjBd sBuiap sbj
ap sbj b bis^ ap sBzaanj sbj Jiun o^anj '.BUBjaqos oiuoa ajqBjadsaj Bjop
-u^iaeq 'BiauiAoíd ns ap BOi^ijod X BaijojJiBd pBpijua bj ap Bidojd BpiA
Bj'saauojua 'a^uauíBjauíud JBjnáasy SBdB^a jod Bpijdujna jas BJBd bd
-i^jjod Bi^ajBjjsa Bsa ua jBaoquiasap ouis 'sajBuoiDBu sbj b anb zaA bj b
sajBaoj sBiaua8ixa sbj b upiooBjsijBS j^p ap ojaquB ns ua 'optpod Bq ou
'souBfaj soj b uns X sounxpjd soj b ouioa 'sand 'sa^ua^^in soj b :asopuBp
-uiaaAB BqBJjsoui aj o BqBd^UBjd 3j ooijo^siq o^uauioui ja anb ssuiajq
-ojd soj b opB^uajjua 'anb soiuBSuad 'sbsoo sbj ap BjsijBaj upisiA ns ap X
ojapiaa X opajjp o^uajBj ns ap soiuaua^ anb o^uaiuiiaouoa ja ua sou
-opuBpunj 'ouBjjuoa ja jod sajuB 'anb ouis 'SB^sijBnpajajui sauoiaBjq
-nanja sa^uBfaiuas b 1^ opBJjua jaqBq ja sb^ijjv b Jinqij^ ap JOJja jap
'BaiuiBuip U9jaBjajdjajui Bsa 'a^uainSisuoo Jod 'oaoduiB^ aéjns oj^
•SBuiap soj b X ouisiui J^ b jaasq ajqísod Bja aj anb BiqBS opuaipaans
UBq; as anb soqaaq soj ap o^uaiuiBuopipuoo X BdBja Bpsa ua anb oj
ap X 'pBpioijaj ns ap Bpanbsnq bj ua sojqand sopa ap ojn^nj ja X a^
-r^sajd ja ajqos sbSj^v a^auíjBaj sq^asap X sq^suad anb oj ap 'a^uatu
-Buoiuajad Buouiojd b^j^ bj ap oi^j jap pBpijBaj bj anb SBiaua^ixa
sbj ap souiaua^ anb ojuaiiuiaouoa jap ouioo 'sopsiaajdB ajuauíjBU
-oidbj X sopiaj aiuauíBUBjj Bpin^i^B upiaBjuauínaop bj ap sojuasa so^
-xa) soj ap o;ub) a^ns sand 'a^iaiuBDUppiq jiui^ojaA s^ui U9JOB)ajd
-Jd)ui bj sa anb ouis 'Bjpaqp bj jjjjnoui Bjaipnd anb ua SB)SijBn)aaja)ui
sauoiapjqnanja sbj ap BÍiq oiuoa aaajBd^ ou B)sin3i)JB oueapj jap bd
-lureuip u9JDB)ajdja)ui bj anb jBiaajdB jidbj sa opandxa oj opo) io¿

SOI

�106
traer la empresa de poner manos a la obra de construir una constitu
ción, y con ella un gobierno supremo, con jurisdicción sobre todos y
aceptable por todos.
Así había ocurrido, precisamente (y lo sabía Artigas por la Histo
ria Concisa), en los Estados Unidos. Los Estados Unidos en efecto.
vivieron, como se sabe, doce años en confederación, de los cuales seis
de guerra con la Gran Bretaña, y sólo cuatro años después de alcan
zada la paz por el reconocimiento de su independencia pudieron hacer
en el papel una constitución común y, pasados dos años más, que fue
ron insumidos por las dificultades del proceso de su ratificación parti
cular por cada uno de los estados, organizarse merced a ello, y con vi
gencia efectiva, en estado federal.
En resumen, pues: puede afirmar ahora la conciencia histórica de
la posteridad que la primera gran etapa que acabamos de señalar
(tercera de nuestro esquema: mucho menos importante, no sin duda
en sí misma, pero sí a los fines de las explicaciones que estarnos ha
ciendo, es la primera, que hemos precisado como de la soberanía par
ticular de los pueblos) se basaba en las soberanías provinciales (segun
da de nuestro esquema). Y sabe esa misma conciencia que la unión
provisional de esas soberanías provinciales para la lucha, sin autoridad
suprema que las rigiera en conjunto y en plenitud pero con algún mí
nimo de organismo común para dirigir la guerra y las relaciones exte
riores y al que nada costaba añadir, para que pudieran accionar mejor,
la supresión de las barreras aduaneras interprovinciales y el fomento
común del comercio, se llama confederación. Sabe asimismo la poste
ridad que estaban en las manos de Artigas papeles (los Artículos de
la Confederación y perpetua unión, traducidos en el Jibro de García
de Sena, y la Historia concisa de los Estados Unidos) que llamaban
a todo eso confederación. Y sabe igualmente que la segunda gran eta
pa (cuarta de nuestro esquema) se llama estado federal constitucionalmente organizado, y que también en las manos de Artigas había pa
peles de los cuales unos (la Constitución de los Estados Unidos, en el
libro de García de Sena) llamaban efectivamente constitución y no
confederación a esa ordenación de las cosas y hacían de ellas un gran
estado nuevo que estaba integrado por el conjunto de todos los esta
dos que antes habían formado la confederación, y otros (la Historia

�•pepismip ns ap ojpaiusap
uis sojJBjnauíA eiqap anb jouadns pepiun ej ap X 'ejej^ bj ap oí jap
sopoj so|qand soj ap uaiquiej ojad jejnatjjed ua ojqand ns ap '(sajeS?
-nj X seria 'sapspnp sej e ou 'sájenos sojuníuon sojsba otuoa sojq
•and soj e ejoqe souiuajaj sou) sojqand soj ap X ajquioq jap soya
-ajap soj ua aj Eiuaj anbjod sejjaiauíoae ap jaqap ns ap eqepnp ou
X 'SBAisaans seqan| e ejja jod opeuieu eiqes as anb jopejjaqij ubj8 un
X ejoujed uej8 un ap |ejnjeu U9zej ajqjj X ajjanj 'ejeja bj jod epejajd
•jajuí eaoda eun apsesoa se| ap pepisaaau ajuaiAoiu B| ua 'eja jena jej
opesed ojjsanu ap opuai^^ins soiuiqpjad anb sejaiuud X sesaaiS sapep
•jdA sbj ua 'soaipunf ou X soaifl^j X soaupjsiq 'sa|diuis sojuaiun^^iB ua
'isb 'eseq as opuaiuajsos soiuiuaA anb Bauueuip uotaBjajdjajuí vr\
sopjuf) sopBjsg
soj ap upjanjijsuoa e| eqezjue^jo anb ja 'ajuaiuesiaajd 'Bja 'sepBjn^
•ase sapejjaqij seaojdpaj sns uoa ojad epezinbjejaí 'soujaiqoS ap eia
•uaAiAUoa ap ojau^3 |Bj X :eiusim ej ap ejiqjo bj ofeq ojad "auiaiuajq
•ij 'euiajdns pepuojne esa uoa ueuiAiAUoa 'sapejjnaBj seijduiB ap soy
•anp ojad 'japod ap X sauopaipsunf ap jouaiu opej^ un ua anb sajea
-oj sauoianjijsuoa sejuej sbj jo jod sop^^aj sajBjnaijj^d soujaiqo^ ap
eiuajsis jap jopejn^aj ouioa 'uqanjijsuoa ej eiaajjo anb sbijubjb^ sbj
jod 'ajuauíesiaajd 'Bpejiuii| ajuauieso|aa 'ouejjuoa ja jod 'ouis 'bjos
-baui ou ojad euiajdns' pepijojne ap uniuoa ojjuaa ubj un ap sb| anb
seuijoj sejjo'ejej^ ej ap 01 ja opoj e eip un Ji^aj e BJB^a^ anb uoia
•njijsuoa ej ejed 'jiqaauoa Bipod ou anb opep 'bisbuiouojub jod o aj
•uauíeaoAinbaui eiuyap o| anb oSje Bpnp uis eja \^ r.ivd anb \^oianjij
-suoa,, ouioa ajuauia|duiis a(en3ua| ns ua opeu^isap sa aanpejj noisajd
-xa |bj anb ojdaauoa ja anb ouis 'oaodiuej ea|diua bj ou oqaip soiuaq
anb 'sopiup) sopejsg so| ap uqanjijsuoa e| Bua^ns ej as ou anbjod sbz
•inb se^ijjy jod epesn ajuauíjBnjxaj ,ise aaajede ou ((|ejapaj opBjsa,,
u^isajdxa B| anb 'oiqiuea ua 'seui zaA eun jepjoaaj soiuaqap oja^
•u^zBj epoj uoo X 'BsnBa ns
e jBjapaj ouibji anb ojja opoj ap pnjJiA ua anj anb ap soiuepnp o^^
jejapaj opejsa ap ajqiuou |a uoa anb opoiu ojjo ap 'ajqiuou
unSje jod o|jezuajaejea Bjatsndojd as is 'OAanu opejsa [B jblubjj Bjaip
•nd sajaded sosa opiaj ejaiqnq anb aipeu m se^ijjy iu anb ajqjsodui;
eqejjnsaj anb oj jod '|ejapaj eja u^pnjijsuoa esa anb uepap (dsi^uo.^

¿01

�108
Encarando las cosas de otro modo pero fundándonos siempre,
también, en el terreno de la realidad histórica de la época, sin violen
tarla ni tratar de amoldarla a construcción jurídica teórica alguna con
cebida a posteriori para sostener una tesis, llegamos, en otra síntesis
fjnal, a las mismas conclusiones.
~L No hay duda, en primer lugar (y de esa base hay que partir necesa
riamente) de que en 1813 Artigas luchaba para que el Río de la Plata,
independizándose de España, tuviese una organización general que ga
rantiese los derechos de cada provincia a su gobierno propio o "inme
diato", con las vallas infranqueables de una constitución, para salvar
las de la dominación de "cualquiera de ellas",' y especialmente del
centralismo de Buenos Aires.
Sabía, sin embargo, que esa constitución no podía implantarse de
golpe, porque ello insumiría el largo proceso a que hemos aludido y
cuyas lentitudes eran en efecto inevitables. (Tan inevitables fueron,
que duraron en la realidad, en el Río de la Plata, mucho más, como se
sabe, que en los Estados Unidos, es decir, desde 1810 hasta 1853, y
eso sólo para alcanzar la organización de la actual República Argenti
na, porque en ese comedio, y por la falta, precisamente -castigo su
premo para la ceguera del centralismo porteño- de no haber aceptado
a tiempo la política de pactos interprovinciales que el artiguismo pro
ponía, se segregaron sucesivamente de la gran unidad rioplatense el
Paraguay, el Alto Perú y la Banda Oriental.
Mientras esa constitución no existiese, pues, "mientras ella no exis
ta", diremos repitiendo las palabras de Artigas en la Oración de Abril2
¿en qué estado quedaría el Río de la Plata?
¿Sometido al centralismo de Buenos Aires sin que ninguna traba
se estableciese para la salvaguardia de los derechos provinciales?
¿O, por el contrario, para evitarlo, debería haberse preferido en
tonces, con tal de sustraerse a la dominación porteña, romper total
mente la unidad platense con la declaración de la soberanía recípro
ca de cada provincia para que cada una permaneciese encerrada en ella
y aislada, a la espera de que pudiera ser implantada aquella constitu
ción, ofreciendo al enemigo un frente desarticulado y débil que le
permitiría batir por separado a cada provincia, y exponer así a la
Banda Oriental a que, como pudo haber ocurrido, sucumbiese a los

�^ou,, anb 'jroap ajans as opjduioo joua^ ns apasaad asjau
-a^ uis 'ouioo 'ajuaiuajduiis bzbj ou B|[a 'ojsouiBqdaj 'anb o|[a aod sa
X 0IHIX UB RP sauopomjsuj sbj ap B BjnsnBjo bj 'ouBouauíBaqou
o^xaj unSuiu ap BpBjdBpB iu BpBidoo ou X B^inSiyB ajuanj ap 'BAanu
X Bsajdxa uppoBpaj uoo 'Bp^pBpaj opis Bq anb 6'bX opBoijdxa soui
-aq O| 'a^uauBiuiad uchobziubSjo bj BjBd ou X opBd |ap RdBp bj Bjfid
•opsd iap ojuauíoui ja BJBd sa ^juqy 3P S RP BRB RP uopipuoa B9
B| ua auodojd as 'uoiaEjapajuoa ap 'ajuauiRspajd 'ajqiuou p uon
anb oj opBd p sa ruqpBjapajuoa b[ anb bsod bjjo bj^ ou op^d p \
¿-ttopBd jod,, ouis'(Bjjsanu bj
u^iquiB} o^daaxa 'opox^ pp opouad p apsap 'X XeoSeje^ p oidaaxa
'sBpBuopaajjnsu; SBpuiAcud SBuiap sb[ SBAjasaj uis op^paB ueiqcq
pna bj b) sajiy souang b ucusituns bj cuas anb '4kojua;uipapaqo jod,,
ou BajquiBsy ^j ap opaiuipouoaaj ja 'BaiquiBsy bj ua SBpejuasajd
-aj uBqBjsa anb sepuiAOid sBuiap sbj X sajiy souang uoa opBd ja anb
.'Z3A BJjsanu b isb jB^uoa oqoaq souiaq oj X U910BJO buisiui bj ua
eaijdxa oj 'sbj^o usía ou sppipaui sBsa X s'((aaajjo Bjja anb Bsopajd
b^)ubjb3 bj b u^SpAinba anb sBpipaui sbj jBjdopB osiaajd sa e^sixa ou
Bjja SBJ^uaiui,, 'uoianq^suoa bj b 'apauiBspajd 'asopu^injaj SB3i^y
Bpap anb jepjoaai b soiu^ajoa 'uBjsixa ou Bjja sBjjuaiuj,, Psa^sixa
ou uqpnq^suoa bj SBjjuaiui anb 'jaqss e 'uoionjos Bjaaia; Bun outs
'III ojmidB^ ja ua opBDijdxa souiaq oj ouioo 'BiqBO ou saauo^ua ^
¿/sajjy souang b B8ap BSajpa bj na
•ap sa/ bzubijuoo ap osaaxa un ajqiiua^ souaui osbdb sa ojad ^sausjd
sajofaui soj buboo^os /ouis^odsap ns b joma^ jod saaiy souang uoo
Bjn^dnj bj 'jpap sa/ Bpipauisap szuBijuoosap Bun osa jod rpepije^e^
aAjariAua ouia^xa opoj,, :aaip opuBno 'Jijqy ap uqpBJO bj ua kisB
eX opBJ^souisap souiaq oj 'sBSijjy Btjajaj as sapiu sop sosa y
•Bjoüap bj ap jbui ja uaiq o 'Roqs^iuop biubjij bj ap jbui ja
uaiq o :sajBui anb bsoo bjjo Bioajjo sauopnjos sop sssa ap Bun^uit^
¿njag oqy jap sadjo^ soj b jiqiunons b 'SBsouad sbiu oqoniu sbia
jod anbunB 'sandsap ojjBjiAa opnd uipBj\ ubs ap BsoipuRjS uojsia bj
oj9S ouioo 'sBuaqujB sspuiAOjd sbj X jBJoqj ja ksauy souang b jauodxa
^'1181 ^psap UBqBZBuauíB oj anb 'sasan^npod soj ap soj b apaiujBn^í
'jiunoo u^iqiuB^ opnd ouioo 'XBnSBJBg jb jauodxa ísasanSnpod sadjoé
ua 'p^pjaA ap 'apjB^ sbui uojbuijojsubj) as anb 'oapiAapo^ ap sadjo^

601

�110
otro sistema que el de Confederación", sino que dice esta otra cosa,
de alcance más circunscripto y especial: "no admitirá otro sistema que
el de Confederación para el pacto recíproco con las demás provincias
que forman nuestro Estado".
Yla confederación permitía entendimientos recíprocos, formación
de un frente común para la lucha, establecimiento de un nexo, no de
autoridad, sino de resoluciones nacidas de un acuerdo de voluntades
entre los delegados de las diversas provincias independientes, con todo
lo cual podría irse sobrellevando y conduciendo a la victoria, como
victoriosamente la sobrellevaron los Estados Unidos, la etapa de la
guerra, ir luchando en común, "conservando en su más perfecto grado
. una liga ofensiva y defensiva, hasta q.e concluida la guerra la organi
zación general fixe y concentre los recursos, uniendo y ligando entre si
constitucionalm.te á todas las provincias", como, según también lo
hemos recordado,11 lo convino el propio Artigas en un proyecto de
tratado, presentado, por él, con los delegados de Buenos Aires, Fray
Mariano Amaro y Francisco Antonio Candiotiel 23 de Abril de 1814:
o sea, todo ello hasta el advenimiento de la constitución federal.
Yuna última prueba de que Artigas no podía sino pensar, por nece
sidad resultante de la naturaleza de las cosas, en que su ideal federal
concebido para el futuro no podía ser alcanzado si antes el Río de
la Plata no pasaba por las etapas previas de la declaración de las sobe* ranías provin^iales -constituidas a su vez sobre la base de la fusión
•?• de las soberanías particulares de los pueblos en las unidades natura
les que sus tradicionales límites regionales les señalaban- y de la
• unión provisional de esas mismas provincias por medio de un vínculo
cualquiera que les permitiese auxiliarse y defenderse en común pero
permaneciendo independientes entre sí mientras lucharan contra el
enemigo común para no deshacerse frente á él en guerras intestinas de
predominio, nos la da el hecho de que también Mariano Moreno, po
lítico realista y de acción y no solo ideólogo, había entendido (pen
sando, desde luego, no en la federación del Río de la Plata, sino en
una remota y casi imposible federación de América), que las cosas
debían ir ocurriendo así, y lo había escrito en su artículo de la Gazeta del 6 de Diciembre de 1810, el último que dedicara a la reunión
del congreso general: si bien Moreno no habla de confederación sino

�sojpq ap o[duid) pp opBj8s oqno X 'oj
p ojuBnb 'uBqBiujoj so[ anb soiqand soj ap ooijqod opejsa [9
uejSuip ou sauopnjosai sns anb X 'osoi8ipj aqiauíBjnd Bi9 sauotpiqd
•uib so[ ap opfqo p anb 'opBj^soiuap UBq 'oj^nb soiuapoqoo |iui ap
oyB (9 sub^ ua SBpnoqqnd 's^oubj^ oiqBs un 9p sbubj9^ij sauopB^ijsaA
-ui sb| 'oiSBjjns ns uod sofjBjqapo b uBijjn^uo^ anb 'sojqand aoop soj
ap [BjauaS op^^sa 9 spip bj sauoipiqduie so| ua jBJ^uoaua ap uopsdna
•oajd ej oduiai; oipniu opsuXaj Bq sopjajq soujsuu soj aj^ua anbunB
íopipjapaj oujaiqo^ pp oppoui ojapBpjaA un jeasnq BjBd 'BpajQ bj
ap sauoipiqduiB son^ijuB so| ^ somBxinaaj o(sj -eppouoa ap sandsap
ajqBayuaAUi BJBjndaa as anb 'ssoa Bun o^uaiunujaasip uis epid as anb
X 'oujaiqoS a^sa ap jap^jBa ojapBpjaA p aaouSí as anb 'ouiaj ojad
:sBpuuojd sBj^sanu ap opE^sa X 'sBpuBjsunojp sb| ^ ajuaiuaAUoa
sbui p ouioa 'opyBjapaj oujaiqo^ un ap apiaiupiaua^ jBiqsq 0S10,,
'joyas OAanu un sajjBp ap uoisbdo jbjSo|
'so{qand so[ ap ouiSBisnpia p JBzipjBd apuapjd as anb uoa
un sa ouiuibd a^sa ap apsap sai anb 'ouaduia opo^ X isouoq.ua}
soAipadsaj sns ap sa}iui;i X sauopanpojd SB[ ua 'e;anpuoa Bisa opsxy
-ajd Bq sa( biusiui Bzapjn^Bu B[ anbjod 'o^aa^q uaqap 'o[3ajjB X uop
-nq^suoa ns sb^os ^s Jod JBjqo SBpupojd sbj sand uapan^ ¿uaoouoaai
ai anb soj ap ^Sap ^j B{ anb 'pBpiuiiq^aj ns ap soXodB tu sop^; soj^o
B}uasajd ou anb X 'opepunuB Bq saj as ouisiui p anb e^sBq soiqand
soi 3P oppouoasap 'o^apnbsa ua ousjaqos un ap sopBuiuiop ap uop
-ipuoo bj sojosa} sns uoo UBjduioo anb 'sajqiuoq soun ap u^pBuiuiop
B{ Büanb u^inb q^? ¿as^p Bjnp ub) ^ asjpnpaj Bip Xoq Bjpod oubd
-uauíB ^nb oaad? '.SBiuo(oa ap assp ua sspuiAOJd sB}sa jaua} uoo anb
BUB}ua;uoo as souaui BpBu uo3 ¿ooixaj^ ap ouXaj pp so| uoo
soj^sanu souíbjjbjuouoo 01^0^? ¿BoyBjSoaS b}jbo Bun bo
-lunuioo sou anb sbj anb 'sBpyou sbjjo souiaua^ sBuads sauainb ap sbu
sbj uoo soujapuaqia soujBijpod ouip^? 'opBjsa o^s un uaui
SBjoyBdsa sBouauíy sb^ sBpo} anb 'japua;ajd 'Bjaiuinb Bun sgM
:Bsaja;ui sou anb opoi^iE a^sa ap a^ed B[ ua 'ouajoi\ b souib^iq
epo} ap Bjn^nj uopejapaj Bpsuos ns ua asjssuad Bjaipnd
anb ap sapB sBpuB;sunojp sb[ jod B^sanduu ouioo auodojd anb uoiotq
-os bj jBzoqsa p sa;uaipuadapui sBiouiAOjd ap ((Bqoaj)sa bzub;|b,, ap

III

�112
"Los pueblos modernos son los únicos, que nos han dado una exac
ta idea del gobierno federáticio, y aun entre los salvages de América,
se ha encontrado practicado en términos, que nunca conocieron los
griegos. Oigamos á Mr. Jefferson, que en las observaciones sobre la
Virginia, nos describe todas las partes de semejante asociación. "Todos
"los pueblos del Norte de la América, dice este juicioso escritor,
"son cazadores, y su subsistencia no se saca sino de la caza, la pes"ca, las producciones que la tierra da por si misma, el maiz que
"siembran y recogen las mugeres, y la cultura de algunas especies
"de patatas; pero ellos no tienen ni agricultura regular, ni ganados,
"ni animales domésticos de ninguna clase. Ellos pues no pueden te"ner sino aquel grado de sociabilidad y de organización de gobierno
"compatibles con su sociedad: pero realmente lo tienen. Su gobier"no es una suerte de confederación patriarcal. Cada villa ó familia,
"tiene un xefe distinguido con un título particular, y que comun"mente se llama Sanchem. Las diversas villas ó familias, que compo"nen una tribu, tienen cada una su xefe, y las diversas tribus forman
"una nación, que tiene también su xefe. Estos xefes son generalmen"te hombres avanzados en edad, y distinguidos por su prudencia y
"talento en los consejos. Los negocios, que no conciernen sino á la
"villa ó la familia se deciden por el xefe y los principales de la villa
"y la familL: los que interesan á una tribu entera, como la distribu"ción de empleos militares y las querellas entre las diferentes villas y
"familias, st deciden p?r asambleas 6 consejos formados de diferen"tes villas ó aldeas: en fin las que conciernan á toda la nación, como
"la guerra, 1 paz, las alianzas con las naciones vecinas, se determinan
"por un con^ejo nacional compuesto de los xefes de las tribus, acom"panados d^ los principales guerreros, y de un cierto número de xe"fes de vill.s, que van en clase de sus consejeros. Hay en cada villa
"una casa d^ consejo, donde se juntan el xefe y los principales, quan"do lo pide la ocasión. Cada tribu tiene también un lugar en que los
"xefes de v^llas se reúnen, para tratar sobre los negocios de la tribu.
"Y en fin er- cada nación hay un punto de reunión ó consejo general
"donde se juntan los xefes de diferentes naciones con los principales
"guerreros, para tratar los negocios generales de toda la nación.
"Quando s^ propone una materia en el consejo nacional, el xefe de

�-jy -saiiauíy ap Bpuapuadapui bj ap uopBjuauippunj ns 'pjoqB sounp
-U u^iqiuej s^zinb X 'sajqiuoq sol ^ sauopnjijsui sbi ajjua sauop^pj
sl ap euiaiqojd pp uppdaouoa ns 'Bjsa ap as^q ouioo X 'pspqBuopnj
-ijsuoa ap Bapi B| 'bX oqaip souiaq oí 'oiuoj ouajo^ ap sand 'uapaaajd
aj anb so[ sopoj ua X ojn^jjjB asa ua 'oiiajoj^ oubub^ b uaiq oppi Biq
-Bq anb ap spnp XBq ou X- oinai^B asa sbSi^v opiaj ou o Biaiqnn
^l&lt;luB8uodo ai as anb 'SBia8uBjjxa epuai
-od sbj ap so^pjaxa soi anb 'asjm^^suoo B^ua;ui anb opBjsa un BJBd a^q
-ixiaj sbui oSiuiaua uos anb 'sajouaju; sauoisBd sbj ap soujba^bs apand
aiuaureaiun anb X 'ajduiais jBuXaj aqap anb 'pBpiuia^Bjj b^ asaiqn^os
anb 'Bqoajjsa B'/ubijb Bun ap attiauíBjos uasBjBJi 'jBpipnpad jas Bup
-od X 'ajqBoyuaAUi sa sBpuBjsunaixo sa^uasaad sbi ua anb 'opijBjapaj
Bupjsts opo^ oduiaij oj;o BJBd opuBAiasaj anb X :ajuauren^nui asjajjoa
•os X asjBipxnB ap Btuix^ui Bjsnf bt a^uasajd uasBAa^ anb íBun Bp^a ap
p^ppqa^ B^ f a^uaiuaAUoa uopni^suoo bi a^uauíBpBJBdas uasBuuoj op
•\us\ uBq BJoqB B)ssq anb 'sa^uiq soi b asopuapnpaj SBpuiAOjd sb¡ anb
'BiBasap oj^ ¿opBjsa pp SBjsuajduii SBpuaSin sbj BJBd 'sa^uB^sip ub^
so)qand ap sauopaousui uBjiqpaj as ouioo tu 'B;aip ubj3 esa bjbuijoj
as apu^a? "Boufuiy bj Bpoj ^ asjBaqdB Bjpod a^uauiipyip ojad 'sajq
-uioq soj aj^ua opiunasip Bq as anb 'Bzinb jofaui p sa Buia^sis aisg,,
oaipAp odiana pp
uopBjuasaadaj ua BqBiqapa pjauaS Bpip B^ anb 'sauopuaAuoa sBuiap
X lSBuan8 'sbzubip sb^ ^ sopfns sopo^ ojad 'ajuaureai^iaoiuap sojjo
'ajuatuBoi^jao^uB UBqBUjaqo8 as soun anb 'is ajjua uBqBzoS anb ap
eiauapuadapui B| bjub; Bja X 'oujaiqoS ap blujoj s;sa oxsq a;uaui
-zipi sopi^aj uoianj sosins sauo;uB3 sog uop^u ap odjano p uboo;
anb 'ope;sa ap sBuapiu sb^ ajqos a;uauiBuBjaqos apioap anb 'sB|p
SBpo; ap pjauaS ofasuoa 9 Bpip Bun b oduiai; ouisiui p SBpfns ojad
'.sbjjo ap sBun sajuaipuadapui sBpuuojd o soiqand soqanuí ap uotunaj
B| ua ajuampiauasa ajsisuoa ajsg uopBjapaj Bsojn8u Bun ap buuoj
I pajBujBd oujaiqoS p aunaj anb 'ajqBJiuipB opsjsa un ;nbB qg,,
•pBpiunuBun „
Bj jauajqo sauoisaauoa sBnjnuí jod sBpoj uBjnaojd 'uoisBnsjad b¡ „
j aanpaj as 'is ajjua uauaij snquj sb^ anb Bpuanyui B{ Bpoj ouioa „
X :nquj ns ap uoiuido 2\ ofasuoo p ua BpunuB pnb o[ ap sandsap „
'oppjj Bq p anb 'sojafasuoo so^ uoo ajjBdB Bjinsuoo nquj epBo „

€11

�14
tigas, pensando en el ideal de la federación futura de todas las regio
nes del Río de la Plata como Moreno pensaba allí en la de todas las de
América, tenía que ver del mismo modo, por una parte, las consecuen
cias que surgían del hecho de que la soberanía recayera en los pueblos
por la prisión del rey, o sea que los pueblos quedaban independientes
entre sí y se sabrían dueños del derecho de determinarse libremente:
y por otra parte, las dificultades y, consiguientemente, las sucesivas
etapas de superación que ello imponía por necesidad natural, al adve
nimiento de la meta final de la constitución de todo el Río de la Pla
ta en un solo estado federal.l3

�|u tand 'tajvfoaag imapapij *P ugfOvMjnAtO P ojtuaj ua soppajsdB
sopaipa ojttanu ua ¿661 *9**P oipasa jod X 'Bjpapa | ua $C6l apsap
touaiu o| jod 'a|uaui|jo tX 'opuafpuiyfp souiapa soya aaBq apsap anb X
'opuapnpu) souiiuaA t| anb ua sauofsn|auoa s| 'ajuauiaiqBqojd 'jaaouoa
u|S X 'aisinSi^B ofjaapf pp taiuiauíp U9)xlaauoa Jisanu ap piaiui u9;s;a b|
opf )jsd souiaq anb s| ap f znag ap uo|&gt;in)u; b| ua *UBUo|auaui B| ou sand
p 'u^auaia ns opaf|j iaqvq up 'SONVliaXSVD aa SVaildVD
V&gt;IOMnv ^ OVCHIV \nt\t VI^VW *iOJd st| anb jtpyas aa|duioa son €1
'(Í.69M 169) •&lt;* ''IP "uns^ij -pa 's
ap DtxtpQ ua '0181 P ajquiafafO P 9 saAanf pp saátv*ouang ap ntazoQ l\
•lOt-OOt X 'tui|i|9 mvta ap i |ou X 86I-¿6I dd ^A 11
&gt;lí "d'll -on oiuauínaop asBaA 01
'661-861 *ddasBfA 6
'til 'd'oi 'on oiuauínaop asB^A 8
*ltl *d '9 'on oiuauín^op aBf a L
9
'161 *d '9 *on ojuaiun^op :asaf a S
'ICI-OCI 'dasB^A 6
'161 'd '9'on oiuauíop asna a c
'161 "d '9 'on ojuauin^op ¡asB^A I
'til 'd '01 'N oiuauínaop "B9 B|nsnfp '/P9K P S IP no^ \

SVXON

�116
ron a los cursos en que hemos venido exponiendo esos conceptos (y, cabal
mente, en los de 1944 del Instituto Alfredo Vásquez Acevedo y de 1946
de la Facultad de Humanidades y Ciencias, leímos íntegramente y comenta
mos todos los artículos de Mariano Moreno sobre los fines del Congreso),
ni citan tampoco nuestras referidas publicaciones, coinciden en su obra
Artigas. Su significación en ios orígenes de la nacionalidad oriental y en la
revolución del Río de la Plata, compuesta en 1950 y publicada en Montevi
deo, 1951, en recordar (p. 21) este mismo pensamiento de Mariano Moreno,
para sostener, homologando elegantemente el razonamiento, que, también,
"como aspiración inmediata pugnaría Artigas por una confederación de pro
vincias que más adelante habrían de constituir un estado federal".
No creemos, sin embargo, que -como lo afirman las autoras al expresar
que Artigas "supo penetrar en lo hondo y sustancial de esta teoría", y que
"al adherir a ella adaptó al territorio de las Provincias Unidas del Río de la
Plata k) que Moreno vislumbraba para toda América",— el pensamiento de
Moreno, que estimamos demasiado vago en esta parte, y que además, repeti
mos, no habla de confederación sino de "alianza estrecha" para la etapa de
transición, y, por añadidura, viene a quedar totalmente desenfocado de la
inmediata realidad platense, por mirar hacia la inmensidad de América en
una vastísima visión de conjunto, haya podido ser, ni con mucho, una fuen
te clara, y, mucho menos, una fuente única, de las ideas artiguistas sobre con
federación y estado federal para el Río de la Plata. Hemos señalado simple
mente la semaianza de solución a la que la naturaleza de las cosas condujo,
por necesidad lógica, tanto al uno como al otro, dentro de la diversidad de
distancias y de campos visuales a que, respectivamente, dirigieron, pensando
concretamente en este orden de cuestiones, su mirada y su meditación. Pue
de hablarse a lo sumo de una influencia vaga de Moreno sobre Artigas, vaga
en este punto al paso que fue tan concreta en otros, precisamente porque
sus ideas eran sobre esto, en sí mismas, vagas también, como lo hemos dicho,
para unas imprecisas ideas "federaticias", que no serían otras que lasque le
reconocía años más tarde Don Ramón de Cáceres (muy joven en los tiempos
del nacimiento del ideario artiguista, por otra parte, como para que podamos
atribuirle la autoridad de un testigo de peso en tan ardua y sutil materia),
cuando, refiriéndose a Artigas, escribió: "Proclamaba la Federación, porque
fue la clase de Gobierno que le hicieron entender al principio de la revolu
ción nos convenía. Kstas eran las doctrinas del finado Dr. don Mariano Mo
reno". (Memorias de Don Ramón de Cázeres en Revista Histórica, tomo III
p. 402, Montevideo, 1910).
EDMUNDO M. NARANC1O, que en El Origen del Estado Oriental,
señala también algunas influencias de Moreno sobre Artigas, aunque desta
cando otros aspectos cuya lectura recomendamos (cit., pp. 28-30 y 36-37),
recuerda que fue Alberdi el primero que, "aunque sin llegar a rigurosas pre
cisiones", comprobó la relación existente entre las ideas de Moreno y las
de Artigas.

�B| ajqot ouis 'BU{}ua8iB u9PBjapaj B) ajqos 9)jjn3Sip ou A 'ouiajuí
|9 ujquin^iA ou *|Biua8 ssd^a sbiubj 'ouajo^j oubijb^ ap ojuaiuiBnuad |.|.,
:opu8sajJxa 'sb^jjjv A ouaio^ aj)ua 'ouisi|Bjapaj jap SBAipad^aJ sauota
-daauoo sns b oiusna ua 'ajuajsixa Bi^uajajip b| '(t8l d *')P) ¡IIX "Vv IJP
S9UOfX&gt;ru^SU¡ sv¡ ap Bui|8j3i|aj SBaui| sai} 019S ua 'VQNVHIW ^OJ.JL4H oz
-|q o| ouio3 aiuauiBjaijaa ubj 9zip)ui^ aip^u anb souie8|p 'jbu|uií3} bjb^

Ul

�01s^uoBnpuoj

6
uds sids ^p s^abj^ b ouBdpi ns X sB^i
^ * • ' OUB0U9lUB9^OU OUISI|BJ9pd| |9 X SB81JJV ?SOf 9p OlUS||BJ9p9J
5zbiq

3310NU

�Se terminó de imprimir en el
mes de marzo de 1988 en el
Departamento de Publicaciones de
la Facultad de Humanidades y Ciencias.
D. L. 233385

�\

La^ id&lt;

ÍÍ.L uíaui^

Un poli! •C{) de ^Y^. 'S

i ^ ^S (

t::&gt; ¡iqi
Muñ 0/
CSv&gt;-;•:;,; Hir /.ata ./• ^n ^ &lt;
^m o. e! pr:.'íV.-'o: " k,H^Hi o P
Se OH'Í
^Í un
•01 ÍMO CO.^Hf inO, ?!1on •. : k *. er: ñenn
UíÜtpíi
^^ " . .;;•'-" •••."• •^/ep ",1 C^:^ SÍ'f) obre
• y &gt; •J ^.t" r,.
P&amp;í'íí ti

s di ^tiiU.^ -"
^- HÚ .&lt; '••

^

.. : • ~i i • r&lt; I;-^ "••&gt;•' • i^jón ?"• UM. t :o¡ tí" V
ó; un de l-^s^^.:

n

o íKici

I

del pom^ mu.xío -J^ húi'ne v d: -u^e-

'?

^ensaar^fa i\íti Muño/, sou .nuestro

^

al de^^í-P^U• '^: -'i

^^e al tui-/íu)

Eugenio Petit Muñoz (1894-1977), abogado e historiador.
Fue Profesor de la Facultad de Humanidades y Ciencias desde
su fundación hasta 1974, año en el que la intervención
universitaria le deja cesante en sus cargos docentes.
De su obra cabe destacar: Artigas y su ideario a través de seis
series documentales, La condición jurídica, social, económica
y política de los negros, Hijos libres de nuestra universidad,
La juventud de Rodó.

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3352">
                <text>Artigas : federalismo y soberanía</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3353">
                <text>MUÑOZ PETIT, Eugenio</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3354">
                <text> Petit Muñoz, Eugenio:&#13;
Artigas :federalismo y soberanía /Eugenio Petit Muñoz..&#13;
   Montevideo : FHC.DP, 1988..&#13;
  117 p..</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3355">
                <text>1988</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3356">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3357">
                <text>Libro</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3358">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="428">
        <name>DOCUMENTOS</name>
      </tag>
      <tag tagId="57">
        <name>Historia</name>
      </tag>
      <tag tagId="426">
        <name>INDEPENDENCIA</name>
      </tag>
      <tag tagId="427">
        <name>PERIODO REVOLUCIONARIO</name>
      </tag>
      <tag tagId="33">
        <name>URUGUAY</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="302" public="1" featured="1">
    <fileContainer>
      <file fileId="533">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/f80be577db7da485506b39cf46e16dc6.pdf</src>
        <authentication>f8f1d55ae99fda99f6796c3b205dd67a</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3369">
                    <text>//

•

808

Alo
epr

•

ej,5

•

�•

�•

-~
UNIVERSIDAD DE LA REPOBLICA
Facultad de Hum3nidades y Ci enci ts

Instit~t o

•

De ra r~ amento

de Filol ogí 3

de Lingü í sticd

Amado Alons o

EPI STOLA A ALFONSO REYES SOBRE LA ESTI LI STICA

rJion t evideo

1952

---

--

E .
808 ALO epi
--pistola a Alfonso R
eyes sobre

llthmut1111!~l~JI~111~~~~t111111m11m
-

-

�--

-

..

--

-

-

�DE LA RE

LIC
Fac ult3d de Human idades y Ci encias
UNIVER~ ID A D

•

DE FI LOLOGI A
Deoa r t a ment o de Lingili s t ic a
I~3 TIT UT O

Textos pci r a el s emina ri o de

yen e r~~

Li ngilí s t ic1

I

l~

Amado Al onso. - Epi s tola a Alfonso Reyes so bre

'

f

.~lf onsci ,

Ti (:.. ne ust E:; d r azón , q'uc. ri do
ci en es

a nt~ ri o r e s

pa r ~

Estil í stic3 ~

en no

c~ ra c t 8 r i za ci ón

una

~3t i sfac~rse

t a mpoco l o

v~

a

enco n tr~ r

indic~

suficiente de la es tilí s tica .

Yc co mo un dusl i nda mi ento s i s t emático con las ot r as
l i ~L r3 r i os

con mi s

usted en la lit

.-·

so br e l a ma t e ria , voy a i n t enta r

dG &amp;studi os

clas~s

ahQ

r~tura hast~

ra

p ublic ~ d a

r

us t e d . Bi en en t endido que en mi c3 r act crizac í 6n irá mezclado con lo

h~ccrl o

po r mi

pa -

cu ~nta

que es l o que de be se r ; pe r o ¿no suc\..,de lo mismo c n tod3s l as ci enc i as
d ~l

espíritu y , s i me

u ~te d

con l3s

d pu r~ , h~sta

de la

? Si

natur~lcza

de ti en e su a t enci ón en lo que debe ser , podrí a usted llegur a la

e n g~ ñ osa

c onclus i ón de que l a es til í s tic 3 no es hoy po r hoy m1s que un

d ~s ide rátum;p e ro

s i se pa r a a r ccordu r los estudi os importantes que ya

e xi s t en , .lunque no fo r men t od.lv Í

11ul t i tud , y si int\.., r nrGta usted el

be se r ' c omo el n cccsd ri o i de3l de
tí fic~

cienci~s

,

que c1dl disciplina

pe r~scción

se i mpone a s í mi smt , cntonces con v endremos en que

es un 3 h

rmos~

l~

de
ci ~ g

est il í stica

r \..,aillid3d .

Lo prime r o , por o r den de

exposici ~ n , 8s ou~

el nomb r e de

es til í stic~

denuncia que se qui er e llegar al conocimi ento íntimo de una obra lite r a ri l o de un crea dor de lite r Jtura po r el estudio de su est ilo . El
princi pi o en qu e se basa es que

~

toda p3rticula r idad

estil o c0 r r esponde una pa r tic ul 1r idad ps í qui ca

idi omát i c~

en el

. Ya l e adelanto que una

me r a li s t a de pa rticul a r i dades estil í s ti cas no nos hace conoc\.., r y go za r lu í ndol e de un a utor ni de una
que compon e r un3
..l

fi son omí ~ .

1r~

ob r ~ : los

us~ r

l :s

p~labr 1s

su v e z , se apoya con10 yo en lJ.s doct r inas de

pucJ , en el cs crit0r una c erno
V8rba l y el t odo de l n

r3sgos difLrlnt es ti en en

·r

.4rl '/r ssler: •H

a rmon í ~ p r ~ust~blecid~

o br~ , un~ mi ste r ios~

de L\..,o S¿it zcr , quc ,

cnt r ~

t ~l

t~ r ea

n ec esita de

de }}_abc r

la cxpr Es ión

corr esponden cia cnt r t amb1s .

Nues t r o s ist ema de inv es ti ga ción se basa po r entL r o en ese
f1 ui en s e ponga a

l

a nt cm~ n o

~ xioma"

se r espec i a li s t a en

•

l os va l or e s expr e s ivos d el i diom·
pecial dent r o de l a

l in g üí stic~

c o rr c s po ndi e nt ~ .

A es t a di sc iplina

s e l e l l a ma t a mbién es tilí s tica .Dé

~~

��- 2•

h ~y

m3n er a que
do

l~

dos

es t i l í s ti cus , l ~ un ~

Util í s ima di stinción dG de

yo tradu zco

l engua y

p~bl ~

l~ o t r ~ ,

pr evi a de

3~ussurc

ent r e lJn guc 8t parole que

l e n gu~

•

(I) , di s tingui mos ent r e una es til í sti
-

ca de l a l engu 3 y un a estil í s ti ca del h abla . De 13
la

'1.p r o v ~c h:.in

h e pr ocura do pr eci sa r el conc epto

en

la

es tilístic ~

de

Adve rt t nCi ~

pue~

ta a l f r ente del t omo II de l a Col ec c i ón de Estudi os Es tilístico s :
St

i ~n gu~j c

bdsa en el estudi o de los elementos a f e ct i vos en el

ven ci ondl de l a c omun i dad (Cha rl es Bal l y) , o bi én

consid~

con

-

r J , no la

s ignific a. cióh l ógicd , s i no l os 'va l or es"en el l engua j e c omún (Emi l

-

1

Ti n kl c: r ) . Ambas fó rmulas nos r E:..s ul t dn es t r ec has . Voy a 3.clararle a

us t e d s u sent i do . en l a palabr a hablada po r hombre puede uste d con side r a r dos aspe ctos prin cipcil es : l 1 s i gnif i cdción y l a expr es i ón .
Q i gnif i c~ci ón

es l a r eferen c i d i nt enciondl al ob j et o (un a cto ló gi

co ) . La s i gn i f i cd cióri de la pald bF l sol es su

rcf~ rir se

al

o bj ~ t o

sol , al sol ; l a signi f icdción de la f r ase y a sal b el sol es la r éfc r encia intenci onul a l hecho de sali r el sol . La paldbra o la frase
s Jn s ignos de esas r eal i dades . Pe r o ademá s du
dad , esa

f r ~se

en boca humand da a entender o

una r eal!

s ign i fic~r

sugi5 r~

otr 3s cosas , y ,

ant e t odo , l a vivct y compl e j a r edli ddd ps í qui ca dt donde sale . De
esa viva r eal i dad

ps i quic~

la f r as e es i ndi cio no signo ; la expresa ,

no l a s i gnif ic d . Po r ejemplo , ya sale

sol .. puede

~l

indic ~ r

o

sug~

rir o expr esa r l a sati sfacción de un3. i mpaci encia , o lia explosión de
un momen to de go zo , etc . Dos fr2ses pueden t en er la mism:t

s i gnific~

ción con di fe r en tes va.lo r es e xpr esivos : ·, mira lo que me ha dich o
ese bobo " y nn1ira l o que me ha did.@(5) el bobo ése'' . :Jól o c on ca m•

bia r el or den de nalabras se c ri stal i za de modo dif cr nt e el momen
t 0 a f ec t i vo ;c on el bo bo ése hay más irritación , má s agr es ión , más
s i ón . La f r ase es el anunc i o de una experiencia .2!'ºBi a
me ; po dria i gua lment e s e r

un moment o nu est r o de

ción , r ego cij o , en fin , una exp los i ón
o el hac er

y no por el

r1ira. l o oue
el bobo ése ha he cho a su he -r
.

manon ; s i empr e el ve r d1dG r o re8o r te v i t1l
t r o inte r l oc ut or

2

te~

scr í ~

r ep r oduc ir ante

nu e~

aso mb r~ , admir 1ció n , in d i gn~

afe ct iv~

pr ovoca da por el dec ir

de ot r o . De mos ahor a un paso más en l d cons i de r ac i ón del

val or s uge s tivo o expres ivo (y no

aho r~

s i gnif ica t ivo) de una f r a se

��- 3-

ese anuncio de una

e xp ~ ri enci a

ps í quic a pr opia,que tiene po r b3s e

l a conducta ajena , se puede hac er de much os modos , con sérdos V3l orc s
dife r ent es ;por e j empl o : ¿,sabes l o que ha dich o (hecho)el bobo ése? .
La dif er encia entre una y otr a f r ase es tá ah or 1 más que en nada en
nu €s tra

man e r~

de obrar sob r e el oyentc,no t ant o en lo que expr esa

el que habla (acción,n
una e xpecta tiv a; con

1

tdnto expres i ón): c on Hsabes . . . 'se provoca

;~ mira

•. . se solicita

d ir e ct~mente

una antici -

p1ción del asombr o que causará l a noticia de lo dicho o hecho . Un
último e j emplo: ·1Ve r una pele1 , discus ión , disensión , sin inte rv enir
crl

ella ,, 'ti en e la misma s i gnific ilélión que iibalcon earla l ; pe r o i magi

nativament e son pensamientos dife r ent es . La

fant~sí~ oper~

con 'bal-

conearla ' de un modo especial , y ese modo particular del p8nsami ent o ima ginat i vo s irv e de forma a una act itud pai quicd
cristdliza con

c u~

también se

dete r mina ci ones especiales (d iv erti mien t o , sentimien
-

to de v e r se libre

d~

una incoModidae o peligr o que l e pod í a habe r

t ocado y que se tiene a nt e l os ojos , etc . ) . En s uma , además de la s ig
nificación (ref e r encia int en ci onal a la r eal i dad s i gn i fic3da ) , las
pal a bras y f r ases - como fo rmas comuna l es de h.:iblar,no rne r efiero tQ
d~v í ~

a inventos es tilí s tic os -, t i en en un contenido

1

rys í quic o indi -

cado y no s i gn ific3do , en el que podemos di stinguir lo afec tiv o , l o
ac tivo , lo

fant~ sti c o

y lo

v alo r~tiv o .

La estil í stica de la l engua

se ocupa del es tudi o de es t os c ont en idos
comunJlcs si empr e que

s~a n

psíquicos de las forma s

o sugeridos , no cuando son el

indic ~do

objeto intencional de l a signific3ción (por ejcmplo : la es tilísticd
d er cubr ~

la irritución en l a

f ~3se

· mira lo que me ha hLcho el bQ

bo és e n , y más explosiva en nel ment ec a.to ése '' , etc . , pe r o no se
r i a de el l J. s i la fras e fue r a:

~'Es t oy

oc u p~

irrita do por lo que Fulano me

ha hecho . Este cont en ido es til ístic o , diferente del signific at jvo ,
es tá no sólo en el voc3bulari o (bobo , badulaoue , idiota),sino en to -·
das las categorías gramatic les;compare usted
la honradez

mism~ ; cn

~s

muy honrddo y es

l os gén e ros·muj e rón; en el múmero : a travesar

l o~

es pacios (pensamicnto imaginativo , plur al elcttivo) ; en los ti empo s
verbales : cada uno de nue st r os pre téritos es un modo pa rticul a r de
pensa r el pasado ; en el orden de pulabras , etcº .

. ._,,,,,

��- 4•

Me h e tenido que extend&amp;t un poc o so bre esta di s ci plin3 , queri do

A lf o ns o , p~ ra

ah o r~

poder

s~r

br eve : l a es tilí st i cJ , como c i en-

cis de l os es til os litLr 3ri os , ti en e como base a esj ot r a es tilí s tic d que es tudi a el l ado
de 11s f or mas de

af 8 ctivo , activo , imag in at iv o~~

va l orativo

en el i di oma . Lo prime r o que se

h~bl a r f i j ad ~s

r equi er e , pues , es una competencia t écnica en el a ná l i s i s af ectivo ,
activo , i magin a tivo y valorativ o del l enguaje . ;rué hci C€ y qué se
pr opone la es tilístic d con esd

pr e par ~ ción

? Ati ende p r e f e r e nt eme ~

t e a l os val or es poét ic os , de gestac i ón y f ormal es (o cons tructivos ,
o es tructural es , o cons titutivos ; l a ''f o r ma

co mo un hJce r del es -

píritu cr eado r ) , en v e z de los valores ·1 h i s t óri.c os , f il osófic os , i deQ.
lógicos o social es at endidos po r l a

crític ~

tra di c i on3l . Ha y en el

Quijote pensami ent os , ideas,una pr ofunda compr ensi ón de l a v i da º
pensami en t os bi en podían

h a Q-J t~

~sos

e xpues t o en fo r ma de t r 3t ado fi -

losófico , pe r o entonc es no constituirían una c r eaci ón
también en el Quijot e una pin tura s ocia l

q u~

poé tic~.

Hay

se podrí3 ha be r ex-

pues t o infor mativamente;pe r o entonc es l o s oc i al no

int ~g ra rí a

una

de las más gr an des c r eaci ones poéticas . La estilís tic a

~ ti en de

n r~

fGr entemente a lo que de creación poética ti ene la obL

e stu d i ~dd ,

o a lo que de pode r creado r ti en e un poe t a . 1' ' orno el pla c er es t é tico es el a compañamionto e specífico de l a creación 1rtí s tic a , la
estil í stic¿ pr ocur d ll ega r a su obj et o por los caminos de l a del!
..

cia estética . Ld obrd de 3rte puede y de be tene r conten i dos va lio
sos por muchos motivos;pe r o , s i es obra de
esencial: que nos cdusc plac e r es t éti co .
- todds sus clases -

estud i ~

art ~ , un a
L~

cosa le se rá

c rí t i ca tra dic iondl

metódic a ment e esos con ten i dos y s u va -

l or ; per o ¿no es también obligación de la ci encid de l a lFte r a t u r a intenta r el conoc i miento metódico de l o poétiCQ. en l a obra l i t

. ?. .
e r a ria

Eso es l o que i ntenta la estil! f" t ica . Ant e una es t cttua de rnármol, el natur al i sta ve el mármol como un val or en s í; cl crí tic o de
arte v e qué es l o que con el márrnol ha hecho el es cul tori; La críticd tradici onal ha estudi ado el mármol de las creaciones lite r d rias un poco a l o nJtur a lista ; a la di sciplina más con sP cuente , que
qui er e

es tudi ~ rlo

como fo r ma o creación

3 r t í stic ~ , l e

llamamos es -

��- 5tilí s ti ca . Por e8 · enc a r a el estudio de cada obr a ,cor.o tlna crea ,
" .
ci. on
poeti
ca , en sus dos a s pec t os esencial es : c ómo está ~ o n stituí da ,for ma da , h e cha , lo mi s mo en su con junto que en sus el ementos , y
gué del i cia es tética

pro v oc ~ ; o

de s dobl ando de otro modo : como prQ

due t o c r eado y como a ctivi dcid c r eador a . Ya sea un
novela o una t r aged i a , el e s tudf oscrl OOl es til o

poem~ta , ya

una

t. ra t a de sent i r

la

ope r a t oria de l a s f ue rzas ps íquic3 s que f or man

l~

co mposic i ón de la

obr a , y ah onda en el pldce r es tétic o que munJ de l a comtemplación y
P xp eri me nt ~ ci ó n

cada

ut 110

p oé ti c~ .

de l a es t r uctura

de los el ementos es estudiado

Des pués , sólo después,

y mirado en su papel es -

t r uctur a l en l a crea c i ón poética : ¿o ué sugi ere dquí este diminut i
vo ? ; ¿c ómo es t .i cons ti t uí do el ri t mo , qué r ev clJ del moment o de ld
crea ción a rtí s tic 3 y qué efect0$l estéti cos pr oduce? ; ¿qu8 papel
ce

e~ta

met áfo r a ,c uál es s u he chur a y oué 3r moní a

h~

el sis-

gua r dar o ~n

t e ma ent e r o de expr esión en es t a obr a , o bi en en l a pr onucción en t e r a del aut or ? .
La es t il íst i c · e studid , p11es , el sis t ema
de un a utor , o de un gr upo pa r i ent e de

,pxp r e~ i'{Q

de una o br~ o

du t o r es , ~nt onrl i enn~ .n0 ~ ris

t ema expres i vo des de l d est r uctur3 de la ob r a (c on t3n do con el juQ
go de

CJlid ~ d e s

de los m3t c r ial es

e mpl eados) , h~s ta

el pode r

sufe~

tiv o de las pal a bras . El si ste md expr es i vo de un auto r sól o se oue
de ent ende r como f unci ondmi ento vi· o , c omo mdnifestación efi ctz Y
en cur so de esa pri vi l egi a d&lt;l d ctivid3d espi ri tual que
ici ón poétic.J. . . .

r

:

.. ,

•. +

!

l

,.

'"\

..

l.,..

•

Po r supues t o que los contenidos mi smos
son ta mbi én el ementos expres i vos .

•
t

r•

•

~

ll~mamos c r~
.. r

,.. • "'

•

1

'

su ju0go de c3li d1des

Po r eso la es tilí s t ica neces i -

t a t ambién e s tudia r l os pensamient os e ideas , per o cons i de r1ndolos
como exp:t . ·s ión de un "pensdmi ento " má s h ondo , de

nd tur:il eza poé -

tic a : u na vi s i ón i ntui c i on dl del mund o que se cri stali za prec i sa mente en est a obra estudiada (o l a que re sult~ campear en t oda la
pr oducción del au to r) .
Me di r á us t.ed que de l a vi s ión del mund )

ya se oc upaba l a cri

tic a tra di c ional, cuando el autor lo me r ec i a ~ 11uy jus t o ; per o po r
buen
la
e s o mismo Gs t e es un/ punt o para desl i nda r ca r ac te r í st i cas :

��- 6•

crí t ic a t r a diciona l se inter esa po r la .visión del rnun do de un

¡. I

"

•

......

a11 -

•

•

t o r po r s u c on t enido fi losófio o ,reli gioso , social,mor3l,etc. ; l o
I

e sencia l y pe cul i a r de l a estil í sti ca es que la v e t3mbi én co mo
una creación poé tic a , un ac t o de c onst r ucción de base estétic a .
'

eons trucc i ón poética , ob r a creada por el autor es J.a vi sión del
mundo no sól o cua ndo f in ge una que l e e s aj en3 , sino cuando no

ti~

ne l a menor voluntad de fingir y dej3 que se vaya pla sMando la vi
s i ón del mun do qu e él mi smo vi ve en la vida práctica , pucs es crea r
poé t ica ment e el a bor a rla a la pe rfecc i ón del eje mpl o .
Con secuent emen t e , atenta siempr e
cons t r uc c i ón f unci onan te ,13

a la obra li t e r a r ia como una

es ti l ~;~ i c d

fija en su espec ífica ca -

l i dad t a mbi én los senti mi entos y las emociones , lo s

amo r ~s

y l as

av er s i ones o co mo u s t ed di r·í:¡ , con su co r tés so r dina me xicana , ''las
J

'

s impa tías y dife r encias "que en la obr a estudiada funci onan; y las
es tudia una po r una y f or mando sistema , y má s aún , c omo ór denes in t egr .lnt es de l a cons trucción total . iV1ás mat e ria estudi a

i:

l as

e~

pe r iencias bi ogr á fic as y su t r asmut3ci ón poéticJ , y , en fin , los cig
co filtros de l os sentidos po r donde en t r a la md t e ri a del mundo
que l a a l qu i mi a poé ti ca t r ansfigu r a saturándolo t odo de un nu ev '
e indes t r uctibl e

S~ltido

.- Po r úl ti mo , c omo

c~da

.
hombr e es - en parte solamente - hijo de su.

ti empo , como l a épocd f n ;a a cn da a rti sta l as condici ones ext eri or
ment e de t er minadas en que

p o d r~

eje r c er su li be rtad

cr e3 dOTá ~ e n­

t r an ne c esa ria ment e en l a compos i c jóh de una obrq litera ria , i deas ,
t emas , mov i mi entos y maest rías del ofici o , corri ent es cul tural es y
f ue rzas hi s t ór ic as cuya
ga~ i vament e , en

p r ~se n c i ~

todos los dr tis t as

compr obamos , ya pos itiv1 , ya ne - y aún en l a vida so -

coe t~n eos

cial de s u ti empo , y que po r eso r econocemos como de existencia

e~

t r a in dividua l o s upr aindivitl·1 J.l , comuna l , social , histnric?. Los más
h e rmosos t r abajos de la

crí tica

aspe ctos , y s i us t ed , que ri do

t r ad i cion ~ l

~l f o n so , quier e

v er san sobr e es t os

a cord1rse de algunos

- so br e Cervdnt es ,s·obre Dante , s obr e Rabel a i s -, ve r á cómo va a umcn- ·-- - t anda el val or conc edi do a .· un atttJor a medi d.:l que se l e comp ru eb~
c omo un expon ente di mámic o y como una suma ene r gética de su ti empo . La es t il í s tic a se apr ov echa ávi dament e de es t os es t udi os y , gl

��tra tarl os ellJ. mi s1na ,l es da su sesgo p'J. rti c11l 1r . l a es·:,ilíst:.ca
v e al

p oe t ~

l~

c omo una en e r gía hac edo r 3 . Y puesto qu e

otr3 crí -

-

~Q

tic ..1 pone en pri me r plano cuál es son _ las fuerzas histór·i ca s y
•

ciales que s e junta n y a r monizan en el dutor es tudiado ,l o que l a
es til í s tic d

~ nt epo n e~.

•

as la a r monización de es re fu cr·z3s , c.11é es l '"

que el a utor hace con ellas , cómo funci onan en 1 1 obr3 cons t ruct _es tC::·~i cos

vament e , como valiosos mat eriales en l os acto s
a ci ón • Y si l a c rític a

)' de c:: e -

t r adicionc. l des enredd y acl3.1 . .l qué

que s u soc i edad y s u ti empo han dado a l e s cri tor ,l.1

e~ ~ · j

compl ernenta r iament e , estudi3. con qué nueva pot cncid se

~s

lo

lí s tico.)
devu el le

~!to

y qué le J.ñade • Pu es.s i, en part e , l a hi s t or ia h ~ c e a n ues~~o a u-

t or, en

p~ rt e

t ambifn nues tro a ut or hac e a l a his t oria. Con l os

_ i esgos de t odo esq ue ma podríamos

l~

ega r a esta fórmul :l : tuda cr·e

a ción a rtí s tica r esul t a de la conjunción de l o indivi duJl y li hr G
con lo sócial y dado ; a dmiti endo ambos

pol o~ ,l a

t ~a~ ic iona l

c rític a

~~d i v idual .

s e ha especial izado en l o social;la es ti l í sti ca en lo
De t odo es t o , que ri do Alfonso , ya ve ust ed cld r o
la es tilística no pret ende pe tul ant ement e de cl:irar

cos3 : que

un ~

C3du.cJ

tica t r adicional ;rec onoce s u alto val or y aor ende de

a J.a : r í
'

e lla ; s~be

que en el a nál i s i s de la obr d de a r t e no t odo se J.caba c on l a de licia es t ética y que hay va l or es

cultur 1les , soc i ales,iCeológico~ ,

mo r a l es , en fin , val or es históri co s , que no pue de ni qui ere
de r . Y con l a misma cl qridad se ve lo que pret ende y

~ l

d e~ . t t

e:Q_c.·,

justicia :

compl ementar lo s es tudi os de 13. críticaa t r .idicion..11 h1.. .;;iendo ai12
ra entr a r un aspecto que es t a ba desat en dido.

Y

no un

aspee~~º

11á,..&gt; ,

s in o el básico y es pe cífic o de 13 obr a de a rte , 81 oue d&amp; 7a lcr a
todos los demás . Po r eso la es tiaís tic a , además de
nuevos , sigue es tudi ando con igual amo r t odos los vi.e.jos 1 ~62.o que
l o h ace desde su punto de vistJ . Po r ej emplo,siempre se han e0 tu diado l .J.s fuent es de un autor o de una obr.1 , o - lo qLe es ec:ui,'"a1.og
t e - el ori gen de l as i deas

r e in~nt es

en un perí odo

r o s e ha h ech o po r intereses hi s tóricos , pJ r a fijar

l~t 8 rario .

Pe -

proceden~ i as~

Es t e es el punto de ll ega da de la crítica tradiciona l . Pa r a 1 2 c2
tilístic ct es el punto de

p t rti d~ , y

se pr egunta : ¿qué bA hecno con

��- 8estas fu en tes mi a utor o rni época? .
ción: estudi 3ndo la mi el

, ~1 3

Po r~

usa r la viej ct

campar~-

crítica trad ici onal est ablece en

qué fl or es y de qué pr 3dos ha libado l o abeji ; la es tilística se
p r egunt~:

¿c ómo ha

r esult~do es t~

or oducto hete r ogéneo con todas

s us pr occdenc i 3s , cuá l es ld a lquimia , oué

o ri ~ inal es

t es i nt enc iones l e ha n dado vitl3 de cri 1tur J

nu ~ v a? .

y triunfan-

O volvi endo

a l a compa r ación de l a es t atua : la críticJ trdd ic ion3l es tudi a
l ·s cant er 3s de que pr oc ede el mármo i ;la

es tilístic~, qul

lo

e$

que el a r tis t a ha hecho con él .
Rs t e e jemplo d6 la s fu ent es lite r a r i as nos di ce que la esti ·l í stica toma s u nombre de uno de l os proc edi mi entos de estudio
m1s eficJces , pe r o no el únic o. el de l as pecul i dri dddes idiomá ticas de un a uto r . La
y su

e f i c~cia

es tilí stic~

es tudia un

s ist em~

expresivo

estética; - po r dec irl o as í , l a ope r utorid de l a

cr~

a ción liter a rid - , e int enci ón expres iva y pode r estético hay tam
bién en la es t r uctura

e ntcr~

y en la cdl idad

de sus

(me agr d da v e r que así se justifica la i gualdad

ma t ~ ri ales

croceana:e xpr ~ ­

s i ón ; c r cd ción) . Po r eso no t odos l os es tudies e stilísticos t r a tan de peculiarid 3. des idiomá tic ..ls ; has t a hay a utores , coMo l os ig
gleses I . A¡:Richards y J . I"liddl '" ton I'urry , cuy::l crí tica ti ene es tos carac t e r es

que atr ibuímos a l a es tilí s tic a , y que , si bi en

de ve z en cuan do se valen del análisi s de l os modos idiomá tic os ,,
no lo hJcen de mane r a

metódic~ .

Desde lu ego ,ta mbi én los es tudi os

que ust ed mismo ha empr endido bajo el título genural de El env(s
del tapi z , según la pr e cio sa muestra que me
l í sticos y

t ~e

h~

mandado , son

cst.~

qué pr ivil egi ado va l or , con sus r evelac i ones s o-

br e el modo de oper¿ r y funci ona r el sist ema expres ivo pr op i o ! .
También yo , en mis es tudios esti l ístic os , me es toy ocupando muchas veces de aspectos de la obra que no son prec is ament e la

fo~

ma idiomáticd (yd ve r á u sted dentro de unos días mi libro sobt
Pa blo Ne r uda) , y lo mismo ocurre en l os es tudios de Dámaso nlon s o , de Ka r 1 Vos s 1 e r , de Os ka r

1~Jal

z e 1 , de Le o Spi t z e r , Pe r o de t o dos

rnodos ,la fo r ma idiomáticJ es de impres cindibl e estudio y , cuan do le ll ega su turno , se l a ha de es tudia r me tódic 3ment e y con co~
petc·nc i a técni ca . Yo le. diré . =t. ust ed un punto de vi s t a person 1

��- 9que me gustJ

no creo que s e

r b calc~r :

a rt e s in a t ende r a la

impo rt 3nci~

pu ~ d~

c onctbir l a obr3. de

pri mordial que ti tne el

pl3 -

c e r de ir hac i éndol a . El artista nos trasmite con s u cridtura
un3 pálid1 somb r a del

es tétic o que él

pl~c 8 r

v~

t eni endo a l ha -

c e rla . Este placer de crea ción -nada contradictori o con l o qu e se
suel e ll ama r ·'dol or de la c r e.Jc ión a rtí s tic a" - se:. va. o bj E.. ti v dndo
81 mismo con 1 ,..

WE

t

rucc ión ente r.J. , pe r o tambi én , y muy efic a zmen -

•

t e con el anddr de la p1l3bra:con el estil o . Pa r a no pon e r má s
qu e un ejempl o concre to, E.l ritmo se justificd po8ticc.in1ente como
expr esión , objetivación y proc e dimi ento conta gi oso del
njmic o de l a creación . Por

~so , c l

más eficaz pa r a actualizar el
,

tí s tica en su ma r cha viva , pa r a

di -

pl~ce r

estudi o del estil o es el medi o

pl~c e r

es tétic o d8 l a crc3ción d r -

r~vivirl o

bién es v e r dad que hay multitud de t es i s

Ta~

o r ee xperimenta rl o º
~ ~ ct o rdles

que se ocu -

p3n es pecialistament e nada más que del lado i diomático de una
obr a o de un autor ,y que,por s í mismas , no pr ovocan un3

~ ~ 1n

mación por la nu . . . va dis c iplina . Pe r o es quE: esas t es i s ,a
no son más que
tiJ ! :, tico . La

tr ~bajos

auxili 3 r ~s

estilístic~

es t i

1k&gt; más

p3 r a un ve r dade r o es tudi o cs -

estudia el si s t e ma expresivo vnt e r o en

su funcionamiento , y s i una es tilístic a que:. no se ocupa del l ado
i diomático es in cornpl e t a , un a que qui e r a llc;na r sus fin es ocupán dose soldment e del lado idi omá tic o es i nadmi sibl8 , po r que l a f or ma idiomátic a de una ob r a o de un Jutor no ti ene significac i ón
si no es po r su r elación con la construcción ent8r a

y c on el

j u~

go cualitativo de sus contenidos .
Ama do Alons o

-

( La Nació ~, Bue~os Aires , 9/II/941 )

(l~F c rdina~d

de Sauss ur e , Cour s de linguistique gén e ral e . Int rodu~
cion y capitulas III y IV ;hago un r ~ sumc n ( n el t omo Ir14c nu es t r a ©0lecciín de fils tudios Estilistic os , página s 95 - 96 nota: l engua
es el conjunto del mate rial y su sistema de funcionami ento; es CQ
mo el juego del ajGd r c z,distinto del de l as damas ;habla es el l~
do individual y ejecutivo del lengu~je , c on su margen de libre ori_
ginalidad;es como una pa rtida determinada de a j e drez .

-

��</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3359">
                <text>Epístola a Alfonso Reyes sobre la estilística </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3360">
                <text>Filologia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3361">
                <text>ALONSO, Amado.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3362">
                <text>Alonso, Amado&#13;
Epístola a Alfonso Reyes sobre la estilística / Amado Alonso--Montevideo : FCHE. Instituto de Filología, 1952; 9 h</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3363">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3364">
                <text>1952</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="37">
            <name>Contributor</name>
            <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3365">
                <text>Bach. Gonzalo Marín.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3366">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3367">
                <text>Libro</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3368">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="429">
        <name>ESTILISTICA</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="303" public="1" featured="0">
    <fileContainer>
      <file fileId="534">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/63962389e8602b04dcdaefe89c6464d0.PDF</src>
        <authentication>329bfb4c80ea748c2e80e9816974529e</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3370">
                    <text>— 6S —
B[ ua jopa ap uoioBDijipotn enn b aanpaj as A 'a^dtuis sbcu b^ sa b^iu
-aáuoa Biiuojaoja^aq ap buijoj b| anb SBiuapB BisaijiuBj^ -ojiuaSuoa
uaáuo ns sosBa sounSp ua opiaouoaaj A pBpanSxjuB bj apsap Bpnp
uis BpBAaasqo opis Bq Biiuojaojaiaq bj anb Bsajdxa (g) NíaiHHax
•soujoisbjj sapi jBAJasuoa A Jianpo^d
'oiuaraSid ap a^uaiaijnsui uoxaanpo^d b^ ap opB[ p 'apand anb jbuoui
-joq JojaBj un JBSaa^B anb BjjqBq anb \e 'ojpajBsap p ua oujojsb^j
un oiuoa BUBaduiai Bimojaoaaiaq v\ BJapisuo^ 'BUBjduia^ biuiojooj
-ajaq ajqos son^^uB sofBqBJ^ ap uoxsiAaj Bun aasq (¿) aaiaaxs
•paiAjaa oaiiBduiis pp sauoisaj uoa si^
-ipia ap odp un opiuaAaaqos BjqBq oduiai^ ap a^qBjaptsuoa opAjajuí
un ap sandsaQ "ouiuiaSiai pp upiaaasaa b^ opBnjaaja asBjq^q anb ua
opB[ ouisiui p ajqos siji pp Biraoxaoaajaq Bun buijo^ut (5) vavs
•BaiiBiuos upiaB^nuí Bun b spiqap sa jafntu Bisa ua sipot Biiuo-ia
-oaajaq B[ ap uaáiao p anb auuojui a^sa ua BxnSasB ag -BqBiaod o[
anb Biuosouioja p asaapjad p 'opipaad Baaiqnq as ajuBuiuiop uaS [a
anb Biaas pBpqiqísod bjjq *ofo pp ouBissa jopa p BqB[oajuoo anb
ua ^a otquiBa boijbuios Bppa eun ua uoiasinuí Bun anb sa siji pp
Biuiojaojo^aq b^ ap uoiaBai[dxa apisod Bun anb a^uBtujojut B^ auodng
qnzB opjambzt p A oubisbo oipaaap ofo p eqe^uasajd anb jafnra
Bun ua BpBjBjsuoa Biuiojaojajaq Bun ap b^bj^ auuopí a^s^ #ajquioq
p ua siptji Biuiojooja^aq ap aiuaáojd Bun oipnjsa (f^) MiManr[
•siji pp
o^pjJBsap p ua upiauaiap Bun b aaapaqo Bjauítjd B[ anb A BpiJinbpB o
Bjtua^uoa jas apand Biiuojaojajaq b^ anb BisaxjiuBiu (•[) 1XS03
•ouauíouaj aisa opBipn^sa usq anb sajo^nB ap s^iia sbsoj
-ainnu souiBJjuoaua (^) sajB^) ap Bjqo BpBjuaiunaop B[ u^ -jajaBJBa
ajsa ap ua^xjo p ajqos sauoiaBiajdja^ui a s^i^opaua^ ouioa isb sopBpp
sosBa uBJ^uanaua as ^sipiJi Biuiojaojajaqi? ajqos BJn^Bjaiq B[ u^
s^juapaoajuy

H3X3V^V3 13
V1M3S3H3 3Í1Ó VI001V3M30 VMÜ 3d OIQÜIS^

siaiai
vmunaz

��— 19 ~
-3UIOS anj 'Biiuojaojajaq By b auBjB anb oy u^ qBuuou odisij opB^sa
ajuaJBdB 'op^qnsaj ouioa oip oaipatu uauíBxa y^ -ajpsd yap BiyiuiBj
By ap Buosaad Bun^uxu ua ojad ajpBiu ns ap ouBiujaq un ua BAJas
-qo as jaiaBjBO a^s^ "y^ 'Jj) o' A Q-^ sopap soy ua said soqiuB ua X

•ttsni;sodojj,, pp bjjbj3ojo¿[

'^^t^fíúéÍL'^* ^.

^ . ^i v^^^^¿í&gt;^t^

Bpjainbzt ouBtn b^ ap JB[nuB Á jo^bui sopap so^ ua piaaBd
SBuiapB Bjuasaaj • (bjjbjSoioj) oubjsbo opaambzi p Á o^Bp jnz^ oqa
-aaap ofo ^soub qi pepa í Bituojaoaaiaq B^uasa^d anb (^ *ij ^^f o*j^ '^j
uopBjauaS) onptAtpui pp oipn^sa p uoa pptuí ^s ofBqBJj aisg[
opvipnjsa mSop)3uaS nj ap uppduasaQ

•ouiqp ofo p ua sojuatuSid jpnpo-id ojo[ 'soppBu uapaj soÁ.
-BjBtuiq a sosna sofauoo ap o^uaitniaaaa p aiusanp SBjnjBjaduiaj SBJ*Bq
opuBsj^ 'gui pp Bai^duiis Bituoaaoaajaq Bun b á souiq[B sofo so[ ua
uopBiuatu^id ap BijBJiíqjB uopanpojd b^ b aaatjaa as (9) zx^nHDS
•sajopBaijipotu sauaS jod opBpuanpjut 'a^qBsuodsa.t
otuoa BniaB ttofoj ofo,, ap ua¿ p anb ap uoptsodns b[ b sBpinqiajB ^as
uBjapod uotsaadxa Á uopBjjauad B^ ua SBpuajajxp sb^ •oAtsaaax ua^
oaiun un b opiqap sa ttofoj ofo,, anb a^uauíBiJOSiAOjd auodns ag "B^jaiq
-nasap jas ap s^jub Biuopa v\ ua ttofoj ofo,, ap ua^ pp Bpuasajd B[
b SBpxqap otuoa SB^sandns a^uauia^qBuozBJ jas uapand o^sa b sauopdaa
-xa sb^ Á soj^au sofo ap sbtjo ajuauíajuatjjoa uauaxjqo as soj^au sofo
ap sauoiBJ soy uoa t4ofoj ofo,, ap sauojBJ soy opuBznj^ 'sojáau sofo ap
sajpBd ap UBiuaAOjd 'sopBAjasqo ttofoj ofo,, ap sauojBJ sojatuijd soy
anb auodns ag •Bituojaojajaq By ap ayqssuodsaj jajOBJBa yB ttofoj ofo,,
opBtuByy Bq ag "ojnaso oqaajap ya X ofoj opjatnbzi ofo ya uBiuaj 9X1 Á
íopjainbzt ya ojnaso X ofoj oqaajap ofo ya UBiuaj gyx say^na soy ajjua
'sauojBJ ¿'¿g ap BzuBija By ajqos buijojui (g) AaHOno^^i^-sixsanu
•yBaiAjaa oayiBduiis
yap sisqBJBd o oqoyS yap sauoisay ap SBpBaiydtuoa sbuijoj SBy b uoia
-xsodo jod aydtuis JBunqy ayans ag *stjt ap jo^aas un ajqos o

�tido en las Policlínicas del Hospital Maciel y Hospital Fermín Ferreira a un minucioso examen. Se trata de una heterocromia simple
no presentando ninguna afección ocular. Visión normal. Este niño asis
te a la Escuela Normal de ler. Grado N. 119. Sometido a una prueba
de suficiencia, demostró tener los conocimientos que corresponden al
años escolar que cursa. Posteriormente realizamos una investigación

'3
entre los familiares del "propositus" lo que nos permitió construir la
genealogía de la figura 1. Describiremos a continuación aquellos fami
liares que presentan características de interés a los efectos de nuestro
estudio.
Generación I, Nos. 1 y 2 ambos de ojos castaños. Este matrimonio
tuvo 11 hijos; nueve mujeres y dos varones. Generación II, N. 2, casa
da, tuvo nueve hijos; 6 varones y 3 mujeres. Uno de sus hijos (gene
ración III, N. 6) se casó. De este matrimonio nacieron 9 hijos; 6
varones y 3 mujeres: una de las mujeres (generación IV, N. 7, fig. 3)
afectada: ojo derecho azul y el izquierdo castaño. N. 4: edad 86 años.
Su informe a pesar de su edad, resultó valioso, porque recordaba
con claridad los ascendientes por parte de los familiares del matri
monio (generación I, Nos. 1 y 2) y ratificó el hecho de la aparición
del carácter heterocromia, por primera vez en la persona (generación
II, N. 10). Se casó y del matrimonio nacieron 16 hijos, 7 varones
y 9 mujeres. Una de las mujeres (generación III, N. 12) posee el
carácter ,en estudio; el ojo derecho azul y el ojo izquierdo castaño
(fig. 3). Esta persona tiene una zona sin pigmentación en la piel,
que le toma parte de la frente, teniendo en consecuencia un mechón
de pelo blanco más o menos en el centro de la región frontal. Este
62 —

�— 9—
•ptuiou uoiaBjuauíSid uoa sopoj 'sauoJBA ^ ^ saaafnuí g 'sofiq
oiuoiniJjBra ajea 3q •(•[]; o*^[ 'jjj uoiaB^aua^) ouBiuaaq ouiiad un uoa

e^

ofo

97
V7

R
'•• AI

I

9

51

L

AI

IV

AI

^V

I

I

n

ov

I

Zl

osBa ag 'ttsoüiajBq?, so^ uaiquiB) ^ 4tsopBqauBui,, so[ ap opodB p uoa
Bqeuieq sa[ as 'ubjaia anb JB^n| p ua 'seuosjad sbjs^ y *sapna ua
jBuiuuaiap opipod asaaqsq uis -sajBqiuiBj soun^p ua ajidaj as

�Dos de los hijos varones (generación II, N. 4) también heterocrómicos (generación III, Nos. 33 y 35). El primero, padre del "propositus", ojo derecho castaño con una franja rectangular azul claro
que va desde la pupila a la periferia del iris, ojo izquierdo castaño
(fig. 3). Se casó con la persona correspondiente al N. 34, de ojos
color castaño. De su matrimonio hay 6 hijos: 3 varones y 3 mujeres
(generación IV, N. 43) afectada: ojo derecho azul claro y el izquier
do castaño oscuro con una zona en forma de media luna azul claro
en la parte superior del iris como lo indica el esquema de la figura 3;
sordomuda. N. 44, afectado: ojo izquierdo azul claro; ojo derecho,
la mitad del iris castaño oscuro, y la otra mitad azul claro (fig. 3) ;
débil mental, sordomudo. N. 45, afectada, presenta el ojo izquierdo
azul claro y el derecho castaño oscuro (fig. 3) ; sordomuda. Los nú
meros 43 y 45 se educaron en el Instituto de Sordomudos, donde pu
dimos recabar los informes siguientes: N. 43 rendimiento normal,
escolaridad buena. Visión normal. Condiciones físicas normales. En la
actualidad empleada. N. 45 rendimiento normal, destacándose sobre
el nivel intelectual de sus condiscípulos. Actualmente casada. En su
carnet de salud consta buena salud. Vista normal. N. 35, ojo derecho,
la mitad superior del iris azul, la otra castaña, ojo izquierdo castaño
(fig. 3). Se casó con una prima hermana (N. 36), también heterocrómica (hija del matrimonio, generación II, Nos. 6 y 7). Presenta
el ojo derecho castaño con una zona azul en la parte superior; ojo
izquierdo castaño (fig. 3). De este matrimonio hay 3 hijas, todas de
pigmentación normal.
Generación II, N. 10, afectada: ojo derecho azul, ojo izquierdo
castaño (fig. 3). Es unánime la opinión de que en la familia, ésta
es la persona que manifiesta el carácter por primera vez. Se casó y
tuvo un hijo normal.

DISCUSIÓN
Entendemos que heterocromia simple esencial es una alteración
por defecto en la pigmentación del iris, no acompañada de ninguna
otra perturbación de las estructuras del ojo y cuyo mecanismo y causa
son desconocidos, aunque se sospecha su trasmisión hereditaria.
Son numerosos los estudios de formas de heterocromia de origen
patológico, sobre las que no nos corresponde hacer consideraciones.
Su mención tiene por objeto el dejar claramente establecido que es
necesario hacer un distingo clínico si se pretende llevar alguna luz
al estudio de la forma supuestamente hereditaria.
En los trabajos de genética en el hombre la dificultad mayor
radica en lo limitado de la información que se logra cuando se trata
de caracteres poco frecuentes. En el caso de la heterocromia simple
esencial, se presentan estas circunstancias limitantes. Todavía, como lo
expresa Waardenburg (2), otros caracteres de distinto orden podrían
estar actuando indirectamente en la expresión de la pigmentación del
— 64 —

�— S9 —
pp eiJBjipajaq uoistrasBj^ B{ ua ojBxpaxuux ap JBsuad aa^q anb 'sop
-BjaajB ap opBAap ajuatUBAxjBpj oaaiunu p uoxauajB b[ BxuBpj *BpBxj
-ba sa uoxsaadxa ns Á ofo ojjo ti onn ua ajuatUBjuxjsxpux bjsoxjxubxu
as jajatusa p anb so^ ua 'Bxxuoaaojajaq ap sopBjaajB sonpxAxpui zaxp
soxuBxjuoaua (^ BjnSij) sojjosou jod Bp^xpnjsa BiSopaua^ b^ u^
'opipaad Bjaxqnq as ua pj ap JopBj
-jod Buiosotaoja p anb opuaxuodns 'piu^ou ojjoxnopp pp uoxaxJBdB
-sap B^ jod ouaxuouaj p JBaqdxa ap pBpx|xqisod b^ ajsxxa anb 'SBxnapB
'BJto^nB ts\ Bsa^dx^ •uopBjqod b^ ua Bpuappux BSBasa ap sauaS ap
uppunfuoa B[ b asjxnqx^jB uaxq ^nxn apand 'Bsuajxa Bxopaua Bun ua
opBiaajB onpxAxpux ops un ap upxaoBdB b^ anb oi^axo souaxu sa ou
'xsb jas apand uaxq xg #Bai}Bxnos uops^ncn Bun b opxqap sa
p 'opBxpn^sa B|p jod os^a un U9 anb BjsaxjxuBín (f)
•soAxsaaaj oxuoa 'Bxxuojaojajaq ts\ ap sa^BSuodsaj
-3bj o ao^aBj [B JBjapxsuoa p oaxjBxnajqoad sa aiuBppB sbxu soxua^aA
oxuoa sand 'BUBtunq Bxxnojaoja^aq B[ BJBd BAxjtutpp uoxasaqdxa Bun
oxuoa BpiB^daaB atxxujad sou ou 'soxuajBtuaxuoa axxb SBjo[Baua^ SBunSp
ua jaioB^BO pp upxsaadxa B^ á saptuaxuxaadxa sauoxaBqojdxuoa SBSBosa
sb^ -BUBxppuaj^[ uox3Bajas ap Bxauatsxxa B^ ap sap^uaxux^adxa sasBq
a^qos uoxaBjajdaajux Bun Bxtuoaaojajaq b^ ap oxpnjsa p Bj^odB ofBqB^j
'OJBp Á ojnaso jopa pp ooxt^ua^ ojuaxxuBtJodxuoa p JBaqdxa ap
'aaqxuoq p ua ofo pp pxujou uoxaBiuaxu^xd v\ b asjx^apj
[B sajo^nB sounSp uauaxjsos anb ^\ Bpaanaaj uoxuxdo Bjs^ #ua8 pp
uoxsajdxa Á uoxaBJjauad ap Bxaua^ajxp b[ sajopBaxjxpoxu sajojaBj b a^nq
-ijib Á Bixuojaojajaq tb\ ap ajqBSuodsaa ^ojaBj pp OAxsaaat otuaxxuBjaod
-xnoa un a^axSns oxpnjsa ajs^ "BsjaAaaxA Á osjxxoso op^axnbzx p Á ofo^
oqaaaap ofo p UBjuasa^d anb sauojBJ ap bzubxjo bj ajqos ubxujíojux
(g) ^iqx^Sno^ix^-sxjsanjj 'sajuBsaaajux SBpuaxaadxa SBunSp oqBa b opBA
-a^[ uBq as sa[BtuxuB ua oja^ 'SBjSopauaS ap soxpnjsa b á sosbo sounSp
ap SBpspp sauoxaBA^asqo sb^ b opBjxxux^ ^^pq as Biiuo^oo^ajaq B^
ap oxpnjsa p 'ajqxuoq p ua JBjuaxuuadxa ap pBpxjxqxsodxux B^ u^
*sxjx pp ojpjJB
-sap pp pBpqxqBsuodsaj b^ uaxunsB anb so^ ap sajuaxpuadapux uos
sajojaBj o sajuBuxxujajap soXna ^ajaBJBa un oxuoa 'ofo pp uoxaBjuaxu
-xd b{ ajuasajd jauaj uxs 'sxjx pp o^pjJBsap p ua BjpxuouB Bun ap
Bpuanoasuoa B^ 'opBxpnjsa ^ajaBJBa pp uopxj^dB B^ ua opuaxA 'jBpao
uopBjuaxuSxd B[ ap uopBjsajxuBxn b^ Buxxujajap anb pxaojaBj oxusxu
-Baaxu [a Bjuana ua opxuaj JaqBq aaa^Bd ou JojnB ajsa 'oqaaxj ajsa ap
Bxauanaasuoa oxuoa jajaBJBa pp uopx^BdB b[ ap pBpqxqxsod B[ Jijnasxp
b jBjjua uxg *sxjx pp o^pjjBsap p ua uopuajap b^ ap Bxauanaasuoa
Bun Bjjas BjxuaSuoa Bxxuo^aojajaq B| (\) 1JS03 ap uoxuido u^
•sBUBjsad ap uoxaBjuaxuSxdap B| aaa^
-BdB apuop BqxxuBj buxx ap '(^) imvhxmv^ ap oxpnjsa pp asjapua^dsap
apand anb o\ ^Bfa^dxuoa sbxu uoxaaB Bun ^auaj uBjxpod Bxxuojaojajaq
B[ ap sa^qBsuodsaj sajojaBj so^ o p anb 'ajJBd bjjo jod 'Bx^aaajB^
•soaxdxjouaj soxqxuBa
ap a^qBsuodsaj BaxuaS BjopBaxjxpoxu uoxaaB b\ asjaaouoa aod 'oaxj
-aua bjsxa ap ojund p apsap a^qxsxxupB ajuaxuBjaapad sa ojs^ *sxjcx

�carácter. El comportamiento de los factores responsables, es oscuro.
Encontramos en la tercera generación un matrimonio consanguíneo,
individuos 35 y 36 de afectados, en cuya descendencia no aparece
el carácter, lo que haría desechar la hipótesis de un simple par de
genes recesivos. En la misma generación, un afectado que contrajo
matrimonio con una persona normal, trasmite el carácter a cuatro
de sus seis hijos. Puede entonces pensarse en un gen dominante con
un grado de penetración bajo, pero tal suposición es también difícil
de aceptar en definitiva, ya que la aparición del carácter ocurre en
la mayoría de los casos, en hijos de matrimonios que no lo presentan.
Podría aceptarse para esta genealogía, la existencia de dos pares de
alelomorfos, los que sólo provocarían la aparición del carácter cuando
por lo menos un dominante de cada par estuviera presente, en cuyo
caso, la descendencia normal del matrimonio 35-36 de la tercera ge
neración se explicaría por la conjunción al azar de gametas cuya
posibilidad de encuentro es alta. Claro que esta hipótesis, que se
ajusta a nuestro caso, no agota las posibilidades de interpretación,
pudiendo pensarse como Ludwin (4), en una forma de mutación
somática, pero sujeta a la existencia de genes determinantes de esa
mutación, dada la existencia de tantos afectados. La aparición de zonas
de cabellos blancos y depigmentación en la piel, que dio lugar a que
se llamara a las personas componentes de esta familia, los "manchados"
o los "barcinos", refuerza la hipótesis de la existencia de mutaciones
somáticas o de fenómenos secundarios de ginandromorfismo, condi
cionados a la influencia de genes determinantes de tal fenómeno.

RESUMEN
Se presenta una genealogía en la que aparecen 10 individuos con
heterocromia iridis en tres generaciones. De la revisión bibliográfica
sobre el tema se discuten las distintas teorías respecto a la trasmisión
de este carácter. Se sugiere como posible explicación de la trasmisión
de heterocromia en la genealogía estudiada, la presencia de dos pares
alelomorfos dominantes que aun en simple dosis determinarían la
aparición del carácter. Se admite como posible la hipótesis de Ludwin
de una mutación somática, la que a nuestro juicio debería estar su
jeta a la existencia de genes determinantes de la alta frecuencia de
la mutación.

SUMMARY
A pedigree of heterocromia iridis with ten individuáis afected in
three generations is presented. Some of the theories found in the literature on the matter are discussed in connection with our pedigree.
It is suggested the existence of two pair of alíeles which in simple
dominantdose's would account for the presence of heterocromia in
the commented family. It is not discarded the hypothesis of Ludwin
of a somatic mutation provided the presence of a gene or genes determinant of the high incidence of the mutation.
— 66 —

�— ¿9 —

•WOXtlQ OClJl^ VJJWJ3Z
UEqnsuoa ap pcpiumjodo saiii anb
Eiraojaojajaq ajqos BjjBjSoijqtq bj o^aj uamb uucuiziiBMqag sodjbj\[ uq ^y
*sa)uapBd sns ap oun ua oAtasqo Bqa
anb Eiraojaoja^aq ap oseo nn ajqos uopnaiB bj amopuBniBg 'ofBqBJj ajsa JBzipax
ap p^piuniJodo b^ onoiajodoad ara anb zapuBuaa^ ap sojJBg BS{g -bjq B[ y
•MsnijsodojdM pp oai8
•cqotnp^o naniBxa p oziq ainani|iina3 anb soixiBg zan^upog p^g ug ^y
•oipnjsa ajsa na o^uaijo aui namb 'ojBZB-q -^ 'sBiauai^ Á. sapBpiuBmng ap
^ ap BaiianaQ ap aosajojg p oiuainipapBjSB im JBsa^dxa oasag

*Z6I "S^S^
saAiqajy 'auu^ui 9tuioui{ooj.ft9iij 9p ^nlnmio unajDa o&lt;j — "^j 'NaiHHax —
*Z6I *I¿:88 •qu^^ny -^ qqsjBuop\[ 'ui^^^ 'aiwojifoojajajj-nnu^ uatyaa
jap sipupjsja^ wri2 apunfag xanau pun uauatjv uoismag — -f ^jaiaaxg —
"06T "99^:T *HltI^O "f *mV *S?^? aHt f ^iwoji{oojaiai{ opayjDdtuXs puo
safo aitouiqjü /o uoiiviuatuStd fo uononpo^d Ájnjjiqun aq^ — '^ 'znaH^g —
'6Z6T '^98:¿S 1a ÍP 'UUV
'ouituaSjJi \ap auoizasai ap osüo un 1 napismbjv mtuouaouaj^ — '^ 'vavS —
*TS6t 'UVZf 'P^*m
•umu 1 sipijj muioiqooiaiag fo asDo pa%sa% XuaSoud y — 'j '
•0S6I 'L^Z-lt ' 'snosXiuo^aj ut vxuioiqooxaiag — •ahhoíiotii^ 'g onv #g -g 'sixsaajj —
W 9VÍ1 "601 :l 'oiiaua^) uoutng — -g -g 's

'8
'¿
"9
'S

'

*Z9:69T "8n^!lsIIn;)O4Q sapuuy •aioüxvtDo %a aituouqaouajajj — "3 '1XS03 — *

vuva^onaia

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3371">
                <text>Heterocromia Iridis estudio de una genealogía que presenta el caracter</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3372">
                <text>SILVA DURAN, Zelmira - </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3373">
                <text>Revista de la Facultad de Humanidades y Ciencias /Universidad de la República. Montevideo : FHC, UR , Diciembre 1954, Nº 13 : p. 59-130</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3374">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3375">
                <text>1954</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3376">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3377">
                <text>Publicación Periódica</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3378">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="431">
        <name>CARACTER</name>
      </tag>
      <tag tagId="430">
        <name>GENELALOGIA</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="304" public="1" featured="0">
    <fileContainer>
      <file fileId="535">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/67d8c7589e52d6d7e9621b65afe8b76b.PDF</src>
        <authentication>07fca4d1d11334c0b2fa19b0609cc44b</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3379">
                    <text>'^561 oiunf
9P fZ PP U9!s^g ns na (oapiAajuoj^) Bi8o[oig ap *aog B[ b opB^uasajj 'SBiauai^) X sapsp
-lUBiunjj ap pcjjn.^B^ bj ap {BjuauíiJadx^ X [Bjaua^ Bi^^cqoíg ap josajoj^ pp uopBiuaiio
X uoij^aaip B[ ofEq *f-^6t oiunf-ojaug opojjad [a bjbií (6T) sapuiáiJQ sauoiJBátj
•saAnj tuqnj p jod BpBjBJiuoo EJopBJoqBp.) 'oubi[^iiuoj^ Bsjg "Bug B[ jod opemaap anj
o(BqBj) ajsa anb JBisuoa ao^q as SBUBiuauiB[3ai sauoioisodsip sb[ b opjanaB aQ (^)
sonisim sosa e sojsandx^ a^ue^seq A sojj^iqnas^p 'sosouaae oood
-ap sodiuBO na sopeaiqn uBjsa p^^^j ueg ap sapanj so^ oiqoíBa ug
•jns pp so;uaiA so^ ap 'opora oiaap ua 'uaSaioad so^ anb 'sanbsoq
ap sopeapoi ojad 'ojjarqnasap Á osonaje Ánva ouaajaj un ua sopeñ^s
uejsa oasBJJB^ ua sopBAjasqo sapan^ so^ sand 'oAiiBJBdiuoa oipnjsa un
jBOtjaBjd ap uij b souiiSap ssg •snjnnbuoi sAiuoua^^ :apadsa buisiui
Bun b uaaaud)jad sbuoz SBquiB ap sapuiiuB sog • (oapiAajuoj^ ap
•sui^ q^\ b 'a^sg pp Bjun^ ap Baaaa 'opBuoppj^ ap *ojdQ) pBjB^
uBg ap buoz b[ ap scq ua Bas '(oapiAajuop\[ ap 'oicIq) oosBjjB^ ap
sapan^ scq ua Bas 'sBpBn^aap sauopBA^asqo sb[ ap sapdpupd sop^i
-psa^ scq bjo^[ Bisa ua souiBaxunuio^ 'ojund ajuBjJoduii opijajaj p
'ajuauqBJniBU 'souiinpui 'soub sop aa^q apsap soiuin^asojd anb 'ttnani
-nani,^ pp BiSopiq b^ ajqos sauopBáijsaAui SBJtjsanu ap osjna p ug
*ttBsouad A bSjb^ uppBABaxa ap Bsaaduia Bun opnuaui b sa BauBjjaiqns
Bun ap uopBJo^dxa b^ 'oiaaja ua íaaaBjsijBS ap ^pBj a^uaní
sa ou oasap ajsg #uopanajsuoa ap soatdjj souB^d A sosoj
-auinu so^uauínaop 'sBAana o SBaanáiipBui sb^ ap BJnjaaimbjB B[ ajqos
jaasod a^qBasap ^nuí Bijas^^ :jsb BqBsa^dxa as 'XS6T ua '(i) ^pip^og
ap pBpxjojnB B[ ap BjsqBpadsa un 'soaajiuiBiu ap BaSodiq o Ba^opua
BunBj B[ ap o^isodojd b 'oSjBqma uig asasuapiunopB)sa A soadojna
saaojnB jod ajuauíjBpadsa 'soipnjsa sa[diqniu ap 'uopanjjsuoa ns b
ajaijaj as anb cq ua 'oiafqo opis Bq anb piaadsa Xnuí odij un a^uauíB)
-jap a^n^psuoa 'oijoiisubjj o ajuauBuuad 'oauvjud^qns ivnqpn ^g

SfllVnÓ^Ol SAW0N3ID 3d
O SVH3Í1ÓQX SV3 3d VPVtn^OH^I^ A

SOJ 9p BTO[Otq
OÑVIIOIWOW VS13 ^
A OdlOdO^

�vientos. La distancia, que media entre los tucales de amba zonas y
la costa del mar es aproximadamente la misma.
Describiremos sucesivamente las comprobaciones efectuadas sobre:
1. Arquitectura general de las tuqueras; 2. Orientación de los
orificios; 3. Temperatura del interior de las tuqueras; 4. Humedad
del interior de las tuqueras.

1.

Arquitectura general de las tuqueras.

Después de un estudio prolijo de los tucales de la zona de Ca
rrasco (Dpto. de Montevideo) en cuanto a situación, distribución,
disposición de sus orificios externos, etc., elegimos dos cuevas, de as
pecto habitado, en terreno apropiado (suelo semi-arenoso), y proce
dimos a su exploración cuidadosa total, poniendo las galerías en des
cubierto mediante los instrumentos adecuados. Ello exigió un trabajo
bastante largo y un tanto penoso, pero logramos plenamente nuestro
objetivo sin mayores causas de error. Naturalmente que en ningún
momento pudimos avistar un animal, el cual, como se sabe, es suma
mente hábil y rápido en escabullirse perforando la arena por cual
quier punto mientras se procede a dicha exploración. Las figuras 1

ARQUITECTURA d^ ^ TUCAL

COIt VfRTICAt

MNSVKí OH Dt LAS PSOfli DlDAMS Di LA CUEVA TOMADAS tN tL EJE D( LA MISMA
•v

Fie. 1.
— 42 —

�ounxBtu) auuojiun a^UB^SBq oxiauíBip A JBfna.ua aiuauiJB[n^aj ajqipa
ap 'Bsonuis souatu o sbui 'pdpuijd BjjapS eun a^sixa —uppBuipui
A JB[nS^j eun uoo A— soidijijo soquie opuairáhg (q
(ODSBJJB3 ap 83[B31a% so| ap
Bipaui B[ B jouajuí)
96 •SU/3 9 :uipaui
'uauínsaa u^

9
9

9
9
9

M
u
te
tt
oqaut;

OS
*'

9
S
¿

S
9
¿
9
S
9
9
S
¿
9
9
L
9
¿

Z
T
0
6Z
8Z
¿Z
9Z

9

9

6
tt
o
te
te
S
te
tt
¿
te
w
ap 'sois 9

9

9
S

6f
8^
¿I'
9^
S^
t't
f
Zf
If
Ot
6
8
¿
9
S
f

svaana snj ap ¿^^

•su/3 ua sotatftio
soj ap ojjauípiQ

1
8
6
9

9
1
1
1
1
9
9

9
9
¿
9
9
9

S

1
(% Z )
(^ z ) saoq 1
(% Zl)
9
t.
(% 8Z)
n
P (^ 9S) SBDOq 8Z

SZ
^z
Z
zz
TZ
03
61
81
¿I
91
SI
n
1
31
IT
01
6
8
L
9
S

9
9

L
1
•su/3 ua sopiftuo
so; ap oujauiviQ

3
I
svaana svj ap ¿"¡^

sb^ uo^an^ soioijijo
ub ap buoz bj u^

sosa ap SBpipara sb^ (ajs^ pp Bjunj)

ap buoz) ojiaininp
ap 'suid i~i 'oipara ouiuuai 4uos (sBpipam ^^ ajqos) sauoisuauíip
sng 'sosbo so[ un^ as Bpips A BpBJjua ap soquiB u^as SBzinb ÍBpips
o BpBj^ua ap 'ajuauíBjnSas 'jbuib^ souiapod ou anb 'bu3jb ap sop^d
-bj opuBna 'sajqrnj^sqosap ajuauíjiaBj 'souaajxa soioijtjo sop

(b

• •
•:apuajduioa Bjanbnj
o BAana BpBa' aA as 0U10^ 'f A s^anSij sbj ap sojoj sb^ a^usipaui eja^d
-moa as anb o\ 4SBai^sjja]aBJBa sapdiauíad sns uoa 'sBjaaiqnasap zaA
Bun SBjanbn^ sop sb| ap opBAapj joiaa^xa o^aadsB p uBJ)santn 1 A

�•..&lt;•&gt;•

IA
iUSRAVAOO
A^CHO Si LA CAU8ÍA

TEMPERATURA
OÍA 2t.* MABZO ,-$4 HU^A ^ * ^S
CUEVA ; 22"S
TERRENO A LA 5OMBRA-2S"

ESCALA
ümí^. 10 c

•*•• ^&gt;

t v*TAH5 '
LA 'AAOa^
- 35EXOS..

Fie. 2.

Fie. 3. — Foto tomada en perspectiva, mostrando el aspecto del tucal del gráfico N. 1
desde el orificio A al B, señalado por un palito que se ve a la derecha de la foto.
AA
TX

�•BAan.l K] 3p BIJ13UIIUE{(Í BJ JEZIJE3J
BJBd SOpBZBJJ SOJIIJ SOJ UEJU3S9jd3J SBOUr.jq SE9UI[ SB^ *g OTDIJIJO |3 BJSBq Y OpiJTJO
[3 aps^p '^ Q-^¡ ooijBjá ja ua opBfnqip ¡Bonj [ap ojaadSB ¡a opuBj^soui ojo^ — -^ -ai^

sb| ap sopijuo f^ so[ u^ 'SO'ot^ 9P sa ^ÍP3UI uotdbui[oui b^ jojiib asa
bjb^ 'soiaijijo so^ ap jijjBd b Bjaa^^ b^ ap sojaa^BJi so^ ap uptaBuipui
B^ b aaatjaj as anb p sa '(BuxjuaSjy) soubCoij usoanj-nan}9^ soj ua
opBipnjsa opis bi[ anb 'sBjja^S sb[ ap
ap sajBanj so^ ua 'souiifip ouioa 'ajduiais) z, O'M
t ua z 'og '8 '08 '08 'O^ ^T o"M ^-umbnj ^{ u9 .SUID 0T ^
0¿ '09 'S '8 '^^ 'í7! ^^Bja SBjja^S SBsa ap sapn^x^uo^ sb^ 'SBJanbnj
sb| ap sapsuauíoa soaapadsoq so| b ajuaaajaj aoijaisod uoiDBaiunuioa
Bun ap oiafqo Bjas o^uiisb ais^ -so^pj^ ap ojap^ija 'oppnpaj anbunB
'ojapBpaaA un Bjnjpsuoa SBaia SBiaapS SBipip ap Bun 'uoisbdo Bun
ug '(9^5 -sSij jaA) sopTjuauí^B sopoAjasaj ap 'sand 'opuspijo Á
(uppBiuauuaj ap opB^sa ua ou ojad) soasajj souaui o sbui soiSBd ap
'a^uauqBjauaS 'soua^[ 'pdpupd BuapS bj uoa 'oipajjsa sbiu oaod un
opxjpo un jod aiuauídBjnaipuad^ad souaui o sbiu 'opuBDiunuioa 'sopunj
-ojd souaui o sbiu 'ssSap sBjjap^ o oos ap sopuof o z 9Q (9

-xa SBdanbm sop sb^ ua 'ajuauíBAtiaadsaJ "sjuí Q^'f ^ "s^uí f^^' ap Bja
pnjtouop ng 'sopBOUBjaB a^uauía^uapaj sauoipaui ua sapiaáaA o
'saJB!on| jod 'saaaA b 'Bjuaiuoa 'ajqí^ ajuauqBjaua^ 'sbsi^ uaiq
sapaJBd ap 'Bjiapá B}sg 'opns pp ataijjíadns bj b ojoadsaj uoa *suia Qf
ap Btpaui pBpipunjoad Bun b X pjuozpoq souaiu o sbui uopaaaip Bun
anSis 'souiaa^xa sns ua OAps 'o;aaXB.jj oXna (#siua 9 ounuiiu ''suia q\

�2 cuevas exploradas por nosotros fue de 24 y 40, 52 y 60 respec
tivamente con respecto a la superficie del suelo, bastante variable
por lo tanto.
Las gramíneas y los vegetales encontrados dentro y exteriormente,
alrededor de las tuqueras, fueron clasificados —de acuerdo con las
muestras recogidas —por el Prof. B. Rosengurtt, a quien agradecemos
aquí su amable cooperación.

2.

Orientación de los orificios.

La figura 7 da cuenta de lo comprobado en el estudio de 50 ori
ficios y su relación con los puntos cardinales indicados por la brújula.
En ésta, se resumen esas comprobaciones calculando las cifras por
ciento. Como se ve, no existe ninguna orientación desdeñada, aunque
existen algunas más frecuentes que otras; por ej. 22 % de orificios
al S.E. y sólo 6^ al E.; 6% al N.O., 8% al S.O., 16% al N., 14% al S.,
14 % al O. y 14 % al N.E. Se censaron orificios casi siempre desta
pados, de cualquier dimensión.
Esas observaciones fueron hechas —durante el verano-otoño de
1954— en los tucales situados cerca de la Av. Daymán (zona de
Carrasco), en terrenos •—como dijimos— semi-arenosos descubiertos,
pero bastante protegidos de los vientos por los bosques cercanos.
En los tucales de San Rafael (Dpto. de Maldonado), sobre terre
nos muy poco arenosos, expuestos a los vientos del Sur, en una en
cuesta hecha sobre 50 orificios tapados o abiertos, comprobamos (ver
fig. 8).
11 orificios
9
"
7
"
6
6
"
5
"
3

(22%) orientados al N.
^
n N.E.
(18%)
n
n 0.
(14%)
n
n S.O.
(12%)
"
" N.O.
(12 %)
n
&gt;* E.
(10%)
n
n S.
( 6%)
n
n S.E.
( 6%)

Si se compara la orientación en ambas zonas se encuentran dife
rencias evidentes. En efecto, en Punta del Este la mayoría de las
cuevas están dirigidas hacia el sector Norte (22 % al N. más 18 % al
N.E. = 40 %), mientras la minoría lo están al sector Sur (6 % al S.
más 6 % al S. E. = 12 %). En cambio, en Carrasco, encontramos
respectivamente, para los mismos sectores: 30 % y 36 %.
Recordamos aquí que, acerca de la orientación del mentado nido
de hornero, es común oír, en nuestro país, la afirmación que sus
aberturas .siempre miran al Norte "revelando así el instinto del ani
mal preocupado por eludir los vientos inclementes del sector Sur y
especialmente el pampero". Es una falsa observación campesina como
tantas otras, que resulta curioso que se conserve como tal por el
— 46 —

�— Lf —
•BAana bj ap oxiuap
sojama sopsiJodsuBJj A jeuiiub ja Jod sopBjjoo opis ubij jouadns aiJBd B[ ap so[ ísopBJj
-U0JU9 SOJSBd SO[ 9J1U3 81U9JSIX3 pnilgUOJ 9p BI.)U3J3Jip BJ JBIJ9jdB 3pand 88 '9 ^OI^ BJ U[]
•sofnqip 8OAi)88ds8j boj U8 sopBjBuas sojund soj ua uojBJiuooua as soiSBd sojsg — '9^5 'S3i^

^fVr^

\
-••..'

�s

3
.2.1

.2

o

tí
en

&lt;
tí
tí
&lt;

tí

^S
.3 3
^-3
Cj
O•
be C

31
*© 8

ce "^

'

!

a&gt;
c
o
E

.2

1

o

S

•r?

a.

"3

I

3s
3i~
n3

o

o.

o

3ai

o
tí

O
tí
tí
H
tí
tí

Q

tí
tí
&gt;

tí
Q
tí
tí

8

s3

•I

•

8Í

&gt;

8.

Ii

^

3!^. fe,

53tí

53

tí

tí

l

Q

53tí

en

tí

tí
tí

Q
Cfl

tí
tí
&lt;

^ 8

tí

!#

H

3};

tí
s
3

tí

H

CD

es
tí

O
tí
tí
en

O
Q
t—t
O
O

53
Q

tí
tí

tí

tí

en

Q

tí

en

tí

5

H
tí
tí
tí

&gt;

tí

^?
í

í
H

— 48 —

w
ce
CLA

i

pern,

O)
•2
'So

"3
3
3
Q.
t

�9
13 ais^anc
S3CVIN3)O&lt;1
coi3a Nn 3&lt;i ^mv %r\
'Cvj.N3)8Od 30 3iN3i)3)3&lt;i
N3O8O N3 SVA3O^ StT 30 N0DV1N3UIO

SO^3M
an^ OS ^P Oi
SVA3H^ SV1

30 NOI)VlN3iaO

-s^ b^ u^ OJU91A ¡^p upiDDaaip b^ ^p Biou^noaaj 9p B9ijbj By uog g
^ ¿ SBJtlíoIJ SBJ U9 SOpBSU9pUO9 SOpB^ynS9J SO1S9 OpBJUOJJUO9 SOUI9JJ

os

%8

%z\

'O'N
a

%9

%z\

o
•s

%9
/oZZ

%9

%9I

/oZZ
jap vjunj

oasDuuv^
:SBUOZ SBqUIB U9 8BAI1BJ
^s 9ju9ints oapBn^ p ug

-Bdino9 S9uoi9B}U9tao

JOJ99S y^ SBpB^U9iao SBjnjj^qB sns
UBJU9} jbui yB souiixojd sbui g soy 9nb ojjgio 89 í^ng yB ¿ Á 9^jo^[ yB
sopiu 8 :souiBqoaduio9 'BU9yyBg Bjun^ 9p B9J99 '9jsg y9p Biun^ b BA9yy
9llb yBUO19BU BJ9^9JJB9 By U9 '9JJO^[-Jng UOI999JTp 9p 'SUI5y ^ 9p^
-bjj un U9 'opoui ouisim y9Q ¡^ng y^p S9jo}99S soy BioBq QOl -^ '
y^p S9JO)99S soy Bi9Bq SBpB^u9tJO u^qBjsa SBpBJ^u^ SBXno oí! isoui^yyBq
'npires^B^* Á pBpiuyj^ uoo 9sof uBg op pBpnio By aun 9nb ouiuibo
y^p s^pjoq soquiB b 'sooiupy^yoj S9^sod 9jqos sopjnjjsuo9 oaoujoq
9p SOpiU Soy OpUBJUOO 'O199J9 Ug *OJBy9 U9 J9U0d yi9BJ 91U9UIBUinS S9
uis '^nb Á jByndod uoioipBJj By 9p t4oJ9j b sia^ omsiuBoaui

�tación del Antepuerto de Montevideo (fig. 9). Sólo podemos de
ducir que la orientación máxima de las cuevas en Carrasco, hacia
el S.E. (22%), corresponde el sector de máxima frecuencia de los
vientos en el Puerto de Montevideo.

3.

Temperaturas del interior de las tuqueras.

Temperatura de distintas cuevas, tomadas en Carrasco (calle Daymán)
y Playa Verde (Dpto. de Montevideo) durante el verano 1953-1954

n,^ TemperaturaTemperatura
temperatura
, , suelo
,,
, suelo
,
, ,del
del
de la cueva, ,,,
al sola la sombra
19
19
20
20
19
21
20
20
20
20
20
19
20
20
20
21
20
20
19
19
21
21
20
19
19

27
27
25
24
24
24

27
27
27
27
27
27
27
28
28
28
28
28
28
28
28
28

24
24
23
22
21
22
22
21
21
23
24
24
24
24
24
24
24
24
28
24
24
23
24
24
24

Fecha

18/4/54
18/4/54

18/4/54
18/4/54
18/4/54
18/4/54
18/4/54
18/4/54
18/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54

19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54

19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54
19/4/54

Hora

Entre
n
n
"
v,

las 16 y 18 horas
n
w
"
M
&gt;
"
V&gt;
ii
n
"
rt n
n
18 horas.

Entre las 10h.30' y 12 hs.
11
n
&gt;
11
n
11
n
w
i• " n
n
11
"
'
n
n
n
)* " ni
11
n
n
i• n n
n
n
i n n
11
n
)* " n
11
11
11
11
v&gt;
r&gt;
"
"
n n ii
n
n
n
i n n
n
ti ' n n
11
11
n
n ii ii
n ii n
n

Como se puede apreciar, la temperatura del interior de las tu
queras en verano —la cual oscila entre 19 y 21— es siempre inferior
a la temperatura externa del suelo, sea al sol, sea incluso a la sombra.
La diferencia entre la temperatura de la tuquera y la temperatura
del suelo al sol alcanzó hasta 9o, durante el verano, y nunca fue
inferior a 3o. La temperatura de las cuevas fueron tomadas introdu
ciendo el termómetro en las galerías, por uno de los orificios de las
cuevas, hasta unos 25 cms. de profundidad.
— 50 —

�— TS —

"^VÍHIV
S3CViN3^IO&lt;f
N"owixyin 3cviN33^od

S3CViN3)8W
{til) N:00¥A113 SW
^tp^ft&gt; OS *p !P^
s^ivNiaav^ soi^nd sol oam^s
9VA3 ^^ SV1 30 MOOVJLN380

coiaa no 3a svcn^v svi
OON3(fl!&gt;l$ 3CVi33Od 30 „ 3XN3l3333a
N3MI0 H3 SV^3n&gt; SV1 30 MOI)ViN3iaO

SoOtollSBip^ra
oOIolí01
olíoSI6
06O3I8
06o^IL
olío2I9
olío^tS
o^Iolíf
olío3l
olíoOIZ
oOI06I
oians
iapsvaano sdj ap
1
l,r^svaana
svj ap ¿u
:9iu9inis op^^nsaj p uoo '()•[ ap anj (oXbj^[ ap saín)
ouojo [a aiuBanp ojojjuod as Ban^Ejaduiaj BXna SBAana ap ^;oi [^
•jB^uaiquiB o[ans pp B[ b
Bcaixojd sbui jpap sa 'sBuiaaA sejanbnj sb| ap BjpnbB b jooadns aad
-uiais pjjnsaa pepipunjoad ap -suia 5^ b opns pp BJniBjadraa} b^
SZ
M ^
1
SEAanD g

oIZ UO3
oOZ uo;&gt;
06I UOD

:pqo^3 opBqnsaj ajsa uoa 'g^ ap anj
p aiuBjnp SBpepj}uoa SBjanbni o SBAana sb[ ap p^o; ^^

�Por consiguiente —durante el otoño— la temperatura media de
las tuqueras de Carrasco resultó bastante vecina a la ambiental del
suelo y generalmente algo superior a ella, sobre todo en las horas
finales de la tarde (en que la temperatura de la tu quera se mantiene
bastante constante, mientras la exterior baja).
En la zona de San Rafael (Punta del Este) también en otoño
(16 de Mayo) comprobamos lo siguiente:

número de
las cuevas

Hoto,

9 y 40'
10 y 10'
11 y 5'
11 y 10'
11 y 25'
11 y 45
11 y 45'
12 y 10'
15 y 25'
15 y 40'
15 y 55'
16 y 10'
16 y 30'
16 y 40'
16 y 40'
Cifras inedias

1
2

3
•'

4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15

temperaturas
de las cuevas

temperaturas del suelo
al sol

a la sombra

12
11
12
12
12
12
12
12
12
12
13
13
12
12
11

16
16
19
19
18
18
18
18
15
14
15
16
10
10
10

14
14
15
15
15
15
15
15
13
13
13
10
10
10
10

12

154

131

Por consiguiente: según el resultado de las cifras medias, durante
el otoño la temperatura de las cuevas resultaría inferior a la ambiental,
pero si se sigue la curva en el curso del día, se observa —como en
Carrasco— que al final de la tarde (ventosa y fría) la temperatura
de las cuevas (que se mantiene bastante constante) es superior en
por lo menos Io a la temperatura ambiental descendente.

4.

Humedad del interior de las tuqueras.

La humedad de las cuevas de Ctenomys torquatus ("tucu-tucu")
y del terrepo circundante fue también medida en las 2 zonas indicadas.
I. Observaciones en Carrasco hechas en Mayo de 1954 (después
de un día de lluvia).
52 —

��CONSIDERACIONES
1.

Arquitectura de las tuqueras

Nuestras observaciones concuerdan, en general, con las de Peverelli (6), las de Thomas (3) y las de Bruch (4 y 5), efectuadas sobre
Ctenomys talarum talarum, sobre C- tucumanus y otras especies de
la provincia argentina de Tucumán, salvo en lo que respecta a la
existencia de una cueva mayor o madriguera propiamente dicha, la
cual no existía realmente en las tuqueras que exploramos. Pero debe
tenerse en cuenta que nuestras observaciones fueron realizadas fuera
del período estacional probable de actividad sexual y maternal. Bien
dice, además, Bourliére que la "cueva es sin cesar modificada por
su morador y cuanto más antigua es más compleja". Nos proponemos,
por lo tanto, repetir dicba exploración durante la próxima primavera.
En lo que respecta a los orificios, como dijimos, parecen existir dos
por tuquera, pero nos resulta difícil hablar de uno de entrada y otro
de salida. Los orificios de las tuqueras de San Rafael tienen como
diámetro medio 6cms.96; los de Carrasco son un poco mayores (entre
7 y 9 cms.). Esta diferencia, ¿depende del tamaño de los moradores
o de la naturaleza del suelo o de las condiciones ambientales domi
nantes?

2.

Orientación de los orificios

Llanos (2), en sus estudios sobre Ctenómidos riojanos en la
Argentina, encuentra una orientación dominante hacia los sectores del
Norte; "una sola cueva miraba al Sur y ninguna al Este". De nuestras
propias anotaciones en la zona de Carrasco, no podemos retirar nin
guna conclusión similar al respecto porque los orificios —al menos
en los lugares visitados y durante el verano-otoño— parecen orien
tados hacia todos los puntos del horizonte; la orientación predomi
nante fue, paradojalmente, al S.E. (11 orificios sobre 50 censados).
Decimos paradojalmente porque es un sector de vientos frecuentes y
fuertes en nuestro país (ver fig. 9) y hemos podido observar bien
que el "tucu-tucu", sumamente sensible a las vibraciones táctiles, no
gusta salir de sus cuevas cuando sopla viento aun débil. Puede pen
sarse, en cambio, que dicha orientación, cuando el orificio está des
tapado, procura, sin duda excelente ventilación a la morada subte
rránea. Se impone ensanchar el número de estas observaciones en
distintos lugares y épocas del año.
En cambio en la zona de San Rafael, en una región más expuesta,
hallamos —como para los Ctenómidos riojanos— una orientación
predominante hacia los sectores del Norte y una orientación mínima
hacia los del Sur.
— 54 —

�J3A anb auaij oood Ánva anb ^Bunpojaiui oidoad ns aXnxieuoa ofnj
-nfnj p,s anb buijijb uamb 'aiíq^ na (¿) (S^6l) ^mvj\[ ap b[ ap Bjanj
'ojaadsa.! ys Baijjaadsa BijBjSoqqiq b^jo Bun8uiu soui^oouoa o^
•8OJ9jiinein
soj^o ap 9oauBjj9iqns 8}B)iqBq ua sopB[BU98 uaiquiBj opis uBq soSo^bub
soq99{] 'p^Sjiuf sÁuiouaij Jod BBpB^tqBq (Bfot^; B[ ap BianiAOJj)
ap BuuuaSjB buoz b¡ ap SBjanbnj sej ua (^) souBj-q oqaaq Bq

'"' Of
? 4'

^? . 'i

^
13AIN 11 3^90S ^-15 ^ V131JA)
91. *f QaVH^ia, O|dO)SOW3NV

O3QIA31MOW *P OÍa3nd3iNV&gt;r NOpVlSJ
VI M3
01N3IA

1
r.
é

n.^x &gt; mi ^ NWJ
MMM 01
tu
MN Si
?1
m5 ti
MSM II
mÜ 11
3N3 01
US
(
vts
3H 8
(11
3 i.
S?l
3 si i
tu
3NM
¿ti
til
f*.mt -•
t
¿S
til - li 1
s
rm^mi x ma^o

sauoiaBqojdmoa SBDijuapi 'Bfeq sa opns ^ap Banjejaduiaj b{ opu^na
joiaadns op^x^ un b ouoio ua BpBAa¡^ ojad 'aiai^adne b^ ua opns
pp Bf b bjaadsaj uoa oubj3a ua jooajui opeaS ns jiaap sa 'eBAana sb[
ap joijaiui [a ua BjniBjadraaj b| ap bidubisuod b[ b ojaadsaa U03
'(pBpamnq A BjniBJadma^) svuanbnj svj ap viuijoouoi^^^

'f A g

�con la temperatura del ambiente exterior, siendo semejante en la
fría Puna como en la calurosa Pamp? del Tumarugal".
Es evidente que el "tucu-tucu", al igual que todos los mamíferos
endogeos, permanentes o casi permanentes, se preocupa —cualquiera
sea el lugar que habita— de mantener constantes los valores físicos
del microclima de sus madrigueras. Para ello se vale, sobre todo,
de un procedimiento regulador muy sencillo y a su alcance: obturación
y desobturación de los orificios de las cuevas. Además, la profundidad
variable a que el animal construye su casa-habitación —o mejor su
galería-habitación— no es el resultado del azar o simplemente de la
naturaleza del suelo, sino que depende de sus variaciones de tempe
ratura con respecto al exterior, que el "tucu-tucu" sabe muy bien
apreciar. Es conocido que las variaciones térmicas de las madrigueras
decrecen con la profundidad. En el Sahara basta que un animal se
entierre 10 cms. de la superficie del suelo para escapar a las tem
peraturas extraordinarias del desierto (Heim de Balzac, cit. por Bourliére) (1). Además, los animales subterráneos profundizan sus mora
das cuando las temperaturas exteriores son desfavorables (Hallock,
1935, cit. por Pearse). (8)
En cuanto a la humedad, los resultados obtenidos eran los pre
vistos: dentro de las tuqueras el grado de humedad relativa es, como
vimos, superior al existente en el exterior de las mismas. Dicho grado
debe ser seguramente mayor en las tuqueras con orificios tapados.
Sólo observaciones más prolongadas pueden dar cuenta de las va
riaciones según la época del año.
Sería sumamente interesante realizar con buenas medidas, el
estudio completo del microclima de las tuqueras, analizando otros
factores. Es fácil de suponer la importancia del mismo para lograr
un adecuado y prolongado cautiverio del animal en las condiciones
del laboratorio.

RESUMEN
Estudios sobre la arquitectura, orientación de los orificios y el
microclima (temperatura y humedad) de las tuqueras de un roedor
autóctono Ctenomys torquatus, efectuadas por una parte en la zona
de Carrasco (Dpto. de Montevideo), y por la otra en la zona de
San Rafael (Punta del Este, a 150 kms. de Montevideo) durante el
verano-otoño 1953-1954.

— 56 —

�— ¿s

*66I
'tí u3 ^ooa IIÍH-MBJO '3K :¿2o¡o3^ pnuiuy — -('S -y) asav3¿ (8)
'II '&lt;8IIHD 8P *S)
•3ij oí ''&lt;* 81 '^S6I 'S óu '(83JÍV 'a) 'UDO ^ '•^
'¡qnj '^nanj-nom, pp v^iaov sB3i3o[oi3 sb^o^ — *(aa -3 "j\[ *^y.) maaaAaj (9)
*¿6T '¿8-18 'd '9 óu ''1OOZ 'II *^ícf 07 a
wtuDjnj sXtuouajj) Mnonj-nonj^ pp B^jao^ seopopi sbjo^ — '('0) H3íiag (5)
•Z9 *&lt;*
'A 's*SJíHd •ttnom-noniw p jqos 8B3i3opiq sbjo^ — -(-3) H^nag (^)
•¿8"I8 *d '¿61 '9 ón 'II 'DDW vl aP oasnw pp svto^^ — •(•()) svwohx ()
-t^S-OS #d 'HA 'I^6T '(opuo^) -jsijj
•iD^^ *^D^^ 'uuy -(BuijuaSay) UBnf UBg jo oom-oom oqx — '('O) sywohx ()
•d ss '¿Z óu '¿t6I 'saJjy "g 'upiov^j o^ op 'j%y "uij^ "/q^ *OJP8UHD 8P SBua2
-ipuj saaopoog 8oj op B^op^g bj oaqos oniaojuj — (-3 oisa^ny) sowvi^ (z)
"IS6I 's!JBd **p? IO^bj 'saiafítuiuv^^i sap sjnaoui %a ax¿^ — '('d) aHaiiaaog (\)

vuvaoonaia

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3380">
                <text>Investigaciones sobre la biología del los roedores del género Ctenomys</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3381">
                <text>TALICE, Rodolfo ; MOMIGLIANO, Elsa </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3382">
                <text>Revista de la Facultad de Humanidades y Ciencias /Universidad de la República. Montevideo : FHC, UR , Diciembre 1954, Nº 13 : p. 41-58</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3383">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3384">
                <text>1954</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3385">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3386">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3387">
                <text>Publicación  Periódica</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="432">
        <name>ROEDORES</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
  <item itemId="305" public="1" featured="0">
    <fileContainer>
      <file fileId="536">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/fa1d08022f876b74ae0803ab12a8fe06.PDF</src>
        <authentication>717240f1fa312159a83a6803202099b7</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3388">
                    <text>—m—
•9 -^ed '8t6I '1JOA M^M '"Jduiisj •^1807 atjoqtu^^ fo
-N3HDi3}j skvjj '*f3 Jod 'jaA ¡afen8u3^ pp BAiiBJijiuáis 3juauie.i3pBp.i3A X eiiemiid peptun
B[ 83 UOI3BJO B[ B0l[OqUIIS B3IÜÍO[ BA3nU B[ BJBd USiqUIBJ 3nb JBJBU3S 3JUBS3.I3JUI 83
"62 *8Bd 'aopBD^qnd euisim b[ a^ 'auuapow
vssni viSojonojS vj 'issvH^)-^i3anzg -j\[ í6^'S^ '^ed ^ 'oseg 'jj 70A '0S6I 'n?IIW 'Bsauüjij^
oizijüpog \ap pty U3 'outsixivw 3 ni^ojotjojf) 4nia3SO3 *g cssubs^ (^)
"I"0I "s^Bd '^561 'ss^iy soasng 'aÍDnSuaj jap vi^ojooisj us
aa H3a3^ -g sp 'p^aj 'oattvisa vai^sm^utj vj ap svauvi svj 'saAaaiía^ •[ (x)
Op O^Und OUIOD UOIDBJO B[ B OpB|^BU9S
aa oiMuaxiia^) afBnSua^ |ap ooijoaj ^eiuaS ^B
•(^) SBopBinoipi SBuoSajBo SBra^p sb[ ^p soidaouoo so^ UBjBAijap as
^na B^ ap ^epuasa asBq oraoa upraBJo ap ojdaauoa pp a^^ed '(jbs
-uad pp cqpjJBsap p asaijajaj jod) BaijsjnSuq b^ ap sa^^ed SBinap
sb^ a^qos sixbjuis bj ap Biasraiad bj ua 'ajnain^isnoa ap iÁ 'ojuairuBS
-uad A Bnua^ ajjua Baijaapip p^piun Bun ap Bpuaisixa bj ua asopu^p
-unj 'ojduiafa jod 4AOMiMVDsaj\[ "BaiiaiAos BjsqBiaajBui bj A 'aaisso^ A
aaoa^ ua BpBJtídsui 'BjsijBn^iJidsa bj ouioa SBjsando ub^ SBjanosa ap
bj uaiquiB) ouis 'jojnB opB^ia ja aaauai^ad j^na bj b 'Bsaausjj Bjana
-8a bj ap uoiaisod bj ojps ou uauíjap SBjjgj 'BauBJoduiajuoa Bapsin^
-uij bj ua jaaajBAa^d aaaj^d anb uoiuido bj pnijiaBxa uoa uauínsai
saiaaxia^ 9P SBjqBjBd SBjs^ *(j;)^Bipnisa as anb BnSuaj bj ap SBjJoSaiBa
sbj jBatjiSBja A aiuijap ajiuiaad i • • • BjqBjBd bj ap uoiaiuxjap bj b aanp
-uoa anb oduiau ouisiui jb 'stsijbub ajs^ 'uoiaBJO bj ap sisijbub ja
jod JBzuamoa aqap [afBnSuaj jap] oapBjsa oipmsa

upiovuo jjj ap muo^l min
^p ozoqs^^ "g •sauoi^iwfap svsuaaip svj aujua sviauapiouioo A sowsmoS
•^%uy *¿ 'saumcnsod snsjamp svj ap stsajiii^ "9 'muoSatvo v^sa unSaiu
anb sauoiadaouo'j *cj 'ojxjtu uaiovuna ap sauoi&amp;iuifaQ 'f •oo^tuvtuas
opmajuoa \a ua uvsnq as anb sauotoiuifaQ • 'vunjonujsa n^ ua uvsnq as
anb sauman/tfaQ *^ 'ponían opojsa ns A upioouo vj ap vwajqoud 23 "I

ap
'3
•MUOI3Il|O8
aiuaxede o bsjb^ boti b ja Jod opBAajj asxax
o osjej Bmajqoxd un ja ap oipam Jod oijansaa
aaaxa anb xaqes un b aeiaunuax sbui

aa oida^MOD aa
sini

�partida de la investigación lingüística. Con ello se hizo girar toda la
concepción tradicional que, inspirada en el Cratilo de Platón, había
puesto su centro de interés en la palabra. Humboldt sostiene que
"el hablar no representa la unión de palabras pre-existentes. Al con
trario, las palabras resultan de la totalidad del hablar"(3). Esto obli
gaba, por tanto, a una nueva estructuración de los estudios del len
guaje, y puede decirse que, sin excepciones, los teóricos posteriores
han orientado su trabajo en tal dirección.
1.2. Ante la circunstancia antedicha, nada puede extrañar, pues,
el ahincado empeño de la lingüística teórica por definir la oración.
Y es elocuente al respecto el hecho de que John Ríes, en su historia
y examen del concepto de oración, haya llegado a recoger, en trabajos
de diversos autores, 139 definiciones sobre dicha noción (4). Hecho
que, por otra parte, nos dice también de la complejidad del asunto y
nos hace pensar, como observa Sundén, 'si, después de tantos in
tentos infructuosos, no podrá parecer temerario atacar de nuevo un
problema cuya solución ha desafiado desde hace mucho tiempo la
sagacidad de los teóricos'(5). Creo, sin embargo, que la importancia
del problema obliga a arriesgarse una vez más en tan ardua empresa.
Por otro lado, en este intento nos mueve, más que el ánimo de hallar
una solución definitiva, el deseo de clarificar el panorama y quitar
del camino muchas brozas que lentamente lo han ido velando.
Quizá una de las causas principales de esta diversidad de opi
niones reside en que los autores se colocan en distintos planos para
considerar el objeto. Unos intentan definirlo sobre la base de su forma
o estructura; otros atienden al contenido semántico, y no faltan, en
fin, quienes se apoyan en ambos aspectos. Además, por otro lado,
varía el plano de la ubicación del objeto mismo: ya se lo sitúa en el
campo de la lengua (en el sentido saussureano), ya en el del habla
(bien entendida ésta como actividad lingüística, bien como simple
impulso hacia la expresión, etc.). Deslindar, por tanto, el alcance de
las principales definiciones, parece paso previo metodológicamente
indispensable.
2.1. Examinemos, en primer lugar, las definiciones que se apo
yan en la estructura gramatical. Entre ellas merecen señalarse particu
larmente dos, que gozan de mucho favor en las gramáticas normativas:
a) la oración es una expresión que consta de sujeto y predicado; b) la
oración es una expresión que tiene verbo conjugado. Ambas responden
(3)Über die Verschiedenheit des menschlichen Sprachbaues, ed. H. Nette, Darmstadt,
1949, pág. 75.
(4)John Ríes, Was ist ein Satz?, Praga, 1931. Cabe señalar que Eucen Seidel, Geschichte und Kritik der tvichtigsten Satzdefinitionen, Jena, 1935, amplía aún la larga lista
de J. Ríes con 83 definiciones más.
Una muy valiosa y clara reseña de las modernas posiciones ante el problema de la
oración da W. E. Collinson, Some Recent Developments of Syntactical Theory, en Trans^
actions of ihe Philological Society, 1941 (publ., Hertford, 1943), págs. 43-133 (en particular
49-60). Acerca de contribuciones más recientes, véase del mismo autor Some Recent Trends
in Linguistic Theory with Special Reference to Syntactics, "Lingua", I, 3, págs. 306-332.
(5)Cf. K. F. Sundén, Linguistic Theory and ihe Essence of ihe Sentence, Goteborg,
1941, pág. 7.
— 132 —

�— SSI —
q^ \ ja 41q
•nado;} ap anbiisinSnig apjag np ^ibabjx,, na 'atustqduoiuosij ap uoijou vj) ftjtajos nP
unojno auxnoi auuai vj ánimos saniajd snoijjsodoíd xns (a¡eai)BmniBj2 noiianoj b¡ b aujaanoa
inb aa na 'inBAjnba aga4nb iibj nB noiiisodojd ap aiaiDBJBO uos inamaisnt ijop aga siBpj
•)B3ip8Jd ^a lafns na aiuiojoqaip b| SBd aijodmoa au aga4nb uaiq '(pnnoiiauoj anb naiq issnB
^atnjoj anA ap juiod nB) noijisodojd aun ainop bhbs isatina[d g4jin/d uuiy,, :zDiMOlAan^j •
jod Bpponoaaa uaiquiBi sa sosbo sa^i na opBaipajd-oiafns Bjtnojoaip b¡ ap BiauasnB Bg
*¿0'"66Z *s2Bd '^t&gt;6i 'si-iBJ ''JJ "pB^l 'anbiixdvia ^na ap tuxod np
j 'oNVXNaHg "j -ja ía2JS asop^atqns oinDsndo ns na 'HDiso^^ipi "^ Jod b^ opji
anj oi;3i¡dmi ojafns unSuiu nauodnsajd ou odij ajsa ap sauopejo sb[ an(y (5)
'•piqi) mivuosuadtuj tap aSvuj un^ •aaAajj *3 *f ^ (9"T "B3?d 'HIT \tJJÍ-IIl:)SlíaZ 8.niln^[&gt;)
uaqia^ ua^aijuosjadun 'Sos uap t^oafqns svq 'iaoHHO[) skvjj b sisai ns uoa [Bjana2 na
saiuappmoD omoa Bip aoinB ^^ -ss 1 oí '^^d '96l 'saJJV ^onang 'alvn^uaj ja na otusiuowaid
-tu/ ^ na 'osmo^v oaviv 3P "PBJ1 'votjvvw^f) X otusmoxsajdtuj 'Anvg saiavH^ (8)
*Z9Z *3?^ 'l6I 'P!JPBW 'vjouvdsa nnSuaj vj ap voijpwn^f) 'Bioueds^ Bimapeay ^Bag (¿)
•(9 *8Bd '1261 '^^OA '^ 'aSvnSuvj) tti3afqns siqi 01 pjB2oJ u; inamaiBis
B qiiM asjnoosip jo íaafqns b saniqmoa lj -noijisodojd b jo uoissajdxa 3ijs¡n2u;i aqi si ij
•gnaijjip ion si nopinijap sij 'aauaisixa pa^DBjjsqB jo jBai2oi Xjajam b sb gaM sb [B3i2oj
-oqoXsd b 'pjOM oqi eqij 'ssq 'aanamas aqi 'qaaads jo ímn ¡Buoiiaunj Jof^ra aqi iBqi naas
aABq a^,, :pBpi[Buopuaini Bqaip amasajd Bisa 'o2jBqma uis 'aiavg 'ag ug (9)
-tsap ^\ 9p ^Buosj9d jo¡ba ^ 'o^duigf^ jod t&amp;uioo u^ 'oj99dsB Á opom
'Odui9p ^B U9pn^B O|OS A [BUOSjgd JO[BA 9p 9^U9UIB0T1UBUI98 U999JB9
8BT9U9UlS9p SBg '(5) O^9Í"n8 O^gfqO Un B BI9U9JÍ9J9I UIS '9^dlUlS A Oind
^9 UBf9^j9J 'bi8iu9uiou9j uoi9d99J9dB Bun U99npsjj * * 'mi&amp;njj
SBIUJOJ SB^ 9nb 9JU9piA9 999JBd '(BUJ91BIU BnU9^ B[ 9p OliqtUB
J999UBUIJ9d 9U9IAUO9 '89)UB^qBq SO[ 9p OlUIJUl O)U9IUII}U98
9aqOS BJBJJ 98 9puop 'B9IUOJ9UIS B9I^BUIBJ^ 9p 89UOI^S9n9 U9
uo9 oa^pxsuoo) |ouBds9 \^ 9J9T^9J 98 9nb o[
BJ 9p ^IB^ BpO, =) 99npOjd O\ 9nb OpBUIUIJ9J9pUI 9^U9B [9 B98 vA
(t9in^d B[ 9p B A \l B^, — ) OU9UIOU9J ^9p O^U9ISB ^9 B9S bX UBUoIS9p 9Ilb
OUI8 '89JBIUJOJ 9)U91UBJ9UI '8OI9BA SOUolS UOS OU 'dOan^/ 'd(lOld 9p OJ9D
BI9U9UIS9p B^ O %- '\ñ\ (S9 'UI9^B '^1 'OSBO OJIO X OUn Ug^? : OpBUIUIJ9]9pUI
o^ofns un b uoisn^ Bun '#dj9 'jinjd ujib[ 'i&amp;uSa^ sa uBtuo^ 'acio-id
ouBqBji 'aaanjj ^ouBdsg '^na^d \i S9oubjj \a ug 9a mvg saaavH^
4z9A ns y • (¿)íí2apjnjü^[ b[ o ojat^ \a 'soi(j 'ouB^^jSBO u^ X 'sna^
U9 'uajidnf sa ujjb^ ug •opBuiuugj^p Xnuí jos aod ojgfns [9
UBA9^,, :U9I9B0qdx9 B^S9 Bp 'O[dui9f9 Jod 'B^OUBdsg BJUI9pB9y
bj i •' • vuan^t 'aoanjj ouioa sguoisgjdxg b 9ju9Jj 'isy UB^qBq
^9 U9 usp 98 anb sauoisaadxa ap sodij so^ui^sip so^ uo^sana ua sauop
-IUipp 8B¡ U9 JB^|ISB9U9 BJBd 89JOjnB SO^ U9Jjn99J 9nb B 8OI9IJI)J[B 8O^
UBAjasqo as opuBna SBSopnp Xnm ubujoj as s^jsa j^ 'BiouaiuaAuoo X
pBpqijn ns ap B9J99B a^nosip Bjpod as O[os ub^ íupioafqo ap 9[qiSBd sa
sauoxaiuijap sop sb[ ap Bun^uiu 'sauoiauaAuoa s^jnd oiuog *^'^
•(9) apsjjnqxjjB apns 'aaassnjj
apsap 'anb BAtjBoiuntuoo pBpqBuoiouaiui b^ Bp^u BJBd JBoqdiui
uis '^upionoo^ o BjqB^d^, ap oppuas a^duiis \a uoa bijoXbui bj jod
opssn jnbB Bjsa umsa^dxa o^qBooA [a 'o^aadjajuí unSas 'sand 'upiaBnjis
B[ ap X a^uB¡qBq pp BpB^auíAsap '4tBnSua^,, b^ ap ouB^d \a na UBniis B]
'ouisiuiisb 'sBqiuy 'ooiSpjofuotu aiuauqBjuauíBpunj bjsia ap o^und un
apsap '(q 'bjjo bj ua ioaijovjujs bjsia ap ojund \a apsap aaBq as uoia
B| '(b 'Bun ua rupiaBJo ^\ ajuauqBuoianjijsuoa sa omoa b

�nencia (3.a persona) está determinado fundamentalmente por la opo
sición con las formas como, comes...; igualmente en supe (1.a per
sona) dicho valor surge por la diferencia con supiste, supo...; en
llueve, en cambio, la desinencia no entra en un sistema de valores
como los precedentes: desde el punto de vista de las oposiciones dis
tintivas sólo por analogía se puede hablar de 3.a persona; por ello
consideramos que, lingüísticamente, no cabe atribuirle significación
personal.
2.3.Algunos lógicos, como A. Pfander, y algunos teóricos del
lenguaje, como K. Bühler, interpretan que el sujeto de los imperso
nales es el lugar donde el fenómeno ocurre (10). Según Bühler, los
vocablos meteorológicos de las lenguas indoeuropeas son palabras de
acontecimiento que establecen a su alrededor un campo simbólico
diferente al de los demás verbos: "Pues en llueve, no la pregunta
¿quién?, sino las preguntas ¿dónde? y ¿cuándo? tienden a la inte
gración que lo desliga del uso empráctico y lo eleva a una frase in
dependiente que lleva consigo todo lo que pertenece a su plenitud de'
sentido". Así, para utilizar el mismo ejemplo suyo, si digo "Llueve en
el lago de Constanza", la situación en que sucede el acontecimiento,
"en el lago de Constanza", sería el sujeto, pues es el elemento que
desliga a la frase de la situación, que la sustrae del ámbito del aquíahora del hablante. Si entiendo rectamente, la interpretación del ilus
tre maestro alemán lleva implícita la idea, muy particular, de que es
sujeto el elemento fundamental para liberar lo dicho de las circuns
tancias de la situación verbal, esto es, del uso simpráctico (11). Es
evidente que el predominio del campo simbólico sobre la situación
se manifiesta particularmente en las oraciones que responden al tipo
sujeto-predicado, pero también es cierto que a menudo éstas están
tan adscritas a la situación como las que carecen de dichos elementos.
Compárense, por ejemplo, llueve - cae la lluvia, truena - retumba el
trueno. A nuestro juicio es muy difícil decidir cuál de las expresiones
de cada grupo está más necesitada de la determinación de lugar. Pero,
aun admitiendo que el lugar pudiera considerarse lógica y psicológi
camente como objeto-sujeto, tal interpretación no resulta admisible
desde el punto de vista gramatical, porque tales determinaciones de
lugar son, por su forma, idénticas a las que acompañan a los demás
verbos; y la gramática, como lo ha señalado el propio Bühler, no
puede nunca dejar de lado el aspecto formal.
2.4.El problema de los verbos impersonales, sin embargo, no es
el único que han debido enfrentar quienes pretenden encasillar en la
fórmula sujeto-predicado todas las expresiones del habla real. La
existencia de otros tipos de expresiones unimembres es hoy reconocida

(10)A. Pfandér, Lógica, trad. de J. Pérez Bences, Buenos Aires, 1940, págs. 74-82, y
Karl Bühler, Teoría del lenguaje (Sprachtheorie), trad. de J. Marías, Madrid, 1950, págs.
417-426. Con anterioridad, la misma idea, aunque en términos algo diferentes, fue expre
sada por H. Schuchardt, cf. Hugo Schuchardt-Brevier, 2.a ed., Halle, 1928, pág. 263.
(11)Cf. Albert Sechehaye, Essai sur la structure logique de la phrase, Paris, 1926,
págs. 28 y ss.
— 134 —

�— ssi —
"002 ^• 091 "s9?d "d8a '2S6I 'ootx^j^í
' Á sv^aniA "D p 'p^aj 'pvpipaai ^ attmSuaq 'mvhhji iivhshvj\[ anaii^ (^x)
"AI "39d '8^61 'si^B^ '0AHan^ -g ap snjon
noo 'Dunjjajsna DnSuaj nj ap vopptuvjf) 'onag saaaüy uaiquim asea^ "S61 &gt;3?d 'f6I 'saJiy
soaang 'valí *g ^ osKOiy -y ep "pBJi 'atnnüuai jap vifoso¡tj 'aaasso^ Trav^j (X)
•88 X 802
•Sed -dsa 'XS6I 'PaoJxO '"Pa u'2 '8intiuoq pun %ioaad$ /o Xuoayx aHI 'aaNiaavf) üvay
í-88 j 6 *s3Bd '-ip -qo 'aAVHaHaag *y í'ss j Q^ "sSBd '06I 'oiuag 'asiv5unu( anbijsjn^utj
%a ajouauaS anbpstnSut'j 'Aiavg "H^ í'ss X 90 *88Bd '8t&gt;6l 'nopnoi 'muiwdjq fo Xt¡doso¡
•íyj at¡x 'K3SH3dS3f oxio Í8"X "sSBd 'jj *j '86t 'SPBJ 'ap&gt;^auaS anbitsm^utj ja anbiJO}sit¡
anbijsinSui'j ua 'asojt¡d vj ap atj.oat¡j dj -ins sanbuDtua^ 'xaanaj^ *y ¡asuca^ (SI)
'3OijajiJD sojsa gp aseq B[ gjqos 'anb gjuanqeutj
¿sopojiuijap oinoo UBp as anb
sa^Bjnionjjsg soSsbj sosa ua Bjsa ou ^buoiobjo jo^ba p anb —sisdqa Bun
auodns as ou anb sa is— jaoouoaaj o^sa sa o^^? ¿[buoidbjo jojba jb
uapnjB anb sauoiaBuxuiouap SBsa anb jod? ' (opBánfuoa oqjaA 'opBaipajd
-ojafns) uaSixa as anb sajBuoianjijsuoa soSsbj soj uauai) ou sauoisaad
-xa s^qaip ig 'oauboijiuSis ajuauíJBjnoijjBd Bijnsaj 'svpviciauqo sauoio
-vuo 'sajvuo-iovuo sauoiovsuapuoo 'tipiavj.o ap avuapociinba omoa uoijsano
ua sauoisajdxa sbj JBjapisuoa ap 'ajuaipadxa ojjo jb ojuBna ug[
•jBuoioipBJj boij^uibjS B[ oqaaq
Bq 'Bqaajjsa jbuijoj boiSoj Bun ap Biauanjjuí bj of^q 'anb sauoiaanj^
-suoaaj SBpjnsqB sbj JBZBqaaj ap ajuauíajduits bjbjj. ag '(t^l) osunosip
ap osxacmm un biubjj Mvaaj^ tivhshvj\[ anb oj 'sa ojsa 'sauoioxsodns
-ajd SBpBuiuuaiap JijjBduioa a^ixa BoijBuioipi uoisuaaduioa bj sand
'Bjouap aiuauíjBJaiq anb oj ap sbui oSjb ojtojjduii BAajj uoisajdxa Bun
ajdmais anb ap opijuas ja ua 'afBnSuaj opoj ap oaijdija aaxaBjBa ja
jBüáau ap 'oáanj apsap 'b^bjj as o^¿ • (gj)ttSBaijBiuBjá SBJ^sanu ap 'uij
jb 'BjaiaajsdBsap sisdija ap ojdaouoa ja anb ap ejoij ajjag *sa omoa
jbj BjJBOijdxa ap JBSnj ua 'Bjutisip bsoo bjjo ua BjJBuuojap Á bjjb}
-uajoiA sa aasq as anb oj 'Bjajdraoa bj as 'Biauanaasuoa ua '^ upia
-anjjsuoa Bun sisdija ouioa apuajduioa as sixbjuis bj ua anb ajduiaig,,
:ajuButmjai 'o^aadsaj jb 'sa aajsso^ Á 'soub uata ap sbui aa^q oi^ag
oijJtApB so^ 'sopiaouoa uaiq uos 'jboixbuibjS sisijbub ja ua sisdija bj
ap ajuaipadxa jap uoioBOijdB bj opianpuoa Bq anb b sopjnsqs so^
•aja
'sopviciauqv sauoiovuo 'sapnioiowj.0 saumovsuapuoa 'upianuo ap sa^uajva
-tnba ap BjqBq as isb á 'ajJBds odnjS un sauoisajdxa SBpBuoiauam sbj
uoa buijoj as o '(• • *4t¡ojsa aanpojd ara pBpaiJBjjuoa an^)!,, o 44¡ojuais
pBpaiJBjjuoa an^)!,, :44¡pBpaiJBjjuoa an^)!^ í44oSanj opianpojd Bq as
JnbV,, :¡o83M^ ^OP11^!!8 Palen PJBnO,, :¡Pa9IíS! :'í9 Jod)
upisajdxa bj 'ajuainSisuoa ap 'Bjajduioa as Á soaijdija UBjsa ubjjbj anb
sojuamaja soj anb aaip as o rsajuaipadxa sop b Jijjnaaj ajans as p^jjna
-ijip jbj JBiAqo bjb¿j 'upiaou bj ap Bjanj 'Bjatjjsa uoiaBjajdjajuí Bun
ua 'uBpanb sajuapaaajd sosbo soj 'opBnfuoa oqjaA jauajuoa jod ouioa
opBoipajd-ojafns Bjnjanjjsa bj jod uoiobjo bj b aaijajaBJBa as ojubj
'anb ajq^pnpui sgj • • -svtp souang '¡popatuvujuoo an)! '¡o^an^! '¡oía
-uaji^! :sbui jod o BjqBjBd Bun jod Bpinjijsuoa JBjsa apan^ 'afBnSuaj
ja opijJBd Bq Bjja ap Bpnp uis Á 'jbuijou bsoo sa 'xaTH3j\[ 9aip unas
'ojquiaiui ojos un ap asBJj B^ ' (z\) sbjsitiSuij ap aijas b3ojbj Bun jod

�se suelen asimilar a las oraciones las expresiones hipotácticas que
contienen verbo conjugado o sujeto-predicado. De manera que, de
acuerdo a ello, en un ejemplo como: Volveré cuando me avises, exis
tirían dos oraciones: a) Volveré, b) cuando me avises. En ambas
expresiones hay un verbo conjugado y en ambas se reconoce un sujeto
y un predicado.
Debe advertirse, sin embargo, que, en la formulación que ciertos
autores dan a una de las definiciones en cuestión, se contempla la
unidad sintáctica de ejemplos como el precedente. Así, Gilí y Gaya,
para caracterizar la oración gramatical, adopta la siguiente fórmula
definitoria: "Llamamos oración al conjunto formado por un verbo en
forma personal, con todos los elementos que directa o indirectamente
se relacionan con él" (15). También Galichet en su Essai de Grammaire Psychologique, dice que el verbo es el pivot de la frase, al
punto que se puede definir ésta como "un verbo con todo lo que
agrupa a su alrededor" (16). De manera que, según ello, en el ejemplo
anterior, la expresión hipotáctica cuando me avises, si bien posee
carácter oracional, no es más que un elemento del todo constituido
por la oración que integra.
Pero es evidente que con esto en nada se corrigen las insuficien
cias esenciales señaladas más atrás. El propio Gili y Gaya no puede
dejar de reconocerlo y admite que su definición "es un convenciona
lismo que adoptamos para entendernos en la interpretación de los
hechos lingüísticos" (17).
3.1. Mucho más numerosas que las definiciones que se apoyan
en la constitución o estructura, son las que se basan en el contenido
semántico.
A este tipo pertenece la muy antigua, aunque todavía bastante
frecuente en textos de enseñanza, que dice que la oración es una
reunión de palabras con sentido completo. Algunos de los ejemplos
ya vistos, además de otros como ven, habla, etc., obligan de inme
diato a rechazar esa primera exigencia de "reunión de palabras",
que, según señala el lingüista brasileño Mattoso Cámara, se funda
en la significación etimológica de "reunión" o "conjunto" para carac
terizar la "sintaxis" (18). Claro está que aquí no radica la principal
objeción, pues ello sería fácilmente subsanable: bastaría decir "pala
bra o reunión de palabras". La dificultad esencial se halla en la expre
sión "sentido completo", inspirada, según Gardiner en el vocablo
griego avroTBkfj, empleado por Dionisio de Tracia(19). ¿Qué se

(15)Samuel Gilí y Gaya, Curso superior de sintaxis española, 2.a ed., Barcelona,
1948, pág. 236.
(16)Georce Galichet, Essai de Grammaire Pyschologique, París, 1947, pág. 152. Cf.
Lucien Tesniére, Esquisse d'une Syntaxe Structurale, París, 1953, pág. 4.
(17)Ob. cit., pág. 21.
(18)Joaquim Mattoso Cámara jr., Principios de Lingüística Geral, Río de Janeiro,
1942, pág. 129.
(19)Según Delbrück, la probable versión original de la definición del gramático
griego es la siguiente: Xóyo? iaxi Xéljewv aúv^eai; Siávotav auxoxeXfj 87]Xoüaa —"La oración
es nna re^nión de palabras que denota un sentido (¿o propósito?) autosuficiente". Para
— 136 —

�— ¿si —
'\&gt;l '8?d *"P
•qo 'aaissoA "H *JD "181 *8?d '9Z6I 'PIJPBW 'BIouBdsa *pa ^*^ 'poiau^S vojtstn^uij A oís
•audxa dj ap viauaia ouioo vatiajs^ 'aDoa^ oxxaaaiiiag asea^ 'ajuaujoa A jBuoiaipBJi uoijbi
-ajdjajuí bj ap ojjuap souiBaojoa son is Bannu ojad ÍBdnao son anb uopiuijap B[ Jijiuips
ajqisod Bjjas 'ítEiuaod oisba un A ajdmis uoiaBUiBjaxa eun jBd bj b apnajdmoa anb,,
OAisajdxa ouisiub^jo un sa uojobjo bj anb ap BUBaaoja uoiadaanoa bj souiBjdaaB is ojog
•(9 -8Bd '8^61 '[s!JBd] 'anbijaapip atusijoijajDj^ ja anbttsmgupj) í49aapi4p
no sjiuaAnos ap ajins aun b no aauuop noiisniís aun b asuodaj na 'jajduioa suas un
jubjjjo san3uo| suiom o sn{d sasBjqd ap uoissaaans aun auituoa ajuasajd as 38e3ub[ a[ JBd
uopBaiunuuuoa ainoj,,, :*13HO3 isdhvj^ oj^saBui p zapijiu uoa ajaaiApB o\ ojsg (^^)
'001 ^ Z6 'sa?d "d8S '"1P "^0 '^vhhq ^ivhshvj^ -^ -\ (\z)
"II-0T 's2Bd '61 'saJiyg
'vovoov^ ^13 'y aP "PBJl 'o^tid oidaouoo ^p vtou^io ouioo voiSpj 'a^oa^ *g ^3 (o^)
'(66 '8?d '"'í0 -(1O) tuoijBai|iu8¡8, 't8uiUBara, jo ísqj sb gaM sb (asodjnd, 'tuo;juajui,
jo uoijou aqi jaAoa pjnoqs xnoAKi^ pjOM aqj íBqj puB '4asodand, ^o"(3i qijAi papunod
•moa aAijaafpB ub pasn aABq pjnoqs snisXuoiQ }Eqi ajqB^JBuiaj si ji ing,, :sajosaans sns
ap ajjBd joábui bj anb BJajjaa sbiu uoisia Bun Bzinb oAni viavaj^ aa oisinoiq 'H3niohv3
-raoo oppa^s uoo s^aqB^d ap npiunaj^ rojdaouoa pp
uotoBjiraipp Bun ajiuiaad ou uopiuipp B^sa 'oiub^ jo^ '
UOO UOlOBpj UO UBJJUO Onb SOUOIOBaO SBUIop 8B^ UOiqUIBJ OUIS 'UOID
-bjo B^ uouoduioo onb soiuauíap so^ a^uouiBps ou opiji^s pp uoisaad
-XO B[ UO UBJodoOO Onb OJUOpiAO 8^ ¿BAIJBOtJtUoIS UOIX0UO0 BUn BJ
-ojuí onb uoiobjo Buiíqn b^ jbuiuijo^ ap sojub Bja[duioo as jbisojiubui
ojomb onb opiiuos p osBoy? ¿osanosip pp uinnunuoo p ua C4oja{d
-uioo^ oppuas pp sojiuiji so^ aBSpo^d ouioo? 'ajasd bj^o jco^
•upioBnixs B[ ap Biouapuadopui uoo ajua^o aainbpna aod
sopipuajduioa jas uapand soaijpso^j Á soaijijuap sopsiaunua sounSp
o[og 'ajuB^qBq pp sapuosjad SBpuaAiA sb[ b uopB[aj ua ^oja^duioaui,^
Bjas ajduiais ojad 'ap^aiuninoa Basap ajuB^Bq p anb o\ b ojaadsaj uoo
4taiuapijns^^ op^n^s 'uoioBnjxs Á uoisajdxa B[ ap oppnpap 'jauaj Bjpod
'ajua^o /a lund íuoptniui B[ ua oppouoo outs 'buisiui B^p ap oppnpap
ou oaad '44oja^duioo^ opnuas aaduiais auaij uoisajdxa Bun 'ajuvjqwq
p vuod :uopBpBj ajiuips op^uas pp pBpijSajui B[ 'sBuiapy
•sBuisiui is ua 44oia^duioa^ oppuas jauaj
ap sofa^ ^nuí uBisa ojad 'sauopBnjxs SBpButuua^ap ua SBpipua^ua jas
ap ajuauíppua^od saaBdsa uos sa^uapaaajd so¡dinafa so[ ua^njtisuoo
anb sauopBJO SB-q ' (\z) oppuas auaij uoisajdxa b[ anb ua osjnosxp pp
osjaAiun p ua^njtisuoo anb sauotoisodnsaud sbj BiJBduioo a^ua^o p
anb 'uBqjQ ^pqsjB]/^[ Bpuas ouioa 'aSixa Bor^raoipi uotsuajduioo Bq
' (O^) opijuas ns 'opBj jouaui o jo^bui ua 'Buiuua^ap anb ojxajuoa o
uop^njis Bun ua ^ypq as uopBJO Bpoj anb sa j^ 'SBspajd SBpuBisuno
-jp ap Bjanj 'sBpipuajduuoo Jas 'sa o^sa 'a^ua^o pp pBpxsotjno b^ jao
-bjsijbs apand sb^o ap BunSuiu sand ' • • • 44ojsand p OAn^qo sajpuy,,
'44Bpjaxnbzt B^ B Bjsa B^jand Bq^ ouioo sauopBjo 'jbzb p SBqaip 'opi^
-uas uauaij BJambxs tu Á íuopBJO ap Ja^oBjBO p Batu arpBU 'oJBq
-uia uis 'pno bj b '44ta oj ^^^y,, otuoo uoisajdxa Bun ajuauíBouuBuias
buisiiu is b asjBjsBq ap 'ojduiafa Jod 'Bjsa sofaj ^nj\[ ¿baiibotjtuSts
BjuiouojnB Buajd ap ubzoS sauopBJO ouioa a^uauíauíiuBun SBpBjapis
-uoa sbj ap —BunSjB ^^q anb sa xs— SBju^na ojaq? -opi^uas jap Bjsp
ap ojund ja apsap BuioupjnB 'sa o^sa 'BoiiuBuiasoinB sa anb jbuijijb b
ajBAinba 'jBuoioipBJj 'a^uaiJJOD sbiu uopB^ajdjajuí bj uq ¿44ojajduioo
opt^uas^^ auaij uoisajdxa Bun anb oip ^ opu^no jboijiu^is ajainb

�pleto" puede corresponder tanto a una sola oración como a un con
junto de ellas con unidad de sentido.
3.2.Semejante en lo esencial a la anterior es la definición de
Otto Jespersen: La oración es una expresión humana relativamente
completa e independiente, y en la que la plenitud e independencia
se manifiestan por el hecho de estar sola o por la capacidad de estar
sola, esto es, de ser expresada por sí misma (23). Los vocablos com
pleta e independiente apuntan en forma exclusiva al aspecto semán
tico, y no gramatical: "la oración como aquí se define es puramente
una categoría nocional; ninguna forma gramatical particular se re
quiere para que una palabra o un grupo de palabras sea llamado
oración" (24). Caben, por tanto, a esta definición las mismas reservas
formuladas a propósito de la que habla de "sentido completo". Indu
dablemente, el autor no ignora que son muy pocas las oraciones
potencialmente capaces de mantener aisladas, fuera de su contexto y
situación, la plenitud significativa, pero en la definición faltan las
precisiones correspondientes; además, al colocar ese relativamente
(relatively) introduce una nota de vaguedad (25). Podría aún seña
larse que "la capacidad de estar sola", mejor que una definición de
la oración, es una definición de la palabra; entre las definiciones de
ésta una de las que goza de más prestigio es, precisamente, la que
la caracteriza por ser el mínimo conjunto fónico que por sí solo puede
constituir oración (26).
3.3.Karl Bühler propuso, en 1919, una fórmula que se halla en
cierto modo emparentada con las dos últimas definiciones examina
das: Frases son las unidades de sentido (mínimas independientes)
del habla (27). La independencia y unidad de sentido se explican
por el hecho de no estar la expresión "directamente necesitada de
complementos" (aunque en su "Teoría del lenguaje" Bühler no aclara
qué entiende por complementos, parece evidente que este término
debe tomarse en un sentido amplio, y no estrictamente gramatical).
En cuanto considera a la oración como unidad del habla, y, por tanto,
implícitamente vinculada a una situación o contexto (entorno, según
la terminología utilizada por el autor), no corresponde a esta defi
nición la crítica que formulamos a la que interpreta "sentido com
pleto" como plena autonomía semántica. Pero subsiste la otra dificul
tad: ¿cómo precisar los límites del sentido dentro del continuum

(23)"A sentenee is a (relatively) complete and independent human utterance —the
completeness and independence being shown by its standing alone or its capability oí
Etanding alone, i.e. of being uttered by itself". Ob. cit., pág. 307.
(24)Ob. cit., pág. 308.
(25)Las dudas del autor se manifiestan expresamente en una nota (pág. 307). "On
a previous occasion I defined a sentenee as what can stand alone without being an answer
or a retort, thus excluding "Yesterday" as a reply to the question "When did it happen?"
and "If" in the retort mentioned, p. 95. I am now somewhat doubtful about this restriction".
(26)Cf. L. Bloomfield, Language, New York, 1933, pág. 178.
(27)Karl Bühler, Teoría del lenguaje, ed. cit., pág. 404. No conocemos su trabajo
Kritische Musterung der neueren Theorien des Satzes, "Indog. Jahrb.", VI, donde aparece
por primera vez la definición y donde, según parece, se examina más ampliamente su sentido.
Adoptan en esencia esta misma definición Amado Alonso y Pedro Henríquez Ureña,
Gramática Castellana, dos volúmenes, Buenos Aires.
— 138 —

�— 6SI —
l\J (J J
ísopmf naXnmsuoa sbatibjtjiuSis sanopexo sb[ sepoi ou anb opyuaApB ekjeij saiax^xsmy
bX 'sjjBd bjio joj -^is -qo 'aaaiag Naaag ap aoiuido bj; sa BSo^Buy -g^g -Sed 'g 0-j^ 'jj -j^
'gC6I 'P^íA0 '44mnA!HDaV U9 'stxnjwis dj ap X niíojofjoiu vi ap sotuiwop so'j 'iaavH^^
Z3IQ *a "0 'S?d '926I 'PIJPBp\[ 'sauvd sns X upxovio vj 'zuaq oaioaou ^^ (jg)
•opBatpaxd-oiafns Bxntanxisa bj jod uoioejo bj bz;j3j3ejb3 anb e¡ uoa apunj
-uo3 as uopiuipp Bisa 'pui^ ajiBd ns aod 'opotu ouap na '991 "Sed '-jp -qQ (gg)
9X
'S^6I 'BuojaajBg '-pa ^-9 'opBj3 -jag 'tmvnajsvj vapvtuvjQ 'nnoxuoj\[ aa aanüvjy^ (6^)
'9t6I 'PIJPBW 'OKvnv3-zaaMVNHaa *J\[ ^ zaniMva zaauymaaa "S aP "PBJ^ '(^^^vjd^ bubu
•pa B[ ap ojnijj) miijvi X váa^^ vatisin^mj vj v uppanpoxju/ 'HawHDSxaa^^ -¿ (gg)
SDiusini sdj ap upjowuiqiuoo vwsiiu vj ajwaXo \ap viujn ja
ua dDjiosns ap otpaiu ja sa Á, 'sauoiav^uasaudau ap sodruS o sauoiovj
•uasaudad smuva ap uptotnnqtuoo vj opvuado i/ as atuvjqmj jap rnujv
ja ua anb vaipui anb 'ojoqtuis ja 'vojis-inSuij upisa^dxa nj sa ojamijd
¡a b^b^ "xaMn^ ixl^^hii^ ^ ^nv^ MMvi^aaj^ upta^jo b^ uamjap 'S04
-sando b^sta ap sojund apsap o^ad 'oatSo^oaisd ouujd \a ng *9*g
* (T) íDínf un U^jjaioua on 'SBisa oxnoa 'anb sb^ SBpoj A SBAij^jaduit sb^
'sBAiiBSoaaajuí sb[ o^daauoa ^ap ^aanj uBpan^ 'o3\u 9P ^IB buiji^b
as SB^|a na ajuauíBaiun sand 'svapnuaaasn o svapvj^jaap sauoiaBJo
sb^ b apuaddmoa o[os i^iaaBd sa 'óSjBqma uis 'upiatuijap
pp piaadsa pmijaB Bun ap noisajdxa ouioa 4B[qBq pp
ouB[d p ua Boopa as pna B[ b 'uppBJO b^ ap Bpuasa b^ b inbB aap
-nodsax apuajaad ag • (Qg) jjo ap vsoo tmn sotuvwuifn jvno jap punja
ua o^uajuiipuajua jap ojan jap jvuo upjav^sdf^uviu vj vas o 'ooj^oj ojo
-jnf jap upjsaudxa vj sa jvojiviuvjS uojovjq :BjouBdsg BtraapBay pa^j
bj ap Bai^BuiBj^) bj 'sBqantn SBJ40 aj^ua 'Bp anb botSoj a^uaiUBaidi)
ajoput ap bj A uoioxuijap Bsa ajina Btauajajip BunSuiu 'sand 'XBq ou
jBsuad ap ojob oxnoa oiuajiuvsuad ouimiaj ja opB^ajdaajuj *&lt;;*g
• (5^)4tojajdtnoa oiuajiuvsuad un
UBinjoj 'bjjo bj ap uoiobiujije sa Bun sajBna sbj ap 'sBpBZBjua axaadsa
B^sa ap SBapi soq • * • oqaaq Bq Bjsa anb oj ap ouxs 'vso^ Bjaap ap
Bapt bj Bp axu ojos ou anbjod 'Bapx o uaSexux Bun anb sbxu oSjb ^Bq
'ojovfoqsap vxj as ujpxot jui ap vsoj. vj 'SBjqBj^d ap odnj a^sa ug^ :isb
Boxjdxa oj 'ojdxuafa jod 'nnoxNOj^f aa aanMVj\[ 'Biauanoajj xoXbxu uoa
ouiiujaj ja Btuoi as anb sa opnuas oxuxqn aisa ug '(8^) ^^stotSoj odp
ap upxaxuipp bj uoa apunjuoa as uoxaiuijap ^qajp saauojua A 'oiaxnf
ap opiSuia^sax opijuas ja ua aaajsdB o 'zaA ns b opxuxpp xas a^ixa
anb oijdxuB ajuaiuBAisaaxa ojdaauoa un Bjjnsax o 'sand 'ouajwvsuad
ojqBaoA ja sa 'aaiMHDSxaa^q BjBuas oxuoa 'jxqap o^und jg 'ojuajiuvsuad
un ap upjsaidxa vj sa uojovjo vj ta^uainSis uoiaiuxjap bj sa '
-OBpip pBpxjBuij ap SBxqo ua opoi axqos '^oq ajuanaaxj Aví]/^ 'f'
•SBxuajqoxd sns JBuoianjos Bxsd
Bjnxuxoj Bun oSojojij jb aiuaraajdtuis JBUoxaxodoxd ap bj anb bxjo
opts xaqBq aaaxBd ou UBinajB oxjsaBiu auáisux jap uoxauajuí bj anb
'oSxBqtua uts 'asxB^ou ^qaQ 'OAp odxana un ap pspxun xouara bj sa
anb soxuxaap opu^no Bjnjaa bj ap Biauasa bj anb pBpxxBja xojCbxu uoa
xqB BjaAaj sou as ou uopBxo bj ap Biauasa bj 'opuoj ja ug 'upioiuxpp
BxapBpxaA Bun axxa oxuoa Boijxaadsa BTOuaxajxp bj A oxuxxojd oxaua^
ja xod inbB auxpp as ou uoiobjo bj 'aixsd bj^o xog ¿osxnasxp jap

�dones (32). Para Wundt, según la versión española de Rodolfo
Lenz, la oradón es la expresión lingüística de la descomposición in
tencional de una representación total, en sus elementos lógicamente
relacionados (33). Ambas definiciones atienden a la génesis de la ora
ción y ambas la sitúan en el campo del habla^ pero no del habla
como actividad individual concreta, sino del habla tal como la entien
den, entre otros, Giacomo Devoto, Viggo Brcendal, Albert Sechehaye,
es decir, como proceso anímico anterior a la palabra, como impulso
hacia la expresión (34). Pero, si existe entre las dos definiciones
analogía en el plano de la consideración, no la hay, en cambio, en
cuanto a la solución: Paul supone una pluralidad originaria de repre
sentaciones en la mente del sujeto hablante; Wundt, en cambio,
admite una síntesis inicial. Para el primero, la oración surge por la
combinación de esas representaciones originarias; para el segundo,
por el análisis o descomposición de una representación total. Así,
ante el famoso ejemplo el león ruge, mientras Paul piensa que en el
hablante se dan necesariamente en etapas sucesivas la imagen del león
y la del predicado ruge, Wundt interpreta que hay una representa
ción inicial unitaria que el análisis descompone en la expresión lin
güística.
Las dos definiciones han sido objeto de diversas críticas. Gardiner
observa que ambas caben indistintamente a la locución una puesta
de sol hermosa y a la oración la puesta de sol es hermosa (35).
Kretschmer, por su parte, afirma que ninguna de ellas distingue la
oración de la palabra, ya que también es posible considerar como
articulación de representaciones a palabras como Tpttrov^ (trípode) y,
en general, a todas las compuestas (36).
Creo, no obstante, que tales objeciones no son valederas. Gardiner
y Kretschmer someten a prueba estas definiciones en el campo de la
lengua, y no en el del habla en que se sitúan sus autores. Así, de
acuerdo a una correcta aplicación de la definición de Wundt, la frase
una puesta de sol hermosa sólo podría considerarse como expresión
de la "descomposición intencional de una representación total"
cuando, en el acto del habla, tuviese por sí sola validez (por ejem(32)"Der Satz ist der sprechliche Ausdruck, das Symbol dafür, dass sich die Verbindung mehrerer Vorstellungen oder Vorstellungsgruppen in der Secle des Sprechenden
vollzogen hat, und das Mittel dazu, die námliche Verbindung der namlichen Vorstellungen
in der Secle des Horenden zu erzeugen". (H. Paul, Principien der Sprachgeschichte, 4.a ed.,
Halle, 1909, pág. 121).
(33)R. Lenz, ob. cit., pág. 39. La versión original es la siguiente: "[Ein Satz ist]
der sprachliche Ausdruck für die willkiirliche Gliederung einer Gesamtvorstellung in ihre
in logische Beziehungen zu einander gesetzten Bestandteile". (W. Wundt, Die Sprache,
3. Aufl., II, 1914, pág. 245).
(34)Giacomo Devoto, "Archivio Glottologico Italiano", XXXVI, I, págs. 82-84; Vicco
Brcendal, Langage et Logique, en Essais de Linguistique Genérale, págs. 49-71, Copenhague,
1943; Albert Sechehaye, Les trois linguistiques saussuriennes, en "Vox Románica", V, 1940.
Acerca de los distintos alcances de los conceptos de lengua y habla, véase el esencial y
clarificador trabajo del Prof. Eugenio Coseriu, Sistema, norma y habla, Montevideo, 1952,
que es también un primer y fundamental intento de conciliación entre idealismo y estructuralismo.
(35)Alan Gardiner, ob cit., pág. 242. Véase, asimismo, K. F. Sundén, ob. cit.,
pág. 5 y ss.
(36)P. Kretschmer, ob. cit., pág. 123 y ss.
— 140 —

�— ItT —
•8¿ "S^d '-jiD -q0 (0f&gt;)
"(5261 'enopojBg 'aívnSuai j^ 'nnoxNOj\[ aa i^.imvj^ ap '-pa ^\ b[ ap
B[oucdsa aopanpBJi ^ejj) -^s "^?d '0S6I 'B?JBd '-Pa b' '^8dSud¡ aq 's^auums^ 'f (6)
•88 S. i '^ed 'S6I 'PFPBW '(souvojuaiunouDdsifj süiua^j sojiisin^^uij soip
•njs^ ua 'atnnguaj jap uouaiut vtuuof o¡ ua soiustuDaijawy 'osuo'iy oavKy as^a^ (8)
•88 Á. ^ -SBd '-JI3 -qo 'zü3i -g assa^ (¿g)
b SBiuojd SBatiauoj s^pBpi^iqisod ap oiunfuoo un anb
u ouisiui \ts 'afBnua[ ^ ua uoisaadxa b^ b sbjsia uoa ojuaiuiBS
-uad \9 jod BpBJoqB^ uoiDBjuasaadaj Bun sa^ anb Bsaadxa Á ttBaqB[Bd
B[ b aoixaiuB Bambisd pBpiun B|^ ouioa p¡qj.3a u^^viui b^ auijap \9
a^uauíBiAajd sand 'upian^os Bun p^pqBaj ua Bjjsiuiuins ou saXapua^
ap B^nuijoj B[ oaa^ 'SBaijauoj eapBpiaBdBa sb¡ aod BpBiiuix^ BjjBjsa
Bjambis iu sand '[BqjaA ua^Buii B[ ap uoisuauíip B[ ajuaiuBjaBxa Bjjp
-ua^ uoiaBJO B'q "(68) sopiuos soj ap cnpaui uod aqiouad as X vsaudxa as
pyqiaci uaSmui vj anb noa viuuof vj ^sa^jpua^ "f saauBJj o^sa^ui ^ap
uoiaxuijap b^ oaio[oatsd ouB^d \a ua a^uauqBn^i B[[Bq ag *¿*g
'(88) ^zaand Bupsjjd ns ua ajuBjqBq pp uoiainiut B[
ua^iuisuBJ^ aiuauíBJBJ Xnuí SBpBziJoajBD sbiujoj sns anb aaaouoaaj sa
Bzaanj 'oiuaiuiiaouoa onsanu ap X pBpipaj Ba^sanu ap JtopBaiouiBasa
un sa afBnSua^ p anb 'MosoHag Bistuopin^uí p ouioa 'jBsuad opBja^
-Bxa Bas opuBno une X íttauoissajdsa-auoizinjut^ BUBaao^a pBpuu^pi b¡
asj^iuipB apand 'ajuB^qBq [ap opB[ p apsap X 'opnuas o^jaia ua o[og
•ajuB[qBq p ua uoJBjaua^ B[ anb sauops^uasaadaj sb[ b 'souiia bX unáas
'sBaiju^pi nos Baunu uoisajdxa Bun aiuaXo [a ua Bjtasns anb sauoiaBj
-uasajdaj sb[ anb [nB^ ap uoiatuipp B[ b asjB^afqo une Bijpo^
•soaio[oaisd
sajojaBj soj)o ouis 'sauoxoBsuas sb[ uButuiop ou SB^sa ua anb ajuappa
sa sand 'pBiun[OA o ojuatuiijuas uajsaijiuBui anb sauoiasdo sb[ SBpoj
B[p ap Bjanj UBpan) "oiainf [ap [BqjaA upxsajdxa B[ ouioa uoiobjo B[ b
BJ^apisuoa anb B[ anb pBpqBaj ua Bi[dtnB sbui sa ou 'BatSopaisd ouioa
B^uasaad as anb —[ns^ ap B[ ap asjiaap apand ouisim O[ X— ipun^
ap uoiaiuijap B^ ¿soApaapiui so[ b o[os japuajB X 'uoioiuijap Bun
BJBd soAi^aajB sojuauíap sojsa ap jipuiasaad 'saauojua '0U19^? 'soiuaxui
-ijuas so[ uaaa[BAajd sapna so[ ua 'sauoiaoiua Buiuiouap joinB p anb
'sojio X^q oXns op^[ [y 'sauoioBsuas sb[ uBuiinop p ua roatjiaadsa ouis
'oAisnpxa tu oatun iu sa ou oainbisd ojonpoad aisa oaa^ "pBptun Bun
oraoa soptaaJBd bojío ap BJBdas as anb oatSo[oaxsd ouatuouaj un ubui
-joj anb soiuauíap ap oiunfuoo un 'jxoap sa i (¿g) oainbjsd oionpoid
un sa upiav^uasauddj. B[ 'ipun^ ^-re^ "upiavjuasaudaj. o[qB3OA [B Bp
as iqB anb opBoijiuSis [b somapuaiB is uoiaBiiuiT[ bjio ajns 'sBtuapy
•BjauaS B[ anb oainbisd osaaoad [ap sauoiadiaasap ouis 'sqaip aiuaiu
-Btdojd uotobjo B[ ap sauoiaimjap uaXniíisuoa ou anb sa uoiisana ua
8B[nuiJ9j sp[ uaaajam anb [BiuauíBpunj BAJasaj B[ 'japuaiua ira y
•jauipjB^) oidojd [a bijb3u a[ oaodiuBi jqB anb 'aia^d
bjio jod 'jo[ba 'U9T9BJO asjBjapisuoa apand X upiaiuijap B[ b BisnfB as
oseo jaraijd [a ua aiuauíBaiun 'oiubi jo^ *[bioi uptaBiuasajdaj Bun ap
aiJBd ouxs Bijas ou bX vsouiuaif ps ap v%sand vun U9tanao[ b[ 444bsoui
-jaq [os ap Bisand Bun sojiosou aiuB piuasajd ag?, rouioa 'Bsuaixa
sbui upixauoa Bun ua ojad í (tt¿SBJiui 9n)?,, b Bisandsaj ouioa o[d

�3.8. Alan Gardiner, según ya apuntamos en una nota (3.1), in
terpreta que en la definición de Dionisio de Tracia el vocablo airoreX-q
alude, por su componente réAos, no a "sentido" o "significado", sino
a "intención" o "propósito". Inspirándose quizá en esto, el insigne
maestro inglés da la siguiente definición: la oración es la palabra o
conjunto de palabras que revela un propósito inteligible (41). Esta
definición, que el autor presenta con carácter provisional, ubica la
oración en el campo del habla. Para Gardiner la oración es la unidad
del habla (42). Su definición atiende al aspecto funcional, y en modo
especial a la intención significadora y enunciadora del hablante,
aunque sin olvidar al oyente según se desprende del término "inteli
gible". Él distingue cuidadosamente este aspecto funcional, donde pone
el acento, del aspecto formal. En su carácter de acto lingüístico, la
oración exige la presencia simultánea de cuatro factores: hablante,
oyente, cosa mentada y signo verbal. El signo entra en un triple juego
de relaciones con los otros tres factores, y, por su intermedio, se esta
blecen asimismo las conexiones entre hablante, oyente y cosa men
tada (43). Por tanto, para configurar la oración no basta la relación
de un signo verbal con una cosa: palabras aisladas como libro^ el
hombre..., se asocian en nuestra mente con aspectos más o menos
determinados de la realidad, pero no constituyen un acto si falta el
propósito significador del hablante. Tampoco este propósito puede
por sí solo engendrar la oración si está ausente la relación del signo
con la cosa mentada: expresiones como Aunque yo..., Si te digo
que..., pueden, en situaciones especiales, revelar una intención, pero
serían insuficientes porque no la vinculan a la cosa mentada (44).
Es forzoso, en definitiva, que el oyente vincule el signo al propósito
significador del hablante y a la cosa mentada. Este mínimo de requi
sitos necesarios para que haya oración constituye lo que Gardiner
llama cualidad general de la oración (general sentence-quality).
Además, cada oración tiene una cualidad especial (special sentencequality) que depende de la intención específica del hablante (45).
Claro está que la gramática sólo puede ocuparse de aquellas intencio
nes-tipo que se denotan por variedades formales. El estudio de la
intención particularísima que, como acto inédito, contiene toda ora
ción queda fuera de su alcance: corresponde a la estilística. Según el
factor dominante en el acto del habla, Gardiner establece, siguiendo
a Bühler y Kretschmer, los distintos tipos de cualidades especiales o
clases de oraciones. Si predomina el hablante y la exteriorización de

(41)"A sentence is a word or set of words revealing an intelligible purpose". Ob.
cit., pág. 98.
(42)Con esto no se niega que, en cierto modo, la oración pertenezca también a la
lengua, pues en todo acto de habla intervienen "hechos de lengua": vocablos y estructuras
gramaticales; cf. A. Gardiner, The distinction of "Speech" and "Language", en Atti del
lll Congreso Internazionale dei Linguisti, Florencia, 1935, pág. 348.
(43)Ob. cit., pág. 96 y ss.
(44)Señala el autor que no debe confundirse esto con la aposiopesis, que es un fenó
meno diferente. Así, la amenaza de Neptuno en la expresión de Virgilio Quos ego...\
resulta de gran efectividad expresiva (págs. 206-207).
(45)Ob. cit., pág. 197; véanse también pág. 186 y ss.
— 142 —

�'802 *2?^ '"íP -tI0 "l8^-1 B JFsln]H 2u;ai8 djopq a^Bin oj p^puaju; SBq Jta^
aqi sb uoijB3iuniuiuo3 b 8u&lt;q sb isnf sa^cui qjiqM ^ouejajjn ub si aauainas y,, (IV)
•68I'-3?d '-jio -qo (9*0
oraoa (sauopanjjsuoa o SBjqBpd SBpBuiuuajap ap oa^draa pp uapuad
-ap anb) sajüuoionooj sopBuiB^ so\ oiubj 'sa^BUUoj soSsbj s^raap so^
•(•aja 'BAijBjaadxa Bun JBa^a ap oasap 'ajuBjq^q pp uoiaBpaBA) sau
-ozbj sbjjo b uaaapaqo anb SBsn^d uajsixa anb aaouoaaa anbnnB 'BsnBd
B[ b BJopBjiraqap uoiaunj b^ a^nqidjB JauxpaB^) '^buijoj oj u^
•ajinqqBq pp ojisodojd p aod BpBu
-jaqo Bjsa nopBJO b^ 'ajuauíBAij^jij^Bna ouioa BAijBjipna ojubj 'sand
'jojnB ajsa bjb^ "BaijEnioipi p^pipa^ b^ aaajjo anb sosBa sojutjsip soj b
JBaqdB BJBd BaijBuiajsis Bjnuuoj Bun JBq^q ap pBpqiqísod B[ Buijsixa
ou Á 'uopuajB ap opiuajsos opBisBraap ozaanjsa un ^BiíAa ap p^pis
-aaau bj^ b Bjjaaapaqo (sauopBJo) SBdBja ua Bppq pp uppBjuauíáBjj
B^ • (lf) osuvosap un asuviuo^ ap sajun ajunjqmf \a ojsandoud ny oj
as ouioa nsuajxa uvj umanatunuioo vun vzipoaj anb uoisaudxa nun sa
uptanio vun rajuB^qBq pp uopuajut bj aaaapAa^d aa^q tnbs uatquiBj
jauípjB^) ¿sauopBJo sbui o Bun X^q oatjstn^uq ojaB op^uitujajap ua ts
axn^uijsip 'saauojua 'ouip^? 'BJopBaijtSBp ajuauia|duiis sa anb 'ppadsa
pBpipna B^ utiB Bjiuitpp b^ sonara 'uopBJO b^ pBpipaj ua Bjxraipp ou
'pp pBpipna zaA B^ b aas jtod '[BiauaS p^pipna bj is '

ojunsy

vaijvuadiuj
uopoBuopBuuojuí

aaambaj as anb pp

UOpBJQ
(9^) Braanbsa
ajuainSis [a ua ojsa asjiumsaj apand jojns p uo^ *ojaB un ap uopBzq
-Bao: ^\ o uopBjsajuoa Bun 'ajuauíBAijaadsaj 'Bas Bjpqos as anb o^ anb
unSas 'vajivjadtui o vciijv8ojua}ui Bjas uopBJO B[ ' (vaijvjadn upiounf)
ajua^o [a aaqos uopBnjaB b^ Buiraopaad ts Á ¡vcipvuvjaap sa uopBJO
B^ '(napmuasaudaj upiounf) BpBjuara Bsoa o ojunss ¡a Buiraopadd
is ivciijnuwjoxa sa uopBJO B| '(vaisaudxa upiounf) sojuairaijuas sns

�los llamados elocucionales (que dependen, sobre todo, de elementos
prosódicos, y en especial de la entonación), se limitarían a precisar
la intención del hablante, pero ninguno de ellos sería imprescindible
para la existencia de la oración ni para su delimitación cuantitativa.
Si bien resulta admirable, por su penetración y claridad, la des
cripción que del mecanismo del habla realiza el maestro inglés, hay
que convenir por fuerza que no ofrece una solución propiamente lin
güística al problema de la oración. Su solución es psicologista, ya que
lo hace depender todo de la intención del hablante. El único elemento
formal que toma en consideración, la pausa, resulta insuficiente como
delimitador. En primer lugar, porque, según ya dijimos, existen pausas
que tienen otro sentido que el de señalar el fin de la oración. En
segundo lugar, porque es posible distinguir las oraciones sin tener en
cuenta las pausas; y una prueba de ello es que ha sido frecuente
en la enseñanza dar como ejercicio un texto, sin signo alguno, para
puntuar, es decir, para indicar de este modo las pausas. Además: ¿no
es posible, acaso, reconocer las oraciones en ciertas páginas de Joyce
o de Neruda que carecen de todo signo de puntuación? El hecho de
que se trate en tales casos de lenguaje escrito no quita validez a la
prueba, que, por otra parte, puede realizarse oralmente. Y creo que
ello prueba con evidencia que la delimitación de la oración no de
pende de la pausa más que de otros factores.
3.9. Algunos puntos de contacto con la examinada precedente
mente tiene la definición de Paul Kretschmer: la ora^ión es una ex
presión hablada, mediante la cual se resuelve un afecto o un acto de
voluntad (48). Según este autor, todo acto lingüístico está condicio
nado por un afecto, entendiendo por tal, de acuerdo a la terminología
de Wundt, no solamente el desarrollo de un sentimiento, sino también
los procesos volitivos: "Una oración declarativa se propone suscitar
en la persona a que nos dirigimos una determinada representación o
una masa de representaciones, cuyas particularidades, articulación, etc.,
son en general del todo indiferentes para la esencia de la oración. La
oración voluntativa se apoya en la tendencia que nos lleva a inducir
a otro a una determinada acción. Estos afectos y procesos de voluntad
que nos mueven al acto de la palabra son los que constituyen la esencia
de la oración" (49). La definición de Kretschmer, pues, subraya el
aspecto activo de la oración y la coloca a ésta en el campo del habla,
pero del habla entendida como proceso anímico anterior a la palabra
(Cf. 3.6). Igual que la de Gardiner, es ésta una definición de natura
leza fundamentalmente psicológica, que tampoco deslinda con mucha
claridad la oración en el conjunto del habla, pues los afectos y pro
cesos volitivos, que, para Kretschmer, constituyen la esencia de la
oración, son también, evidentemente, rasgos esenciales de toda el ha
bla (50). Además, ¿cómo separar entre sí los distintos afectos y actos
(48)Ob. cit., pág. 126.
(49)Ob. cit., pág. 125.
(50)La misma observación es válida para aquellas definiciones que, como la de
SundÉn, se basan en lo modal: A sentence is a portion of speech that is putting jorward
— 144 —

�01

bj Biuasajdai ojund ja ^Biauapeannas bj A
BiauapBaiiUBimas bj a^uamBAijaadsaj ueiuasajdaj 'f '[ SEauíj sbj iapaaa^d aj anb papiun bj
ap Jbuij p na BionapnopUB bj Biuasaidaa '|| 'bbujj jqop Bg 'g¿g A g¿g "s^Bd 'jy6j '^JA.
M8j^ 'Bjonntfsa uppouoiua ap pnuvj^ 'ohhvav\[ sywox P sopBtaoj sojdmafg (gg)
'¿¿I 's?d '8t6I '8íJBd 'asmduDjf
uouvpuouojd wj 'xüowwvH^) 33ihiivj\[ go ísejspauoj sounSjB ap otxaiíJD p sa o8ojBuy
*OS'¿Z 'Sed '9g6X 'ubjij^ 'tnaqiuojj^ opajfjy ip auouo m tnuog na 'sazwsaSvuj pun suotaS
•oj^ sap 8unudsj.fi J3Q 'joma omsiui pp as^aA ¡^^i -8Bd '-^p -qo 'aawHDSiau^j -¿ (gg)
'8Z '^^^ '"^P -q 'H3NWHVf) "V (IS)
'8f"S 'S8?d '0S6I '^naag '*pa B'g {bsw5udjj Bnbi}sin8utrj ja apj
•uff) 9nbitsm8uir[ 'A^iyg "h^ asBa^ •^uoidbjo b[ ap Buip p,, 'SBjqBpd eeidoad sns nnSas
'sand 'Bijas pBpippom B[ ^Bppnaijanb o BppnBiaaadB 'BppuBqoJduioa uoraeiuasajdaj Bun b
asjiaajaj sa ((JBsnad,, ATivg bjbj •ju^tumovx^ puodsajjoo m¡ mb atpo^ui aun jauosuas
fitDjpjjoo unod n uoitovaj ajjaa 'umjvjuasajdaj aun n aajtoatqns uopovaj auntp ajip-p-jsata
'aasuad auntp uotssajdxa^ sa uopBJo b{ :Arnvg ~h^ ap B[ b aiJBd ua bzub3[b omsiuiisy
•q^ *8Bd '"jp -qo
cN3atiag '^ "^ ia\ *(tlBjapBpjaA opnais omoa 'sa ojsa 'zapipA opnaiuai omoa —epejuatu ssoa
Bun— SBSoa ap opBjsa un aiua^o p ajue Baopa anb BpjBq pp uopjod son sa nopBJo Bg,,)
anjj 8uiaq s *a -i '^jipi^o^ 8uwvt¡ sd —%uaaui-8u\qi b— süuiqj fo aj^js o jauajsi¡ aq% oj
o\ Bojera^p 'sand '[Buoq BjnSij b^ '(buioo jod SBpBJBdas) sa^^ anSnp
-sip opun^as \&amp; ua Á (Buioa A. ojund ^a aod Banjijasa bj ua SBpBJBdas
sbj) sauoiaBJo oauxa ojduiafa aauíiad ja ua anSuijsip jBuoiaipB^j Batí
-buibj^ b^j *(gs) (saaiLvaifi^) '|j) *44sajjBA soj ap as^q bj ua uBaanijB 39
' I^sbuioj sbj ap SBuita sbj ua uBapuopa^ as ' (^SBJapBj sbj jod uaBa 11 sopBad
sorI : (lBaíJ aFas U9 BiauapBaiuias) Bjqo Bjsa o i (ixavj\[) '44ojjo uasBijd
-uib anb ' [jBna í ^ojBp un uasaijidaj aj anb pipid ' (jBiia i ^Bsa^daos uoa
'[sounjB í ^pBqunjoA Buanq uoa '[sopoq i ^ajqísiA zapiAB uoa UBqeqanasa
' fsoqanj^,, : (sBiauapBaiuias Á SBiauapBat^uBiuias ap sajsBjjuoa) aijas
aquainSis bj uoiaBJO bjos Bun ouioa 'ojduiafa Jod 'jB^apxsuoa anb Biaq
-Bq 'Batpojaui B^nStj bj b souiapuajB ig *jbj jod apuatjua as ajuauíjBu
anb oj b opjanaB ap souaui oj jod 'uoiaBdo bj jBpuijsap BJBd
aaipuj B^jnsa^ aaduiais ou ouoq ja anb ajqBpnpui sa 'sbai^eS
-ojjaqut sauotaBJo sbj ap Buiajqo^d ja opsj ap opuBfap unB 'oja^
•Bqunajd bj anb sbui a^sixa ou a^ua^o ja Basd ÍBjq^q
anb jap bjsja ap ojund ja apsap ajuauíBaiun A uoisa^dxa bj b aoiaajuB
ouioa asjtjxuipB Biapod ojos BAijun^sip bj 'sBuiapy 'BjstaiSoj ajjoa oaid
-jj ap uotaBaijdxa Bun 'sand 'aA as 01003 ' (Z^) &lt;4í??Pa-/ uou W mp^-*
uajvj BAijBJBjaap BAijunXstp upiaBJO bj ap aja^d B^auíijd bj oidiauíjd
jb anj ¿jnpau ua^nj BjunSajd bj : ojduiafa jo^ 'JBiAajiqB BJBd ajiuio
as ajdBd BpunSas B^na BAijun^sip BAijBJBjaap uoiobjo Bun ap ajj^d
BJtauíijd bj sa ajdtuis BAijBSojjajut bj^, : Bpiduinjjajuí uoiobjo Bun sa
BAijBSojjajut uoidbjo bj anb a^njauoa 'bjsioiSoj opuoj ap oijaji^a un
BJoqB opuBjdopB 'jaxuqasjaj^ *(JS) Bjsandsa^ bj Bp ajuaio ja anb Bjs^q
ajuaxujBjoj aAjansa^ as ou oaijijoa o OAijaajB osaaoad ja anb aijiuipB
anb BjjqBq 'aauipJB^) BjBuas oiuoa 'sosBa sajBj ua 'ojubj jo^ *ajuap
-uaasB sa 'jbjoj o BjnjosqB Bjun^aad BpBuiBjj bj ua 'Bjsa ap Jbuij ouoj
ja 'opiqBS sa ouioa 'sand 'BAijBojaajut uotobjo bj ap bj :pBjjnaijxp
Bun ajns ojBipaiuui ap o^a^ *jbuoj osuaasap ja aod BjjBziJoiJajxa as
otutjjn ajsa ap uij ja íuoisuajsxp ap ojjo A upisuaj ap oun 'sojuamoui
sop ap BjjBdxaijJBd uoidbjo ^poj^ *jbuoj osuaasap ja roaiuoj ojuauíaja
un b inbs ajjnaaj jamqasjaj^^ ¿uoiobjo bj opeuiSiJO Bq anb oaijijoa
osjndiui ja aaBjsijBS as o ojaajB ja aAjansaj as opu^na? '¿p^junjoA ap

�que corrientemente se llama período, pero no la oración propia
mente dicha, salvo que ésta constituya por sí sola un período (54).
3.10.Lo dicho en último término cabe asimismo como reserva
a Julio Stenzel, para quien la oración es, en primer lugar, definible
como aquella figura tonal, comprensible como un todo, que tiene un
^sentido", que como sentido es significada y comprendida (55). Tal
como aparece formulada, esta definición es, además, pasible de otra
crítica: el sentido no está en la figura tonal sino en las palabras que
ésta abarca. Puede admitirse que la figura es uno de los elementos
que contribuyen a expresar el sentido, pero no que en ella esté el
sentido. En último término, tampoco Stenzel nos dice qué es la ora
ción, sino sólo cómo se presenta.
3.11.Igualmente es una simple caracterización la que presenta
A. W. de Groot. Sostiene que la oración es un hecho de lenguaje, y
no una abstracción lingüística, y, aunque propone una definición ge
neral (la oración es la unidad fónica del empleo de palabras), dice
que la definición descriptiva debe darse separadamente para cada
lengua (56). Cada oración, según él, es "bidimensional" (tweeledig):
consta de una o más palabras y de determinada entonación oracional.
"Su unidad se manifiesta por el hecho de que un continuo de sonido
es limitado por pausas antes y después, y de que este continuo ligado
es enunciado con una entonación o serie de modulaciones, específi
cas para un idioma dado".
Creo que las observaciones ya formuladas a propósito de otras
definiciones que persiguen una caracterización fónica, nos eximen de
nuevos comentarios.
4.1. De tipo mixto, en cuanto se apoya en la estructura y con
tenido, es la definición de John Ries: La oración es una unidad mí
nima del habla, formada gramaticalmente, que expresa su contenido
en vista de su relación con la realidad (57). Hay aquí tres notas de
distinta naturaleza: a) unidad mínima del habla; b) formada gra
maticalmente; c) que expresa su contenido en vista de su relación
con la realidad. En las notas a) y c) se atiende al fenómeno verbal
como aspecto del habla; en b), se lo considera como aspecto de la
lengua. O, más precisamente, de acuerdo al esquema de Bühler: en
a) se atiende a la acción verbal, esto es, al hablar como fenómeno
individual concreto; en b), a la forma lingüística, esto es, al producto
de la acción verbal considerado abstractamente, como fenómeno in
terindividual formal; en c) al acto verbal, esto es, a la atribución

(54)Véase adelante 8.5.
(55)Julio Stenzel, Filosofía del lenguaje, trad. esp., Madrid, 1935, pág. 76. Al lado
de éste, el autor admite otro criterio para definir la oración, atendiendo a la intención
íntima: "es lo afirmado de los distintos significados en sí vacilantes y ambiguos" (también
pág. 76).
(56)A. W. de Groot, Structurele Syntaxis, den Haag, 1949, pág. 13; puede verse
también W. E. Collinson, An account of de Groot's 'Structurele Syntaxis' in its application
to English, en "Lingna", vol. III, 2, Haarlem-Holland, 1952.
(57)"Ein Satz ist eine grammatisch geformte kleinste Redeeinheit, die ihren Inhalt
im Hinblick auf sein Verhaltnis zur Wirklichkeit zum Ausdruck bringt". Ob. cit., pág. 99.
— 146 —

�— ¿n —
'f2 "s?^ ipJP 'q 'oTi3g "V (19)
•90^ "^Ed -jio -qo 'H3iHng "X (09)
•ooijsin3ni[ O[ sp saiiunf so¡ aj^dns jojiib
aisa ap uopiuijap B[ anb aai?q upepi{Baj,, ej b epuaiajaj bj '(0-¿I *s8Bd 'HXXX '8JJBd
ap *3uia '^og ipig,,) saia 8P Bjqo b^ ajqos Baasaa ns na X3TH3p¡[ *y Bjunde unSag
'101 '^^^ *"ip *qO "s^s^J1} 8P noiDBiajoj Bpoi
Bsuq ae ja ua anbjod 'oAiiBiuasaadax opiuajuoo jap pBpiAijaaja bj ap uopsana bj BpBq
opBjuapo oarabisd osaoojd un BzijBaj as jBna bj ua 'ssbjj bj ap Bidcud jBiaadsa BAisaadxa
uopBJnSijuoa bj BzijaiJBJBs pnpijvBj vj uoo uopojaj ns ^p vtsta ua Bsaxdxa as bsdi¡ bj
ap opiuaiuoa ja anb ap uoioeuiuiJajap b^,, :o8sbj opunSas ja saia Baijdxa isy (6S)
•ss A Q^ ^ 'ss ^• Z9 "2?d ''JP 'Io 'H
\^ 'jsy 'B^uBJodtaaiuoo BDijstnui[ b[ u^
sboiu9bjub s^uoioisod uBdnoo anb sajojnB ua Bp as oga anb osoij
-no sa j^ •ajuau^BuoioipBjj opipuajua bi^ as oinoo ^bi souam o^ aod
ap ojdaouoo \&amp; UBaxu souamb 'uij ua 'ubj^bj o^[ 'i'Q
•opBaxpaad Á o^afns aSixa anb b^ ap A ttoia^duioo oppuas^^
ap B^qsq anb B[ ap o^tspdojd b SBpB^nuuoj sauoioBAjasqo sb^ uoiotu
-tjap B^sa BJtBd SBpgBA 'ajuainSisuoo aod 'uog • (Bi^ofouttuaai ns unas
'oinqijjn) op^oipaad A ojafns ^p uoxun bj apuaxjua tipi^isodoud ao^
*(T9) otdjdwoo opiju^s viuuof 9tib sduoioisodoud ap o^unfuoo o noto
•ísodoud npo^ upiovdo viuvjj ag cuoioxuTjap ap o^xiui odii un B^dopB
'ouBOtaauíBpns oajsaBui au^isui ja 'ojjag saapuy
vi ap anfn^sinSuij bj ap ojnjjdBO un :aaqBS b 'ajuauíBAisnjoxa X Boxun
souaui JB o 'aas Baaiqap ou anb ojb asBJj bj ap Bjaoa^ bj ap aaoBq ap
oaSijad ja aaaoo as o uij jb BSajj as BaauBui Bjsa ap ts BjunSaad as afvnS
-uaj \ap viuoa^ vj^i 'saig BzxjBaa anb sauoxsaadxa ap sodij soiuxisip
soj aaqos soiaB^uauíoo sajxjns soj ap sandsap 'aajqng ouisiui ja bjbu
-as oraoo 'sBuiapy 'uoioBao bj ap Biouasa Baap^paaA bj ap uBdioijJBd
UBaxjdB as 6ajBno sbj b sauoisaadxa sbj anb o^Bipamuí ap aBqoadsos
uaoBq jbuotobjo jojba jb uapnjB anb sauoioBujuiouap SBjsa anb i ('f'Z)
jboijbuibjS uoion^psuoo bj ua UBSBq as anb sauotoiuijap sbj jButuiBxa
jb 'oqoíp sotuaq bX sbj^[ #oia '(4tsojn}jj o sosiab ua sopBjsiB soaijbu
-ixuou soj,^ otnoo) sasvuf svuqvjvd ap ' (• • • Mosiuuad ns uo^,, *Majuara
-BjuaiB Xnj^[,, ouioo) 'svpmoauqv sasv^f ap t(m''ou 'is :uoioBau X
uoiobuiiijb ap SBjnojjjBd sbj) asvuf ap saivmuasajidaJL ap ^jq^q 'ojd
-uiafa aod 'jsy •44sB^oajiaduiT o SBoijua^nBiuias uauodns as anb asBJj
bj ap sauoioBisajiuBui sbj bCojb sajBno sbj ua 'sooajaui ap SBqonsBo ap
BapjB Bun Bpoi 's^oajaad a^uauíBuins X Boi^uajnB aiuauíBiapBpaaA as^aj
bj ap oxoBjBd jb ouao^ ua,, 'aajqng aaxp boijbjS Xnuí Bjausui ap ouioo
'aXnajsuoo oaad 'op^oipaad X ojafns 'soaquiaiui sop ap Biouasaad bj
aSixa ou saxg 'BSiooaduii a bSba ajuBissq 'oSa^quia uis 'sa 44aiuaxu
-jBoj^BuiBaS BpBuuoj,, uoisajdxa B^ *(6S) jBaauaS ua Bjq^q ja Bpoi b
ouioo uoiobjo bj b o^ubj ajqBoijdB Bjjnsaj anb X jBpom uoioBanSijuoo
bj b Biunds anb uoioButuiaajap Bun sa (44pBpijBaa bj uoo uoioBjaa
ns ap bjsta ua opiuaiuoo ns Bsaadxa onb,,) Baaoaaj bj anb bX 'ojdao
-uoo ja JBzijaioBJBo BJBd jBtouasa bj 'sand 'BtaaoaaBd b^ou Bpun^as
B^ •(•') saaotaajuB SBUiBd ua opxaajaa souiaq sou bX (44BjqBq jap
Btuiuiui pBptun,,) b^ou saauíiad bj ap otaojtnrjap aojBA jy *(8S) I^tu
-aoj jBnpiAiput ouauíouaj 'Bojisin^uij Buiaoj Bun b opiuaiuoo un ap

�Croce, de acuerdo a su concepción de que la expresión es un todo
indivisible, si bien admite como única realidad lingüística la "ora
ción", entiende ésta, según dijimos, "no al modo acostumbrado de
las gramáticas, sino como organismo expresivo de sentido completo,
que comprende a la par una exclamación simple y un vasto poe
ma" (62). Si puede, o mejor, si debe ser interpretada como una ora
ción, por ejemplo, La Divina Comedia, nada queda de común, pues,
entre lo que se ha venido llamando oración y lo que llama oración
el filósofo italiano.
5.2. Por otro lado, el estructuralista Louis Hjelmslev, en sus
Principes de grammaire genérale, se inclina a negar carácter lingüís
tico a la oración y a los elementos que denomina términos (categorías
que sólo se justifican y revelan en la oración, como sujeto, predicado,
objeto. ..) (63). Lo induce a tal posición el hecho de que no se haya
dado hasta el momento una caracterización formal satisfactoria de
dichas nociones: "Pour donner a la notion de la phrase et aux notions
des termes qu'elle comporte, une valeur linguistique, il faudrait
tácher d'examiner ees notions du cóté morphologique. En ne considérant que l'aspect sémantique de ees notions, on reste á jamáis
dans le domaine de la psychologie et de la logique" (64). Además,
ha obrado aquí una actitud pragmática, ya que Hjelmslev considera
tales nociones como innecesarias.
Posteriormente, en otra etapa de la elaboración de la teoría es
tructuralista, se llega a reconocer una categoría lingüística que coin
cide en algún punto con la noción tradicional de oración: el nexo (65).
Se entiende por tal una reunión de sintagmas caracterizados como
un todo por morfemas extensos. El morfema extenso es aquel que
no puede ser regido en rección homosintagmática, y coincide más o
menos con los llamados corrientemente morfemas verbales (modo,
tiempo, persona...). Dichos morfemas no caracterizarían a un deter
minado plerema llamado Verbo', sino a todo un nexo. "Prueba de
que la característica extensa de un nexo no presupone la existencia
de una base verbal, tenemos en las llamadas frases nominales lati
nas: Virgilius poeta, donde hay dos pleremas, Virgili— y poeta, carac
terizados por los morfemas intensos de caso (nominativo), de número
(singular), de género (masculino), y de comparación (grado posi
tivo), y además varios morfemas extensos que caracterizan todo el
nexo y no llevan expresión alguna: "tercera persona", "presente",
"infecto" e "indicativo". Cuando la expresión de estos morfemas ex
tensos no es cero, reaparece una base verbal pero no añade ningún
^62)Benedetto Croce, Estética, pág. 181. Véase también Aesthetica in nuce, ed.
española, Buenos Aires, 1943, págs. 126 y ss. Cf. Karl Vossler, Positivismo e idealismo
en la lingüística y El lenguaje como creación y evolución, ed. español^, Madrid, 1929,
págs. 17 y ss.; y Filosofía del lenguaje, ed. cit., págs. 245 y ss.
(63)Louis Hjelmslev, Principes de grammaire genérale, Copenhague, 1928, págs.
33 y ss.
(64)Ob. cit., pág. 37.
(65)Véase L. Hjelmslev, Le verbe et la phrase nomínale, en Mélanges Marouzeau,
Paris, 1948, págs. 253-281 (part. pág. 279). Cf. también Emilio Alarcos Llorach, Gra
mática estructural, Madrid, 1951, pág. 60.
— 148 —

�-Siid '-jp *qo 'hdvhotj soDuviy *a (99)
'aisixa aBjnapaBd ja aaqos anb oíaoiaadaa ouiistnSaBj ja 'aq^s as ouioa
'ubjoSb oa uaiq is 'SBpBuiuiBxa inb^ Bis^q sauopiuipp s^-q *¿
S9 OU
anb aapuaiua aod 'oaiisjnSuij J9}9Bjb9 uaaouoaaa aj oa Aajsuijalqj oraoa
SBisijBanianaisa sounSjB 'uaiquiBi 'jsy 'ajqístAipui opoj un uoisaadxa
BJ B BJ9piSUO9 9nb '99OJ^) 'iSy qBUOI9ipB.ll OpilU9S ^9 U9 8OU9UI O[
jod 'uoiaBJo ap uopou B[ UBZBqaaj sauainb 'ouiii^n aod '^bjj
•ipa v aP
B^ Á S9iq[ 'f 9p B^ 'SBJ1O 9J1U9 4Bjni9nj[lS9 O BUIJOJ BJ B Á OpiU9lUO9
[B 91U9UIB9UBÍ[11UIIS U9pU9IlB OlUBna U9 'OIXIUI J919BJB9 9p UOg
•(•••uapung '^[^g 'B^ouBds^
BiuiapBay) ^poui oiaadsB ^b 'aiuauíBiaaauoa sbui 'o (jauíqasiaj^ 'aamp
-jb^)) aiuB^qBq pp oiisodojd \e 4uij ua 'sb^io '(••'ipun^ '[^^g) Bjq
-Bpd b^ ap aopBaauaS oambjsd osaaojd p sbjio *(• • -aa^qng #^j 'uasjad
-S9f 011Q 'BiaBJ^ ^p oiexuoig 's9íubtjba uoa) opiiuas pp Biauapuad
-apui a pBpia^aiui bj b uBjiui SBun 'odnaS opun^as pp sb^ 9Jiu^
•opBoipajd Á oiafns ua asjBjnapjB jod BzxaaiaBJBa tb\
anb B[ A opBnfuoa oqaaA aauai aod upiaBao B| b BziaaiaBJBa anb bj
'uopBidaaB joXbui ns aod 'uBOBisap as odnaS aauíxad jap sbj aaiugj

(b

o Biuaoj bj b uapuaps anb sbj

(q

íoapuBinas opiuaiuoa jb uapuapB anb sbj

(a

•oixiui aaioBaBa ap sbj

:sodna^ saai ua
asainqiaisip uapand sauoiaiuipp SBsaaAip sbj :opuaiiunsag -9
bj A BaiiaBiBa^d uoisaadxa bj aiuauísiuiisipui a^njauy
oxau ap Biao^aiBa Bisa uaiqiuBi anb 'ouiiijn aod 'asjBuas aqBj^
•Baaiuiad bj ua aiuaiuBiajdiuoa
-ipui Bisa ojos 'ojduiafa ja uaXnipsuoa anb sauoisaadxa saai sbj ua
-uapi 'Bsuaixa BaiisiaaioBaBa bj íoaaa BOiiBiua^aoiu BoiisiaaiaBaBO Bun ap
aBjqBq 'Biuoa A oiund aod SBpBa^das sauoisaadxa SBiuiijn sop sbj ua
'aq^a ou Bn^uaj bj ap Biuaisis ja ua anb BiaaaaaBg *oun o soxau saai
ain^uiisip apuodsaaaoa '(ppog *^ '[) t(,BSnaaB Bun iu 'szauBjj ns ua
ísiaS 'aojoa ns íoiiUBaS ap BdiUBd Bsuaiuui Bun ^a^^ :otuoa sojduiafa
U^ is pBpiaBjo Bqaniu uoa 'sBiuapB 'aA as o^ *apaaaad anb ojdiuafa
ja ua aiuauíaiuapiAa aaanao ou anb oj 'jBiuaoj BaiisiaaiaBa^a Bun b
uoiaisodo aod Bn^uaj bj ua oppuas aaainbps sajBiuaoj soSsBa sopBuitu
-aaiap ap bíjbj bj opu^no oaaa SBaiiBiuajaotu SBaiisiaaioBaBa ap aiuauíBi
-aiaisa a^jq^q aqsa ojps ivjaod sn^j^Suiyi jbuiuiou uoiaBao bj ua oaaa
osuaixa Biuajaoiu ap asjqBq oidoad Xncu 'oSaBquia uis 'aaaa^d o^^
•(99) 6v)aod
Itnf snijiSuiy^ 'maod jvua smj-iSui^ ruaiqtUBi sop^saadxa uos sos
-uaixa SBuiajaotu soj 'ttoiaajaad,, aod t4oiaajui^ ap ja o '^oiaajaadiui^
ap ja aod 4taiuasaad,, Biuajaoiu ap opiuaiuoa ja souBiqíuBa ig -vjaod
isa snijiSuiy^ '4tsisBjuaM ja ouis 'oxau jap BaiisjaaiaBaBa bj b aojBA oaio

�contemplan las principales direcciones seguidas hasta hoy por los
autores y suministran elementos suficientes para extraer conclusiones
acerca de cómo encarar una teoría de la oración.
En primer lugar, llama la atención el hecho de que no existe
entre la mayor parte de las definiciones un antagonismo irreductible,
como a menudo quiere verse. Son enfoques desde distintos ángulos
que, con frecuencia, se completan recíprocamente. Aunque no coin
ciden en la delimitación extensiva del concepto, no son antitéticas,
por ejemplo, las siguientes definiciones: a) "La oración es una ex
presión que consta de sujeto y predicado (2.) ; b) "es una figura
tonal comprensible como un todo, que tiene un sentido, que como
sentido es significada y comprendida" (J. Stenzel, 3.10.) ; c) "es la
expresión lingüística de la descomposición intencional de una repre
sentación total en sus elementos lógicamente relacionados" (W. Wundt,
3.6.) ; d) "es la palabra o conjunto de palabras que revela un pro
pósito inteligible" (A. Gardiner, 3.8.). Las tres primeras son defi
niciones por el accidente: la primera trata de responder a cómo es
constitucionalmente, la segunda a cómo se presenta, y la tercera a
cómo se genera. La cuarta, en cambio, apunta a la esencia, en el sen
tido de la quidditas (qué es). También varía el plano de la conside
ración (¿dónde?) : en a) se ubica la oración en el campo de la
"lengua" (en el sentido saussureano) ; en c) y d), en el del "habla",
pero con la diferencia que, según una, c), correspondería al habla
entendida, no en el sentido más corriente, sino considerada como im
pulso hacia la expresión; en b), en fin, se la ubica en el campo de
la lengua y del habla simultáneamente. No existe, pues una disyun
tiva esencial entre las cuatro definiciones, a pesar de que, en cierto
modo, representan cuatro posiciones bien diferenciadas en torno a
este problema (67).
Por ejemplo, una expresión como La Tierra gira alrededor del
Sol puede ser considerada oración de acuerdo a las cuatro definicio
nes que se acaban de citar. Mas tal unanimidad no se da ante expre
siones como: 1) Dos por dos son cuatro; 2) Dime con quién andas y
te diré quién eres; 3) Avísame cuando vuelvas; 4) Llueve; 5) ¡Si
lencio!. .. La 1) escapa a la definición de Wundt, en cuanto no cabe
hablar ahí de representación en el sentido que a dicho término da
el autor (producto psíquico en que dominan las sensaciones). La 2)
comprendería dos oraciones según el criterio que se apoya en la es
tructura sujeto-predicado, pero sería una sola de acuerdo a los otros.
La 4) y la 5) no serían estrictamente oraciones según el criterio for
mal citado, salvo que se recurra al expediente de la elipsis; tampoco

(67) Estas aparentes oposiciones en frases definicionales obedecen, en buena parte,
como lo ha señalado certeramente el prof. E. Coseriu, a motivos puramente semánticos y
en particular, "a las mútiples funciones de la cópula (es: 'es igual a', 'es idéntico a'
'es análogo a', 'se comporta como', 'es también', 'es entre otras cosas', 'tiene como atributo'
'cae bajo el concepto de', 'es un ejemplo de una clase que llamamos', 'se comprueba como'
'es constitucionalmente', 'es esencialmente', 'es en el plano...', 'se presenta como', 'se pre
senta al análisis como', 'se manifiesta fenoménicamente como', etc." (La creación metafórica
en el lenguaje, Montevideo, 1952).
— 150 —

�ap

— isi —
(H • opBa8BsaoD oInojDBBj) 66t '^ 'i VíHdosolRd
atiAaa,, ua 'anbtism8uU ja 9i2olou^won?n¿ 'soj -f H aSB?A (69)
3d "'P ^0 '31Híía '^ (89)

-ojd sns ap saquín so^ uajpsa ^ UBZJanj sajojn^ so[ 'eiouanoaaj uo
'^nb Boiidx^ ^s' ise ^ ' (69) niSuo b^ anb ouis Buoaj b^ b apaoaad
o^os oa'anb JaqBS 'Bj^oiouaraouaj B^ op aopBpunj p aAoxp-i 9p o^sand
Bq anb ijoijd b aaq^s asa ap Biauajsixa B^ b íupijsana ua Bjao^aiBO
bt aaqos OAUínjuí ojuarniiaouoa un ap Biauajsixa bi b ajuaraajuapiAg
¿otp ^aap3q^ 9nb y? '(89) so^a^auoa sosbo sOl ua B^aBxa upiOBja^d
-jaiui bi 'pBpxan^as ajuB^sBq uoa 'aBjaaaB opijiuuad Bq A uoxsnjuoa
jo^bui Bun opxpaduii Bq 'jipiauxoo b B^aiaB as on uoiaiuijap B^na
ua o[B asa aaaóuoaaJ BJBd ojnas oiobj un ap Biauajsixa b^ anb ajjatA
-pB Jaiqng ^auodns ajinuad sisqBUB aoijaju^ p anb o^ ap sajoXBiu
oqantu úos SBiauapiauíóa sb^ 'o^aBqiua uxs 'BanaBjd b^ ug ^-g
•ajuauíBaoAiun op^uas jas Bpand aopA ns anb Bqnoijip 'souaui
oí jod 'o apiduit '^isa o'jBta 'pna o^ 'jajoBJBa ops un b opuatpuajB
asBp ua^nqjsuoDoií anb sojafqo BdnjB -.ooninbms otdaouoo un buib^
saia^ KOA oaiScq p anb o\ Biuasajda^ 'oamn bjsia ap oiund un apsap
BpBuiuuajap óu 'sa ojsa 'ajdiqnuí BzuBfaraas Bun uauaij anb sojafqq b
d Bq as uoi^oio ap ajquiou xa anb 'sand 'ajuapiAO aaaJB^

:isb asjBjuasojdaJ apand o^sa
oij^p^) ap A ^azuajg ^p sauoiaiuijap SBt un^as sauota
^bjo sBp^Japisuoa Jas uapand 'oSjBqiua uxs 'sop sBt ^pun^ aSixa anb
|Bjoi uoiaBiúasajdaJ Bun ap uotaisodtuoasap B^ SB^a Jauodns uaoaJBd

�pias definiciones para que encajen en ellas ciertas expresiones que el
conocimiento lingüístico originario reconoce como oraciones, pero
que una aplicación estricta de las definiciones en cuestión dejaría
fuera. Recuérdese, por ejemplo, el viejo y manoseado expediente de
la elipsis.
La dificultad surge porque la intuición aprehende la realidad en
toda la multiplicidad de sus aspectos y relaciones, mientras que el
observador científico pretende encerrarla desde un plano único. Hay,
pues, una constante tensión entre esa imagen directa y vivida que como
hablantes tenemos de la oración y la imagen que, sobre bases pura
mente objetivas, construye la ciencia. No se trata, desde luego, de
renunciar a la imagen científica en beneficio de la imagen vivida, sino
de aprovechar ambas en beneficio de un conocimiento lo más com
pleto posible. Y todo lo que es la oración como unidad en el proceso
expresivo podrá ser vitalmente conocido, y en parte también descrito,
pero nunca estrictamente definido como "objeto real". La definición
sólo cabe aquí como expediente metodológico, como escalón para
aproximarse a algo cuya total esencia nunca dejará de estar más allá
de nuestras posibilidades limitadoras. Y esto también porque la in
vestigación, como lo ha señalado Dewey, 'constituye un proceso con
tinuo y la conclusión a que se llega en una investigación determinada
tiene una estabilidad relativa, que está a merced de ulteriores inves
tigaciones que ella misma suscita'(70).
8.2. Según se ha visto más atrás, en la configuración de la cate
goría oracional intervienen fundamentalmente tres clases de elemen
tos: contenido significativo, forma o estructura y aspecto fónico. De
estos tres elementos ha sido el primero el que ha servido de apoyo
a la mayor parte de los autores para definir el concepto. Parece
evidente, sin embargo, que el contenido semántico (ya se refiere a la
independencia e integridad del sentido, o al proceso psíquico gene
rador de la palabra, o al propósito del hablante, etc.) podrá sumi
nistrarnos unidades psíquicas, pero nunca lingüísticas mientras no
coincida con determinados rasgos formales, únicos capaces de carac
terizar una categoría gramatical. Y aquí hay que coincidir entera
mente con Hjelmslev en cuanto afirma que lo que constituye la par
ticularidad de la gramática, por oposición a la psicología pura, es que
el objeto de sus investigaciones no es nunca la conciencia en sí misma,
sino los medios de comunicar el contenido de esa conciencia: no
existe categoría gramatical sin una forma determinada (71). Para
que una categoría semántica pueda tener valor gramatical es impres
cindible que todos los elementos que ella incluye posean, sin excep
ción y exclusivamente, determinadas propiedades formales.

(70)John Dewey, Lógica. Teoría de la investigación, trad. de Eugenio Imaz, México,
1950, esp. pág. 17 y ss.
(71)V. L. Hjelmslev, Principes de grammaire genérale, ed. cit., pág. 28. Ya A. MeiLLET había señalado la necesidad de abandonar las definiciones lógicas y psicológicas: las
primeras, porque la oración es una cosa distinta a la proposición; las segundas, porque
la oración es un medio de expresión, y no un pensamiento (véase la cit. reseña sobre
J. Ríes).
— 152 —

�— ssi —
B3tkd 'ojuairaioajuoDB pp soiuamap so¡ A Bjnianjiso bj,^ oiuouie^exo Bjjpnpojd^j uoi.iejo wj
*(íaoi3Bui^Bini B[ ap opunuí p uaiqiuBj 'oppoui ns ajqos 'a OAiiafqo opunuí p souiBjuasajdaa
son Á somiqpiad pna B[ o(eq Bai^opason^ pBpiun bj,, 'oqdiuB oppuas un ua 'tlO3isjj o^uaim
-pajnoaB,, aod opuaipuaiua 'ootsif oiuaiiupatuoaD jap vapsinSup uoisaudxa vj sa uoijejo
b[ 'p unSag •boiieuiiíeiuis Bjn^anj^sa ap aiuauíEiJBsaaau sa Bisa anb apuaiiua anb bá 'uois
•bjo b[ ap ppuasa oásBj uu otuoa pBpaiJBUiq cj BJapisuoa s i&gt;uj\[ "^^ '^nd '^g6j 'BUBf[qnfrj
'pJPH "V -tnassafojd np anbpvtuSvjuAg n^ ap sodojd y 'sa^ip\[ sn^si^íiVH^ fOAiajj (g¿)
•uoisajdxa Bunáuiu ainB Bzmb as^Bjdoj
apand ou sauoinido ap pspiuiíuBun v,\ anbjod aiuauíBiapisa opsaqdB jas apand ou 'pp^^au
aiuaui|BSJ3Aiuu sa sa¡ uoijbjo ap ajquiou p sajBna sej b SB[pnbB Jod oppsod ou A 'sauopBJO
ouioa uaaouoaaj sopo] anb sauoisaadxa SB[pnbB aod uihuoj ua oppsod jopbjbj \a juq
-nasap, ap 'aaiíiaav^) niviy Jd uaiquiBi A 'saijj ^HOf aod opBl'asuoaB opopui |^ (g¿)
*(¿) ^l^^^^BDoadioaj sopcuopipuoD uejsa Á soiJBpi^os
uos souiuu^} sns ^ouBuiq sa 'sn^^\[ '^ }J Bj^uas ouioa 'buiob^uis ^^
• • •vipnisa Á vfvqvd^ ioÁ Á, n% íoj.paf ZBi^axqB Buap^o ua ubuiiis as ant&gt;
sa[Buoiauiijouioq so^uauíap aod BpBuiaoj B^sa B^sa tatúas b^ b auodo
as Bui^Bjuií. ^a 'Batj^^juis uoiaanajsuoa 0U10^ 'ojuauia[duioa-oa[anu
Á opBaxpaad-ojafns odna^ ja 'isb ípBpaiaBjuauía^duxoa ap uoiaB^aa
Bun aod sopBqBaj uB^sa sojuauíap so^na boijobjuis uoiaanajsuoa Bpoj
mu^muts aod souiapuaju^ 'op^aipaad-ojafiis aod opirujjsuoa BuioBjuis [a
Bisa ouiaajxa oaio ja u^ •-•sptpy '¿oj^? '¡oupa^! :ooijsmouq ojob
un amjijsuoa ap zBd^a oaiuoj ojunfuoa aouaui [a 'aiaap sa 'BaqB[Bd
bj Bjsa souiaajxa soqaip ap oun u^ 'soisando souiaa^xa sop aajua uaA
-anuí as boijob^uis BtuiouoinB ap pBpqtqísod uoa sauoisaadxa
•[BouBuisa^ aiuauíBjaiaisa bjsia ap ojund un apsap uoiaBao ap
B[ Bjsm^uq ^a a^punj aqap oSsBa ^bj ua anb a^uapiAa 'sand 'aaaa^^
¿osanasip [ap onuijuoa [a ua Bpiaouoaaa aas ap zbcIbo [Biuaoj pBpiun
Baauíiad B[ 'osbob 'a^njijsuoa ou? BaijaBjuxs BiuiouojnB uoa uoisaadxa
B[ 'sBiuapy 'vapavjuts ^inioiioítm B[ :saaaA sb[ ap sbui sb[ a^uasaad js
'(^¿) (s^puosaad sanbojua sojuiisip so[ sopBp 'a[qisoduii Biaas anb
o[) ajuBjsuoa ou is '[Bmaoj oSsBa un aiaqnasap ajiuiaad 'upia^ao ap
pBpi[Ba B[ uaaaijuoa 'bjsia ap sojund sojuijsip sns apsap 'saaojnB so[
ap Biao^BUi B[ sa[Bna sb[ b sauoisaadxa sB¡[anbB ap ojuajB uaiuBxa
un anb oaa^) ¿[BaijBiuBa^ Biao^ajBa ouioa uoiDBao B[ aBZBqaaa Á 4a3[
-sui[afjj uoa aipiauioa ap souiaq uaiquiBj inbB q? ¿sa[Biuaoj so^sBa ua
BaauBui Bun^[B ap BiodB as 't4uoiaBao,, ap aaquiou [a uoa Bipnjsa [boij
-BUiBaS uoiaipBaj B[ anb Á 4B[qBq [a ua aaouooaa sajuB[qBq ap ojuaiui
-ijuas oajsanu anb BpBjaaBjrqntu pBpiun Bsa? :uaiq Baoqy "g*g
•ain^as apuodsaaaoa anb ouiuiBa [a 'oíainf oajsanu b 'sa 'BaopBzipjoj
p^piun B[ ap [a 'oAijiiniad ouB[d [b sajaodB soAanu uoa aapuaasap
o^an[ BaBd 'ooisij ojaadsB Á opiuajuoa [B (ojdaauoa [ap a[dij[tiui sistnb
-uts B[ ap oajuap BjsxnSui[ [ap uoioBaapisuoa b[ ua oiasuiiad ojaadsB)
Biuaoj B[ ap 'ojubj aod 'asaBjuoma}j •saaopBijsaAui so[ b zaA Bun ap
SBín opBuiuiBasap sq anb 'aí*BnSua[ [ap sojaadsB sojuijsip so[ ap uoia
-BzijBuianbsa A uoiaBjiuii[ap BAisaoxa B[ sajuoa asaiuaAaad anb ^C^jj
•Bjouap o[ anb boisij BiauBjsns B[ á opijuas [a asBpiA[o anb B[[anbB [bio
-a^d uoisia Bun ap BiaBSBd o^ #Bjsinui[ [ap upiauajB B[ aa^ajB Bqap
anb oaiun ojaadsB [a Bas Biuaoj B[ anb BaauBiu BunSuiu ap 'auodns
ou anbuBaaB ap ojund Bas anb :souiaaB[3B oaa^ 'SBiuaoj sb[ ap [a anb
oajo aas apand ou anbuBaaB ap ojund [a 'sand 'BjsmSuq [a

�El sintagma constituido por sujeto-predicado representa las má
ximas posibilidades de agrupamientos solidarios, pues en él caben
todos los demás sintagmas. Pero no hay que olvidar que cualquier
otro tipo de sintagma es capaz, en determinadas situaciones, de gozar
de autonomía sintáctica y constituir, por tanto, una oración: ¡Buena
suerte!, Llueve mucho, Hasta muy pronto...
Como se ve, el criterio que sustentamos explica de manera más
satisfactoria la realidad lingüística, sin necesidad de falsearla y re
currir a engañosos expedientes. Desde luego que esa realidad, com
plejísima y siempre cambiante, no se dejará nunca apresar íntegra
mente y la consideración del habla concreta nos sorprenderá más de
una vez con sus problemas. Por lo pronto, es bien sabido que los
límites entre la parataxis y la hipotaxis son a menudo borrosos, lo
cual supone, claro está, una dificultad para delimitar a veces la ora
ción. Si se cotejan los ejemplos que siguen se verá que existe una
gradación casi insensible entre la coordinación y la subordinación:
Mefui
Mefui
Mefui
Mefui
Mefui

temprano. Estaba aburrido^
temprano: estaba aburrido.
temprano, pues estaba aburrido.
temprano porque estaba aburrido.
temprano ya que estaba aburrido.

La existencia de estas zonas fronterizas, de fluctuación, entre
las diversas categorías es frecuente y obedece, en lo fundamental, a
la inestabilidad del equilibrio en que se encuentra todo estado sin
crónico de lengua.
8.4. El criterio expuesto precedentemente coincide bastante, en
lo esencial, con el sustentado por el insigne maestro americano L.
Bloomfield, para quien la oración es toda forma lingüística en posi
ción absoluta, es decir, no incluida en una forma lingüística más
amplia: "In any utterance, a linguistic form appears either as a
constituent of some larger form, as does John in the utterance John
ron avoay, or else as an independent form, not included in any larger
(complex) linguistic form, as, for instance, John in the exclamation
John! When a linguistic form occurs as part of a larger form, it is
said to be in included position; otherwise it is said to be in absolute
position and to constitute a sentence" (74).
ella reúne en síntesis siempre dos signos, de los cuales uno funciona como signo-espacio
(el sujeto) y el otro como signo-tiempo (el predicado)" (pág. 34). Dejando de lado la
discutible base metafisica en que todo esto se apoya, llama la atención que pocas líneas
más abajo se diga que "la expresión primitiva del acontecimiento fue una frase sintética,
que estamos autorizados a llamar frase [oración] solamente por su valor semiológico (o
función expresiva), idéntico a la frase contemporánea, el de expresar el acontecimiento".
Pero, si se define la oración como la "expresión lingüística del acontecimiento físico",
¿por qué suponer que es necesaria una concesión para darle tal nombre a una locución
que tiene exactamente esa función? Además: si en alguna etapa de la historia del len
guaje fue posible la frase sintética (nobinaria), ¿por qué hoy ha de ser imposible?
(74) L. Bloomfield, ob. cit., pág. 170. Puede verse, asimismo, el ya citado trabajo
de W. E. Collinson, Some Recent Trends in Linguistic Theory with Special Reference to
Syntactics, donde se resumen los postulados del maestro americano expuestos en "Language",
II (1926), págs. 153-165.
— 154 —

�— SST —
'^f 'Sed ''lio 'pa 'vjqDq X vunou 'muaisig 'niHaso3 "3 (08)
*89 -Sed 'S6l 'axoniijxeg 'aiau
*f '3 ap BS9[8nt *pBJi 'aSünSuDq ¡o Xuoayj^ v 0% ouauto^ajouj 'Aa^swiarjj lrj (6¿)
'Zf "^?^ 'TH! íaaznB8 raí xapo
naujazuia raí apag ajj^psij^aS pan aaassoppsaSqB qaijiiíasaA^ a;p,, uoi^bjo Jod apuajiua
oxio orasira 13 ^3X -8ed 'f&gt;s6X 'u^aag 'ifDqosuassiaiqoDud^ uawauiaSjjy xap aqvSfny pun
punís; '01x0 '3 33 ísosotpnjs sojjo uaiquiei opBjundB UBq 'sbj3ubui sesxaAip ap B[opuaip
-uajua anbunB 'oajisixajaBjBD o8sbj omoa (jiaquasso^qosa^qyJ (1Biraoao)nB,, B[ biobj] (8¿)
*9¿ '8Bd 'gf6X 'anS^quado^ 'ajniauaf) anbiism^uj'j ap idss^ na 'suoijis
•odoid ap atuoaqj t&gt;\ jíis suoixajfa^[ •axvtodXqj ap aiuajqojd 33 'avaKaiag ooai^ (¿i)
'602-tOS "s3?^ 'K6I 'HA 'a^snSuBq,, (9¿)
•^gg *8Bd '6^6T 's!JBd 'aoisaxdrai BAann '-pa B*g
'sauitaadoun^-opu] sanguDq sap aauodtuo^ apni^j n -uoijonpouiuj 'xaniaj^ 'y (s¿)
^p oasap p aiuainean^as sa j^ '(08) uoia^njis v\ Á sojsa ap oiunfuoa
p aj^ua uaiquiB^ Á souáis so[ aajua aoa^qBjsa as anb uoiaepj b^ ua
ouis 'scqp ua apisaj ou 'sBuiajaoui aiusipaui asjBsaadxa apand uaiq is
'anb 'uoiaepa ap uoiaunj eun :piaadsa uoiaunj ^un 'niaaso^ 'J^cL Ia
Bpuas oraoa 'Bjsa s^ -BopaBiuxs uoiaunj bj ap ptjajBiuui BzapjniBu
jB^naijJBd bj dopBjsídsap o^uauíap ouioa opBnjaB Bq ^zin^) '^g
• (sBiauapuadap 'sauopBjaa) sauoiaunj sbijba ap oajuanaua p aod
opBuiiudajap oiund un 'aiaap sa 'Biuajsis ja ua ^viJnj ja ojos sa a^uBj
-suoa oj 'BiauBjsns aainbpna ua asjBp apand uoioBjsajiuBiu bj ouioa
'sanj 'boiiobjuis BiuiouojnB bj ap jbuijoj laiaBJBa ja JBáau apand as
ou anb aiuapiAa aaaj^d '(6¿)t4uoiDBjsajiuBin Bun ua ajuBjsuoa oj^
ouioa Biujoj bj ouijap as ts 'oiaaja u^ -jbiujoj ojuauíaja ouioa boijobj
-uis Biinouoine bj ainjaui ap zsdBa anj ajdtuais 'Bjjoaj ns ap ojjojib
-sap jb ajuauíBjajBJBd op^uoianjoAa bij uaiq is 'anb ojdaauoa 'biujoj
ap ojdaauoa oidojd ns Bjuana ua opuaiuaj BtABpo^ sbj^[ 'jEaiiBiuBj^
BiJoSa^Ba Bun ap aopiuijap oiuaraaja ouioa boijobjuts BiuiouojnB bj
ua opBJBdaa B^Bq ou Aajsiujafjj ouioa osoipn^sa un anb ap oqaaq ja
uoiauajB bj jbiubjj ap Bfap ou 'oadoana Á ouBaijauíB BisijBjnjanjxsa
oduiBa jap oajuap sajuapaaajuB sajs^ ajuB 'BjauBiu aainbjBna 3Q
*(g¿) BiuiouojnB ajdiuis bj ua anb sbui
oSjb ua BJBsuad as ^ojajdiuoo oaijaB^uis o^unfuoa,, un aiaap jb anb
'sand 'Bjjaaa^B^ • (ttBJainbjBna assjj ap ojquiaiui un ap a^a^d ubuijoj
anb^,) swiuviauaz sauoiotsodoud ap Á (t4BiJBuixjd upiaisodo^d Bun ap
soaquiaitu ouioa usuoiaunj anb,,) swiuvpunaas sauoiojsodojd ap BjqBq
jo^nB ja opuBna oSanj aaajtBdBsap 'juaiuaaiivjaji ja Jod a^uapaaajd
uoiaiuijap bj ua b^ BpBixjiqap oaod un 'uoiaisododd bj ap
-objbo ojuaiuaja oiuoa BaijaBjuis Bjiuouo;nB bj ap api bj anb
-ina uis 'jbjoub aqs^ •(¿¿)4tanbixB^uXs anA ap juiod ws auiouo^nB
juatuaAijBjai aaip-B-isa4o 'jajduioa anbixB^u^s ajqiuasua un,, :upiois
-odoud biubjj ja anb oj aiuijap BjBd 'jBpuaojg o^ái^ anBquado3 ap
B^sijBjnjanjjsa aajsnjt ja BqBjuaiJO as b^ojbub uoioaaatp Bun u^
•(9¿)4tarajoj aajn^ aunonB4p ai^JBd
^ibj au tnb aiuaoj aun,, :isb Bjdianpaj auodojd A uoiaBqoadB uoa
B^ia bj 'saig *f ajqos Biíasai ns ua 'pjaijuioojg oido^d j^ *(S¿)t4sam
-aui-sajja b ^uastjjns as 'ajqmasua aa^nB unanB4p ^uaiujBoijBiutuBjS
juBpuadap au 'inb ja xnBaijBUUUBJ s^joddBJ sap jsd sajja ajjua saaij
suoiiBjnaiiJB4p ajquiasua un,, najjiaj\[ 'V saouBjj ojjsaBtu jap uoiaiu
-ijap bj ua opBJídsui Bjsa pjaijiuoojg ap uoiobjo ap ojdaauoa jg

�un asidero material lo que ha impulsado a algunos autores a funda
mentar el concepto de oración en la unidad melódica. En ella se
apoya, según se ha visto más atrás, Julio Stenzel. Asimismo Bloch
y Trager, si bien, por un lado, siguiendo los pasos de Bloomfield,
definen la oración como "una expresión que no está en construcción
con ninguna otra parte del enunciado" (81), por otro, la caracterizan
de la siguiente manera: "todos los enunciados completos que termi
nan (en inglés) en una de las cuatro entonaciones finales: 1) decla
ración (statements), 2) preguntas sí/no (yes/no questions), 3) pre
guntas específicas (specific questions), 4) exclamación ( excla
ma^on)" (82).
Sin embargo, según ya se ha mostrado a propósito del examen de
la definición de Kretschmer (3.9.), la figura tonal marca lo que
corrientemente se llama período, que una veces coincide, pero otras
no, con lo que la tradición gramatical ha entendido en general por
oración y con los límites de la autonomía sintáctica (83).
A esa unidad fónica de orden superior puede dársele también,
como muchos lo hacen, el nombre de oración (84), pero sin olvidar
que no siempre coincide con la oración propiamente gramatical. Sa
bido es que las oraciones coordinadas y yuxtapuestas, que la misma
gramática tradicional ha considerado siempre como independientes,
están a menudo incluidas en una figura tonal. En español, por ejem
plo, esto es lo corriente en la coordinación copulativa y disyuntiva,
cuyos elementos integran una misma figura tonal vinculados por el
nexo esencial de la anticadencia (85). Y aun en lo que Tomás
Navarro llama coordinación de segundo grado, por existir una rela
ción menos estrecha entre los elementos coordinados, "el descenso de
semicadencia de la primera proposición indica que sin la proposición
siguiente no se considera acabado el período". Basta observar sim
plemente los ejemplos que, a título de ejercicios da el maestro espa-

(81)"In any given utterance, an expression which is not in a construction with any
other part of the utteranee is a sentence". Bernard Bloch y Georce L. Tracer, Outline
of Linguistio Analysis, Baltimore, 1942, pág. 75. Todo el cap. 5, al cual pertenece la defi
nición que antecede, fue redactado primitivamente, salvo el primer párrafo, por el propio
Bloomfield.
(82)Ibid., pág. 71.
(83)No hay uniformidad en cuanto al sentido y alcance del término período. La
Real Academia Española, por ejemplo, lo define en su Diccionario como "conjunto de
oraciones que, enlazadas unas con otras gramaticalmente, forman sentido cabal"; pero en
su Gramática dice: "Las oraciones se unen en el período de dos modos: o siguen unas a
continuación de otras, sin tener influencia recíproca entre sí, como Juan desea, Antonio
viene, papá descansa..." (pág. 289, ed. cit.), con lo cual da al término período otro al
cance completamente distinto del que le corresponde según la definición del diccionario, pues
en el ejemplo dado no existe enlace gramatical ni de especie alguna. Cf. R. Lenz, ob. cit.,
págs. 531-532; V. Briendal, ob. cit., pág. 76.
(84)Así, Salvador Fernández, Gramática Española, Madrid, 1950, pág. 24, dice:
"La unidad fónica cuantitativa de orden superior a la que están subordinadas todas las
demás es la oración. La oración comprende uno o más grupos fónicos. Se halla, por lo
tanto, delimitada por dos pausas en la emisión sonora y dentro de ella se producen tantas
interrupciones como intervalos existen entre los grupos fónicos de que consta. Lo que
comunica a la oración su carácter unitario y la convierte en categoría superior al grupo
fónico es la estructura conjugada entre sí de los diferentes grupos melódicos que la
componen. En este sentido la oración es una arquitectura cerrada".
(85)Véase Tomás Navarro, ob. cit., pág. 117 y ss.
— 156 —

�— ¿si —
'801 "3?d '0f6I 'saJiy sonang 'optua^ ojqDj ap o^nsa X nisaoj 'osNOiy oavwy (88)
•aojanj B[ o 'apuaijxa ej o 'osuad ospiduii JaniiJd oj^sanu anb uoisajd
-xa B[ BiAajqc 'aiuaÁo pp BpBJiui Bun 'ojsaS un 'opnuaui y -soipaui sojio aod aaporjaixa
as o uoiaBuoiua v\ ua eaznpBj) as cqp anb uis ajungpq pp pepiJouajuí bj ua bjoj jas
apand ospidmi ajsa ap pBpiun v\ anb jEpiAjo anb X^q ou anbuny '(c^g *3Bd 'g^^i; 'H0{IbNI
'ajuaam ou^as jj ua 'asvjf d^ a Djouod vj 'oavnovg *y Jod "Jia) aiuauíBauBJoduiaiuoa sepsp
onioa SBpBjapisuoa Jas uaqap saiJed ssXna X oduiai] p opgoqB Bisa pna B[ ua BAisajdxa
pBpmn Bjauíud B[ sa uoiaejo b[ anb aua^sos uamb 'oizaoj "^ unuiap oJisaF.ui ajisiqi p
jod Ep^p B[ sa SBpBuaaB sbui sauoioBzijaiaBJBa sb[ ap Bun 'oaiéojoaisd opn[ p apsa^
•ss X s^ "SBd '-jia -qo 'vavq X ni^ -g 'j^ •¡BaijBuiBJá p X oa;8o[O[ij
Eui^g p anb oun :uoijbjo ap soidaauoa sop jaaouoaaj aaajed aaiH.lg oidojd [^ (¿g)
•f9Z "3?d 'T^Í "PI (98)
n9-^ nts ojuatuiTAoni un uoo,, '[a ap
opi^es ueq ouioa sojjosou ua ua^iua sos^aA sns anb JaoBi| bjb&lt;í Bjaod ^
Baxa a| as anb ojai^juoa [a Bfa^^ad vuj^ij^ n\ ud viouapisa}j ap uoiobiij
-und b^ Bpoj ouioa B^Buas 'variHa\[ oiav^ a.xqos orpnjsa ns ua 'oSMoay
oayiMy #a[qB^ou ajuauíaB^napjBd aa^q as upiainjuí b^ ap p^ptnu
-ijuoo Bsa aaua^uBui aod aiuB^qBq \9 ua aanpoad as anb ojaqjuoa [a
'saoaA y 'aoaajo snua[ B^ anb sap^om soxdoad so^ aod Á 'soptuaisos
oaisij ozaanjsa un ap Á uoiouaiB Bun ap pBpqiqísodiut b^ aod 'opoi
aaqos 'pBpinupuoa ns ua Bioa 3A as afBnáua^ [ap [Baoduiaj pBpia^auq
B[ ua asaajaaA aapuajaad [B '[Buoxsuauíipii^nuí Á [Bqo[S 'Baii&gt;9[oaisd
uaBuii B-q ^SBaiistnSu^ Á SBaiSo[oisij 'sBaio[oaisd sapBpxsaaau aod
sopBuoiaipuoa Á uotain^ut B[ aod sop^iuaiao uB^sa sojsg 'soAtsaadxa
sos[nduit ap uoisaans Bun aSixa 'oSaBquia uis 'anb 'Buiaod osuajxa un
opoj aapuodsaa apand 'aaoa^ opB[Buas Bq ouioa 'BTaBqun uoiainiut
Bun y •soAisaadxa sospidtni sooba asaBjsajiuBui Ba^d aiaanbaa apand
Bturqn Bjsa sand 'C4BTaBnun uoiotniui o upiaBjuasaadaa,, uoo asaip
-unjuoo aqap ou anb 44otaBjiun OAisaadxa os[nduij?, * (¿8) (" * *J9IlIí^9
'aauípas^) 'aauíqasiaa^^) sb^sia ^á sauoiaiuxjap sb[ ap SBqaniu UB^undB
apuop Bia^q 'Biauasa ua 'sa anb Á 'voiSpjooisd upiov^o ubiub[[ saa
-ojnB souná[B anb o[ 'axaap sa ía^uB[qBq [ap oiaBjtun OAisaadxa os[nd
-uii [a sa 3A[anAua [buoj BanSij B[ anb O[ 'unuioa O[ ao^ *9"8
•uotaBao B[ aBaaaa
ap B[ uoiaunj Baxun ouioa aasod ou 'oaiuoj odnaS [a Bitraqap anb O[
ajuaui[BjuauiBpunj so onb 'Bsn^d B[ anb souiia tbá 'aauípaB^ ap upiaiu
-tjap B[ aBuiuiBxa [y 'uoiaBao ap soaquiatm o sa^aBd uoa aiaanao apns
ouistuí o[ anbaod ao[BA osBosa Xnuí auaij [Bna o[ 'ootuoj odna^ un
ap [^utj Á ozuaiuioa [a uoa 'a^uauíBAT^aadsaa 'puij ns ua A ozuaiuioa
ns ua aptauíoo aadmais upiaBao B[ anb sa opi^uas a^sa ua axaap Bpand
as anb oaiun O[ Bzín^) 'botuoj uoiaBziaajOBaBa Bun ap a[qisod sa ou
[BaijBuiBaS uoiaBao opBuxuiouap souioq anb O[ 'aiuatnSisuoa a(j
•BanStj Buisiui B[ ua SBjdtaasui sauoxaBao sop X^q 'BpunSas
B[ ua 'anb SBaiuaxtu '[BaijBuiBa uoiasao B[os Bun apuaadiuoo [buoj
Banij b[ 'Baauíiad B[ ua 'oSa^quia uig '(98)(saA3[j *y) *44Bpaarnbzi
B[ ap auatA zoa ns A || Bqaaaap B[ b bjubo afBuosaad [^,^ i (zaNa^f
MOi\[V}j Mvnf) *44SBfuBaBU SBpxSoasa sop pxaaajo am || 'Bja^ap Bsoao[[ ns
UOD (i :s^otsaadxa sa^uainSts sb[ (BiauapBa || BiauapBoiiuB :sBtuBa
sop) oaiuo^ Bmanbsa oiusnn un b uapuodsaa 'jsy #([buoi Bantj)
bdtuoj uoiaBao B[ A (BtuoupjnB ajuauíBa^aB^uis uoisaadxa) [Bai^BuiBaS
uoiaBao B[ aa^ua Biauapuodsaaaoo ap ^i[bj ^[ aBqoaduioo Basd [on

�Ahora bien, el impulso expresivo unitario no cabe con frecuen
cia en los moldes de la oración gramatical y recurre entonces a enca
denar éstas en serie, constituyendo lo que suele llamarse período.
Quizá en una primera etapa hipotética coincidieron impulso expre
sivo, figura tonal y oración gramatical, pero luego, como ha sido fre
cuente en otros aspectos del lenguaje, se separaron forma lingüística
y contenido psíquico. Y es precisamente este desajuste el que torna
inadecuadas, desde el punto de vista gramatical, todas aquellas defi
niciones que se basan en el contenido.
8.7.Hasta no hace mucho tiempo ha sido motivo de discusión
entre los lingüistas la determinación del lugar que corresponde a la
oración en el campo del lenguaje. El origen de la controversia se
halla en la afirmación de de Saussure de que "la oración pertenece
al habla no a la lengua"(89). Se orientan en una dirección análoga,
entre otros, Viggo Broendal y Alan Gardiner, aunque este último,
según ya dijimos, admite, en cierto modo, que la oración pertenece
también a la lengua, pues en todo acto del habla intervienen "hechos
de lengua" (palabras y esquemas gramaticales) (90). Parece evidente,
sin embargo, como señala Bohumil Trnka, que la oración posee un
valor lingüístico independiente del hecho individual del hablar (91).
El propio de Saussure, cuando quiere aclarar el concepto de lengua,
dice que puede dar una idea tolerable de ella una gramática y un
diccionario; pero es precisamente en la gramática, en la parte lla
mada sintaxis, donde hasta hoy se ha estudiado la oración. Nada hay
que impida considerar como unidades de lengua, almacenadas con
valor especial en la mente de los individuos, las estructuras oracio
nales. Ellas tienen en esencia, aunque funcionen en otro plano, la
misma naturaleza que las demás unidades lingüísticas (92). Además,
no hay que olvidar que lengua y habla no son sino dos aspectos de
una misma y única realidad: el lenguaje humano. La oración, "como
todo hecho lingüístico, pertenece a la lengua como estructura, como
forma ideal, y pertenece, en cambio, al habla, como realización, como
utilización concreta, individual, de una estructura ideal.. ."(93).
8.8.En síntesis, y sin pretender proporcionar una solución de
finitiva, que estimamos imposible en razón de la relatividad de los
resultados de toda investigación (8.1.), creemos que puede establecerse
lo siguiente:
1) Nuestro sentimiento de hablantes reconoce en el habla una
unidad expresiva, que los autores han caracterizado de diversas ma
neras, y que se conoce con el nombre de oración. Es una unidad
(89)Ferdinand de Saussure, Curso de Lingüística General, trad. de A. Alonso,
Buenos Aires, 1945, pág. 209.
(90)A. Gardiner, com. cit.; V. Briendal, Morfologi og Syntax, Copenhague, 1932.
(91)B. Trnka, en Actes du sixieme Congres International des Linguistes, Rapports
sur les questions théoriques et pratiques mises a l'ordre du jour, París, 1948, Question III,
págs. 19-30.
(92)Véase Luis Juan Piccardo, El concepto de "partes de la oración", Montevideo,
1952, pág. 15 y ss.
(93)Eugenio Coseriu, Sistema, norma y habla, ed. cit., pág. 49.
— 158 —

�— 6SI —
'(asnos uviinssnvs aifl ui) ((a8vn8uvj&gt;9 aifl /o auvjd aifl no sauipauios paavjd si aaua
•lúas aqj^ •uaqiouv o% uopiuifap ano uioif saiiva paivnns si fjasii ivatqo aifl ipiqon.
no auojd aifl 'auii% autos aifl iy 'sjoadsv aifl ifloq uodn siaqio jjps puv sjuatuoo
opumuas aifl uodn siaiflo 'ainianjjs jo nuof aifl uodn suoiiiuifap íiaifl asvq $ioifl.no
auiog •XjDjuaiuajdiuoo Ájjnnjmu aio puv sajüuv juauaffip luoif saqovoiddv Ajuo
aiv suoiiimfap snoiivci aqj^ ^pauiivia uajfo si sv ajqianpaui tou si uiaifl fo ^sow
jsSuoiuv Cíiusiuo8viuvn aifl imfl 'uaciacnoq 'scnoqs (dais ajqvsuadsipui puv snomaid
o 'AjjvaiSoiopoqidiu 'si ipiqcn) suoifiui]ap podiouiid aifl ¡o uopvuituvxa uy
'ajqv3{jviuai si
'toadsai stqi ui tno paiuva uaaq aavq ipiqcn sidiuanv fo Ajijuvnb snowioua aifl
puv uopsanb ui AioSaivo aifl auifap o% aiisap aifl pasnvo 'Ajjvinivu 'iovf aqj^
•aSvnSuvj fo Apms aiuoiqauAs aifl lof luiod Supivis o aouaiuas aifl 8ui
-japisuoa i paaiüv aavq sisiioaifl aSvnSuvj isoiu 'ipjoqtunjj uoa 'j aouis
3DM3ÍIM3S,, 30 IdSDMOD 3HI

AHV^M1S

•p^ptun Bi^oajjsa ua Bp as opoj apuop na ojajauoa
as^q B^ ajqos ua^nJisuoa as anb 'sauoiaBzqBinjoj ap sodij soiuijsip
ajuaraa^dinis ua^n^Tisuoa BaiSo^oatsd uoiaBJo bj á Baiupj uoiaBJO b^
'paijBuiBJ uoiaBJo B^ anb 'oSjBqtna ms 'asjBpiA^o aqap o^[ (¿
' i'Z'S) ^oijobjuis Biinou
-oin^ b^ ap sajxini^ so^ ap 4opo^ ajqos '^ SBnSua^ SBS^aAip sb\ ap
-aBjuts oduiBa ^p jo^Btu o^uaitaiaouoa un aauaiqo ap jbjbjj '
-sipui oíAajd osBd omoa '^ 'SB^a aajua sauoiaBpj sb[ aaaa^qsjsa Baas
^juauíBpunj BajBi ng 'BJopBzqBioi pBpiun B| ap OAijiuiiad ouB^d p
JBa^ BJBd Bjsxn9ui^ \o ainSas aqap anb ouituBa p sa BaiSopaisd B[ b
X Baiupj uoiaBao B[ b paxjBuiBjS uoxaBao B^ ap asjBjuoraa^ (9
•ofooisd upionuo uBmuiouap sounSp anb 'ajUB^Bq pp oiJBjxun oais
-aadxa ospduii p aqiaasui Baraoj uppBJO b^ 'unuioa o^ ao^ (^
*('S'8) pauBtuBaS uop^ao tb\ uoa
aaduiais appuioa ou anb oaad 'vcnupf upiovio asaBuiB[[ apand anb b^ b
'puoj BanSij v\ 'aoiaadns uapao ap Baiuoj pspiun Bun aisxx^ (f
'(**8) IdoiimwojS umonio ap aaqmou p asaBAaasaa aqap B[p
Ba^^ 'BapaBjuis BiuiouojnB uoa uoisaadxa b^ sa osanasip pp onurjuoa
p ua Bppouoaaa aas ap z^dsa puiaoj p^pxun Baauíiad w^ (g
BjaoSajBa Bun ap ojuairapa^qBjsa p BaBd Bppasd ap oiund p
'aiuauíBiaBsaaau 'opunSas p aas aqap so^p aQ 'oaiuoj ojoadsB X Buiaoj
'oAijBaijiuSis opiuajuoa ^so^uauíap ap sasBp saai ajuauípjuauíBpunj
uauaiAaaiui puop^ao BjaoSajsa u\ ap uopBanStjuoa B[ u^ (^

*(T8) tJ
-qo&gt;? ouioo Bptuijap a^uauíBjaiaisa Baunu oaad 'B^aasap uaiquiBj
ua X 'Bppouoo a^uauíp^TA aas apand anb 'BpBjaaBjupra X f

�and other times on the plañe of "speech" (understood as linguistic activity, or as
simple impulse to expression, etc.).
Nevertheless, in practice, considering real facts, the coincidences amongst the
authors are much greater than might be expected. This shows the existence of an
"a priori": an intuitive knowledge about the category in question. And so it is
explained that, frequently, the authors bend and stretch the limits of their own
definitions so that they may include certain expressions which a strict application
of their criterio would leave out. Let us recall, for instance, the over worked device
of ellipsis.
The difficulty arises because intuition apprehends reality iñ all the multiplicity of its aspects and relations, while the scientific observer attempts to endose it
from only one plañe. It seems that all that the sentence is, as a unity in the expressive
process, can be vitally known, and partly described, but never strictly defined.
The definition is here a methodological tool, a step towards something whose
whole essence will be beyond our possibilities of establishing the limits, due also
to the fact that 'every piece of research has only a relative stability'.
In the configuration of the sentence-category, three kinds of elements are
fundamentally considered: form, significant contents and phonic aspect. From them,
the first must necessarily be the starting point for the establishment of a grammatical category. Of course, this does not mean in any case that the form must
be the only aspect that should draw the attention of the linguist. The view wich
overlooks the meaning and physical substance that expresses it would be a partial
one. To rise, then, from the form to the contents and the phonic aspect, and to
descend again with new knowledge to the former plañe, that of the totalizing unity,
is, we believe, the way which should be taken.
Now, the first formal unity capable of being recognized in the flow of speech
is the expression with syntactic autonomy. The expressions with the possibility
of syntactic autonomy move between two opposite extremes. In one of them we
find the word, i. e. the smallest phonic unit capable of forming a linguistic act;
in the other, the syntagme made up by subject and predícate. The latter construction represents the máximum possibilities of solidary grouping, but any other type
of syntagme is also capable, in given situations, of enjoying syntactic autonomy.
Of course, the extremely complex and ever changing reality of language will
never allow us to grasp it wholly, and the consideration of concrete speech will
often surprise us with its problems. For instance, it is well known that the limits
between the parataxis and the hypotaxis are often uncertain, and this presupposes,
of course, a difficulty to limit the sentence. The existence of these borderline áreas
is frequent and is due, fundamentally, to the instability of every synchronic state
of a language.
From the phonic point of view, we may also recognize a higher unity, the
tonal pattern, and this we may cali a phonic sentence, but that does not always
coincide with the grammatical sentence. Generally, the phonic sentence frames the
unitary expressive impulse: that which some scholars cali a pyschological sentence.
We must not forget, however, that the grammatical sentence, the phonic sent
ence and the psychological senten^e constitute simply different types of formalizatton, which are constructed upon the basis of concrete speech-activity, in which all
these aspects are in cióse unity.

— 160 -

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3389">
                <text>El concepto de Oraciónpdf</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3390">
                <text>PICCARDO, Luis Juan </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3391">
                <text>Revista de la Facultad de Humanidades y Ciencias /Universidad de la República. Montevideo : FHC, UR , Diciembre 1954, Nº 13 : p. 131-160</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3392">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3393">
                <text>1954</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3394">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="42">
            <name>Format</name>
            <description>The file format, physical medium, or dimensions of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3395">
                <text>Publicación Períódica</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3396">
                <text>Español</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </item>
  <item itemId="306" public="1" featured="0">
    <fileContainer>
      <file fileId="537">
        <src>http://humanidades-digitales.fhuce.edu.uy/files/original/02f89833f3f12f82e2e382a486b0352f.PDF</src>
        <authentication>3cf513386b501c0a8131ec3cd918c4b0</authentication>
        <elementSetContainer>
          <elementSet elementSetId="5">
            <name>PDF Text</name>
            <description/>
            <elementContainer>
              <element elementId="52">
                <name>Text</name>
                <description/>
                <elementTextContainer>
                  <elementText elementTextId="3397">
                    <text>II

— 191 —
ajdraais p ua ainS eou anb BupBijy ap O[iq p ou ojad 'o[p BJBd bijbs
-909U BJ3J3UO3 UO19BUIJOJUI 9p Oíhj [3 SOUIBJJB[[Bq I[[y '3J3 'SBIJBJÍáoiq
-ojnB 'sBijomara 'soiJBip so[ o8an[ A ^Bjpisuoa A uopBjuapo ap sbdiSo^
SdJUdnj SB[ 4BUn{B Bpnp UIS 'SOAtqaJB 8O[ UBIJ98 '*0J9 48B9IUB9pq SBJJ
-anS sb[ 'BUBisrud-oouBij B^Jan^ bj 'Baoda B| ap oaiuiouoaa cqpjJBsap
p 'sapuopBUJaim sanopspj sb^ uBjanj BJBsaja^uí sou anb o\ ig
•JBjuaiui b souiba anb o\ ppos-oainbisd jaia^a^a ap
Batjoisiq nopBiaadjaiui ap ofBqBJti un 'sand 'sg 'paoui pBpqB^uaui b^
ajqos 'jiaap ea 'oApafqns sbui odui^a un ajqos ouis 'epn^B eouJBisajd b
uBjpuaA SOJ9J9UO9 eappos sosaans so^jap eaaaA b anbunB '('aja 'saj
-Bjqim o eoaiijpd sosaans 'sBqaaj) sa^qpsou^oa o soppouoa ajuara
-Bjaapad sojajauoa o soAij^fqo soqaaq aaqos 'sand 'souiEnjas o^[

•(tI6T-0^8T) op
-oxaad opBuiraaajap uaiq un ap ojjuap ppos Bdsa BpBuiraaajap Bun
ap pjtora jijuas p A JBSuad p ajqos o^BSua un sa :o^p opoj Baqdrai
'oájBqraa uis '^ "aja 'soatuiouoaa 'sappos 'soaijipd SBraa^qojd ajqos
of^qBJj sa ou :apap sa íBijojsiq B[ ap sajuaijjoa o SBais^p sauop
-daauoa sb^ ap ojjuap opBzipaj ofBqBJj un sa ou oXssua ojjsan^[
•ofBqBjj ojjsanu ap
ap jajaBJBa p ajqos op ojamijd jpap a^qtpupsajdrai sa ojp bjb^
•opBsn soraaq anb sajuanj sb^ ap boijijo B[ ua opin^as opojaui p ajqo^
o^p jpap b uaiqiuBj oraoa tsb 'sBAijBatjtjsnf A SBAtjBaqdxa SBjqBpd
sBunSp jpap b BÍoqqo sou Baoda sun ap ofa^jaj oraoa BpAou bj ap
osn ajsg 'f\6X b 0¿8T 9P ba 9n^ pojjad [ap BatjsqaAou B[ ap 'ajuara
-BjaBxa ÍXX IaP soidpupd A XIX I^ÍS T9P B^psj[3Aou B[ ap 'ajuanj
ouioa 'ojuairaBqaaAOjdB A BJnjaa[ B[ ua 'ajJBd BqdiuB ua 'opBSBq Bjsa
uoiaanpojjuí Bj~a ap uoiaBnuxjuoa b asjaa[ b ba anb ofBqBJj [g

oooioha
'OJ3uio}j smq fso[ uosafoud ja uod
'smouai^ A. sapDpiumunfj ap pvjjnavj vj ap vum
'l"3 l aP Bf^oisijj ap otjüuttuag ja vuvd opvzjjvax

SBip9UI S9Sep SB[ 9p JBJOttl
VDSIA SO1^VD

�intrincado terreno psico-moral, que en nuestro caso es el de las clases
medias. Para nuestro planteo los valores quedan invertidos. No son
los archivos en donde debemos buscar nuestros datos, ya que allí
poco o nada útil encontraríamos que reflejara luz sobre la mentali
dad de nuestro sujeto. Sólo nos restan, por lo tanto, las memorias y
la novela como espejos en donde echar nuestra mirada escrutadora.
Dejemos —por ahora— a un lado, la primera posibilidad, las memo
rias, que sin duda están fuera de discusión, para detenernos a exami
nar la validez de cierta novelística como documento o fuente de
conocimiento para una posible interpretación de una de las polifacé
ticas caras de la historia, esto es, de una parte de ese complejo pasado
político-social-cultural que denominamos historia.
No somos los primeros —claro está— que intentamos el uso de
las obras de la fantasía para intentar aprehender ciertas formas del
pasado, ni ellas son valederas sólo para nuestro período. Nadie
ignora ni niega el valor que tiene el uso que de la épica y del teatro
griego se ha hecho, para el estudio del espíritu de su época. Basta
citar los nombres de Burckardt, Rodhe y Jaeger; los tres, en sus
respectivas obras sobre la cultura y el espíritu griego, han utilizado al
máximo las fuentes literarias. Refleja Homero, como es sabido, los
ideales de la vida noble y guerrera de la civilización griega primitiva,
para no referirnos más que a un punto (dejando de lado su valor
informativo sobre la economía, costumbres, justicia, etc.), tanto como
Hesíodo refleja las formas de la vida rústica o agraria, etc. Sin ellos,
así como sin el teatro, nuestro conocimiento de su moral, tanto como
las instituciones o la religión, quedaría trunco, por no decir nulo,
pues de hecho no tenemos otras fuentes más exactas que estas.
No interesa extenderse sobre ello. Lo que expresamos sobre la
literatura griega vale también para la medieval. Si queremos estudiar
los orígenes del feudalismo, la guerra de los cien años, el renacimiento
de las ciudades y el comercio, es evidente que los datos de afirmación
sólo hemos de hallarlos en los abundantes archivos o fondos docu
mentales de Europa. Pero si queremos hallar las expresiones del sen
timiento caballeresco, de la cortesía o del amor, o de su espíritu gue
rrero, los "fableaux", la lírica provenzal, las canciones de gesta, son
por sí solos capaces de darnos las respuestas a nuestras interrogantes.
Junto a ellas, las crónicas, pero nunca las listas de los bienes feuda
les o eclesiásticos, las colecciones de fueros, los documentos diversos,
jurídicos o económicos. Podremos, sí, hallar en los archivos docu
mentos útiles para el estudio de los ejemplos puestos, pero serán sin
duda del carácter del tipo literario ya visto. Gustavo Cohén, en su
estudio de la caballería feudal, usó, como elemento esencial para el
estudio de sus caracteres, la obra literaria de Chrétien de Troyes,
llamado por él "un grand romancier d'amour et aventure au XIIe.
siécle" (Bibliographie, págs. 7/8. Richard Masse. Paris, 1949). Efecti
vamente, las obras de Chrétien de Troyes expresan los ideales a que
ya nos hemos referido, tanto como pudieran hacerlo las crónicas
mismas.
— 162 —

�— S91 —
ap sajsapi a so^uaiimiuas ap sbuijoj SBjjap uaiqiuBi Bsajdxa ojuBna
na jBAaipaui X BnáijuB Baida bj anb jo[ba ouisitu ja auap X ajBAinba
opouad ojjsanu ap b[3aou bj 'oiubj oj jo^ "sopjanaaj ap ojqij jamb
-jBna ap ^a ouioa ojapBpjaA X j^aj ubi sa uajqnasap sojja anb opunuí
ja 'uoiobuiSbiui 'soqaaq sns X sajsaj uos ou saÍBuosjad sns uaiq is
'XIX V&gt;\S I3P BjaAou bj opora jBnái 3q •MOSXHaao^ souBuuaq so[ o
iMOiaaotQ uoa sajuB soub QS BJB(i ojjaaBq Búas ouioa 'asua^BjdoiJ
ouisaduiBo jap uotdbuijojui ap ajuanj ouioa ojJBsn ojapajBA ub^ 'oiubj o[
jod 's^ -biubd X Bsa^dxa 'a^uáis ¡a anb o\ paj sa js oaad íoxjax^ ujijbj^
sa o^[ ¿asBp ns Bpoj ap b[ ou o uos '^piA ap sbuijo^ 'sajqmnjsoa
'sopquB sng? ¿as^p X Baoda ns ap píaos pBpipaj Bun ou
o Bsa^dxa? 'oi-iaisap p ^inq b opBqqo 'Bzjanj u\ jod opBpjua 'píaos
BaJBJaf un jod opmSasaad 'oiaijaij: aÍBuosjad 'o^^ai^^ uijjbj^[ 'opiaajaj
soiuaq sou soaauiijd so\ b anb bX 'oiui^^n ajsa b sououiBijua^y 'opBuoia
-uaiu oiupjn p oiuoa 'ppos o pniiaidsa pBpipa^ Bun 'sop^uB so^uu
-sip apsap uBsaadxa so^p sopoj 'oáaBquia uig 'oajai^ ujjjbj^[— aiainb
as is— sa o[ oaodiuBj X oaapBpjaA sa oaoduiBj pu^p^j X 'uppipBp
ap o oiJBja^i| pp ajuauiapuBxá a^aijip oaiaojsiq pi^ p í—oaaiMOjj
B^uid so| oiuoa souaiu p— 'soauauioq saoaaq so^ sapaj uos oaoduiBj
oaad 'sapaj soqaaq Bsajdxa ou BpAou tb\ anb ojaap s^ #ojsa souiBa^y
*OJ^sanu p o moa ofnqBJj un ua B^uana ua aauaj b sojuaiuap usiJas
SBiJomaui sb[ ops X 'Bapojsiq uopBiajdja^ui Bun^uiu B^p ua JBSBq
a^isodini Bijas 'sp so^ ou BpAou b^ ouioa (*aja 'SB^pjBq 'sosaans 'SBjop
•aauB) so)3Jauoa X soaipjjaA soqaaq sojnd ua Bjss^q as oaijo^siq jaa
-ouoa p ig #Bpmas ua soinajaA oiuoa 'o^a b auodo as Bp^u sand 'of^q
-bjj ojjsanu somaJBs^q anb sb[ ua X 'uBsajajui sou anb sb^ '3auoiuido
n sauopBpajds X sapBpipaj sBsa uos ^ 'a^a 'svisai^iaaiv^ un ap o
apuo^) un ap sb[ anb SBiaBxa X sBpnás sbui usas '*aja 'Masaj
'mvhS xod safBuosjad sns ap saABj^ b SBjsandxa sauop^ia
-ajdB sb[ anb ajqisod Xniu sa 'sBiuap O[ joj 'ajuanj ap odp ojjo jainb
-pna ouioa 'opojjad oj^sanu ap BapsipAou b[ o^ub^ J3[ba jaaBq ajqisod
sa 'o^a jo^ uojnB pp Baoda tb\ ap t4sapBpipaj,^ uos sopB^uaAui saf
-Buosjad so^ 'opBiJB^a[OJd pp BpiA B[ o 'puopipBjj BpBJaojsiJB B[ ap
mijjdsa opBzipjsixa pp o —sojjosou JB^dBa souiajBiuaiui anb o^ sa
anb— Bisan^jnq b^ ap BpiA ap sbiujoj X sapapi 'sojuaimijuas so^ ap ppp
-Bjoj B{ ap ofa^aj p BJBp sou X '*aia 'sajqunusoa 'sBi^opaisd 'sBiua^ ua
BaiJ 'Biaajjo 3[ as anb buisiui pBpipaj bj ua saaiBJ sns BJipunq anbxod
'B^sipaj asopuap^q X opuBzipjnjBu bji as BpAou B^ 'boijubuioj jas ap
BiABpoi JBfap uis 'sopBipaiu apsap ' (vumunfj vipatuo^) ns ua Booda ns
ap pBpapos B[ ap BpiA b^ aiuauia^uapsuoa BÍapaj 'Dvzivg un '
-UI^ uis 'pna ja ua opouad) 44oX^ jap uoisajdxa ap bj^aou
-ijub BaijuBiuoj BjaAou bj ap oaSodB ja sa ojiáis jap pBjiui BJauiijd
bj ig "BaiisijaAou bj ap oiusij^aj jb X XIX I^ÍS IB souianiáajj ^
•sajBjuaiuBjaBS sojiib soj ua osoiáijaj
nijjjdsa ja o ísojaajap X sapmjiA sns SBpoj uoa uBfajjaj as 'sBpnp b
jBiánj uis 'apuop ua 'ojjBaj ja opuBpiAjo Baunu ojad 'BJnjBja^ij bj ap
Bjanj ojja ajqos jBijajBiu oqaniu 'is 'jBjjBq soinapod joipdsa
X J^\x sol^ís SOI U9 sajiAOiu somsiui sojsa jbzijbub soiuajanb ig

�vida. Por lo mismo, al admitir el valor histórico de ésta obliga, por
lógica, a aceptar la de aquélla; negar una de las partes equivaldría a
negar ambas. Corresponde, sí, hacer un estricto y previo examen de la
novelística considerada como fuente, tal como lo haríamos con cual
quier otro tipo de documentación; es decir, corresponde comprobar
la veracidad, procedencia de información del autor, los fines que de
terminan su obra, etc. Comprobar por cotejo de varios autores la "reali
dad" de un hábito o costumbre o de una determinada forma de pen
sar. Y esto hemos intentado hacerlo en la forma más amplia posible,
como se verá a continuación. Cotejando no sólo las novelas entre sí,
sino las opiniones de un autor con memorias y autobiografías, hemos
hallado generalmente exactas coincidencias. Coincidencias que nos han
permitido, por lo tanto, apoyar simultáneamente una afirmación en
una o varias novelas y en el recuerdo o la opinión de un personaje
real de la época. Pero creemos que, aun en aquellos casos en que los
cotejos están hechos sobre novelas solas, tampoco puede negarse su
validez, si coinciden diversos autores independientes entre sí y fide
dignos, como no se negaría la validez de comparar memorias, cartas,
recuerdos, etc.
Por ello, cuando, por el examen de la obra y de un autor, hemos
llegado al convencimiento de su valor documental, no hemos vacilado
en usarlo como prueba única de una afirmación nuestra, casos relati
vamente escasos, ya que la abundancia de fuentes nos ha permitido,
las más de las veces, hacer nuestras afirmaciones con do3 o más tes
timonios. Todo ello nos lleva una vez más a afirmar el valor documen
tal de la novela del siglo XIX, siempre que su uso esté realizado de
acuerdo a aquellos principios hermenéuticos que hemos esbozado, y
que son los fundamentos en que se basa la ciencia histórica. Por lo
demás, negar validez a la opinión de un novelista por considerarla
parcial, no es razón valedera, en principio, ya que también pueden
ser —y lo son en la generalidad las memorias, recuerdos, etc.— en
sus opiniones, así como también suelen ser inexactos y hasta inven
tados esos hechos reales que nos cuentan, y cuyas causas pueden ser
múltiples y no nos interesa aquí analizar. Baste, en este sentido, recor
dar las famosas memorias del general napoleónico Marbot (Mémoires),
al cual se le ha probado, no ya inexactitudes o parcialidad de opinión,
sino la inexistencia de muchos de los hechos narrados. (Luis HalPHEN. Introduction á Vhistoire. - III, III, 24, Paris. 1946. P. U.)

I
EL COMPLEJO BURGUÉS
El período que nos disponemos a examinar (1870/1914) es el
momento de máximo apogeo de la burguesía. Período caracterizado
por la paz interna que, en general, gozaron los países europeos y que
tampoco se vio turbado por ninguna guerra que trabara su ya pujante
desarrollo. Gracias a ello pudo la burguesía llevar hasta sus últimas
— 164 —

�— S91 —
-aod ^©[Sis oipaui ap sbui aju^anp oppBqiuoa Bq anb B[ b 'asBp Bsa ap
BIDU9AIAJ9dnS B[ 9p JB^I8999U 9p Bq Sapna 8O[ BJBd X 'BpiA 9p Sapapi
sns o^an[ jBasnq ap Bq Bppanbiaua BisanSanq B[ apuop na 'biusiiu
Bza^ou b[ ua ea anbaod 'BqBOipuiApa anb sappos-oapipd soAijaf
-qo so[ opBa8o[ jaq^q sbjj 'Baopaua^sos o Baosuapp pij sbui ns 'ezrab
'sa B[p oiJBjjuoa p ao&lt;j 'ppos as^p oraoa Bjp ap uopiaBdssap B[
Bjaietnb BisanSanq B[ anb sotuBiuaip ou 'sadoana BpBJaojsuB B[ ap
soiSa[iAiad 8&lt;q b aiuaaj —a^qpnastpui bX oqaaq— 6t4gp p 5¿^^ pp ba
anb opp p ajuBJiip 'ajuBuuuop asBp ouioa asaauodiui jod X soaiijpd
soqaa^ap sns ap 'opoj aaqos 'ojuairapouoaaj p aod oqanj BisanSanq b[
anb ap Bsiuiaad b^ jBuuiíp ^y qBJOui ns ap sojaadsB sojaap ap uois
-uajduioa jopa^sod bj BJBd ssajajui o^p sand 'BpBaaojsiJB b^ X BisanS
-jnq b^ aaiua Bqan^ B[ aaqos SBaqBpd SBunSp somaiaaauoa 'SBipaui
sas^p sb[ ap paoui Banjana^sa B^ ap sisipuB p JBJjua ap sa^uy
"opBaoAoad BtqBq anb sauopBinm sb[ ap Bjaaaip Bpuana
-asuoa ouioa oppuBaaouasua 'BzuBfauías X uaBuix 'BpuaiuaAuoa ns b
Banjanaisa ns ua oppuBziuBSaoaa 'aoiaajuB o[Sis [ap sauíj B^SBq ajuaSiA
píaos Biuajsis on^uuB [a opoj opBqiaaap BaqBq uaiqiuBj anb ouis '^8^,,
[ap sojuaiiuiAoiu so[ B^SBq BsaauBJj uoian[OAaa B[ ap uba anb soia^uoia
-npAaa sojuaiiuiAoiu so[ sopoj opBzi[Baa X opBqan[ Bq sapna so[ aod
soqaaaap so[ ap B^smbuoa B[ opBa^o[ Bq o[os ou 'o^8l ^ Biasq JB^a[[
p anb 'opaaBq BaqBS uaiq ubj X 'tjos [a oÍBq aB^n^ ns ap BArquijap
B^sinbuoa B[ aod ojuauíeaauosaj aBqan[ ap Bq .'Btsan^anq B[ 'sBsiaaad
SBipaj ap a^d un a^p Ba^d (o¿8l/68¿l) [^í8 ^n ap Baaaa a^u^anQ
'JJPYX l^í8 PP sajuBziiBaoojsiaB X SBjnpsqB SBjnbaBuoui sb[ ap 'a^uaSiA
BjABpoj oaad 'oanpBD opuniu p ua uoiaBuipaoqns ap upiaBnjis ns ap
Biauanaasuoa ouioa ttapand Bp^u anb oaad sa o[ opoj^^ anb aqBs anb
4asBp ap Biauaiauoa spiuijap uaiq Bun uoa 'oadoana o^iquiB [a opo^
ua BpBppora ajuaui[Bjoj souiB[pq B[ I[ItVX I^Í8 PP os^ao p u^
•BpiA ap sapapi soidoad sns b SBiaBajuoa aas UBiaaaBd
anb sauoiaBaídsB B[[anbB ua uiib 'asB[o ap X paoui Banjanajsa Baidij ns
oanjnj ns ua X ojeiparaui ap uaunuaajap anb sb[ 'píaos X oaiaojsiq
oidiouiad ns apsap 'u^aas 8B[ja 'BpiA ap SBAanu SBiuaoj SBjsa b asa^S
-aajua [B 'oaa^ *aapuaadiua b SBAanu BpiA ap SBiuaoj s^aiun sb[ u^aas
'sandsap 'Biajsnpui B[ X 'oaaiuiad 'oíaaauíoa p B[[a ap oajuaQ 'Bqa[ X
oaa[a 'Bza¡qou ap Baipjsa uoiaBziuB^ao ns ua op^anjanaisa a^uauíBiaaj
-aad BiaaaBtl anb opuniu un ua 'BpBuipaoqns uopBnjis ns b a^d^asa u^q
-Biuaiui anb so[[anbs Ba^d pBpi[iqisod BDiun B[ Baas O[paaBsap oXna
oaad '^aoip BjsBq saiuaidiaui issa 'oíaaaiuoa p X Biajsnpui B[ :asaBo
-ipap BqBjuajuí B[p anb b BpiA ap SBmaoj sb[ aod a^ua^sixa p^paiaos
B[ ap ua^aBiu p ojubí un —oidpuiad p— BiatAiA so[
B[ ap so[^is souirqn so[ ap aaaaoa p ua BpB[[oaaBsap X
•asB[a oinoa ojuaiiuiaBU o sauaSiao sns apsap 'piaos-oainbisd biuiouosij
aBqnaad ns Buiíuaajap anb 'aiuaAaod ns ap ojuniaj ap B^a^a 'Batuiouoaa
pBpiaBdBa ns ap uij X uoiaunj ua Baiuaaj ns X Biaisnpui B[ ap o[[oaaB
-sap p :apap s^ *uopaB ap SBzaanj SBidoad sns ua bzubijuod X otusiiuij
-do opunjoad un ua BpBXodB 'asB[a ap sapBpi[iqisod sns SBiauanaasuoa

�que ella misma querrá ennoblecerse a medida que sus posibilidades se
lo permitan. De ello nos ocuparemos en su capítulo respectivo.
Desde 1870/1914, la burguesía actuará como clase dominante, en
forma indiscutida, y han de ser necesarias las consecuencias de la
explosión de la guerra de 1914/1918, para que el mundo y los valores
por ella creados entren en crisis.
De esta burguesía triunfante nosotros hemos de estudiar solamente
las llamadas "CLASES MEDIAS", y nótese que décimo clases medias,
y no clase media. "Clases" porque entre el proletariado de donde
nacen o salen los componentes de las clases medias y la gran burgue
sía —esta última sí clase única, caracterizada por una fuerte posición
económica que la uniformiza en todas sus posibilidades, y por lo tanto
en sus formas e ideales de vida— no existe una capa social única, sino
una serie de capas económicas superpuestas que determinan sus posi
bilidades de realización y, por lo tanto, de su posición social y "modus
vivendi", aunque unidas todas por una serie de ideales comunes. Junto
a estas capas (pequeños comerciantes, industriales, empleados, buró
cratas, etc.), también existe una clase social compuesta por pequeños
profesionales, médicos, abogados, ingenieros, etc., e inclusive intelec
tuales, que si por su educación podrían considerarse como grupo
aparte, no lo son por sus posibilidades económicas, pues hemos de
considerar siempre como hecho fundamental esta posición económica
como la regla que determina el paso de una clase a otra, es decir del
proletariado a las diversas clases medias y de éstas a la gran burgue
sía. Ni o por su mentalidad, segundo hecho fundamental; pues, cada
uno de los tres grandes grupos que venimos esbozando se caracteriza
por una unidad mental propia; y este grupo de la clase media que
llamaremos ilustrada, comparte todos o casi todos aquellos ideales
de vida que forman la estructura moral de las clases medias, aun en
aquellos aspectos más materialistas; aun cuando es posible señalar en
ella una mayor fineza y a veces idealidad en la apreciación de sus
comunes ideales de vida. Estos ideales y este "modus vivendi" deter
minan su peculiar estructura moral, es decir, su manera de sentir y
pensar.
Trazaremos —ahora— los rasgos generales y fundamentales que
forman la estructura moral de las clases medias o pequeña burguesía.
Examinemos primero el carácter positivista de toda su estructura
moral. Su moral es de carácter esencialmente normativo y sólo vale
dero en cuanto valga como conducta positiva para la vida, tal como
se expresa en un discurso pronunciado en la Cámara francesa en el
año 1903 por M. Combes: "en este momento consideramos las ideas
morales tal como las ofrecen las iglesias a modo de ideas necesarias.
Yo, por mi parte, me hago difícilmente a la idea de una sociedad
contemporánea compuesta de filósofos parecidos al Sr. Allard, a quien
su educación primaria sería suficiente garantía contra los peligros de
la vida". A este extracto citado por Sorel, éste puntualiza: "Combes
no es hombre de tener ideas personales, él reproducía una opinión
— 166 —

�— ¿91 —
'AI 'l 'SBiaidraoo SBjqo 'Sf-61 'bJTV 'H 'opuninjaiui *pg 'S8 *8Bd
'IIX 'dBD '9i&lt;{vitvi 9p ínbiuviu j^[ '^Banejodinajuo^ buojsju,, '('V) a^wvag (9)
pppjppí
BUBdsg eg *pg -193 '8Bd '901 'SBJBd 'AIXX 'dBD '"toiísnf 07 'Cu) naDüadg (S)
*IO6I 'PÍJPBI\[ "p^nBj^; -pg -89 X z/\f "sSBd 'jj -dBg ít--&gt;BJqB¡Bd bj
ap JBjndod opijuas ja ua opcjuoq ajquioq Buins na 'aiUBJapiui bjsijbjoui,, —a^usppB
8?W— "\&lt;*3]a 'pBpi[Ea b¡ X osad ¡a ua jbub8u3 ^saiuainSis soidiauíjd so[ jod Bq^ujaqoS
as 'sajopBjdmoa sns b ajqa^ jod oib8 jBp ua bjjs^suoj pBp^iqcq apnBjS ns X {iq^q
Xnm Jod cqBindaJ a[ as 'soiaoSan so[ aiuaniB^aajaad bijouoo 'opBjnpo jcui 'opnj ajquiojj
*soubj8 na a^uBiajamoa BJa ajped ij\[,, •soiojjdns soj 9p -uipjüf ^g '('O) nv3HHij\[ (f)
•ajnapiaDO ap BjsiAag -pg "9gp -8Bd 'nxX 'dBD "^68T 'VV un aP biiojsijj '(3a -y) vOH3aDig
"S^ól '83JJV a ^BpBsog ^x SBd 'IIAXX dBD '^^^^a aP vl '(a) spaivo z^aaj ()
•pijsn/ 07 'Cu) H33V3dg -f Svá. '-p; '-pi (^)
'6161 '8;jB
s8Bd 'n\ "dBg -aaua/oiíi d¡ ins suojx^jf'd^ '(*O) laaog (1)
•(9) o^nuiisip ^ [bidos Á^i ap tsbd BiauaSiA uaiquiBj Bp ojp
jod ^ 'B^dumo so^ ou anbune 'soxdxoui^d soisa ap BiauaJ^iA bj opueui
-Bpoad Bxaauís Xnuí Á Xnin oduiaij ouisitu ^ sa 'Boipsap as pepi^aa
bj sbjj anbunB 'osoiana oqaaq '^ í (5) í4sa^uaaBdB sasa^a^ui sns jod
jBiná ^fap as sajqmoq so^ ap oipaui ouiuuaj ¡a anb bxujtjb anb v\
omoa Bxn^as ubj Bun^um átb\\ ou 'BUBUinq Bjanpuoa B^ b saiuaiuaaauoa
—aa3M3d buijijb— sauoiaisodojd sb^ SBpoj aQ,, 'Bianpuoa ap Bajn^
B^ax ns dxduiais sa saxojuí p sand 'uB^uodmi o[ as sasaxa^ui sns op
-uBna B^p ¡b sofo sns BjBxxaa oxad 'pBpiuxajBxj b^ a^uauíBJaauís bjbuibp
-OJ^ * (p) |bxoui pBpijsanoq ns 'ojp Anua, 'ojp jbuijijb ap Bq omsiui
o^ xod A 'sopoáau sojsauoqsap sbui so[ b 'so^dnxasa uis saaaA SBqanuí
'BXBOipap as Bj^p sbjj A pBpijsauoq b^ ap soidpuixd so^ BJBUiBpox^
•UBíouoduit o^ as SBpuaiuaAuoa sns opu^na sb[
-jpapBjjuoa BJipaduii 9\ ou pp ns ap ouisipax p anb oxad 'BaijaBjd
uozbj ap oaoduiBj uBjaaajBD ou anb '*aja 'pBpiJBD 4aj '—souiaxaA o^an^
anb— sapjoui saxopA ap ai jas bjjo BJB[pjJBsap B^p b ojunf ^ í(g) Bp
•uapuoa ap ojuaiuiijuas ouioa ojubj 4Bjanpuoa ap buijou ouioo pBpiu
-áip B[ A pjoui b^ ap opijuas oxajsnB un ua sopBjaxauoa 'sop^axa B|p
joá SBuiáop so^ uanbBjB anb soidpuud o BpiA ap sbuijoj SB|[anbB SBp
-oj opuBZBqaaj 'sopinfaxd A souisipuopuaAuoa ap ojpBnaax opiájj un
ua Bpsjjaaua 'afqixafjuí Bppoui Bjsan^jnq b^ anb pjoiu Bun ^bjj
•(^) BinbjBUB ns ap apjoq p BjJB^[Bq as pBpapos b^ sapna sb^
uis 'sappos sauopB[aj sb^ ap BJop^páaj ubjS b^ oiuoa 'ppos p^pisao
-au Bun ouioa Biuodiui as —jop^ápiAip oatdjj ns aaDN3dg "jj ua ojuaui
-ora ajsa ua auaij anb— Bjanpuoa ap buijou oraoa jBJora bj oxaj
•aSJBAijap uBiaaj^d B^a ap
anb sappos-oaimouoaa sapBpqiqísod sb^ ap uopspajdB paj Anuí Bun
jod opsppdsax Bjsa '^puaAiA BpnáB sbui ap opoixad ns ua Bja anb
X pjuaiuijuas X ojoBJjsqB jo^ba jaaaj^d p '^ppi^^j,, b[ ap ojuairaij
-uas p une íoappaj jopA ap sojdaauoa Baunu X Bjsiparaui pBpqBax
B^ ua sopBzipax xas ap saasdBa 'jiaap sa 'soaijob sojdaauoa B^p BJBd
uos t#aja '^osaxSoj^,, 'tppijsnjf?, \ta9ílaG,, I9P ojuairapuas p isy
-BpiA ap sauopszipaj sns Buirajajap
anb X 'BjjnpiqBS ns ap JBpd jaraijd 'oaijaBjd njijjdsa ns b ajuauíBj
-DBxa apuodsajjoa 'pjaua^ ua Bjsanáxnq bj ap X SBipara sasBp sb^ ap
[BJora B[ ap ttpuopunj?^ opijuas ajs^ • (\) Mopunra ns ua ajuaijjoa

�Y así, nos hallamos frente a la primera contradicción en que incu
rren las clases medias, de las tres contradicciones en que está sumido
todo el complejo burgués; el choque entre ciertos ideales que propug
nan sinceramente y la realidad de su "ser económico-materialista", que
tras ella le impone su negación. Porque en este materialismo econó
mico se hunde en parte su ideal de la felicidad, consistente —sin pasar
por ahora de su afirmación— en la idea de su ascenso de clase, con
todas sus posibilidades de lujo, confort, viajes, etc. (formas de vida
de la gran burguesía y la aristocracia), cuyo ascenso se realizaría me
diante un paulatino fortalecimiento económico.
Anhelos que no podrán cubrir y disimular el desprecio que hacia
estas clases sienten ciertos pequeño burgueses, o nuevos ricos (7),
pero que ellos o su inmediata generación también realizará de ser
posible; pues no se sentirán capaces, a pesar de todo, de ignorarlas,
por la atracción que estas formas de vida ejercían sobre la pequeña
burguesía, unida múltiples veces a un sentimiento muy próximo al
que llamamos sentimiento de inferioridad, en este caso sentimiento
de inferioridad social; formas de vida, la de la gran burguesía y la
aristocracia, que en el fondo la pequeña burguesía siente extraña a
su propia realidad social y tradición. Y de aquí la segunda contra
dicción de las clases medias: se afana por llegar y entrar en aquel
mundo que adivina y envidia, y que sin embargo repudia por su
carácter superficial, muchas veces parasitario y escéptico; indiferente
a las ideas de "Progreso", "Deber", "Justicia", etc., que forman las
piedras angulares de las clases medias; aferrado a una tradición sin
vida (8), despreciadora de la pequeña burguesía por su materialidad
y afanes, sin comprender ambas que ellas son también o responden
a ideales diferentes, formados y sostenidos por una tradición de siglos
o generaciones. Así la pequeña burguesía en ascenso se va a hallar en
la disyuntiva de renunciar a sus sueños o de renegar de su propia
tradición, es decir, de aquellos principios ya enunciados, y de su sen
tido práctico, para realizar las formas de vida de la gran burguesía,
como lo habrá de hacer por lo general, ya que le será en los más de
los casos imposible unir ambos ideales de vida.
Hemos afirmado que la realidad, desde los principios y a través
de los siglos, del existir de la pequeña burguesía, es la que determina
su peculiar "forma mentis", caracterizada por una concepción posi
tivista y materialista de la vida, fundamentada en el desarrollo de los
valores económicos y encerrada en rígidas formas externas (conven
cionalismos, prejuicios y el sentimiento de la dignidad). Obligada por
sus propias aspiraciones a encerrarse dentro de esta rígida coraza,
queda como consecuencia lógica cegada e imposibilitada para las for
mas y realizaciones del espíritu, formas ideales de vida; o a vivirlas

(7)Pérez Caldos (B.), La loca de la casa. Act. 1, esc. VII, págs. 1667/8. Ed. Aguilar.
Obras completas, t. V. Madrid, 1942.
(8)Chejov (A. P.), El jardín de los cerezos. Act. II, pág. 415 y ss. Ed. Sudamericana.
Teatro completo. B. Aires, 1950. Witte (Conde), Memorias. T. I, cap. I, pág. 21. Ed.
Calleja. Madrid, 1921.
— 168 —

�— 691 —
•s^6i '8&gt;-v *a
•Bj^iujn^) Bq "pg -Q '^ed 'j^ 'dc^ ^ip.qj ?&lt;*/ aP JJanui 07 '(-q) AOX91OJ, (n)
"S6 '8Bd 'X *dBD 'II "X &lt;a/' '(aPu0D) 3J-"^. (01)
"6^61 'V "3 "P3 ^I¿ '8Bd 'AX *dBD 'osuvyt 2^ 13 'Oa) s^aiv^ zanag (6)
•y *g •SBj3{dnioD sexqQ •BUB.iíj^my -pg *^/8l 's8?d 'fon^isap oiuoiutijoj^ '(*g #f)) MVHg
'¿^^l 'BJBId BT "oniquio^o^ -pg q/o¿ *'PÍ ''PJ l-^/ZV 's8Bd 'AI &gt;dBD 'ooiuiapnao un ap uauix^a
13 'CV) a^uviig "ip 'P3 #8S X gl '^^d 'jjj ^j^y -vjomv^ vq '(-j *y) AoraH^ (s;q8)
-aui b^ ua o^BJnSasB na Bjrjsisuoa BtsanSjnq Buanbad B[ ap
uoiaisod B| 'opBjunidj Bq ouisiJBjuauíBjaBd [a apuop ua J^y "ouisi^ubj
-apota jap uotaisuBJj B[ BiaBq asaejuaiJO b uaiquiej uba otnsqiqtu \ts
jotua} ^a aod SBpBaoi 'sBipaui sasBp sb[ 'oiBipatuut ap eoraaaaA otaoa
sand 'jtBaaSBxa ou oiJBsaaau sa oja^ '(n) oiJBuoian[OAaj opi^uas
aj Bun aod BpBuiinop B|pq as anb X 'Bdoan^ ap ojsaj ja ua otaoa
'otJBjuauíBjaBd orasqBuotanjijsuoa ja opBjuniJj Bq ou une apuop ua
'Bisn^j ua o^[a jo^ "oaituouoaa a^uauíBiaijjsa jajaBjBa ap 'jBuoianip
-suoa oiJBjuauiB[JBd Btuajsis un 'souiaA otuo^) "(oí) 8PIíHDlIJso^ aP
asBp a^uajod Bun ua [B^idBa ^ap upiaaajip B[ uoa uBqBuos X • • #saná
-jnq odij ^ap [Buoianjtisuoa BtnbjBuotu Bun ua sofo so^ sojsand uBjuaj
'soaid so^ 'sa^BtJisnput a saiuBiaaatuoa scq,, :$wij.owaj^^ ns ua axxi^
apuo;3 ^a aod Bqaaq uoiaBuiai^B B[ unáas '(061) noianjOAa^ BJauíiad
bj a^uBanp Bsnj Bisanáanq bj ap os^a ja jbj^ *ojáoj ns b uBjid
-sb 'Bjstxa ou apuop ua X 'oaiiBjaotuap njijudsa ap sotJBjuauíBjjBd
-sajBuotannisuoa soidiauíjd soj ap SB-iosuajap sajaij sbiu sbj jas
ap uBq ojubj u^ 'Bpjainbzt ap sajuatJJoa sbj ap ofnjjuí ja atjuas
b^bij as uatquiBj SBjja ua opuBna 'sBJopBAjasuoa ua uBJBUiuuaj
X SBpBjapotu ua aiuaiuajqisuasut opuBtujojsuBJj ubji as o^an^
•(5) sajBtaos sapBpijiqtsod sns ubjbjj
-Bq SBjja anb uatuiSaa 9jsa ap oajuap sa sand 'sBaijBjaotuap-sajBjaqij
saiuaijjoa sbj ap oajuap asjauajuBin b uBSxjqo sbj eauoiaBJidsB sBid
-oad sns sand 'Baoda bj ap jBjaqtj njijjdsa jb sajaij uBJisantu as oijbjj
-uoa jb SBipatu sasBja sbj 'sBjsijBiaos sajuaiuoa sbj ap ojjojjBsap a^uaia
-aja jb jotua^ ns ap Btauanaasuoa otuoa 'opouad ojjsanu ap oduiatj
ja ajjoa anb Bpipatu B 'BJopBAjasuoa sbui X sbui asopuatasq X jbjoui
ns ua opuBzxjBisija ba as Bisan^anq ubj^ bj anb ojubi u^

av o^snvaaan aaa
11
sbj SBjja anb opuoj ja ua ua^uats anbjod 'ssjja ap jb
-nj —J3A ap sotuaq otaoa— u^asnq op^j ojjo jod 'opButuijajap sotuaq
anb sbui jo j sbj sptA bj ua uBztjsaj SBJiuattu anbjod 'BipaáBj^ ns zaA
bj b sa anb 'sBtpatu sasBja sbj ap uptaatpBJiuoa jstauasa X Bjaajaj bj
b sotUBSajj isb ^ '(stqg) ^Ejua^ut uaqiqojd aj saja^ut ns o pBptuSip
ns ^upisuajdtuoaut ns anb 'BptA ap sbui jo j SBjjanbB jod JBsad unSjB
ap uaaip sou anb soJídsns JBdBa^a uajans as bjbdsbui ajqBqjnjjadtuí
ns sbji san¿j *ojiBa^ ja X BjaAou bj ap síjabji b soatjuBtuoj souans ua

�dida de sus conveniencias, pues, convencida de lo que le parecía per
fección, o al menos, el mejor de los sistemas político-sociales, quiere
inmutabilizarlo, tanto más cuando sabe que de él depende su propio
porvenir. Por ello su admiración por las instituciones liberales de
Inglaterra, lo mismo que su entusiasmo y ensalzamiento de la revo
lución francesa, que se le aparecía como la hazaña máxima realizada
por la lucha de la libertad y la igualdad del hombre (12). Esta idea
de la libertad y la igualdad, es la esencia misma del sentimiento
liberal-democrático de la pequeña burguesía, y su falta será el motivo
que la impulsa a la lucha por su conquista durante el siglo XIX, o
más exactamente a partir de fines del XVIII (13).
Tomas Mann, en su novela Los Buddenbrook, pone en boca de
uno de sus personajes, perteneciente a la pequeña burguesía, las pa
labras siguientes: "nosotros la burguesía, el tercer estado, como se
nos ha venido llamando basta ahora, queremos que un noble lo sea
solamente por sus méritos, nos negamos reconocer como tal a un hol
gazán y rechazamos la distribución actual de estamentos...!, quere
mos que todos los hombres sean libres e iguales, que nadie esté su
peditado a una persona, sino que todos seamos subditos de una misma
ley...! Deben abolirse los privilegios y los despotismos!... ¡Todos
hemos de ser hijos del Estado con igualdad de derechos; y de la
misma manera que ya no existe mediador alguno entre el profano y
Dios, así el burgués no debe admitir obstáculos entre él y el Estado!. ..
Queremos libertad de prensa, de industria y de comercio!... Quere
mos que todos los hombres puedan competir mutuamente, sin privi
legios, y que sus méritos sean sus coronas!... (14).
Palabras dignas de un Constituyente de 1789, y que afirman cla
ramente los sentimientos de una burguesía todavía sometida, al mismo
tiempo que afirman la idea liberal-democrática de las clases medias,
pero que nos dicen también de la finalidad esencialmente económica
que se buscaba en la conquista de esta libertad igualitaria, y que se
complementa con el trozo de las memorias del Conde WlTTE ya ci
tado. Spencer en su obra La Justicia en sucesivos capítulos nos dice
cuáles son moralmente aquellos derechos que deben ser respetados
en el individuo; a saber: integridad física, libertad de movimiento,
derecho de la propiedad, libertad de trabajo, de creencias y cultos,
etc. (cap. IX y ss.). Legislar y caracterizar estos derechos debe ser
el fin del sistema parlamentario-constitucional, pues la democracia en
la conciencia burguesa es eso, tanto como el predominio de la mayoría,
y por ello la apoyará. Concebida, claro está, la democracia como una
organización dentro de la cual la pequeña burguesía sea la fuerza pre
dominante, y que por lo tanto le permita el logro de sus propias aspi
raciones que tienden a verse frustradas frente al conservadorismo exce-

(12)Pérez Caldos (B.), Lo prohibido. T. I, cap. VI, pág. 63. Ed. Losada. Buenos
Aires, 1947.
(13)Ver cualquier historia político-social del siglo XIX.
(14)Mann (T.), Los Buddenbrook. Cip. VIII, pág. 123. Ed. José Janes. Barcelona,
1948. Strimberc, Fermentation. Cap. VII, pág. 118.
— 170 —

�•a/'o 'ojqand jap o^ituaua u/j '('3) Nasal "I9Z "^?^ '901 '^BJBd 'AIXX '3/ '('H) Ha:&gt;
-N3d "jBjndog BJ3)o¡[qig "pg '51 "^ed 'j 'dB^ 'soaij socianu sog '('3) aadJO^ (91)
•odoun^ ap otjojsijj '(-g) aaoa^ "pi-jpBj^
•ouimg opunj^ -pg *¿/9i&gt;i "sSBd 'AI 'J^V 'ojqand jap oSiutaua u¡j '("3) Nasal (91)
-jnq bj ap ojuauíiAjoAuasap ap opouad p uoa 'pBpipnsBa Bjaui jod ou
X 'ajuauíBiaBxa apiauíoa ojjojJBsap oXna 'Bsuajd bj :ppos jopA ouioa
'BUBpunaas ojuauíoui p bjsbij 'buijb un uoa Bjsan^jnq bj BJoqB Biuana
'jB^unijj ojjaaBq BJBd ouioa Biuaisis ajsa opoj jbiujijb BJBd ojub^
•SBipaui sasBp sbj ap jssuad p urtóas 'opBjs^ pp
sajaqap soj jas uaqap sapna ojnqdBa otuixojd un ua souiaja^
•SBiJBjapjd aAisn[aui a 'SBsanS
-jnq sappos sbsbui sapuBjé sbj jod BJoqB Bpiuajsos Bas X 'pBppjodjoa
B^uai Bapi Bjsa anb Bjsd 'pipunuí Baan^ spun^as bj X Bjauípd bj
ajjua opipuajduioa zsd ap opoijad jb jBjadsa anb Bjq^q ojad 'ojnjosqs
ajuamjBjoj ouaaiqo^ un ap p^pxsaaau bj ubjbuijijb anb 'soajanu soj
-jaia bX jaaajBd^ souiajdA 'js 'opojjad ojjsanu ap sautj BiaBq oja^
•ojsaJ ja ajnSasB aj anb BpuBjiS
-ia ap ojuaiuiqduina ajuataip un ap 'js osa 'oiquiBa b 'sajBnpiAipui
sapBjjaqq sns ap ajjsd ajjs^ajjua ap jouiaj Bjpuaj ou Bisan¿&gt;jnq Buanb
-ad bj 'opBjsg jap aiJBd jod sajaqap soj ap ojuaiunaouoaaj ajsa uo^
•sbijoXbui sb[ b JiAjas jofaui BJBd 'jBaj ouisijnjosqB jap jb ajuajapp
buijoj ua 'ojjas aqap —a33M3dS ajBqiuoa anb Bapi— ajuajodiuiuo isbo
sa opBjs^ ja oipaui sanájnq ja BJBd is sand 'soujBu^^ua aqap ou
BzuBlauías Bjsa o^jBquia uig SBjnjosqB sBinbjBuoiu sbj ua Xaj ja Bq^d
-nao anb ojsand ja jBiaos Bjnjanjjsa bj ap ojjuap opuBdnao 'opsjs^
jap sajaqap X sajapod soj ap ^api bj Bjsa opoj b ojsandjadng
(9l) 44BXI9íi Bl
ajqos ajsixa anb ajqijBjuí a opBjnaBiuui oaiun oj sa jBSjaAiun oiáBJjns
13™ 'BiaBjaouiap bj ap uapi bj ap ouisiui ojoqiujs ja ua asjijjaAuoa
jod BJBuiuuaj anb 'tjBsjaAiun oiáBJjns,, jap pspisaaau bj jaaouoaaj
b Bijqo bj anb X —oáanj souiajaA ouioo— asjBiauajajip BJBd sojuaj
-ui sns sopoj ap j^sad b apunjuoa as saaaA b jsno bj uoa 'BiJBjajojd
bjjoXbui bj ap soqaajap soj ap ojuaiuiiaouoaaj jb BJBijqo bj ajuauíjBjBj
anb ojad '(^l) Bsan^jnq bijoXbiu bj ap —Jiaap sa— bjjoXbui bj ap
soqaajap soj ap ^api bj ap ojjojJBsap ja souiaA ajuajaqui Biauanaasuoa
01U0^ "Bjja un^as BiaBJaouiap bj ap capí bj ap Biusiin uoia^juasajd
-aj bj sa ojunijj ns anb jbiujijb apand as jsy 'ajuaiquiB oidojd ns
ap uajBS sajuBjuasajdaj sojjanbB ap soqanm anb ap BpBtujijB p^pij
-inbuBJj bj Bp saj SBtuapB X 'ssjsijnjosqB soujaiqo^ soj ap uoiaipBJj bj b
a^uaaj sauoiaBJídsB X soqaajap sns ap o^uaiuiiaouoaaj jap p^piJn^as
bj 'Biauatauoa ns ua 'oub^jo oiuoa Biuasajdaj ouisiJBiuauíBjjBd j^
•OAiinaafa oub^jo ouioa opB^s^ jap Bapi bj jbioos Bjnjanjisa-jadns
X oijBjojoa ouioa X 'j^sjaAiun oi$Bjjns jap capí bj JB^aaáB aqsa anb
sbj b 'SBjsandxa sajBiaos sbuijoj sbj b oujoj ua opuBJi^ 'sBaijBjaotuap
UBjas SBipaui sassja sbj oiuauíotu ja jo^ "Bisan^jnq bj ap SBipaiu s^dBa
sbj jBuoisuaasB ojjojJBsap ^jqq ns ua Bjja b uanSajj anb ouisim oj jod
jipaduii a asjBJjaa b bX apuai) X BJídss anb 'Bjsan^jnq ubj^ bj ap oais

�guesía. No es exagerado afirmar que fue el periodismo el que difundió
los principios que acabamos de analizar, y que ellos triunfaron al ha
cerse universales, es decir, capaces de ser captados por todos los rinco
nes de Europa. Llegados a todas las capas sociales, su fuerza se hizo
indetenible (17). El periodismo fue la verdadera escuela o fuente de la
educación cívica de la pequeña burguesía y su influencia en ella indis
cutible; a través de sus artículos, tanto el pequeño burgués de Madrid,
París, Londres, etc., como el de las pequeñas ciudades de provincia,
quedaba informado de la vida política y social de sus respectivos países.
En ella aprendió a comprender los conceptos de "Fraternité, Egalité", etc. Dentro del periodismo se forman los apóstoles de la democra
cia burguesa, y desde ella harán sentir su voz no será "Vox clamantis in deserto", pues estas voces serán como el eco de los ideales de la
burguesía, ya que responderán claramente a sus sentimientos; pues,
convertido el burgués en gran lector de diarios, será él el que, poco a
poco, se imponga al periodismo, haciéndolo así instrumento esclavo
de sus ideales (18).
Ideales que en su conciencia son concepción avanzada en la evolu
ción política, al mismo tiempo que forma de progreso, tanto como el
puente necesario para que él se produzca.
Para que el sistema que ella con su esfuerzo había sabido realizar
le fuera propicio en sus intereses le será necesario ante todo lograr una
amplia base de paz y tranquilidad, que le permita afirmar su sistema,
para así poder volcar ahora todas sus energías en el desarrollo de aque
llas actividades que están llamadas a permitirle realizar sus más caras
aspiraciones. Y este anhelo de paz (19) no habrá de tardar en conver
tirse en verdadera pasión, y, por reacción, en odio a todo lo que signi
fique violencia, cualquiera sea su forma, ya que esto sólo puede signi
ficar peligro al edificio social en el cual tan cómodo y señorial se
siente; así hallaremos el origen primero de su paso al moderantismo
conservador (20). Por ello sus imprecaciones y repudio al "Terror" del
93, que considera como la página negra de la Revolución Francesa, a
la cual tanto admira por lo demás, pues ella significa esa violencia que
tanto comienza a amedrentarla. Violencia que ahora va a significar
claramente amenaza de cambios, como pareció desprenderse de la "Co
muna de París" en 1871, como consecuencia del desarrollo de las co
rrientes socialistas; y que parecían amenazar con sus reivindicaciones
al sistema por ella creado en toda su estructura social. A medida que
se va haciendo moderada, también va perdiendo su capacidad de "aven
tura", es decir, perdiendo aquella energía que impulsaba a un Living-

(17)Será justamente en Inglaterra en donde comienza el gran desarrollo del perio
dismo, es decir, justamente el primer país en donde había triunfado el principio cons
titucional.
(18)Barres (M.), Los Desarraigados, ver capítulos XIV y XV. Ed. Félix Juven.
París, 1910. Ibsen (E.), Un enemigo del pueblo, o./c. Act. III, pac. 100 y pág. 123.
(19)Valdeiclesias (Marqués de), 70 años de periodismo. Cap. XVII, pág. 198. Ed.
Biblioteca Nueva. Madrid, 1949.
(20)France (A.), "Historia Contemporánea", Bergeret en París, Obras completas
cit. T. IV, cap. XI, pág. 657. Gutiérrez Gamero (E.), Mis primeros ochenta años. T. I,
cap. XVII, págs. 284/85.
— 172 —

�'6*61 'sany 'a •BUBoijaniBpns -pg '02/6LZ "83Bd 'AIX 'dBD '•mud aund
'OtStftJ Iig '(*f) AHXHOMSIV^) w\l OJOB J3A '-3/-O 'Ojqand ¡ap OgltUOUa Ufl 'N3SBJ •()* "3?d
'AX &lt;dBD 'ajqwitu ap inbiutnu /g '-jio ^EauBxoduiaiuog bijojsijj^, 'CV) a^Nvag (^3)
"98 "3Bd 'II '1JV 'I 'X "1P 'BllduioD SBjqo '%a\o UOM
'Ca 'O) VHS m "3?d 'III '*3V '0/ 'ojqand jap oSituaua u^ '(-g) mbsoj (3)
•8*61 '*-v *a '3-&gt;v Ta
•95 -2Bd 'ii "d^^ -oaucuodiuatuoo tippnjoaai vj ap opto ^g '(-^ -^) ouswo^ (33)
*S6I '8ouioi sop ua 'sejajduioj sbj([q •jBi¡n8y *pg "2011 "2Bd
'IA "dB^ 'ouojaa ap sauotsauduit auqos ouuataut ap sdjo\¡ 'ims.vjaoxsoq '¿3 "Sed 'j -dB3
'I 'I 'Vo '(8PUO3) 3iJ-'^. "1P "P3 "Z^ #á?d 'IIX 'dBD -"tpauop aun ap svpotuap¿ '(-q)
nv3auip\[ "9/Sl 'saed 'nx 'dB^ •3/-o '(ap sanbjBi^[) svisaioi3aiv^ 'SI6I 'sIJBd 'a[BuoijBjy^
auicxqig ai[aAno^[ -pg 'l\/H -s^Bd '1 -dsg SLjjatiS sop axjug *("g) xaa.iVQ (13)
OUIOD BpiOJ9f^ OpBTJBJ9^Ojd ^p BlDua^OIA B-^J 'BUBUBtn ^p UBdn9O3jd 98
9nb oaad 'Bjp pp soi{99q so[ jod sopBzxjoudiij U9js9 oa anb 89jquioi|
8O[ 9p OJU^IUIBSUOd [9 OpOl '9SJl^lJip 49SJBAIJ9p 9q9p [B119 \9 BI9Bq UIJ
UBJS J9 jqB BJS9 'Bl^J9U9 ns 9p O¿JB BIS91l^jnq B[ B 9{JBp A 898B[9
U9 UOISIAip B[ JBpqOSUO99J 9n^lSUO9 \9 4BI9U9piA B^ jod 'iS 9SJBA[BS
9p9nd OpOJ^ "XJBJ\[ 9p SB9pt SB^ 9[qiSOd SBUI O\ JBZI[B9J BJBd 'SBIJBUOI911[
-OA9J 8B9pi 8B[ B 9JU9raBpBUIlSqO BJB1B 98 OpBIJBJ9^Ojd [9 18 98JB)JB989p
gpgnd opunuí pp am^AJod p bzbu9oib 9nb oa^ipd ^^^ :Bi89n^jnq b^
9p 8BI¿)J9U9 SBpBj^lllIU SB^99 JBAOU9J 9p Oip9UI O9iun p OpBTJBJ9[Ojd p
jod Bppjgfg BpugpiA b^ u9 gjuguiBjsnf bj9a iaao 9nb oisg aod s^
'9JU9IS9jd 9nb 8BZBU9UIB 8B^ BJJUO9
9)U9IS 98 'opBJS^ pp UOp99JO^d B^ B 98OpUBUOpUBqB 'iSB X
ns gp o^inbuBJj X oiJBjugpgs ggoS p ug JBjnajsip gjginb Bjsg Bjoqs
sgn^ qBnptAiput ozagnjsg p uBipuodsgjaog Bjoip Bjs^q 9nb sguop
-bzi[B9j SB[pnbs 9p opBpmg p X cqpjJBsgp pp opBjs^ p aod uopogaip
B[ 9p B9pi b^ b 'Baoqs os^d opuBfgp 'uBqBXodB 98 sequiB 9nb U9 'Bani
-U9AB gp o 'gaqtaoq pp pnpiAipux uppgB gp pBppBdB9 b^ gp ^ptpjgd b^
9p JBJnjBU BpU9n99SUO9 U9tqUIBJ 89 'B9TUIOUO99 9ppUJ 9p 89UOZBI Jod
999JBdB89p 18 9llb 'tt9JIBJ Z9SSIB^? pp njIJldS9 pp UOpiaBdBS9p B^ UO9
BJippuioo sgn^anq niiajd:9 pp uppBZTJBjugpgs b^ 'sBingp oj JO^j
• (f^) SBín BziaoingjB B^ Z9A BpB9 9nb
orasippos p ugjBquiog gnb souagtqoS so^[9nbB opuBXodB sguopisod sns
9saBaiUo9SB Bosnq 'BisgnSanq Bugnbgd b^ ugiquiBj sgggA ssanSp oag^
' (2Z) 4tsouiB sol 3P PBI IB i^is^
gp oqggjgp p uozbj b[ b o^giu ou oagd ojqgnd p uoo bjs9 bui[b ij\[
•opBjgpotn ojpnA 9q 9iu 9nb ops :opBiquiB9 u^q ou 8B9pi stj^[ 'sopoj
gp sofo soi B 'o;iílíl un OUJLO oiagxqB Bjsg u9S5[B^sy gp oopjpd opBSBd
^^ :apgp opgnd 'pnipgB ira b uopoipBajuoo gp X BipaBqoo gp opBsnoB
oagj ¡Bjaoduii an)!^ :ugsqj gp gísuosagd un Bsgadxg o[ oraoo p^
&lt;topBJ9pora-orasiaopBAJ9suooí? jbiub^| soraBjapod gnb O[ b Bgj| jsy
X sguopisod sns BZBugras gnb giugis gnb orasipagqi^ orasira p
jBuopoBga Ba^q 9\ gnb o[ '(j) SBistnbaBUB X Bpaginbzi gp s^jugiaaoo
SB^ b aoragj ns opoj gaqos sg oagj '^X o^Sis pp sgaoqjB so^ b jbS9^{ p
ttBiJBiugpg8^ soraBjaBraB^j gnb O[ ug Bi^opgxsd ns opuBraaojsuBaj ba as
ISB ÍBiáaaua B^iag^gad ns gp BJjsgnra Bra^p ssragp o^ aod '(f'Oól) ^^B
ua upp^ b sijbj ap BqBAan BI an^

'BaFJV IB ^Pbj un o auojs

�una manifestación pura y simple del sentimiento de lucha de clase se
presenta entonces como algo muy bello y heroico; está al servicio de
los intereses primordiales de la civilización; no es seguramente el mé
todo más apropiado para obtener ventajas materiales inmediatas pero
puede salvar al mundo de la barbarie" (25).

III
LA IDEA DEL PROGRESO
Uno de los perfiles más claros en la estructura moral de las clases
medias —más exactamente— de toda la época, es la "Idea del Progre
so", que es sin discusión alguna el fruto más legítimo del desarrollo de
la burguesía; verdadero sueño que expresa en su conciencia la casi
totalidad de sus ideales. "La teoría del progreso ha sido recibida como
un dogma en la época en que la burguesía era la clase dominante, se
deberá, pues, examinarla como una doctrina burguesa" (26).
Sus raíces las hallamos, ya, en la filosofía de la Ilustración en el
siglo XVIII, pero es en el siglo XIX, en donde esta idea halla su vigen
cia total y el ambiente propicio a su fecundo desarrollo, apoyada en la
Revolución Industrial, que desde mediados del XVIII se produce pri
mero en Inglaterra, y luego en el resto de Europa. "Puede decirse que
desde principios del siglo XIX el espíritu humano se ha puesto sin
condiciones al servicio del progreso. Ya todo el mundo cree en él.
Todo el mundo lo espera confiadamente. Todo el mundo se siente obli
gado a promoverlo o llamarlo, a aprovecharlo" (27).
Para el hombre del siglo XIX esta idea representa a la vez el signo
de su triunfo y a su través el logro de sus más caros anhelos de bien
estar y felicidad; nervio motriz que la mueve, o lleva a promoverla,
pues, parecía que allí en donde se promoviera el progreso en todas sus
formas, la felicidad se derivaría, cuando no inmediata, en forma me
diata; esa felicidad que eternamente, y en forma diversa busca el hom
bre desde la aurora de la historia; y que la burguesía querrá realizar
en la tierra. Será en esta meta de la conquista de la felicidad terrestre
en donde coincidirán la burguesía y las élites intelectuales; pero esta
coincidencia termina allí, pues apenas cotejados cuáles son los medios
y valores que significan la felicidad para unos y otros toda coinciden
cia termina. Mientras a la pequeña y a la gran burguesía les parecía
el mejor medio la conquista de los bienes materiales, la intelectualidad
parecía querer lograrla primero por el desarrollo del espíritu, la cul
tura, y por el sentimiento de la fraternidad (28).

(25)Sorel (G.), Reflexions sur la violence, o./c. Cap. VII, pág. 96.
(26)Sorel (G.), Les ilusions du progres, Avant-propos, págs. 5/6. Ed. Riviere, 1921.
(27)García Morente (J.), Ensayo sobre el progreso. Revista de Occidente. T. XXXV,
pág. 166.
(28)Dubois, L'éducation de soi méme. Humilité, pág. 161. Ed. Masson, París, 1910.
Chejov (A. P.), El jardín de los cerezos, o./c. Act. II, pág. 424.
— 174 —

�-9t6I 'oaix^^j g ^ ap opuog pg ^gS '2Bd 'ITAX *dBD '••'&gt;';/ P 7.&lt;&gt;S
•.VUOlSifJ 'NVA13A3HX AVTflVDVJ\[ '^St •2i?d 'HA "dBD 'UOUVJuaiUjaj '3H3HKIHXg (\)
"0S/6t *s^fd 'III -dB;&gt; 'i '3/*o '"aja 'suotsnjj saq 4("f))
aaaog ^091 -8Bd 'jj 'mxx "dBD 'II 'X '3/' 'optqryojd oq '(-g) s^aiv;) zaaag (0)
•^;a 'siioisn^} saq 'OS/óf1 "*8ed *jjj *dB3 'j '*o/'o '("O) aaaog (62)
soabjj b 8OA9I1U souiiubo opjamoa jb ojjaiqB BJaiqnq 'uopaajip im ofcq
sBpBaao sauoioBjo^dxa ^ira ^p 'Bn^B ap soj^s ap 'sBjajuBa ap 'sbuiui
ap ouanQ ••••pBjjaqq B[ opuBJ&lt;qdini 'soAiin^a sauoqiui so^ uBqBuiB^[
ara 'SBUBiuora sb^ ap ouas ^ap Á SBaoj sb[ ap upzBJoa |ap 'sjBd ^ap
sojiquiB so[ sopoj 9Q'*,, ^safBnosjiad sns ap oun ap Baoq aod Nasal
Bsaadxa o^ ouioa ^bj^ 'pBpaxaos b^ X ajquioq ^b BiJBsaaau aaja as Bismb
-uoa BXna 't4sajo^BA o sauaiq,, sosa jiaqnasap o 'Bza^aniBu B^ ap jaBj^xa
opuBasnq sopoi íBJtiiuaAB ap nji^jdsa opBuiB^| souiaq anb osa opoi
4ttajiBj zassiB[9^ pp X otusqBnpiAipui pp íui^aj b sije^ ap afBiA opBjp
bX p ua sopBjaaauoa 'ziajoniojnB X Bajas uppBáaABU B[ ap Bisinbuoa b^
d so^as soajuB^ sojamijd soj ap 'qao^j X anajsB^ ap Baoda bj s^
oiuimop ns sbiu 'opianaaj p ua ojos ubjiata o 'sojopt sofaiA
soj sopoj UBjasa Bjp b a^uaaj X 'BApisod X BisiuoprqoAa Bpuaia bj
BJoqB Buiuiopajd opo^ aaqog -sajopjaaBS sns X sajBip sns uoa 'uox
^ipj BjapspaaA ua BjpjaAuoa as Bpuap bj jod upiaBJiuipB ng
"(08) oaxsijBjaui a^uauíBjnd oj opoj opBj ap
opuBfap 'ajqisuaaduioa Bas aj anb jb^ buijoj ua BpBaqdxa o BpBp Bas
aj anb Basnq jBna oj BJBd 'Bjp uoa asjBpuBjsnsuoa ap bjbjbjj oduiaij
ouisiui jy 'ajjBp Bpand Bjja anb soatjaBjd sauyj soj aiuauísjos opuBa
-snq 'SBAijBjnaadsa a^uauísjnd sauopBxjsaAui sbj opuBZBqaaJ 'oAijisod
jaiDBJBa un uoa BjJBjjojJBsap boijiuSis jBna oj 'osajSojd jap uapjo
ja ua sajBapi soidojd sns ap opiAjas jb Bisand jas Bpand anb Bpuap
Bun 3Q '(6^) apaBjd X BAijisod Bpuap Bun jpap sa 'osajSojd pp
opiAjas jb sojsand jas UBjaipnd Bjjapua BzapjnjBU bj anb S3jojba
o sauatq sojpnbn sopoj anb jaa^q ap z^dBa Bpuaia Bun ap sapBpq
-iqísod sbj jsjjojJBsap oduiaij oiusiui jb oiJBsaaau Bjas aj 'ojp BJBd
ojad 'osaj^ojd pp ojjojjBsap ja Bj^d soijssaaau sojuauíaja soj sopo^
JBjjBq uBiaja BzajBjniBU bj u^[ "BuBuinq pBppijaj bj X osajSojd jap
oíaiAjas jb sojjauod Bjsd JBuopoajjad X JBjsinbuoa 'jjjqnasap ap uBq
(pBpaioos bj ap ojuaumjisui a BiauaSija^ui) Baiuaaj bj X Bpuap bj
anb 'sojuauíaja soj sopoj ap jBSjaAiun aiuaupiíoa ojafns ouioa BzajBJ
-n^BU Bq 'Baiuaa^ bj X Biauaia bj 'BzajBjnjBu bj :sajBjaua^ soiuauíaja
^ajl aaajjo sou osajSojd ap buijoj Bjaiupd B-q -aja 'pBpiJBa bj 'Bppsnf bj
:jbjoui asjBuimouap ap ajqrpBj 'BjaBJjsqB sbui biujoj bjjo X í-aja Bpuap
bj 'BiJjsnpui bj :Baiuiouoaa 'ajuatuBjaBxa sbui Bzinb o 'jBijajBiu soui
-ajBuiBjj anb buijoj Bun íosajojd op sbuijoj sop JBuiuuajap somapod
ojuauíoui jauíxjd ja apsap isy 'pBpiJBa bj o Biaijsnf bj ap bj oiuoa o^ub^
'BiJisnpui bj ap sbuijoj sbj ap ojjojjbS3Q "jbjoiu osaj^ojd ouioa ooiuaai
osaj^ojd ojubi BJBaijiuSis osajSojd jap api vj 'opoijad oj^sanu ap
oipam ajqiuoq jap JBsuad ja un^ as 'pspapos bj ap p^ppijaj joXbui bj
BJBd sapspijiqísod sns ap oiuixbiu jb sop^jjojJBsap X sops^sinbuoa jas
uaqap anb sbuijoj X so^uamaja soj uos sajsna 4BJoqB joa soiuaqaQ

�del mundo por el mar y por tierra"... (32). Nada más gráfico para
expresar todo lo dicho que el recuerdo de las orgullosas Exposiciones
Universales, que ahora comienzan a proliferar, expresando en ellas
el símbolo y la clave de una nueva época, su desarrollo y poderío.
"Sí, la Exposición impresiona —dirá Dostoyevski, refiriéndose a la
celebrada en Londres en 1866—. Sentís una energía terrible, que ha
unido allí a todas esas gentes incontables, llegadas de todo el mun
do... reconocéis una idea gigante; sentís que allí se ha conseguido
un triunfo. Empezáis como a temer algo. Por independiente que fue
rais, algo hay que os parece terrible. ¿No será ese el ideal logrado?
—pensáis—. ¿No será ya el término?... Todo esto es tan solemne,
triunfal y orgulloso, que se os empieza a encoger el espíritu" (33).
El sentimiento del progreso lo sustentará, en una fuerte base eco
nómica, sin la cual ésta sería muchas veces sólo una idea irrealizable,
o simple teoría, y nada más lejos de su espíritu que las teorías, espe
cialmente frente a aquellos problemas de los cuales cree que depende
su propio destino (34).
Para poder realizar esta primera forma del progreso, puente de
la felicidad terrestre, cree necesario realizar previamente la organi
zación social que le permita y le asegure el desarrollo de todas aque
llas posibilidades que ya hemos señalado: libertad, trabajo, seguridad,
etc. (35). Y esta organización, afirma, es también forma de progreso,
de progreso social y moral que es el complemento del progreso cien
tífico y técnico, y sin la cual no sería posible el desarrollo de la
ciencia y la industria.
Esta segunda forma de progreso se simboliza especialmente en
la idea y sentimiento de la "Justicia", que marca con su sello peculiar
las formas del progreso social (36). Idea y sentimiento de la justicia
en torno a la cual giran todas sus opiniones sobre el bien y el mal;
dicho con otras palabras la Justicia es el "bien", lo justo, lo per
mitido, en eterna lucha contra el "mal" siempre presente.
Primera forma de la idea de justicia será el reconocimiento de
esa igualdad y libertad a la que ya nos hemos referido: "La igualdad,
señores, es la ley misma del progreso humano —dirá Ferry en un
discurso en la Cámara francesa— es más que una teoría: es un hecho,
es la esencia misma de la legitimidad de la sociedad a la cual per
tenecemos. .." (37).
Es sobre todo la libertad —junto a la idea de paz y seguridad—
en donde recae la idea del progreso, al mismo tiempo que le reconoce
valor de justicia, pues es ella la que le ha de permitir progresar eco-

(32)Ibsen (E.), Juan Gabriel Borkman. Acto III, pág. 124. EL Mundo Latino.
Zola (E.), Dinero. Cap. VII, pág. 127. Ed. Sopeña. B. Aires, 1947. Chejov (A. P.), El
jardín de los cerezos, o./c. II, págs. 420/1.
(33)Dostoyevski, Notas de invierno, etc., o./c. Cap. V, págs. 420/21.
(34)Zola (E.), Dinero, o./c. Cap. II, pág. 35. Id., IV, pág. 71.
(35)Spencer (H.), o./c. Cap. III, parág. 14, págs. 32/4.
(36)Id., id. Cap. IV, especialmente págs. 44/5
(37)Fehhy, Discursos, T. I, pág. 284. Wirre (Conde), o./c. T. II, cap. VIII, págs. 16/7.
— 176 —

�z\

— LLl —
"ZZZ 'a?d '3/' '"3a 'oiuouiiiiD^^
99 a?d 'LZ a?J8d 'IA dBD Tí 'TI (It)
•*•! TSI -^BJBd 'iiiAXX "dBD Tí 'TI (O^)
•S2 -2?d '1 du^ -o/o 'ouauja '(g) vioz (8)
ousisnad Bjsianf jg,, :viuvwajy ap opia^as \y saaavg 9P jqo
bj ua souiaA oj py ^Jbuim [9 o[p aod usiuasaadaJ anb ^ ua^uyjjuí
b^ anb stqpnbB b jbSiisbo p 'ojubj o\ jod 4sa Biapsnf Á pBpaiaos b[
ap oubs a^uauíjBJoui onpiAipui pp uopB^x^qo v\ Bjas BpBjadsajj
•BpBaaoraap b^ ap buisiui uoisaadxa b^ sa souiaqBS oinoa anb pBppnSí a
pBjaaqq ísbuijoj sns SBpoj ua pB^jaqq b^ Bfiqoa as Áa^ ^\ of^q ojsia
souiaq ouioa 'sand 'pnifr aod sopoj bjb¿ BfaaBd ^as B^p anb —ssuaid—
oiJBsaaau sa 'Biaijsnf b[ ap uoisaadxa bj Bas B^p anb asd oaa^
' (ZV) lsnf ajuauípaoui sa ajiuiaad B[p anb o[ ojos Á 'bioij
-snf bj Biuasaadaa bidubisut Buiíjjn ua Bjja Á íXag bj ap oiaaduii ja
oí^q aijsisqns apand ojos zaA ns b BpBziuBáao pspapos bj 'uoiaBziuB^
-ao Bun B)isaaau —ssuaid— pBpaiaos bj ouioa isy "Xaj bj b o^adsaa
jap ojuaiuiijuas opunjoad ns ua ^piuaiuoa Bjsa BiaT^snf bj ap Baipianf
Bapi bj anbao^ 'sajBiaos sauoiaBjaa sbj ap paoui ojua^sns Á oao ap
Bj¿&gt;aa 'u-ííag,, bj aapuajap b ouioa tsb ío^saa ja aan^ass aj anb BtauBjxSiA
ap ojuaiuiijduina ajuaiaija un ap oiquiBa b 'opBjsg jb sajBnpiAiput
sapB)aaqij sns ap a^asd jB^aaiua Baauíaj ou ojja joj "oaiáoj jbjoui oqaaq
ouioa 'aaaouoaaa b B^sandsip Bjsa BjsanSanq suanbad bj anb Á OAi^Báau
ouibjj aa^Madg anb oiuauíaja ja sa pB^aaqij bj ap uppBjiiuij Bjsg
' (it) Btsan^anq
Buanbad bj á aaDMadg aiuauíjBan^Bu aqiauoa bj oiuoa uaiquiB^ sa isb
anb 'souBpBpniauoa sns ap pBjaaqij jbjiuiis bj uanbipnfaad ou zaA ns
b SBjja anb ap uoiaxpuoa b auax^ oj sapBjaaqij ss^sa SBpoj b oqaaaap
auaij aaquioq ja is oaa^ 'SBipaui sasBja sbj ap ai^uas ja uoa opuaijj
-lauíoa 'aaaouoaaa Biaijsnf ap uos anb sapB^aaqij SBjjanbB uos saj^na
aaip sou 'sopBjia bÍ (*8S á ^i) sojnjidBa ap aiaas Bun ua aaDMadg
•BjsiAijisod-ouisiuoianjoAa jap oaiaoaj Á aosuajap ouioa otpndaa a^aanj
un 'aiuauíjBjnjBu 'ja ua BJ^uanaua aaDMadg aod opBjp o^a^aixa a^sg
•(0^) ttSBpuBjsunaap sbj aod asaBjn^aa osbo BpBa Baed auaiAuoa anb
Á '' *uaiq ap aaquioq un Baa ojanqB ns xs 'oíaiAaas ns b oaaa^uiBa un
ai)impB jb Buijojui as BiBsuas Buosaad Bun^uiu anb jBnSt jb 'Barps
-oji^ uoiaBijij ns A ua^iao ns souiiainbui ou upiaisodoad Bun aBjdopB
ap sa^uy,, :BjsijBiaos aaiasa^a ap Xaj eun asaBa^uBjd jb '0681 ííB
ja ua oJisiuiin aauíiad un aod 'saaog soj ap BJBOiB^ bj 9^ub ssqaaq
sauoiaBuiaijB sbj ap apuaadsap as ouioa 'BAijisod jBaoui Biaijsnj"
(68) tt8a^uainát?uoa
soiaipuaq soj b ouioa isb 'BqBaj Bpoj ap saaqij sapBpiAijOB sbj b aaqmoq
Bpsa ap soqaaaap soj ap oiuaiuiiaouoaaa ja Boijdiui anb OApisod oun
'soiuamaja sop auaxjuoa —Biaijsnf bj ap BuBiunq api ^j souaui oj
b— Biaxisnf bj ap sapi bj anb —aaDMadg "jp— aBa^soiuap b opsSajj
soiuajj^^ 'osaaSoad jap sbui Bjnuiaoj BAanu Bun Buiinaaiap A 'Biaijsnf bj
ap o)uaiuii)uas ja ua apunq as jBnpiAipui pB^aaqij bj ap capí bj 'jsy
•(gg) oiusijBaaqij ap Biuaoj Bun ouioa BjopuBiuaijB 'ajuaiujBiaos A bdiuiou

�de inmediato sospechado de la sirvienta de la casa. La forcé a con
fesar su falta. Ella se puso a mis rodillas, bien pensáis, yo no lo tuve
en cuenta y esta mañana a la primera hora di parte a la policía.
Esta muchacha ha cometido un crimen y queréis que me lo calle...
Es necesario que se haga justicia. Era mi deber. Un crimen es un
crimen y la ley vigila para castigarlo" (43).
Atacar la ley, no defenderla, equivale a atacar a la sociedad
misma en su esencia; son, pues, enemigos del pueblo o de la sociedad
aquellos que así proceden (44).
Castigará, pues, a los que así proceden, considerándolos como ene
migos y creerá en el temor como medio para protegerse (45). Para
vigilar, atemorizar, castigar, preservando así a la sociedad de quienes
la atacan, organiza —ahora— todo un sistema policíaco y un régimen
penitenciario o carcelario, todo de antigua data, pero sólo ahora
con la efectividad social anotada, legalizada y apoyada en una amplia
base jurídica, todo ello instrumento puesto en manos del Estado, agen
te encargado del buen funcionamiento de todos estos órganos.
Convencida la pequeña burguesía de su alto sentido de la justi
cia, ha de pensar que sólo ella es capaz de reconocer lo justo de lo
injusto (46).
Habrá que esperar a muy entrado el siglo XX, para que la socie
dad burguesa entienda y comprenda que si la ley debe castigar, las
cárceles más que centros de castigo deben serlo en lo posible de rege
neración. Por ahora le basta con quitar del medio a aquellos indi
viduos que reputa socialmente peligrosos, afirmándose en la idea "tú
pecas, yo castigo"; por ello no se opondrá —aunque con cierta repug
nancia— a la idea de la pena de muerte. Hacia fines de nuestro
período, tiende a creer en la necesidad moral del mejoramiento de
los sistemas carcelarios, al liberalizar en su conciencia sus sentimien
tos de justicia.
Hasta ahora hemos visto la idea o sentimiento de la justicia en
su función jurídica, trataremos de analizarla ahora enfocada como
idea de la caridad —exactamente la caridad como forma de justicia—
La caridad como idea de justicia responde al sentimiento —que se
formula como un tipo de socialismo, muy "sui generis"—, muy propio
de la mentalidad de las clases medias, y que consiste en el despren
dimiento de una pequeña parte de los bienes que en general goza en

(43)Barres, Al servicio de Alemania. Cap. XII, págs. 212/3. Ed. Paul Fréres. París,
1916. Corot, Pensamientos y escritos del pintor: "Una mañana le trajeron un cuadrito con
su firma. Eso —dijo— no es un Corot. ¡Y bien, lo haré detener! —exclamó el portador
del cuadro— ¿A quién? interrumpió Corot inquieto. Al falsificador que me lo vendió.
¿Detenerle? Pero si tiene hijos, es casado, significaría la miseria para él. ¡No importa!
Es un falsario, y la justicia... ¡Oh!, la justicia..., poco le falta para que sea un ver
dadero Corot. Mire. Y tomando el cuadrito, el maestro hizo un Corot. El feliz pro
pietario podía garantizar doblemente la autenticidad de la tela". (Roger-Milés: Corot),
págs. 133/4. Ed. El Ateneo. B. Aires, 1948. Spencer (H.), o./c. Cap. VI, págs. 29, 68.
Id., cap. XXV, págs. 113, 284.
(44)Ibsen (E.), Un enemigo del pueblo, o./c. Act. IV, pág. 157.
(45)Spencer (H.), o./c. Cap. IV, parág. 19, págs. 45/6.
(46)Dostoyevski, Los hermanos Karamazoff. T. II, cap. XI, I. pág. 1259. Ed.
Aguilar, citada.
— 178 —

�'Z91 "8Fd *3/*o '¡vnStsap oiuouitijv^^ 'MVHg(55)
•9/591 -s^ed 'j -dir) -a/-o 'aaddo^(j&gt;s)
•BJiuiouoja Buojsiij jambjBno aseay^(5)
•9^ -Sisd '0^ -8ejBd 'j^i -dB3 -a/'o 'HaDMadg(25)
•Buadog pg •! -Sed 'n -dB3 jnmuuaQ '(-3)
'H *2ed 'jix 'dB^ *Bpan3as ajj^d '^a/'o 'otuDjaidojj 23 'ahahomsiv)(15)
*6/88S 's2Bd 'IIIAX "dBD '/' 'NVA13A3HX AViavDvpj(os)
"Il/OlZ "s3Fd 'IIX "dBD "Vo 'ojau?a '("3) V1OZ "ISI '8Fd 'I 'dBD "Vo ^"OD(6fO
'IZZ "8?d '3 #dBD "^/*o 'oswoj^ oSiuiv 73 '('8) spaivf) zauaj(8t)
•BUBOuaiurpng *pa *Il/0I "s8Bd 'jjx 'dB^gBpun8as
3UBd 'oijvtaidojj 73 'ahihomsiv^) "6/80Z '88Bd 'UX 'dBD "D/' 'njjaauóp mtn ap
'CO) nvaaaij\[ ^89 '8Bd '^x 'dBD 'S1jvd ua t^-taS-ta^ 'jia 'ttBauBaoduiaiuo^
'(•y) 33Jívaa *I2Z *3Bd 'l "dB3 'a/-o 'osuv^^ o2iuio 73 '(*a) spaivf) zaaaj
-ijbo b^ ap sauotoBApom Á sbuijoj opuBOsnq amSas 9[qisod
•(55) ap[iuinq ^ie joihb oand aod A SBpBsaaajuisap ouiod
B[ ajduiais anb —Bjsa oxb^o— anbunB 4BpuBBdoxd a^dinis sa uaiquiBj
saaaA SBqanra anb oxad '(^S) pBpixBa b^ xaa^q ap pBpisaaau B[ xijuas
b BSqqo sa[ ojuaiuiipxoiuax ^a saaaA b anb sa osa jo^ 'aáixa opBix
-Bja^oxd [a anb sajBiaos SBxofaui sb^ b SBAtiBau sns A sapBpiJBa sns ap
sos^nduu so[ ax^ua Bun^B upxaaipBJ^uoa saaaA sb[ ap sbui sb^ xaA uts
'(55) sopea[duia souisiui sns uoa BÍoBd Baod A ofBqBJ^ ap soiJBJoq soqB
xauaiuBta xod uaqon^ oduiap oinsiin j^b anbunB 'sBxaiaijsnf A
-oxd ajuauíBqxauas uaaxa as 'pBpiiBa B^ isb xaaBq [B SBipaui sasB[a
'(ZS) souBpBpniauoa sns ap ojsax ^ap sanoiaaB sb^ ap BxnqB b^ b jBjsa
ap SBpBdnaoaxd UB^^q as axduiais 'SBipam sasBp sb[ sand 'uoiDB^nraa A
pBpisoiao xod '(XS) s3 I ^nI&gt; aP SBiauaiJBdB sbj jba^bs xod BXBq o^
'Bsoi^qax pBptjaauís xod Bá^q o[ ou opu^na A 'bubijsixd Bisa[ái b[ ap
sojuaiuiBpuBui so^ ap oxjuap Bisa anbxod 'saxajut xod uaiquiBj oxad
'Biauatauoa ap sos^ndrai xod BAijBjrxBa B^ouiaxa^ 'soqduiB sbui uos
SBipam sasBp sb^ ua pBpiiBa b^ BXBd sauozBJ A sospiduit so^
(OS) IB1X ^iauauíjsqy B| ap Biq B[ o
"1BS aP líDJ^f3 I3P Bpsznxa B[ buiiub anb njijjdsa ^ xod BxoqB opBj
-uasaxdax ojuaiuirjuas ípBpixBO B[ ap sospidrai so[ sa^qísod sojaadsB
sns sopo) ua JBid^a souiaxanb is B^uana ua xauaj anb Aui\ uaiqmB)
^Bna \^ 'osoiSqax n^ijjdsa jap Biauan^ui B^ ap Biauaisisxad bj xod
asxBaqdxa a^x^d ua apand pnjpBxS b^ ap oiuaiuipuas ajs^ '(6X7) ' ' 'BJ
-auBtu Bunio[B ap Bpuodsaxxoa anb oqaaxd s^ *o^Bax osouixaq ajsa
'soubui sns xod 'oqxaax |^ ap A pBpiAB\[ ap Bip sa ^oq • • • opxanaB ara
anb BxoqB • • • oxa^ *—B^aod ^a oftp— ajBqB xouas 'paisn auopxa^^
:ojduiafa un íopijBAsap ja BiaBq pBpxxBO ap oj^b un uoo opBSuaduioa
'ou is o 'opijxBduioa xas aqap opiqiaax uaiq opo^ anb api bj b opuaip
-uodsax 'pnjijBxS bj ap biuxoj bsoixiio bj bxbuio^ pBpix^a bj saaaA y
'(2f) sopBztjBax Baunu sauBjd ap Bixoaj o 'uoiaBiua^so ap ojob ajduiis
sa saaaA SBqanm anb ^A 'oxaauís o;uaiuiijuas un sa opuBiía 'Biauaiauoa
ns uoa xijduina ap xbjbxj ap Bq 'Bjja sajBna sbj uoa uatquiBj sbuixoj
uos '(-aja 'sojisb 'sajBjídsoq) Biauaaijauaq ap sauoianjiisui ap uoia^p
-unj Bq '(lf) BpBjoaxnB A BqaajsijBS ^nuí a^uais as BisanSxnq bj anb
bj ap 'pBpiuxajBxj bj A ouisijBiaos jap c^pí Bu^xjxa Bisa ap jBxauaS
pBpixaauís bj xeáau apand as o^^j "a^a 'sbusouiij 'Biauaaxjauaq ap sassaui
-xa^ o sbjix sbj oipaui oiuoa opuBuio^ 'sopiasodsap soj ap oíaijauaq

�dad; sin embargo creemos que lo esencial queda dicho, y se puede
resumir en amor, temor, remordimiento, religiosidad, convencionalis
mo social.
Sin embargo, a pesar de todo ello, también creerá a veces, que
la caridad es un mal, ya que ella puede servir para debilitar el carác
ter tanto del que la hace como del que la recibe como también por
considerarla una posición sentimental, es decir anti-práctica, que no
condice con su personalidad, y por lo tanto alejará este sentimiento

de sí (56).
Así, al negar a la caridad, afirmará por lo tanto el progreso al
obligar al individuo desvalido a luchar por su sitio bajo el sol, con
virtiéndose así, en un valor o bien para la sociedad, pues ello signi
fica haber logrado aquellas formas de vida en que se basa el progreso
y la felicidad. Al negar así la caridad como una necesidad social,
frente al pobre, le da un valor paralelo y equivalente al dado a prin
cipios del siglo XX, por Sorel, a la violencia proletaria actuando
sobre la burguesía sedentarizada, es decir exigiéndole aquellas carac
terísticas de acción e impulso que ella ya casi no tiene.

IV
EL SENTIMIENTO DE LA NACIONALIDAD
La unidad de Italia y Alemania (1870/71) es claro ejemplo del
vigor que ha tomado en este período el espíritu nacionalista, que se
caracteriza por el sentimiento de la patria. Sentimiento que se expresa
en las palabras del autor del "Sombrero de tres picos" y "El capitári
Veneno", Pedro A. de Alarcón: "Vivamos la gran idea nacional; con
fundámonos en un magnífico amor, en una misma voluntad, en un
mismo ser" (57). Patriotismo y nacionalismo que hunden sus raíces en
la idea de la raza, que es, sobre todo, de donde nace la idea de nacio
nalidad. Nacionalidad y raza se funden a su vez en ideales ultranacionalistas, como el desarrollo del sentimiento y la idea del "Panslavismo", tal cual lo sentía el Conde Witte: "Durante cierto tiempo
me sentí inclinado a aceptar los puntos de vista de los eslavófilos
relativos a la Obschina, pues las doctrinas de aquellos grandes idea
listas habían ejercido siempre notable influencia en mi ánimo" (58).
Ideal que quiere expresar la reunión social de toda una raza y en
ella afirmar su expresión peculiar y diferenciadora de las demás; pues
ella, la raza, es sobre todo lo que caracteriza a la nacionalidad, dife
renciándola de las demás por sus notas peculiares: costumbres, idio
ma, religión, etc., y sobre todo porque ella significa una tradición

(56)Galsworthy, El Propietario, o./c, parte segunda. Cap. V, pág. 225. Pérez GalDÓs, La loca de la casa, o./c. Act. I, esc. VII, pág. 1669.
(57)Valdeici.esias (Marqués de), o./c, (citado por...), Cap. I, pág. 16. Gutiérrez
Gamero (E.), o./c. Cap. VI, pág. 119 y ss. T. I.
(58)Witte (Conde), o./c. T. II, Cap. XII, pág. 272.
— 180 —

�— T8t —
•0Z/6I2 '^ed 'nxx 'dB3 '"PI ss A OTZ BnJ8
-Bd 'xx '^BD 'siJOd ua taiaiiag *d/*o 'l4B3UBJoduiajuo[) buoisijj,, '("y) aonivH^ (19)
*/Zfl •88?d 'AI "laV "Vo 'ojqand
jap oSiutaua m/j '(-3) N3SHJ '812 -8?d 'j^ "de^ 'j j, ^/o '(apuo3) axxi^ (09)
'l/OSI '88Bd 'HA '^bO 'a/'o 'Diuvtuajy ap oioiauas \y 'CW) saaavg (^^)
'BIJJBd BJ X pBpiJBUOIDBU BJ 3p
OJU3IUIIJU3S pp X B3pi BJ ap UOpBUIJIJB 9p BJIllUjpj U3 9JJ9IAUOD 3S
ouisijimas-ijuB p rsy -bujbcI ns Bdoan^ ap o^und aambpno ^p J90Bi[
b 'o^JBquia uis 'ojsandsip ípaota X Bjáo^o^isd ns aod ojubj o^ aod
9IU9J9Jip ÍJ99BU B OpBA9[[ UBiqBq O\ SBIOUBISUIIDJID SB[ 9puop BUISIUI
BJJ9I^ B^ 9p OX9UO9UI 9 'BIJJBd UIS 9jqiUOl{ p I S9JU9J9Jip UOl^ipj X
Banjjn^ 'uopipBJj 'bzbj ap aaquioq p Bj99JBd ojpnf p sand 'sdo^ng
U9 [BJ9U9J&gt; U9 U999pnj99J OJU91UOIU 9)S9 U9 9Ilb 4SO9IIIIU9S-I)UB SO)
-U9IUIIIU9S SO[ 9p S9UOZBJ SBJ 9p eutl B9I[dX9 SOU 'ttBZBJ BJ 9p OIU9á^, J9p
UOIS9jdx9 BJ U9 BpB9IJI99ds9 JBJniJlia-JBlOOS J)K[JIUU BJ 9p ^9pi BJS^
'(19) SBÍP
-9UI S9SBJ9 SBJ 9p JBJOUI BJnj9njJS9 BJ U9 OIJJBd O1U9IUIIJU9S J9 Blíljqo
X auodrai anb oj sa —aiuauíBoiJoaj souaui jb— sojjaoaijBua X sauaiq
SOJS9 J9AJOAU9S9p X J9pU9J9Q 'SOpOJ B S9UnUIO9 S9U9iq 9p 'BDIUIOU
-O99 uaiquiBj X 'jBjnjjna-jBpos pspiun ubjS Bun ap sojuaiuipuas íjbu
-oi^bu ojuaiiui^uas jap sojoqiujs soj 'a^uauíBDiJoaj 'sand 'uos sojs^
•(09) BPna
bidbij ojubj oj ^od X sopBssdajuB sns BiaBq UBiSiJip as ajuauíBauBj
-uodsa sauozBJoa sns 'ajjaniu bj ua X BpiA bj ua JBsuad b u^qBzaduia
X sojos UBqBjsa opusna X 'Bisnjj b jBpiAjo uBjjpod sbuibC • • BijjBd
ns BjjanbB Bijas aaduiais ojubj oj jod X 'sopBSBdajuB sns ap SBq
•uinj sbj Biuajuoa Bisn^j ap ojans j^ 'Bisn^j jod usqBJídsns X bi^jbjsou
BJap^pjaA UBijuas io^^ 'BSiad ap JBjqsq b uoJBzaduia iui ap saaaa sbui
UBqBjsa anb so&gt;q *ajjans ns uoa sojuajuoa UBqBjsa is 'saauojua 'a
-a^d sa'q^, :uodBj[ ja uoa zsd ap opBjBJj ja jbuijij Bj^d jjjb
as ja opuBna 'sopiuj^j sopsjs^ ua sopBa^iuia sosn^ 'axxi^
jb UBqBsaadxa oj as ouioa jbj ísopesedajuB sn3 ap Bjjaij bj X Banjjna
bj 'uoiaipBjj bj jod spiun bijiuibj ubjS Bun ap ojuaiiuijuas ja ouioa
pBpijBuoiaBu bj jijuas uBJBq aj anb jijoui X jiaia '.iaaBj^ ' (55) jbu
-oiaBu X jbidbj Bjnjjna jBijnaad X uoiaip^aj Bsa ojjanAuasap Bq as
'ajuauíBjsnf 'apuop ua Buatj Bsa b jouib uaiquiBj u^arjiu^is oiusijoijjBd
X oiusijBuoioBU anbaod ^sajuauoduioa sajuajajip sns ^uaaanuí X uaAiA
'uaaBu apuop ua sajsijojijjaj sajj^d ssjuijsip sbj ap uoisnj bj ua ajuaui
-BjaBxa sbui o 'BJjaij Biusiui Bun aaqos sonpiAipui a sajjsd sns SBpoj
ap uoisnj jbjoj ap sojaqu^ X bzbj ap ojjn^jo ns ajquioq ja BJjuanaua
uoiaipBJj Bjsa u^ 'BjsijBuoiaBu ojubj oj jod X 'jBnpiAipui a JBijnaad
ojjas X pBpijBu^oiao ns Bjnjjna bj b Bp aj anb bj 'jBjuaiuijuas buijoj
ua Baoda Bjjsanu ap oipaui ajquioq ja 9aia anb upiaipsjj Bjsa s^
?SBadojna sapBpijBuoiaBU SBAanu sbj ap upiOBaijdxa bj ijjb asopuBasnq
'jbjoui X jBiaos jas ap buijoj jBijnaad ns odiuaij ouisiui jb asjipunq
X Jijns BiaajBd apuop ap 'jBAaipaiu ja ajuauíjBiaadsa 'opBSBd asa
ap ojuaiuiiaouoa ja Jod sajajuí ouiixbui un ojjadsap as XIX [^T8 I3
ajUBjnp oiuoa opiqes s^ 'opsssd ns ua apunq as anb jBjnjjna-oaiJOjsiq

�El sentimiento de la unidad de las grandes familias raciales (Panslavismo, pan-germanismo) traía aparejado el sentimiento de las rei
vindicaciones territoriales, que encontrarán en las clases medias siem
pre apoyo, muchas veces sentido como una necesidad económica,
aunque nunca confesado (62).
En todos lados prima un profundo sentimiento de orgullo nacio
nal que trae como corolario un interés por la tradición y también por
la finalidad histórica de la nación. "Francia —dirá Ferry— no quiere
solamente ser una nación libre, sino también una nación grande" (63).
Ideal que impulsa a la formación de los grandes imperios, considera
dos necesarios para el prestigio de una pretendida gran potencia, tanto
como una necesidad para el progreso universal, ya que el imperialismo
significaba llevar a aquellos pueblos coloniales esa civilización, que
la burguesía consideraba superior, y tras la cual marcha también su
superior organización económica, que también considera justo dársela
como forma de progreso civilizador (64). Pues no vacila la pequeña
burguesía en especular con sus propios sentimientos cuando así le
convenga; y que en última instancia son la razón verdadera, de sus
impulsos colonizadores (65) ; baste recordar la exportación de opio a
China para convencerse cómo entendía a veces, su idea de la civiliza
ción de los países que considera países atrasados. Porque si bien la
burguesía media tiene un enorme orgullo patriótico por la cultura de
su país, como es materialista, la sentirá mayor cuando la vea expre
sada en una producción técnica industrial, ya que ésta, al mismo
tiempo que satisface su orgullo patrio, también satisface sus intereses
económicos, cosa que jamás pondrá en el olvido (66).
Defender todos estos bienes, que en su conjunto forman la gran
deza nacional es un deber obligado que la burguesía sostendrá como
hecho moral inherente a todos los ciudadanos.
Sus sentimientos nacionalistas culminan en la idea de la dignidad
nacional; dignidad que es necesario valorizar y preservar aun a costa,
si fuere necesario, de una guerra, pretexto tras el cual se justifica su
bélica violencia, solución final a sus históricos problemas de fronte
ras, tras la cual se encierran todas sus aspiraciones de unidad de raza,
y también de conveniencias económicas, contenidas en la idea y sen
timiento de la grandeza y finalidad histórico-nacional. Baste el re
cuerdo del crimen de Sarajevo —como ejemplo— y la dignidad herida
del Imperio Austro-Húngaro, chispa del incendio de la conflagración
del "14", pero tras la cual en última instancia el fervor nacionalista,
buscó la solución definitiva de sus problemas imperiales y económicosociales. Por ello la pequeña burguesía simpatizará y apoyará al ejér-

(62)Barres, Al servicio de Alemania, o./c. Cap. VII, pág. 146.
(63)Croce, o./c, (citado por...) Cap. IX, pág. 308.
(64)Ferry, o./c, T. V, pág. 304. Galsworthy, Litigio, o./c, primera parte. Cap. X,
págs. 108/9. Zoi.a (E.), Dinero, o./c. Cap. II, pág. 34. Gutiérrez Gamero, o./c. T. I,
cap. VI, pág. 121.
(65)Barres (M.), Los Desarraigados, o./c. Cap. IX, pág. 237.
(66)France (A.), "Historia Contemporánea", o./c. Bergeret en París. Cap. XIX,
págs. 709/10.
— 182 —

�— 881 —
•0^ -SBd 'AI 'I dBD 'I "I 'Vo 'PW^OJd 1 'sot-iyo zanaj(69)
*8Bd 'HAX "dBD '/' '0SUDM 8}^d J3 '(#g) s^aiv^) zauaj "s^ól'saJiy
-p^ -¿¿ -3ed 'mA dO -aSpjjqjajsDj ap apjDojD j^ '(-^) aohvh(89)
•S62 Sed '¿ii -aBjBd 'IAXX dB^ Vo 'OH) a^^ads (¿9)
'opjoAip p BJiuoa Bis^jojd ns —oan[ soraaaaA ouioa—
Ojp Jod X SOpBJ^oBS SOZBJ BOIJIuSlS [BJOIU n8 U9
BTJJUIBJ B^
•(59) ZBd X oai^j ^p JBSn^ 'piaos-oaiijpd nitJídsa
jbjiiuib ns uoo Z9A ns b apaoouoo ub^ Á 'ojsn^ ns ap ubi BpBjapoui
Baiisauíop piA b{ B^p ua butuioq "(89) opBJB8 iSBa jB^n^ Á ouipuj
oijoiijjai ouioa opBjapisuoa BJtas apuop ua 'BjaaiBjáuj ua ajjnao pi
ÍJBÍácnj [ap oiuauíiiuas [Bapi un ua asopuBuiquioa Á píaos B[Bosa b[ ap
oaiuap opuaipuaasB baba anb Bpipam b ojaAas sbui á sbui bjbi[ as anb
'jbi[iuibj pBpmáip B[ ap oiuaiiuiíuas aiaanj un SB[p ua X^q 'puotaBu
pBpiu^ip B[ ap oiuaiuipuas p sBipaux sasBp sb^ ua aisixa ouioa isy
'opBis^ p Á BijxuiBj B[ aaiua sbuijoj ap pBppuapi Bisa ouB[d
ap BZBqaaa aa3M3dS 'a as ouio^ '(¿9) (H33M3dS) ttuoiaBiaaadB ^jand
Bun ua anb sbui Bsusasap ou 'sop^uaaqoá Á sajuBuaaqo^ ap B[ á sofiq
b sajpBd so[ ap uopspj B[ aajua jijqnasap apuaiadd as anb Bi^opuB
b^,, 'jo^bui opBis^ un ap oaiuap opBis^ opasnuim un 'sBaqB[Bd sbj;o
ua 'opBis^ pp p oaiiuapi opiqaouoa o opBjapisuoa sa oiuaiuiBuoia
-unj ns Á ouisiub^jo ns anb ouis '¡bioos uoiaBziuB^jo B[ ap omoim oji
-uaa [a bijiuibj b[ sa o^os ou ojo^ 'uoiaBziuBáao ap buijoj Bpasnuiiu A
BIU31UI Bun ap Biiuijux upiOBaqdiqnuí B[ ap pioi op^ipsaj p anb ssoa
bjio sa ou pna o¡ 'p^paiaos bj ap buisiui asBq bj sa bijiuibj bj anb ap
Bapi bj 'Baoda B[ ap Bjsanáanq suanbad bj ua oiuaiuiiauaAuoa s^

vn^v^ vi aa oxMaimxMas aa
A
•sapiaua^ sns
X sajBiqíiu sBiao[á sns uoa o^jBfaisaj X opaaBq ap Baunu a^piAjo ap
Bq ou 'sbisiijb o sajBniaajaiui 'sBaijjiuap sapBp^qapa sns b oiuaiunu
-oui un jbiuba3[ Bppp 4Bsan!ojnq asBja aiuBuiuiop bj is 'oiubi u^
"soisia sauxj X SBiauanaasuoa sb[ uoa
'sapuopBU sasaaaiui a pBpiuStp ns b Bsuajap ap ojuauinajsui oiuoa uaiq
-uiBi BJiAjas o^p opoi anb sa oiaaia íBJjaiBjáuj ua biojj bj ap X biubtu
-ajy ua oipjafa pp 'bioubj^ ua ajJBdBuog un ap oi^psaad p 'aiJBd
ua uBai[dxa X '0¿8l aP sandsap une uaiiuuad anb 'sajtBiqíui sbijojS
SBipaiaad ap sopaanaaj X 'sBaniuaA^ ap sauoiassuas —mijjdsa opBz
-i^Biuapas bX ns b uoiaaipBdiuoa aod— jbuos aa^q aj aiuaiuBiaaaas anb
ojiqnf 'ojtqnf ap Binp ns oj^aA jb ubu3[[ anb sajijsap soj ap oiixa ja
osa jod '[9 B 9iuaaj oíadsaa X ojjnSao ns ojp jo^ 'osoda^ X pBpqinb
-ubji ap uoxaBJidsB bjbo ns ap Bsuajap bj Baijiu^is ja anb opuoq oj
ua aiuais anbaod 'Bzinb 'opoi ajqos X 'BzapuBj^ ns ap aia^d ua oiuaui
-njisui '[buoiobu jas ns ap 'oiubi oj aod 'josuajap ua X Bjp ap ojoqiujs
un ua oinsiin o[ aod aijaiAuoa o\ X BiJiBd bj bjiuoo sbzbu3uib sbj b
aiuaaj pBpqinbuBJi 9p oiuaiuiiiuas ja Bp aj X saijiuSis aj ja sand '

�Al casarse —primer acto de la organización de la familia— el
pequeño burgués —hombre o mujer— lo hará con todas las precau
ciones que su sentido práctico le dicta, averiguándose —aun en los
casamientos por amor— la dote o posición económica del futuro es
poso o esposa (70). Y jamás lo hará, o intentará hacerlo, con alguien
de clase social inferior, pero no tendrá inconveniente en olvidar esta
diferencia social, si esta o aquella persona con quien lo hiciera está
bien situada económicamente (71). Pues sólo así, por interés, podrá
lograr aquellos bienes que en el matrimonio, como en todos los aspec
tos de su pensamiento social, quiere, es decir, confort, lujos, viajes, etc.
Pero si el hombre de las clases medias se casa por interés eco
nómico y social, hay sin embargo en ellos un factor psicológico-sentimental, que al matrimonio también los empujan: el deseo de sucesión
y el temor a la soledad (72) ; y el sentimiento atávico de perpetua
ción de la raza, más o menos consciente (73), y perfectamente cons
ciente en la idea de la perpetuación del apellido y la familia, más y
más sentido a medida que este nombre tiene mayor significación
social (74).
Sinceramente amante de sus hijos, quiere en ellos un continua
dor de su tradición de trabajo; pero también un sostén, un consuelo,
un compañero de vejez (75), y siempre contradictorio, muchas veces
terminará casándolos para quitárselos de encima (76), tanto como
para continuar las tradiciones de trabajo y desarrollo social de la fami
lia. En su sentimiento de perpetuación de la raza y en el anhelo de
hijos, positivista, niega en su lógica positivista y práctica, este dere
cho a aquellos que no pueden o no estén en óptimas condiciones eco
nómicas para ello (77) y por lo mismo veremos el decrecimiento de
la natalidad, pues, por lo mismo tienden las burguesías medias hacia
la formación de familias de hijos poco numerosos (78). Porque la
pequeña burguesía de nuestro período tiene un profundo sentimiento
del deber para con sus hijos, y quiere engrandecerse con el engran
decimiento de ellos, y para ello necesita de todo su poder —o posi
bilidades— económicas. Este sentimiento y deseo de engrandecimiento

(70)Shaw (G. B.), Hombre y Superhombre. Aet. III, pág. 238 y ss. Obras com
pletas, cit. Zola (E.), Dinero o./c. Cap. XI, pág. 193. France (A.), El crimen de un
académico, o./c. Cap. VII, págs. 161/2.
(71)Chejov (A. P.), La gaviota, o./c. Act. I, pág. 128. Zola (E.), Dinero, o./c.
Cap. XI, pág. 193.
(72)Hardy (T.), o./c. Cap. XLII, pág. 429. Galsworthy, Litigio, o./c, parte tercera.
Cap. IV, págs. 311, 329. Pérez Galdós (B.), Fortunata y Jacinta. T. I, cap. VI, I, pág. 116.
Ed. Losada. B. Aires, 1942.
(73)Spencer (H.), o./c. Apéndice C, pág. 368 y* ss. Shaw (G. B.), Hombre y
Superhombre, o./c. Act. II, pág. 188. Ibsen (E.), Un enemigo del pueblo. Act. II,
págs. 112/13.
(74)Galsworthy, Litigio, o./c, parte tercera. Cap. VIL Gutiérrez Gamero (E.),
o./c Cap. IV, pág. 95.
(75)Shaw (G. B.), La profesión de la Sra. Warren, Act. IV, pág. 311, ed. cit.
Galsworthy, Litigio, o./c, parte tercera. Cap. IV, pág. 311. Pérez Galdós (B.), Lo
Prohibido, o./c. T. II, Cap. I, II, pág. 20. Ficueroa (A. de), o./c. Cap. XII, pág. 92 y ss.
(76)Pérez Galdós (B.), Lo prohibido, o./c. T. I, I, cap. I, pág. 10. Ficueroa
(A. de) o./c, cap. XII, pág. 96 y ss.
(77)Mirbeau (O.), Memorias de una doncella, o./c, cap. XV, pág. 260.
(78)Macaulay Trevelyan, o./c, cap. XVIII, pág. 582.
— 184 —

�— S81 —
'6^61 'ssuiy H 'Bu^doS T3 *S8 "3Bd 'A dB3
•vuJBqvj^ vj '('3) vioz "881 "^ed 'jj "dBg "o/^o 'aaddog *62 '^^d 'o^o^ojd '"o/*o '/on8isap
oiuüwujD^^ '(-g -g) mvh -^g -3ed ¡ jjy *a/-o 'sDaaunm ap sg 'Cg) N3saj (8)
"12 "3?d 'I "dBD 'Vo '(3P s?nbjBIM) svisai^iaolVA 0C/62I -s3Bd 'TI 'TI (*8)
•09 -^ed 'pj '-PI (8)
"2/l* -s3Bd 'oSojojd '#a/-o 'jvnSis^p otuowtjjvj^ '(-g *g) MVHg *I*6I 'sa-ny '3 TBJl8nV
T3 "/Z* "s3Bd 'HA "dBl) T "X 'pvpa^oiu X zauiu ap sopjanaa^ 'ONnwVNfl (^8)
•Buadog -pg -¿ -8Bd 'm
•jay *sDDaun^ Bp vso^ 'Cg) N3saj g^ -3Bd 'j 'd^g -a/-o '(aP sanbjBj^) sviS333i3aiv^
•lia -sBiaiduioa sBjqo 0 "8?d Ti ''•"•V '*as P /afl7 'Cg "O) MVHg (8)
T8S '3Bd T 'X "Vo 'sosun^siQ 'Aaaag (08)
•Q09 '3Bd TlAX 'dBJ l"3/'
B[ souaui ^ jbj 'saja^puoosa u^ uBuadin^ as anb BpiA B[ ap
sosa [bih aaaouoa b uBJBzuauíoa 'bu3jbSoi{ uoiaipBJj v\ jin^as apuaja^d
as soj^a ua anb ap aBsad b á '^bjoui á pniaapjuí uoiobuijoj ns a^nuii
-uoa ap ubij 'zijjniíisui bj ap o puaaiBiu B[ajnj bj ap sopBjaqx^ zaA ns
b 'JHV (S8) a8BP ^idoad ns b aiuajj píaos uoiaBiauajajip ap buijoj
B^amijd Á 'píaos Bpasa B[ na japuaaSB sopaa^q Bjsd ojdb jauíiad
ísbjbjoojsijb Á soaij sasan^jnq ap sofiq so^ uoa pBpiinijuí ua Á puoia
-uaAuoa uoiaBanpa ns uanuuuoa apuop ua soSBd soi^apa sojpnbB b
uBJBiAua so[ 'sajo^Bj^ 'saaaqap sns ua aapBiu B^ b aiuB^dns ojjBd ua anb
zijjnjpsui Bun Bjpuod a^ ajiuuad of as Baiuiouoaa uoiaipuoa ns ig
'(•^8) ^ijouiaiu ap
japuaads BJBq soy as oyya aod Á 'jijiibjui yeaoiu uoiaBanpa Baaiuijd
B[ uBJBSBq uoi^iyaj By ap soidiauíjd soy ajqos sand 'o^oy^aaQ yap
sojuaiuiBpuBiu Qy soy ap ysjoin oiuaiiuiaouoa ya UB^suasua ay oiquiBa
U3 (88) J^;)Bll jaqap un ouioa uBjapisuoa anb bsoo 'yBjoiu Bzu^uasua
BJauíi^d Bisa opiua^uoa ns aod aoBuauíB anb Bjnjaay spoi ap ubi
-jBdB ay Á uaqiqoad ay oiusiiu oy jo^ -sayiiuBjui saiuaiu SBy BjBd soand
-iui Baapisuoa anb soiuaiuiiaouoa soyyanbs uoa o^aBiuoa ya ua^iAa ay
anb 'Bzaand ns ap saaopBAaasaad soidaauoa Á sbuijoj ap aaqiuipan Bun
aopapaays ns b UBaafaj ojsa JBaSoy bjb^ '(^8) ^zayBJn^Bu By Á ^piA By
ap soiaaisiux soy ap sp^u aaqus uaqap ou soyya anb Biauaaaa o Bapi By
ua sopufaoj souBua X soiusiyBuoiauaAuoa ap aiaas Bun ap assq By aaqos
ayqísod oy ua BJBziyBaa X aaainb By 'ouiu yap yBjoiu upiaBiuaoj b^
'(T8) í?íu I9P P-injyna
X yBiaos uoiaBanpa Bjamiad By JByi^iA X a^inS ap uaqap ya a^aau 'opoi
aaqos 'aapBiu By b 'ByaBziyBaa usaaiiiuiaad anb SBaiiuouoaa sapspiyiqísod
SBy usaua Bipuodsaaaoa aaped y^ ig 'BaijBaaojsiaB uoiaipsaj By ap By
BÍayyaa zaA ns b anb 'Bjsan^anq ubu^ By ap sofiq soy uaqiaau anb By b
BÍauBd o BpiaauBd sbiu oy ByuaaBq Basap 'y^iaos oy ua anb upiaBanp^
'(08) oipnjsa ap sapBpiyiqísod sns sayBiaos saXay aod a^iyioBj say as
anb o (6¿) ssyya Baed BuoqB Bjs^q opBauaa oíoa opis u^q 'paojxQ X
aSpiaquiB^ ap SBy oiuoa anb 'sapBpisaaAiun s^y ua Bpsaiua By Bjiiuaad
say as anb ssyya Basd Biaodiui anb oy uaiq uaq^s 'aiuaiuysiaos aapuaase
uaaainb anb s^ipaiu as^ya ssy anb sa X 'BiaBiysaaAiun X Bia^punaas
'aByoasa BzuBuasua By ap oiuaiiuiAyoAuasap yB oXodB X saaaiui ns jq^
ap X 'yBiaos oyyoaassap ap sapBptyiqisod sns BUBd oiuBsaaau sbiu oinoa
aiuais zaA Bp^a anb oqaaq 'Buaua^a X uoiaBanpa ayopu^p 'oyaBziyBaa
i o BUBziysaa oy sofíiy sns ap saABai b opByyoaaBsap UBiytuiBj

�afirmación que de su niñez hace Bernard Shaw, y que confirma tam
bién Unamuno. "En cambio (en el colegio) me enseñaron a mentir
y a someterme a todas las tiranías: me contaron historias sucias, me
acostumbraron a considerar el amor y la maternidad como juegos
obscenos, me enseñaron la desesperación, la hipocresía, la irritación,
la cobardía y todas las tretas picaras con las que un cobarde mete
miedo a otro cobarde" (86).
Sin embargo desde fines del siglo XIX y principios del XX, el
sentimiento de la educación y la enseñanza escolar parecen hacerse
más liberales, sobre todo en Francia e Inglaterra, al liberarse de la
tradición religiosa que predomina hasta ahora en ella (87).
Anhelosa del engrandecimiento de sus hijos, quiere ante todo que
su formación cultural se convierta en instrumento positivo de las po
sibilidades de progreso económico y social (88). Esto es que lleguen
a tener una carrera, en especial aquellas que les abran mayor por
venir; educación y porvenir que son, a su parecer, término de dife
renciación social sobre su propio ambiente y medio social. Por ello
sobre todo su predilección por la carrera de Derecho, preferencia
explicable por las posibilidades que de ella parecían derivar, especial
mente en el campo de la política, a más del carácter que parecía tener
en la época como carrera de ostentación (89). Sin embargo el hecho
esencial es que los hijos dejen de ser lo que fue el padre, ascen
diendo en la escala social (90).
Hemos visto hasta aquí cómo entendía la educación de los hijos
y los anhelos que a ello lo mueve; veamos ahora la situación y el
fin de la educación femenina. Parecía clara y cosa admitida por la
generalidad, la situación de inferioridad social y mismo mental de
la mujer frente a su sexo opuesto; de ello deriva la negación de sus
posibilidades y por lo tanto de sus derechos (91), situación más y
más inflexible a medida que descendía en la escala social (92).
Pero su situación se creaba también desde la peculiar idea de su
feminidad original y su finalidad dentro de la sociedad, especialmente
de la concepción de la organización de la familia; pues es aquí en
donde entiende el individuo de las clases medias que está la función
específica de la mujer, y por lo tanto dentro de la sociedad. Dentro
(86)Shaw (G. B.), Matrimonio desigual, prólogo, pág. 34. Unamuno, Recuerdos
de niñez y mocedad, o./c. Cap. X. pág. 56.
(87)Ferry, Discursos, o./c. T. III, pág. 55; id., T. II, pág. 44; id., pág. 238 y ss.
Galsworthy, Litigio, o./c. (Interludio, Despertar), pág. 389. Macaulay Trevelyan, o./c.
Cap. XVIIIr pág. 587.
(88)Strimberc, Fermentation, o./c. Cap. II, pág. 252. Dubois, L'éducation de soi
meme, o./c. (Moderation) pág. 176. Galsworthy, El Propietario, o./c, parte primera.
Cap. I, pág. 49; id., parte tercera, cap. I, pág. 349.
(89)Valdeiclesias (Marqués de), o./c. Cap. II, pág. 75. Pérez Galdós (B.), Miau.
I, pág. 572. Obras completas. Aguilar. T. V., 1942. Barres (M.), Al servicio de Alemania,
o./c. Cap. VII, pág. 146.
(90)Barres, Los desarraigados, o./c. Cap. II, pág. 58. Galsworthy, Litigio, o./c,
parte tercera. Cap. IV, pág. 311.
(91)Pérez Galdós (B.), Fortunata y Jacinta o./c. T. I, cap. X, pág. 289. Gutiérrez
Gamero (E.), o./c. T. III. Clío en pantuflas. Cap. X, págs. 315/6.
(92)Ferry, Discursos, o./c. T. I, págs. 301/2. Dostoyevski, Los hermanos Karamazoff, o./c. Cap. III, pág. 1033, Id., Notas de invierno, etc., o./c. Cap. V, págs. 1096 y ss.
Shaw (G. B.), La Profesión de la Sra. Warren, o./c. III, págs. 262/3.
— 186 —

�— ¿81 —
*¿8l "3Bd 'XX "dBD "V0 ^ohvh (86)
TZI "3Bd 'IAX -dBD *D/' '(3P 'V) voaan^ij "8/¿8I *3Bd 'XX "dBD '/' 'aohvh ooix^j^
"3 'D aP opuo^ 'P3 '91 '^ed l\i -dB3 -oso^o asvp vj ap vpoa^ 'Naiaa^ (¿6)
'fi "3?d 'II "dB3 'BJ^^jai ajJBd '*d/-o 'opvjaidoud j^ 'AHxaoMsiv^) "981 "8Bd 'xx 'dBD '^/'o
'aohvh -^8 8Bd 'ni 'XX dBD 'II "X optqiqoid oj '(g) s^aavf) zaaag (96)
'ZZI '3?d 'I '9-iqtuoi¡jadng X auqtuoj^ -stjaiduioa SBjqo "o/'o '(*g •^)
MVHg '691 *2Bd '8B)3[dmo3 SBjqQ -a/-o 'jvn^tsap oiuowijjvj^ '(-g *q) MVHg (9^)
"66Z "3?d 'IX "dB:) '3JJBd Bpnn^as '-d/-o 'oi^Djajdo^^ ^^
'AHxaoMSiV^ *^2I *3Bd '1 -SBjs^duioo SBjqQ -o/-o 'ajqtuoquadng X ajqtuofj '(-g *^) MVHg
•g¿ -2Bd 'ni -jay '-pj í^g -3Bd '1 -joy *o/-o 'svoaunw ap vs.vj 'Ca) *J3sai (^6)
*9SI *8Bd '11 -joy 'lio '8Bj^jdraoD
SBjqo 'uopvupsDj -(-g -^) MVHg -ss ií 91^ -3Bd 'xx "dBD 'Vo 'CH) a^Na^S (6)
' (86) uoiaeniis aiuapaao^j ns BaA ^s anb BdBd 'epn^B aod anb sbui
S^39A SBi^nin 'BjuaiAais Bun JBjBjjuoa ap Bi^ '9pand ig '(¿6) JB^on \a
aau^lUBaí BJBd Baanj afBqBjj anb oaops^p un onio^ Bj^pisuoo Á JB^iuiBj
BpiA V\ 9U0dlUI 9[ 9nb 8B^ UB9S OU 8nb S9UOlOBI^qO 8BJJO B 9nbip
-9p 3s 9nb BJJ9nb ou OS9 aod X 'aBqiuiBj pBpij^dsojd B[ 9p o^oquijs
[9 B9S 9nb B[^ 9p 9pu9}9dd 98 u9iquiBj 4sou9aBiíoq S9J9q9p so^os sns
SOJU91UIT9OUO9 8OIS9 UOS O^^ *S9J9q9p SnS 9p BUip BpBJ9pi8UOD BSOds9
Bun U9 9SJI1J9AUO9 U9iuuaod 9| bioubisui Buií^n U9 9nb so| stqp uos
'S9nd '8O9lJS9UIOp SO1U9IUII9OUOD SOpBU9SU9 UOS 9^ OpOl 9dqOS OJ9^
•UOIDOBJISip BJ9UI OUIO9 9nb 4OpipU91U9 H9iq ^9 U9 9nb BJS9 OJBp
'o[^9 b u^nbip^p 98 SBfiq sns 9nb b Bjpuodo 98 ou 9nb S9 'oibj p
JBSBd O^O3 BJBd 8BU9nq 489pi9IJJ9dn8 8BUIJOJ 'OS9jSojd 9p S9^B9J OU
SBUIJOJ SBpBJ9piSUO0 B^p JO¿ UOS '*9J9 'BJnjUld V^ 'BOIStlUI B| 9nb OUI8IUI
o^ jod ojod íSB^p b BJB9ipop 98 —o9n[ soui9J9A ouioo— sofiq sns
9p ounjB 9nb b uoiobS9u ns o^p jod 'njiJjdsg pp sbuijoj s^\ uBiqBO
OU pn9 B| 9p OJIU9p ''919 'BIJISnpul B^ X BpU9p B^ 9p SOUI9qBS OUIO9
opxpu9;u9 osojáoad 'ouBuinq os^a^ojd pp oaijob joiobj p 89 oJ9raijd
p I8BJIU9IUI ípBp9poS B^ U9 J9Í"nUI B^ X 9jquioq pp 89UOlDUnj SBATJ
-09dS9J 8B[ U9 JBSU9d B SOUI9ApA IS 'OOlSo^ OJ9¿ OSOIjnO Oq99JJ
' (9^) UOT9B9
-np9 BU9nq ns 9p bjou ouioo opBj^pisuoD S9 o^p :sbxu íuppBju^jso
O[p 9p BJBq 9S X '-9J9 'ofnqip 'oUBTd 'S99UBJJ BJBU9SU9 9^ 9S í BOI^OBjd
sougui X BqduiB sbui '^pBuipj X pJ9qi^ sbui uppBonp^ Bun sojD9dsB
SOlJ9p U9 J9U9I J9fnui B[ B OptJIUIJ9d BJ9S 9^ '9JU9UIBSOIJnD OJ9^
"(56) JBp-l^nS 9p SBpiIX9 9jdui9IS UOS 9[
JBJ9dlU9JB O JBpiAp S999A B BJjpod 9nb S9JqiuniSO9 8B^ í BpiA ns Bpoj
op o^jb^ o^ b sBpBp^A 9iu9uqBJoni uos 9j 'ouiu p uoqiqoíd 98 9nb
SBJnj99[ 8B^ ípBpiUlUI9J 9p UOpipuOO ns Jod S9JU9UBUIJ9d OIJBJJUO9
p Jod UBJ9S SB^p OJ9¿ 'SBUIJOU 9p X S9pUOpU9AUO9 SB9pi 9p S9II9S
SBUisim sb^ jod Bpi^iJip 89 Z9uiu ns uojba p U9 ouio^ 'u^puodsgjj
-O9 9^ onb uopBonpg 9p sbuiioj sb^S9 uos sopno 4S9nd 'souiB9^y
•uopBonp9 ns oqiouoo 9S 9nb JBoq pp BpiA bjs9 9p uopunj U9
's^nd 'sg *(t6) TBíDOS ^ JBTlíUIBJ O^dui9f9 ouioo bajis 9nb 'uoido^jjoo
X BZUB^dui9J 'pniJIA 9p B9S SBI9U9IJBdB SB^ U9 SOU9UI p 9nb 'pJOUI
BptA 9p BJ^9J BUn 9SJ9UOduiI BJBIU9IBdB X BJIIX9 9^ O\[9 JO^
"(86) soqo9J9p sns Bp 9[ 9nb B[
uoiquiB} so 9nb 'jBSoq pp BpiA B| uBSuodtuí 9^ 9nb so^ uos soioqop
SnS X ppU9S9 OIU9UI9p Un OUIO9 BpBJ9piSUO9 89 JBI[ItUBJ BpiA B{ 9p

�Si los padres aspiran a elevar la categoría social de sus hijos y
lo consideran como un deber que es considerado esencial, determi
nado por ciertas normas de vida y de moral, hasta fines del siglo
XIX afirman la subordinación del hijo —si no a los caprichos pater
nos— al menos a cierta forma de obediencia o subordinación en cuan
to a la elección de su porvenir, es decir, carrera, matrimonio, etc. (99).
Las relaciones entre padres e hijos están determinadas por cierto có
digo de reglas que será en su forma más y más estricto en tanto que
ascendamos en la escala social, pero que en las clases medias, a veces
pomo fruto de diferentes educaciones recibidas, traerán el choque como
consecuencia de las distintas modalidades mentales, como consecuen
cia directa de formas de vida diferentes, a su vez consecuencia directa
de este ascenso social, que impone maneras de vida diferentes a estos
hijos de las clases medias enriquecidas, abandonando todo lo que la
tradición y las costumbres imponen (100). Choque que por ello es
tanto más grave, pues apartarse de la tradición familiar significa sobre
todo el abandono de esos ideales motores de la vida familiar que
hemos de ver, es decir de la idea del trabajo, ahorro; del sentimiento
del progreso, o del deber; para realizar los ideales de vida de la gran
burguesía (100 bis).
Así llegamos de nuevo a lo que hemos visto como la primera
gran contradicción de las clases medias, anhelos de ascenso de clase,
que significan finalmente abandono de todos los ideales que la deter
minan como clase.

VI
EL SENTIMIENTO DE ASCENSO DE CLASE
Oscilando entre el proletariado del cual suele salir y la rica bur
guesía a la que aspira llegar, el temor a la pobreza de los primeros
y las posibilidades que a los segundos les da su riqueza, son las mo
tivaciones primeras del claro y determinado anhelo, de la pequeña
burguesía, de ascenso de clase, es decir, de lograr las posibilidades
que parecía dar el dinero: comodidades, placeres, viajes, etc.; en una
palabra: grandezas. Pues el logro de estos bienes, parecía significar
de hecho una nueva y superior po^ición social, radicada en la posi
bilidad de realizar las formas de vida de la gran burguesía, por cuyas
riquezas (o exactamente: por la riqueza) han de tener un senti-

(99)Unamlno, Mi religión y otros ensayos. ^Tres generaciones, pág. 81 y ss. EtI.
Austral.) Ibsen (E.), Juan Gabriel, o./c. III, pág. 116 y ss.
(100)Unamlno, Mí religión y otros ensayos, o./c. (Tres generaciones, pág. 81 y ss.
Ed. Austral.) Galsworthy, El propietario, parte segunda, cap. VII, págs. 245/6.
(100 bis). Unamlno, Mi religión y otros ensayos (Tres generaciones, pág. 81 y ss.
Galsworthy, El propietario, parte segunda, cap. VII, págs. 24516.
— 188 —

�— 681 —
•BDimouoaa uuoisiq jainbjima ^sea a *i¿ "8Bd l\\ *dB[) 'a/'o 'ouauiQ '(*3) vioz (SOI)
'lia 'sB]3[duioa BBJqQ lfg '
'II '*aV '^o1""1! 'AOf3H^ "^/lSfI "88Bd 'ai -dB^ 'a/-o 'uopognt 7^ 'ihsahaoisoq
'IX -dBD "^/'o 'oj3uj(j '('3) V1O2 "S09 '35d 'IX 'dBD "a/' 'nt&gt;lfi[ '('8) soaivf) zauaj
•lia 'BBia^duioa BBaqQ '¿gg -8ed 'jjj -iay -svuoiuuat{ sa^i 07 '('j -y) AoraH[) (01)
'162 '3?d 'X 'dBa 'alJBd punSas
••a/*o 'oiuvjatdojd 73 'AHxaoMsav^) *go¿I "S^d 'nAX 'III *10V 'a/' '^svo 07 ap vooj vj
'Cfl) S9aivf) zaaa^ '987 '2Bd '-a/'o 'pnStsap oiuoiuiuiv^^ '(-g 'O) mvhs (^Ol)
•0¿I '8Bd 'IIAX 'III *V 'D/' 'DSD:) D7 aP D3O2 D7 '(a) S9&lt;nvf) zaHaj
"S^ól 'aBnn8y *p3 '^g^l '8Bd 'a "dB^ 'jj -^ '8Bia[duioa SBJqo 'jopvSnf 73 'imsa3A0asoq
"¿0 "3?d 'AI *'•¥ 'Vo &lt;uaJJ0/ll •"•'S BZ aP ^oysa^rt wj '(-g -^) mvh (101)

9p sd^Bdpi sns ap epua^oxa bj jboijiuSis aaajtBd |Bna O[ uoa 'uoidbj
-uajso aoBij anb pp ^ BJB^nraisip ou anb o^^^ao 'a^uauípioos Á ajuaui
-BOiraouoDa osoaapod sbui z^a BpBO asjpuas ap o^n^ao 'sBun^Joj sbsoC
jbiuba3[ ap pBpiaBdBa Bjsa ua opianpBJ^ Á opBuiuuajap o^nSao
jo ns ap Baauíijd uoisaadxa b[ ^oaiuipuoaa jas?i ajsa sa ^
"(SOI) ^BZ
b uaiquiBj BJídsB B{^a anb 'í4xpuaAiA snpoui^ p Bzipaj as apnop
sa i[p anbaod uaiquiBj oaa^ qBiijsnpui ua BpauáB ap oaiuipuoaa
afa pp opBpBJ) p sa XIX l^í8 PP ppuasa oqaaq p sand 'bijej^b
Biuiouoaa b^ ua ou Á sapBpijiqísod sns Baoip UBJBjsa apuop ua iqB sa
'ojpjJBsap a^janj ubj opBp sq BjsanSanq b[ anb b^ b píxisnpui-oaiuaai
uotanpAax B^ ap Bpuanaasuoa ouioa sand 'sapiJjsnpui o sapiaxauíoa
sapspnp sapuexá sb^ b odui^a pp SBpaaBq apBis^q ap Bq sand 'sofaj
ub^ XB^a^[ b UBJB^qqo a[ ou sauopBx^iuiui SBjsa pxauaá o^ jo^
o[ anb oxo pnbB ap ouaj[ soub so^ ap oqBa p xaApA
b opusa^iuia Bzipax o\ saaaA SBqanm anb oxxoqB Á of
rao^ ^ 8uuo^ o p^qasjo^ ap ucuBq oidoxd [a xips b auaiA
sauopsjaua^ sps o oauía ap BjpnA b á 'o^ns p a^sa Á ofiq ns b ajiui
-suBJi o^ as A a^qBxapisuoa p^dBa un ap xopaasod vA sa ttjaiBA,, un
ap ojaiu p 'soub Biuasas o Biuanauía ap oq^a p opoui a^sa aQ • • soip
-nf ouioa oxauíp UBidoaB sopoj X 'soABpsa ouioa uBfBqBjj sopo^,, *aja
'osnx pp 'rxsAaAOASOQ op xssad b 'X 'sa^^ui pp 'opa pp njixídsa ofax
-Bd pp o^duiafa anb sbui sa ou anb X 'ouBuuaS pp oxioqB ap nipjdsa
pp JBjqBq p '(iuopv8nf^ p ua rasA3iOXSOQ ^p afBuosxad un Buuip o[
oiuoa pj 'oasap opspquB ns jBJ^o^ x^inuad ap Bq a^ anb O^ uij p sa
sauopBxaua^ xod opBzqBax anb 'oxxoqB pp opijuas ajxanj un 'ofBq
-bji ap pBppBdBa ns b ojunf Bjpuaj o^p bxb^ •oaiiuouooa xapod pp
Bpanbsnq B[ ap b^ —oidpuixd ua— Bas ou anb epiA ap pBpqiqísod
bjjo Bpoi opuBqaasap 'ofBqBxi opnx p ua asxBotjiJoes ua jb^ioba ap
Bq ou o^p bxbj -sapBpqtqísod sns ap —uou Bnb auis— oaiuiouoaa
o^pjjBsap a^isod ns ap assq B[ axqos Bzq^aj o[ X Bjuana Bisan^^
-xnq Bf osuaasB ap papi aisa xBzipax bjb^ '(gOl) Jofaiu BpiA Bun ap
opquB p ua X sapBpqxqísod ap ^jpj ns ua BSBq as anb oiuairaijuag
*(60l) ^pos osaxáoxd ap sapapi
sns ua SBipaui sassp sbj xod sop^aipiuapi a soaiiuapi nos souiuuaj
soquiB anb oai3o[ X oxsp sa sand 'pBpaidoxd v\ opraaS ns xod uauax;
bj a^uauípnSí ouioa jsb *(XOI) osoi^ipx is^a uppBuixip ap ojuaira

�virtud, trabajo, voluntad e inteligencia, y sobre todo progreso; pues
el solo hecho de tener dinero es progreso en su pensamiento (106).
Orgullo y realización del dinero, por lo que significa como me
dio, pero también, al final, valorización del dinero por sí mismo, amor
casi místico.
Hasta aquí hemos esbozado los medios de ascenso económico; vea
mos ahora las motivaciones que a ello las mueven, a su vez; es decir:
el fin del poder económico.
Hemos visto en el capítulo segundo, que el fin del progreso es
lograr la felicidad humana, hemos visto aquí cómo este progreso está
basado en el desarrollo económico, el que a su vez desenvuelve apro
vechando el progreso técnico industrial, que la burguesía misma im
pulsa, desarrollando con ellos nuevas formas, objetos y comodidades
para el goce de la vida; pues bien: la conquista de estos "bienes o
valores", es el último y esencial "ratio" del proceso hacia la conquista
de la felicidad. Felicidad materialista, desespiritualizada, pero en úl
tima instancia la única que le permite su propia formación y tradición
histórica, la única, en una palabra, que desea en la realidad de su
vida y la única, al fin, que le da la conquista del dinero y que le
ha de significar el haber llegado a la meta soñada de su mutación
social: convertirse en gran burguesía aristocratizante o aristocratizada.
Pero si la pequeña burguesía sueña en entrar y fusionarse en el mundo
de la gran burguesía, ésta, a su vez, cerrada cada vez más en su
mundo, trata por todos los medios, por su parte, de cerrarle el cami
no, ya que la menosprecia. Menosprecio que a pesar de cierta —más
aparente que real— reciprocidad por parte de la pequeña burguesía,
no puede impedir que ésta, admire y respete a la gran burguesía, con
un sentimiento que no puede cubrir (107). Admiración y respeto que
la lleva hacia ella y nos explica la razón del por qué terminará por
abandonar sus propios ideales, para realizar más tarde o más tem
prano los ideales de vida de la gran burguesía; es decir: imposibilidad
de resistir el deslumbramiento de aquellas formas de vida, y así la
hallamos en la misma posición conocida entre la mariposa y la llama
que la atrae para quemarla. Y esto se nos explica por el sentimiento
de inferioridad social que en el fondo de su conciencia siente, a pesar
del sentimiento del valor de sus propios ideales, pero que carecen de
aquel brillo y tradición que aun decadentes parecían tener y conte
ner los ideales de la gran burguesía y la aristocracia. Pues tras aque
llos lujos, fiestas, placeres, modales, costumbres, etc., parecía ocul
tarse un misterioso tono de vida, que ella también pretende alcanzar,
aunque sea este tono de vida justamente lo que aparentemente des
precia. Pues es este tono y manera de realizar la vida, tanto como el
aprovechamiento de los bienes que el progreso daba, y no la propie
dad de ellos por sí misma por muy placentera que ella fuere, lo que
las clases medias pretenden lograr.
(106)Pérez Gaedós (B.), Lo prohibido, o./c. T. II, cap. XXI, II, págs. 94/5. Ibsen
(E.), Casa de muñecas, o./c. Act. I, pág. 8.
(107)Shaw (G. B.), Matrimonio desigual, o./c, pág. 168; id. 191/2.
— 190 —

�— 161 —
't-II "3?d 'X dBD "Vo
-^(ap sanbjBj^) svisai^iaaiv^ '6 '3Bd 'I "*^V '/' '*a1O UOM 'OH "O) ^vhs (III)
-afBuosjad onisim i ajqos '-ss X gij -2i?d '^ 'dB3 'j -j^ *a/'o
'C3) OHawvf) zaaaanri^) -^n *2Bd 'x 'ds^ *d/-o '(ap sanbjBj^) svisaaoiaaiv^ (011)
•jp 'SBiajdiuoa SBjqQ '^IS -3?d 'III '11I aP ouant j^ 'IMSA3AOXSOQ
•99I *2Bd '-a/*o 'panStsap onioiutjjvp\¡ '(-g -q) MVHg 'S/KI 's2Bd 'x "dB3 '^sopioouoa saaq
-luou uoa sopBJisn^ 'souoiuajad X soAUBJjsouiap so[dmafo ua opepunj opo) ^ 'sjJBg ua ou
oxad odmBj p ua jauíoa b asjijimpB apand sauainb b soganbB X xauíoa b ou X jezjoui[B
b jbiiaui apand as uainb b soganbB '--'Jauíoa apand as ou bseo BÁna ua soganbB ap
O[qsq as uaiqius^ ---uo[BS ¡b B[)Bjjua B^ —SBpBUiuuaiap uaiq SBiJUBjsunjjp ua isb una
X— a^uijad as O[os sauainb b soganbB X esaui bj b Jiqiaaa apand as'sauainb b soganby
•JBjiBq is X aauíoa apand as ou bsej BXna ua soganbs uBijsix^ 'o^uijuí [B uoaaipiAipqns as
anb 'SBiipBUBqax ua sozBpad so¡ X sozBpad ua ojuoad uaiq uoaaiuiAuoa as satJBd sapuBJ2
sop SBjsa j^ •••jiqraaa apand as ou anb sajuaá sb[ igB X 'Jiqioaa apand as anb saiua2 ^b\
inbs isa 01 ou anb 01 ojio jb X JB^náaj sa anb 01 opB^ un b :sajjed sop ua osxaAiun
[a uojaiptAiQ -osojqBs X osua^uí bjo oaiuioa ageiap ais^ 'SBuiap so[ b opuafojJB B[ja b
jbajoa Japod zaA IB) uBqeui2Buii 'Bpipxad pBpuB¡náaj Bj X uoiaaajJoa bj 'uoiágaj Bun ouioa
'uEqBJopB anb B[ ap 'Biauaisixa Bsa ap 'isb opioap Jod 'sopBZBqaax 'jBiaos ^api pp Bjanj
opoiu ojjaio ua opuaiAi^ 'SBpiaapaqo jas uaqap anb sboiuti 'snuBpumu saXai sbi ap ojadsaj
IB 'UOISIUinS B[ B UOIJJBJJUI BfaiA BUn OJOS UB) OUIS 'SBqaUBUI O SB)[BJ SnS OU 'BJB.l U3
jBqaa Bipod as anb sbi b BBuosjad sbi U03 BoiqBaBiduii uojbjisoui as 'píaos pBpiJBjnáajj;
Bidoad B[ opuopiAjo 'sopsqaipsap soganbB sopoj 'sB^qBip X sojqEip sajqod soganbB sopoj^
•EUBpunuí BpiA B[ ua upiaaajjoa b^ jas aqap anb 01 ajqos ouiiqn jod oji2 X oaod b oaod
oztjBJaua^ as uoiaBsjaAuoa bj 'sapEpipniaB saginuí ajqos SBpBiquiBa SBsouad X sapiAij)
sasBjj SBun2iB ap sandsaQ,, 'a/-o 'vjpouop vun ap sDuouio^j *(-o) íivaaaii\[ (601)
•8 '8Bd '^1 '1 -j^ -a/-o 'Ca) OHawvf) zaaHaixaf) '891 "^ed 'jonSisap oiuowiJjD^^ l(*g
•^) MVHg -ss X 91 -2Bd 'x "dB^ -vipauop vun ap svpowaj^ '('O) nvaaHij^[ (801)
o saijooo sosofn^ ua '(-aja 'o^Baaiuoj\[ 'uBijsBqag ub '
o jBauBjaA BjBd 'Bpoui ap ua^sa anb soiiis so^ b bji opo^
ajqos oaa^ 'sa^Bp uaaainb anb uoiaBanpa Bsa JB^duioa BJBd UBJBq o\
sofiq sns ^^íaos Eiiieipaiu B^ op^Cap Bq anb isb opuBJjsoiu 'opunuí
[ap oiuatiuiaouoa ap B[oajnB Bp a[ o^a anbaod oiuoa oiubj 'o[jaaBq
ap jaaB[d [a jod bje^bi^y * (TU) [[3 3p oajuap JBjuasaadaj ajainb
anb [adsd [a uaiq aaaBq BJBd ubajis anb '*aja 'sa[Bpoiu 'opijsaA :uBaij
-i[B3 a[ anb souja^xa sojaadsB so^anbB sopoj ofBq B[[a ua JB^uasajd ap
Bjq^q as 'BaiiBjaojsiJB pBpaiaos B[ ua Á saqnp so[ ua opijiuipy
•sanbjBj^ ap O[njij [a Bjs^q asjBjuoiuaj odns Bipaiu
asB[a B[ apsap uaiquiBi anb uain^p b apuodsajjoa 'opuaiaip souiiuaA
ojuBna Bn^iisajB anb ozoj^ ajs^ '(Olí) U9ísnlí ^p^Jop sbiu ns Jinji^
-suoa b opBáa[[ BiqBq pna o[ '—ptjpBj^[ ap qn[3 xop^ [ap— opuB[qBq
oSuaA anb [ap oaiiBjaojsiJB odnj [a ua 'ofBqBjj ubjS uis ou 'jBjjauad
oinSisuoa ¿Biauapdjoa ubj ap Á osopuaaBj ajquioq un Bja ttoB[B3Bq
[ap sanbjBiu,^ [ap aianboiuaj [a jod opiaouoa 'ojaAig asof uoq^^ *sopinS
-uijsip sbiu saqnp so[ ap oíaos asopuaia^q 'opunuí ueaá [a uoa ojaBj
-uoa [a oan[ BjBasnq A 'bsb3 ubj Bun asopuaXnj^suoa BJBzadtu^
(601) ^pJ^dtuoa uajainb
ou osa jod anb A píaos pBpipnpiAipui ns ap jsipaad o^as [a ouioa
sqBjapisuoa Bisan^jnq ubjo b[ anb BpiA ap ouoj asa ap aiuaineioBxa
'BpiA ap ouoj ojjo uoa asjijqno BjBasnq sanSjnq ouanbad [a '[Biaos
B[Basa b[ ap ojjuap osuaass ns ua o[opuBjSo[ bXba anb Bpipatu y
*(80l) sap^pqiqísod sns
ap ojjuap '"aja 'sajquinjsoa 'sa[Bpoiu sns ua B[jbjiiui ap a[qisod o[ ua
bjbjj 'sapBpi[iqisod SBjsa ap oj^o[ [a jod Bjadsa A Bqan[ SBJjuaiux oja^
•uoiaBjuajso ns jod oíáan[ 'oidojd opBaijiuáis ns jod ojaiuijd 'ttsauaiq^
sojsa ap Bjsinbuoa B[ ua uoiobaijoui ajqop Bun souiBuiuuajap isy

�móviles (112). Abrirá salones en donde reunir en cenas y fiestas a
lo más selecto de la sociedad, sin olvidar a esos intelectuales, a los
que considera "bohemios"; para ello llenará su casa de cuadros y
obras de arte.
Leemos en las Memorias del Conde Witte, que también supo
ascender hasta el título de conde desde la medianía: "aquellos años
fueron la edad de oro de la construcción de ferrocarriles en Rusia.
Presenciaron la formación de inmensas fortunas en manos de unos
cuantos reyes de los ferrocarriles. Yo he conocido unos cuantos, por
ejemplo, Gubonin, simple campesino; el viejo Palyokof, un patriarca
judío, jefe de una dinastía de financieros y directores de ferrocarri
les; Van Meck, un tieso alemán, y Derviz. La fabulosa riqueza de
este último, le trastornó el juicio. En el palacio que se hizo construir
en Italia mantenía una compañía de ópera completa que represen
taba para él las obras como único espectador" (113).
Actos todos que digan al mundo de su nueva posición. Por lo
mismo aparta de sí aquellas amistades que estén por debajo de su
nueva posición seleccionando sus nuevas amistades y círculos de fre
cuentación, para lo cual su dinero será el mejor medio de hacerlas
cada vez más selectas, a medida que vaya ascendiendo económica y
socialmente (114) ; ya que estas amistades, a más del símbolo de su
nueva dignidad, triunfo y aceptación social en el gran mundo, son
también instrumento de nuevas posibilidades de progreso. Exagerando
su ya caro sentido de la dignidad y el decoro tratará por último de
cubrirse de dignidades y, si es posible, hasta de títulos, lo cual le
será dado justamente a veces por su importancia industrial, lo cual
significa el triunfo de su época sobre el pasado y una contradicción
más en su personalidad (115).
Pero sobre todo ha de hacer olvidar su pasado sin tradición, ya
que si bien el dinero ha de procurarle las primeras ventajas sociales
indispensables, no es suficiente para cubrir este pasado sin tradición
o cuya tradición, por el contrario, es como una sombra que debe pro
curar hacer desaparecer, pues en tanto esto no suceda, toda su osten
tación y relumbrón no podrá ser suficiente para impedir que sea
considerado como un advenedizo e intruso, en un mundo donde la tra-

(112)Chejov, (A. P.), El jardín de los cerezos, o./c. Act. I, pág. 399. Shaw (G.
B.), Non Olet, o./c. I, pág. 45. Strimberg, Fermentation, o./c. Cap. VII, págs. 68/9.
Dostoyevski, Notas de invierno, etc., o./c. Cap. VIII, pág. 1113. Galsworthy, El pro
pietario, o./c, segunda parte, cap. IX, pág. 272. Pérez Galdós (B.), La de Briagas,
o./c. Cap. XXXVI, pág. 174 y ss.
(113)Witte (Conde), o./c. T. I, cap. I, pág. 31.
(114)Pérez Galdós (B.), Lo prohibido, o./c. T. I, cap. IV, pág. 20. Gutiérrez
Gamero (E.), o./c. T. II, cap. XXV, págs. 214/5. (La España que fue.) Mirbeau (O.),
Memorias, etc., o./c. Cap. X, págs. 168/9. Tolstoy, La muerte de Iván Ilich, o./c. Cap. II,
pág. 30; id. cap. III, págs. 48/49. France (A.), "Historia Contemporánea", o./c. El Olmo
del paseo. Cap. VIII, pág. 207.
(115)Dubois, o./c, Modération, pág. 176. France (A.), "Historia Contemporánea"
o./c, El maniquí de mimbre. Cap. V, págs. 334/5. Galsworthy, Eí propietario, o./c,
parte segunda, cap. VII, pág. 245/6. Gutiérrez Gamero (E.), o./c. T. I, cap. XVII,
pág. 294; id. T. III, cap. XXVII, pág. 182 (El ocaso de un siglo).
— 192 —

�í\

— 61 —
"I9Z '^ed '(auisi^ap/) *^somusix3 sojiosou anb sa ojjata oqaaq o^os ¡a ísouiba apuopB
tu souiiuaA apuop ap tu 'ajuauqBuopBj 'souiaqes ou soj)oso^[,, *a/*o 'sioanQ (811)
•¿6/S6 •*^?^
'II "^DV "a/' '19JJ&lt;¡DO / '("3) írasaj '^ZS 'Sed 'I '^v0 'I "a/' 'ffozmuojv^j souvtuu^t{ soq
'I^SA3AOASOQ •^ Sed 'jj^ -de^y "o/-o 'osvvj^ oSiiuo ¡^ '('a) spaivf) Z3H3&lt;J (¿ti)
'(601 JaA 'opajp) S/^¿I 's^ad '^ -de^ -aja 'sntuvwa^^ '('O) nv3anij^[ (911)
-wS oS^b otaoo Bisiinisad opxjuas uoo bj^a b^ oijbjjuo^ \^ Jod í
b^ tsb —sa|BU9Jjai-BJ^x^ soniBiJiuij^p ^nb— souans sns na anbutiB
444bsoj,, o 4t^^aq,, '44BonuBtnoi,, ^aj otpaq otnoa sa ou oidiautad ua
BpiA B[ sand '^iaaiBui aiuauíeioajaad oS^ oraoa Bijsanuí sa^ as BpiA
B[ anb sa píuij ajuBjpisaj BXno Á 'opuBqojdraoa opiuaA somaq anb
Bjn^onjjsa Bsa sa o{p ap boio^ Biauanaasuo^ "(8H) ^Buajjaj ouiisap
ns ap sbuijoj s^\ BJBnaapB oaninj pp s^pnp sns Á pep^n^as B^sa ajqos
Á jijsxxa ns ap pepiJii^as B[ ua bjbuijijb as oiub^ o[ jo^ 'saaoXBui Jas
ap uBq SBpnp sns 'epiA B[ ap sandsap [buij oupsap ns ap 'BJjaij b^ ua
píaos uij ns ap uaiquiB^ jaqes aajo Á Biauaijadxa Bps b^ aod aisixa
anb aqBS is oaa^ "souiaA oraoa 'oat^opiuo uapao ap uoiobuijijb 'Biauai
-sxxa ns ap píaos pBpisaaau tb\ ap paoiu uoioaiAuoa b^ ua BJBuuip o\
ouiaajxa oiniqn ua ísBpnp b JBn| uis BJBq o^ Á 'opBiujip BjBd Bjop
-bzoS Á BJopBaja Biauaijadxa Bidoad ns ap uoiaBqojdiuoa b^ uoa apiBj
-SBq ap Bq o^a BjBd 'ajsixa anb aaqBS BJBd JBSuad B^isaaau ou oubis
-ajjBa oiuaiiuBsuad pp oijbjjuoo \y ¿B|p ua uopunj ns ap A BpiA ^\
ap auaij anb api b^ Bipaiu asBp B[ ap ajqtnoq p BJBd sa

(aaaaa iaa vaai)

asvi^ vi aa
MOiavziaoavA va a vaiA vi aa oi^ai^iiMas aa
HA
•pnjiJídsa zauanbad Bidoad ns A opBSBd ns tsb jBJJoq A
jijqna Bjsd 'oisn^sip b saaaA SBipniu 'sBuaaixa sbuijoj sb{
'jBqiuiBj OJoaap A opqpdB '[Bpos Bjnjisaj ns ap BpBdnaoaid A
-jo 'bdijbjoojsijb Bicanájnq oiuoa ouis —jaaauajjad ap opBfap Bq anb
v\ b— Bipaiu asBp oiuoo vA ou 'uopipBjj B^pnbB ua asjauajuBtu Bjoq^
BJBjsaj a[ opg 'opijdBa aisa ua opBzi[BUB soiuaq anb papi p buiui
qna uopipBjj b^ uoa upisnj o BzuBip B^?a BpBj^o'q *(¿Xl) aiuapuaasB
BqoJBtu ns ap ouitubo oipaiu b a^pq as opuBno Baiiuouoaa uppisod
ns jBuuip saaaA SBqaniu Bjpiinjad a[ anb oipaiu un sa oiuouiijjbiu p
asB[o ap osuaasB ap opquB ajsa ua ajdtuais anbjod 'uoppjj Bun ouioa
BJapisuoa anb bsoo 'oqaaq ^bui oun b aiuajj uppBjiJJi a uopBJadsasap
ns A oiuouiiJjBiu uanq un ap opquB ns opa jo&lt;j 'BiJBsaaau ubj sa ay
anb uoiaipBJj Bsa ap JBdiayiJBd ap oiquiBa b jbSjbou3 ap Biy as sayBna
SBy ap 'sBpnap ap Buayy 'uaiqiuB^ 'ysjauaS oy jod ojad 'uoiaipBJi ap
Buayy BiyiuiBj BunSyB uoa sayBiuouiiJiBiu s^zuBiyB SBy JBasnq ap Bq oyya
bjb^ "(9X1) yBiaos uapjo ns ap ouisiui uaisos ya A Bynpam By sa uoiaip

�sáceo, triste y hasta trágica (119). Al mismo tiempo, con la convic
ción de su pequenez frente a la vida y la naturaleza de sus sentimien
tos y sus deseos (120). Razones todas para soñarla romántica, bella y
rosa. Pero no serán los sueños, sino la realidad la que determinará
su posición frente al mundo, y por ello buscará en los bienes mate
riales el medio de vencer esa realidad grisácea y triste que la circuns
cribe. Sin saber a ciencia cierta cuáles son las posibilidades de ese
otro mundo celestial prometido milenariamente y porque sabe que
este mundo terrenal no es un cielo, es que aspira a convertirlo en
algo parecido a través del progreso y la conquista de la felicidad; en
el logro de todos aquellos goces materiales que le permitan substraerse
a su pesimismo y trágica concepción de la vida. A medida que estas
posibilidades vayan siendo realizadas, su visión y sentimiento de la
vida se irá transformando en visión y sentimiento optimista. Para ello
desarrollarlas es la función esencial y trascendental del hombre en
la tierra (121), esto está dentro de los atributos de capacidad reali
zadora del hombre. Es por ello que el hombre tiene en la tierra como
función esencial la de dedicarse a la conquista de esas posibilidades
de felicidad. Pero estas posibilidades lo son sobre todo en manos de
las clases medias, y forman su deber fundamental —exactamente de
beríamos decir que ella sola se cree llamada a realizarla, convirtién
dose así en el órgano esencial de la sociedad, y por ello al mismo
tiempo se siente orgullosa como clase social (122), y se considera la
más sana de todas las capas sociales, sin la cual el progreso humano
quedaría detenido. Así su convencimiento de ser el núcleo esencial de
la sociedad, tanto como elemento de progreso, tanto como sostén de
la organización social, determinan en ella, un fuerte sentido del deber
que analizaremos de inmediato. Digamos, sin embargo, antes, que todos
ios conceptos en su torno vertidos tienen un valor general atinente a
lodo lo expuesto en los anteriores capítulos, pues el concepto del De
ber es un sentimiento resultante del conjunto de todas las formas ya
estudiadas. Sentimiento parejo a la idea del progreso, es un derivado
directo de ella. Sentimiento dominante durante el período activo de la
época que analizamos, el sentido del deber a medida que vaya deca
yendo el espíritu de aventura, irá entrando en crisis. Esta idea del
deber es lo que valoriza su concepción de la vida que debe ser acción
como lo expresa un personaje de Chejov: "María Valievna (dirigién
dose a su hijo) : Se diría que estás acusando de algo a tus antiguas
convicciones. .. Pero ellas no son las culpables sino tú mismo. Te
olvidas que las convicciones por sí solas no son nada, letra muerta.

(119)Chejov (A. P.), Tío Vana. Aet. I, pág. 206. Teatro compl., citado. Pérez Galdós
(B.), Fortunata y Jacinta, o./c. T. II. cap. X, esc. VIII, pág. 288.
(120)Chejov (A. P.). El jardín, etc., o./c, Act. II, págs. 420/1. Witte (Conde),
o./c. T. I, cap. VII, págs. 288/9.
(121)Chejov (A. P.), Las tres hermanas. Act. II, pág. 330. Teatro compl., cit. Zola
(E.), Dinero, o./c. Cap. I, pág. 25. Galsworthy, El propietario, o./c, parte segunda, cap. X,
pág. 291. Ibsen (E.), Juan Gabriel, o-/c, pág. 143.
(122)Shaw (G. B.), Matrimonio desigual, pág. 182. Ibsen (E.), Un enemigo del
pueblo. Act. IV.
— 194 —

�— S61 —
•l '2?d 'II -dBD osuvjjj oSiuid j^ '(-g) scwnvf) zanaj (621)
'6/¿l 's3?d 'I 1JV •J/ 'P^^PO uvní 'C3) &gt;asaI (8ZI)
'8S '3?d '"^/"o 'soDoun^^ ap vsvj
'(•g) Kasaj -6S "2Bd 'jjj -jay \&gt;/-o 'sviivuiaa^ san snq '(-j -y) AoraH^ (¿21)
'9jq '*S8 X \^\ 'áed 'ji^ "de^ #a/#o 'Diuuiuajy áp otaiauas jy 'CJV[) sanHvg (921)
-J9X "^ed 'aitjtiunfj lt*sojjo so[ ap oiaiajos p¡
B[Jauod 'opunSas íauaij B[[a anb jojea [a opoi pepi[Buosjad b[ b jBp 'oaaumd :opunui ajsa
ua Jijduina anb saaaqap sop Xsq anb -pg apaanaag :a.)ip aui X ep¡Bdsa B[ a)uatna[qe^tuie
ead[o^ ara ^a ejpadsap ara oX opuBna oaad 'sa[BJom sauoioaa[ opBp Bjqnq ara on ^g -sajaní
aoisBd ofaiA nn ap bse^ ua sauoiaEJBA ap SBUEiuas seun3(B opBSBd BiqBq o^ *sa]uapaa
-ajd SBzuBuasua sb[ sBpo^ anb Biauan^ui sem BpiA ira ajqos X ajqraoq ap BJajJBj ira
opipiaap Bq anb ojuairai.iajuojB un Biauaisixa ira ua oáuai o^ :Bjp un Bjaap ara •••01ra
o^^íiuE oaipara ug,, ••)/•&lt;&gt; 'sioanQ "861 "25d 'III "dB3 'o/'o 'aaaao^ "692 "2?d 'AI ''3V '3/'
'duv^ 011 'Cd "V) AOf3H0 "801 "2?d 'ni -jay ^-a/'o 'tajo A^ 'Ca "D) 'VHS (21)
•ss X q¿ -sSBd a 'aaip
•uady -a/o 'Cu) aaoniaag -^1 -8Bd 'm -jay -a/-o 'ppqn^ unn[ '(-g) '^asai (^1)
^i^ -ásd '1 -jay -a/-o 'Du^ o¡i 'AOfaHg (21)
^p j^q^p uBj^pisuoo seipaui s9sb[d sb^ 's^nd 'sooiijpjd sopiiJBd so[
ap o^ojJBs^p [a bjoijb ajiiu-iad anfa p jaqap pp niyjjdsa p s^
* (6^T) 8ofíH sol aP ^p^^Jod p aod sopAsap A sopquB
sns oinoo jsb 'sajuaaaqui sopijiJ9BS so[ sopoi uoa JBpopaBd osajtSoad
ns jod 89uoi9BJ9U9^ jod Bipn^ b^ bi[iuib| ap niijjdsa ap oaiuaQ
*(8^l) ^pBJJoq Jod JBiprq p .laqap ouioa 9ixa anb Bjuoqsap
Bun on opuBna Bipj Bun sa sauaiq sojsa ap oun ap Bpipjad B'q
' (LZl) 8ofíH 8ns 9P U9í
-Bonpa B[ b asopuBDipap X aoopuBSBa 4JBoq pp ^piA b^ X otuouiijibih
p ua sajafnuí sb[ ua jaqap í[bjoui Bjnjanajsa ns Bpoj ap
Buranpo B[ ubuijoj 'uopipBjj 'jbijiuibj X pnpTAipui aouoq p '
B[ ouioo anb sojdaouoa so[pnbB sopoj ap uopBA^asuoa B[ ojuaiiupuas
aisa ap ojiuap a^a uatquiB^ '(pEpiJE^) ouisuBjiuBuinq p X Biapsnf
B[ ap osaaSodd p Jod Bqan^ B[ 'píaos uopBziuBSao B[ ap oj^uaQ
•pnpiAip
-ut ajqiuoq pp X pBpaiao^ b^ ap uniuoa jaqap p sa 'pBptuniuoa b^
ap opiAjas p Baiuaaj b[ X Biauaia b^ ap o[pjJBsap [a jod Bqan[ B-q
•opiqiaaj
UBq anb '*aja 'soatuaaj 'sa[Biaos 'soatuiouoaa sauaiq so[pnbB jBJofaiu
X JBjpjJBsap 'jBAJasuoa ap jaqap p zaA ns b uauaii anb 'uoiaBanpa
ns X sofiq so^ ap saABJi b bi^iuibj b[ ap ojuaiuiiaapjjoj X BpuaAtA
-jadns b¡ ap oiuaiuipuas p ua JBjajauoa Bpand as Bzinb anb ajuap^uoa
souaiu o sbiu buijoj 'bzbj b^ ap uopBAJasuoa u\ sa jaqap jaiuij^
•sopijdBO saiuapaaajd ua op^dnao souiaq sou bX ajJBd
ubj ua sapna sb^ ap 'jaqap pp sbuijoj SBSjaAip sb[ BjoqB souiBa^^
•Baoda b^ ap oipaui onpiAipui pp JBSuad p un^as ajqiuoq pp Baijojsiq
pBpipuij B{ 'sand 'sa jaqap pp ajuaB jag 'uppaB B[ jod a^duina os anb
osaj^ojd pp ajualiB oiuaiunjjsui ¡a 'ajqtuoq p X osajSojd ap pjaua^
Bapi b^ ap —uou Bnb auis— ojuauía^diuoa p jaqap p 'sand 's^
*(9^l) ^opBjauaS b uopBjauaS ap opBSBd jas aqap
SBiuap o^ jod anb '(1) oaijijuap o oaiuiouoaa 'píaos papi un ap op
-lAjas p Bjsand jas bjb¿ 3ajis is ops oppuas auaij B[p X 'Bqan^ ^ofBq
-bjj 'upiaaB 'sand 'sa jaqap ^^ ' (fz\) t4^ojunf soiuafBqBjj X BpiA bj ap
ouiuiBa p Jod souibXb^ 'ofBqBJj sa 'jjojj^ 'BpiA vjn ^Masa^ op
pp afBuosjad ojio ua Bjuaiua|diuoa as anb j^ '(g^l) 4taBJCIo osiaajd

�conciencia afiliarse a ellos para apoyar a aquellas agrupaciones o par
tidos que a su entender y sentir signifiquen el triunfo, desarrollo y
conservación de todos aquellos ideales político-sociales que ya hemos
examinado, lo mismo que todas aquellas organizaciones patrióticas,
caritativas, etc., que cumplen todas aquellas formas de sociabilidad
por ellas apoyadas (130).
Así como en el correr del período que venimos estudiando las cla
ses medias se transforman de liberales en moderadas-conservadoras y
a medida que van ascendiendo en la escala social decididamente en
conservadoras y reaccionarias, también el espíritu de aventura y em
puje que la caracteriza al principio del período va cediendo lugar a
un espíritu cada vez más marcado de sedentarismo, que le va haciendo
perder su primer espíritu a medida que avance el tiempo o que vaya
ascendiendo en la escala social, y con ello su espíritu de deber, aun
que subsistirá en teoría hasta fines del período. A medida que este
espíritu va empalideciendo, va siendo sustituido por la teoría de los
deberes del Estado; teoría que no es más —desde este punto de vista—
que la sustitución por el Estado de aquellos esfuerzos que hasta ahora
realizaba el esfuerzo individual o colectivo pero independiente del
Estado. Así aquellos deberes que ha considerado de su obligación y
como un derecho propio, los pondrá o quiere ponerlos en manos del
Estado; por ello vemos en lo económico pasar del "laissez faire" —de
jando de lado las razones del proteccionismo económico— a una eco
nomía dirigida por el Estado. Es, pues, ahora al Estado a quien
ha de corresponder todos estos deberes del desarrollo del progreso,
teorías que culminarán en los años de la postguerra del 1914-1918.

VIII
EL SENTIMIENTO DE LA MUERTE
Al estudiar el sentimiento de la muerte debemos tener en cuenta
que él responde a lo más íntimo de la psicología individual de cada
persona o raza, así como depende de determinada posición filosófica;
de que sea ateo o creyente. Por lo tanto es imposible dar una idea
completa o un esbozo general único de este sentimiento dentro de la
época. Hemos, pues, de atenernos a verlo como un sentimiento varia
ble de raza en raza. Así en Rusia y España hallamos una profunda
preocupación por la muerte, determinada por una mayor sinceridad
religiosa, pero también por su propio carácter naturalmente "dionisíaco" o si se quiere místico; en cambio parece tener un sentido más
positivo en Francia, Inglaterra y Alemania, en donde habían hecho
carne las ideas evolucionistas de Compte, Spencer y Haeckel. Pero
dentro de estas diferencias podemos hallar y determinar ciertas formas
y acentos comunes.
(130) Hardy (T.), o./c. Cap. VI, pág. 61. Barres (Para el sentimiento del deber
patriótico, véase especialmente la novela ya citada Al servicio de Alemania).
— 196 —

�— ¿61 —
*6I -9Bd 'AI -dir) -d/-o '[
"32 "3?d i -dB^ -0/-0 'osuvj^ oSiuw j^ '(-g) soaiv^) Z3H3J
'iylll u?aI 9P 9tuanvi
"0l "^?^1 'AI 'IIXX 'd^o 'II X "Vo 'opjqiyojd oq '(g) s^aiv^ zauag)
"^22 "3fd 'a #d8D 'epun^as aued '-d/-o 'oijotaidojd j^ 'AHJ-HOMSiv^) (I)
"12 "^^d 'i "dB^ 'd/'o 'j^^ijj
ap auanui 07 'aoisiox 'ss jC g -2Bd 'ai '^bd 'm *x •vjtipDf ^ vtvunuoj 'Cg)
zauaj *S6I "8fd 'xi "dBO 'Bjauíiad ajJüd '-d/-o 'oiivjaidojd j'j 'ahaho.wsivq
'811 Bi!a J8A "opeip '[92 -aed 'atusrivapj '-a/-o 'sioaa^ (II)
-ui) saiuaSe so[ ^p uoioBuiini[a b^ ap uoiadaauoa b^ sa afa oXna 'aiaanuí
b^ ap Btaa[qojd p uoa Buiquioa as opijduma aaqap [ap Bapi Bjs^
•[Biaos
BSBa oraoa ajjanuí A oaSod^ 'o[[OJJBsap 'ojuattaiaBU '^oojqtnappng
so[ ap [a jas ap sq uaiquiB^ anb omjsaQ "(9g[) t4ouijsap [a asjqduina
Bjaipnd anb ap utj b 4&gt;[aBui[aa^) uoa asaiun anb aiuaui[BjBjf A BiJBsaaau
Biuaj duiB&gt;[uiajBg ^pijjaiQ anb oaja * • *4tassBd,^ Biq^q bi[iuibj BfaiA
BT "u^jsí111 ns opBUiuiaaj siqBq bsbo B^ • • • anbid b ajuauia[qBjtAaui
Bqi as anb Bijuasaad sand 'pBpqiqBsuodsaj Bpuauíajj ns ap a;jed eun
uain^p ua JB^JBasap ap pepisaaau B[ anuas oiqap oíainf iui y ¡uoiaBi
-ndaj Bpiinosip ^nuí Bun A oijosijji [BjidBa un Biuaj anb '^pBuqaa^ uoa
asJBiaosB b duiB^uiajBg b oSqqo anb o[ sa on)!w :mmvj^[ sv^ox
ap ajquiou otusiui [ap B[3aou b[ ap '^poaquiappng so[ ap oun jod
BpBsajdxa ajuauípnái ^apj "(S[) 44JaaaJBdBsap aqap Xa[ ns opqduina
Bq anb o[ opoj sand,, 'uoisiui ns b^ opi[duina uBX^q anb SBanpBa sbui
-joj sb[ UBazajBdBsap anb zaA ns b oiJBsaaau sa uanSa^ sbuijoj SBjsa
anb BJBd ojad 'osajáojd ap sbuijoj SBAanu zaA ns b jBuiuuaiap aqap
anb jaqap 'ajqiuoq [ap Baijpjsiq pBpi[Buij B[ sa BpiA b[ ua jaqap un ap
ajua^e jas anb ojsia souiajj *osajojd [ap A jaqap [ap SBapt sb[ b upra
-B[3J ua A SBpBuoiauaui tbA sBjsiuoian[OAa ssapi sb[ b B^aajip uoiaunj ua
B^sa anb Baijo^siq pBpt[Buxj 'Ji[duina anb Baijojsiq pBpi[BUij buii auaii
a;janm B[ anb jaaouoaaj b SBjsandsip uejsa ssipaiu sas^p sb[ oS
uig "ajuaui[BjBj uij auod B[[a anb so[ b 'sauaiq ap A saao^ ap
a[qisod Bun ap uij [a Bsajdxa Bjsa anb ap ojuaiiuijuas [a ua A Bapi b[
ua Bqaaq uoiobuijijb íaijanuí B[ b aiuajj BpiA b[ ap uoiaBiujijy
' (fX) BpiA B[ ap o pspauuajua Bun ap sapBpijoiJa^xa
sb[ ap Bsnsa b p^piuSip uoa jijoui ap pBpqiqísoduii b[ ap Biauanaas
-uoa otuoa 'aiuBuSndaj A oíans on opuBna '([) osojoaapui oS[B Baij
-iu^is anbjod a^januí B[ b BzsqaaJ as uaiquiBj oja^ 'osaj^ojd ajqísod
ap 44uoiq,, un ap Bpypjad B[ BaijiuSts [a anbjod ouioa 'uoiSqaj biusiiu
b[ auodmi o[ isb anbjod ojubi 'oipiains [ap oiusim o[ Jod oipndaj
• (6l) Bí^uaiauoa ns b osozBJBquia A a^sijj Biua^ jas jod 'ouisiAijisod [a
auiuiop apuop ua sasiBd so[ ua opoi ajqos Bjianpojd as anb ajjaniu
B[ ap ozBqaaj A BpiA B[ ap uoiaBuuijy "BpiA B[ ap jo[ba [a opuBiujijB
BzsqaaJ B[ 'ajjanuí b[ ap ajquinpi)jaaui B[ b ajuajj 'jsy *([[) [bij
-sa[aa opuniu un ap Biauaisixa B[ ap sapBpi[iqxsod sb[ b ajuajj oui
-siuixido joXbiu Jauaj aaajsd ou 'SBSOii[aj sauoiaaiAuoa sns ap JBsad b
anb sbui o^ubi 'auaniu B[ ap Bapi B[ BZBqaaj omsim o[ jod A 'ajqinoq
[ap ouijsap [ap Bapi B[ b ajuajj '—[Bjaua^ ua Bisan^jnq b[ oqaip jofaui
Bisan^jnq Buanbad b[ biujijb '44opuniu ajsa ap sa oupj ij\[,,

�dividuos, instituciones, etc.) una vez cumplida su finalidad histórica,
idea concordante con el desarrollo de las corrientes positivo-evolucio
nistas de Compte, Spencer y Haeckel, cuya influencia en la sociedad
del último medio siglo del XIX y principios del XX es notoria. Esta es
pues, para las clases medias el sentido positivo de la muerte a que nos
referíamos al principio de nuestro capítulo, y que concuerda exacta
mente con su sentido práctico, ya que así la fatalidad de la muerte se
convierte o se explica en su conciencia, como una necesidad de sentido
práctico.
Pero si la burguesía está dispuesta a reconocer la necesidad lógica
de la muerte, aceptándola como un hecho fatal e inevitable, le importa
que no sea antes de tiempo, y hasta que haya cumplido su misión en
la tierra y gozado de sus justos bienes (137). De no ser así, la muerte
es injusta, injusta a pesar de todo.
Por otra parte la muerte parecía significar el enemigo del deseo
de inmortalidad a la que aspira el hombre desde que existe. Por ello
es que por su impotencia frente a la muerte reafirma el sentimiento
de la tradición familiar, es decir, la supervivencia en los hijos. Recha
zará la muerte, también, pues porque ella significa la desintegración
de la familia, o dicho de otro modo ella significa por su causa la des
integración, aniquilamiento y fin de la misma (138).
Por ello para vencer a la muerte, habrá en última instancia, de
persistir en la creencia del alma que finalmente le asegura la inmor
talidad eterna.
Frente al hecho consumado de la muerte la burguesía sentirá la
necesidad de rodearla de toda una red de convencionalismos, que ex
presen su dolor, comportándose frente a ella con toda la gravedad y
dignidad que el misterio de la muerte impone (139).
Le harán al fallecido un decoroso y si es posible lujoso entierro
de acuerdo con su dignidad social (140), rodeándolo de una verda
dera exhibición de ritos; invitaciones al entierro serán enviadas a deu
dos y amigos, rodeado de cintas y cirios le han de dar una convencio
nal, muchas veces, misa de circunstancias (141).
Si es un niño les parece justo y lógico hacerlo acompañar hasta su
morada por niños rodeando su ataúd. Leemos en Unamuno: "Es un
momento solemne cuando la muerte se nos revela por vez primera,
cuando sentimos que nos hemos de morir. Recuerdo la impresión que
me produjo la muerte de Jesús Castañeda, un muchacho compañero
del colegio... Un día sobrecogidos de temor misterioso, supimos había
muerto. Se nos citó para el entierro, y fuimos endomingados. Yo lleva-

(137)Tolstoy, La muerte de Iván Ilicht, o./c. Cap. IX, pág. 93; cap. X, pág. 100.
Pérez Galdós, Lo prohibido, o./c. T. II, cap. XXII, IV, pág. 128/9. Galsworthy, El
propietario, o./c. Interludio, parte primera, pág. 456.
(138)Galsworthy, El Propietario, o./c, parte tercera, cap. VI, pág. 405. Mann o./c.
(139)Véase en general la bibliografía citada, especialmente La muerte de Iván Ilicht;
Lo prohibido, T. I, cap. XII; La gente de Hemso, cap. VIII, etc.
(140)Id., id., id.
(141)Strimberc, La gente de Hemso. Cap. VIII, págs. 164/5. Tolstoy, La muerte
de Iván Ilicht, o./c. Cap. I, pág. 23. Galsworthy, El propietario, o./c, parte primera,
cap. IX, págs. 158/9.
— 198 —

�— 661 —
•^X "3Bd 'i -dua 'i 'i 'ajJBd BUBtia l\i *x 'a/'o
'mutoDf X njDttnuoj '(-g) soaivo zaaaj ^92 -^ed '^1 Jay 'a/o 'dub^ oij; '(J -y)
AoraH[) *¿S8 '3?d 'III *dB;&gt; 'jj '-a/*o 'ffozDwojo^ souDuuaif soq 'imsa3aoxsoq (9^)
•osuta¡j ap ajuag vq :^H3ai\aHXg ap b[8aou b[ Bjnsuiuad B[ BjBd aseaq (tl)
*^S *3?d '1 -dBD "Vo 'OSUVI\I 0811UD ¡S '('8) scxnv^) zaHaj (t^x)
"I6I 'PÍJPBW "BJiauapBAig -^^i &lt;3?d 'II *dB3 'AI 3JJBd 'ouaua^ upiidoa J3 '^pa
-Hviy *sy6t 'saJiy "g •BUBOiJaniy-ouiiB'j -pg *X8I '3?d 'IIXX *dBD 't&gt;¡auDiuo^¡ '('g) spaiv^)
Z3H3J ^és 1 '^Ed 'xi 'dBo 'Bxauíud a^Bd '-a/'o 'oiuvjatdojd j^ 'AHXBOMSivf) (^l)
•Buadog -pg */ ^TI 's3Bd '(ouanuí ojiuiu
níl) "^p2BJO^ 'siaiKiy 3Q "9/S -s8Bd 'x "dB^ -a/-o '-aja 'sopjanoa^ '
BPÍA BI ^P sajo^op A s^uad sb^ b a^uaaj opns
-uoa oiuoa o 'pBpioi[aj b^ ap Bpanbsnq b[ ap ojuatuipuas oaijsjiu un ua
opipunjuoa saaaA b ojuanuijuas asa Bp as 'BUBds^ ua oiusiui A Bisn^j ua
ouioa apuop ua A íBA^iuiiad A bijbj^b piA Bsua^uí ap BjABpoi sasisd
'(S^'l) BA^uipuBasa B[nsuxuad b^ BjBd xtasaj a Mvwaaaas 'oaaaiviais
íBisnjj BjBd i^SAaxoxsoQ A xoxsaox 9P SBjqo sb^ uBsaadxa sou anb
'osoi^qaj oiuaiuiijuas opunjoad A o^aauís un somaaaA 'ope^aj^ usq ou
Biauaia b| A BuinbBui b^ apuopB 'oaáB ^a 'jiaap sa 'Buiuiop BzajBanjBu
bj apuop ua 'sajduiis sbui uos BptA bj ap sbuijoj sbj apuop ua jjjy
'Baoda B^sa ap SBipaui sasep sbj ua osoi^qaa
n^íjjdsa jap pBptaaauís bj jbuijijb ajqtiaBj sa sajBaauaá souiuuaj u^
'JB^OUI BOTlBlU5oBjd BUn OUIOD OpOl djqOS OJopUBZlJBUB
'Bipoiu asBja bj ap osoi^ija^ nioídsa ja inbB JBuiuiBxa b

osoionaa oxMa^ixMas aa
XI
¡j ua! " ' pBpijBiaouiui bj JBjjBq apuajaad
jBna bj sbjj *(^tl) ^j^^nuí bj ap BiaojBsuaduioa X Buiíijn uoiaBJídsB
'uiauoiu-jsod SBzu^qBjB sbj uoa jBnji^ ja BjBjuauíajduioa a^uauíjBut^
• (j^j) opiaouoa X opBuiBjj anj ouipa X anj uamb apaanaaj anb BaaouwBui
uoiadiaasui o ^dsqa eun uoa 'uoiaBzijBnpiAtpui ap X uoiaBjuaiso ap
uois^d ns Baxjsisaad aiaanuí bj ua BjsBq sand SBaiuiouoaa sapBpijiqisod
sns uoa ap^oaB ajsa jBjuauípuas X oaoaJBq ofnj ajqísod oXna uoajuBd
o oqaiu urtójB ua 'apuodsajjoa ouioa 'jeajajua ap uBq oj o^an^
•jbjoui jojop X uoiaBanpa ap
upisajdxa ouioa aauaiuBui oiJBsaaau BiaaJBd anb uoiaipBxi Bun ap 'Bjja
ua jbuijoj Biauajsisaad bj ap uaaip sou anb oaad 'opiuaiuoa ap SBaanq
saaaA sbj ap sbui sbj s^quiB sbuijo^ "sbsoo SBquiB ou opu^na 'BisijBn^iJ
o Baijsiui aaAjoA ap Bq as BpiA bj ap jaaa^uoaB ouiajdns X ouiijjn jb
a)uaJj 'BjsiAiiisod X BjsijBija^BUi aiuauíjBiauasa Bjsanájnq B^sa isy
'(^í7!) 4tsopBJop soaajj uoa SBauBjq SBjuia
SBun 'opBAajj souiBjqBij sbj anb soj b uoaaip sbj sou X pnsiB jap SB^uia
sbj uojbjjo^ •••ozjBasap ji ou BJBd SBjoq sns bjsbjj 'ouiixjn o^bia ja
BJBd ojiaafBJj jofaui ns uoa X sfBa ns ua opipuaj 'sBiunf soubui sbj X
sopBJjaa sofo soj uoa 'opBdnqaaj 'opij^d snsaf ajqod ja Biutdsap aui as
M " * '^^!-1 opBjáBs un opuaijduina 'sosoijna soj ap SBpiBjjsxp SBpBJim
sbj ap oauBjq opuais 'opBAiad ua ba as ouioa BjaaB bj aod ou X ajjsa bj
ap oipaui ua aod souiinj ^ "BauBjq b^uio Bun ^pnBiB jap Bjuia eun Bq

�sobre la materia que no se conseguirá sin lucha y que significa el
abandono de aquellos goces por los cuales la burguesía lucha.
Allí en donde el positivismo-materialista de la máquina y la cien
cia dominan, es decir, Inglaterra, Francia, Alemania, las ciudades y
los grandes centros fabriles, el espíritu religioso es más atenuado y a
veces desembocará insensiblemente en el ateísmo (147), muchas veces
no confesado u oculto por las conveniencias que las clases medias tie
nen en mantener los principios de la religión, y la realidad de esta
afirmación explica, como veremos luego, el porqué de la persistencia
del sentimiento religioso en la mayoría de los componentes de las
clases medias. Pero si es sincera en sus creencias no lo será sin em
bargo supersticiosamente, es decir no siendo capaz de imaginar ni de
creer en el milagro, esencia misma de la fe. Creerá, pero creerá care
ciendo de todo misticismo. Podríamos definir esta fe como una fe
teñida de escepticismo, fruto del choque que en ella ha producido
el desenvolvimiento de la ciencia, que es la única en la que la bur
guesía cree y de la que espera ahora milagros, y causa de ese ateísmo
al que ya nos hemos referido, consecuencia del espíritu o predominio
de las corrientes positivistas.
Aquí, pues, veremos obrar la religión sobre todo como código
moral, y como freno social, y ello es por lo demás lo que le pide
ahora a la iglesia la pequeña burguesía, aun cuando busque y halle
en ella otros valores (148).
Necesitada de un código de leyes morales que rigieran las rela
ciones sociales, ¿qué forma más cómoda ni más concorde con su pen
samiento y espíritu que aquellas reglas de conducta moral que la
Iglesia misma prescribe? En ella halla todos los elementos necesarios,
valorizados por otra parte por una larga tradición. De ella sólo quiere
protección y resguardo contra el desenfreno moral; la misma en cierto
aspecto que él pide al Estado; así como aquél debe encargarse de la
protección de sus intereses, la iglesia, o exactamente, su expresión
moral, debe encargarse de la protección de la moral, lo que en el fondo
es lo mismo, en el pensamiento de los creyentes de las clases medias,
pues esta protección moral es la que le dice que la propiedad es
sagrada, o que no se debe atentar contra la paz pública, etc.
No es dirigir y salvar almas la función rectora que se le pide, ni
la de la preservación del espíritu religioso o de evangelización, sino
una función específicamente terrenal de la que se le quiere encargar,
bajando las llaves de San Pedro a la tierra, y no para abrir, sino para
cerrar bajo siete cerrojos las formas del mal, tal como las clases medias
lo conciben.
Por ello aunque no crea, sus propios intereses las mantendrán
dentro de la iglesia, ya que ella representa, y ofrece con la fuerza

(147)Zola (E.), Dinero, o./c. Cap. II, pág. 33. France (A.), "Historia Contempo
ránea", o./c. El anillo de amatista, cap. VIII, pág. 520/1.
(148)Zola (E.), El vientre de París, o./c. Cap. II, pág. 90. Ibsen (E.), Casa de
muñecas, o./c. Act. III, pág. 73. France (A.), "Historia Contemporánea". El olmo del paseo.
Cap. VIII, pág. 206. Pérez Galdós (B.), La de Briagas, o./c. Cap. XIII, pág. 60.
— 200 —

�— 102 —
•89 '8d 'H *J3V "3/*o 'svaauniu ap dsik) 'Cg) Nasai "01^ -3?d'IIX *dBD
•o/*o '^oja 'soiuowa^ 'Co) nvaaHij\[ *¿9 "Sed 'n -dvj -af-o '(-^ -f) oa3wog(^SI)
'I B'^ A(ISI)
"8ZI '3?d '•[9jd 'pnStsap ptumutjjnp^ '(-g -^) mvh(OSI)
*O^S '3?d 'ni^. 'deD 'Djsiimuv ap ojjiuv j^ '^eauejoduiajiio^ bijojsih^,
'("Y) aDNVH^ "^28 *3Bd 'nix 'dBD '3/' 'sopv^wjuvsap soj '(-J^[) saaavg(6^1)
*(2Sl) tl8OUISIJBUOpuaAUOa SOpBÍfrBJJB SBUl SOJ
JBIJB83p 3)IUIJ3d 98 9nb ZBpilB Ull JO9(1 89 9nb OJ O 69JU9n9UI[9p Ull
ISB9 SOlO SllS B '89 O9JB U^?, "OUISigiB JB 9JU9JJ UOI33B9J ns OJ^9 JO^
•BSOl^ipj ^BJOUI 9p 9JU9^BAinb9
buijoj bjio J9mb^Bn9 o 'osoiioi[9J oiuouiijibui p *^'A 'BpiA 9p S9[t'9pi sns
9p pBpi^C[BJ9JJBUl B|^ 9^qiSod O[ U9 UBáU9IUBUI X U9UIJIJB 9nb p^piS
-Ol^ipj 9p 8BUIJOJ SBJpnbB SBpOi BipU9)UBUI O[J9 JO^ ^BI9O8 pBpi9I[9J
BJ 9p BJSinbU09 B[ X OS9JjOjd |9 BJBd BIJBS993U |B1U9X
B{ BIJB^BJ BJUOdnS 9S [B119 B[ UI8 'pjOUI B[ 9p BaopBAJ9S9jd
OU 89 Bjp ÍJBI99ds9 U9 SBip9lU S9SB|9 8B[ X pBp9I9OS B[ U9 BIS9[^j B[
9p BI9U9iqjUl B[ 9p BI3U9)SlSJ9d B|^ 9p UOZBJ B[ B9I^X9 OJ[9
'(TSl) ^SOláipJt pjOUI B[ 9p pBpiS939U B[ 9JqOS SdqiUO^ 9p
J9UIIdd J9 U9 OpBJIO BX OSjn98ip [9 SOUI9pdO99J AVVHS B OpuBUIJIJUO3
*(0Sl) MnOJ9BUIJlJUOD B| B JB9^ p 9STA9J O^ 9Ilb BJBd '[BUOISlAOjd B98
O[OS anbuilB '(uOl!oI[9J B[ 9p BI9U9S9 B| 89 pn9 Oj) JOUOq 9p OÍoipOO
Un X BT9U9I9UO9 BUn J9U9J ^q9p OUIU ^g -0pt99nb0JU9 OUISI[BUO19BJ
[9 89 'UOl^lpJ ni J93)O9S9 BJB¿ 9IU9I9IJU8 pBp9 B[ 8BáU3l 9nb BISBq
opinf ni osuodsns u9 jBf^p s^q^Q^ :^íu lB ^^ip 9nb ouisipuopBJ 9p
OJ9U9^ ^g^^ :9lUB[9pB 8BUI J^ "t4SBppdS9 9p 3AJ9nA 98 OJIS9BUI J9 OlUBno
U9 Jipnp 9p9nd 98 ou :9[qBiiA9ui a ouiAip 'ouJ9ia o^[B 9p oiuauínji
-SUI p OUIO9 BlU9S9jd 98 OUJ9IJUI p S9nd 'OUJ9IJUI p BJJ 999p9qoS9p
oun is ^nb Bsoi^ipj Bpnosa Bun ua JBuasua ^nb ao^d sa oisg *opB9[
-BdB BJ9S OUn 'OIJBJIUO9 O[ 9p 9nb 89 4U9iq JBjqO B J9pU9jdB BJBd X
pui JBjqo ou BJBd 9181X9 anb uozbj B9iun bj anb :oisa b aonpuoa B9pj
uoi9B9npa Bg 'pBpijiqísoduii Bun sa B9ibj uopBanpa Bg 'uoiStj^j ap
^padsa BunájB sajasjtmasua aqap souiu soj b ^u^iq Bjoqy,^ :BJ9nj ou jsb
anb 9p pBptjiqtsoduii bj Booda bj ap ojiu^p BJBUUip 'osoi^xj^j ouisijbi
-938 ap ajqBsnaB jas apand ou anb 'mvhs aavMHag otuoo anb uain^jB X
í 9lU9UI9jqiSU9S Opi39J93p Bq OlOadSB 9189 U9 BT9U9njJUT n8 ^X I^ÍS I9P
soidputjd b anbunB 'pniuaAnf bj X BpuBjut bj ap jbjoui uppBuuoj bj
9p 9SJB^JB9U9 BJBd BpBlJ9BdB9 8BUI BJ UOI7&gt;IJ9J BJ BI99JBd OJJ9 JO^
'(6^1) sa jbjoui sapniJiA sns ap X
osaj^ojd jap 'soiuauíBpunj soj 'opBjqanb 99J9 anb opBSBd janbB ua X
'B9pi BJ BJJ9 9p BJ9nj JB9Snq B UBSljqO BJ BI9U9I9 BJ U9 9J ns X O9IJ
-JIU9I9-OUISIJBIJ91BUI oidojd ns isy 'sajBioos SBj^aj SBisa aiuauíBisnf sa
ajjBp apand ou epuaia bj anb ooiun oj sa anb bX 'sbuijou sBsa ajjBp
apand anb saiun bj X 'Bionpuoa ap s^jáaj sBiJBsaaau sbiu X sajofaiu sbj
Bsajdxa Bsoiijaj-jBJOiu bj anb ap uopaiAuoa BJaauís bj uaiqiuBi ouis
'Bisaj^j bj ap ojiuap auajiUBtu sbj anb oj jouiai ja ojos sa ou oja^
•sopBZBuauíB BjquinjsiA
bX anb 'soaiiuouoaa sasajaiui soidojd sns ap oduiaji ouisiui jb X jsiaos
Bjnianjisa ns ap oiuaisns sa jbjoui Bsa anbjod 'Biaajjo jbjoui oiuaim
-jaouoasap ja anb sojSijad soj bjiuoo uoiaaaiojd Bun 'sBiuSop sns ap

�Sin embargo hacia fines de nuestro período el espíritu religioso
está mitigado especialmente en los círculos de las clases medias inte
lectuales y científicas, profesores, médicos, ingenieros, etc., en quienes
por lo mismo podemos hallar los creyentes más sinceros cuando lo
son (153). Al mismo tiempo se irá liberalizando también la posición
frente a aquellos no creyentes, ya no será una audacia serlo, así como
se verá igualmente respetar más los diferentes dogmas, o religiones.

(153 bis).

LA IDEA Y EL SENTIMIENTO DEL AMOR
Al tratar de la idea y del sentimiento del amor en las clases me
dias hemos de ver en ellas un doble aspecto, que a veces sí —y a
veces no— se confunden, pero que son esencialmente dos variaciones
de un mismo tema. Uno positivo o real, otro sentimental o ideal. Lla
mamos positivo, naturalmente, al amor cuando se produce de acuerdo
con la realidad que lo domina y que se realiza sobre todo en la idea
del matrimonio de interés, en oposición a lo que no es más que simple
sentimiento ideal romántico-literario; y que cuando se realiza lo es
sobre todo en la acción del amor ilícito extra-matrimonial, o en el
clásico primer amor.
Ambos aspectos en conflicto nos muestran el eterno y grave pro
blema de conciencia que se da en las clases medias y que hemos inten
tado hacer ver a través de todos los anteriores capítulos; el choque
entre la realidad que le impone una condición y su idealidad que
busca escaparse a ésta; o la inversa: sueños ideales que terminan en
realidades que los niegan; en otras palabras; juego de contradicciones
entre realización de conveniencias y un ideal que no se puede o no se
quiere realizar o intentar, pero que en algunos casos más felices a
veces se realiza.
Veamos, pues, primero la idea de la realización del amor real,
realizado en la idea del matrimonio, y en la idea de la familia y la
perpetuación de la raza. De este último aspecto ya nos hemos ocupado,
por lo cual no hemos de insistir en ello; pero no ^olamente la idea de
la perpetuación de la raza, es lo que al hombre y a la mujer impulsan
al matrimonio, otras razones más claras y precisas también lo impul
san. La primera es clásica y conocida: el dinero; en función de él se
realizarán, sobre todo, los matrimonios. No necesitamos extendernos
tampoco aquí sobre esto, pues ya conocemos sus causas por los capítu
los anteriores.
Junto al dinero está el sentimiento de un matrimonio que dé
buena apariencia social, lo que impone casarse con alguien de su
(153) Maucalay (T.), o./c. Cap. XVIII, pág. 585/6. Zola (E.), Dinero, o./c.
Cap. II, pág. 53.
(153 bis) Zola (E.), El vientre de París. T. II, pág. 89. Ed. Bibliot. Charpentier.
París, 1903.
— 202 —

�— eo^ —
*SS *8Bd 'i -jay 'a/'o 'ajqtuoquadng X
'(a -3) mvhs -SZ *2?d 'H Jay 'a/-o '^^ otj 73 '(-j y) AoraHg (6SI)
IIIl &lt;2Bd 'IIIA dB3 &gt;a'a
'oujataut ap scjo^ 'i^sa3aoxso(j *6) *3Bd 'jx "c^^g "d/*o 'ouautQ 'Cg) vioz -ss ^ ¿^^ -8Bd
'AI ''aV 'Tí 'Tí ^Zei "2Bd 'II laV •a/o'auqtuoqjadn^ X auquio^j '(a "O) AiVHg (8SI)
'9SI Bía a8A '(d V) AoraH^ 6 '2?d 'IIX dBD 'Vo '(8P "V) voHanaig (¿si)
•6i #3Bd Tx *dB3 'Vo 'ojíuia '(a) vioz 'i¿ '3?d
'AI '*DV 'Tí ;¿S '2?d 'III '^aV 'a/' '&gt;UDtt^^ *^l *7 'Cd *V) AoraH^ (9SI)
d
/
'•a/-o 'ojtj; ap oyans j^ 'i^sa3AOXsoq -^^ -Sed 'jj ^x -a/-o 'sixo^^ ap auuam 73 '('¿92 *3Bd 'j *ay 'o/'o 'uajuvj^ -vug vj ap uptsafoid 07 '(-^ '-O) ^&gt;*vhs (St)
'Z¿I -25d 'II 'dB3 "a/*o 'upiamtpsDj '(
AAVHg 'un "2?d 'IIIA "'3V 'a/'0 ''aJ3 'oujaiciw ap svjof^ 'imsa3aoxsoq
tlS 9p OJ^9J \9
sbui ns X 'jbijiuibj B[9jnj v\ 9p a^fnin B{ U9 9cIb9
-S9 9p BJA B[ odra9T^ OUISIUI [B BJ9S OmOUIUlBUI [9 8BUI9p O[ JOJ

•(6SI)
''9J9 '^JO^UO9 'JBJS9U9iq IlS U9Jn^9SB 9[ 9nb O89JOjd 9p 8Oni9JBUIB[^
9nb 8Oip9l{ JBZI^B9J BJBd pBpi9BdB9 ns ''9}9 4O199[9IUI O IK)I9BSJ9AIIOO
'BZ9[pq 'btdub9[9 ns B9znpoxd 9[ 9nb uopBuiosBj 9^qisod b^ 9jqos jod
BJ9S 9jqaioq pp ^B9pi ns o^p jo^ qBpos pBpis999u Bun X joqap un
OUIO9 ISB9 OpBJ9piSUO9 89 .T9llUU B[ U9 OTUOIUIX^BIU ^9 9)JBd BX)O JO^
UOUIB ^9 U9 BISIAIllSod p UO9 p9pt OJ99dSB pp U9punfuO9 B[ OpBZ
Bq 9nb 98jp9p 9p^nd '9SBq 9[qop bis9 9aqos 'oiuouitajBui p isb
JUIOUO99 Bun Báu9J 9nb OJBpipUB9 un B9IJ
-xuáis '8999A sb[ 9p SBUi sb[ 'opiqBS U9iq S9 ouio9 9nb '^opijasd U9nq,,
Un 9p B9pi B^ B[p U9 BJBp 91U9UIBI99^J9d 89 U9iquiB^ OJ9íí ÍMVHS '9
BUIJTJB U9iqUIB^ 9nb X I^SA3AOXSOQ 9p UOI9BUIJIJB B^ 9p JBS9d B B^[9 U9
|BJnjBU X B9láo[ UOpBJldSB B^ 89 JOUIB Jod O[J99Bq X 449SJB9Op^,,
'(¿SI) 4tl^^uí
'BpBzip^jji BPÍA Bun 9p 'uij U9 9jquinpijj99ur b^ íosbobjj uexá p
'pBpiJOIJ9JUI BUn 9UOdnS t49SJB9Op9 O^[M 't4ncI?P OX9S pp UOIOBJldSB
B9iun X Biu9adns B^ 89 'BpBsnsgp ubi Xoq 489duoju9 9p ubi BaqBpd BS9
'9SdB9O[O^^ *(9Sl) (BJ9ipS 9SJBp9nb B J9Ínui B^ U9 JOUI9J p O^p Jod)
[BpOS JO[BA OpO^ 9p O^pj JOIJ9JUI ^9S Utl OUIO9 BpBJ9piSUO9 S9 44BUOJ
-9I[OS^ B| 4B9Od9 B^ 9p JI}U98 p UO9 OpJ9n9B 9p OUISIUI O^ JO^ ' (SS^)
pióos uoiounj B9iji99ds9 ns B)S9 9nb Biopisuoo 98 9nb soui9qB8 9puop
U9 'OIUOUIIIIBIU pp BI9nj '4(.OS9JÍ^ojd?9 9p pBpqiqiSod BaiO BpOJ BII9I9
9j ppos uopBnjp Bidoad ns 9nb bX 'jouib pp BjsipiJ9jBiu uopd99
-UO9 BJ89 B 89UOIS99UO9 '8OJU9IIUIJU9S SOldoíd 8n8 BI^UO9 S909A SBqoniU
4J99Bq b BpBJíqqo BJ9A 98 ouisiiu o\ iod X 'joXbui ppos uopisoduii
BUn 89 OIUOUIIJJBUI pp pBpiS999U B{ B^p U9 89nd 'OIIBIJUOO Opi^U98
ns U9 JOIUB p U9K[IUB) OUIO9 ISB 'piUOUIlUBUI JOIUB pp pBpipiIOJBUl
B[ 9p B9pi B[ 9B99J 9pUOp U9 OpOJ 9jqO8 J9fniU B^ U9 89 OI99
'(^Sl) 44S9l^999pUI BJSBq BJ9piSUO9 S9[ 9S X 4S9[qiSOdlUI SBIU Z9A BpBO
OpU9I8 UBA JOIUB 9p SOIUOUIIJIBIU 8O|^, 'Bdojn^ U9 JBUIJIJB SOUIBJjpod
X 'B^UBJ^ U9 9nb 9p I^SA3AOXSOQ 9p UppBUIJIJB BJ 9p 9nbjod pp
Bsn^o b^ Boqdxo sou uozbj o^qop B^s^ 'BpiJinbpB bX aoijodns uppisod
BUn JBlUJip 9p 8999A SBipniU X '98B[9 9p O8U99SB 9p Oip9Ul UIl U9K(
-UIB] 89 9)89 SOlU9qeS OUIO9 89nd 4BpBA9p SBUI UOpiSOd U9 9)U9UippO8
B)S9 9nb U9inp UO9 O|J99Bl[ 9p[I8od 89 OU 18 4pi9O8 UOpiSOd BtUSIUI

�Así concebido el amor matrimonial, no será extraña a la mujer,
la afirmación, quizá exagerada, de Dostoyevski, para Francia, cuando
afirma: "La larga tutela ha hecho que "ma bichi", no piense ni sueñe,
como sucede en algunos países bárbaros y ridículos en ir a estudiar a
las universidades, ni en formar parte de clubes o ser diputada. Pre
fiere quedarse en su actual estado aéreo, canariesco, para así decirlo.
La visten, la calzan los guantes, la llevan bombones, la tratan en lo
exterior como a una reina, y su marido en apariencia se le pone de
rodillas" (160).
Pero si no puede realizar el amor a través o por el matrimonio,
no por ello renuncia a él; lo hará y lo justifica hacerlo a sus espal
das, siempre y cuando sea hecho con todas las precauciones que la
dignidad y el decoro social exigen. Un ejemplo: "De una amiga recién
divorciada, que viene a participarle su próximo enlace, dice la du
quesa de la Tremuille: "encuentro natural que decida tener un amante;
pero encuentro un poco fuerte que me lo notifique" (161).
Fuerte encontraba la duquesa de la Tremuille la notificación de
un enlace que le parecía simple amancebamiento, pero no por serlo
sino por declararlo, pues si su época está dispuesta a aceptar el adul
terio y hasta justificarlo, exige en cambio que sean tomadas todas las
precauciones necesarias. El disimulo es esta condición primordial, con
lo cual se vuelve a afirmarla como mía ley social necesaria. Por otra
parte, dentro de las clases medias, la infidelidad es considerada casi
como un mal irremediable, frente al cual sólo cabe disimularlo a ojos
cerrados y no considerarlo en definitiva cosa de mucha monta (162),
porque hay razones que son en su conciencia su justificación.
En el impulso a la necesidad que los lleva al matrimonio de con
veniencias al falsear su posición frente al amor, hallamos la causa
primera del amor ilícito, buscando así la realización del amor que
su propio interés le prohibe tener. A ello se une el sentimiento de la
materialidad de su propia vida; huir de ella es la segunda justifica
ción (163) ; pero huyendo así de las propias realidades que por sí
misma crea.
El hogar sin amor impone materialidad y mediocridad en su vida
doméstica. Para huir de ellas buscará en una fuga en el amor extraconyugal, que también lo será para el ocio impuesto a la mujer lle
gada a cierta categoría social, realizándose y caracterizándose como
un sentimiento de aventura (164).
(160)Dostoyevski, Notas de invierno, etc. Cap. VIII, pág. 1112.
(161)Ficuehoa (A. de), o./c. Cap. XX, pág. 162. Gutiérrez Gamero (E.), T. I,
cap. XIX, pág. 317 y ss.
(162)Pérez Galdós (B.), Lo prohibido, o./c. T. II, Cap. XXII, pág. 113. Chejov
A. P.), Tío Vana, o./c. Act. I, pág. 211. Dostoyevski, Notas de invierno, etc. o./c.
Cap. VIII, pág. 1111. Zola (E.), Dinero, o./c. Cap. III, pág. 49. France (A.), "Historia
Contemporánea", o./c, El maniquí de mimbre. Cap. VI, pág. 345. Tolstoy, La muerte de
Iván Ilicht, o./c. Cap. II, págs. 27/8.
(163)Chejov (A. P.), La gaviota, o./c. Act. III, pág. 165. France (A.), "Historia
Contemporánea", o./c. Bergeret en París. Cap. XII, pág. 668. Tolstoy, La muerte de
Iván Ilicht, o./c. Cap. II, págs. 27/8.
(164)France (A.), "Historia Contemporánea", o./c, El maniquí de mimbre. Cap.
VI, pág. 344. Pérez Galdós (B.), Lo prohibido. T. II, cap. XX, II, pág. 76.
— 204 —

�— sos —
•ss A g^x "^ed 'jj -j^y 'a/-o 'vjoiavg nj '("j *y) AOfaHQ "0^/61 *s8ed 'j "dB^ *o/-o '(ap sanb
svisai^iaaiV^^ '2/ll "s^cd '"d/*o '9^qvio^iadng ^ auquioff '(*g *^) MVHg (¿91)
'02/612 'sS?d 'owBjajg 'uajioji 'nug 2 p upisa/ojd d^ '(-g -^) mvhs (991)
"¿l "3?d 'XIX 'dB:) 'I "X 'D/' ("3) 'oHawv^ zaaaaixao "8/¿82
4JA "X "'P 'SBiaiduiOD SBaqQ -DjsiMOian^oaag pp ivnuv^^ '(-g "^)) AVVHg (S9I)
íp 'SBSOO SBqiUB O 'JBIIJJUI 'O^qO^ "SBUBUinq S9pn^JIA SB| SBpOJ J9U91
JIOOp S9 '"0J9 '8O8OJ9^BA 'SOpB9IJia9BS 'SOpB89d9JUIS9p J9S U9C{9p SB^SIU
-o^BJOdd SnS 4B199JJ9d UOTSBd A BZ9Jnd BUll U9 JOUIB p t)piU9JUO9 JB1S9
gqgp 'ofnqip ns U9 BZ9[qou gp BU9|[ gpi Bun s^ ¡jouib gnb ^!
'SBipgin S9SB[9 STS\ 9p SOI.IBJ91TJ SOJStl^ SO^ OtttOD
OJUBJ 'papt JOUIB 9p SOppoiU 8O[ OJU9IUOUI 9189 U9 UBS9ddx9 9nb 8O[
gluguqBipgdsg uos 9nb 4#9i9 'axMoag SBUBUijgq sb[ 'xaaainaj[ 'xaHMO
a^aof ^p BjniBJ9ii[ B[ s^ *(¿9l) osj9A^oa 999JBd jopBuos Á ooiiubuioj
SBIU '99^ SBIU OlUBn9 A OUISpilUBIUOJ Jod 99^ JI99p 89 ÍJO199^ pp OUISI9
-IIUBUIOJ p 9U9I1UBUI O B9I^ISU91UI Z9A US B pilO p 4OJ9U9 pp pBpiJB[
-ndod b^ 9U9IIUBUI A Bspduii ^oodg b^ gp odiiubuioj niíjjdsg p 'ubio
-U9n^ui-J9iui 93 SBJni99^ sns A ouisioiiubuioj ns oqogq oq 'opoui ojio
gp opgoBq gpgnd ou opuBno 'opunuí ns 9p pBpipgj b^ b JBdsosg biu9í
-ui Bjni99^ TeAno jod 'BisgnSjnq Bugnbgd B[ U9
BJniBJ91I| B^ 9p BI9U9n^UI B^ OpUllSgS 4p9J BpiA
B[ 9p Bpil9d9J ^A UppBUIII^B B^ OJ9UIIJ^ '8OIA9Jd 8Oq09q SOp
U9 U9iq J9U91 OIJBS999U S9 O1U9IUII1U9S 91S9 U9iq J9pU9JdlUO9
"pBpipgj U9 O189 9nb SBUI 89 .
ou sond 'odiiubuioj jouib op ouons ouioo uoiquiBi opiuijop souiBjjpod
gnb A 'popí jouib opBuiuiouop soxuoq onb o\ b BJoqB
"(991) BJS9njnq b^ b
gp B[ A ooqqnd pp 89uoio9B9j sb[ oooAOJd ugiquiBi 9nb A
91S9 91U9UIBSI99jd B^BJ1 OpiqBS 89 OUIO9 9nb '(íUdUJVJ^ 'VJg
nf ap vmsafoud vj^t BpBpiii avvhS 'g aP ^I ouioo SBjqo sb^ bjiuo9
Bis9}ojd BpBjp ns ojp jog 'pióos pin otuoo uoisojdns ns ou A 'p
gp 9ibji 9s ou onb A oiugiuiBip^o ns 9iu9uiBgiou9S S9 pjoui ns 9ix9
gnb o[ 'somgqBS oiuoo 'gnb Bjgnj ou is 'uopoipBJiuoo 9iu9JBdy
•sgpioos sgjqumisoo SBUonq sb[ bobib onb ttojnduii
jouib pp,, pióos oqooq 9iso bjiuoo 'uBOOAOjd o^ onb oduioii ouisiui
p uBJBuiBp A '(S9X) uoi9BiU9iso ns xbjoui ouisiuBiijnd ns oiiuijod ou
'oiuouiBioiidojqns oisg uojiuuod A uojomb SBipoui so:Bp sb^ ts ojog
•pBpoioos bj gp ojiugp Z9A ns b jgpugosB BjBd bjiaj9S 9j A 'opunuí ns
gp Bijgsiui B[ gp Jinq ^Bno b^ uoa uoisgjojd Bun ogg 9p J99Bq gp uBq
SBf^q SBdBg sb^ 'sooxpjg sopque sns jggBjsii^s gpuop ug sgpBpgiqts
-od sb^ 'xBiuomiJiBui-BJixg o oipip joiub ^gp BpiA b^ ug opuBosnq uba
SBipgui sgsBp sb^ ouioo isb sgnd 'pióos osuoosb ns uo on^og Bjp b
opuBno sbi^b sbiu sb^ uo A 'oidpuijd uo 'SBÍBq sbui sBdBo sb^ gp sgpsp
-IS909U sb^ ug opoi gjqos 'sgpBpgiqísod SBgduiB BjsgnSjnq b^ BjBfpq
JOUIB gp SBUIJOJ SB1S9 SBpOl JBZI[B9J BJB^ '^gSBXO 9p OSU90SB 9p JOUIB,,
opBuiuiougp souiBijpod pno o\ jod 'joijgdns Boiuiouogg pBpioBdBg
Bun gixg ogg 'sgnd 'boiiuouoo9 uoioBniís BA9nu Bun gp uopiqiqxg
'oCn^ gp oigfqo A BiouB^gp 'pBpgBUBpuniu gp bsoo jgg
p sg 'giuBiuB Bun jgugí sgnd 'upiOBiugiso Jod oipjji jouiy

�rica y noble, ella; o, por el contrario, amor entre un representante de
la nobleza, hombre o mujer, enamorado o enamorada, de una costurerita, o de un artista pobre y de talento, cosa esta última que expresa
idealmente el sentimento de su más profunda apetencia romántica;
todo ello combinado en una larga serie de luchas y sacrificios, hasta el
final triunfo del amor (168).
Todos los elementos para despertar y hacer vibrar las fibras más
sensibles de la psicología burguesa, femenina sobre todo (169).
Por otro lado se considera el amor así concebido, lo mismo que el
matrimonio de amor, como un ideal de juventud; algo que se puede
soñar o desear como realidad mientras se es joven, pero que la reali
dad misma niega (170).
Sólo nos resta ver las formas de relación amorosa y las respec
tivas posiciones de ambos sexos, en lo que B. Shaw llamó ^Lucha de
sexos", título de una de sus comedias. Formas que por lo general valen
tanto para la forma real, como para la ideal, aunque en esta última,
claro está, son formuladas en forma más depurada e idealizada.
En ella la mujer es el centro de la idealización del amor; para
ello se le pide dones especiales que la caracterizan como ideal: femi
nidad, dulzura, tacto, belleza es, sobre todo al parecer, lo que se le
pide. Cuando entre ellos comiencen las relaciones sentimentales (para
el cual existe basta una forma muda de conversación: el del abanico)
se hará de acuerdo a un código de leyes que ambos deben respe
tar (171), pues así lo impone la tradición y los convencionalismos.
Relaciones que a veces no serán más que ese juego que hemos deno
minado amor de aventura, idea de fuga. En torno a estas relaciones
los campos están perfectamente delimitados; dentro del suyo la mujer
debe hacer un pasivo papel, es decir: nunca debe ser ella, la que en
este aspecto lleve la iniciativa; y si la declaración llega debe ser como
fruto de espontáneo acto de voluntad, aunque a la mujer le esté per
mitido usar siempre con discreción y dignidad de todas sus seduccio
nes, pues de lo contrario será considerado poco menos que como una
deshonra y una vergüenza para ella (172).
Al hombre le corresponde, pues, llevar la "ofensiva amoroso-sentimental", él debe ser el "seductor", aunque la realidad diga que es
el seducido. Para ello dispondrá también de un código de normas

(168)Dostoyevski, Notas de invierno, etc., o./c. Cap. VIII, págs. 1114 y ss. Pérez
Caldos (B.), Lo prohibido, o./c. T. II, cap. XVII, II, pág. 20.
(169)Dostoyevski, Notas de invierno, etc., o./c. Cap. VIII, págs. 1114/6. Shaw
(G. B.), La profesión de la Sra. Warren. Act. I, pág. 225.
(170)Pérez Galdós (B.), Lo prohibido, o./c. T. II, cap. XVIII, IV, pág. 45. Chejov
(A. P.), Las tres hermanas, o./c. Act. IV, pág. 373. Galsworthy, El propietario, parte
segunda, cap. IV, pág. 205. Shaw (G. B.), Hombre y Superhombre, o./c. Act. II, pág. 122.
(171)Galsworthy, Litigio, o./c, parte tercera, cap. IX, pág. 342. Pérez Galdós (B.),
Lo prohibido, o./c. T. I, cap. VI, pág. 25. Shaw (G. B.), La profesión de la Sra. Warren,
o./c. Act. I, pág. 225.
(172)Chejov (A. P.), El jardín de los cerezos, o./c. Act. III, pág. 432. Hardy (T.),
o./c. Cap. XX, pág. 190. Alarcón, Capitán Veneno, o./c. Cap. IV, parte segunda, pág. 173.
Shaw (G. B.), Hombre y Superhombre, o./c. Cap. II, pág. 122.
— 206 —

�— LOZ —
•6 -8Bd 'i -jay *d/-o 'ajquioyjadns X auquiojj '(-g -g) MVHg(9¿t)
•ss X 62^ -8Bd '^^ -jay -d/-o 'ojqand jap oSiuiaua ufj 'Cg) Kasa^(5¿I)
•ss X 6CI '3?d 'AI "'•'V '3/' 'ojqand jap oHiutaua w/j '("g) N3saj; -98"^^d '-d/'o
'aiqutoquadns X ajqutojj '(-g -g) MVHg -9^ *3Bd 'AI1X 'dBD "3/' '('X) aohvjj(j,¿x)
•¿fr *8Bd 'j^^ "dag ^üpunjoj^ apsvpoq swj
'221 *SBd 'jj 'drg -a/-o 'auqtuoquadng X auqtuojj '(-g -g) mvhs(¿I)
B 'e^aotjadns sedeo sej e ueoijpuopt se^ onb odiuop ouisiui \g '
sera BpiA op Á sojoijojui seajo se^^nbe e ojuojj |bioos .edeo ouioo ueio
-uojojtp se^ 'ueziJoioejBO se^ onb oooaed so[ seipota sosep stb\ b onb
o[ o^so so sond 'ojooop |0 A pepm8ip B[ op oiuoitaiiuos opezi[ejstJO
seui zoa epeo uo 'opoj ojqos 'eisoi^iuein os anb ouisipuoiouoAuo^
*(9¿l) UÍJ ns J3
onb eioóied |bj o 'ouojj op ^o so opijuos oÁno ouis^euoiouoAuo^
*(S¿T) ¡sosoa^
seued ohioo pepoioos e^ op sopej^ede 'ojjo uo uoisisiod is iÁ sopezij
-Buiojeue 'sopeoijijo ubjo3 so^{O O]uome)joio onb^od 'uouopueqe B| o
uopiAjo B[ onb so[¡onbe op Xe! í^bjoui b^ op ejouiod e^nraaoj e¡ —aop
-uoiuo ns e— so 'souisqeuopuoAuoo op seuutoj se^onbe jejodso}j
•o^o 'ojjb ^e upioeoxpop e¡ 'oioaoAip
^p Bopí v\ :jpequioo oiaesooou so ojuej o^ aod onb X 'jbioos ejn^onjjso
e^ eaed sosoj^ipd X soaiibSou sojo^ba ouioo ejopisuoo eisonS^nq euonb
-od e[ onb ^piA op seuijoj o seopt sejpnbe ojuouiejsnf uos soioinfo^d
so^ oijbjiuoo p ao^ 'oio 'soaquinjsoo 'pepiueqan X bisojjoo op sepuiaoj
se^ 'pepiuSip v\ :jbzijojba X jbsjoauoo oijbsooou so ojubj o[ xod onb
X 'jbjoui eionpuoo op seijesooou sbuijoj ouioo o 'sopioos souoiob[oj sb^
op uopjo \9 eaed soijbsooou ouioo ueuiJijB os onb sojuoirapu9S o seopí
se^onbe 'pjoj^ oppuos oidojd ns jod opoi ojqos 'uos souisqeuoio
-U0AU0^ 'sejqepd sejso op eun epeo e opiuoiuoo X jo[ba op jepop
-jed opijuos un O[opuep soiomfoad X souisqeuoiouoAuoo souitooq
•ojuoiuiesuod op o ^piA op sbxujoj sbjjoio uezeqooj os o uejdooe
os onb jod souaeoiqdxo ejed bjiajos 'jioop so íoiotnfojd X ouisqeuoio
-uoAuoo ojueno uo ojsia o^od 'ojuouiojuopooojd opetpnjso O[ opoj op
puij uoumsoj un ouioo oj^ed uo so o^ijideo ^raii^ ojso 'sond 'rsy
' (fLl) so^TJJD9&lt;^S9 8i^ooe sns op oun so o^o onb
jeuuije o^iuijod sou onb opej^ je 'seipoui sosep se^ op pjom eanj
-on^iso e[ uo ueSonf onb epuejjoduii ej op ooip sou uopiaede enuij
-uoo ns ísopinfoad X sorasqeuopuoAuoo buijoj bjjo n eun uo aoooaede
oisia souioq oXesuo ojso 9p sojnjjdeo sojuoaojip so[ op soabjj y

A S0I\[SnVM0I3MaAM03
IX
•pepopos e{ op seip sera sedeo se[ uo
-sop os onb epipoui e sepiSjj sera ojuej 'se^so 'seuuo^ ' (L\) soppos
souisqeuopuoAuoo $o\ uopid onb pepiuSip X oaooop 'pepiueqjn B[ op
opeopoj o^p opoj ojod 'epeuie ej e aouie p jooeq eaed sop s jo ai un
X seujoio seiujoj 'sop^oj X soinbosqo 'sbisoijoo 'seuojuepá :soppodso

�medida que pueda irlas imitando. Por ello su preocupación por el
vestir y la elegancia en general, pues ella representa externamente esa
diferenciación e identidad que busca, y que se quiere representar dig
namente, pues "un traje barato hace un hombre barato" (177). Por
lo mismo su preocupación por la imitación de los modales superiores,
pues los modales hacen al hombre (178).
Pero la dignidad parecía representar algo más, ella es la expresión
total de la valorización moral individual y por lo tanto, de perderse
se sentía amenazada la base de la individualidad del hombre y, por
lo mismo, uno de los pilares de la sociedad. Por lo demás la digni
dad como moral significa buenas costumbres, cuya posible pérdida
significaría dar libre curso al libertinaje, destruyendo así los princi
pios mismos de la moralidad social (179).
Entendido está que dignidad y decoro no deben significar reali
dad concreta, bastará en los más de los casos con las apariencias ex
ternas (180). Por ello una razón más justificativa del disimulo y la
mentira en la vida social como una necesidad indudable, sobre todo si
ella cubre un posible escándalo (181) ; el hecho más terrible que
pueda afectar a su dignidad. Ello significa la picota, la ignominia y
con ello el descrédito. No importa que en el fondo se sepa, lo que
importa es que no se trasluzca al público (182) ; porque el escándalo
toca a todas las clases medias, pues es el escándalo de uno en su
consecuencia de posibilidades de crítica generará la de toda su clase.
Como una excepción se justificará, en parte, un atentado contra la
dignidad y el decoro en la juventud, "como locura de juventud", algo
circunstancial y pasajero (183), no más peligroso que un amor ideal
de juventud. Por eso exigirá en las relaciones amorosas se guarden
las formas, aparentando lo contrario de lo que se siente (184); y por
lo mismo, rechaza, proclamándola indigna, toda relación sexual ilegí
tima, afirmando así la santidad del matrimonio, rechazando violenta
mente la idea del divorcio. "Durante muchos años —dice el Conde de
Witte en sus Memorias— en los círculos aristocráticos no se resigna
ron a admitir mi casamiento (con una mujer divorciada) y hasta
1905 mi esposa no fue admitida en la corte y en general en la alta

(177)Veblen, o./c Cap. VI, pág. 139. Pérez Galdós (B.), Miau, o./c. Cap. XII,
pág. 607. Shaw (G. B.), Non Olet, o./c. Act. I, pág. 39. Zola (E.), La Taberna. Cap. II,
págs. 38/39.
(178)Veblen, o./c. Cap. III, pág. 49.
(179)Hardy (T.), o/c. Cap. XXV, pág. 251. France (A.), "Historia Contemporánea",
El maniquí de mimbre. Cap. XII, pág. 385. Shaw (G. B.), La profesión de la Sra. Warren,
o./c. Act. IV, pág. 308.
(180)Dubois, o./c, Sincerité, pág. 226. Galsworthy, Litigio, o./c, parte primera,
cap. IX, págs. 97/105. Shaw (G. B.), La profesión de la Sra. Warren, o./c. Act. IV, pág. 308.
(181)Galsworthy, El propietario, o./c, parte tercera, cap. II, pág. 354. France (A.),
"Historia Contemporánea", o./c, El maniquí de mimbre. Cap. V, pág. 337. Pérez Galdós
(B.), Fortunata y Jacinta. T. IV, parte cuarta, cap III. VI, pág. 134. Dostoyevski, El
jugador, o./c. Cap. VIII, pág. 1464.
(182)Shaw (G. B.), Matrimonio desigual, o./c, págs. 222/3. Suderman, o./c. Cap. VI,
pág. 47. Pérez Galdós (B.), Lo prohibido, o./c. T. I, cap. V, II, pág. 67. Tolstoy, La
muerte de Iván llicht, o./c. Cap. II, pág. 28. Hardy (T.), o./c Cap. XXXI, pág. 307 y ss.
(183)Galsworthy. Sobre el temor al escándalo ver las obras citadas de...
(184)Shaw (G. B.), Matrimonio desigual, o./c, pág. 219 y ss.
— 208 —

�— 60^ —
'6tS '8?d 'IX "dBa '"Vo '?8?^?7 'ahxhomsiv^ (061)
'Et^ '8?^ 'HA *(Ibd 'BpunSas ajjBd '-d/'o '
•ardo id \q 'ahxhomsiv^ "181 '8?^ 4&gt;o/*o 'jonSjsap cnuoiuijjvj^ '(*g •)) MVHg (681)
•^g^ -Sed 'i -iay *o/-o 'motanS vq '(-j -y) AoraH^ "¿oí "8Bd 'IA "dBD 'V0 'ou
'03) v^oz •f&gt;g -8ed 'u^\ -dso 'BpanSas ajxed "o/-o ^otintaidoxd jq 'ahxhomstv^ -pia
?nBjjpg -pg 29 -Sed 'm\ -de^ •pmuaant X Diouvfui t¡\¡ '(a upwvg) ivrv^ (881)
'I¿I "8?d 'X '^BD *^/*o 'vjpouop Dun ap swiuoiuaj^ 'nvaaHij^ (¿81)
•191 B'P 8B?A (981)
"6¿ "^^d 'AI '^^•&gt;
uüjaidojd jq 'ahxhomsiv^ *¿s •8?d 'I 'dB;) 'i 'X 'Vo '(8Pu0D) aj~11^ (S8I)

'(061) JP
-jad as isb anb orastuí |a 44U^iq,, un 'osaa^oad fap aiuaáB mjo^Baw
un 'jas aqap o sa [a sand '-l^t^p,, pp ^ osaj^ojd [ap ^apí b^ b upia
-ibjj Bun aaajBd 9\ BpiA ap odx^ ajsa b BJBOipap as as^p ns ap
an^) -Buisiui is ua pBpijBuij Bun ouioa B^japuajdraoa BJBd
-bdui ns jod oiuioaua ap Bu^ip Bsoa a^aaajBd Bipod ou SBJia^ sb[ b o
ajJB ^ BjnjosqB uoiaBoipap B[ oja^ '(68T) íDO 9P sojbj so^ BJBd [pn
oS^ ojqp un ua 'sbui o^ b ouJopB ap ojafqo un o^s ojpBna un ua j^a
b BAa^ b¡ anb Á —aiuauíB^DBxa BJoqoJJoa ozojj a^sa anb— Bisan^jnq
B[ ap BjsiApisod jaiaBJBa p ua OAanu ap soniBsuad is uapsap a^sa ap
uoiaBaqdxa B[ Bjn^aa[ ns ap JBAijap sa pae^ '(881) tJBP8 uoiaBjap
-isuoo?ap b[ X Bijasim bj anb oj^o jas Bipod ou 'sapuopdaaxa sosbo
OAps 'ouiuuaj oXna X 'aiuBtunqsBJi X bijbj[oa ajuaá ap X sa^npuB^
ap SBidoad sajBpi^ajji 'sbsojbzb sauopBdnao ^uis 'jjAp ap sapjuuoj sop
-oui uBinipsuoa ou 'BjnjBJaip b[ B^sBq 'Baisnra B[ 'BJnjjnasa b^ 'BJnjurd
B[ 'jpuas ns u^,, iBpBjapisuoa ajuampiaos pjnuí uotsajojd Bun onioa
opBJapisuoa jod 'Bjn^uid B[ b asjBOipap ap ouiu ap api ns BqBsn^a
ajpBd ns ua anb uapsap opunjojd p TYfyj i N91^V^ Bjuan^ ^osojop
-sap X opas oaod opunuí :B.xqBpd Bun ua ÍBqBu^isB 9\ anb ptjajBUi
jiuaAJod uis X osojoaapui 'oiniaqoq jaiaBJBa pp sbui b 'sssoa sb[ ap
ooiáoj uapjo ^p Bjnjdnj eun ojubj O[ jod X '^Xns B[ b bijbjiuoo BpiA ap
odp un Bapiuáis o[p sand 'pnjaapjui o BapspiB BpiA bj b anbtpap as
asB[a ns ap uam^p anb [a BpiA ap sa[Bapi sns b uoioibij BjBiapis
-uoa X BjBu^oipui as 'bpbziubSjo pBpapos eun ap oijuap a^qBasap BpiA
ap odu oiaBxa sbui [a opB[nuuoj jaqBq ap oraoa isb '[Biaos X [bjoui
Bjanpuoo ap sa[qB)nmui a SBuia^a SB[éai sbj jaasod ap BpiauaAuo[)
'(¿8l) Ibjoui bubs b[ ap ojpauísap ua buisiiu pBpipjouiui bj
jBoijiisnf b BjjppAinba so[iBjdaaB íajuasaid BpiA ns ua o opsssd ns
jod souéipui aiuaui[Bioui usas jaaaiBd ns b cauatnb uoa ajuauqBiaos
asjBUopBpj o ouas ns ua jijiuipB b bib^ou as anb sa orasini o[ jo^
•pBpapos B[ ap buisiiu as^q B[ jbdbjb o[[a uoa X bijuubj b[ ap uoian[
-osip b[ iBjuauíoj; Bja o[iijiuiiad sand 'opioAip [ap Xa[ B[ bijuoo uoia
-asaj ns 'sand '[Bjn^BU sg *Bisa[i b[ Bjapisuoa o[ uaiquiBj ouioa [bj 'a[q
-Bjai[Bui oS[B o moa opsjapisuoa bi[iiubj b[ ap Bapi b[ b anbBiB un Bja
[a anb ap oiuairapuas p X sapi B[ uaiquiBj oiad 'oíaiOAip p
BJBd Biauaiauoa ns na uauodo as 'oidiauíjd ua 'sBsoiáqai sauozB^j

•(981)
-jOAip b^iuib Bun ap ojuaiuiBSBO [ap speaijijou jas [B ^[[inuiai^ B[
ap Bsanbnp B[ jod Bqaaq uppBiujip B[ asapjanaa^ *(S8l) t4PBP9í3OS

�No menos ven en ellos enemigos que pueden hacer peligrar toda
la estructura social que tan trabajosamente ha levantado, y que es
necesario defender a todo trance, como consecuencia de la influencia
de su vida y obras propias pueden producir.
Y a pesar de todo no vacila en llevar a sus salones a aquellos
mismos intelectuales o artistas a los que desdeña y teme, y que sin
embargo muchas veces los fascinan, haciendo o creyendo con ello ha
cer exhibición de cultura. Como concurrirá al teatro pues es de buen
tono, tanto como expresión de su interés por las formas de la cul
tura. Pero si va al teatro, rechaza de plano las obras —así como la
novela— con problemas escabrosos, aspecto al que ya nos hemos refe
rido en el capítulo X, ya que considera inmoral por sí mismo tratar
esos problemas, pero cuyo planteo sobre todo es una amenaza más
contra la sociedad pues hacen peligrar las lógicas barreras mora
les (191) ; y olvidando también que son la exhibición de los ma
les que plagan la sociedad que ella ha levantado, no queriendo verlos
por el temor que le producen.
El halo de convencionalismos y prejuicios que rodean toda su
vida moral y social, desde luego también recaerá en la vida del hogar,
la mujer y el niño. Sobre la mujer relegándola a las tareas del hogar
—su finalidad social—; por lo demás, se le considera naturalmente
incapaz de seguir alguna de aquellas profesiones que parecen priva
tivas del hombre (192) ; pero sobre todo porque ello significaría
renunciar a su natural finalidad social, renunciar a su feminidad, lo
que significa tanto como indecoro-moral. Obligada por todo ello a
hacer una rígida vida social, prejuiciará que pueda romper u olvidar
alguna de aquellas formas que le son impuestas; por ello su indig
nación moral frente a la mujer que fuma, o que busca y anhela ca
rreras, o simple autodeterminación (193) ; y por ello resulta cierto
la afirmación de Dostoyevski sobre la tutela femenina y su carácter
"aéreo y canariesco", pues no tenía otra posibilidad ni mucho más
se le exigía.
Sin embargo hacia fines de nuestro período halla la mujer ma
yores posibilidades de independencia, y una de ellas habrá ganado el
premio Nobel, nos referimos a María Curie.
No menos prejuiciada es la consideración que sobre sus posibi
lidades y derechos políticos tiene la sociedad en la época que anali
zamos. El mismo Spencer le negará aquellos derechos políticos que
justamente ahora empieza a exigir la mujer; pero lo hará sosteniendo
que no puede tenerlos en tanto que no cumpla las mismas obligacio
nes que el hombre, especialmente en lo que se refiere al servicio del

(191)Valdeiclesias ^Marqués de), o./c. Cap. III, págs. 39/40. Pérez Galdós (B.),
Lo prohibido. T. I, cap. XIII, II, págs. 177/8. Shaw (G. B.), La profesión de la Sra.
Warren, o./c, léase el prefacio.
(192)Ferry, Discursos, o./c. T. I, pág. 301. Gutiérrez Gamero (E.), o./c, Clío en
pantuflas. T. II, c^p. XIII, pág. 337 y ss.
(193)Shaw (G. B.), La profesión de la Sra. Warren. Act. IV, pág. 292. Ferry,
Discursos, o./c. T. I, pág. 301. Gutiérrez Gamero (E.), o./c. Clío en pantuflas, T. II,
cap. XIII, pág. 337 y ss.
— 210 —

�'¿/9¿ "s2Bd 'AI "de3 '/' 'N33H3A(¿61)
'IZl '85d 'IAX "dBDf '3/' '(^p "V) ^oaaa^i^(961)
"¿ZZ 'aBd '16 &gt;8?JBd 'xx "dB3 "Vo '("H) H3DN3JS(S6I)
'8/¿ZZ *s89d '16 •^^-'Bd 'XX "dBD 'Vo 'OH) HaDKadg(^i)
BjABpoj X Bjua[ bj 'uopnjoA9 bj 'ouBOBqBqo oj uo BJ9U99p gpjBj sbui
onb 'jbkijbu X oouB^uodso oj b '44J9Jj^ jassiBj^, jb Bpuapuai eun ^piui
98 'BjqBpd Bun ug •soinbojuno.ip X sajisuop 'sb-uiubje^ Bied odraaij
BJ9iqnq on bX is ouioo 'sBnáijuB 8Bjnuuoj bj X ogpfjBj p 's
SB[ '8BI891JO9 8BJ OpU9linpdn8 UBA 9g) "^OJJO 9A 98 OU bX U9pjO
-98 9p SOJ)B9) 8O^ U9 '9JB9 p U9 W89[p9 8B[ U9 X 'ofBq OJ9^qiUOS p OpiU
-9A Bq eou as oraoo agq^s uis '89n^ 'oSuoq p Jod Bdoo 9p ojaaqmos
pp UOIDniIJSnS B^ 'OJIX9 UIS OIU9JUI 9S SOUB SOUnSjB 99BJJ UOpBJ9áBX9
uod souiBDiiDBjd oj opoj —JOJIJ9S9 un Buido— BUBds^ ug,^ T^^isup
BJ X BJIA9J BJ 98JB9OJO9 '^199p 89 't4SoSjBJ SOJIJ 9p,, 9SJT1S9A BJS9JOIU
S9j gnb^od 'sbjista souotu u99Bq sgjquioq sog •9iu9uibj9}uj BpB^gd
-89J 899UO)U9 B^8Bq UOI9ipBJ) Bim 9p OI9IJip9 J9 9SJBUOIOUIS9J) B BZ9ld
-iug 'Bpnbip bj 9B99Q,, "gsjBzijBj^qij b gpuoij sorasijBuopu9Auoo X
89pBpiJBin.IOJ 9p p9J BJ9A9S BJ OjálS 9p S9UIJ B bX OJBqiU9 Ulg
•BI9U9I9UO9
ns uod 9jduniD 9nb oduigij oinsitn jb 'ojj9 9p uoidbju9JSo jsb opu^p
-Bq 'oído ns jbu9jj BjBd X upiSij^j bj 'sgjquinjsoD SBU9nq sbj U9uod
-luí oj 98 onbaod 'pBppBo bj u9iquiBi BjBq ojj9 aoj *(¿6I) t4lBíDUBl
-SqnS O 9)UB)IodlUI pBpiJBUIJ BUn b^u9^ 9llb BpBU 9p TU 'OAIJBJDIIJ
BpBU 9p 98JBdnDO 9llfa 9U9IJ IU BdtlDO DS OU BJJDnbB 9nb JBJJSOUI 9p
9)JBdB pBpiJBUIJ BUnUIU O B90d J9U9) UBJjn89J 'sopBZIJBUB 91U9UIBpiq
-9p 9nb 89JBIDO8 8O;U91UIIU9I9I1U9 O 'SODII89UIOp S9J9q9p O OÍBqBJ^ 9p
OpBZBJJ^ip 9)U9UI9jqBIJ[BAUI ISBD B)U989jd 9g 'BIDU9JOpUI O BIOUB^BA 9p
UOpB189JIUBUI 9jdlUI8 Bun 4O9nj 9pS9p 89 OU 'SOSBD 89JB^ U9 BSod89
bj odui9ij ns BDipop ^nb b oído jg,^ 'SBOiis^uiop s^aoqBj sbj op 9dn9o
98 OJOS X 9fBqBJJ OU J9fnUI BJ 9nb 9^lX9 JBIJIUIBJ OJOD9p J9 9nb BX
'(961) 44O-IOpS9p Un 89 JBfBqBJJ J9 9nb 9p SBpi9U9AUO9 OJ9J99S U9 BJ9njB
BJBd t4uBfBqBJi^, 'xinD9pu9j\[ 9p SBg^? 'a^Cnuí bj U9 pBpisopo bj 9p B9px
BJ ÍBpoiU 9p 0pU9IU0d BJOqB UBJS9 98 9nb 8OIJB9UJBq 8OJ B BIDU9JI
BJ 'OJJ9 9p OjdtU9f9 'pBpiuSip BJ 9p Opi)U9S n8 9p SOpBAIJ9p
8OJ9pBpj9A UBJJ9pU9 9JU9UIJBnI BpiA 9p SBUIIOJ
(S6l) aaDKtadS 9jiiupB oj u9iquiBj jsb X 4e
9j BJoqB 9nb eoojijjod soqo9J9p soj J99ouo99J b BJBZU9UIOD 9j 98 oood
B OOod U9iqiUBl U9pBUIUIJ919pOinB nS B X 8BJ9JJBD 8BJ B OqD9J9p J9
9J9SJ9DOUOD9JL B BZU9IUIO9 JtgfnUI BJ B ^X I9P eOídl9UIjd X XIX I^ÍS I9P
89UIJ BiDBq ouiod isy "(^61) 4489jqxuoq soj 9p bj uod ojBníái os aofniu
BJ 9p BDIJJJod UOIDISod BJ 9nb (9jqB9S9p OU O B9S) OjqíSOd BJ9S OJOS
SDDUOJUg '9)U9UBUIJ9d ZB(I 9p OpBJ89 un OpBZUBDJB BXBq pBpiUBUinq BJ
opuBno ouis 'osaijBq^p Bjpod ou sojofniu sbj 9p soopijod soqoga^p soj
9p pBpjBn^t opnosd bj gp uo^sono bj 'ouijnosBtu gjuo^uiiuoo jb oSoj
-bub BuiJBin bj X oiiDJtofg jb 9iu9ui^uod un uouoiDJodojd sojofniu
sbj onb 'sond —aaaMaas onSxs— souom y?, *44pBpjBnSt op ou X pBpi.x
-oxaodns op bjjos uoioisod ns5í aaaxiadS ^oip oijbjjuod oj op '

�no perceptible evolución del mundo que nace y del mundo que muere,
ha empezado ya" (198).
Pero habrá que esperar la sacudida de la guerra de 1914/18, para
que todas estas formas cobren el desarrollo que nos digan de una con
cepción nueva de la vida, tanto como la desaparición de aquellos con
vencionalismos con los cuales quiere defender su mundo, pues ellos
son su expresión, mundo en quiebra cuando no fenecido, última víc
tima de la guerra; víctima —en parte— del triunfo de aquellos pre
juicios que tanto temía y combatía.

(198) Ficueroa (A. de), o./c. Cap. XXII, págs. 185/6,
— 212 —

�</text>
                  </elementText>
                </elementTextContainer>
              </element>
            </elementContainer>
          </elementSet>
        </elementSetContainer>
      </file>
    </fileContainer>
    <collection collectionId="2">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
          <elementContainer>
            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31">
                  <text>Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="138">
                  <text>Repositorio de ensayos en las Humanidades publicados originalmente en el Uruguay</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="41">
              <name>Description</name>
              <description>An account of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="139">
                  <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="37">
              <name>Contributor</name>
              <description>An entity responsible for making contributions to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3695">
                  <text>Pablo Darriulat&#13;
Gonzalo Marín</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
            <element elementId="47">
              <name>Rights</name>
              <description>Information about rights held in and over the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="3696">
                  <text>Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3398">
                <text>La estructura moral de las clases medias (1870-1914)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3399">
                <text>Trabajo realizado para el seminario de Historia de la Cultura de la Facultad de Humanidad y Ciencias, dirigido por el profesor José Luis Romero (1951/52) </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3400">
                <text>VISCA, Carlos </text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3401">
                <text>Revista de la Facultad de Humanidades y Ciencias /Universidad de la República. Montevideo : FHC, UR ,Diciembre 1954, Nº 13 : p. 161-212</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3402">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3403">
                <text>1954</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="47">
            <name>Rights</name>
            <description>Information about rights held in and over the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3404">
                <text>Facultad de Humanidades y Ciencias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="3405">
                <text>Publicación periódica</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
    <tagContainer>
      <tag tagId="433">
        <name>CLASE MEDIA</name>
      </tag>
      <tag tagId="57">
        <name>Historia</name>
      </tag>
      <tag tagId="434">
        <name>MORAL</name>
      </tag>
    </tagContainer>
  </item>
</itemContainer>
