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                  <text>��11

•

EL PUERTO DE MONTEVIDEO Y EL ABASTECIMIENTO RIOGRANDENSE

Informes consulares inRleses sobre
comercio y contrabando fronterizo

Selección de Doris Me

Lau~hlin

Presentación y traducción d~
Carlos Panizza Pons

Frapmentos esco~idos de los ' Parliarnentary Command Paners ?,enorts'',corresnon1

•

dientes a Río Grande del Sur (1978-1901)

1970.

t1on te video,

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PRE SEt~ TACIO t~

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3

0

La nublicaci5n de infcrnes con 3 ulares ha lo g ra
coccitar, en nue3tro nedio intelectual, en los --

Glti ~ os

afias, una particular ex?ectativa : los orc- euntos lectores, si bien no interesados en idénti ~ ­
cos aspectos (los hay gustadores exclusivos de lo i n t o r e s e o q u e s e r e eo d ~ a n in r:i e j o r a b 1 e -:--1 e n t e en 1 o :; viajeros), coinciden en se&amp;alar que estos an~lisi s
del na~s astan provistos de un enfooue a menudo 0ri
p:inal, frecuentecente sa~az e índudable~ent e atendi
T)

-

ble.

.

.,..

J

u izas la notable s e rie consular redactada pcr
~1a rtín ~a illefer, que viene entrc~ando ~ Rev:'"sta ±lis
tóric,3 ; del 1~useo Histórico I·lacional (tanbien s u
terior publicaciSn de los infor~es de Uarad ¿ re) ha ya contribuído en forn~ decisiva a ratific3r la i~­
P o r tan e i a de 1 gen ero ~ en e 1 caso d e !1a i 11 efe r e u 1 ::i i ~
nando, dada la infrecuente jerarquía literaria de es
te funcion~rio y de la canacidad técnica de su casi
seeuro asesor, Adolfo Vaillant.
(':
•

1

an

En cuanto al ~aterial oue ahora presentarnos,
aunque fragflentario -la cada día acentuada penuria
•

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•

•

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.2 .

'
ec·.&gt;nomica de J.¡ .. Universidad nos obliga a ~overnos
e o 1 o s e s .t r ~ ~ h o(' 1 í r· i t e s de 1 o p o s i b 1 e , n o d e 1 o
cejar- y a ~esar de la eventual observaci6n que pu~da suscitLr por las nunerosas reiteraciones -(tanas de la bar~a iel puerto de Río Grande y el
co1trab3ndc) ex~resanos que concluir e3ta tarea -

'•

(

•

io&gt;licG superar arduas dificultades.

Ei texto

~s~~ esooradicanente indica
da~os! la prensa ríoerandense,

el orige~ de 3us
decl3ra
ci~nes dt CJ~erciar.tes; debenos suponer, empero,qu~ ex_stier~n o~ras nas califica&amp;as, coco lus -cí~culo3 de CJ~erciantes
t é 3 o f 5. t:. i -9.1 e s e-..~ y a s ~ 1 e e e
talento &lt;le los c~nsules.
Ta~hi€n

ingleses y exacen de fuen
ion e r í t i e a e e pe n di o d e 1
..

e~

escasa la ~enci5n &lt;le los ccnercian
te3 alewares que en la Provincia de Río Grande con
tr:)laron gra~ ?3"='te de ·1a ioportación y el cooerci~

interno ·-~otablemente en las ciudades de Río
Gr=ir1de y Ur··3u.l .. ·ana- hasta que afectados prinero ;&gt;cr la Fr:.:...lera ~· 1 erra Mundial y a continuación dura~ente gol~e~doa po~ el pago de las inclennízacion e a i i~ p u es ta s e A 1 e 11 a ri i a p o r s u s ve 11. c e d o r e s , q u e da

ron

releea&lt;lo~

a un papel secundario.

-

El cout~aba~do, obsesión constante ce los cónsules, ~e las attori¿ades fiscales y políticas, del
COl..'1erL~ ... '1onestc 1 nutría un activísioo tráfico con
solidLJ Y ~Ú~ti~les conexiones COD casi todos los sectores ·eccnoc:· -:os ríograndenses hasta el extrer.-¡o
de que 1L3 inten~os de extirparlo radicalmente -el
u&amp;s serio ~n 18~~- provocaron una general contracción dt... ~ . :&gt;s ne[ o :ios, en el g_!Í:tado caso tan intensa que debió recrocederse en la aplicacion de tan
drástica nedida ; así tanto la connoción provocada

�3

•

cono la rectificación post e rior, demostraron que
muchos vivían al ar·tonro del con2rcio ilícito.

..

~·lo ntevideo

actu2ba co no centro principalísir o
d e l contrabando al B ra ~ il~ las ventaias
naturales
&lt;le su puerto~ los liber a l es de rechos a du ane r os , las
facilidades conceci ~as al dccüs
ito d2 nercancías en
•
t r é n s i t o ; 1 a r .~ d f e ¡:- r o v i n r i e q u e h a c i a 1 2 _.. ) n o n c... - - ·

•

s e s r j_ f! 1 e f' e 11 1 '3. f r o t1 t e r él .. e l D a n- o a o r o d e 1 o s a r -·
t J. c , 1 1 o s e u r e p e o s i r·:i p o :- t é. &lt;l o ~ e o r1 F o-:- oª j . o n 1 a e s t r u c t t:.
r a q lJ ·~ e 0 n ,, i r t i o a ~1 o n t e vi d e e en ~ u e r t o i n t r o d u e t .J r
"

-

d~l

.V eyrorta&lt;lor de R!o Grand e y
Estt:.

r~e cl10

apare e ~

V

Litoral

suÍic~2nte 1~ ntc

~ r 8entin o .

poT
1 o s --

p r oba~o

l as abundan tes r· 2 f e r e n e i n s q 1 e é e ~ 1 e f e e t ú ~ '!.!
•
11 1· ~ orJ...ot;
e ,~.:&gt;J n s u 1.:. . e s 1• n g ..L~ f~ s e .s ; e i~ ~ e P. o s q 11 e n u 0. . ·' 'r a·
fia ha si¿o insens5blc ~ e11:a ~erli~ed q u ·.?. Duio se"!:'
e o n :.; i el e r ~ el a n un s j_ 11 r= 1 v ~ l i o ..; () e.. u :i{ i 1 í o ce es to3 t (~ s
t i r: t) n i o s d i 0 l o r: ~i ~ i e o s !• l a ~ !" e ns a d e 1 a é nt o e .: i e o n ·• -·
tJ r e f e r e n e i a r' E l T e 1 é g ¡· a f o · 1a r í .~ i r! o r' y r' E 1 3 i f~ ' o ·i i 71
for~an y anallz2r1 e~hqusti v nnan~e el p r oc2so ind~c r¿o
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e 11 l &gt;: ~1 l"' e e ..L 2 s e~t2 ~ rivilczia ~~ fu11c : 6n
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e J i· n ~' !'! e· ·t a 3 y 1'. p u l. t c. s " ( 1 9 e:; ) : ;' 1:l . e 11 ~ s d 12 1 a s e e s é: .::;
·1 c-i !: I 0 • .. t e v i d e o n o v e= r.. el e ·n en ?. : a ~·. 3. n i l ~ ni t a r..~ e e 1 e :. ·
:"' i L a 1 q u e L' o v i 1 i ~ a rl a n t t a 1 o -2 1: -:: 8 2 n 1 e f..... (: u a i1 a . G--:- a e i .:~ s
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ln c r ~~es8s ccn des tino a la fr ontc ~ a brasile~a,
1oa
u e :r t o s p ==- r a 2 u a y o s }~ a 1 R u ri o s ,~ 2 l 1 i ~ o l.~ a l ar [ e n ~ i_
~

n o , se encuentran cntoncLs hnbílitada s _stas cas as pa
ra realizar ~ n Eurooa ~ zgo ci os po r una s~na do~le que
1 el q u e 9. u t o r i ~ ar í a e 1 o o v i !!l i e n t: o 1 o e a l p r o p i o '' •

.

�4

•

Creefuos que no se ha enfatizado lo suficiente
so~re la co~dic~. Sn
(e~ raenor g~ado el
ba 3tecedor ut ~olo

del alto

co~ercio

montevideano

salteño) de intermediario y adel reducido mercado interno si
no de un espacie econ6nico que trasciende largane~
te la frou~~~a ~olítica del país incorporando a
influeri cia decidiva de ttontevideo a Río Grande y

la

· .1 Lito ·-:-al

a~'1entino.

rctu~~~s

afirmaciones que haceL los c5nsu
le3 in~l-3es en ipoyo de 1~ característica arribas e 1a1 s. d .:i pe r1 so.ne q que e o r1 t r i b u ir 5 a r en ove r e 1 in terés ?Or un ~OnJunto d~ tenas cuya investizacion
ra7elar~ ~Glti~~es o~curidades de la historia econóaica naci ..- ·1al que ya ~orla escasa atención que
ha raerec'idc. o pv .. haberse estudiado los hechos eco~ónic8S enL ~ rrados dentro d¿ la frontera uolíti
ca y p eb~ a br~llantes esfuerzos continúa estable
ciia sobre ' . _¡ótesis ?OCO satisfactorias, incohe~
re~t~s eLtre si ¡ qae en algunos casos circulan
co3 éndecle inf0rnacíon .
La;

•

La f r e i. t ~ r a e o mr· 1 í mi t e p o 1 í t i e o , c o mo 1 í 11 e a
· qu¿ marca el iifi en extensión de la jurisdicci5n
del Bstadc D0 fue el extremo de un espacio económico s p o r ~. 'J • anto nuestra economía no puede ser
eutendida po~ el solo estudio de los hechos sucedidos d 2 ntr~ de~ área política porque, por ejem-j?l:&gt; ~ el ,?i5urosc sector comercial desconocí .:t esta
lí~ea

d E=;

~rtjficial.

E ~1 : ' J 1 Te 1 P. ~ r a f o 1'1 a r í t i ~o, i s e e s e r i b í a e 1 21
j .u 11 i o &lt;' e 18 8 tJ ~ '' La p e q u e ñ e z d e n u e s t ro t e r r i t ~

ria li~ite ~aturalnente las esperanzas de desarr~
llo propio; pero su posición geográfica y su ve-cindad a dos nacioLes susceptibles ée incenso cr~
cimiente de poblici5n 7 una de ellas sobre todo
(Brasil) .ue en la narte de su territorio más fa-

�5
vor e cida por el clica car e c e de buenos p uert os ,
marcan un canpo de acci6n y de progreso -el d e
. t er me d. 12r10--.º.
.
.
~
iu

nos

9

Son esto::; ''accidentes de un or(.en pur aoe nt e na 1
t u r a 1 v , e o no a f ir mar a C ar 1 o s 1fa r í a ;: · ·~ 1&gt; e n a , 1 o s q u E
a~untalaron nu e 3tr o activo comerci o de tr~nsit o y el
contrabando con l~ s region es v e cina s , anchas y soli-

das bases t a nto del

de Montevideo, d es pro ~o rcion ~do pnra el Urugu c y pero adecuado al áre a
de la que Montevideo era el puerto d e conercio exterior, cono del Muy desarrollad o se ctor come rcial tam
bien excesiva~enté nutrido si se lo refi e re e xclusi~.
vament e al oerca&lt;lo interne, p ero , que no lo fue, si
lo situaocs en su papel de internedi a riaci6n c o n Rí o
Grande y el Litoral argentinoº
crcci ~ iento

Los cónsuleG británicos tenían un a solución pa~
ra el contrabando, qu e es a su vez un visible benefi
cio oara
los coQerciantes británicos dedicados a la.
ioportaci5n: abatir l e s d e r e ch o s aduaner o s de tal na
nera que se desaliente la intr o ducción de mercancías
d e contrabando.
Varias ''tarifas
Grande y an todas se
a

esoeci .~lesr,

-

otor3~b3n

se aolicaron
en Río
-

reducciones de derechos
los articules que fornaban el grueso del contrabando.

de una corta vieencia se la n o dificaba o
se adoptaban medidas de caráct 8 r puranente represiv o
d~l c o ntr~band o como el juicio su~ario al s o rprendido en e l ilícit o y a sus cónplices que pod~a sentenLue~o

ciar pena de trabajos forzados a cadena perpetua.
Algunas lliedidas policiales fueron eficaces pero
lo que nas c ontribuyó a contener el contraband o fu e
la caída de la tasa de cambi o del milreis que dejo
e a s i f u e r a d e c o mp e t en c i a a 1 o s ar t í e u 1 o s ex t r a !l j a ,,.
ros contrabandeados, y lev3nt6 una barr e ra p roteccio
nista que p o sib ilitó el crecimient o industrial ríoer a n
dense ~ el m~s destacado es 21 de los textiles que pud o enfrentar en n lgunas calid~des a los tejid o s in g l e ses.

�6

La ~ x t ~ 11 --: i o11 d e 1 a r e d f e r r o v i a r i a d e s d e e 1
ry u a r t o d € fi_í o Gr a r1d e ( ~e j o r a d o en s u s e o n d i e i o - nes) hasta ~1e ~ o nfines de la Provincia ers esti
oa 1 a uo r les c 6 Lsules c ono u~ instrueer1to eficaz
,¡,

par~ 1ismin~~~ ~i

c o ntraband o que se hac~a desde
Uruguay cuyrs f~~r o carril e s, a l alcanzar la fr on

ter a v a ri cs ~irs an tes de q u ~ el plan f e rr o via-=
rí o rí oerand ense cu sp li era su c ooe tid o» eran estí
mulo3 e ~ p r : !:~ "? r . o r d e r1 a 1 e o n t r a b a 11 d o ; 1 o s f e r r o e a
rril es d ..::. s e t p 2 .... é. ~ a n e 11 U r "1 gua y )i en 'R í o Gr :i n d e n n
t :l g OIl Í C .J "' C O L e t l_ d O ~ C O n Í g U 3 1 ~ i': p l O t é! C i Cn p O r Í Il . .. .
.
vc:rs o r :.s !'". r :r .. CLn ic os .
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2
1
abast¿c i ru i ~ntc
Gr an&lt;lé ~gr~ga) · a1 s ist en3 ferrov ~a rÍ J del Uruguay
t raza dr1 en ~Jr mr r ad i al (conv arge ntcs t oda s l as
líne:a~ e11 i._111tP11idet, ) para
faci lit ('!r -·se cfirr1a
•
ha b i t t a , i ~ ~L t ~ - ..L a e x ;. ~j r t a e i 6 :.1 e t: ? r o d u e t o 3 p r i !:1~
rio~ 9 u Da Jv, ~ r p u es t a fina l ided q u a no anula l e
? r i t.1 e r =. i ri C: _:_ e '" ~ r" y •:i u e en r i q u e e e e 1 s i g n i f i e a d o
de nu ~strca ¡2rr0carril ~s c cn nu r- va s conn otaci0~
~es ~us2LtEs ~r ~1 EE~ u e r1a cl~sic o tr as l 3dado oe
c 3:t ica ucr:. ... e a l T"' -~u z u zy C(!l si 0 lo XIX .
(D cbenoF;
t e 1, e r ¡ r es e ~1 t. s -1 u e
p i¿_ e r t :, d E.: :t í o G r a t1 d e , s u P.1 ~~
- e- 4" '-r é!,.. u.
. í ~ .e ..; e .: e~ .,_ &amp;:\
""' n ...
\;; .... ~
~
~ y c. e s t o s o µ a r a 1 n r1 a ·l ~-: 2 e. e 1. o
0o r ~os rL~rr rgvs e l i cidcs en :12 tes y segu r os , ~
hacía ~i!lcv~tojo El nbaJ t ccicie~ t o da la ?rQvin
cia (al in t e ri o ~ e E peci~lns3tc ) ror esta vía , ~e
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~u r r i ~ r. 1 e s e e r1 t o c. e E s .a h -~e e r ]_o p ~ r 1 a d e pu~ r to:d e ~ i 9 "' t 2 v i ¿ P &lt;.., 'r 1 e e.11 í p o r f 8 r r CJ e a r r i 1 h a s t a 1 a
fr 0r1 t _r a)

L a t-1 l. - s e :-4 t e i t t r 0 d u e e i 5r 1 n o s e p r o pu e o e o L ' a~
t3r cada ul o d2 lor te nas crntenidos en el text G,
•
sino apL1as sus~rir las posibilidades que encierr ~~
algunas i ~~as exryucstas
e~ l os inforne s c o nsular es:
po r 1 o ta i.i. t u , y· a e r:&gt; b o z ad o s a 1 g un o s des ar r o l l e; s , e o~
cluímo s 1u e strt lnL o r.
Carlos Panizza Pons

•

�•

7

•

,

•

__

________

NOTA........ IMTRODUCTORIA

Los nasJjes pertenecientes a l o s inf o rnes de
los agentes consulares británic os acreditados en la
provincia brasileña de Rí o Granee do Sul han sido seleccionados en merito al esJecial
interés qu
.
- e revisten para los estudios o s ¿¿ la historia 2 c onón ic a
uruguaya de fines del si3lo XIXº Describen en forna
detallada los obstacul0s qu
e a menudo i~oortunaban
a
.
..
las casas im~ortadoras e n lus p rincipales ciudades de la provincia durante las Últi~as décadas del si g l o.
XIX! la barra en la entrada del puerto que i~pedía la navegación, las bruscas fluctuaciones de la oon~da
brasileiia que hacian ~ue los iep o rtadores se ~ostra­
ran vncilantes en le que a c rdenar grandes pedi!os a
Europa se refiere; y los altos i~ruestos brasileñ as
oue a ~enudo elevaban el precio de les mercaderías inportadas legal~ente de tal nodo que resultaban ina
ccesibles nara
el mercad c .
Cono l e indican los in-formes, en la década del '90 estos factores habían estinulado lo suficiente el creci~iento de industrias
locales co~o oara disminuir el reclarrno de toda unalista de artículos importados.

�8
Lo que resu.lta· ·Ínportante para el historiador
uru g uayo 9 ante todo, es el hecho de que hasta que
la3 indust~ies ~Jcales se desarrollaron.. la deman
da e.le art~~·: ·..a..os i :n portado s fue atendida en gran ~elida por u1
ronsiderable comercio d e contrabando
q u 2 t e L1 í a su o r : J ~ i1 en r Ion t e v id (:: o •

-

·

Puesto qut ios pasajes seleccionados e n g ran
!11e 1idE ·1ab~ar por sí n1ismos, sólo parece necesario
a s rega~ uno~ ;o!~s comentarios a nodo de introduc-

.
.C 1 ..J il.

?. á.s im¡,oxta,.,,te, quizá, sen los problenas que
pl3nt€au c c n :especto a la utilidad de la s ci f ras
o ficiales ¿e l~q icp~rtaciones y exportaciones ur u 8 u a y _ s 'J a .1, a a ñ 0 • E s t a s e i f r a s h a b í a n s id C) e u e~
.
'
.
tiJnc~as
ar~~T1L~ D~ nte,
pcr supuesto, pero mas en
t é r ~ Í ti "' S d e "' v ·o t: e ü S U b V a 1 O r 3 C i Oll p O r .t:l O t Í V r) S Í l!l p O
s i t i vos •
~. q u í , e s ta r;J o s E a ne j á n d o no s e o n e 1 e r1 en t os
qua eludiera~ totalmente a los funcionarios adua11eros e n l u .-··.~ ... ie11e que ver con las c o lumnas de
la3 exporta~í~!l~S. I:s decir, que artículos que a-·
-;1 a r e e i e r e n ~ n i \.! e: e i f r as anua 1 e s d e i :-.1 o. o r t a e i ó n
-~~ Íüp o rta ~n q1e medida sobre o subvalorados~

-

no a;3recierc~ para nada en el registro oficial
e u.a n .1o f u e- t' o n l e - ex p 0 r t a d os •
•

Sl üien los pasajes extractados mencionan
una sol~ vP~ (en 1887) el conercio ilegal c o n
. .Argentl14I', t!E ir pre.bable que los argentinos -e~
pecial~ente ~n la re g ión que rodea a Uru~uayana­
no haya1 ap1ovechaéo la oportunidad de cor.prar
los ártÍcJl)s dP ccntrabando con tanta presteza
c ooo 10 · hP~ian 4~s brasilefios. Si esta conjetura es c.:'rrccta, no fueron registradas ''exporta
cienes :: adicionales.
A9Í, la balanza cocercinl
desfavorable de Ur~guay en 1887 o 1889, por ejeopl o, ,uede, el Efecto, no haber sido nada de
eso o por lo oenos, estar exagerada en gran forna •
•

'

�9

IndirectaMente, los pasajes seleccionados ta ~ ­
bien cuestionan la precisión de las cifras of icía-les sobre ~oviniento de me tálico -aunque hay, ~or supuesto, c uchas otras razon e s para desconfiar de es tas últinas cifras. (La principal de ellas es elhech o de que el noviniento de ne tálico re g istrad o refl e ja esencialnent e el co vi n ient o hacia y desde el 11uerto de 11ontevicleo, y aún descontand o el c on tra
b a n d o , 1'1 o n t e v id e o e o n t r o 1 a b a s ó 1 o e 1 5 9 • 6 7 '?. de 1 a s exportaciones uruguay a s c o ntra el 92.04% de sys inportaciones).
L o s infornes brasileños t i e nd e n a r ef utar la su
posición general hecha en l os volúnenes del Anuari o
Estadístic o uruguay o , nsí cono en o tras fuentes, de
que el ganado de contr a bando atravesaba la frontera
desde Uruguay hacia los saladero·s brasil eño s.
l~. ne
-nud o , al parecer, sucedía a l a inversa.
L o s pasajes extractados, p ues, aBreoan aGn o tra o bjeción a las ya fornuladas por estudios os ur~
guayos conte mro ráneos ante quienes utilizan a crític ane nte las estadísticas o ficiales del períodoº

Do ris Me Laughlin
•

•

�10
•

•

•

•

•

•

�11

•
•

Fragnent o s esco c, idos d e l o s ~ Parliaoen­
t a ry Conoand I' apers P4eports '', c o rres ~ c n
dientes a Rí o Grande del. Sur ( 1878-1901) .

1

••

•

.. • ..
••

•

.;

•

•

"

..

•
1

•

.•

�•

12

•

l.

Afio 187&amp;-~, ~ol. LXXI, pp. 365 - 376, Informe
del C6ns11l ~cllan. Afio 1878. Archivado el 13
-------·
de marzo :i e J. q 7 9 .

----

/Comier."'!a d~. ciendo el Cónsul que ha sido traslada

do

..

predece--

a este destino; que su
s o r en ~. l e a l. ~ o 1• .J r e da e t ó n in g ú n in fo r me en 1 o s
Gltimoa Lfios ) que ¡or lo tanto ~l efectuar&amp; un a
detalla1a ú~scri~cicn de la · Provincia./
reci~nte~Entc

ª ..

ºlo pri~ero ~ue merece especial atención

es la lJrr~ a la entrada del puerto; constituye un obst1culn a la navegación pueo solo permite la
entrada a pe~ u €~~s veleros general~ente de 150 a
20J toLel3das (~ carga efectiva.
Aunque la profu~didad d~ 13 barra ~aría frecuentemente, los ve
lE!res de oáb d~
: pies no se atreven a entrar
ellaj pues de hacerlo corren el rieseo de quedar
varados pe~ ~iempo indefinido.
En octubre pasado
alrededor d~ 50 v~l~ros de diversos países no pudieron entrar d~cante varias se~anas.

. . .. ..

en

Es

ci~rto

~ue

fue excepcional la poca profun

que el predomi

didad de la ~arr3 en es~ moEento y
n i o d e f u e r t es ,, i e n t o s 1 a h i z o i mp r a e t i ca b 1 e , p e ro ....
aun cc :1 .:i1cunstt\ncias favor a bles nunca debe excede r ·s e ~ 1 ~a 1 ad e ú e I I pi es • '' ( p . 3 6 9)
;

1

1a

1?~0vin~ia

de Río Grande desde hace mu-

chos años encara graves problemas para efectuar
sus im~ort~ciones.
Los derechos de aduana, de los que wepende el Brasil, porque son su principal entrada fiscal~ fueron establecidos en un elevado ?Orcentaie. Para la mayoría de los artíc~
los de ~o~sumo varían de un 30% u un 45% ad va-

•

•

�•

13

1orer' • Debernos tener presente que esta es una
Provincia fronteriza con Uruguay y que siendo allí los derechos de importación más bajos que los
aquí vigentes, esta diferencia, por consiguiente,
estimula grande~ente a realizar las importaciones
de la Provincia ilegalmente a través de aquella frontera, creándose un doble perjuicio al Imperio:
el Gobierno pierde intereses fiscales y la i~por­
tación hecha legalcente debe competir con el contrabando, el que burlando la vigilancia de las au
toridades , ha adquirido enorme volunen.
Durante largo tiempo nada se hizo a pes a r de
que delegación tras delegación se presentara ante
el Gobierno Central de Río de Janeiro señaland o la
perentoria necesidad de establecer una tarifa adu~
nera especial para esta Provincia.
Así se siguió
hasta que el presente Gobierno design5 Ministro de
Finanzas a un diputado de es ta Provincia.
Su .in-fluencia per~itió que se prestase mayor atención a
los intereses de Río Grande.
Un resultado de este no~braniento fue que en diciembre pesado se sancionó un decreto (con vigen
cia al lºde enero de 1879) que reducía considera-=
blemente los derechos de importación para esta Pro
vincia. Con esta medida se buscaba discinuir el contrabando, pero si son ciertas algunas infornqcio
nes que he leido en la prensa, no se han logrado -las metas esperadas.
Se afirna que en vista de las
medidas tomadas por el Gobierno brasileño, el de -Montevideo proyecta hacer una reducción correlativa
de sus derechos aduaneros.
En este caso, ohvianente,
se volvería al anterior estado de cosas.
Las altas
tarifas y el contrabando no son de ninguna manera las únicas desventajas que han soportado los i~por­
tadores.
El comercio ha decaído visiblemente oen-cionándose varias causas:
excesivo número de comer

-

¿¡#

-

-

.

.

�•

•

14
•

ciantes; d· ifi~·,ltades financieras ·Y. c~i~is que r~
-

corríeron ~urcpa como una plaga y el sistema de V a n t á s .Go n . e r ed :. 6: Ci a 1 a r B o p 1 a z o •
e o mp 1 e t a e 1 e u!!.
dro~ · originan1o nuevas preocupaciones y · aun alarma
. en el sector me~cantil, una sostenida y .firme desastrosa b~..,~ d~1. e
i . ~pp. 372 y 373)
2 •-

ri o i ·o r _O , . _\1.0 1 • ; LXXI I I &gt; p p .. 5 1 3 - 5 2 2 •
In f o r me
!"~l Con·P1 1 J. bollan para 1879 elevado en febre-

h

ro Jp lt80.

-- 1

~--

t

En mi :lti.mo informe o.encioné que siendo
esta una Provi~cia vecina a la República del Urug ·u ay '-'.a re1~. iz'-oa un intenso contrabando por la
fronteTa e~ pe1~uicio del Fisco y del comercio l~
g~l y que ei Cob~erno brasileño en respuesta a - ·l3s petic~ones de los comerciantes había establecido una ~rr· i"':a especial para algunos artícul~s d:. 1 importac~. on cono botas, zepatos, tejidos ds la
~
n~~, algodot\ ··seda:) que pagaban excesivos dere- chos aduc~eros y por esta razón eran adquiridos c:&gt;n ventajL-&gt; er.~ iíontevideo por los comerciantes ríograndenseJ~ a pesar del alto costo del trans-porte ter~~st~e de aquellas nercancías.
'

•• •

-

·
La nueva ley entro en vi gencia el primero de
e nero de 18 7 9 ~? se considera que ha sido exitosa,
como 3~ PL~C~ e:reciar en el presente cuadro coo
pare.+-ivv d&lt;.. · rec·a udación de derechos percibidos por esta ac'·tan;i /Río Grande/ durante los años -18 7 8 y 18 .., 9 :
!1i1 re is
1819 . . . . . . . . • • • • . . . 2:261.809

-

id78

• •

• • • •• ••

• •••••

Pumetto en 1879

•••9

1:724.660
537.149 /unas

43.000 ~~bras, o quiz&amp;s 48.000, duda originada en
la bor~~~a impresión del original/.

�15

/Obsérvese que las cifras citadas corresponden a
una sola aduana; no se incluyen algunas otras re
ceptorías como las de Porto Alegre y Pelotas./ Este resultado permite deducir un razonable
argu~ento~ lo ventajoso y factible de una reducción general de tari . ~ a aplicar a todo el Iope
río, aunque te~o que en las pr3sentes condiciones
financieras ningún brasileño tomaría una medida
tan arries8ada. Hay una tendenci~ adversa que h e
observado en la prensa: las P rovincias del nort e,
celosas de lo que consideran un indebido privilegio a esta Provincia -olvidando las condiciones
8e ográficas que originaron la ~edida- reclaman s e
les otorgue igual tratamiento 1 de modo que es posible y aun probable qu e el Gobierno se vea obligado por la pr e sión interna no a decretar un a se~
sible reducción ce tarifas en todo el Icoerio, si
no por el contrario, a derogar el privilegio concedido a Río Grande~
.

•

/ ..1\.1 final de la p. 315 Gollan da el tipo de cam·bio de Londres para el período 1° de diciembr e de
1878/30 de noviembre de 1879.
El tipo fluctúa entre: en alza de 22 1/4 (1) y en baja 19d.
El Cónsul c o menta:/
•

·' considerando que el cambio a la par es de

27 d. el milreis las citadas cotizaciones son totalmente desfavorables; adenas las frecuentes ~­
fluctuaciones son ellas solas igual~ente desven(1) Para los valores en noneda inglesa se han con·servado las abreviaturas originales, a saber:
s.= chelines; d.= peniques; v.g.
10 3/4 = 10
1 ibras, ~ chelines, 4 peniques.

•

.

•
')

..
•

•

�16'
•

tajosas para la impcrtación creándose serias dificultades p~~a la reélización de los pedidos y las
provisiones.=•

e~.

516)

/Gollan inc1 uye J.uero el informe del Vicecónsul in
terino Arcl.er Je Porto Alegre que informa lo siguien

-

te!/
r•nurante ·el año pasa .: lo la nctividac1

~ del

puerto ha ~um:ntado ~onriderablemente debido a la tari
fa espe~ia~ cLncadirla a la Provincia, vigente desde el 1° de c~ero de 1879, que redujo, para algu-no3 de los más importantes artículos importados, los der~chcs en un porcentaje qu e los aproxima a lo; fi ..;ados ¿n ~·ontevideo C.etermi11ando que el int e n
so con~rabanc) ~e la frontera con la Banda Oriental
casi dcraparec~. ese y que comerciantes de algunos lu
f;ares del irte.riór~ quienes no se surtían en PortoAlegre desd~ hdra afios, comenzasen a abastecerse otrJ3 vez en t:s ta plaza.
Los derecl1os a&lt;luaneros recaudados Aum~1~taron sensiblemente por
la
modifica-e i ó n d e 1 a t ~ r i f a "~ 1 a r e d u e e i ó r1 de &lt;l e r e e 11 o h a s i d o
coL:ipensad.l pe-:- el· Í"" cremento habido en la cantidad
de ~ercancías ~ue pasaron por la aduana como · lo demues·tra el· c..iadro siguiente totaac!o de la 1!Gaceta
&lt;l e P o r t o t\ ~ e ...._, r e '' ~
t-1 i 1 re i s
I n gr ¿ s v .3 ·e n 1 8 7 9 • • • • • • •
1 : 9 L~ 6 • 3 2 4

-

1:319.894
¡or la apli- ·
cac~ón de lt nueva tarifa
624.430 (aproximad1oente utas 60.000 libras) (p. 519)
I~c~eoe~to

•

�17
3.

Afio 1881, Vol. XCI, Informe para 1880. Elevªdo
por Gollan en marzo de 1881.

/Gollan reitera sus comentarios sobre la baja cotización del milreís; en la p. 132 indica que la co~­
tizacíon oscila entre 20 y 43 1/4.
Informe del nú
raero de naufragios que tuvieron lugar en 1880 y re
pite su advertencia de qu e los veleros para entrar
al puerto de Rio Grand~ ¿o ·deben sobrepasar los 11 pies de calado (~. 126)
No trae los cuadros d e
los ingresos de aduana pero incluye el informe co~
rrespondiente a Porto Alegre en el que se exprese
(p. 127-128) que lo percibido en esta aduana en 1880 excede en más de 30.000 libras lo r e caudado en 1879./
·
4.
•

Año 1882, Vol. LXXI, Informe de Gollan corres~o·n,J. i~11t: ~ · a 18 81.

.......

•

....-p'·

'En afias anteriores se consideraba seguro es ~
tablecer un calado de ~1 pies a veces 11 ~ies 6

pulgadas en pocos casos 12 como el adecuado para
atre,resar la barra.
En el mes ¿e junio se produjo
una disminuci5n de la orofuncidad
en la barra pcr.
sístiendo esta desfavorable situación por el resto
del año.
En cierta ooortunidad
numerosas eobarca..
cienes se encontraron fuera de la barra y para poder entrar al puerto tuvieron que dirigirse a Santa
Catalina o a Montevideo, arrojar lastre o aligerar
su carg c:1, y así lograr un calado aceptable.'' (p.447)

/El informe de Porto Alegre (p. 458) expresa que allí se produjo un descenso de los ingresos aduaneroa. El agente consular lo atribuye a la excesiva
importación producida en 1879 y 1880 /

�18

5.
•

Año 1883, ~ol. lXXIII, Informe de Gollan para
1882. Elevado et marzo de 1883 .

----·

.

/Después de ind~car que la situación
,
.
.
/
.
no h a meJ ore ~o, et l.CE • • •

ce

la barra

~·

•.• La importac.i6n
•~t~•afectada por varias
causas. An-es ~e mEncionado los recargos por flete; ; se~urcs, deracl os de importación, la excesiva
co~pettucta, y 11 iiestable naturaleza del tipo -de carn1)io. E3to último es hoy factor de gran in-quietud para ~l comtrciante pues debe vender con cr~ditus a largo pl~zo y no tiene la mas mínima ga
rantía 1e q·1e . en la época que cobre (generalmente12 meses de~puéE de realizada la venta) el tipo de
e a mb i o ne ha :rl b aj ad o h as t a u~ punto en q u e no s ó
J.o vea é.isr1inu::da la ganancia calculada ~ino que
aun la ven~~ 1~ orig~ne p~rdidas. · La m~~eda puede decirse 1.1..z. ü~saparecido de Brasil y mientras el psís contirue invadido por una irresc&amp;table emisión de ~a~tl moneda, la precaria e incierta si
tuaciór1 da ) . -i irportación está destinada quizás a
concluirs~.
El contrabando es otra de las negativas influencias que inciden en la im?ortaci5n
de esta Pr~\~nr.ia.
Cono consecuencia inevitable
de los alt0s derachos parece prosperar, en gran
detrimento de ~~&gt;s ingresos imperiales y del corr1e r e i o 1. =g é. l . ~ \ 9 p ·• 4 4 8 - 4 4 9 )

-

1

/Goll~n

di!e que los saladeros de Pelotas se encuentron ~~ dif~cultades pues solo 7 en 30 están
trabajando y el 1a~ado se va a Uruguay:/
•

1

'G1~n

parte dE la producci5n que debi6 haber salido por Río Grande fue en cambio embarca
da hacia Montevídec causando serios inconvenient es a es t J:l P ro~· i ü e i a • . • ' 1 ( p • 4 4 9 )

�19

/El Vice Cónsul ~rcher de Porto L le g re a r re ga :/
n •• • El

con~rabando

por la frontera con la Banda Oriental fu e aumentendo en la s ee unda p arte del
a ñ o c a tl s a n do gr a i1 &lt;l e e .. ._ (~ r j t; :i " i. o s a 1 e o me r e i o 1 e Ba 1 ;

el inte.~caCTbio erlt r e e3ta. ciud .d. d y el interior es
m. u y r e d u c i_ do .
~g uard ~ndo

la ha bitual d2aanda del i v terior
que se concr Gt a húcin fin de año~ conienzan a intr od ucirse gra nd es cantidad es de mer c anc í as pero -·
p o r e c. u s a &lt;l e 1 e o n ~ r a b e ¡1 d o y 1 a 1· e d u c i d a v en t a d e ...
8 a :i a do ( p r in c i p a 1 p r o d u c t o d :: 1 a. r e Bi on ) r e a l i z a ...
d n en es t a zafr a ¿cl&gt;ido a J.a ma l c situaci6 n de lo s
saladeros, h a n co nc urr ido cuy pocos coMp r ado res del
int er ior y en con~e cu en ci a l~s ventes h an e stado muy floj as mientrLG las Gxi s tencia s exceden la ¿ema:ida.
El único modo de re ocd iar este es t a do ce c o sas es, indudablemente, p o n er fin al contraband o ,
l~

fa 11 ad o e 1 Go b i e r P.. o I t1 p e r i a 1 .
Un a
disminuci ó n de iMpuestos h as~a el e xtremo que hi ...

p e r o en . e s t o

a

ciera improductiv o s los ri eagos del contr aba nd o pronto ponc~í~ fin a este il epa l c ome rcio y al mis
mo tiempo se attmentarían l os i11 g r e sos fi s c al~s . '' (p.

452)

•

6.

:nfo :rme___dc 1883 de l Cónsu l
I nt2 rino Lefebvre eleva do e l 31 d e mayo de 1884.

Año 1884, Vol. LXX1(I,

''En ger1eral el comerci o no ha es t ado muy ñ cti-

vo, debido fund~mentalmente al contraband o fr on teri
z o que cr e c e diariamente interfiri e ndo e n l a impo rtación legal no sólo de productos manufacturados si
no también de vinos y otras mercancías.
Las tres
principales ciudades de la Provincia /Rí o Grande,
Porto Alegre y Pelotas/ están por enviar nueva mente una representación ante el gobierno central so-

�20
L.citando ur 7 ~ntes nedidas tendientes a reprinir
e1· ,c ontrabando, perc la opinión general coincid
en que mien~rcs el ~obierno Ioperial no reduzcalos derechoP nasta el punto de desalentar el ca~
trabando~ éste sieE~re cc:ntinuará . ... (p º 426)
~

/En las pápin;-"'. 4~6-427 e scribe que la SÍLt&amp;ción
d e 1 a b a r r a be. ~ . . ¿ j o I a cl o é' u 11 que n o e s r ~ e o me n d .::i b 1 e s o' 1.. a p l1 s :i "'" en t r e 1 o s 9 l 1' : ~., 1 o s 1 O p i e s d e
r- r~ 1 ad o •
E 1 ( o r i P. r ¡:e ha ~ r1 vi ad o · a d r a g a p e :: o ~
es t a e ! '-1. de '"ª 1 a ~ a ] .:. d é.. d y p o ¡: ]_ o t a n t o 1:1 en o s e ..
f e e t :_ v &lt;- e: ~ 1 o q u 1 d E b i ó 11 a b e !" s i d o • /

7.

~·n
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1 VQ Ú
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~-S_!:__l-'--C-~ ..!_rl a d
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Inform e de Arch.~
referid 0 b ó J. o "~

l o~to Al ~gre ,
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1 año pasad o

-

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ri u b o nad a en e 1 e o -

~
•
•
ce
P.Sta 'Q.rovincia
que l"'~ame 1 a atencio n . D~3de mi ~~ti~n iu fo rm g e! movim~ento comer cial l1 a d i s 111 in u í ~ 0 y· 1 a G q 'tl e j c.. s p o r e l d a ñ o e a u s a d o - por el contra~~ndo se ac~ecientan aparentement e e n ::i r a z ó n ·1 ' - &lt;.tu e no 11 a y d ¡;&lt;! a &lt;l e que e 1 e o rt l: r a b a 11 do
au.::.a~ta y hr e.e ru~h o rL1al a las importaciorlcs J.egE_
1 e s • ''
( p • 3)
·

•

•#'

m~rcio

8.

Afio lBb/, Vol. LXXXI I I
I:1forme del C6nsul
-Ben n e t t _ p a .a. r&gt;. 18 f' 5--~~-----~----~~--~--~~-------• E i .. v i &amp; el o e l 1 2 d e j ti n i o

.de 13 8 c..

-·

-

•

/2n la ?~L.:.r~ i;l3 dice qu~ J. a poülaci,)n c-~ntim t~ d a
para 1~ -~o,1inc~a de Río Grande es de 899.100 h a

bitantes con

aoroximad2 ~9 nte

-

30.000 esclavos./

., ..... Existt-'!l des inconv8 ~1 ientes para comerciar
con esta ?rovincia: orimero
la barra a la entrada
•
del puerto y se~unéo un intenso contrabando que se
.g un ere~ ~or motives de delicadeza no fue más que-

�21

•

insinuado en los informes de este consulado, excepto en el de 1878, pero ahora que el tema ha to
mado estado público lo podemos considerar libre-mente.
La barra ha sido motivo de muchos informes y
ahora sólo es necesario decir que en setiembre pa
sado, cuando presentaba las peores condiciones, de
pronto, por obra de la naturaleza~ se abrió un nue
vo canal y hoy ofr~ce mejores condiciones que ·lasque ha presentado en muchos años, admitiendo fácil
mente el paso de e~barcaciones de 12 1/2 pies de calado.
De todos nn ~-, ~ es imposible anticipar su
estado de una semana a otra. / .•. /
~

.

La extensa frontera sur del Brasil subordina ·
completamente la Provincia a una inundación de -mercancías contrabandeadas desde Uruguay y la República Ar~entina, donde existen tarifas aduaneras
más bajas.
El principal centro de esta contraban~
do esti en Montevideo donde, se dice, que los co-merciantes
despachan
mercancías
libres
de
derechos
.
al Brasil. Los articulas contrabandeados son obvia
mente aquellos que pagan derechos altos y ademas -son -. de pequeño volumen.
Esta practica
de años fue
......
ra de toda duda ha provocado la clausura de muchas
casas respetables.
Este lamentable estado de cosas
h3 sido sefialado reiteradamente por la c¡mara de Comercio de Río Grande al Gobierno .loperial y fue
autorizn~a una tarifa especial por la cual desde el
1° de enero de 1879 diversos productos como tejidos
de lana, lienzos, algodón, sedas son exonerados de
derechos extraordinarios representando una rebaja de un 60% en · relación a los recargos comunes (en
algunos artículos esta reduccíón es de 33 1/2%. El
alambre para cercos está incluído en · 1a tarifa especial. Esto no obstaculizó el contrabando porque
Uruguay inmediatamente rebajó sus recargos y derechos de tránsito. Las receptorías de Río Grande y
~

�,
/

•

•

•

22

•

.

,.

PoLto A1 eg10 su f ri·eron una .considerable disminu_. de ingres~s
·
.·
cion
-deb i.· do al con trabando.
•

En ma~o de 1885 la Cámara de Comercio dirigio
otra peticÍC..l al. Gobierno Central solicitando se
redujesen a.un t.is los derechos de importación de
varios 'ar~~culos incluyendo en la ~ tarifa especial
para algodones, lienzos, velas, te y otros produ~
tos t:nl rc.dt1~ción de un 20% al 60i!.
Has ta ahora
no se ha tomadJ ni~guna resolución al respe~to.
.

El co~trabando con los eatados fronterizos
produce tan~as ~anancias que cualquier 4ismin·u~ .
cion de los Jerechos de importación en Brasil e~
fr.e ntaría prou~blemente una correlativa rebaja ~plicada
en 1 o d p a í ! . ? s ve e; in e· s .
·
~s· difíc~~ pe~sar · resolver este problema e- ·
xitosa~erte a menos que de hecho se establezca - ·

el libre co~Lrcio o se introd~zcan a~tículos europeos en Río Gcandl tan baratos coco en Monte--

Lo últ~. mÓ .qt· edaría asegurado por la ape!.
tura de l~ barr~ pe10 si esto no fuera posible se obtendr~a solo Qf diante la construcción de fe
.
rrocarriles. El factor negativo persistiría sin

video.

-

embargo ya que la importación brasileña pasaría
p~r Monte~ideo, la natural salida de la Provi~-­

c~~, Y pra~~blemente · debe~i soportar elevados i~
puest
d
._.
·
OR
E. tran1ito . . Los esfuerzos
uruguayos parecen trtar enteramente dedicados a ese fin por
la CO:lStr
. ..d
.

¡

-

uccion e un ferrocarril a Villa Artigas
ac~ual kíc Branco/ que es un puerto interior ac- .
:;sible ~or vía fluvial desde Pelotas. La Compa-- ·
:tia de ' Fe'l;'rocar~ Ll:a de Río Grande tiene privilegio
.?ara C.:Jnscruir un ramal de Piratiny a Yaguarao ~;-~
cuando lo esti~a conveniente. / ... /
.~
•

�23

El cambio durante 1885 fluctuó de libras
5 ·..~/8 a 1.ibrus 7 1/8 el milreis.
En el momento
de escribir este informe ha subido repentinamente a libras 10.
Es evidente que reina una gransegurid,ad sobre c·ual sera el valor del milreis dentro de una semana, lo que obstaculiza la realización de importantes transacciones, pues lasfluctuaciones del pa?el moneda afectan la conf ian
-za de la plaza. Un considerable intercambio estimado en aproximadamente 600.000 libras se realizó
en la fronteriza ciudad de Uruguayana, sobre el río Uruguay. La ciudad, de unos 5.000 habitantes,
cuenta con sólo tres o cuatro casas importadoras
que son las que abastecen a las cercanas provin-Cias del interior de economía ganadera y hasta -cierto punto a las provincias argentinas de la o puesta orilla. El comercio se realiza en vapores
fluviales desde Montevideo a Concordia o Salto en
un viaje que dura dos o tres días. Desde aquí los
productos son llevados por el ferrocarril · inglés
a Monte Caseros en la República Argentina en conde son transbordados a pequ.eños vapores de la ''Bri
tish Soutl1ern Brazilian Railway Company'' de 3 pies
de calado que navegan hasta Uruguayana, Itaquy y
San Borja. Desafortunadamente los rápidos y bancos
en~re Salto y Monte Caseros impiden realizar a Uru
guayana su anhelo de transformafse en puerto de -cier.ta importencia.
Una casa/8tes~~! /ciudad de
Río Grande/ comercia co~ Uruguayana despachando sus
productos tan to por vía Monte video .como por el. ferro carril a Bagé y a destino por carretas cubriendo una distancia de casi 236 millas. Tengo infor-macion de fuentes oficiales de que el comercio de
Uruguayana junto con el contrabando realizado en
esa ciudad y varios sitios de la frontera es por

�,

..

-----

t

...
..··

..
24

..

lo menos diez veces {l) m~s grande que el enorne e

mercio de la

ci~jad

re Río Grande.

·-·
e·~

-

Gran. e c: :1 t id é. .i d e gana d o t a 1!lb i é n a t r a vi es a e'l
rÍJ a lo altu~a Je Uruguayana en ciertas ~pocas del .
añ&gt; para carahiar je pasturas y para abastecimiento
Je los ~erca~cs~ Je considera ~ue 21 intercanbio es
~áa o ~e nos igual, o en todo caso algo mnyor del -Br3sil a ln \T3entína.
Desde Uruguayana se embarcan
u. u eh 0 s e e ro~ ha~ -t. a ?íc) n t e vi d e o de s d e d o n d-e · s o n d e s - pachal!c s c c,oo ex:·o rtaciones ur-uguayas ••• ' ("pp . : 215-·
21 7) •
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27~

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cuarentena inpuestn por Bra-sil en ln ül. tit . l pnrte del año obstaculizó las re-.
la:i o n e s C OD L~CÍales hasta provocar una situación
el e 3 ns t r o s a • T.&lt; e o o un i e a e i ó n e o n 1 os pu e r t o s d e 1 - - ·
Pl3ta fu e ~ r o hibida totaloente y la fr o ntern sur a ·
c o sta de gra41c1eE:' ~astas fue vigilada por un c o rdón
o ilitar de sa11i ~a d.
Los Gnicos que parecen haber
secado p ro~~cho Je Ja nedida son l o s ganaderos y
~b ~stece do r~s ~e gn1ado que obtienen un alto benefici o por el ~lzi ei l o s precios de la carne. El
c o ntraba~d o fr o rteriz o fue en parte cetenido c on
v~11taj-' ,p.,_ra ~. o s inri::esos fiscales. Sin al!lbar go
----· .
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1

•••

(1) -' / .·En'Lc 1· ·'Jiguicnte informe en ·la pág. 83 afirna
que ·1as inp&lt;. rtaciones para la mitad del año
18P5 ~~an 0~ 330.012 y para todo el año de
752.u37, pe~o no está claro si se refiere a
la ciudad de Río Grande o a toda la Provincia./

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25
•

el crédito de al~unos c ome rciantes ha si&lt;l c puesto
a prueba p o r la rápida clausura de las principales
fuentes del comerci o de la Pr o vincia ..• ~'(!?. 282)
•

/El inforne

ce

Porto Alegre ap.refa:/

" .•• El c ontrabando fr onterizo ha si co pe riuaici~l nara el cn~crcio le~al
nero
la frontera est5
_,
ahora severanentc ~ivilada nara i n ne di r el interc ar.
bio c o n las repúblicas vecinas en r3zÓn de .la enide
nia ~e c51era que existe en ellas: es ~robable queel contraband o disminuya nor un tie w.no ..• '' ( p . 285)
/H ab la de los alenanes que po s ee n l a mayoría de 13s
casas inn o rtad o r a s y ex po rta~ o ras ~e P o rt o Ale 5re •.. /

" •.• Ellos tanbien dominan sin c o r.petidores c ~ rc a­
n o s l a na rtc nas c o nsiderable del c o~e rci n c o n el in
teri o r de la Pr o vincia, que b e y n rinci na l~ente y C 3 si cxclusivaMente, se realiza c on las colonias aleva
n a s mas próximas; el come rci o c on e l interi o r ha &lt;lisninuído e n l o que resrecta al e f e ctua &lt;lo c on P o rt o
Alepr e , ya que el interi o r as a ba steci¿ o en Dri me r lu
~a r Dor el c o ntrahand0 des'1e la :!le n úhlica de.l lJ ru pu?y . ~:
(p.

290)

10.- Añ o 1888, Vol. C.

•

/Se trata de un ~e~oranduM de Berlnett a l Marqués de
S ~ lisbury fechad o el 6 de Marzo de 1888. Bennett incluye copia de neMorial a ser oresentatl o n0r l a Cám~
ra &lt;le Conercic n 1~ Princesa Re~ente e incluy e unre'sumen de este en su neoorandun.
El p rincinal o bjeto
del me~ o rial es ilustrar sobre las característjcas
de ... a barrG. ·oero
también se refiere a la ''mis e rabl e
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protección recibida y a los fraudes fiscales ~ue han

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e ~ s ~.J e 1 a s a u t r'I r :. -:-1 a -l~g ;.~ ~ s r·~ e 3
te sur t i ,: fl ~ ; _. ~ .;
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l t? s
.~ r .... u ar?&lt;; r a~
e {: r.. re re~. T", e J. :is ci 1..1.:. rara r12 n t e o n un e q
.,. ., a r- '1 ~, ll !"l 0 ~ !'"~ j_]_., U n c1 ~ '"'· ·2. r r Ch "' S V ri U e 1 fl ""· C ':' n V ·"= r t i ~ 0
~ 1 ,~sar ~~r¡~~u~~~ ~n una 0 ~c~~ci6n.

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�c&amp; 3 as de UruPuayana que ahora controlan virtualmente el cor~rcic / •.• / son casas de prestigi o y
ge~eralmente int~oducen los productos pa~and~ d~
rechos aduaneros paro amparados por una · tarifa
mu1 especie1. :i 1\"e ·en muchos casos corresponde a
un octavo de ío qu~ se percibe en Porto Alegre,
Río Grande o ? elotae; es una tarifa adnitida en
esa l o calidad ~er o Ectualoente no está autcrizada

po r las

autor;~~des

A~JÍ

imperiales.

en~Jnt~amcs

el ~al que estg minando la
cowercio / .•. /
Las nercancías se -

vitali~1d

del
vend e n en alguücs

por men o s de los derechos
que leL c c r..:~spvnderían /si no se aplicase la ''ta
rifa mu¡ esJecia~ /.
Se ha probado que se venden
p o r du~enas bvt..breros y encajes a la mitad de lo
que ser1~ -u J~sto precio. Ayer un co~erc1ante integrante r~ una de las principales casas impor~
.
t R~oras
ce ~~sgu~o_.:, q~e e--1 , ese d""ia, h a b"'ia o f rec1üJ f~~ ~ ~3U~}~~d de ~ombrer o s, cuyos derechos e-""'

ca~os

#

•

•

r a n · s Ó 1 o &lt;. : 1 J Ml i 1 r e '5 .s 1 a d o e en a , a 1 p r e e i o d e 1O
rr. ilr e ís la ~Jcen¡ y édemas o tr o s artículos a precios simil a ret&gt;~ / . . ·.¡
..a n t o argent 1· n e s y uruguay o s es tan
diri g iend o sl1s ferrocarriles hacia la frontera a
re~nazando c o n~-rtir esta P rovincia en su vasallo
c ·1 m~rr. ial .: Bst0 es así en gran parte y pront o e_!
•

•

l~i·~nt
-.~

......
c . -&gt;

t

.&amp;.

t~r~ totL~me~L~ ti orre tida.

/ •.• /

•

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c -~r. a s

l:;s autoridades imperiales continuen con l ª pol -·-· ,..1·
f 1· s c a 1 ah o r a en p r a_,. c t 1· e a e s
- ea
ti Pr o vinci~~ ;r~
.
1
L
a e~
o que al comercio atane de
n13. l en T~ e.o r ( h n suce d ido
.
) ;
esto desde hace ~nos
n:ida pu ede
en m·
· . ..
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1 cp1nion, capacitarla para competir c o n las empr(nde&lt;loras repúblicas rivales
ªno ser que s~ ~ar ceda una r c cuccion de derechos
:-

!.i ...

�29

de tRl cntida¿ q u e hara impr od uctiv o el con trobend o q u e s e r e a 1 i z a ~1 í. a 1'1 o n t e it i. d e o )T Ur u t~ u :~ y a :1 a , y a
q U e Un a f :: O n t e :: a t ~ n G Y. t en S a r.. () D t: r~ d C S e :' ..; Í C1 1 n d tl
e 0 r1 p 1 e t a ne ~1 t e . E 0 e i e r t r..&gt; q u e 1 :~ G l!\ 2 r e -. ne í '-1 e · en t r r. n
n ó.: o poi. ¿~ 1 f~ un ') f' c 1ni no :J y CJ ll e e ..; t o s pu n L. o ci puad en
s e r c C' n t r o 1 a ~i o s • I' (~ l' o e o n e 1 o 1· o :. . l e ma L.~ un f u t: e . :. o "1 u -·
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fi scal . me 1 i~ e ·e r :t o u :.. o o t. '=! c. un e c. .. e ~ _i ~ o q •.J &lt;.-. &lt;.~ e
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ll a.:.· a 8 r a i:1 e: es te·· ·:: él~ 'i. o lA. es , ': :-· r: a tu r &amp; l e o fl e l ~~ ir q 1.: e
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totalmente, .
e~ s rl e e j_ n 1 n e i1 t ~ s j_ h a v Pl ~ s c.. e
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casa
-= -i e o ! . é~ frontera que i) r·. ~ - .. _1 11 f (:) 1 : ., ~ ,.. "" J. ,.:i n , .. ,.... e ... e o r:- r c.-::... .l.
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C O n t r a b '1 ri :J O T' O
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:..) &lt;:.. lJ '") d r- í '1 in. d ·:e ir a e s :1 R :; 1J ú 1 i e :=t a e 11 t r ar e n un --conveni o co~e~~ial c n n Dcc2 i l en~ bu~n ~s rcsult~,J 'J G • .. • : 1 ( f' :1 • 2 5 Ü -· 2 5 :J )
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-·--------·de i ~nio ~e ~AU~
-~.l-- 1'1 ar_ q t-1. e~ j~ Salisbury,
L\ í1 o

___________
____________
:z
,::...

/ e o i~: :i. en z a

c1i e i e n e0

.

( ~ •

4 4 3 ) , q u e e l c n n t r ;.l b a n do e o n
tinG~ a ctuenda en 1gan . Aun c o n la CJ tizaci 6 n s in p 1- e e e r1 e r~ t e s p o r 1 r' A. 1 t n d e 1 e a ri b i o q u e &lt;l e b i_ ó a e t u '1 r

\' n b e n e f i C Í (' d e 1 C O L'1 e l .. C Í O l E' (; :t 1 ) eS t C f U e e S C ;i 8 O •
J._, l..t e f: o .,. .( o • 4 4 4 )
&lt;l e s e r i b e b r e v ..~ Me n t e 1 a n u ~v.:?. ·t a r i f a
e~nccia l que cl e .r0ra más de l .:i mj. tad de l os derech 1.:s

inpcriales d e ciert o s product o s para l a Prov i 11 cia a u~ q ue sPñnl~ 0 u G n o s e trat a da una r eba j a n e ta d el
60 %, ya que la I'r o vincia t e~1a desde antes p rivilc~
g i LS especiales./
•
'(.Se aguarda nue esta tarifa sirvP.
oara
c o ntener
el c o ntrabando al hacerlo tllc:nos lucrativo , aun&lt;iue
mu•

/

•

•

�•

3)

ch~

I

dQpende de como se ad~inist;e la nedida~adop­
tad30 L 0 s d::~echns de inportacion son todav1a lo
suf icientemcnte ~ltus cono para que valga la pena
c ,J r r e r un p e q l.t E:.~! o r .i e s g o y no p a ear 1 q s ; de b e t en e E.
se nresent~ 1ue ): ·~ 1ueva tarifa se aplica ta~bi~n
en i~s adut. ~~s fr~nterizas donde es sumanente ~iff
cil si no abs o lutam,nte imp o sible ~antener una e- fectíva vi5i~~ncia. En realidad si s ~ n ciertas las
i.ri. f 0 r Til:l e i u n e=. s ·ü e;! 1 o~ p.e rió d i e u s de 1 o es t e , e 1 e o n tra~3r~J ~ e ha s1frid o rcducci6n alguna; un c o rres
pcr1s:il ~n ~-·'·'sua¡an' escribe que nunca el c o ntra-;) e r1 10 11 a es ta r?. u t 3 n a et i v o . 'Ha y e o me r c i a n t es que c~nfiGCJn pGbl:~aneLte ser c o ntrabandistas y que
~un s~ ;act~n de sarl o . En una ?ala~ra la ost2nta.:~:' tl..rifa cat"ecial es tá produciend o e fectos negati_
ves" ' . ~G hact: : 1u~has senanas una tropa de 18 carret él s e 2 r. J ~. d a s e e ! l 1 1 / 2 a 2 t o n e l a da s c a d a un a e r u zC 1 ~ front~~~ lueg o &lt;l e protagonizar un g rave inc~
le~t e c o n lt~ b J ~ r&lt;lins aduaneros, des de l o s cuales
~uTier 0 n en ~i enfrentanient ~ ; epis~di~s c onn ~ste
n s S j P una €Xc~r~i5n aunque l os c o ntrabandistas en
~ e1eral ct:~lA.:in r·. ~di os sás refinad os e i gualm0nt e
•
c
.
.. 2 rsu~s1v 0 s ~
ryebe E~f~larse

que ahora e l c o ntraban do se ha
estsb laci&lt;l ü · s~bre a~plias y só li da s bases y, c o nve~
ti 1J ¿n un est~lJ ' C O rriente, altera las f o rrans tradi~ i o nalrs (21 c~~ e rci o . El r~pimen ururuay o de de p ú s i t- o .., l ~ .. )res d ~ r1e re a ne í as , p ú b 1 i c os y ee par t i- cu13rcsj e~ t J t~lnente eficaz. Se c o nceden nuchas fnciliJales
a le intr od ucción de n¿rcancías al Bra .
s11 po r v. a Eluv~il y n o r ferr o carriles. El sist enn
f~rr c&gt; viaric hasta la fr o ntera brasilefia y a lo l a r~º de a~l2 su e~tg r~pidan ~ nte terninando y pronto
S.:inta \.na d ~ L 1vraoento,
·
"
San Eueenio y Ya e uaron,,,
t v Jas arterias funda~entales del comercio
estaran
en :2~3c~~n · por ferr o carril y por ferr o ca;ril vía
nn r 1- t 1 !na e e ..1 11 o n te vid e o •
·
~

~

�31

Las Merc~ncías no tardaran en seguir a l 0 s fe
rr o carriles. La suncrvision qu¿
realizan las adua~
nas será ~ás fácil, ner o la Pr o vincia ent 0 nces se
al) astecer~ principalmente rlesde e l sur y n o ~el es
.

t

e e o mo h 11 s ta ah 0 r a .•• 11

(

rn.

4 4 6 -4 4 7)

n d e rJ 5 s , q u e ~ r An n a r t e ~ e 1 r.i s e x n o r t a c i :) nes de Rí o Grand e ~ e l 3ur y n se envían &lt;l csrle P e l 0 -t a s e·· n 0 r e 1 r í o U r u P. u a y • C o n f e c c i ·) na 1J &lt;) r ú 1 t i m0 un~ lista de artícul o s inc 0 rn o r a d o s e n lq nu e va ta
r i f J. es n. e e i a 1 C"l u e n l) f i g u r a b a n en 1 a a n t e r i o r y ·--::
q u Q incluyen: esperBa de b allena, manteca, r esc ndo
en c o nserva, este.:irina, dulc ~ s, té, . erfun r) s, t e jid o s de al~ o dón, alPunos ~e lanas, d e al~ n d o nes y s e 1 f1 s , o 1 'l t o s r. e e s t a ñ () , 1 á n in a s y b o. r r ;i s d e h i e r r e,
cañería ~a pl o n o , bnrras y l~ n inas de estafi o y rl a
c o 11 r 8 . /
/ C o Me n t a

,

•

12 •-

Añ_o 18 9 O , . V o ~ • LXX XI V , I n f o r me d e A • t\1 • B e 11 n e t
¡1 ar a e~ ~ ñ
1-ª ü_9_ v h as t a e 1 2 8 d e f e b r e r () de
1

1 8 90.

t

'\

~ecacta 1o

el 3 &lt;le

~ arz ~

d2 1890,

~.

157

En ni inf o rm e s obre la tarifa es~ecial Je
f e chn 12 &lt;le juni 0 1889 señalé las medides a d~ ntadas
1o r
e 1 p o b i e r n o : r e d u c i r 1 0 s rl e r e ch o s :'ar a c '"1 n t en e r
el c,ntrahand o .,Durante l o s tres nriMer 0 s wescs del
aii o el c o merci o estuv o c o onletaMcnte
uaralizad o del) i d 0 e n ., él r t e a 1 e 0 n t r a b ::i n d o , a 1 r e d u e i (1 ( ) ::&gt; r 2 e i r:&gt; d e
V C n t a d P.1 p 3. n a d (J y a d e !!la S a 1 a Í n C e r t i d U tl 1) r e n r O V O cn · ~ n 11 1.:&gt; r la inminente sane ion ele una nueva es cala de c1 e r 0 ch e: s a ñ u a ne r o s 1 a ''. u e e o n e e (] e r í :i d i ver s a s re
bajas. La Pr o vincin estaba tan surtina de mercancías
c o ntrahanceada8 ~ue hast~ setiembre u o ctubre scl n
hubo un Dequeño resur~iraient o del comerci o pues recién en esa ~n- o ca se vendieron las mercancías almacen3das. El contraban~ cJ, mientras tant o , no ~eso,
•= •••

1

;

�.•

32

er o indYd~~lemente fue abatid o po r la g ran reb~
a &lt;l e 1 os d r re eh o 1 q u e h i e i e r L• n ir-¡ !J r o d u c t i v 0 e 1
c o ntraband o , es~~cislmente de teji~ o s de al g~ &lt;l5n
y lana. En setiehl~rE el comerci o revivió sensibl~
mente ; este ~cjrr1 Estuvo frenada en ?arte oor la
inestab ilidad p0litica.

3

Cuane c

CJLeP~~

a escribir este informe, la ~du&lt;nera recibi5 su sentencia de

tarife 1s ? ecí~ 1
muerte. La ,r~ncipal aduana ce Río Grande del Sur
se
s ·\...; t i t u~ Ja '"' o r un a o f i e in a c en t r a 1 ~ en P o r t o
t:&amp;.lewre. Se c o a..~luiri con el contrab an do mediante

r·a
~

a~~i0n

riscal en la fr c ntera a? o yada
con un re 3 _.i.·.e n-.:o de ca b allería 11 c o n el envío del

una vi po r osa

~~te un tri ~ unal facultado a di ctar ~
sumaria~ente s~ntencia
trabaj o s f o rzados, c o n

delincuante

la

ce

p r o nt~

aperLura d e la barra del puerto de Río
Grande ~ l o s ·Ja.n~ o s privile g iados del Estado ya emiten rape l r .:&gt;ne..Ja Y. s o n der og ados los recar gos federal~s a ln ~xp 0 rtaci6n. / ..• /
Es imo o sible estiraar l i inpo ~~ancja de estas ref o rraas y predecir su s efecc o s. /. e/
.
1)

'

El

decr~to

del 10 de febrer o de 1 G9 0 asimila
e l de lit o 2~ ~ o ntra b ando al r rad o d el de falsificaéDn de mon~da. Las pers o n a ; c o mp r o metidas en el
c omerci o il~citc ) ~ uar d ias a duaner o s , navier o s,
c o nsiL~át~ri o s (e [ anad o , l o s carrer o s a car 50 &lt;le
las me= cancidsJ quedan sujet ~ s al ca n turarl c s a
•
•
•
•
un JU1c1 0 Sl.:r1ar-.o que puede sentenciar la nena
de
•
cadena p e:·p ~tua. El 30% de l o s artícul ~ s d ec o misa
•

dJs pasan ql f o Á,_J ü e. e las aduanas federales y el7) % rect:nce se divide entre el capt o r del c o ntrab~ndo Y el JtnunciEnte. Los u r c duct o s deben ser
v:ncid os 48 h o ras éespués de su dec o mis o o entreg ~d c s a~

ca p t o r

lUE

d€be paear el 30% &lt;le su val o r ·
' .'

:

�'

33

•

•

al Tes o r o Na cional. Ccm o esta dis?osición puede
posibilitar, en ciertas circunstancias, que un
c o ntrabandista denuncie su ~r 0 oi o c ontraband o y
recibirl~ c r n el na c0 &lt;le s6lo el 30% de l o s dere
ch o s , ri f i e i a 1 me n t e s e (,. e j 6 c 0 ns t a n e i a , d e ·1 11 e 1;;s
clcc~nisos están s uj e t os a su destrucción n ) r las
aut o ri&lt; 1.ade s a&lt;luaners.s aue se r ese rvan el derech ,
d 2 h a cerl o en cualquier m o ~~nt o .
Lo s funci o nari o s aduaner 0 s de l a fr o nt e ra d e
}&gt; e n
s e r r e t r i ~) u í d o s e c1 n un a n .:t ea r.i u c 11 a rn á s e 1 e v :i dc-:i que la actual y que atiertde a l c ~s t o de la vid~ en es tas n r o vine i as . · ~ ( ~ .. 15 7)

/Describe en &lt;letalle la Merna aue ha sufrid 9 e l
almacenamient o de mercancías en las . ad u anas ./

'' ..• Se espe ra ~ue estas medidas radicales,
junt o c o n l a &lt;leroPac i6n de l o s r ecarpos federales
a la expo rtacj Ón (qu e e r a n del 9%), ven a c o nte-ncr e l c c ntraban do y po r l cJ t an t o obl i ~a r a UruPua y ,
c ue se v e r~ d¿s~ o J·ad o de su m5s lucrativa activida &lt;l
'
a c onveni r en l a firma d2 un acuerd e c ~me rci a l c 0 n
Drasil. /. ~ ./

.

Las o uini 0 n es difieren c o nsidcrabl~mente e n
cuant 0 a estimar l a disrninuci d n del c o ntrah ~ nd o . Mu
·ch os ~iensan qu2 se n~ralizar5
del t odo debid o a -lo s seri o s ri esp~s oue deb e n afr o ntar l os c e ntraba n
distas; ot~os
6oina~
oue 0 00 millas de fr o ntera s o n
.
demasiadas nar~ ser c c nvenientemente vi g iladas y
que el c J ntraband o pr o sperará en vista a la ~ ran g~
.
.
.
.
n a nc1a due
nr
.
.. o duce si se tiene exito.
-

•

~

1) ers0nalmente n o ten rc una c c; mpleta c :&gt; nfianza
en las medidas ad o ptadas ; no resultara un éxit o el

�•

34

•

aumento de

un golpe

.
de~e.c has, por el contrario sera
~

).us

aplesta~te

·al comercio de R.Ío Grande.

La surt~Pi0n df los recarg o s federales a
la importación CJnstituye un eran beneficio p~
ra los 1ana~e~os. Ur recarBo de un 4~ · las ;~
portac:...unes ea af1.n .Exigido en el estadQ de R10
Grande · 7 si e"' .. "" ta1 b ién no es de ro eado un ---·
gran númL~r de e:po1taciones brasileñas pueden
bajar ~Jr el Jruryua) y ser embarcados como productos 1e las repúblicas vecinas. Se SO$tiene que esta derog'-ción ue recarg o s a la _ i~porta-c i ó n i i. J u e ir ;;, a 1 e s g a na de r o s c.l e 1 o e s t e y e e r1 tro del estado a enviar su producci5n directa.mente ~ Po rt 0 Lle g re, Río Grande y Pelotas que
en camciv remi~irán artículos importad o s que ~
hora son haritu3lmente adquiridos en ~o ntevide o .
La po~lación 3el intéri o r, sin embargo, proba-blemente cont~,Ge couprando y vendiendo en el
mejor merc1~0 d~l d!E y ne favorecer~ los mercad o s de R ÍG Grande E no ser que esto sea 9ara
ellos ventajodo º Se eapera que algunos productos uru g uayos puedan ser introducidos al nrasil
para export~r~e y es curioso notar como los bra
s i 1 e ñ o s es t á .. _ ah .J r a t r a t a n d o d e f o me n t a r es t e -:::
tipo de con~rao~1d o .
J

! l aper~ur1 de la ~arra de Río Grande probablemc,t~ tene~iciar~ mucho al estado~ pero lo
discutiol) ~si es que realment e se va a abrir)

es · si ah o r,q la V..?ntaja s obre los rivales sería
t3n lir2~a c o mr hace unos afias. Much o antes que
l~ barra pueda abrirse y aun antes de que c o -m1encen l o s trabajes, el ferr o carril uruguay o
hista la fr o nter~ estará ya en pleno funci o na-

�35
•

miento y las tres líneas que ahora están dirigiendo hacia ella sus rieles, para dominar el comerci o
del estado y dejarlo arruinaco, si l ~ s tra,ajos
en la barra hubieran comenzado mas pr o nto~ probablemente nunca se hubieran construíd o . / ... /

En tod ~ cas o cualquiera sea el efect o de la
subn de l o s derechos sobre el mercado local un o de
sus resultad os ~s la instalación de una p ran can-ti~ad de · f~bricas elaboradoras de jab5n, velas, -s o mbrer os) arpillera ~ue no s o lame nte perjudican
el come rci o ingles en Río Grand~ sino que además
causan una gradual disminución de los in gre sos fede rales nrovenientes de la imnortación. / ... /
En 10 que reapecta al futuro inmediat o no hay
duda e~ que habrá ( ran imp o rtaci0n de In p. laterra,
C~Sde ahora hasta dicie~bre /cuand o ! A t a rifa espe
cial quedar~ der oe ada/. Estas mercancías ser~n el~
~acenadas y ven~idas despu5s de la derogaci5n c o n
grandes b e n e fici o s. Ya hubo una gran dema nda en las
tiendas , vendi~nd o se r¡pi.da me nte l o s surtidos disp~
n i b 1 es . E 1 e o Me r e i o d e p r o e u e t &lt;) s d e 1'-f a ne h e s t e r fu e
r1 u y a e t i ''o en f e 1J r e r o / 1 8 9 O / · e s p e c i a 1 me n t e E. n Po r t ~
Alerre. Lo s imp ~ rtadores de RÍ0 Grand e efectuar o n
una ''cor rida ' 1 s obre el rnercad 0 de Montevideo, prec e d í do s p o r 1 o s e .-, n t r a b ~ n d i s t as ; en t r = 1 o s e o s - -g rup o s de c ~ mprad0res agotar o n las existencias en
1'1o ntevide o de tejid os de algodón estaMpado y lis J
y otros artículos que serían afectad o s p o r el aumento de derech os de imoortaci5n.
El último van- ~ r
..
q ue lles5 de Montevideo, antes de finalizar el mes
&lt;le febrero /1890/ estaba abarr o tado; en al~un o s c~
sos hasta los pr oductos perecibles se transportaron
c oMo carpa de cubierta, corriendo los riesgos ex-clusivamente su oropietario. / º •. /

�36
1

•

Durante iº39 el canbio se cotizó muy alto a
2s. 7d. y 2s. 0 L. el nilreis hasta dicie~bre y
después empe~~ a caer gradualmente lle gando el 28
de febrero /13 9 0/ a 23 3/4. El problema del cam-~ido

bio siempre ha

en los ne g oc~0s.

causa de gran incertidumbre ·. ~

(1)

!. ~ e. l1an contado un caso~, u n comerciante vendió
S JJ lilr1s le 3xcelente estampado con cr~dito a 60
dí ~ s y a un ¡re~io fijado se g Gn el tipo de caabio
pr.:?domina-t e) · que le dejaría una justa g anancia. -

C0ao e l coL e r~iante pagó al contado al mayorista,
e u i 11 d o e e e i b i ó ¿ ~ d in e r o d e s u v en t a &gt; s u g a n a n e i a
fu? P XLctaruen~F d ~ ~s., debido a qu e el camb io b ~
j o
:
~ . . . l ~ p p . .1.5 9 -161 )
•

/ I -..1 a i e &amp; e 1 L. .; r.- t i .r1 o d e 1 a s ex p o r t a c ion e s d e R í o
Gr1n1a ! los ru~¡os que abarcan./
~:E ·3tas

ci:.r~s

se refieren a

los e mbarques
re1liz a dos d~3 d~ ~io Grande del Sur, Porto Ale g r e
y ?e l a t as ~e~c ~'1 incluyen las export n ciones qu e d e &gt;Je vari os sit=1.'1S de la fr o ntera pasan a las -re? Úb licas a~ iJtuéuay y Arr;en.tina, ni a l a s s a lid a 3 d ~ sd e el sa~adeto de Quarahy situado en l a -co~flu e nci' ~ 2 e s e río con el Uru g ua y (el sal ad er o fue fun¿ ~ ~r y b i e n or Banizado e n 1887 ~or
capi
.
talistas ~on t~vi~ ea ros). La~ento mucho no poder d ar cifr~ s ~ ~ les atinales f a enados en este e stableci~_en•o n~ de d ende realiza sus compras de ga
nad o . S arc~sLiLamente algunos periodistas locales
que act sa n a ~st ~ scladero de ~ a niobras de contra
b ando de S( b oj p1teden ser considerados si mples di
fa ma dor e s . ··. ·..(:,:) •. ..,
.. "
•
. .. ' .·... •.. .:,
~

------ ..
(1)

.

••

..

~

~

•••• •

•

•

d.

s.= ch e l í i1r ... ;

'
•

•

pen1aues

�1

Des&lt;le el informe Último sacre la apertura de
la barra se han recibido noticias de oue el nroble
ma ha sico demorado otra vez; un repr~sentante del
rohierno
brasileffo ha conenzado en Eurooa
tratati.
.
vas preliminares, de cuya naturaleza no Be han dado versiones Rutorizadas. '' (p. 166)
;

•

l 3 •-

J. 8 9 2 , :~1o1 • LXX XI , _! n forme n res en t ad o p o r T~ a 1 t e r
I! e ar n _J? ar a 1 ~ 9 1 f e ch a do e 1 3 O d e a 1J r i 1 e e 1 8 9 2 •

/Se hace también referencia al
sul Archer de ~orio fle e re ~ p.

infor~e
3~3/

del Vice Cón
•

''I.1a derooación de la tarifa esoecial
en e ste •

el au~cnto da los impue stos y la considera ~ .
l'l e y al n·arecer peri11aner1te baja rn el ca rri bio han favorecido a todos los sectores ~anufactur e ros loca
1les en detrif!1 e nto del coMercio con el extranj e ro. ¡
(p. 373)
e 2tado ~

•

/ D e s p u é s d e s c r i b e ( P T) • 3 7 3 - J 7 4 ) c i e r t as in d u s t r i a s -1oca1e3, co~o fabricas d e tejidos de al~odón y lana ,
fabrica s d.e cerveza, bodep.as, fábric~s 1 e jabón , ve-·
las y aceite y la s manufacturas de botones d e 11uesc 9
ueines, peoductos químicos./

';Los in fornes oficiales sobre la aduana de Río
Gr a nde, de 1890~ wuestran un eran incre~ento en l ~ s
importaciones en 1989. La razón es obvia~ la tarifa
esnecial usufructuada en este estado durarite muchos
años se deroeo en 1390.
Desde el 15 de rnarzo al 30
de ...iunio de este año la diferencia de los derechos
entre 1 a t .a r i fa es pe e i al y 1 a federa 1 fu e re b a~ ad a
un 30% y desde el lo. de julio al 31 de diciembre un
2o z· ~as ; en enero de 1891 la tarifa federal rep,Ía
también en este estado.
•

�38
La gran ~r~ridE sobre ~ontevideo ~ ya mencionada, posirilitF qu• entraran enormes ' cantidades
de mercancÍP~, qu~ re ampararon en la vieja tarifa de der~chcs~ la ·Consecuencia fue que los come~
cios en el esta~o e~taban en 1891 abarrotados de
~rtículos v a" Ja arluana de R1o Grande casi no ha
bía lu~ar par&amp;
~overse.
•

_,

Ebcos coie~~iartes -sin duda afortunados- nu
dieron "l 1 rJa.c t:.., ~ ~ grandes surtidos introduciéndolos al al!: 1' 2 ~o de la anterior tarifa aduanera y -Que
la nueva tarifa en-Dueden J'eno.erlot3 desnués
.

tre er vige~c:a ~ ya que cnn los aunentados dere-chos , pagadercs e~ ~ro y con las ~luctuaciones -de 1 w i 1 re i s ~ o n.o 1 a s de 1 8 9 1 ( d e 8 3 / 4 a 1 0 l / 2 ) ,
se 11ev3 r á "'.1 e&lt;. ..le re j o a e as i un es t anea miento • / •.. /
G~~u~~s
aduana ~r

ca~tida¿es

de artículos entraron en

la
1Q90 y t l l í quedaron hasta marzo o a
~ril de 189~ ~abando s51o los anteriores derecho;:
los surticcs ~eroane&lt;ieron en manos de los comer ciantes du~~acé todo el año y no es probable que
haya ningún Jra~ aumf nto en las importaciones ~as
ta fines d~ 189~. / ... /
-

La ad u é. .1 ~

o
r
t ad o re s h a n s a e a do ~e ·- '
?
ner;ilnente ;r.1 · provecho de la supresi~n del contraband o front~rizo con Uru~uay, que se venía ha~
ciendo CJ ~~an encala desde 1890. Yo creo que las
a ~1tor~ia~~s tuvieron ~xito en el conbate el con-traban~, : ic co~nivencia o la ~ar.ticipacion en el
contraban~o es castigada con cadena perpetua. La
causa real de la desaparición del conercio ilícit J pos~~,L~entr no es ni las severas penas ni el
c?lo de ¿a gua1~ia militar de la frontera.
Es
e J r.1b a t i

1os i

r.i D

que el principal medio para
"" 1 e o n .._ i: a t: a n d o f u e s e e 1 e s t a b 1 e e i mi e n t o ,

~uy
1.

,,

prob~~1€

�39

en 1891~ de zon~s fiscales ~uc encerraron el comer
cie l•cal, dentro de ciertos límites, de ~o do quel0s cnrnerciantes de una ciudad fr o nteriza n r pudie
sen vender s11s productos fuera de ese límite o· a--=bastecer al interior del estadn. Esta es una ~edi­
da dr~stica indudableflente· el contrab~nrl o se ha a
rruinado. Las dos casas de co~ercio d e Santa Ana de Livramento nue existían nor ser esta ciudad un o
de lo~ centros ¿el c~ntraband o , se trasladar0n a ln ciuaad &lt;le Pí0 Gr~nde buscando actuar en el co-merci o lcrnl. Pi e nso ou0 la incertidumbre s n bre el
canb5o t~nbi~n ha tenidn, en este sentido , alRGn •

e fecto .
•
ci~

Las z0nas fuer o n suoriwidas p o raue su ex isten
se v c lvio intolerable ~Pra el concrci 0 · ahnr~

aue los stncks snn ~edincres y los derechos altos,
el c n ntraband o nrobable~ente retomar~ imnortancia :..
nor más vi~ilancia aue se mantenra en la fr o ntera
1 n s e 0 mP r e i. a n t e s e o n o e en e &lt;1 M a e 1 u d i r 1 a ,, a un q u e 1 a
mayoría de l0s s n ldados brasilefios destacados en la frontera desean cu~olir su ¿eber ~el tintín de
la n o n~da ayuda a reparar el dañ~ sufrid o n o r el
honor '. Le supresién r\cl c0ntraband 0 fr o nteriz o
tiene ~ran i~~ortancia para el ~err o carril dPl Sur
, S0 uthern ~razilian ~nilway¡ que trans~orta los -nr0duct o s i~~crtados por la ciudad de ~ío ~rande haciA el interi o r de la Provincia a lo lar~ c &lt;l~ la
frontera; sin ctu~a alp.una un c~ntrah~nrlo activo es
fervienteMente deseado por las compañías ferrovi3~
rias urupuayas que entonces nodrgn llev?r esos or n -

-=-

\

0uc tos de

~ontevideo

~la

frontera.

/ ... /

Durante el afio 1891 el cambio sufri~ una de-clinación que no tiene nrecedentes ni aun en la su
frida en 1868 durante 1~ ~uerra del Paraguav
cuand0 alcanzó el lÍMite más bajo hasta la presente cri-

�40
sis. El día de dño iuevo de 1891 el cambio abría
a 20 3/4 (l-' par está fijada en 27d.) y . b&amp;jo . .me_n
---su a 1 u e~te h~~·a 4ue alcanzó 14 1/2 a comienzos de setiembre.
"'",tvo después un repunte transitorio hasta 1: 1/2 ~e10 a fines de octubre bajó a
1 3 &lt;i ·• y_ é 1 ~ J "'~ ·t. o v ~- e mb re d.e s pué s d e 1 a r evo 1 u ciór1 qt"~. denuso al ~ ariscal Deodoro da Fonseca
alcanzC su,~ast~ ah&lt;ra, punto m¡s bajo, 10 1/2.
Lueg.o ~e recuperó y en diciembre subió de 12 1/4 ..~
a 12 3/~, pero d1sdt entonces ha declinado gradualmen~e ~~rl v¿z. Despu~s de la revoluci5n de
novie~bre pas~uc lat nonedas de níquel y cobre,
muy abu~dantes 11 eLpezar la lucha, comenzaren
a dese~lrer~r; 11 uayor dificultad consistía en
consegt'ir l!lo ..,eda fraccionaria. El comercio co~en
zó a efuplear V8~ores privados para sumas ~enores
de 1 mil re is ; Los :1 t ickets ., se t ransf armaron en
medio de ca . :1 1 i.o. ·1 (pp. 376-77)
~

•

-

/C ~ ntinú2 ,

atribuyen~o está situación a la des-confiar1za rlcl t&gt;Ú~&gt;lico hacia el papel moneda . et!litido · p o r é~ ~aneo de la República y al atesora-~ iento

de Qo ne1LJ metálicas.

Luego (ppª 381-182) describe otra vez la barra.
Antes el pE~Fje que cruza la barra era menos
pr o fund o que lo Jue es hoy; los veleros de más
de 11 nies d~ c6ladL no podían entrar. En 1885
' s e e b L. i é un 11 u ~" ~ e a na 1 en 1 a b arra • ·. • ;, Ac tu a 1
_,mente ~ue~en.atcavesarla veleros de 15 pies de
e a 1 ad o •
TT n. 11 u e\ o e'·n t r a t o p a r a ah o n d a r e 1 e a n a 1
se firuó~ i~nalre~te, en setienbre de 1890 ; los
trabajos co1enzaron en enero de 189i. Sin embarzo por J.L. taja dJl cambio la compañía contratista de las obras no ruede co~pletar el trabajo al
precio ac0rdado ori1inariamente y como el gobierno aún no acor~( ~JLstes al contrato, el trabajo

�41
•

se paralizo en octubre de 1891; por lo menos hasta que se llegue a un nuevo entendimiento.
El informe del consulado de Porto Alegre se hace
eco ·1 el informe de Río Grande con respecto al comercio, que continúa estancado por las recientes
y grandes i~portacíones y además por la beja del
cambio. fcerca del contrabando observa·/
s'El contrabando -generalmente un fuerte comp~
tidor del comerci o legítimo - no fue muy nombrado
Últimamente debido sin duda, en primer luger, a la
baja del cambio que ha impedido que el trafico i l í
cito ~u~cnte esnecialmente mientras hubo artículos
importados bajo la tarifa especial; esto fue un d~
ro 80lpe al contrabando, y sus efectos se sufri eron mucho en Montevideo por una parte importante de las casas conerciales cuya actividad consistía
en la inportación de productos destinados a ser con
trabanceados a este estado. s; (p. 396)

/Predic e lue~ o (p. 397) que el contrabando se reanu
-dar i cuando aumente la denanda de ~ercancías, y alu
de a las industrias locales qu~ se han desarrollado
en Porto Alegre y sus alrEdedores.(pp. 398-400)/

_

_

__

_________

14.- --Años 1893-1894, Vol.XC,
w.85 y siguieates. Infor u·
__,,
ne es~ccial del Cónsul llearn sobre la barra, fe_c_h_a_d~-~_l__l__
o_.__d_e_~_a_g_o_s_t_o_~_d_~~1_8_9__2_.
_:...

___,;.,__.;;..;;.._

~-------- -

''El dicho .. cría fama y échate a dormir' nunca :'itha tenido una aplicación mas exacta que en el caso
de la barra del puerto de Río Grande del Sur ; estoy
sorprendido de que no haya habido tentativas de demostrar que la mala fama que la barra soportó hasta
hace 5 años, razonable e indudablemente cierta, des
de esa época ha ido desapareciendo; la barra ha•me~

�4 .~1

e~

p unto que yo cre o que hoy _ tal co no
está~ nere~L g r~~des el o~ i ~ s. / ... /
L a b a rr a , ha c e
un ~ s efi o s , ¿~~ ~n e ran o~st5cul o p ara e l c o ~ e rci 0 con les p uertos interi o res. L o s veler o s s e au ed~ b an
un 2 es ~ fl~ s fu e ~a del puert o i~ oe di&lt;l c' s de e n trar p o r 1 a e s e ~ s ~. l r u f un d i d a d d e 1 a b n r r a ~ 1 a s e () n ~ .q ñ í a s
el e se ~ 11r o s i r1po ní a n e nor Mes T)ri nc s r0 r ri es~os e x•
tr no rLi:i a r:....Js.
j o rado hasta

t

•

de r1 a s í

1 a s e o s n s : de s d e 1 8 8 9 s P r e
cu e r c é u n _, r .. \. · ..!j e ~~l o de c1 e ~ .c r n y ést e fu ~~ deb i rlo
n au
e no r e l ~a : ti e~ n o l a b a rr ~ estuv o intr a nsit a •
b 1 e G ..1. í a G s e l u i &lt;l o s ( d e s C. e e 1 1 ° a 1 6 d e j u 1 i r. 0. e -·
1 8 ) 1 ) . Au n e n t. 3 t c. e i re un s t a n e i 2 1 o s v e 1 e r o s r1e T) r~ c e ~ ~ 1: ~ do, h ~ st~ 11 p ies 6 ~ ul ~ad~ s, n u d i e r on cruz a r
1 '1 ~) a r r a · l; ¡1 e i ! ~ e c1 e 1 o s s ~ i s d í a s • · '
(~ • 86)
1. ..., y r1 e,

t á~ ic o s

&lt;ln s e n

de l ns c onc ici n n e s ce
p ee te &lt;l i o de t o n e l s j e de l e c; n a ví o s b ri-

rru qc a d e l a

Otr~

l a . J.:l rr a :

·&amp; ue e

E;¿

qu ~
lO R~ ,
1 8 ~2 ·

~ ej o ra

atrav e s a r o n la b~rr a fu e rle 2 9 3 t o n e l a-

3 8 5 e n 18 9 1 y 58 9 en la r ri ~e r a c i e st- e ·a u r::e nt c s e (~~ bi ó ent e r nr;ie nt e i.l
uc

t :?.:'! de
b u~n e s t ndc e ~ l e b ~rr a ln au
. e ~e rDiti ó ou c e n 18 9 1
;1 1 G9 2 1 a e r u z '-· 3 e r1 P r a n de s ve p o r e s c1. e 2 • OOO t o n e 1 e. d D. s e o n 14 ) 11:\ :&gt;i e s (l 8 e a 1 éld0 • L o s v an:&gt; r e s J 1 u e
vi~i e r on c e~ c on tra t o cs r~ ci a l tr ~ v c n ~o ra teri a l
fe
rr J vi a r~ u?~· ·ah 0 LP c o~ i e nzan a c one rci a r
r eP ul a r ~e nt ~
e o J. e r- +: f; ·) t.. ·;:! r t: e • / º • • /
P n r a e e r í a a u ~ e 1 e u r s e &lt;~ e 1
r í ) ~ ri 1 c. . ú ... t ~ ~u s ·'"' ñ o s h n t r a b a j e. c1o un a a:' e r t u r a
D3 tUr á 1 y li~ e ctn a l n ar r n o S e ~ u cs~ t e~e r u n r án i
do ci e ~~r r 0uo Lu ando l a s ¿o s ar8 rtur a s s e a~ r oxira r (' ::i r o r t o l e u o s ( s e a na 1 e s • E ·l .~ f e c·t d rl e 1 o s Vi e !l t o s
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n ,, ~ r tu r n .: L &lt;) s " i 2 n t o s ne 1 n o r e s te t i e n e n !\ á s in - flu e nci ~ y c a usan un a gran a fluenci a ee ap u a de l
rí ~ sob r e l n ba r~a ah o n dan do e l c a n a l y e vit a ~u e
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f u e e s -: e e i a 1 1" 1e :1 t e s e n t i C. a -. ,_, r 1 a s e a s a s i ri~ 7'' 'J r t n
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'u r_ .ruer c n ca;icelad o s nuchcs er. . ba r n u es
c:;,"2 t!erc~ncÍ t :.S .... t 1.- or_,,.;f'.s. El cac1 , i 0 t ."'r&gt;str l) ryr&lt;l:ices fluctuaci o nc~. El
2 rle en er o ~e 1 6~ 7 el val .~ r ~e l
-· ~ j_ l r ;_; i s f u e f :_ j -i.1 o en 8 9 / 1 6 ( a ') O ,~ í &lt;'-1 s v i s t a )
···. o r l v s ~ &lt;-. !.1 c. os l . ., e a 1 e s ~ e 1 31 (1 e d i e i e !' b r e e a y ó
a 7 d . 2 l L!. í 1 .... e i 3 · ri '· r a n t e e 1 ;~ e r í ·"':·&lt;l o h u~ o va r i A. ~ í )n e s
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ciu(13.~es 1 eri sr-...lnder0s '1islac1 ') S de ) tr~s z n nas &lt;lel
•

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La -~nafacrura de char o u ~ t ar.b ién s e ntirá e l
1 u r .e I.t t o &lt;.~ r
l ·.:1 s :i. ,·1 pe~ s t o s s e b re 1 !! s tl 1 'J tant o la 1 0 e n 1 e o e 1 a i n: o r t e e a .
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~ 0 r n u P ah r1 r n n
u '"' r 1 e n e ') r' ~ e t i r e n n 1 a s h i 1 'l n '\ s J ) e '11 r~ s r.e h i (1 "' ::i l ·J s e 1 t ·""' s r~ ~ r e e h n R a &lt;l tt ~ n e · ·
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Se j _n n n r t :.l t • ~ 8 · 1 r'\ S t r q 'Í G q r 1 e ~ 1 r;r ' •1 6 n ~ •2 C "" ]_'"' r
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l os irnu e st 0 s c~rrcs~0n~ientcs. M ~ inf ~ r r8 r n n n u e
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                <text>&lt;p&gt;&lt;span&gt;La Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación se ha propuesto contribuir a rescatar y poner a disposición de los lectores la escritura ensayística del Uruguay a lo largo de su historia. Esta Biblioteca Virtual de Humanidades en el Uruguay pretende reunir en un solo lugar más de dos siglos de textos de reflexión y pensamiento, dentro del amplio campo de las humanidades, producidos en conexión con la universidad. La mayor parte de esos textos han sido originalmente publicados en revistas universitarias o periódicos hoy difícilmente accesibles. A menudo nunca recogidos luego en libro—o recogidos con sustanciales modificaciones—, son textos que pueden contribuir a recuperar y mostrar las dinámicas de pensamiento y representación en el país, tal como se realizaron en tiempos de centralidad de la escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;La a veces fina y sinuosa línea entre Humanidades y Ciencias Sociales hace que textos de historia económica, de estudios sociales, de ciencia aplicada a la antropología, puedan tener cabida en esta colección, aunque el foco está en el núcleo tradicional de las humanidades. El Derecho (con la excepción de Filosofía del Derecho) queda, por su especificidad técnica y profesional, por el momento fuera de este grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La colección será un trabajo acumulativo, con entregas bimensuales. En el tiempo, los textos se irán organizando de acuerdo a posibles lecturas de la historia de las ideas en la región y el continente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Mazzucchelli&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;15 de octubre de 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</text>
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